Em Defesa do Design Inteligente

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Barulho e Fúria no Laboratório de Microbiologia.

O microbiologista Didier Raoult, tempos atrás, proporcionou a fúria nos neo darwinistas.

 

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Resumo

Aos 59 anos, Didier Raoult é o microbiologista mais produtivo e influente da França, liderando uma equipe de 200 cientistas e estudantes da Universidade de Aix-Marseille. Ele descobriu ou co-descobriu dezenas de novas bactérias, e em 2003, atordoou colegas com um vírus de tamanho recorde, chamado Mimivirus, o primeiro membro de uma família que lança uma nova luz intrigante sobre a evolução dos vírus e da árvore da vida. Controverso e franco, Raoult publicou no ano passado um livro de ciência popular que declara que a teoria da evolução de Darwin está errada. E ele foi temporariamente proibido de publicar em uma dúzia de revistas de microbiologia importantes em 2006. Cientistas do laboratório de Raoult dizem que não querem trabalhar em nenhum outro lugar. No entanto, Raoult também é conhecido por suas inimizades e seu desdém por aqueles que discordam dele.

 


Science 02 Mar 2012:
Vol. 335, Issue 6072, pp. 1033-1035
DOI: 10.1126/science.335.6072.1033


 

Obs: O artigo completo da AAAS é pago.

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A Investigação Científica Apresenta Princípios de Design Inteligente.

By Evolution News – @DiscoveryCSC

[Texto adaptado – O artigo contem links em inglês – Imagem do EnV com os devidos créditos]

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Uma das nossas respostas aos críticos do DI é aquilo que os cientistas usam todos os dias. Se o design inteligente não fosse científico, teríamos de jogar fora [ciência] forense, arqueologia, criptologia, informática, teoria da otimização, engenharia e SETI. Aqui estão alguns exemplos de DI em ação que apareceram recentemente em periódicos. Os princípios para deduzir o design são semelhantes. Se alguns desses exemplos parecem fracos para inferir o design, eles se tornam nossos casos favoritos mais fortes quando defendemos o design no código genético, máquinas moleculares ou ajuste fino do universo.

O livro da Selva.

O que está gravado na paisagem da Amazônia? Algo estranho e inesperado veio à luz. Por décadas, as florestas tropicais do Brasil exemplificavam a natureza selvagem e indomada. Seus poucos habitantes humanos, retratados romanticamente como nobres selvagens, levavam suas vidas simples em harmonia com a natureza como uma repreensão para nós, americanos-europeus, poluidores e invasores do planeta. Este era o mundo de Darwin, uma terra de competição e cooperação produzindo sistemas ecológicos por leis naturais não guiadas (especialmente a “lei” da seleção natural).

Sob o dossel da floresta, porém, estruturas bizarras já revelaram forças diferentes no trabalho também: forças inteligentes. As leis naturais geralmente não criam círculos concêntricos e nem quadrados. Desde 1980, terraplenagens chamadas geoglifos [“mensagens de terra“] vieram à luz sobre uma vasta área entre os sistemas fluviais da Amazônia. Uma nova imagem desta região revela evidência de propósito, intenção e plano: ou seja, design inteligente. Um artigo dramático de pesquisadores da Universidade de São Paulo e da Universidade de Exeter, publicado no mês passado na Proceedings of the National Academy of Sciences, derruba o paradigma do deserto selvagem.

Mais de 450 pré-colombianos (pré-AD 1492) cercos geométricos abandonados (“geoglifos”) ocupam 13.000 km² do estado do Acre, Brasil, representando uma descoberta-chave da arqueologia amazônica. Essas enormes terraplenagens foram ocultas durante séculos sob a floresta tropical de terra firme (planalto interfluvial), desafiando diretamente o status “primordial” deste ecossistema e sua vulnerabilidade aos impactos humanos, percebida.  

A noção da Amazônia como um deserto intocado foi agora anulada por evidências crescentes de sociedades pré-colombianas grandes, diversas e socialmente complexas em muitas regiões da bacia. A descoberta de numerosas, vasta terra preta (terras antropogênicas escuras) que fazem fronteira com as planícies aluviais dos rios principais e extensos complexos de terraplanagem nas savanas sazonalmente inundadas dos Llanos de Mojos (nordeste da Bolívia), Ilha de Marajó (nordeste do Brasil) e costeira da Guiana Francesa, representam exemplos de grandes impactos humanos realizados nesses ambientes. [Enfase adicionada]

Executado, ou seja, por design inteligente. Esta vasta região tem sido “amplamente transformada pelos seres humanos ao longo de milênios“, dizem eles. Em notícias da Universidade de Exeter, a autora principal Jennifer Watling expressa quão dramática esta mudança de pensamento é:

A Dr. Watling disse: “O fato de que esses sítios ficaram escondidos por séculos sob floresta sazonada, realmente desafia a idéia de que as florestas amazônicas são “ecossistemas imaculados”.”

Imediatamente quisemos saber se a região já estava coberta de florestas quando os geoglifos foram construídos, e até que ponto as pessoas impactaram a paisagem para construir essas terras.

A equipe usou vários métodos para inferir design – importante para fazer uma inferência robusta de design. Os mais óbvios são os geoglifos. Podem-se obter inferências adicionais sobre as suas funções através de uma análise minuciosa dos detalhes estruturais:

Com valas de até 11 m de largura, 4 m de profundidade e 100-300 m de diâmetro, e com alguns sítios com até seis recintos, os geoglifos da Amazônia ocidental rivalizam com os exemplos mais impressionantes de arquitetura monumental pré-colombiana em qualquer lugar das Américas. As escavações dos geoglifos mostraram que foram construídos e usados esporadicamente como locais cerimoniais e de coleta pública entre 2000 e 650 anos calibrados antes do presente (BP), mas que alguns podem ter sido construídos já em 3500-3000 BP. A evidência de sua função cerimonial baseia-se na ausência quase que total de material cultural encontrado dentro das áreas fechadas, o que sugere que eles foram mantidos ritualmente “limpos”, ao lado de suas formas arquitetônicas altamente formalizadas (principalmente círculos e quadrados) – Características que distinguem os geoglifos de compartimentos similares fechados no nordeste da Bolívia.

É necessário saber quem são os designers? O DI exige conhecer seus motivos?

Surpreendentemente, pouco se sabe sobre quem foram os construtores de geoglifos, como e onde viveram, já que os locais de assentamentos contemporâneos ainda não foram encontrados na região. Pensa-se que os construtores de geoglifos eram uma rede complexa de grupos locais, relativamente autônomos, conectados por um sistema ideológico compartilhado e altamente desenvolvido. Embora alguns tenham proposto uma conexão entre os geoglifos e as sociedades da fala Aruaque, as cerâmicas descobertas a partir desses locais desafiam uma estreita ligação com os estilos Saladoide-Barrancoide normalmente associados com esta família linguística e, em vez disso, apresentam uma mistura complexa de diferentes tradições locais. Além disso, é provável que os geoglifos tenham sido utilizados e reutilizados por diferentes grupos culturais ao longo de sua vida útil.

Aqui é onde fica ainda mais interessante. Outras pistas revelam que a ecologia foi intencionalmente modificada por essas pessoas desconhecidas. Estudando carvão, fósseis de plantas e isótopos de carbono, e seguindo padrões entre locais de geoglifos, os pesquisadores inferiram que os habitantes transformaram a floresta tropical para melhorar a produção de frutas, nozes e outras plantas que eles achavam úteis. A equipe também foi capaz de inferir quais espécies foram modificadas e quais eram “naturais” ao clima, e até mesmo determinar como as pessoas usaram o fogo para conseguirem uma clareira controlada. Não só isso, eles inferiram que “os geoglifos foram usados de forma esporádica em vez de habitados continuamente“.

Em vez de serem construídos dentro de uma floresta de bambu “intocada”, nossos dados dos fitólitos sugerem que os geoglifos foram construídos dentro de florestas antropogênicas que já haviam sido fundamentalmente alteradas por atividades humanas ao longo de milhares de anos.

Como podem ter certeza? “Nenhuma explicação natural existe” para os padrões que encontraram. O bambu, segundo eles, está em sua abundância natural, mas as árvores de frutos e nozes mostram padrões de “agrofloresta“, como se os habitantes criassem intencionalmente “uma espécie de “supermercado pré-histórico” de produtos florestais úteis”. A equipe chegou mesmo a estimar quando os sítios de geoglifos foram abandonados e a dizer se o ecossistema havia se recuperado ou não desde que eles saíram. A partir dos dados fitolíticos (depósitos de sílica de restos de plantas), eles concluem que “legados da agroflorestação pré-colombiana ainda existem hoje dentro das florestas remanescentes do Acre“. Isso é muito inferência de design, a partir de restos silenciosos!

Conclusões semelhantes foram alcançadas por Levis et al. na Science Magazine. A partir de padrões de plantas apenas na Bacia Amazônica, uma grande equipe de arqueólogos concluiu que “as marcas das sociedades humanas pré-históricas em florestas tropicais ainda podem ser detectadas hoje“. Erin Ross, da Nature News, concorda: “A floresta amazônica foi moldada por um antigo apetite por frutas e nozes.” Os cientistas podem dizer que a floresta tropical não está em um estado natural. Em vez disso, “As árvores que vivem nessas áreas povoadas podem ser relíquias de um passado vibrante“.

A fim de que ninguém defenda que essas marcas de design não são diferentes na espécie, de ninhos de pássaros, grandes cupinzeiros, barragens de castores ou qualquer outra estrutura animal que modifica a ecologia, basta voltar o argumento para os pesquisadores. Teria algum sentido afirmar que um artigo científico em uma revista é o trabalho de causas naturais não guiadas? Claro que não. Todos nós reconhecemos as marcas de inteligência. Os seres humanos são excepcionais nesse sentido, formando estruturas não naturais para fins criativos que vão além da mera sobrevivência e reprodução. Se os castores e os pássaros obtiveram suas habilidades através de uma inteligência de programação é uma boa pergunta, mas os seres humanos não são obrigados a construir geoglifos ou automóveis, ou a pensar em “sistemas ideológicos” que deixam suas marcas séculos mais tarde. Se os seres humanos são apenas animais, por que eles moldaram toda a floresta? Por que não desenvolver um apetite por bambu, como pandas?

Minerais como pista para design.

Vamos expandir o raciocínio acima para um caso que está em escala global. Geólogos e antropólogos estão atualmente discutindo se queremos chamar nosso tempo de “Época Antropocênica“. Ouvimos falar do Eoceno, do Paleoceno e de outras épocas “naturais“, mas a idéia antropocênica seria caracterizada por algo antinatural. Definido na New Scientist como “um novo intervalo de tempo geológico distinguido pelo impacto das atividades humanas“, o Antropoceno difere de todas as épocas anteriores. Observe a repórter Chelsea Whyte aplicar o raciocínio de design inteligente:

Pense em grandes coleções de jóias em museus. Essas amostras minerais não ocorreriam naturalmente nas proximidades, mas elas são propensas a ficarem enterradas juntas e cimentadas no registro como vizinhas.

A imagem igualmente coloca lugares como o Cemitério Nacional de Arlington em Virgínia. Esse arranjo ordenado de lápides não é provável que ocorra naturalmente, sem influência humana. O registro mineral revelará não apenas nossos processos tecnológicos, mas também nossa cultura.

O que fica realmente interessante é como pelo menos um ardente evolucionista, usa o mesmo raciocínio para inferir causas inteligentes humanas na mera existência de certos minerais raros:

A evidência de seres humanos mudando o planeta é sólida como pedra. Um novo catálogo de minerais contabiliza 208 que resultam exclusiva ou principalmente da atividade humana, diz Robert Hazen, da Carnegie Institution for Science, nos Estados Unidos, que liderou o estudo.

A maioria dos minerais podem ser explicado naturalmente, diz ele, mas pode-se dizer que algo não natural aconteceu a partir de evidências observacionais. Hazen identificou 208 minerais – cerca de 4 por cento dos 5200 minerais catalogados – que são incomuns. Eles tinham que ser feitos pelo homem. E essa não é a única evidência para o design humano.

Não é só que esses novos minerais existem, mas como eles são distribuídos e como eles persistirão. Nossa atividade tem levado a grande escala de movimento de rochas, sedimentos e minerais, graças à mineração, transporte e infra-estrutura, bem como a redistribuição global de minerais naturais altamente valorizados, como diamantes e ouro. E há substâncias em coisas como cimento e tijolos que são raros na natureza, mas agora são difundidas em todo o globo.

“Estes são como minerais e eles vão formar uma camada marcadora para todo o tempo geológico“, diz Hazen.

Inferência Injustificada de Design.

Em contraste com esses exemplos de inferência legítima de design, vamos olhar para um que está um pouco no lado estúpido. O tablóide britânico The Express postou um videoclipe de algum teórico da conspiração desconhecido, apontando para um objeto “bizarro” debaixo do Oceano Pacífico. Ele aponta para um caminho reto de 41 milhas de comprimento que ele alega ter sido deixado por um objeto circular de 2,5 milhas de diâmetro que aparece ao lado dele. Ele afirma que “parece feito pelo homem ao invés de natural” – talvez até feito por alienígenas espaciais!

É uma reminiscência da moda Face-on-Mars que dominava os programas de entrevistas de fim de noite antes que se tivesse uma visão mais atenta sobre a espaçonave. Isso só mostra que as inferências de design exigem um nível mínimo de rigor. Não parece que esses pensadores ilustres descartaram o acaso ou a lei natural como causas. Se o objeto tivesse luzes piscando e esculpido “Olá, mundo!” em Inglês, poderíamos ficar impressionados.

Na verdade, a evidência para o design no DNA e no ajuste cósmico é muito mais forte do que as evidências apresentadas nas duas citações anteriores sobre geoglifos e minerais do Antropoceno. Tais ilustram que o raciocínio de senso comum sobre causas inteligentes está vivo e bem nas ciências, publicado prontamente em revistas de ponta – exceto quando as implicações podem favorecer uma determinada visão de mundo.

Estudo sugere que os seres humanos podem detectar até mesmo as menores unidades de luz.

By Phys Org 

[Do blog: Texto adaptado – Fontes em Inglês – Imagem do Phys Org ]

 

Uma pesquisa de Patologia Molecular na Áustria mostrou que os seres humanos podem detectar a presença de um único fóton, a menor unidade mensurável de luz. Estudos anteriores haviam estabelecido que indivíduos humanos aclimatados à escuridão, eram capazes de relatar apenas flashes de cinco a sete fótons.

 

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Credit:Petr Kratochvil/public domain 

 

O trabalho foi conduzido por Alipasha Vaziri, professor associado e chefe do Laboratório de Neurotecnologia e Biofísica na Rockefeller e investigador adjunto do Instituto de Pesquisa de Patologia Molecular. Isso foi publicado esta semana na Nature Communications.

º Notável precisão

Se você imaginar isso, é notável: um fóton, a menor entidade física com propriedades quânticas dos quais a luz consiste, está interagindo com um sistema biológico que consiste em bilhões de células, tudo em um ambiente quente e úmido“, diz Vaziri. “A resposta que o fóton gera sobrevive por todo o caminho até o nível de nossa consciência, apesar do (onipresente) ruído de fundo. Qualquer detector feito pelo homem teria de ser arrefecido e isolado do ruído para se comportar da mesma maneira.

Além de gravar a habilidade do olho humano em registrar um único fóton, os pesquisadores descobriram que a probabilidade de fazê-lo foi reforçada quando um segundo fóton havia brilhado alguns segundos antes, como se um fóton “preparasse” o sistema para registrar o próximo.

° Uma fonte de luz quântica

Experimentos designados anteriormente para testarem a sensibilidade do olho humano, sofreram com a falta de tecnologia apropriada, diz Vaziri. “Não é trivial projetar estados de luz que contenham um ou qualquer outro número exato de fótons“, diz ele. “Isso ocorre porque o número de fótons em uma fonte de luz clássica, seja a partir de uma lâmpada ou um laser, segue determinadas distribuições estatísticas. Embora você possa atenuar a luz para reduzir o número de fótons, você normalmente não pode determinar um número exato.

A equipe de Vaziri construiu uma instalação de luz, frequentemente utilizada em óptica quântica e estudos de informação quântica, chamado “spontaneous parametric down-conversions” ou SPDC, que usa um processo em que um fóton de alta energia decai em um cristal não linear. O processo gera exatamente dois fótons com cores complementares. Na montagem experimental, um dos fótons foi enviado para o olho do sujeito, enquanto o outro foi enviada para um detector, permitindo aos cientistas manterem um registo de quando cada fóton foi transmitido para o olho.

º Primeira evidência

Para chegar a suas conclusões, Vaziri e seus colaboradores combinaram a fonte de luz com um protocolo psicofísico inédito, chamado de “duas alternativas de escolha forçada” (2AFC), na qual os sujeitos são repetidamente solicitados para escolherem entre dois intervalos de tempo, onde um dos quais contém um único fóton, enquanto o outro é um espaço em branco.

Os dados recolhidos a partir de mais de 30.000 testes, demonstraram que os seres humanos podem, de fato, detectar um único incidente de fóton em seu olho, com uma probabilidade significativamente acima do acaso.

A próxima coisa que queremos saber é: como é que um sistema biológico atinge essa sensibilidade? Como se consegue isso na presença de ruído? Esse é o único mecanismo para a visão, ou ele poderia nos dizer algo mais geral sobre a forma como os outros sistemas poderiam ter evoluído para detectar sinais fracos na presença de ruído?” indaga Vaziri.

Design inteligente é ciência ?

Por Angelo Grasso

 

 

 

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Sim, claro !

Existem basicamente duas alternativas de mecanismos de como o mundo natural foi causado e criado. Inteligência, e não inteligência. Se inteligência não foi envolvida, o que resta, é nada. O nada como origem de todo mundo físico.

1. Inteligência. É um processo mental, que tem a capacidade de alguém/algo usar e ter lógica, informação, abstração, memorização, compreensão, auto-conhecimento, comunicação, aprendizado, controle emocional, planejamento e resolução de problemas.

2. Chance. O que é chance ? Em Probabilidade e Estatística, a chance de ocorrência de um evento é a probabilidade de ocorrência deste evento dividida pela probabilidade da não ocorrência do mesmo evento. Chance não é uma força, não é uma causa, um agente que faz. Chance não é uma coisa. Portanto, o naturalista atribui ao nada o poder de causar mudança.

Isto é uma dicotomia falsa ?

Não. Todas as possibilidades e sugestões de origens (multiversos, universos oscilantes, teoria de branas, flutuações quânticas, um universo sem começo, eterno, o Big Bang sem causa, ou ET’s, vários deuses, panteísmo, deísmo, monoteísmo etc.) recaem para uma ou outra categoria. Dizer, que pode haver outra opção desconhecida por nós, é um argumento das lacunas, e racionalmente não se sustenta.

Objeção: Não aleatoriedade é uma gama de uma quantidade infinita de coordenadas entre um extremo (aleatório) e outra extremidade oposta do espectro (inteligência). Entre esses extremos opostos polares são diferentes graus de processos e eventos não aleatórios.

Resposta: Existe uma linha de divisão, indivisível, entre o consciente, e o não consciente. Ou alguém é, ou não é consciente. Todos os degraus de consciente, mesmo que seja ínfimo, fazem parte do ser consciente. Portanto há apenas duas categorias. [1]

A matéria inconsciente, e a realidade não material do consciente, inteligente, espiritual. As duas realidades são fundamentalmente distintas, e não há uma realidade intermediária.

Como Einstein habilmente disse: Einstein’s Gulf: Can Evolution cross it ? By John Oller, Ph.d Albert Einstein, sem dúvida, um dos maiores cientistas de todos os tempos, descreveu o “abismo” que separa logicamente o mundo concreto dos objetos firmes, de um lado, e do mundo abstrato das idéias, por outro. Ele escreveu: Nós temos o hábito de combinar alguns conceitos e relações conceptuais (proposições) de forma definitiva com certas experiências sensoriais que não se tornam conscientes do abismo intransponível – logicamente que separa o mundo de experiências sensoriais do mundo dos conceitos e proposições.

