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O padrão Pentadáctilo e a descendência comum – As primeiras previsões da evolução.

By Cornelius Hunter – Darwins Predictions

[Texto adaptado a partir do original]

A pentadáctila – estrutura de cinco dígitos (quatro dedos e um polegar para os seres humanos) no final da estrutura do membro (locomotor) é um dos textos de prova mais célebres para a evolução.  A estrutura pentadáctila é encontrada em todos os tetrápodes e seus usos incluem o voo, o segurar/agarrar, o escalar e o rastejar. Tais atividades diversas, na lógica evolucionista, devem exigir diversos membros. Não parece haver nenhuma razão para que todos devam precisar de um membro de cinco dígitos apenas. Por que não três dígitos para alguns, oito para outros, treze para alguns outros, e assim por diante? E, no entanto todos eles são dotados de cinco dígitos. Como explicado por Darwin, “O que pode ser mais curioso que a mão de um homem, formada para agarrar, de uma toupeira para cavar, a perna do cavalo, a nadadeira da toninha (boto), e a asa do morcego? Tudo deve ser construído no mesmo padrão, e deve incluir ossos similares, nas mesmas posições relativas. (Darwin, 382)

Tal design abaixo do ideal deve ser um artefato de uma descida de design (comum) abaixo do ideal, que foi proferido a partir de um ancestral comum, ao invés de ter sido especificamente concebido para cada espécie. E o padrão de descendência comum formado por essa estrutura é muitas vezes apontado como uma forte evidência para a evolução. (Berra, 21; Campbell et al, 509; Futuyma, 47; Johnson e Losos, 298; Johnson e Raven, 286; Mayr, 26). Há um texto que chama de “exemplo clássico” de evidência evolutiva. (Ridley, 45)

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Mas agora se sabe que esta previsão é falsa. A estrutura de dígitos nos tetrápodes não se conforma com o padrão de descendência comum. Na verdade, apêndices (estrutura locomotora) têm várias estruturas de dígitos e elas são distribuídas através das espécies de várias maneiras. Isto é encontrado tanto em espécies existentes quanto no registro fóssil. Como explicado pelo evolucionista Stephen Jay Gould, “A conclusão parece inevitável, e uma velha ”certeza” deve ser duramente revertida. (Gould)

Isto significa que os evolucionistas não podem modelar as estruturas e o padrão de distribuição observados, como uma mera consequência de descendência comum. Em vez disso, uma história evolutiva complicada é necessária (Brown) onde a estrutura pentadáctila “re-evolui” em diferentes linhagens, e apêndices evoluem, são perdidas, e depois evoluem novamente. E como concluído em um estudo recente: “Nossos resultados filogenéticos apoiam exemplos independentes de perda de membro completo, bem como vários exemplos de perda e reaquisição de dígitos, tal como a perda e reaquisição da  abertura do ouvido externo (“orelha”). Ainda mais impressionante, encontramos um forte apoio estatístico para a reaquisição de uma forma do corpo (estrutura) pentadáctilo de um ancestral com dígitos a menos… Os resultados do nosso estudo se juntam a um corpo emergente de literatura, mostrando um forte suporte estatístico para a perda de caracteres, seguido por reaquisição evolutiva de estruturas complexas associadas a uma forma generalizada do corpo pentadáctilo.(Siler e Brown)

Referencias:

 

 

Berra, Tim. 1990. Evolution and the Myth of Creationism. Stanford: Stanford University Press.

 

Brown, R., et. al. 2012. “Species delimitation and digit number in a North African skink.” Ecology and Evolution 2:2962-73.

 

Campbell, Neil, et. al. 2011. Biology. 5th ed. San Francisco: Pearson.

 

Darwin, Charles. 1872. The Origin of Species. 6th ed. London: John Murray.

http://darwin-online.org.uk/content/frameset?itemID=F391&viewtype=text&pageseq=1

 

Futuyma, Douglas. 1982. Science on Trial: The Case for Evolution. New York: Pantheon Books.

 

Gould, Steven Jay. 1991. “Eight (or Fewer) Little Piggies.” Natural History 100:22-29.

 

Johnson, G., J. Losos. 2008. The Living World. 5th ed. New York: McGraw-Hill.

 

Johnson, G., P. Raven. 2004. Biology. New York: Holt, Rinehart and Winston.

 

Mayr, Ernst. 2001. What Evolution Is. New York: Basic Books.

 

Ridley, Mark. 1993. Evolution. Boston: Blackwell Scientific.

Siler C., R. Brown. 2011. “Evidence for repeated acquisition and loss of complex body-form characters in an insular clade of Southeast Asian semi-fossorial skinks.” Evolution 65:2641-2663.

 

 

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Estudo sugere que os seres humanos podem detectar até mesmo as menores unidades de luz.

By Phys Org 

[Do blog: Texto adaptado – Fontes em Inglês – Imagem do Phys Org ]

 

Uma pesquisa de Patologia Molecular na Áustria mostrou que os seres humanos podem detectar a presença de um único fóton, a menor unidade mensurável de luz. Estudos anteriores haviam estabelecido que indivíduos humanos aclimatados à escuridão, eram capazes de relatar apenas flashes de cinco a sete fótons.

 

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Credit:Petr Kratochvil/public domain 

 

O trabalho foi conduzido por Alipasha Vaziri, professor associado e chefe do Laboratório de Neurotecnologia e Biofísica na Rockefeller e investigador adjunto do Instituto de Pesquisa de Patologia Molecular. Isso foi publicado esta semana na Nature Communications.