De um lado, vemos o mundo real dos objetos, eventos e relações espaço-tempo tensionais. Por outro lado, encontramos representações totalmente abstratas que contêm informações sobre o mundo material. Essa informação articulada é captada pela primeira vez por nossos sentidos, secundariamente por nossas ações corporais, e em terceiro lugar pela nossa capacidade de usar uma ou mais línguas particulares. Entre os dois reinos, encontramos o que parece ser um abismo intransponível.

Uma pequena parte do problema dos proponentes de naturalismo é que objetos duros nunca são observadas espontaneamente a transformar-se (em sua própria fiança) em idéias abstratas.

Defensores do naturalismo metodológico muitas vezes invocam a definição de “critérios de demarcação” que dizem que toda ciência deve ser observável, testável, falsificável, preditiva e repetível. A maioria dos filósofos da ciência porém agora descartam estes critérios porque há muitas exceções às regras que estabelecem a prática da ciência.

Nem toda ciência envolve entidades observáveis ou fenômenos repetíveis, por exemplo nós não temos como voltar atrás no tempo, para observar o que causou o universo, as estrelas, a terra, e sistemas biológicos, e a biodiversidade. Não temos como ser testemunhas de eventos do passado, mas podemos tranquilamente fazer inferências sobre o que causou eventos únicos ou singulares com base nas provas disponíveis hoje. Ciências históricas como arqueologia geologia, forense, e Biologia Evolucionária, todas inferem eventos causais do passado para explicar a ocorrência de outros eventos ou para explicar o que observamos hoje .

Sabemos por nossa experiência que erosão é resultado de muita água, chuva, tempestades etc, e produz ravinas, em seguida, arroios e, por extensão, cânions. Nós sabemos que agentes inteligentes têm as capacidades de design necessárias para prever e construir uma pirâmide. Forças naturais não tem. Estas são inferências baseadas em nosso conhecimento atual de causa e efeito. Devido à influência do naturalismo metodológico (a posição filosófica de que as explicações científicas deve ser restritas a processos naturais), muitas pessoas afirmam que o design inteligente situa-se além dos limites da ciência. No entanto, uma série de disciplinas científicas se baseiam na capacidade dos cientistas detectarem a atividade de agentes inteligentes e distinguir da atividade de processos naturais. Por exemplo, os cientistas forenses podem determinar se ou não um indivíduo morreu como resultado de processos naturais, por acidente, ou pela ação intencional de outra pessoa – um agente inteligente. Os antropólogos podem examinar pedaços de rocha e determinar se as pedras foram intencionalmente fabricadas em uma ferramenta por um hominídeo (como os neandertais) ou meramente moldadas por processos naturais. Na busca para identificar civilizações alienígenas, pesquisadores da SETI monitoram radiação eletromagnética emanada de estrelas distantes em busca de assinaturas que levam a marca da agência inteligente.

A ciência tem o kit de ferramentas para detectar a ação de um designer inteligente e distingui-lo de causas e eventos naturais. Se assim for, então por que perguntas científicas não deveriam poder determinar se um designer inteligente desempenhou um papel na origem, história e design da vida e do universo? Parece-me que ele pode, e eu diria que ele desempenhou.

A teoria do design inteligente, portanto, qualifica-se como ciência tanto histórica quanto operacional, pois pode ser testada. Nós não podemos observar diretamente a causa da origem da vida ou repetir os eventos que estudamos na história da vida, mas podemos inferir o que é a causa mais provável que seja responsável, em base do que conhecemos e sabemos do cotidiano . “Em nossa experiência, a única coisa capaz de causar a origem do código digital ou informações funcionais ou circularidade causal é a inteligência e nós sabemos que a origem da vida e a origem da vida animal, por exemplo, exigiu a produção de justamente estas coisas.

Ciências históricas, e naturalismo metodológico.

Existem pelo menos dois métodos científicos.

Como Stephen C. Meyer explica: As ciências indutivas (pelo qual podemos entender a física, química e outras ciências experimentais, principalmente) são motivados pela pergunta: “Como é que a natureza opera normalmente?” As ciências históricas (pela qual podemos entender cosmologia, geologia, paleontologia, a teoria da evolução e sistemática biológica), por outro lado, são motivadas principalmente pela pergunta: “Como é que este sistema ou objeto veio a ser?” Estes são logicamente questões distintas. Neste último caso, quando perguntamos como algo veio a ser, vamos explicar invocando narrativas ou padrões de eventos causais – métodos que empregam muitas vezes denominados “indutivo” ou “retrodutivo” – para descobrir que conjunto de eventos que explicam melhor as características que observamos no presente.

O estudo histórico é uma questão de probabilidade. Todas e quaisquer teorias históricas são suportadas pela evidência de que não são dedutivas por natureza (dedutivas = provas absolutas, como na matemática). Podemos considerá-las inferências para a melhor explicação, ou probabilidades Bayesianas, mas elas não podem ser deduções. Teorias históricas não são baseadas em experimentos, repetíveis – ou não – nem são teorias históricas sujeitas à verificação empírica. A evidência para a teoria da história pode ser empírica, mas a própria teoria não é. Essas diferenças significam que não se pode simplesmente tratar a ciência e a história como disciplinas similares.

O naturalismo metodológico é necessário na ciência , porque a ciência exige como uma pré-condição poder investigar as coisas naturais ?

O x da questão é: Inteligencia é natural, ou sobrenatural ? O que nós podemos ver, sentir, observar, medir, detectar, quantificar, etc, é natural e os efeitos da inteligência se enquadram nesta categoria. Quando não é possível para produzir qualquer evidência além de especulação, se coloca de forma abstrata como uma possibilidade, então isso seria não-natural. Inteligencia ainda é natural pois ela age observavelmente no mundo físico-natural, e nós podemos observar seus efeitos. O que os neurocientistas estudam o dia todo? Admita-se que consciência e inteligencia, se adotar o dualismo, não é uma entidade física que se possa quantificar ou detectar fisicamente, mas seus efeitos são evidentes a todos. Inteligência portanto é na verdade tanto natural, como sobrenatural. Afinal, o que dizer sobre espíritos desencarnados, que não precisam de um cérebro físico para existir, como comprovado por testes científicos ? [1]

O naturalismo metodológico também não é necessário para ciências históricas no entanto. A história não investiga determinando empiricamente nada. Embora a história não procura responder a perguntas sobre o passado, exige porem apenas que o passado seja racional. Racional simplesmente significa que há uma razão. Então, se alguma coisa acontecesse que fosse um ato de um designer inteligente/criador no passado, então, enquanto esse ato tinha uma razão, e a ciência histórica pode investigar.

Existem basicamente três possíveis agentes causadores de origem e do universo:

1. Necessidade física

2. Chance ( acaso ) ,

3. Design inteligente / criação.

Este resultado significa que o design inteligente não pode ser inteiramente retirado da consideração nas ciências históricas . No entanto, evidências ou razões devem ser encontradas para apoiá-los.

Eu sou contra o naturalismo metodológico aplicado em ciências históricas, porque nos ensina a estar satisfeitos com não permitir a evidência científica de eventos históricas a nos levar onde quer que seja.

Naturalismo é apenas uma das possíveis explicações para a origem do universo, o seu ajuste fino, não tem uma resposta sobre a origem da vida, explica muito pouco sobre a biodiversidade, e o que explica, explica mal, não tem explicação sobre questões essenciais, como o surgimento da fotossíntese, sexo, consciência, linguagem, línguas, moralidade. O resumo: ela não tem considerável poder de explicação, o que atrai tantos crentes, é que eles pensam, que este fundamento justifica eles se considerarem a última instância de moralidade, e não há o que se preocupar com interferência divina em suas decisões.

A evidência científica é o que observamos na natureza. O entendimento de que como os sistemas e processos biológicos micro e macro funcionam, é o exercício e exploração da ciência. O que se infere a partir da observação, especialmente quando se trata da origem de fenômenos dados na natureza, é filosófico, e com base na indução individual e raciocínio pessoal. O que parece como uma explicação convincente para você, não pode ser atraente para mim, e eu chego eventualmente a conclusões diferentes.

O projeto inteligente é “Criacionismo disfarçado”.

Na verdade, as duas teorias são radicalmente diferentes. O criacionismo se move para frente, isto é, ele assume, afirma ou aceita algo sobre Deus e sobre o que um livro religioso tem a dizer sobre as origens; então interpreta observações na natureza para se encaixarem nesse contexto. O design inteligente se move para trás, isto é, ele observa algo interessante na natureza (complexidade, interdependência de mecanismos moleculares, informações especificadas) e, em seguida, teoriza e testa possíveis maneiras como isso pode ter vindo a ser. O criacionismo é baseada na fé; Design Inteligente é baseado na observação empírica.

Cada abordagem tem um pedigree que remonta a mais de dois mil anos. Notamos a abordagem “para a frente” em Tertuliano, Agostinho, Boaventura, e Anselmo. Agostinho descreveu-o melhor com a frase, “fé em busca de entendimento.” Com esses pensadores, a investigação foi baseada na fé. Pelo contrário, descobrimos a orientação “para trás” em Aristóteles, Tomás de Aquino, e Paley. O argumento de Aristóteles, que começa com “movimento na natureza” e as razões de volta a uma “força motriz” – isto é, do efeito para a sua “melhor” explicação causal – é, obviamente, base empírica.

Para dizer então, que Tertuliano, Agostinho, Anselmo (criacionismo) é semelhante à de Aristóteles, Tomás de Aquino, Paley (DI) é equivalente a dizer para a frente é igual para trás. O que poderia ser mais ilógico?

Como o Dr. William Dembski, um dos principais pesquisadores do design inteligente, habilmente declarou:

O projeto inteligente é. . . uma investigação científica sobre como os padrões exibidos pelos arranjos finitos de matéria podem significar inteligência .

Na melhor das hipóteses, a ciência é uma busca desenfreada (mas de forma ética e intelectualmente responsável) e progressiva para a verdade sobre o nosso mundo com base em análise fundamentada de observações empíricas. A própria antítese de uma busca desenfreada pela verdade ocorre quando cientistas com antolhos intelectuais e afirmam dogmaticamente que todas as conclusões devem estar em conformidade com a filosofia “materialista”. Tal abordagem evita que os fatos falem por si mesmos. A busca da verdade só pode sofrer quando é artificialmente restrita por aqueles que querem impor a ortodoxia materialista por decreto autoritário antes que a investigação ainda nem começou. Esta abordagem, obviamente, suscita a questão, mas, infelizmente, é muito comum entre aqueles que escondem seus preconceitos metafísicos com a autoridade da ciência institucional ou a lei.

Isto é especialmente lamentável, porque a reflexão apenas de um momento é suficiente para concluir que ela é falsa verdade que a ciência deve necessariamente limitar-se a investigação de causas materiais somente. Causas materiais consistem de acaso e necessidade física (as chamadas “leis da natureza”) ou uma combinação dos dois. No entanto, os investigadores do mundo já em Platão reconheceram um terceiro tipo de causa existente – atos por um agente inteligente (ou seja, “design”). A experiência confirma para além do menor dúvida de que o agir por agentes inteligentes freqüentemente resultam em sinais empiricamente observáveis de inteligência. Na verdade, se não fosse assim, teríamos de abandonar forense, para citar apenas um dos muitos exemplos, a partir da rubrica de “ciência”.

Basta olhar ao seu redor. O próprio fato de que você está lendo esta frase confirma que você é capaz de distingui-la de ruído.

Além disso, o DI satisfaz todas as condições normalmente requeridas para a pesquisa científica (ou seja, observação, hipótese, experimento, conclusão):

1. Baseia-se em dados empíricos: a observação empírica do processo de concepção humana, e propriedades específicas comuns a concepção humana e informação biológica (informação complexa especificada ICE).

2. É um modelo quantitativo e internamente consistente.

3. É falsificável: qualquer demonstração positiva que ICE pode ser facilmente gerada por outros mecanismos além de projeto é uma falsificação potencial da teoria DI ( TDI).

4. Faz previsões empiricamente testáveis e frutíferas.



[1] http://reasonandscience.heavenforum.org/t1284-near-death-experience-evidence-of-dualism?highlight=dualism

QUAL É O MECANISMO DO DESIGN INTELIGENTE?

Por Ann Gauger – Evolution News

( **Texto adaptado, não traduzido na sua totalidade**)

Silhouette of human head with gears mechanism instead of brain

Um dos argumentos contra o design inteligente e que é repetido pelos simpatizantes de Darwin, é que a Teoria do Design Inteligente não fornece um mecanismo.

 [Jeph Simple]

Ou seja, como a informação é inserida nos seres vivos; Larry Moran, evolucionista, reivindica: Dê uma explicação detalhada.Qual é o mecanismo?

Há algo oculto por trás desse pedido de Moran, e de todos que usam esse argumento.

Moran insiste que se forneça um mecanismo. Tal insistência indica uma visão particular da ciência chamada de naturalismo metodológico, ou materialismo metodológico. Este ponto de vista da ciência, afirma que a ciência deve se limitar a causas estritamente materialistas para explicar todos os fenômenos da natureza, até mesmo coisas como a origem do universo, a origem da vida e a origem e causas da consciência humana.

Mas será que a regra funciona? A exigência de uma causa material, um mecanismo, pode levar à conclusão bizarra de que a lei da gravidade de Isaac Newton não é científica, porque ele notoriamente se recusou a fornecer uma explicação mecanicista para a ação a distância. Do mesmo modo, E = mc 2 (de Einstein) não tem nenhum mecanismo. Mas essas leis são certamente científica.

Então, que critérios os naturalistas metodológicos usam para definir a ciência?

Defensores do naturalismo metodológico invocam frequentemente uma definição ou “critérios de demarcação” que dizem que toda ciência deve ser observável, testável, falsificável, preditiva e repetível.

Mas agora, a maioria dos filósofos da ciência recusaram esses critérios, porque há muitas exceções às regras estabelecidas na prática real da ciência.

Ciências históricas como a arqueologia, geologia, ciência forense, e biologia evolutiva inferem eventos causais no passado para explicar a ocorrência de outros eventos, ou, para explicar, a evidência que nós temos deixado no presente, para trás.

A teoria do design inteligente também se qualifica como ciência histórica. Não podemos observar diretamente a causa da origem da vida ou repetir os eventos que estudamos na história da vida, mas podemos inferir qual causa é mais provável e seja portanto, responsável, como Stephen Meyer gosta de dizer, “a partir de nossa experiência repetida e uniforme .” Em nossa experiência, a única coisa capaz de causar a origem do código digital ou informações funcionais ou circularidade causal é a inteligência e sabemos que a origem da vida e a origem da vida animal, por exemplo, exigiu apenas a produção dessas coisas em sistemas vivos .

Mesmo que tais critério de delimitação do que é ciência e o que não é ciência, não são mais normativos para todas as áreas da ciência, vale a pena verificar que o design inteligente usa critérios que são relevantes para uma ciência histórica. Em resumo, embora o projetista postulado pela teoria do design inteligente não seja diretamente observável (como a maioria das entidades de causalidade postuladas por cientistas históricos não são), a teoria é testável e faz muitas previsões exigentes.

Claro, o principal desafio que Moran oferece tem a ver com um critério de demarcação diferente: a ideia de que uma teoria científica deve proporcionar um mecanismo para se qualificar como uma teoria científica.

Ele quer que detalhemos qual mecanismo a teoria do design inteligente propõe para explicar a origem da informação biológica, pensando que, se nós não oferecermos nenhum mecanismo, nossa teoria vai deixar de se qualificar como científica.

Moran assume que os cientistas não podem invocar uma mente, ou qualquer causa inteligente, como uma explicação para os fenômenos naturais, pelo menos se eles querem que suas teorias sejam consideradas científicas. Ele assume, mais uma vez, que a ciência deve se limitar a causas estritamente materialistas, a fim de explicar todos os fenômenos, até mesmo a origem da informação biológica, tais como o código digital no DNA, ou a explosão cambriana.

Sabemos que agentes inteligentes podem interagir com o universo, causando mudanças e produzindo informações funcionais.

A origem da informação funcional, invariavelmente resulta da atividade de mentes, em vez de estritamente (ou necessariamente) processos materiais. Assim uma das formas de se descartar a possibilidade de que uma mente pode ter produzido as informações presentes no DNA, por exemplo, é a de se fechar os olhos para o que sabemos sobre as causas de outros sistemas ricos em informação, tais como o código de computador ou linguagem falada.

Embora Moran não possa descartar o design inteligente, senão apenas através de uma limitação arbitrária, ainda vale a pena considerar como uma mente pode agir no mundo causando mudanças. A resposta é que não sabemos. Estou aqui sentado escrevendo. Minha mente, mediada pelo meu cérebro, está colocando palavras em um programa de computador (projetado por outras mentes, por sinal), usando os dedos para digitar. Mas como isso acontece, realmente? De onde vem um impulso ao invés de outro, para pressionar a tecla ? E como é que estas palavras, produtos de minha mente, é comunicada aos outros através de suas telas de computador?

Nós não podemos realmente dizer o quanto nossas próprias mentes trabalham para interagir com o mundo, no entanto, sabemos que elas o fazem. É nossa repetida, a experiência universal, pessoal, que nos mostra que nossa consciência interage com nossos corpos para produzir informação, mas exatamente como isso funciona não é conhecido. Então, por que devemos esperar saber como o(s) agente (s) responsável pela concepção da vida ou o universo, pode ter trabalhado?

A teoria do design inteligente não propõe um mecanismo (uma causa estritamente ou necessariamente materialista) para a origem da informação biológica. Em vez disso, propõe uma causa inteligente ou mental. Ao fazê-lo, ela faz exatamente o que queremos que uma boa teoria científica histórica faça. Ela propõe uma causa que é conhecido na nossa uniforme e experiência repetida (para usar uma expressão) que tem a capacidade de produzir o efeito em questão, que, neste caso, é a informação funcional em sistemas vivos.

Esta resposta sobre mecanismo foi dada antes, mais notavelmente no livro de Steve Meyer, Darwin’s Doubt , que Moran afirma ter lido. Em um post futuro, eu vou dar algumas passagens-chave do livro.

Imagem do Evolution News.

Paleobiologia e o enigma das descobertas de tecidos moles em fósseis de dinossauros.

Por Everton Fernando  (e-Book)

A paleobiologia é um campo científico que se dedica ao estudo dos organismos fósseis sob a ótica da Biologia e utiliza conceitos e ferramentas dessa ciência para esclarecer aspectos fundamentais sobre a história e os processos evolutivos dos organismos [1].

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Créditos da imagem:Schweitzer et al.,(2005).

 

 

Nas últimas décadas, paleobiólogos têm descoberto tecidos moles – embora os evolucionistas prefiram o termo “tecido não resistente” – no interior de ossos fossilizados [2]. Eles parecem tão frescos a ponto de sugerir que os corpos foram enterrados apenas alguns milhares de anos atrás.

Em 1994, a prestigiosa revista Science chocou o mundo o mundo científico através da publicação de dados de sequência de DNA recuperados de ossos de dinossauros de que supostamente tinham 80 milhões de anos de idade [3]. As atuais medições de estabilidade do DNA sugerem que esse material poderia durar milhares de anos, na melhor das hipóteses. mas 80 milhões de anos era inacreditável para os cientistas céticos. Na época, era evidente para a comunidade científica de que os pesquisadores originais haviam sequenciado amostras contaminadas por DNA humano, não de dinossauros.

Em 2005, um estudo norte-americano liderado pela Dra. Mary Schweitzer desafiou as evidências de uma cronologia que coloca em 65 milhões de anos a época dos dinossauros. Os autores resolveram quebrar um precioso fóssil – um fêmur de Tiranossauro Rex – ,ainda que com certa relutância, para estuda-lo por dentro  e procurar tecidos moles preservados. Para tanto, eles usaram alguns ossos isolados de uma espécime procedente da Formação Hell Creek, em Montana (Estados Unidos), e obtiveram certo sucesso [4]. Os autores descobriram filamentos flexíveis e transparentes que se assemelham a vasos sanguíneos (mantêm elasticidade, são transparentes e ocos).

Dentro desses supostos vasos sanguíneos havia vestígios do que pareciam ser hemácias; e outros que pareciam osteócitos – células que constroem e mantêm o osso. Para os autores, o processo que preservou essas estruturas é diferente da fossilização  comum; um meio desconhecido de preservação que ainda faz os pesquisadores pensarem duas vezes antes de dar um palpite a respeito. Embora o material estivesse preservado (confirmado pela elasticidade), unicamente as proteínas não não poderiam ser utilizadas para dar detalhes do DNA do animal [4]. Os autores forneceram apenas uma vaga explicação de fatores geoquímicos e ambientais que poderiam ter preservado os tecidos, mas acrescentaram que a causa ainda é indeterminada.

Como era de se esperar, o anuncio de Schweitzer foi recebido com grande ceticismo por parte da comunidade evolucionista. Schweitzer, inclusive, teve problemas para publicar seus resultados. Tive um revisor que me disse que ele não se importava com o que diziam os dados“, disse a pesquisadora. “Ele sabia que o que eu tinha encontrado não era possível. Eu escrevi de volta e disse: ‘Bem, quais dados convenceriam você?’ E ele disse:’Nenhum‘.[5:p.37] [Enfase minha ]

A melhor maneira dos evolucionistas descartarem essa forte evidência contra o cenário darwinista era alegar contaminação ou algo do gênero. Foi então que Jeffrey Bada, um geoquímico orgânico do Instituto Scripps de Oceanografia, em San Diego, disse: Não posso imaginar tecido mole sobrevivendo por milhões de anos.[6]. Ele acrescentou que o material celular encontrado deveria ser a contaminação de fontes externas. Em 2008, um estudo publicado na revista PloS One interpretou os restos de tecidos moles vasculares (túbulos ramificadores e os glóbulos) nos fósseis de T.Rex como sendo produtos de biofilme bacteriano [7]. Mas mesmo que os vasos sanguíneos fossem produto do biofilme, este dificilmente poderia ter explicado a presença de proteínas e DNA [8].

Schweitzer, entretanto, buscou levantar objeções contra a interpretações de biofilmes e , em estudos posteriores, acrescentou outros argumentos e mostrou linhas de evidências complementares para corroborar  a interpretação de que os restos eram, sim,tecidos biológicos de dinossauros. Foi então que, bem 2009, Schwetzer e colaboradores identificaram sinais de vasos sanguíneos e  colágeno por meio de uma analise feita em um fêmur de Hadrosaur B. canadenses (Hadrossauro), o dinossauro bico-de-pato, um fóssil de 80 milhões de anos, encontrado na formação do rio Judith, sítio paleontológico no estado de Montana [9].

Em vez de escavar o fóssil no local, os cientistas removeram a peça juntamente com a camada de arenito que a envolvia. O bloco foi selado e transportado para o laboratório a fim de evitar contaminação e degradação do material – para evitar novamente as críticas sobre contaminação [9]. Os pesquisadores, então, usaram análises independentes e distintas como microscopia de tunelamento de elétrons para examinar a aparência e a estrutura dos tecidos, e espectrometria de massa e testes de ligação de anticorpos para identificar proteínas. Os resultados mostraram evidências de colágeno, bem como laminina e elastina, dias proteínas encontradas em vasos sanguíneos.

Em 2013, Schweitzer e os colaboradores testaram uma hipótese anterior de que o ferro poderia desempenhar um papel na preservação de tecidos antigos dentro de fósseis de dinossauros [10,11]. Os resultados sugeriram que a presença de hemoglobina – a molécula que contém ferro que transporta o oxigênio nas células vermelhas do sangue – pode ser a chave para preservar tecidos antigos dentro de fósseis de dinossauros, mas também pode esconde-los da detecção. Ao morrer, as células liberariam ferro nos tecidos que desencadearia a formação de radicais livres (antioxidante), funcionando como o formaldeído na preservação de tecidos e proteínas.

No entanto, a experiência   realizada em laboratório é pouco representativa em comparação com o mundo real [12]. Eles mergulharam um grupo de vasos sanguíneos em líquido rico em ferro feito de células vermelhas do sangue, isto é, hemoglobina pura; e outro grupo foi mergulhado em água. Eles afirmaram que o grupo que permaneceu na água ficou irreconhecível dentro de dias, e o outro grupo em hemoglobina pura ficou reconhecível durante dois anos. Será que se a hemoglobina fosse diluída ela agiria da mesma forma? E a sugestão de que os vasos sanguíneos ficaram “reconhecíveis” por dois anos de alguma forma demonstra que eles poderiam durar 35 milhões de vezes mais?

Em 2012 uma equipe de pesquisadores do grupo Paleocronologia fez uma apresentação no período de 13 a 17 de agosto em uma reunião anual de Geofísica do Pacífico Ocidental, em Cingapura, idealizada pela conferência da União Americana de Geofísica e pela Sociedade de Geociências da Oceania Asiática (AOGS) [13]. Os autores descobriram uma razão para a sobrevivência intrigante dos tecidos moles e colágeno em ossos de dinossauros. Segundo eles, os ossos são mais jovens que tem sido relatado. Para tanto, eles utilizaram o método de datação por radiocarbono (carbono- 14) em múltiplas amostras de ossos de oito dinossauros encontrados no Texas, Alasca, Colorado e Montana. E, pasme! Eles reportaram a presença do carbono- 14 ( que decai rapidamente) nos ossos, revelando que eles tinham apenas entre 22.000 a 39.000 anos de idade.

Como era de se esperar, embora o trabalho tivesse sido aceito, os cientistas foram censurados e o resumo foi removido do site da conferência por dois presidentes, porque não podiam aceitar as conclusões. Quando os autores questionaram, eles receberam uma carta. Mas qual seria o motivo para isso?   O pressuposto dos presidentes era de que o carbono-14 não poderia estar presente em tais fósseis “velhos”. Negativas como essa tem impedido a realização de testes com a datação por carbono e prejudicado o progresso da ciência. Isso porque os evolucionistas sabem que, se uma analise fosse feita utilizando esse método de datação, seria altamente provável que mostraria uma “idade de radiocarbono” de milhares de anos, e não a de “milhões de anos”, como a da previsão evolutiva.

 

Em 2013, um estudo experimental realizado nos Estados Unidos por um cientista da microscopia, criacionista, encontrou tecidos fibrilares moles obtidos da região supraorbital de um chifre de Triceratops horridus (Tricerátopo) coletados na formação Hell Creek, em Montana, EUA [14]. O tecido mole estava presente no osso pré e pós-descalcificado. Foram retiradas amostras da matriz óssea lamelar onde foram encontradas microestruturas parecidas com osteócitos. Os osteócitos são células derivadas dos osteoblastos que se se diferenciam e preenchem a estrutura lamelar, compreendendo diversas funções histológicas, como, por exemplo, remodelação do esqueleto ou mesmo crescimento ósseo. Os autores notaram que alguns osteócitos apresentavam extensões filipodiais e, segundo eles, não havia nenhuma evidência de permineralização ou cristalização. Mas o que isso significa? Isso quer dizer que o material ósseo conservou proteínas ativas, inesperadamente, DNA (que se degrada rapidamente). Ou seja, ele não foi degradado nem passou por processo de fossilização.

Teoricamente, o material continua ileso, íntegro, desde a morte do dinossauro.

Após a publicação do artigo sobre a descoberta de tecidos moles, Mark Armitage foi demitido da Universidade Estadual da Califórnia por inferir que tais estruturas, talvez, tivessem milhares de anos em vez dos supostos milhões de anos [15]. Armitage, é claro está processando a Universidade por ter sido despedido sem uma justa causa. O caso legal em torno da demissão de Armitage abre muitas questões importantes sobre a liberdade acadêmica. Na verdade, numerosos exemplos de supressão da “liberdade acadêmica” podem ser citados em que os cientistas tem sido discriminados por apresentar pontos de vistas de vista conflitantes com as perspectivas tradicionais.
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Em 2015, foram encontradas fibras e estruturas celulares preservadas em espécimes de dinossauros de supostos 75 milhões de anos [16]. Os pesquisadores examinaram amostras de oito ossos de dinossauros do Cretáceo. Eles encontraram material consistente com as estruturas de fibra de colágeno  endógeno e fragmentos de aminoácidos típicos de fibrilas de colágeno. Também observaram estruturas compatíveis com eritrócitos com espectros semelhantes ao do sangue total. Para a equipe mesmo sem DNA, as células dos tecidos moles e as moléculas poderiam ensinar muito mais sobre a fisiologia e o comportamento dos dinossauros. Por exemplo, o tamanho das células do sangue pode revelar insights sobre o metabolismo e a suposta transição do sangue frio para  o sangue quente. Exames tridimensionais das células do sangue revelaram que elas possuem núcleo, o que significa que as células do sangue humano não podem ter contaminado  a amostra, por que não possuem núcleo.

Em 2015, pesquisadores norte-americanos publicaram os resultados de seu projeto iDINO (investigation of Dinosaur Intact Natural Osteo-tissue), cujo objetivo é a investigação da permanência de tecidos moles (fibrilar) em ossos de dinossauros [17]. Os autores encontraram quantidades mensuráveis de carbono-14 em 16 amostras a partir de 14 espécimes fósseis de peixes, madeira, plantas e animais de toda a coluna geológica, Mioceno a Permiano, de todas as três eras: Cenozoica, Mesozoica e Paleozoica. As amostras vieram de diferentes locais do planeta (Canadá, Alemanha e Austrália). Cerca de metade de ossos de dinossauros (sete espécimes). Todas as amostras foram preparadas por processo padrão para eliminar a contaminação e, em seguida, foram submetidas á analise de espectrometria de massa atômica por cinco laboratórios diferentes. As idades variaram entre 17.850 a 49.470 anos de radiocarbono.

Como pode ser visto, parece que está cada vez mais difícil defender o dogma de que os dinossauros viveram há milhões de anos na escala geológica, pois se há tecido mole em fósseis de dinossauros e até mesmo células sanguíneas e DNA, eles não podem ter morrido há tanto tempo, ainda que suposições sobre influências do ambiente e do ferro na preservação das biomoléculas tenham sido levantadas. Fato é que evidências científicas indicam que biomoléculas em restos fósseis não sobrevivem  por até 80 milhões de anos, como algumas pesquisas apontam.

Há evidências de que a degradação de biomoléculas ocorre depois da morte em um tempo entre semanas a décadas, com alguns fragmentos moleculares resistentes que poderiam sobreviver até no máximo 100 mil anos [10, 18]. O DNA, por exemplo, se decompõe rápido – com uma vida útil de aproximadamente 10.000 anos [19,20]. Estudos de laboratório têm mostrado que, esses ossos, a hidrólise do colágeno (proteína) ocorre de forma rápida, devendo virar pó entre 10.000 a 30.000 anos, a não ser que os ossos sejam depositados em ambientes frios ou secos [21]. Outra pesquisa sugeriu que, independente das condições de deposição, o colágeno não deveria aguentar num organismo fóssil por mais de 2,7 milhões de anos, na melhor das hipóteses [22].

Além disso, é curioso observar as tentativas de evolucionistas em relacionar muitas dessas descobertas com uma suposta contaminação, e também o modo como eles agem para abafar as descobertas ou métodos conflitantes com suas hipóteses de “milhões de anos”. Um pesquisador que segue apenas as evidências deve se perguntar: Por quê? O público tem o direito de conhecer a cronologia real dos dinossauros e a verdade sobre a história da terra.

 

Everton Fernando Alves
Enfermeiro – COREN-PR: 218906
Mestre em Ciências da Saúde Pela UEM.

 

 

 

 

REFERÊNCIAS

[1] Soares LPCM, Kerber BB, Osés GL, Oliveira AM, Pacheco MLAF. Paleobiologia e Evolução:. O potencial fazer registro fossilífero brasileiro RevistaEspinhaço 2013; 2 (1): 24-40.

[2] Morell V DNA Dino:. A caça e o hype. Science.   1993; 261 (5118): 160-2.

[3] Woodward SR, Weyand NJ, Bunnell M. DNA Sequence do Cretáceo Período fragmentos ósseos. Ciência. 1994; 266 (5188): 1229-1232.

[4] Schweitzer MH, Wittmeyer JL, Horner JR, Toporski JK. Os navios tecidos moles e Cellular Preservação em Tyrannosaurus rex.Science. 2005; 307 (5717): 1952-5.

[5] Descoberta perigoso do Yeoman B. Schweitzer revista Discover 2006; 27 (4):. 37-41. Disponível em: http://discovermagazine.com/2006/apr/dinosaur-dna UO

OU https://web.archive.org/web/20121020174529/http://discovermagazine.com/2006/apr/dinosaur-dna

[6] Entrevista concedida POR Jeffrey Bada In:.. Revista Descoberta perigoso do Yeoman B. SchweitzerDiscover 2006; 27 (4): 37-41. Disponível em: http://discovermagazine.com/2006/apr/dinosaur-dna

[7] Kaye TG, Gaugler G, Sawlowicz Z. dinosaurian tecidos moles interpretado como biofilme bacteriano. PLoS One. 2008; 3 (7): e2808.

[8] Wieland C.   Mais de confirmação para tecidos moles de dinossauro e proteína. Journal of criação de 2009;   23 (3): 10-11. Disponível em: http://creation.com/images/pdfs/tj/j23_3/j23_3_10-11.pdf

[9] Schweitzer MH, Zheng W, Órgão CL, Avci R, Suo Z, Freimark LM, Lebleu VS, Duncan MB, Vander Heiden MG, Neveu JM, a pista WS, Cottrell JS, Horner JR, Cantley LC, Kalluri R, Asara JM. Biomoleculares Caracterização e Proteína seqüências do Campanian Hadrosaur B. Canadensis.Science. 2009; 324 (5927): 626-31.

[10] Schweitzer MH, Wittmeyer JL. Dinosaurian tafonomia tecidos moles e implicações. Em: Reunião Anual da AAAS, resumos com os programas, St. Louis, Missouri, EUA, 16-20 de Fevereiro de 2006.

[11] Schweitzer MH,   Zheng W,   Cleland TP,   Goodwin MB,   Boatman E,   E Theil,   Marcus MA,   Fakra SC. Um papel para ferro e química de oxigênio na preservação dos tecidos moles, células e moléculas do tempo profundo. ProcBiol Sci.   2013; 281 (1775): 20.132.741.

Tecidos moles [12] Smith C. dinossauro. [Janeiro 2014]. Criação, 2014.Disponível em:http://creation.com/dinosaur-soft-tissue

[13] Miller H, Owen H, Bennett R, De Pontcharra J, Giertych M, Taylor J, Van Oosterwych MC, Kline O, Wilder D, Dunkel B. A comparação de δ 13 C & PMC Valores de Dez Ossos de dinossauro cretáceo-jurássico do Texas ao Alasca, EUA, China e Europa. In: AOGS 9ª Reunião Geral Anual. 13-17 agosto de 2012, Cingapura. Disponível em: http://4.static.img-dpreview.com/files/p/E~forums/50713079/dfdc0a3fdc564435bb159bce43a40d77

Dados UO complementares http://2.static.img-dpreview.com/files/p/E~forums/50713079/2dadd8b7e62d4940b3099d0d3c56e650

Vídeo no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=QbdH3l1UjPQ

Carta: http://newgeology.us/presentation48.html

[14] Armitage MH, Anderson KL. Lençóis macios de osso fibrilar de um fóssil da buzina supra-orbitária do Triceratops horridus dinossauro. ActaHistochem. 2013; 115 (6): 603-8.

. [15] CBS Los Angeles Ação: CSUN Scientist despedido depois de Tecidos Moles Ache em Dinosaur Fossil [julho 2014]. CBS Los Angeles, 2014. Disponível em:http://losangeles.cbslocal.com/2014/07/24/scientist-alleges-csun-fired-him-for-discovery-of-soft-tissue-on-dinosaur-fossil/

[16] Bertazzo S,   Maidment SC,   Kallepitis C,   Fearn S,   Stevens MM,   Xie HN. Fibras e estruturas celulares preservados em espécimes de dinossauros 75 milhões de anos de idade. Nat Commun.   2015; 6: 7352.

[17] Thomas B, Nelson V. radiocarbono no dinossauro e outros fósseis. CRS Quarterly 2015; 51 (4): 299-311.

https://creationresearch.org/index.php/extensions/crs-quarterly/s5-frontpage-display/item/117

[18] Entrevista concedida POR Mary Schweitzer. Proteína liga T. rex para galinhas. [Abr. 2007]. Entrevistador: Paul Rincon. BBC News, 2007. Disponível em: http://news.bbc.co.uk/2/hi/6548719.stm

[19] Sykes B. O passado vem vivo. Nature.1991; 352 (6334): 381-2.

[20] Allentoft ME, Collins M, D Harker, Haile J, Oskam CL, ML Hale, Campos PF, Samaniego JA, Gilbert MT, Willerslev E, Zhang G, Scofield RP, Holdaway RN, Bunce M. A meia-vida de DNA em ossos : medição cinética de degradação em 158 fósseis datados. ProcBiol Sci. 2012; 279 (1748): 4724-33.

[21] Bada J,   . Wang XS, Hamilton H preservação de biomoléculas chave no registro fóssil: conhecimentos atuais e futuros desafios. Philosophical Transactions, da Royal Society B: Biological Sciences. 1999; 354 (1379): 77-87.

[22] Nielsen-Marsh C.   Biomoléculas em restos fósseis: abordagem multidisciplinar para a resistência.   O bioquímico 2002; 24 (3): 12-14.

 

 

 

 

O que é realmente a Teoria do Design Inteligente?

Resumindo este tópico do Evolution News… >>>> “O que é realmente a Teoria do Design Inteligente?”

 

Quem é o designer?
O que faz o designer?
Como é que ele faz?
Onde ele faz?
Quando ele faz?

 

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Muitos críticos do ID promovem versões falsas, espantalhos da TDI:

O design inteligente afirma que a vida é tão complexa, que não poderia ter evoluído, portanto, ela foi projetada por uma inteligência sobrenatural.

 

Bom,

 

Parte A O que o design inteligente não é.

 

1. ID não é somente um argumento negativo contra evolução.

ID não é apenas mero argumento contra evolução, ID oferece um forte argumento positivo, baseando-se em encontrar na natureza o tipo de informação e complexidade que vem somente de inteligência (baseando-se em nossa experiência).

2. ID não é uma teoria sobre o designer ou sobre o sobrenatural.

É um dos erros dos críticos, sugerir que a teoria está focada em estudar o designer; mais especificamente forças sobrenaturais ou uma divindade. Quando o ID estuda objetos naturais para determinar se eles carregam uma assinatura informativa indicando uma causa inteligente.
ID não se propõe a identificar a natureza ou a identidade dessa causa.

Como William Dembski explica:

 

O design inteligente é a ciência que estuda os sinais de inteligência. Note que um sinal não é a coisa significada ….. Como um programa de pesquisa científica, design inteligente investiga os efeitos da inteligência, não a inteligência como tal.[1]

 

Michael Behe explica:

Muitas pessoas (inclusive eu) vão atribuir o projeto a Deus – com base, em parte, em outros, julgamentos não científicos que fizeram – eu não afirmo que a evidência bioquímica leva inevitavelmente a uma conclusão sobre quem é o designer . Na verdade, eu disse diretamente que, de um ponto de vista científico, a questão permanece em aberto. … A evidência bioquímica indica fortemente design, mas não mostra aonde o designer estava.” [2]

 

3. ID não é uma teoria de tudo.

ID é uma teoria científica de detecção de design, e isso é tudo.
ID não é uma teoria em pleno desenvolvimento, sobre tudo.Quem esperar ou exigir que o ID explique tudo sobre a história da vida e do cosmos, vai se decepcionar.

Se você quer saber se algo foi projetado ou não, tudo bem, volte-se para o ID.

 

 

Parte B... O que é o design inteligente.

 

1. ID utiliza argumento positivo baseado em encontrar elevados níveis de informação complexa e especificada.

A teoria do design inteligente começa com observações de como agentes inteligentes agem quando eles projetam coisas. A inteligência humana proporciona um grande conjunto de dados empíricos para estudar os produtos da ação de agentes inteligentes. Este conjunto de dados, baseado em observação atual estabelece relações de causa e efeito entre a ação inteligente e certos tipos de informação.

William Dembski observa que “[o] princípio característico da agência inteligente é contingência dirigida, ou o que chamamos de escolha.” [3] Dembski chama o ID de “uma teoria da informação”, onde “a informação torna-se um indicador confiável de design, bem como um objeto adequado para a investigação científica. [4] A relação de causa e efeito pode ser estabelecida entre mente e informações. Como o teórico da informação Henry Quastler observou, a “criação de novas informações é habitualmente associada à atividade consciente.[5]

2. O projeto inteligente é uma ciência histórica que é metodologicamente equivalente ao neo darwinismo.

Como já vimos, o design inteligente é essencialmente uma ciência histórica, o que significa que estuda as causas atuais e, em seguida, as aplica ao registro histórico para inferir a melhor explicação para a origem dos fenômenos naturais. O design inteligente usa o raciocínio uniformista com base no princípio de que “o presente é a chave para o passado.”

Darwinistas usam este método para mutações e seleção. Afim de reconhecer capacidades causais e efeitos no mundo atual.Em seguida, tentam explicar o registro histórico em termos dessas causas, por exemplo buscando a reconhecer os efeitos conhecidos da mutação e seleção no registro histórico.

O design inteligente aplica esse mesmo método, estudando causas como a inteligência, a fim de reconhecer as suas capacidades causais e efeitos no mundo atual. Os teóricos do DI estão interessados em compreender os poderes de informação-generativa de agentes inteligentes. Os teóricos do DI, em seguida, tentam explicar o registro histórico, incluindo apelos para essa causa, procurando reconhecer os efeitos conhecidos de design inteligente (por exemplo, alta CSI) no registro histórico.

Então, se nós apelarmos para causas materialistas como mutação e seleção, ou causas não materiais, como o design inteligente, estamos usando o mesmo raciocínio uniformista básico e métodos científicos que são bem aceitos em ciências históricas. ID e neo-darwinismo são, portanto, metodologicamente equivalentes, o que significa que ambos são ou ciência, ou ambos não são ciência. No entanto, podemos saber que ID é ciência, porque ele usa o método científico.

3. O design inteligente usa o método científico.

ID usa o método científico para fazer suas reivindicações. Este método é comumente descrito como um processo de quatro etapas de: observações, hipóteses, experimentos e conclusão. Agora vou ilustrar isto referindo-se a quatro áreas científicas: bioquímica, paleontologia, sistemática e genética.

 

° ID e Bioquímica:

Observação: Os agentes inteligentes resolvem problemas complexos, atuando com um objetivo final em mente, produzindo altos níveis de CSI. Em nossa experiência, os sistemas com grandes quantidades de complexidade específica – como códigos e linguagens – invariavelmente são originários de uma fonte inteligente. Da mesma forma, em nossa experiência, a inteligência é a única causa conhecida de máquinas irredutivelmente complexos. [6]

Hipótese (Previsão): estruturas naturais que contêm muitas peças dispostas em intrincados padrões (incluindo a complexidade irredutível) que realizam uma função específica – indicando altos níveis de CSI.

Experiência: investigações experimentais de DNA indicam que ele é composto de um código baseado em linguagem rica em CSI. Os biólogos realizaram testes de sensibilidade mutacionais em proteínas e determinaram que as suas sequências de aminoácidos são altamente especificadas. [7] Além disso, experimentos genéticos inesperados e outros estudos têm mostrado que algumas máquinas moleculares, como o flagelo, são irredutivelmente complexas. [8]

Conclusão: Os altos níveis de CSI – incluindo a complexidade irredutível – em sistemas bioquímicos são melhor explicadas pela ação de um agente inteligente.

 

° ID e Paleontologia:

Observação: Os agentes inteligentes infundem rapidamente grandes quantidades de informação em sistemas. Como quatro teóricos do DI escreveram: “design inteligente fornece uma explicação causal suficiente para a origem de grandes quantidades de informação … o design inteligente de um projeto muitas vezes precede a montagem de peças de acordo com um projeto ou plano de projeto preconcebido.” [9]

Hipótese (Previsão): Formas que contêm grandes quantidades de novas informações aparecem no registro fóssil de repente e sem precursores semelhantes.

Experiência: Estudos sobre o registro fóssil mostram que as espécies geralmente aparecem de forma abrupta, sem precursores semelhantes. [10] A explosão cambriana é um excelente exemplo, embora existam outros exemplos de explosões na história da vida. Grandes quantidades de informações complexas e especificadas tiveram que surgir rapidamente para explicar o aparecimento abrupto dessas formas.[11]

Conclusão: O aparecimento abrupto de novos planos corporais totalmente formados no registro fóssil é melhor explicado por design inteligente.

° ID e Sistemática:

Observação: Os agentes inteligentes, muitas vezes reutilizam componentes funcionais em diferentes projetos. Como Paul Nelson e Jonathan Wells explicam: “. Uma causa inteligente pode reutilizar ou reimplantar o mesmo módulo em sistemas diferentes … [e] gerar padrões idênticos de forma independente” [12]

Hipótese (Previsão): Os genes e outras partes funcionais, normalmente, serão reutilizados em diferentes organismos. [13]

Experiência: Estudos de anatomia comparativa e genética descobriram peças semelhantes comumente existentes em organismos muito diferentes. Exemplos de “evolução extrema convergente” mostram reutilização de genes funcionais e estruturas de um modo não previsto pela ancestralidade comum.[14]

Conclusão: A re-utilização de partes altamente complexas e semelhantes, em organismos amplamente diferentes do padrão de árvore (arvore da vida) é melhor explicado através da ação de um agente inteligente.

 

° ID e Genética:

Observação: Os agentes inteligentes constroem estruturas com finalidade e função. Como William Dembski argumenta: “Considere o termo ‘DNA lixo’. … Em uma visão evolucionista esperamos uma grande quantidade de ADN inútil. Se, por outro lado, os organismos foram concebidos, esperamos que o ADN, tanto quanto possível,venha exibir função “. [15]

Hipótese (Previsão): Muito do chamado “DNA lixo” vai revelar que desempenha funções valiosas.

Experiência: Numerosos estudos têm descoberto funções no “DNA lixo”. Exemplos incluem funções para pseudogenes, íntrons e DNA repetitivo. [16]

Conclusão: A descoberta da função para vários tipos de “DNA lixo” foi prevista com sucesso pelo design inteligente.

Desta forma, podemos verificar que o design inteligente é uma teoria científica de boa-fé que usa o método científico para fazer suas reivindicações em vários campos científicos.

 

 

 

Referências usadas neste artigo:

[1.] William Dembski, The Design Revolution (InterVarsity Press, 2004), p. 33.

[2.] Michael Behe, “Philosophical Objections to Intelligent Design: Response to Critics,” (July 31, 2000) at

[3] William A. Dembski, The Design Inference: Eliminating Chance through Small Probabilities (Cambridge University Press 1998), p. 62.

[4] William A. Dembski, “Intelligent Design as a Theory of Information,” in Intelligent Design Creationism and Its Critics: Philosophical, Theological, and Scientific Perspectives (Robert T. Pennock ed., MIT Press 2001), p. 553.

[5] Henry Quastler, The emergence of biological organization, (Yale University Press, 1964), p. 16.

[6] Scott A. Minnich and Stephen C. Meyer, “Genetic analysis of coordinate flagellar and type III regulatory circuits in pathogenic bacteria,” Proceedings of the Second International Conference on Design & Nature, Rhodes Greece, edited by M.W. Collins and C.A. Brebbia (WIT Press, 2004).

[7] Douglas D. Axe, “Extreme Functional Sensitivity to Conservative Amino Acid Changes on Enzyme Exteriors,” Journal of Molecular Biology, Vol. 301:585-595 (2000); Douglas D. Axe, “Estimating the Prevalence of Protein Sequences Adopting Functional Enzyme Folds,” Journal of Molecular Biology, 1-21 (2004); Ann K Gauger, Stephanie Ebnet, Pamela F Fahey, Ralph Seelke, “Reductive Evolution Can Prevent Populations from Taking Simple Adaptive Paths to High Fitness,” BIO-Complexity, Vol. 2010; Ann K. Gauger and Douglas D. Axe, “The Evolutionary Accessibility of New Enzyme Functions: A Case Study from the Biotin Pathway,” BIO-Complexity, Vol. 2011(1) (2011).

[8.] See Kitzmiller Transcript of Testimony of Scott Minnich pp. 99-108, November 3, 2005; Robert M. Macnab, “Flagella,” in Escherichia Coli and Salmonella Typhimurium: Cellular and Molecular Biology Vol. 1, eds. Frederick C. Neidhardt, John L. Ingraham, K. Brooks Low, Boris Magasanik, Moselio Schaechter, and H. Edwin Umbarger (Washington D.C.: American Society for Microbiology, 1987), pp. 73-74.

[9.] Stephen C. Meyer, Marcus Ross, Paul Nelson, and Paul Chien, “The Cambrian Explosion: Biology’s Big Bang,” in Darwinism, Design, and Public Education, eds. John A. Campbell and Stephen C. Meyer (East Lansing, MI: Michigan State University Press, 2003), pp. 367, 386.

[10.] See Meyer, Ross, Nelson, and Chien, “The Cambrian Explosion: Biology’s Big Bang;” Wolf-Ekkehard Lönnig, “Dynamic genomes, morphological stasis, and the origin of irreducible complexity,” Dynamical Genetics, eds. Valerio Parisi, Valeria De Fonzo, and Filippo Aluffi-Pentini (Kerala, India, Research Signpost, 2004), 101-119; A.C. McIntosh, “Evidence of Design in Bird Feathers and Avian Respiration,” International Journal of Design & Nature and Ecodynamics, Vol. 4: 154-169 (2009).

[11.] Meyer, “The origin of biological information and the higher taxonomic categories.”

[12.] Paul Nelson and Jonathan Wells, “Homology in Biology,” in Darwinism, Design, and Public Education, eds. John Angus Campbell and Stephen C. Meyer (East Lansing: Michigan State University Press, 2003), p. 316.

[13.] In this case of systematics, neo-Darwinism might make some of the same predictions. Is this a problem for the positive case for design? Not at all. The fact that another theory can explain some data does not negate ID’s ability to successfully predict what we should find in nature. After all, part of making a “positive case” means that the arguments for design stand on their own and do not depend on refuting other theories. Moreover, there are many cases of supposed extreme “convergent evolution” that are better explained by common design. Additionally, regarding the predictions from biochemistry), paleontology, and genetics, neo-Darwinism has made different predictions from ID. In any case, in this example ID makes a slightly different prediction in that it does not predict that re-usage of parts must necessarily occur in a nested hierarchical pattern–a prediction which is in fact confirmed. See chapters 5-6 in Stephen C. Meyer, Darwin’s Doubt: The Explosive Origin of Animal Life and the Case for Intelligent Design (HarperOne, 2013).

[14.] John A. Davison, “A Prescribed Evolutionary Hypothesis,” Rivista di Biologia / Biology Forum, Vol. 98 (2005): 155-166; Nelson and Wells, “Homology in Biology;” Lönnig, “Dynamic genomes, morphological stasis, and the origin of irreducible complexity;” Michael Sherman, “Universal Genome in the Origin of Metazoa: Thoughts About Evolution,” Cell Cycle, 6: 1873-1877 (August 1, 2007).

[15.] William A. Dembski, “Science and Design,” First Things, Vol. 86 (October, 1998).

[16.] See Jonathan Wells, The Myth of Junk DNA (Discovery Institute Press, 2011); Richard Sternberg, “On the Roles of Repetitive DNA Elements in the Context of a Unified Genomic-Epigenetic System,” Annals of the NY Academy of Science, Vol. 981: 154-188 (2002); James A. Shapiro, and Richard Sternberg, “Why repetitive DNA is essential to genome function,” Biological Reviews of the Cambridge Philosophical Society, Vol. 80: 227-250 (2005); A.C. McIntosh, “Information and Entropy–Top-Down or Bottom-Up Development in Living Systems?,” International Journal of Design & Nature and Ecodynamics, Vol. 4: 351-385 (2009); The ENCODE Project Consortium, “An integrated encyclopedia of DNA elements in the human genome,” Nature, Vol. 489: 57-74 (September 6, 2012).

O que é Teoria do Design Inteligente (TDI)?

Teoria do Design Inteligente de forma resumida e simples.

Design Inteligente: Um pressuposto Fundamental e Primordial da Ciência

Excelente palestra de Johannes Gérson Janzen autor do blog Sociedade Origem e Destino.

 

 

 

Rupert Sheldrake – The Science Delusion BANNED TED TALK – Dogmas da ciência

 

 

 

 

 

Texto da Brasil 247

Em conferência polêmica, o biomédico inglês Rupert Sheldrake denuncia o que chama de “dez dogmas da ciência oficial”, afirmando que eles não são de fato verdadeiros. Este é mais um capítulo da revolução de paradigma atualmente em curso no mundo do conhecimento. O conteúdo da fala de Sheldrake chocou os membros do comitê de ciências do TED, que num primeiro momento decidiram banir a palestra, eliminando-a da videoteca da organização.

 

 

Por: Equipe Oásis

 

No ano passado, o biomédico inglês Rupert Sheldrake proferiu no TED (www.ted.com) a palestra The Science Delusion (A ilusão da ciência ou, mais propriamente, A delusão da ciência). Poucas semanas depois, o conselho de consultores científicos do TED decidiu banir essa palestra de Sheldrake. A decisão causou estupor, até mesmo nos meios científicos, dado o prestígio internacional de que goza o autor, bem como pelo fato de o TED ser um palco mundialmente famoso por seu pluralismo e apoio à liberdade de expressão.

 

Banir a palestra de um pensador contemporâneo do porte de Sheldrake foi imediatamente interpretado como uma indicação de que o seu conteúdo poderia ser contundente e inquietante. No centro dos debates estão as afirmações de Rupert Sheldrake sobre o que ele chama de “os dez dogmas da ciência”- dez afirmações correntes da ciência contemporânea que, na opinião desse cientista, não se sustentam como afirmações e deveriam, antes de mais nada, ser tratadas como perguntas, visto que a ciência oficial não tem dados ou comprovações para fazer afirmação alguma seguindo aquilo que poderia efetivamente ser chamado de “processo científico” – ao mesmo tempo em que existem milhares de evidências acumuladas ao longo dos anos que desacreditam a validade dessas afirmações.

Aqui estão os dez dogmas da ciência oficial, segundo Sheldrake. Ele afirma que, quando se observa cada uma dessas ideias cientificamente, vê-se que elas não são de fato verdadeiras:

1. A natureza é mecânica, ou assemelhada a uma máquina.

2. Toda matéria é inconsciente.

3. As leis ou constantes da natureza são fixas.

4. A quantidade total de matéria e energia é sempre a mesma.

5. A natureza não tem propósito.

6. A hereditariedade biológica é material.

7. Memórias são guardadas dentro do seu cérebro.

8. Sua “mente” (consciência) está dentro da sua cabeça.

9. Fenômenos psíquicos como a telepatia não são possíveis.

10. A medicina mecanicista é o único tipo de medicina que funciona.

 

Em São Paulo, Paulo Ferreira, escritor e consultor em desenvolvimento organizacional do bem estar humano, dono do interessante site http://destruidordedogmas.com.br , comenta a polêmica surgida ao redor do banimento dessa palestra de Sheldrake e apresenta ao final de seus comentários alguns links úteis para quem deseja se aprofundar no assunto: “Todas as velhas fronteiras perdem rapidamente a validade. Todas as velhas “certezas” parecem cada vez mais hipóteses construídas sobre pilares muito mais provisórios e inconsistentes do que pareciam há alguns anos. A ultrapassada visão de ciência e espiritualidade como “necessariamente polos opostos” perdeu completamente a validade. Exatamente como tantos pensadores do movimento universalista ou da espiritualidade contemporânea vem sinalizando há um bom tempo. Parece que os muitos cientistas começam a enxergar a ilusão desta divisão artificialmente imposta e silenciosamente aceita, e resolveram tornar-se parte ativa no debate. Da minha parte, que sejam, finalmente, muito bem vindos!”

 

Seguem os links originais sobre toda a polêmica:   http://www.collective-evolution.com/2013/04/10/banned-ted-talk-rupert-sheldrake-the-science-delusion/ http://en.wikipedia.org/wiki/Rupert_Sheldrake http://blog.ted.com/2013/03/18/graham-hancock-and-rupert-sheldrake-a-fresh-take/

10 Principais Problemas Científicos com a Evolução Química e Biológica – Parte 2/10

Problema 2: Processos Químicos Não Guiados Não Podem Explicar a Origem do Código Genético

 

 

Casey Luskin 5 de janeiro de 2015 12:00 AM

 

 

Nota do Editor: Esta é a parte 2 de uma série de 10 baseado no capítulo de Casey Luskinr, “The Top Ten Scientific Problems with Biological and Chemical Evolution,” [Os dez principais problemas científicos com a evolução biológica e química] no volume More than Myth [Mais do que mito] editado por Paul Brown e Robert Stackpole (Chartwell Press, 2014). Quando a série estiver completa, o capítulo inteiro será postado online. A primeira parte pode ser encontrada aqui: Problema 1. Quando a série estiver completa, o capítulo inteiro será postado online.

Vamos presumir que o mar primordial cheio de blocos construtores de vida que existiam na Terra primeva, e de alguma maneira ele formou proteínas e outras moléculas orgânicas complexas. Teóricos creem que o próximo passo na origem da vida é que – completamente ao acaso – mais e mais moléculas complexas formaram até que algumas começaram a se autorreplicar. A partir disso, eles creem que a seleção natural darwinista tomou controle, favorecendo aquelas moléculas que eram mais capazes de fazer cópias de si mesmas. Eventualmente, eles presumem, era inevitável que essas moléculas evoluiriam maquinaria complexa – como aquela usada no código genético atual – para sobreviver e reproduzir.
Os teóricos modernos da origem da vida explicaram como aconteceu esta ponte crucial a partir de elementos químicos para sistemas moleculares autorreplicantes? A hipótese mais proeminente para a origem da primeira vida é chamada de “Mundo RNA.” Em células vivas, a informação genética é transportada pelo DNA, e a maioria das funções celulares é feita pelas proteínas. Contudo, o RNA é capaz de tanto transportar a informação genética e catalisar algumas reações bioquímicas. Como resultado, alguns teóricos postulam que a primeira vida pode ter usado somente RNA para realizar todas essas funções.
Mas, há muitos problemas com esta hipótese.
Em primeiro lugar, as primeiras moléculas de RNA teriam que surgir por processos químicos não biológicos não guiados. Mas sabe-se que o RNA não é capaz de se agregar sem a ajuda de um químico de laboratório proficiente guiando inteligentemente o processo. Robert Shapiro, químico da Universidade New York, criticou os esforços daqueles cientistas que tentaram fazer RNA no laboratório, dizendo: “O defeito está na lógica – que este controle experimental pelos pesquisadores em um laboratório moderno estivesse disponível na Terra primitiva.”15

Em segundo lugar, embora tenha sido demonstrado que o RNA realiza muitos papéis na célula, não existe nenhuma evidência que pudesse realizar todas as atuais funções celular necessárias feitas pelas proteínas.16

Em terceiro lugar, a hipótese do mundo RNA não explica a origem da informação genética.
Os defensores do mundo RNA sugerem que, se a primeira vida autorreplicante fosse baseada em RNA, teria sido necessário uma molécula entre 200 e 300 nucleotídeos de comprimento.17 Contudo, não existem leis químicas ou físicas conhecidas que ditar a ordem daqueles nucleotídeos.18 Para explicar o ordenamento dos nucleotídeos na primeira molécula de RNA autorreplicante, os materialistas precisam confiar no puro acaso. Mas as probabilidades de se especificar, por exemplo, 250 nucleotídeos em uma molécula de RNA, ao acaso é aproximadamente 1 em 10150 – abaixo do limite de probabilidade universal, ou eventos que são remotamente possíveis de ocorrer dentro da história do universo.19 Shapiro coloca o problema dessa maneira:

A aparição súbita de uma grande molécula autocopiável como o RNA era extremamente improvável. … [A probabilidade] é tão extremamente pequena que a sua ocorrência, mesmo que seja uma só vez em qualquer lugar no universo visível, isso contaria como uma peça de boa sorte excepcional.20

Em quarto lugar – e mais fundamentalmente – a hipótese do mundo RNA não explica a origem do código genético. A fim de evoluir na vida baseada em DNA/proteína que existe hoje, o mundo RNA precisaria evoluir a capacidade de converter informação genética em proteínas.
Todavia, esse processo de transcrição e tradução exige uma grande série de proteínas e máquinas moleculares – que em si mesmas são codificadas por informação genética. Isso cria um problema ovo-galinha, onde as enzimas essenciais e máquinas moleculares são necessárias para realizar a própria tarefa que as constrói.
A Galinha e o DVD

Para avaliarmos este problema, consideremos a origem do primeiro DVD e leitor de DVD player. Os DVDs são ricos em informação, mas sem a maquinaria de um leitor de DVD para ler o disco, processar sua informação, e convertê-la em uma figura e som, o disco seria inútil. Mas, se as instruções para construir o primeiro leitor de DVD somente fossem encontradas codificadas em um DVD? Você nunca poderia tocar o DVD para aprender como construir um leitor de DVD. Então, como surgiram o primeiro disco e leitor de DVD? A resposta é óbvia: um processo dirigido para um objetivo – design inteligente – é necessário para produzir tanto o leitor de DVD e o disco ao mesmo tempo.
Em células vivas, as moléculas que transportam informação (ex.: DNA ou RNA) são como o DVD, e a maquinaria celular que lê aquela informação e a converte em proteínas são como o leitor de DVD. Assim como a analogia do DVD, a informação genética nunca pode ser convertida em proteínas se a maquinaria adequada. Ainda assim, nas células, as máquinas necessárias para o processamento da informação genética no RNA ou DNA são codificadas por aquelas mesmas moléculas genéticas – elas realizam e dirigem a própria tarefa que as constrói.
Este sistema não pode existir a menos que, tanto a informação genética e a maquinaria de transcrição/tradução estejam presentes ao mesmo tempo e que ao menos as duas falem a mesma língua. O biólogo Frank Salisbury explicou este problema em um artigo no American Biology Teacher, não muito tempo depois que os funcionamentos do código genético foram descobertos pela primeira vez:
É legal falar sobre as moléculas replicadoras de DNA surgindo em um mar de sopa, mas nas células modernas esta replicação exige a presença de enzimas adequadas. … O elo entre o DNA e a enzima é um elo altamente complexo, envolvendo o RNA e uma enzima para sua síntese em um DNA molde; ribossomos; enzimas para ativar os aminoácidos; e as moléculas transfer-RNA. … Como, na ausência da enzima final, poderia a seleção agir sobre o DNA e todos os mecanismos para replicá-lo? É como se tudo deva acontecer de uma vez: o sistema inteiro deva passar a existir como uma unidade, ou ele é imprestável. Podem até existir meios de como sair desse dilema, mas eu não os vejo no momento.21
Apesar de décadas de trabalho, os teóricos da origem da vida ainda estão perdidos quanto a explicar como que esse sistema surgiu. Em 2007, George Whitesides, químico da Universidade Harvard, ganhou a Medalha Priestley, a mais alta premiação da American Chemical Society [Sociedade Americana de Química]. Durante seu discurso recebendo o prêmio, ele ofereceu esta seguinte análise forte, republicada no respeitável journal, Chemical and Engineering News:

A Origem da Vida. Este problema é um dos maiores problemas na ciência. Ele começa colocando a vida, e nós, no universo. A maioria dos químicos creem, como eu creio, que a vida surgiu espontaneamente de misturas de moléculas na Terra prebiótica. Como? Eu não faço a menor ideia.22

Semelhantemente, o artigo no Cell Biology International acima mencionado concluiu: “Novas abordagens para investigar a origem do código genético são necessárias. As restrições da ciência histórica são tais que a origem da vida talvez nunca seja entendida.”23 Isto é, elas talvez nunca sejam entendidas a menos que os cientistas queiram considerar explicações científicas dirigidas a um objetivo tipo design inteligente.

Mais existe um problema muito mais profundo com as teorias da evolução química, bem como com a evolução biológica. Isso diz respeito não somente na capacidade para processar informação genética através de um código genético, mas a origem daquela informação.
Referências:
[16.] Vide Stephen C. Meyer, Signature in the Cell: DNA and the Evidence for Intelligent Design, p. 304 (New York: HarperOne, 2009).

[17.] Jack W. Szostak, David P. Bartel, e P. Luigi Luisi, “Synthesizing Life,” Nature, 409: 387-390 (18 de janeiro de 2001).

[18.] Michael Polanyi, “Life’s Irreducible Structure,” Science, 160 (3834): 1308-1312 (21 de junho de 1968).

[19.] Vide William A. Dembski, The Design Inference: Eliminating Chance through Small Probabilities (Cambridge University Press, 1998).

[20.] Robert Shapiro, “A Simpler Origin for Life,” Scientific American, p. 46-53 (Junho de 2007).

[21.] Frank B. Salisbury, “Doubts about the Modern Synthetic Theory of Evolution,” American Biology Teacher, 33: 335-338 (Setembro de 1971).

[22.] George M. Whitesides, “Revolutions In Chemistry: Priestley Medalist George M. Whitesides’ Address,” Chemical and Engineering News, 85: 12-17 (26 de março de 2007).

[23.] J.T. Trevors e D.L. Abel, “Chance and necessity do not explain the origin of life,” Cell Biology International, 28: 729-739 (2004).

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FONTE DESTE ARTIGO

Tiago Mali, revista ÉPOCA, e o conluio incestuoso da Grande Mídia com a Nomenklatura científica contra a teoria do Design Inteligente

Replico agora esse excelente texto do  blog Desafiando a Nomenklatura Científica

 

A revista ÉPOCA, edição impressa 868, de 10/11/2014, com a reportagem “Se o homem fosse planejado”, de Tiago Mali, fez um grande mal aos seus leitores com a publicação desse artigo preconceituoso, enviesado e em descompasso com a verdade sobre o caráter científico da teoria do Design Inteligente.

Comecemos a desnudar o folhetim ideológico de mais um inocente útil da Nomenklatura científica. A TDI não tenta unir a biologia e a intervenção divina, e seus defensores devem sim ser levados a sério, pois colocam suas carreiras acadêmicas em risco ao anunciarem em suas palestras que os atuais paradigmas sobre a origem e evolução do universo e da vida são paradigmas colapsantes. É preciso ter cojones para dizer isso, e falta cojones nos editores e jornalistas científicos em colocarem os cientistas na parede e questionarem a robustez de seus paradigmas.

Procede a informação de Mali de que nosso congresso fora anunciado no site da Unicamp, e a reação de Leandro Russovski Tessler, um Torquemada pós-moderno, ateu chique e perfumado a la Dawkins, que culminou com a remoção do aviso do evento. A sandice perversa é tamanha que, desconhecendo o referencial teórico da TDI, Mali afirmou que tentamos ‘aglutinar, numa única tese, conceitos de biologia e a existência de Deus’. TDI 101: sinais de inteligência são detectados na natureza e processos cegos, aleatórios e não guiados como a seleção natural, não são capazes de explicar a origem e evolução do universo e da vida. Mali deve ser cego ou estrábico e enxergou Deus em um conceito científico.

Os adeptos Design Inteligente não combatem um ‘pilar da ciência moderna’ a ‘evolução gradual das espécies pela seleção natural’, pois a TDI é compatível com a evolução, dependendo de qual evolução estamos falando. Se for a evolução definida como mera mudança ao longo do tempo dentro das espécies, ninguém da turma da TDI nega tal evolução é um fato. Todavia, quando se fala em evolução sendo a grande afirmação de que a seleção natural não guiada agindo ao longo do tempo sobre mutações aleatórias é a força motriz que produziu toda a diversidade e complexidade de vida, é essa que combatemos porque tem muitos problemas científicos – Mali, mal sabe biologia, porque tais processos randômicos e não guiados não produzem novas características biológicas complexas. Uma leitura objetiva da literatura especializada demonstra ser a teoria da evolução neodarwinista uma teoria falsificada pelas evidências.

Quando Mali afirma que o fato, Fato, FATO da teoria da evolução foi amplamente testado e é amplamente aceito pela comunidade científica, ele está mais uma vez em descompasso com a verdade. Algumas perguntas bem primárias em biologia evolucionária: a hipótese da ancestralidade comum já foi amplamente testada? A Árvore da Vida de Darwin é uma miragem ou uma realidade comprovada por esses testes? O registro fóssil comprova a hipótese transformista de Darwin ou não? A evolução humana é um assunto científico polêmico e controverso dentro da comunidade? Se sim, por que???

O que os adeptos da TDI fazem com os discípulos de Darwin é apontar as insuficiências fundamentais da teoria da evolução no contexto de justificação teórica (Acho que o Mali, mal sabe o que é isso). São justamente esses buracos e pontos epistêmicos fundamentais obscuros em teorias da origem e evolução da vida que a turma da TDI vem denunciando desde os anos 1990s.

Mali mal sabe que a posição do Papa Francisco – teísmo evolucionista, é rejeitada pela Nomenklatura científica, mas aceita unicamente para servir de Big Stick contra os que rejeitam essa posição, ou para cooptar os ainda em dúvida sobre a questão da evolução darwinista. Por que eles a rejeitam? Porque é péssima teologia e péssima ciência. A Bíblia, como qualquer literatura pode ser lida literalmente ou não, dependendo do que o texto está falando.

Nenhuma novidade, nenhuma mudança de direção na fala do Papa Francisco aos cientistas da Academia de Ciências do Vaticano, contra o que disseram outros papas, que permitiram que a evolução fosse discutida, com o claro entendimento de que a nossa criação é de Deus, e que descendemos todos de Adão e Eva, e que cada um recebe sua alma de Deus (Humani Generis, 1950, Papa Pio XII).

A TDI é uma teoria de detecção de design, e propõe a agência inteligente como um mecanismo que causa a mudança biológica. A TDI permite que expliquemos como surgiram certos aspectos de complexidade biológica observadas, e outras complexidades naturais. E usamos o método científico para fazer isso.

Mali precisa fazer sua tarefa de história sobre a TDI: ela surgiu nos anos 1990s nos Estados Unidos, mais precisamente em Pajaro Dunes, Califórnia, numa reunião liderada por Phillip Johnson. Está correto quanto à TDI no Brasil: um pequeno grupo de alunos e alguns professores de pós-graduação da Unimep, Piracicaba, SP, em 1998 – não cabia mesmo numa Kombi, e hoje somos mais de 300 com mestrado e doutorado. Tivemos que voar abaixo do radar porque a Nomenklatura científica, com representantes como o Leandro Russovski Tessler, era suicídio acadêmico defender abertamente a TDI como hoje fazemos. Tessler é um tigre de papel. Ruge, mas não morde!

O NBDI – Núcleo Brasileiro de Design Inteligente vai dar lugar para a SBDI – Sociedade Brasileira de Design Inteligente. Vai ser considerado um manifesto sobre o ensino da evolução e a TDI nas escolas e universidades públicas. Reitero, sou contra, e serei voto vencido, mas vamos ver o que vai ser considerado.

Causa náuseas ler de um cientista da USP, Mario de Pinna, afirmar que o ensino da TDI vai fazer o Brasil motivo de risos do mundo. Mario, fique tranquilo, relaxe e goze até o dia 16 de novembro: não sei lhe dizer o que resultará do que for referendado em assembleia da SBDI. Agora, Pinna, causa profunda revolta e nojo é você ensinar como verdade científica uma teoria científica que colapsou no seu cinturão epistêmico duro – a seleção natural, e isso no contexto de justificação teórica. E mais, causa espécie os darwinistas se oporem vigorosamente ao ensino de qualquer evidência científica ou ponto de vista que vá contra Darwin. A ciência e a mentira não andam de mãos dadas, mas ultimamente tem andado… Sem falar na arrogância dos discípulos de Darwin…

Mali, seu menino malvado, você é encontrado novamente em descompasso com a verdade sobre o caso de Dover – não foi porque a TDI era ensinada numa escola. Os pais levaram à justiça a escola por causa de uma nota que era para ser lida antes das aulas de ciência de que a teoria da evolução de Darwin era apenas uma teoria e que haviam outras como a TDI. Fomos contra. Chamados para depor, lá fomos, amicus curiae, e o juiz definiu num tribunal que a TDI não é ciência, mas criacionismo disfarçado. Mali, sabe de nada inocente, essa decisão é local e cabe recurso, pois não foi uma decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos. Não iremos, até onde sei, recorrer, pois entendemos que ciência é corroborada pelas evidências e não é definida em tribunais, muito menos por um juiz que usou 99% dos dados da acusação na sua decisão. Vide

Mali, você mais uma vez é apanhado em descompasso com a verdade sobre a TDI – que seguimos o método científico para concluir que Deus existe! O método científico apenas corrobora as teses da TDI, nada diz sobre a ontologia de Deus. Aliás, se fizesse, não seria uma teoria científica, mas um credo de fé de subjetividades religiosas. Essa questão de quem é o Designer, não é assunto científico, mas filosófico-teológico. Vide

Documentation showing the scientific theory ofintelligent design makes no claims about the identity or nature of theintelligent cause responsible for life.

Quanto ao termo ‘design inteligente’ encontrado no livro Of Pandas and People, vide

Mali, mais uma vez apanhado em descompasso com a verdade dos fatos. A resolução da AAAS – American Associationfor the Advancement of Science (a SBPC dos gringos) foi emitida em 18/10/2002 e não em 2013… Vide resposta ao folhetim ideológico da AAAS.

Mali, se os manifestos da Sociedade Brasileira de Genética (vide nossa resposta: Manifesto da SociedadeBrasileira de Genética: uma “estudantada” sobre Ciência, Criacionismoe Design Inteligente) e da Sociedade Brasileira de Paleontologia (vide nossa resposta A Sociedade Brasileira de Paleontologia écontra a liberdade acadêmica que questiona paradigmas colapsantes e consideranovas teorias científicas) recuperaram a definição popperiana de ciência – uma teoria, para ser científica, deve fazer previsões que possam ser confirmadas ou refutadas por outros cientistas, se aplicada à teoria da evolução de Darwin passaria ou seria reprovada magna cum laude? Vamos ao teste?

Pergunta 1: Existe mecanismo viável para gerar a sopa primordial?

Pergunta 2: Processos químicos não guiados podem explicar a origem do código genético?

Pergunta 3: Mutações aleatórias podem gerar a informação genética requerida para estruturas irredutivelmente complexas?

Pergunta 4: Por que a seleção natural luta para fixar características vantajosas nas populações?

Pergunta 5: O surgimento abrupto de espécies no registro fóssil (Explosão Cambriana) apoia a evolução preconizada por Darwin?

Pergunta 6: A biologia moderna teve êxito total na produção de uma “Árvore da Vida”?

Pergunta 7: A evolução convergente fortalece o Darwinismo ou destrói a lógica por detrás da ancestralidade comum?

Pergunta 8: As diferenças entre os embriões de vertebrados fortalecem ou contradizem as predições de ancestralidade comum?

Pergunta 9: O neodarwinismo tem êxito em tentar explicar a distribuição biogeográfica de muitas espécies?

Pergunta 10: O neodarwinismo tem uma longa história de predições inexatas sobre os órgãos vestigiais e o DNA “lixo”?

Pergunta extra: Por que os humanos mostram muitos comportamentos e capacidades cognitivas que, aparentemente, não oferecem nenhuma vantagem de sobrevivência?

Mario Pinna, Leandro Russovski Tessler, se não souberem responder, perguntem ao Mali…

Um teste científico para contrapor o teste científico para demonstrar a hipótese da existência de Deus, na maior certeza cartesiana de Mali: existe algum teste científico para demonstrar a hipótese da existência do ancestral comum, em termos moleculares e morfológicos??? Assim – um Australopithecus afarensis se transmutacionar em Antropólogo amazonense…

Neste artigo dourando a pílula para a Nomenklatura, Mali, na sua inocência evangélica, oops jornalística, disse que a dúvida é bem-vinda em ciência, que quando necessário, teorias são melhoradas ou descartadas. Sabe de nada, inocente. Parece que nunca leu A Estrutura das Revoluções Científicas, de Thomas Kuhn – há resistência da parte da Nomenklatura contra aqueles que duvidam dos paradigmas vigentes, e nem sempre as teorias são melhoradas ou descartadas. Quer prova mais recente? Olha só a resistência da Nomenklatura científica contra a turma da TDI – é gratuitamente por que defendemos uma pseudociência? Não, Mali, é porque ousamos dizer – Darwin kaput! Darwin está nu e tem algo de podre na Akademia…

Quem sempre aborda religião quando a questão é Darwin são os ateus, e fazem isso para desqualificar e demonizar os oponentes tentando silenciá-los! Mas para dourar a pílula de Darwin, ah, a religião vive com esses consensos! Desculpe, mas consenso é coisa de políticos, geralmente acordos feitos à revelia da sociedade… E nas trevas…

Contra Marcelo Gleiser, outro físico ignorante sobre o caráter científico da TDI, ficar sabendo com esta lição de TDI 101:

A TDI é uma teoria de detecção de design, e propõe a agência inteligente como um mecanismo que causa a mudança biológica. A TDI permite que nós expliquemos como surgiram os aspectos observados de complexidade biológica, e outras complexidades naturais, e utiliza o método científico para fazer suas afirmações.

O método científico é geralmente descrito como um processo de quatro etapas envolvendo observações, hipóteses, experimentos, e conclusão:

Observação: agentes inteligentes produzem informação complexa e especificada (ICE).

Hipótese: se um objeto natural for intencionalmente planejado, ele conterá altos níveis de ICE.

Testes experimentais: os objetos naturais são testados para determinar se eles contêm informação complexa e especificada – engenharia reversa de estruturas biológicas através de experimentos de silenciamento para determinar se elas exigem todas as suas partes para funcionar.

Conclusão: sendo descoberta complexidade irredutível em uma estrutura biológica, os cientistas concluem que ela foi intencionalmente planejada.

QED: A TDI é uma teoria científica minimalista sobre a detecção de sinais de inteligência.

A TDI cria problemas para a religião, Marcelo Gleiser? Em que sentido? O Darwinismo sob a ótica da religião é ateísmo. Isso não é destacado por que, Gleiser? Dawkins afirmou que antes de Darwin era possível ser ateu, mas depois de Darwin agora é possível ser um ateu plenamente satisfeito… Gleiser é judeu, mas deve ser ateu…

Quanto à complexidade irredutível de Behe, por mais que Eli Vieira (um mero doutorando de genética) et caterva queiram, a tese de Behe (um Ph. D. e professor com estabilidade na universidade) não foi falsificada. Nem os programas de computadores conseguiram isso. Digital Irreducible Complexity: A Survey of Irreducible Complexity inComputer Simulations

Em ciência, Vieira, o que manda são evidências, e você nem mencionou uma pesquisa, um paper que tenha falsificada a tese de Behe. Que tipo de doutor você vai ser??? Pobre ciência…

Desconheço que o olho humano seja um órgão ao gosto dos defensores do DI por ser complexo demais. O que sei existir na literatura é que, apesar de os cientistas apresentarem seus cenários de como se deu a evolução da visão, falta responder com evidências:

A evolução bioquímica da capacidade fundamental de perceber a luz;

A origem do primeiro “ponto sensível à luz”;

A origem dos caminhos neurológicos para transmitir o sinal óptico para um cérebro;

A origem de uma reação comportamental permitindo sensibilidade à luz para dar alguma vantagem comportamental ao organismo.

A origem das lentes, córnea e íris nos vertebrados;

A origem do olho composto nos artrópodes.

 

Mali, é fácil admirar a beleza da complexidade e diversidade das formas biológicas aonde as evidências forem dar. Quanto ao olhar da fé, quando fazemos ciência, nós da TDI – non fingo hypotheses!

É, parece que o ser humano foi mesmo planejado intencionalmente!

P. S.: Só agora reparei – todos os cientistas contatados por Tiago Mali, até onde sei, são ateus! Pobre ciência!

Fonte deste texto

A desonestidade acadêmica de alguns cientistas quanto ao colapso de seus paradigmas

Os cientistas são livres para expressarem suas dúvidas ao saber da existência de problemas fundamentais nos atuais paradigmas vigentes, tal como a biologia evolucionária moderna?

Não pergunte no Posto Ipiranga. Leia o que alguns cientistas e céticos escreveram a respeito:

“Há um sentimento em biologia que os cientistas devem manter escondida sua roupa suja, porque a direita religiosa está sempre procurando qualquer discussão entre os evolucionistas como apoio para suas teorias criacionistas [sic]. Há uma forte escola de pensamento de que nunca ninguém deve questionar Darwin em público.” (W. Daniel Hillis, in “Introduction: The Emerging Third Culture,” in Third Culture: Beyond the Scientific Revolution, editado por John Brockman, Touchstone, 1995, p. 26.

“There’s a feeling in biology that scientists should keep their dirty laundry hidden, because the religious right are always looking for any argument between evolutionists as support for their creationist theories. There’s a strong school of thought that one should never question Darwin in public.” (W. Daniel Hillis, in “Introduction: The Emerging Third Culture,” in Third Culture: Beyond the Scientific Revolution, edited by John Brockman(Touchstone, 1995), p. 26.)

“À primeira vista, é altamente implausível que a vida como nós conhecemos, seja o resultado de uma sequência de acidentes físicos junto com o mecanismo da seleção natural… O meu ceticismo não é baseado em crença religiosa ou em uma crença em qualquer alternativa definitiva. É apenas uma crença de que a evidência científica disponível, apesar do consenso da opinião científica, não nesta questão, racionalmente requeira que nós nos subordinemos à incredulidade do senso comum. Isso é especialmente verdade no que diz respeito à origem da vida… Eu entendo que tais dúvidas podem parecer para muitas pessoas como afrontosas, mas isso é porque quase todo o mundo em nossa cultura secular tem sido intimidado em considerar o programa de pesquisa redutivo como sacrossanto, pelo fato de que qualquer outra coisa não seria ciência. … Pensando nessas questões, eu tenho sido estimulado pelas críticas da dominante visão científica do mundo… feita pelos defensores do design inteligente. … Os problemas que esses iconoclastas colocam para o consenso científico ortodoxo devem ser considerados seriamente. Eles não merecem o menosprezo que comumente eles enfrentam. É manifestamente injusto.” Thomas Nagel, Mind and Cosmos: Why the Materialist Neo-Darwinian Conception of Nature Is Almost Certainly False, Oxford University Press, 2012, p. 6-7, 10.)

“It is prima facie highly implausible that life as we know it is the result of a sequence of physical accidents together with the mechanism of natural selection … My skepticism is not based on religious belief or on a belief in any definite alternative. It is just a belief that the available scientific evidence, in spite of the consensus of scientific opinion, does not in this matter rationally require us to subordinate the incredulity of common sense. This is especially true with regard to the origin of life … I realize that such doubts will strike many people as outrageous, but that is because almost everyone in our secular culture has been browbeaten into regarding the reductive research program as sacrosanct, on the ground that anything else would not be science. … In thinking about these questions I have been stimulated by criticisms of the prevailing scientific world picture… by the defenders of intelligent design. … [T]he problems that these iconoclasts pose for the orthodox scientific consensus should be taken seriously. They do not deserve the scorn with which they are commonly met. It is manifestly unfair.” (Thomas Nagel, Mind and Cosmos: Why the Materialist Neo-Darwinian Conception of Nature Is Almost Certainly False, p. (Oxford University Press, 2012), pp. 6-7, 10.)

“Críticos honestos do modo evolucionário de pensamento que têm enfatizado os problemas com o dogma dos biólogos e seus termos indefiníveis, frequentemente, são desconsiderados como se eles fossem cristãos zelotas fundamentalistas ou racistas preconceituosos. Mas a parte da tese deste livro que insiste que tal terminologia interfere com a ciência verdadeira, exige um debate aberto e ponderado sobre a realidade das afirmações feitas pelos evolucionistas zoocêntricos.” Lynn Margulis e Dorion Sagan, Acquiring Genomes: A Theory of the Origins of the Species, Basic Books, 2003, p. 29.

“Honest critics of the evolutionary way of thinking who have emphasized problems with biologists’ dogma and their undefinable terms are often dismissed as if they were Christian fundamentalist zealots or racial bigots. But the part of this book’s thesis that insists such terminology interferes with real science requires an open and thoughtful debate about the reality of the claims made by zoocentric evolutionists.” (Lynn Margulis and Dorion Sagan, Acquiring Genomes: A Theory of the Origins of the Species, (Basic Books, 2003), p. 29).)

“É perigoso despertar a atenção para o fato de que não existe explicação satisfatória para a macroevolução. Alguém facilmente se torna alvo da biologia evolucionária ortodoxa e um falso amigo de proponentes de conceitos não científicos. Conforme a primeira, nós já conhecemos todos os princípios relevantes que explicam a complexidade e a diversidade da vida na Terra; para a última, a ciência e a pesquisa nunca serão capazes de fornecer uma explicação conclusiva, simplesmente porque a vida complexa não tem uma origem natural.” Günter Theißen, “The proper place of hopeful monsters in evolutionary biology,” Theory in Biosciences, 124: 349-369, 2006.

“It is dangerous to raise attention to the fact that there is no satisfying explanation for macroevolution. One easily becomes a target of orthodox evolutionary biology and a false friend of proponents of non-scientific concepts. According to the former we already know all the relevant principles that explain the complexity and diversity of life on earth; for the latter science and research will never be able to provide a conclusive explanation, simply because complex life does not have a natural origin.” (Günter Theißen, “The proper place of hopeful monsters in evolutionary biology,” Theory in Biosciences,124: 349-369, 2006.

“Nós temos sido informados por mais de um de nossos colegas que, mesmo que se Darwin estivesse substancialmente errado em afirmar que a seleção natural é o mecanismo da evolução, mesmo assim nós não deveríamos dizer isso. Não, de modo algum, dizer isso em público. Fazer isso, contudo, é se alinhar inadvertidamente, com a Forças do Mal, cujo objetivo é levar a Ciência ao descrédito.. … O neodarwinismo é aceito axiomaticamente; prossegue, literalmente, sem ser questionado. Uma visão que pareça contradizê-lo é, diretamente ou por implicação, rejeitado, quão plausível possa parecer o contrário. Departmentos completos, publicações científicas e centros de pesquisas operam agora neste princípio.” Jerry Fodor e Massimo Piattelli-Palmarini, What Darwin Got Wrong, Farrar, Straus and Giroux, 2010, p. xx, xvi.

“We’ve been told by more than one of our colleagues that, even if Darwin was substantially wrong to claim that natural selection is the mechanism of evolution, nonetheless we shouldn’t say so. Not, anyhow, in public. To do that is, however inadvertently, to align oneself with the Forces of Darkness, whose goal is to bring Science into disrepute. … [N]eo-Darwinism is taken as axiomatic; it goes literally unquestioned. A view that looks to contradict it, either directly or by implication is ipso facto rejected, however plausible it may otherwise seem. Entire departments, journals and research centres now work on this principle.” (Jerry Fodor and Massimo Piattelli-Palmarini, What Darwin Got Wrong (Farrar, Straus and Giroux, 2010), pp. xx, xvi.)

Não se percebeu em Altenberg nenhum desejo de atacar a teoria evolucionária a partir da esquerda. Bem ao contrário – a preocupação política dominante foi um medo de ataque por parte dos fundamentalistas. Como Gould descobriu, os criacionistas pegam qualquer sinal de divisões na teoria evolucionária ou uma insatisfação com o Darwinismo. Nas duas últimas décadas, todo mundo tem tomado conhecimento disso, independentemente de sua satisfação ou não com a Síntese Moderna. “Você sempre se sente como se estivesse tentando cobrir sua retaguarda”, disse Love. “Se você criticar, é como dar munição a essas pessoas”. Assim, não critique de modo arrogante, disse Coyne: “As pessoas não devem suprimir suas diferenças para aplacar os criacionistas, mas para sugerir que o neodarwinismo alcançou algum tipo de ponto de crise nas mãos dos criacionistas”, disse ele.

John Whitfield, “Biological theory: Postmodern evolution?,” Nature, Vol. 455: 281-284, 7 de setembro de 2008

[T]here was no sense at Altenberg of a desire to attack evolutionary theory from the left. Quite the reverse — the dominant political concern was a fear of attack from fundamentalists. As Gould discovered, creationists seize on any hint of splits in evolutionary theory or dissatisfaction with Darwinism. In the past couple of decades, everyone has become keenly aware of this, regardless of their satisfaction or otherwise with the modern synthesis. “You always feel like you’re trying to cover your rear,” says Love. “If you criticize, it’s like handing ammunition to these folks.” So don’t criticize in a grandstanding way, says Coyne: “People shouldn’t suppress their differences to placate creationists, but to suggest that neo-Darwinism has reached some kind of crisis point plays into creationists’ hands,” he says.

John Whitfield, “Biological theory: Postmodern evolution?,” Nature, Vol. 455: 281-284, September 17, 2008.

Postado por Desafiando a Nomenklatura Científica

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Para mim, Jeph Simple, a TE não passa de uma superstição naturalista, por mais que isso pareça um paradoxo.

O naturalismo metodológico é religiosamente neutro? Não é o que mostra o Grande Mito Evolucionário!

By Sociedade Origem e Destino

A doutrina filosófica do naturalismo metodológico assegura que para qualquer estudo do mundo ser qualificado como “científico” ele não pode fazer referência a atividade criadora de Deus (ou qualquer sorte de atividade divina). Os métodos da ciência não nos deixam a opção das proposições teológicas, mesmo que elas sejam verdadeiras. E a teologia, portanto, não pode influenciar explicações científicas. Por conseguinte, a ciência é considerada religiosamente neutra. Entretanto, a prática da ciência desafia a afirmação que a ciência seja neutra. Em muitas áreas, a ciência não possui uma posição de neutralidade religiosa. Uma dessas áreas é a evolução. O texto é de Alvin Plantinga (ver original aqui), sendo apresentado de forma adaptada a seguir.

De acordo com o Grande Mito Evolucionário, a vida orgânica surgiu da matéria não viva através de meios puramente naturais e da ação das regularidades fundamentais da física e da química. Após o início da vida, toda a vasta profusão de flora e fauna surgiu dos primeiros ancestrais por meio de um descendente comum. A variedade enorme de vida existente surgiu, basicamente, através da seleção natural.

Eu chamo essa estória de mito não porque não acredite nela (apesar de não acreditar nela), mas porque ela possui um papel quase religioso na cultura contemporânea. A estória é uma forma de entendermos a nós mesmos com a mesma profundidade da religião; é uma interpretação profunda de nós mesmos para nós mesmos; é uma forma de contarmos para nós mesmos porque nós estamos aqui, de onde nós viemos, e para onde estamos indo.

É epistemicamente possível que o Grande Mito Evolucionário seja verdadeiro. Aparentemente Deus poderia ter criado todas as coisas da forma descrita pelo Grande Mito Evolucionário. Entretanto, certas partes dessa estória são, no mínimo, epistemicamente duvidosas. Por exemplo, nós praticamente não possuímos hipóteses decentes de como a vida poderia ter surgido de matéria inorgânica somente através das regularidades conhecidas da física e da química. Por essa razão, nas próximas linhas nós iremos considerar o termo “evolução” para denotar somente a afirmação muito mais fraca que todas as formas de vida contemporânea estão genealogicamente relacionadas. De acordo com essa afirmação, você e as flores em seu jardim compartilham ancestrais comuns.

Muitos especialistas contemporâneos, tais como Francisco Ayala, Richard Dawkins, Stephen Gould, William Provine e Philip Spieth, declaram que a evolução não é uma mera teoria, mas um fato estabelecido. De acordo com eles, essa estória não é somente uma certeza virtual, mas uma certeza real. Por que eles pensam dessa forma? Dado o caráter irregular das evidências – por exemplo, o registro fóssil apresenta uma súbita aparição de fósseis… e poucos (se algum) exemplos genuínos de macroevolução, não há relato satisfatório de um mecanismo pelo qual todo o processo poderia ter acontecido – essas afirmações de certeza parecem ser no mínimo extremamente excessivas. A resposta pode estar naquilo que eles pensam acerca do teísmo. Se eles rejeitam o teísmo em favor do naturalismo, a estória evolucionária é a única saída viável. É a única resposta à pergunta: De onde veio essa variedade enorme de flora e fauna? Como tudo chegou até hoje? Mesmo que o registro fóssil seja na melhor das hipóteses irregular e na pior das hipóteses nega a hipótese da evolução, a estória do Grande Mito Evolucionário é a única resposta a ser oferecida para essas questões, a partir de uma perspectiva naturalística.

Entretanto, de uma perspectiva teísta ou cristã, as coisas são menos inquietas. O teísta sabe que Deus criou os céus e a terra e tudo que ela contém. Ele sabe, portanto, que Deus criou toda a vasta diversidade de vida animal e vegetal. Mas o teísta não está comprometido com nenhuma forma particular de criação [não creio que o cristão não esteja comprometido com nenhuma forma particular de criação, mas isso é usualmente aceito no cristianismo atual]. Deus poderia tanto ter criado os seres vivos através de um meio evolucionário quanto através de uma forma totalmente diferente. Por exemplo, Deus poderia ter criado os seres vivos através da criação direta de certas espécies de criaturas, conforme muitos cristãos pensaram ao longo dos séculos. Alternativamente, Deus poderia ter criado da forma que Agostinho sugere: Deus fez com que todas as espécies surgissem através do embute de sementes que permitiram o posterior surgimento das espécies de seres vivos, as quais não estão relacionadas genealogicamente. As duas sugestões [do teísta] são incompatíveis com a estória evolucionária. Portanto, um cristão possui certa liberdade. Ele pode seguir as evidências. Se algo sugere que Deus tenha criado os seres humanos de forma especial (de tal forma que os seres humanos não estejam relacionados genealogicamente ao resto da criação), então não há nada que possa preveni-lo a acreditar que Deus tenha feito dessa forma.

Talvez o ponto aqui seja o seguinte: A probabilidade epistêmica da estória do Grande Mito Evolucionário ser verdadeira é completamente diferente para o teísta e para o naturalista. A probabilidade dessa estória ser verdadeira considerando a evidência e a visão teísta é muito menor que a probabilidade dessa estória ser verdadeira considerando a evidência e a visão naturalista. Portanto, a ciência não é neutra e a comunidade de pesquisadores cristãos deveria fazer ciência a partir de sua própria perspectiva.

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Sobre Sociedade Origem e Destino: É um blog que julgo ser de altíssima qualidade, que tive o prazer de descobrir há alguns anos, e muito de seus artigos, traduções fazem parte do meu acervo.

Ele é de Johannes G. Janzen, professor de engenharia na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Possui doutorado em Hidráulica e Saneamento pela Universidade de São Paulo com período sanduíche na Universidade de Karlsruhe, Alemanha. Tem experiência na área de Engenharia Civil e Ambiental com ênfase em Fenômenos de transporte e Hidráulica.

Breve Síntese da Pressuposição Naturalista do Universo – Jónatas Machado

O artigo que segue, do darwinismo.wordpress, é de 2008, e vemos que nada mudou, o mesmo é de valiosa importância, o mesmo esclarece a agenda naturalista, sua funcionalidade, muito alem do escopo puramente científico.

(Feito por Jónatas Machado)

Estimados amigos, eis uma breve síntese dos meus argumentos, através da qual pretendo, de forma cordial, clarificar as questões em discussão:1) As premissas naturalistas conduzem logicamente a uma definição naturalista da ciência;
2) Uma definição naturalista da ciência conduz logicamente a uma evolução cósmica e biológica aleatória (porque a criação, o design e a teleologia são excluídas a priori);

3) A evolução cósmica e biológica aleatória conduz naturalmente a uma Terra antiga (na medida em que a evolução de milhões de espécies necessita de tempo);

4) Uma Terra antiga conduz necessariamente a um Universo antigo (na medida em que a evolução cósmica aleatória do sistema solar e das galáxias carece de tempo);

5) Tudo isto é requerido pelo naturalismo mesmo antes e à margem de qualquer investigação científica;

6) A investigação científica só pode confirmar as premissas naturalistas e evolucionistas, (na medida em que se não o fizer deixa, por definição, de ser científica);

7) A evolução cósmica e biológica só pode ser confirmada cientificamente e não pode ser refutada cientificamente;

8) A evolução decorre necessariamente do naturalismo, independentemente das evidências;

9) A fim de confirmarem o naturalismo, o tempo e o acaso adquirem capacidades milagrosas, susceptíveis de desafiar probabilidades infinitesimais e as leis da causalidade, da física e da biologia;

10) Todas as evidências de criação, design e idade recente da Terra são rejeitadas à partida por pôrem em causa a evolução e o naturalismo que exige essa mesma evolução;

11)O naturalismo pré-programa o objecto, o método e os resultados da investigação científica;

12) O naturalismo é uma visão do mundo e a evolução uma das suas doutrinas centrais;

13) A relação entre naturalismo e evolucionismo é do tipo “garbage in, garbage out”;

14) A verdade da evolução é estabelecida pelo naturalismo e não pela investigação científica (na medida em que esta só pode confirmar e não pode refutar a evolução);

15) O debate entre criacionismo e evolucionismo é entre duas visões do mundo: a bíblica e a naturalista;

16) O naturalismo não prova que Deus não existe, antes parte do princípio de que Ele não existe ou é irrelevante no Universo real;

17) Ignorar Deus a priori é uma coisa, provar a sua inexistência é outra totalmente diferente;

18) Ignorar Deus a priori é uma atitude ideológica;

19) Quem quiser discernir padrões de design no Universo (v.g.quantização das galáxias; informação do DNA) tem que recusar o paradigma naturalista e uma definição naturalista da ciência;

20) Quem acredita que Deus existe e é relevante no mundo real não pode aderir a uma visão do mundo naturalista que define a ciência e concebe o Universo sem Deus.

21) Quem acredita em Deus ou está aberto à sua existência tem que olhar as evidências a partir desses postulados, sem se deixar limitar pelo naturalismo e pelos resultados a que ele necessariamente conduz.

Pessoalmente, eu acredito em Deus e penso que o naturalismo, longe de ajudar a ciência, é um obstáculo idelógico ao conhecimento da natureza e do Deus da natureza.

Publicado por: Jónatas Machado às abril 4, 2007 5:25 PM

Seis maneiras que o Cristianismo tem apoiado à Ciência

 

O blog Saints and Sceptics apresenta seis maneiras que o Cristianismo tem apoiado a Ciência (ver aqui).

Leia e verifique se você concorda:

1) Os pioneiros do método científico tiveram de esperar algum tempo antes que eles pudessem demonstrar os benefícios práticos de seus estudos. Até então, eles perseguiram o conhecimento do mundo natural, simplesmente porque tal conhecimento era considerado um bem em si. Esta busca particular de conhecimento faz sentido se estamos “a pensar os pensamentos de Deus depois dele”, estudando a sua criação. Intelectuais teriam sido menos inclinados a estudar um mundo produzido pelo movimento aleatório de átomos sem sentido no vazio infinito.

“… Hoje quase todos os historiadores concordam que o cristianismo (o catolicismo assim como o protestantismo) fizeram os primeiros intelectuais modernos para estudar a natureza de forma sistemática.” Noah J Effron em “Galileo Goes to Jail”

2) Noções emprestadas da crença cristã encontraram o seu caminho para o discurso científico. Os cristãos acreditam que Deus é racional e soberano: uma visão de mundo bastante diferente da crença antiga que o mundo surgiu a partir do caos e era governado por Fortuna. Um Deus pessoal racional criaria um universo ordenado e regular. Isto levou à crença de que a natureza seria regida por leis.

“A natureza deste ou daquele corpo é nada mais do que a lei de Deus prescrita a ele; para falar propriamente uma lei nada mais é do que uma regra nocional de agir de acordo com a vontade declarada de um superior” Robert Boyle, “Notion of Nature”

3) Para ter o conhecimento do mundo natural, as leis da natureza não devem ser muito profundas ou complexas para nós perseguirmos. Os cristãos acreditavam que fomos feitos à imagem de Deus. Também fomos criados para conhecer e adorar a Deus. Segue-se que fomos criados com a capacidade intelectual para entender a criação de Deus. Essa crença deu aos intelectuais a confiança de que eles poderiam realmente entender e compreender o mundo natural.

“Essas leis estão ao alcance da mente humana. Deus queria que nós as reconhecêssemos, criando-nos à Sua própria imagem para que pudéssemos compartilhar em Seus próprios pensamentos…” Kepler, Carta a George Johannes von Hewart Hohenburg

4) Ao contrário dos gregos antigos, que acreditavam que o mundo físico era inferior ao intelectual e o espiritual, as escrituras cristãs-judaicas ensinavam que a esfera criada era boa. Não era vergonhoso sujar as suas mãos através de trabalho físico; o mundo físico também é digno de contemplação.

“O entusiasmo para o novo empirismo é igualmente bem ilustrado por John Wilkins, um bispo anglicano com simpatias puritanas, um dos membros fundadores da Royal Society… ‘Nós não deveríamos ser tão supersticiosamente dedicados à Antiguidade’, escreveu Wilkins nas palavras cuidadosamente escolhidas de um bispo do século 17,… ‘Precisamos de trabalho para descobrir o que as coisas são em si mesmas por nossa própria experiência… não o que alguém outro diz delas. ‘ É óbvio para nós agora – revolucionário naquela época: um bom exemplo de estímulo teológico que estava sendo fornecido para ajudar o surgimento do método empírico”. Denis Alexander

5) Deus é livre e soberano. Alguns gregos antigos, como Aristóteles, pensavam que pudéssemos descobrir os princípios que regiam o mundo simplesmente por meio da reflexão racional. No entanto, os cristãos acreditavam que Deus era livre: Ele não era obrigado a criar o mundo de acordo com os princípios que os filósofos pensavam ser os melhores. A única maneira de descobrir o plano de Deus na criação era o de sair e procurar! Isto significou um maior enfoque na observação e experimentação.

“Não pode haver ciência viva a menos que haja uma convicção instintiva generalizada na existência de uma ordem das coisas. E, em particular, de uma ordem da natureza”. A.N. Whitehead, “Science and the Modern World”.

6) No pensamento cristão, os seres humanos são criaturas caídas que não têm a graça de compreender a mente de Deus somente através da razão. Os cristãos tinham algumas razões para duvidar da eficácia somente da razão. Então, eles queriam verificar as nossas ideias sobre o mundo natural através da observação, medição e experimentação.

“…Todos os homens, tanto devido a uma corrupção derivada quanto devido a uma corrupção inata e nascida dentro deles… são altamente sujeitos a cair em todos os tipos de erros…. Esses são os perigos no processo da razão humana, a remediação de todos eles só pode proceder a partir de uma filosofia real, mecânica, experimental”. Robert Hooke, “Micrographia”

 

fonte: http://www.origemedestino.org.br/blog/johannesjanzen/?post=665

CIÊNCIA NO LIVRO DE JÓ Laurence A. Justice Jó 26:7

CAP 6 – CIÊNCIA NO LIVRO DE JÓ

A Palavra de Deus não é principalmente um livro de ciência. As Escrituras não foram planejadas para nos ensinar ciência física.

Não encontramos nenhum estudo formal sobre ciência na Bíblia e não devemos procurar tais estudos na Bíblia. No entanto, a Bíblia faz algumas declarações realmente científicas.

Nós realmente encontramos declarações e dicas sobre verdades científicas na Palavra de Deus.

Um astrônomo chamado Dr. Maurice Brackbill declarou, como resultado de seu estudo das Escrituras, que há 325 referências à ciência física nas Escrituras.

Os que promovem a teoria da evolução hoje muitas vezes afirmam que há muitos conflitos entre a Bíblia e os fatos científicos.

Isso simplesmente não é verdade. Não há nenhum conflito entre a ciência verdadeira e a Palavra de Deus! Nenhum fato comprovado da ciência entra em conflito com a Palavra de Deus.

Um dos problemas aqui é que alguns fatos científicos “tão chamados” não são de modo algum fatos, mas só teorias e hipóteses de homens.

Se o Deus que adoramos criou este universo e também inspirou as Escrituras, então temos de esperar que Ele seja correto em todas as declarações que Seu livro poderia fazer acerca da ciência física! E é exatamente isso o que encontramos nas páginas da Palavra de Deus!

Nesta mensagem, vamos examinar vários exemplos de declarações verdadeiramente científicas no livro de Jó e então examinar algumas em outras partes da Palavra de Deus.

Precisamos ter em mente aqui que os eventos registrados no livro de Jó ocorreram há cerca de 4.000 anos. Nesta mensagem, vamos examinar primeiro

A DECLARAÇÃO CIENTÍFICA NO TEXTO QUE ESTAMOS ESTUDANDO

O norte estende sobre o vazio; e suspende a terra sobre o nada.”

O que mantém a terra suspensa? O que a mantém em seu lugar no espaço?

Os antigos gregos criam que a terra era mantida suspensa nas costas e ombros de um homem bem forte chamado Atlas.

Atlas, assim pensava-se, ficava em pé na água, mas ninguém jamais disse o que é que havia debaixo da água o sustentando.

A mitologia hindu diz que a terra apóia-se nas costas de um elefante de pé em cima de uma tartaruga!

A ciência moderna descobriu que nenhum homem ou animal está segurando a terra, mas que é realmente a terra que está suspensa no espaço.

Jó 26:7 disse isso 4.000 anos atrás quando ele disse que Deus suspende a terra em cima do nada!

O norte estende sobre o vazio; e [Deus] suspende a terra sobre o nada.”

Essa declaração soa espantosamente como ciência no século 21 d.C, não é?

Jó diz que Deus suspende a terra em cima do nada — como uma bola de basquetebol no ar.

Ele a suspende em cima do nada ou literalmente em cima do vazio, sem nada visível apoiando-a.

Pelo poder do Deus onipotente a terra está firmemente fixa no lugar.

Podemos firmar os pés em cima da terra e confiar o peso de nossos corpos a algo que está suspenso em cima do nada!

Vê-se a onipotência de Deus no fato científico declarado neste texto hoje!

homem por sua própria capacidade não consegue manter suspensauma pena em cima de nada, mas Deus mantém suspenso o mundo inteiro em cima do nada!

Deus suspendeu não só a terra, mas também os outros planetas, o sol e a lua em cima do nada!

Deus suspendeu a terra no espaço e a preserva em sua órbita. A terra está suspensa pelo grande poder e providência de Deus.

O apóstolo Paulo diz em Hebreus 1:3 que a terra e todas as coisas são sustentadas pela Palavra do poder de Deus. Ele está falando de Cristo, Deus o Filho, aqui quando diz:

O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da Majestade, nas alturas”.

Paulo diz praticamente a mesma coisa em Colossenses 1:17 quando fala de Cristo e diz que “…todas as coisas subsistem por Ele” ou são mantidas juntas por Ele.

O texto que estamos examinando diz literalmente: “O norte estende sobre o vazio; e suspende a terra sobre o nada.”

Quanto Jó entendia disso? Será que essa declaração é exclusivamente inspiração de Deus? Vamos examinar nosso seguinte estudo:

ALGUNS OUTROS EXEMPLOS DE DECLARAÇÕES CIENTÍFICAS NO LIVRO DE JÓ

  1. As fontes no mar. Só durante minha vida a ciência descobriu que bem no fundo do oceano grandes fontes de água se esvaziam no mar.

Muitas delas contêm água quente e têm grande variedade de vida animal e vegetal vivendo perto de onde as fontes se esvaziam no mar.

Jó 38:16 falou dessas fontes no mar há quatro mil anos quando disse:

Ou entraste tu até às origens do mar, ou passeaste no mais profundo do abismo?”

Em Gênesis 7:11 Moisés mencionou essas fontes no mar em conexão com o dilúvio da época de Noé quando ele disse que as fontes do grande abismo se romperam.

No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezessete dias do mês, naquele mesmo dia, se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram”.

  1. O peso do ar e das águas. A ciência moderna aprendeu que o ar tem peso e que a água tem peso.

A ciência aprendeu que a atmosfera pesa 6.35k por polegada cúbica no nível do mar e que um galão de água pesa 3.778k.

Jó 28:25 diz que Deus fez o vento e a água para terem peso.

Quando deu peso ao vento e tomou a medida das águas”.

Em seguida vamos considerar

ALGUNS EXEMPLOS DE DECLARAÇÕES CIENTÍFICAS EM OUTRAS PARTES DA PALAVRA DE DEUS

Por toda a palavra escrita de Deus encontramos declarações que estão em pleno acordo com os fatos da ciência moderna. Quero que examinemos aqui seis dessas declarações. A primeira é:

  1. O ciclo da água ou o que os cientistas chamam de ciclo hidrológico.

Esse ciclo tem relação com o modo como a água se precipita como chuva ou neve e então é drenada da terra pelo sistema fluvial e levada para o oceano.

Do oceano a água é elevada, pela evaporação, de volta ao céu e levada nas nuvens pelo vento de volta sobre a terra onde de novo se precipita e o ciclo começa tudo de novo.

Três termos científicos resumem esse ciclo da água: evaporação, condensação e precipitação.

Esse ciclo da água é um fato fundamental de um campo relativamente novo da ciência chamada meteorologia.

O ciclo da água é um fato aceito da ciência moderna, mas foi descrito de modo impressionante na Palavra de Deus por Salomão há 3.000 anos.

Eclesiastes 1:7 menciona o ciclo da água. Vamos até essa passagem:

Todos os ribeiros vão para o mar, e, contudo, o mar não se enche; para o lugar para onde os ribeiros vão, para aí tornam eles a ir”.

O livro de Jó acrescenta mais detalhes ao que Salomão diz acerca do ciclo da água em Eclesiastes 1:7. Leia agora Jó 26:8:

Prende as águas em densas nuvens, e a nuvem não se rasga debaixo delas”.

Deus prende as águas nas nuvens como se elas fossem coletadas num odre de couro até que Ele tenha ocasião de usá-las.

Como a água vai dos oceanos até o céu? Vai dali mediante o processo que a ciência chama de evaporação.

A água em seu estado natural é 773 vezes mais pesada do que o ar. O vapor da água é mais leve do que o ar e naturalmente se eleva ou sobe. Deus forma os vapores da água da evaporação e os transforma em nuvens.

Do oceano, os vapores sobem, mas em grande parte não caem de novo no oceano, pois são levados em vez disso sobre a terra.

As nuvens de vapor de água são os meios pelos quais vastas quantidades de água podem ser carregadas de um lugar para outro no ar e provocadas a cair quando é necessário.

O maravilhoso método de Deus de transportar água é por meio das nuvens.

Os cientistas hoje calcularam que a quantidade média de vapor de água mantida no ar em qualquer tempo determinado é 54.460.000.000.000 toneladas.

É espantoso como uma substância tão leve como o vapor da água contenha tão vasta quantidade de água!

Já fiz viagens de avião através das nuvens quando estava chovendo embaixo, mas havia pouca evidência visível de que a água estava presente naquelas nuvens.

Se você nunca tivesse ouvido falar de evaporação, como você suspenderia 54.460.000.000.000 toneladas de água a 5 a 50.000m no ar e mantê-la ali suspensa?

Mas o que o homem nunca pode fazer, Deus faz todos os dias! Veja Jó 26:8 de novo:

Prende as águas em densas nuvens, e a nuvem não se rasga debaixo delas”.

Deus forma as nuvens e preserva as águas coletadas nelas.

A nuvem não se rasga (ou se rompe) debaixo delas”, por causa do peso das águas.

A grande maravilha é que toda essa água possa, pesada como é, ser mantida ali suspensa sem explodir sobre a terra em grande destruição.

Apesar do vasto peso da água assim coletada nas nuvens pela evaporação, as nuvens porém não se rasgam nem se rompem por motivo desse peso.

Se Deus não prendesse as águas nas nuvens, elas irromperiam sobre a terra e provocariam devastação na terra.

As nuvens são constituídas de tal forma que apesar da quantidade de água contida nelas elas não irrompem e não despejam seu conteúdo num dilúvio vasto e destrutivo.

Que maravilha que tal quantidade de água seja suspensa no ar sem rasgar as nuvens e cair de uma vez só!

Em vez disso, Deus libera as águas gota por gota na chuva. Essa é sua misericórdia. Veja Jó 36:27-28.

Aqui Eliú também falou do ciclo da água e principalmente de Deus fazendo a água cair em gotas a partir do vapor nas nuvens.

Porque reúne as gotas das águas que derrama em chuva do seu vapor, a qual as nuvens destilam e gotejam sobre o homem abundantemente”.

As nuvens são acúmulos de vapor da água que se levanta da terra e é mantido em suspensão nas nuvens até que seja liberado gota a gota para regar a terra.

Que maravilha o fato de que essa água caia gota por gota em vez de cair como um dilúvio!

A existência desse ciclo da água é uma manifestação óbvia da sabedoria, poder e bondade de Deus!

Como Jó e Salomão conheciam essas coisas quando ninguém mais as sabia até mil anos mais tarde?

Um segundo exemplo de declarações científicas achadas em outro lugar na Palavra de Deus é a declaração que

  1. A terra é redonda em Isaías 40:22 que fala sobre “o círculo da terra”.

Isaías está falando sobre Deus quando diz neste versículo: “Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para Ele como gafanhotos; é Ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar;

A palavra hebraica que se traduz círculo aqui é a palavra khug e significa literalmente de forma esférica ou redonda.

Setecentos e cinqüenta anos antes do nascimento de Cristo Isaías havia dito que a terra é redonda!

Quando Isaías escreveu isso não havia um homem no mundo que cria que a terra era redonda.

Colombo cria que a terra era redonda e baseado nessa opinião ele navegou para o Ocidente em 1492 d.C. e descobriu o continente americano.

Levou 2.250 anos depois de Isaías para Colombo descobrir que a terra é redonda.

Um terceiro fato científico revelado na Palavra de Deus fora do livro de Jó é

3. A circuncisão deve ser realizada no oitavo dia de vida.

Deus ordenou, no ano 1.950 a.C., que Abraão circuncidasse seus filhos no oitavo dia de vida deles. Veja Gênesis 17:12:

O filho de oito dias, pois, será circuncidado, todo o homem nas vossas gerações; o nascido na casa, e o comprado por dinheiro a qualquer estrangeiro, que não for da tua descendência.”.

Os recém-nascidos são de modo peculiar suscetíveis à hemorragia entre o segundo e quinto dia de vida.

A ciência médica aprendeu nos últimos cinqüenta anos que dois elementos de coagulação sangüínea, a vitamina K e a protrombina, não estão presentes em quantidades normais até o quinto ou sétimo dia de vida.

Portanto, o primeiro dia seguro para circuncidar um menino é o oitavo dia, o próprio dia que Deus ordenou que Abraão circuncidasse Isaque e todos os seus filhos.

A ciência médica sente orgulho dessa recente descoberta, mas Deus havia ordenado que Abraão circuncidasse seus filhos no oitavo dia em 1.950 a.C.!

Abraão não escolheu o oitavo dia depois de anos de testes e erros. Foi o dia ordenado pelo Criador da vitamina K e da protrombina.

Um quarto fato científico declarado em outra parte da Palavra de Deus é que

4. As estrelas dos céus são incontáveis.

Antes da invenção do telescópio no século décimo sétimo d.C., os cientistas achavam que sabiam quase o número exato de estrelas no universo.

Ptolomeu afirmou que havia 1.056 estrelas. Kleper mais tarde contou 1.005 estrelas.

Hoje se sabe que há mais de 100 bilhões de estrelas em nossa própria galáxia e há provavelmente inumeráveis outras galáxias como a nossa aí fora no espaço.

A maioria dos astrônomos hoje concorda em que não é humanamente possível contar as estrelas.

Jeremias disse no ano 600 a.C. que não dá para contar as estrelas do céu. Veja Jeremias 33:22:

Como não se pode contar o exército dos céus, nem medir-se a areia do mar, assim multiplicarei a descendência de Davi, Meu servo, e os levitas que ministram diante de Mim”.

Outra declaração ainda de fato científico encontramos na Palavra de Deus que

  1. A vida do corpo humano depende do sangue.

Foi só no final do século XVIII que o homem aprendeu que o sangue leva oxigênio às células do corpo e retira o dióxido de carbono e outros produtos desnecessários e assim essa vida está presa ao sangue.

Os médicos de George Washington realmente o fizeram sangrar até ele morrer, pois eles não entendiam que a vida do corpo humano depende do sangue.

Pensando que eles o estavam ajudando a vencer sua pneumonia, os médicos de Washington drenaram mais do que um litro de sangue de seu corpo doente e ele morreu.

Em Gênesis 9:4 Deus disse a Noé depois do dilúvio que a vida da carne está no sangue.

A carne, porém, com sua vida, isto é, com seu sangue, não comereis”. O grande sentido desse fato é que o sangue, a vida de Jesus Cristo, o filho de Deus, foi entregue para fazer expiação em favor dos pecadores.

Outro fato científico que é realmente declarado várias vezes na Palavra de Deus está ligado ao que vou chamar de

  1. As leis sanitárias da nação de Israel.

Deus deu a Israel muitas leis a respeito de limpeza e higiene que não foram praticadas de novo até cerca de 150 anos atrás.

Essas leis religiosas tinham fatos científicos ocultos que funcionavam para que o povo de Israel tivesse boa saúde.

Essas leis de higiene que Deus deu a Israel impediam muitas doenças em Israel, embora Israel não entendesse nada de bacteriologia.

Por exemplo, Deuteronômio 23:12-14 exigia a eliminação sanitária de excrementos humanos por enterro.

Também terás um lugar fora do arraial, para onde sairás. E entre as tuas armas terás uma pá; e será que, quando estiveres assentado, fora, então com ela cavarás e, virando-te, cobrirás o que defecaste. Porquanto o SENHOR teu Deus anda no meio de teu arraial, para te livrar, e entregar a ti os teus inimigos; pelo que o teu arraial será santo, para que ele não veja coisa feia em ti, e se aparte de ti.”.

A prática de enterrar os excrementos impedia muitas doenças e envolvia um fato que os cientistas não haviam aprendido até talvez 150 anos.

Levítico 11:7-8 dá a lei sobre o porco na lista de animais impuros que não se deve comer.

Também o porco, porque tem unhas fendidas, e a fenda das unhas se divide em duas, mas não rumina; este vos será imundo. Das suas carnesnão comereis, nem tocareis nos seus cadáveres; estes vos serão imundos.”.

Em Israel, não se podia comer certos animais, tais como porcos, pois eram cerimonialmente impuros.

Até o século XX, o homem não sabia que os porcos são portadores de parasitas perigosos.

Deus deu essa lei como lei religiosa que seu povo não poderia comer porco. Aqueles que obedeciam eram protegidos dos parasitas que vivem nos porcos, embora eles não soubessem disso.

A obediência a Deus sempre traz bênçãos, até mesmo bênçãos que não dá para identificar.

Hoje os porcos são criados em condições mais sanitárias e o porco é cozinhado bem a fim de matar os parasitas antes que eles entrem naqueles que comem porco.

CONCLUSÃO

A verdadeira ciência concorda com as Escrituras! As duas estão em harmonia.

Os fatos destroem a afirmação comum dos evolucionistas de que a Palavra de Deus e a ciência são incompatíveis.

Boa parte do que se chama ciência hoje é pura teoria, hipótese e suposição!

É bem importante que nos lembremos de que as teorias e os axiomas da ciência estão em constante mudança.

Todos os livros de ciência de 25 anos e até mesmo 10 anos atrás estão em muitos casos obsoletos e desatualizados, e os cientistas não os lêem mais!

A Palavra de Deus, porém, não mudou um centímetro durante todos os séculos. Toda sílaba da Palavra de Deus é ainda a mesma como quando foi escrita!

A Palavra de Deus é inerrante! Se não fosse, então não seria a Palavra de Deus!

Às vezes cientistas descrentes dirão que a ciência contradiz a Bíblia porque a Bíblia diz que o sol se levanta e se põe e a ciência mostra conclusivamente que não é desse jeito.

Em Jó e alguns outros livros bíblicos as Escrituras realmente falam do sol se levantando e se pondo tal qual as pessoas falam hoje diariamente, mas ninguém se engana com esse jeito de falar!

Esse é só o modo comum de expressar a passagem dos dias. Até mesmo cientistas usam essa terminologia em suas vidas diárias!

Uma das evidências mais impressionantes da inspiração das Escrituras são as muitas verdades científicas que permaneceram escondidas dentro de suas páginas por centenas e até mesmo milhares de anos, apenas para serem descobertas pelo estudo e pesquisas do homem nos últimos 150 anos aproximadamente.

À luz desses grandes fatos científicos revelados na santa Palavra de Deus, vamos admirar e louvar a Deus por sua grandeza, majestade e sabedoria.

Vamos dizer com o Salmo 145:3-6: “Grande é o SENHOR, e muito digno de louvor, e a sua grandeza inexcrutável. Uma geração louvará as tuas obras à outra geração, e anunciarão as tuas proezas. Falarei da magnificência gloriosa da tua majestade e das tuas obras maravilhosas. E se falará da força dos teus feitos terríveis; e contarei a tua grandeza.”

Finalmente, amigo pecador, lembre-se de que Cristo o Criador e Sustentador deste mundo, o Deus grande, majestoso e totalmente sábio, é Aquele que é o Salvador dos pecadores.

Ele é Aquele com que deve se tratar se quiser ser perdoado de seus pecados e ser aceito na presença de Deus.

Ele é Aquele em cuja justiça deve se confiar para ser salvo. Se achegará a Deus confiando na justiça de Cristo hoje?

Ele ti salvará hoje se você quiser!

A não ser que indique o contrário, todas as citações bíblicas são da versão corrigida e revisada fiel ao texto original de João Ferreira de Almeida, da Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil.

Tradução: Julio Severo da Silva
Revisão: Joy Ellaina Gardner
 Edição:Calvin Gene Gardner

 

Marcelo Gleiser ‘falou e disse’: os cientistas também são dogmáticos

Li e reli o artigo Contra as formas de dogmatismo de Marcelo Gleiser, Folha de São Paulo, de 10/04/2011. [Texto completo somente para assinantes da FSP ou do UOL] Ele começou seu artigo mencionando o livro Absence of Mind, da romancista e ensaísta americana Marilynne Robinson, criticando cientistas como Richard Dawkins e Steven Pinker pelos ataques à fé e à religião. 

 

Fiquei pensando ‒ só agora em 2011 que o Gleiser atentou para as críticas de Robinson contra esses neo-ateus, pós-modernistas, chiques e perfumados? O blog Uncommon Descent já tinha destacado essas críticas quase um ano atrás: 25 de julho de 2010. 
Não sei quais são os verdadeiros objetivos recentes de Gleiser em se voltar publicamente contra Dawkins, o apóstolo do ateísmo pós-moderno, e outros cientistas ateus, na postura que ele concorda com Robinson de ser essencialmente fundamentalista ‒ “cientismo” ‒ a ciência é o único modelo explicativo válido. Gleiser salientou a crítica de Robinson ‒ “As certezas que, juntas, trivializam e menosprezam, precisam ser revisitadas”, escreveu. 
Gleiser resumiu o argumento de Robinson: não há dúvida de que a ciência é uma belíssima construção intelectual, com inúmeros triunfos no decorrer dos últimos quatro séculos, mas sua visão de mundo é necessariamente incompleta. 
É aqui que Gleiser me surpreende indo contra a posição subjetiva dos atuais mandarins da Nomenklatura científica: reduzir todo o conhecimento aos métodos da ciência empobrece a humanidade, e necessitamos de diversidade cultural, e essa diversidade inclui, entre outras, a cultura das religiões. 
Interessante as perguntas que Gleiser fez: O que faz com que cientistas tenham tanta confiança no seu saber, se a prática da ciência apoia-se em incertezas e que uma teoria funciona apenas dentro de seus limites de validade? Essa confiança na incompletude e incerteza do conhecimento científico em detrimento dos demais conhecimentos que tentam explicar a realidade não é arrogância dos cientistas? Eu chamo este comportamento de Síndrome luciferiana. Quem ler entenda. 
Muito mais interessante são as respostas que Gleiser deu: as teorias científicas são testadas constantemente e seus limites são expostos e que dos limites de uma teoria que surgem outras. Gleiser sabe ‒ nem todas teorias e hipóteses científicas são testadas constantemente, e mesmo que seus limites, e até a sua falência epistêmica no contexto de justificação teórica [Argh, isso é como cometer um assassinato!!!] sejam expostos, os que praticam ciência normal não abandonam essas teorias não corroboradas pelas evidências encontradas. Kuhn explica isso no seu livro A estrutura das revoluções científicas
Concordo com Gleiser ‒ para que a ciência avance é necessário que ela falhe, mas é necessário expor onde a ciência vem e tem falhado. Ele tentou isso timidamente, eu diria mais devido ao espaço reservado para seu artigo na FSP: as verdades de hoje não serão as mesmas de amanhã, e citou como exemplo disso a noção de que a Terra era o centro do cosmo, plenamente aceita até o século 17. 
Ele, que defende tanto a Darwin, bem que poderia nos dizer onde que o homem que teve a maior ideia da humanidade errou ‒ a evolução através da seleção natural. Mas Gleiser não tem coragem para isso, e o Marcelo Leite, jornalista especial da FSP, não irá permitir que se cometa tal pecado mortal nas páginas impolutas do jornal que apoiou a ditabranda. Pereça tal pensamento! Podemos criticar tudo, menos Darwin!!!
Todavia, mais uma vez eu tiro o chapéu para Gleiser ‒ dentro de sua validade, se as teorias científicas funcionam extremamente bem, nós podemos chamá-las de verdadeiras. E para meu espanto ‒ afirmar que a ciência detém a verdade é ir longe demais. É aqui que reside o que eu chamo de Síndrome luciferiana ‒ afirmar que a ciência é a única forma de conhecimento par excellence para descrever a totalidade da realidade. 
Mas, se você estava pensando numa metanoia de Gleiser para uma visão de ciência diferente da visão materialista da ditadura da Nomeklatura científica, tire o cavalo da chuva, pois o seu artigo não é uma crítica à ciência, pois, segundo ele, seria contradizer sua obra. Todavia, ele disse, elegantemente, que é uma espécie de toque de despertar aos que pregam a ciência como dona da verdade, e que é necessário ter mais cuidado. Macacos me mordam! o que a Nomenklatura científica vai dizer deste discurso??? 
Em seguida Gleiser destacou dois casos que Robinson examinou expondo os pontos fracos e os abusos da retórica científica [???]. Segundo Gleiser, ela mesma não é imune aos abusos de sua retórica, e citou a crítica feita à análise de Steven Pinker sobre o “Bom Selvagem”: 
“Será que é razoável argumentar contra o mito do Bom Selvagem baseando-se na cultura do século 20? O que nos parece primitivismo pode ser algo bem diferente. Não posso deixar que uma análise tão falha seja difundida”. 
Outro exemplo de ponto fraco e abuso de retórica científica [não seria a subjetividade do cientista???]. Gleiser citou a resenha de Robinson sobre o livro de Dawkins, “Deus, um Delírio”, onde criticou veementemente ao biólogo [Dawkins não é zoólogo???]. Naquela resenha de 2006, Robinson acusou Dawkins de usar argumentos científicos onde não são pertinentes. 
Robinsou criticou Dawkins pela sua critica à ideia de que Deus é o criador do Universo [sic], e que a ideia não faz sentido, pois como o Universo [sic] começou simples, Deus não poderia ser complexo para conseguir criá-lo. Não li a resenha de Robinson, mas eu queria saber como Dawkins tem essa informação privilegiada sobre Deus e o universo. Epifania??? Dawkins entre os profetas agora???
A conclusão de Dawkins é que Deus contradiz a teoria da evolução, pois já surge complexo. Robinson contra-atacou corretamente, e colocou Dawkins no seu devido lugar: aplicar teorias científicas a Deus não faz sentido. Gleiser, agnóstico [não seria ateu???], concorda com ela. Eu também. Em número e grau! 
Discordo de Gleiser de que muito da ciência e da religião vem da necessidade que temos de encontrar sentido e significado em nossas vidas. Fui ateu, e nunca vi meu posicionamento ideológico anterior dando sentido e significado em minha vida como os neo-ateus pregam escancaradamente e apoiados pela Grande Mídia. Muito menos a ciência, fria e objetiva na sua descrição da realidade, tem esta função atribuída por Gleiser: a ciência não me faz encontrar o sentido, e muito menos o significado de minha vida. Aqui Gleiser escorregou a la Dawkins: é retórica vazia de sua subjetividade posando como se fosse uma afirmação científica. 
Neste blog eu denuncio a falta e a necessidade de humildade e autocrítica nos cientistas defendida por Robinson no seu livro e resenha. 
Como Gleiser, eu também espero a mesma atitude de líderes religiosos e teólogos, mas diferente dele, eu espero uma atitude muito mais incisiva e corajosa na construção da realidade, especialmente no que diz respeito ao que os cientistas afirmam dizer saber sobre a origem e evolução do universo e da vida.
Para mim, as formas de dogmatismo são melhor combatidas no contexto de justificação teórica. Inclusive para Darwin!!!

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NOTA DESTE BLOGGER:

O artigo do Marcelo Gleiser acima mencionado foi baseado no original em inglês Can Scientists Overreach?

 

O Paradigma Naturalista e a Proposta Criacionista

As propostas científicas baseiam-se em pressupostos estabelecidos por cientistas, os quais, sendo seres humanos, estão sujeitos tanto as tendências quanto as preferências pessoais. Um certo número de cientistas com as mesmas inclinações pode estabelecer não somente um paradigma científico como também toda uma metodologia para avaliá-lo.

Homens como Lyell, Darwin, Huxley, Haeckel, Oparin, Miller, Gould, Dawkins e muitos outros têm apoiado a posição que a ciência deve ser necessariamente naturalista.

Esta visão, que atualmente é em termos práticos global dentro da ciência, desconsidera qualquer formulação que apresente uma causa sobrenatural como explicação de fenômenos explícitos ou implícitos como a origem e o desenvolvimento da vida e do universo (entendese aqui por sobrenatural, uma causa que vá além da matéria, energia, espaço e tempo). Segundo esta posição, a “verdadeira ciência” só pode ser naturalista. Portanto, qualquer proposta que não seja naturalista, não poderá ser considerada científica. Do ponto de vista ideológico, é importante  observar que tal naturalismo não é neutro. Ele toma uma posição bem definida quanto a natureza da natureza”, a saber, uma compreensão estritamente física e materialista da natureza, excluindo a possibilidade de que a mesma tenha uma dimensão não material (como informação,  planejamento, design, etc).

Decorrente deste raciocínio, a possibilidade de uma criação sobrenatural é totalmente rejeitada logo de início, não por questões científicas mas sim ideológicas, deixando assim a única possibilidade admissível a de uma evolução cósmica e biológica aleatória.

Assim sendo, não é a pesquisa científica que demonstra a veracidade da evolução, mas sim a pressuposta “veracidade” da evolução, decorrente do paradigma naturalista, que determina quais fatos devem ser considerados verdadeiros e científicos e quais não.

Pode-se observar que, partindo-se do modelo naturalista, que exclui a priori causas sobrenaturais (como um design inteligente), a evolução cósmica e biológica passa a ser “verdadeira” mesmo antes dela ter sido avaliada empiricamente.

Sendo a evolução aleatória considerada como “verdade”, automaticamente conclui-se que a Terra deve ser muito antiga. Isto porque a proposta de uma Terra jovem não seria compatível com a idéia de uma evolução aleatória. Novamente percebe-se que esta é uma conclusão a priori. Pode-se notar aqui, que se as pesquisas e observações feitas por um cientista apontassem para uma Terra jovem, inevitavelmente isto comprometeria a evolução aleatória, e pelo paradigma naturalista, o tal deveria ser considerado falso ou não científico.

Assim, qualquer observação empírica, que aponte para uma Terra jovem (seja por meio de um desing inteligente ou uma criação inteligente e intencional), forçosamente teria que ser considerada como errada ou fora do domínio da ciência, por colocar em questionamento a antiguidade da Terra.

Isto significa que todas as evidências precisam ser selecionadas, interpretadas e organizadas de tal forma que sejam compatíveis com a premissa naturalista, e que forçosamente levem à posição de uma evolução aleatória, tanto da vida quando do universo, e da antiguidade da Terra. Essa tendência é facilmente detectada através da utilização contínua de premissas uniformitaristas, como taxas de erosão e de deposição de sedimentos, velocidade de deslocamento das placas continentais, e outras tais, para estabelecer a idade da Terra.

Invitavelmente, aceitando-se a priori como “verdadeira” a evolução aleatória tanto da vida como do cosmos, e por conseqüência uma Terra muito antiga, o próximo passo é aceitar como “verdadeiro” um Universo extremamente antigo.

Outra vez, teorias e pesquisas que possam ser chamadas “científicas” devem produzir uma data antiga para o universo, a fim de corroborarem com as premissas naturalistas.

Se pesquisas precisam produzir resultados admissíveis que corroboram com as premissas naturalistas, o “verdadeiro” cientista, que por definição deve ser um naturalista, não tem nenhuma outra alternativa a não ser a de confirmar as premissas naturalista e os “fatos” que elas estabelecem.

Assim sendo, não existe nenhuma alternativa científica que possa ser aceita pelos adeptos da posição científica atual, àquilo que foi previamente estabelecido pelas premissas naturalistas. Só os mais ingênuos do ponto de vista epistemológico, é que ficam impressionados pelo fato da “ciência” confirmar sistematicamente essas premissas em todas as disciplinas.

Caso um experimento, observação, ou ainda uma teoria não corrobore com as premissas naturalistas, por introduzir elementos não aleatórios, demonstrando uma inteligência sobrenatural, inevitavelmente deixará de ser considerado científico.

Na ciência de hoje, o paradigma naturalista determina a priori as evidências, os métodos e até mesmo os resultados “cientificamente corretos”, antes mesmo do trabalho científico iniciar-se.

Três conclusões práticas podem ser derivadas desde posicionamento atual chamado “científico”:

1. Todo o conhecimento científico está fortemente condicionado à cosmovisão naturalista, o que impossibilita e reprime possíveis teorias que ofereçam explicações de caráter científico para situações não observadas como a da origem da vida, da Terra e do Universo (como por exemplo a teoria do Design Inteligente).

2. A menos que premissas não naturalistas sejam igualmente aceitas, não será possível demonstrar ou até mesmo refutar a teoria da evolução cósmica e biológica, juntamente com o seu corolário obrigatório da antiguidade da Terra e do Universo.

3. Dizer que o Criacionismo e o Design Inteligente não são posicionamentos científicos pelo fato deles não utilizarem-se das premissas naturalistas, não é uma avaliação correta e justa, dentro de qualquer contexto intelctual.

Tal posicionamento é uma expressão da preferência pelas premissas naturalistas e não pela pesquisa científica.

Referências

Para maiores informações sobre este assunto ler o artigo “Garbage ‘In”, Garbage ‘Out’”, do Dr. Jónatas E. M. Machado, Universidade de Coimbra, Portugal. O artigo pode ser encontrado na revista Universo Em Debate, (Associação Brasileira da Pesquisa Criacionista) Ano 1, Edição 1, p.5-7,15. (http://abpc.impacto.org e http://www.impacto.org.br)

Comunicando com as abelhas e fragilizando o darwinismo.

Em Junho de 1989 os cientistas reportaramterem conseguido pela primeira vez usar a linguagem das abelhas para comunicar com elas. Há já algum tempo que os cientistas sabiam como interpretar a “dança” das abelhas. Segundo se sabe, esta “dança” é usada pelas abelhas “batedoras” para comunicar às abelhas recolectoras a localização de fontes de alimentação.

Os pesquisadores decidiram levar a cabo experiências para confirmar se o seu entendimento em torno da comunicação das abelhas estava correcto. Mas como é que nos dirigimos a uma abelha e confirmamos que ela entendeu o que dissemos? Os cientistas decidiram que a única forma seria construir uma abelha-robô através da qual seria possível comunicar.

As primeiras tentativas não funcionaram muito bem: os modelos robóticos iniciais foram atacados viciosamente pelas abelhas. Após várias tentativas, os cientistas conseguiram por fim construir uma abelha-robô aceite pelas demais.

Estes pesquisadores, que descrevem a linguagem das abelhas como elegante e precisa, aprenderam o suficiente para comunicar com sucesso a localização duma fonte de alimentação nas redondezas às abelhas verdadeiras.

Apesar do seu sucesso, os pesquisadores são cautelosos ao afirmar que há ainda muito que aprender. Mas estas pesquisas podem um dia tornar possível controlar as abelhas de modo a enviá-las para um sítio específico que precise de polinização.

Nenhuma referência foi feita à teoria da evolução nem foi dito como uma firme fé na mesma poderia de alguma forma aprimorar o nosso conhecimento em torno da linguagem das abelhas.

No entanto, apesar da total irrelevância da teoria da evolução para a ciência, existe um significativo (mas minoritário) número de pessoas que religiosamente defende que sistemas de informação podem aparecer como o efeito de eventos aleatórios, irracionais, sem propósito e sem direcção. As evidências em favor desta hipótese fazem-se notar pela ausência.

Conclusão:

Este tipo de pesquisas demonstram de forma cabal que a teoria da evolução está em contradição com a ciência. Poderia a linguagem das abelhas ser o resultado de milhões de anos de mutações aleatórias filtradas pela selecção natural? Como é que ela sobreviveu antes de “evoluir” esta dança?

Para haver comunicação é necessário, no mínimo, a existência 1) dum emissor, 2) uma linguagem comum e 3) um receptor. Mesmo que uma das abelhas “aprendesse” a dançar como forma de indicar uma localização, este avanço só se fixaria na população se houvesse outra abelha por perto que falasse a mesma linguagem gestual/corporal. Como é que isto evoluiu através de mutações aleatórias?

Mas por mais espantoso que seja o facto de nós humanos aprendermos a linguagem das abelhas para podermos comunicar com elas, o maior gesto de comunicação alguma vez visto pelo Homem ocorreu quando o Próprio Deus tomou a forma dum Homem, e viveu entre nós durante cerca de 3 décadas, preparando assim o caminho para que um dia possamos subir com Ele para a Glória Eterna quando a nossa alma se separar do corpo físico.

Aqueles que estão em Cristo, certamente subirão com Ele para as mansões celestiais porque está escrito “porquanto teve por Fiel Aquele que lho tinha prometido.” (Hebreus 11:11).

Aqueles cujas transgressões não foram perdoadas enquanto era possível, e morreram nas suas transgressões, certamente que descerão com o inimigo das nossas almas para a prisão eterna.

Então [O Filho de Deus] dirá, também, aos que estiverem à Sua esquerda: Apartai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e os seus anjos

Mateus 25:41

Este é o “decreto do Altíssimo” (Daniel 4:24) e ele certamente se cumprirá. A pergunta é: de que lado estás tu?