º Notável precisão

Se você imaginar isso, é notável: um fóton, a menor entidade física com propriedades quânticas dos quais a luz consiste, está interagindo com um sistema biológico que consiste em bilhões de células, tudo em um ambiente quente e úmido“, diz Vaziri. “A resposta que o fóton gera sobrevive por todo o caminho até o nível de nossa consciência, apesar do (onipresente) ruído de fundo. Qualquer detector feito pelo homem teria de ser arrefecido e isolado do ruído para se comportar da mesma maneira.

Além de gravar a habilidade do olho humano em registrar um único fóton, os pesquisadores descobriram que a probabilidade de fazê-lo foi reforçada quando um segundo fóton havia brilhado alguns segundos antes, como se um fóton “preparasse” o sistema para registrar o próximo.

° Uma fonte de luz quântica

Experimentos designados anteriormente para testarem a sensibilidade do olho humano, sofreram com a falta de tecnologia apropriada, diz Vaziri. “Não é trivial projetar estados de luz que contenham um ou qualquer outro número exato de fótons“, diz ele. “Isso ocorre porque o número de fótons em uma fonte de luz clássica, seja a partir de uma lâmpada ou um laser, segue determinadas distribuições estatísticas. Embora você possa atenuar a luz para reduzir o número de fótons, você normalmente não pode determinar um número exato.

A equipe de Vaziri construiu uma instalação de luz, frequentemente utilizada em óptica quântica e estudos de informação quântica, chamado “spontaneous parametric down-conversions” ou SPDC, que usa um processo em que um fóton de alta energia decai em um cristal não linear. O processo gera exatamente dois fótons com cores complementares. Na montagem experimental, um dos fótons foi enviado para o olho do sujeito, enquanto o outro foi enviada para um detector, permitindo aos cientistas manterem um registo de quando cada fóton foi transmitido para o olho.

º Primeira evidência

Para chegar a suas conclusões, Vaziri e seus colaboradores combinaram a fonte de luz com um protocolo psicofísico inédito, chamado de “duas alternativas de escolha forçada” (2AFC), na qual os sujeitos são repetidamente solicitados para escolherem entre dois intervalos de tempo, onde um dos quais contém um único fóton, enquanto o outro é um espaço em branco.

Os dados recolhidos a partir de mais de 30.000 testes, demonstraram que os seres humanos podem, de fato, detectar um único incidente de fóton em seu olho, com uma probabilidade significativamente acima do acaso.

A próxima coisa que queremos saber é: como é que um sistema biológico atinge essa sensibilidade? Como se consegue isso na presença de ruído? Esse é o único mecanismo para a visão, ou ele poderia nos dizer algo mais geral sobre a forma como os outros sistemas poderiam ter evoluído para detectar sinais fracos na presença de ruído?” indaga Vaziri.

Como refutar o Design Inteligente?

Ao demonstrar um caso credível, empiricamente observado, em que o acaso cego e / ou necessidade mecânica cria organização complexa funcionalmente específica e informações associadas além de 500 – 1.000 bits … A premissa indutiva chave da teoria do projeto (ID), entra em colapso.

 

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A evolução das proteínas. – As primeiras previsões da evolução.

Por Darwins Predictions – Cornelius Hunter

 

 

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Genes codificadores de proteínas constituem apenas uma pequena fração do genoma em organismos superiores, mas os seus produtos de proteínas são cruciais para o funcionamento da célula. Eles são apenas os trabalhadores atrás de cada tarefa na célula, incluindo a digestão dos alimentos, a síntese de produtos químicos, apoio estrutural, conversão de energia, a reprodução celular e fazer novas proteínas. E como uma máquina bem afinada, as proteínas fazem o seu trabalho muito bem. As proteínas são onipresentes em toda a vida e devem datar desde os primeiros estágios da evolução. Portanto, a evolução prevê que as proteínas evoluíram quando a vida apareceu pela primeira vez, ou não muito tempo depois. Mas apesar dos enormes esforços de pesquisa científica, ficou claro que a tal evolução das proteínas é astronomicamente improvável.

Uma das razões do porque a evolução das proteínas é tão difícil é que a maioria das proteínas são designs extremamente específicos em uma outra paisagem robusta de fitness. Isto significa que é difícil para a seleção natural orientar mutações em direção as proteínas necessárias.Na verdade, quatro estudos diferentes, realizados por diferentes grupos e utilizando métodos diferentes, relatam; todos, que cerca de 10 70 de experiências evolutivas seriam necessárias para chegar perto o suficiente de uma proteína funcional antes da seleção natural poder assumir e refinar o design da proteína.Por exemplo, um dos estudos concluiu que 10 63  de tentativas seriam necessárias para uma proteína, relativamente curta.(Reidhaar-Olson) E um resultado semelhante (10 65 de tentativas necessárias) foi obtido comparando as sequências de proteína.(Yockey) Outro estudo descobriu que são necessárias de 1064 a 1077 de tentativas (Axe) e um outro estudo concluiu que 10  70 de tentativas seriam necessárias.(Hayashi) Nesse caso, a proteína foi apenas  parte de uma proteína maior, que no caso era intacta, tornando assim mais fácil para a pesquisa. Além disso, estas estimativas são otimistas porque os experimentos eram apenas para procurar  proteínas com uma única função; enquanto que as proteínas reais executam várias funções.

Esta estimativa conservadora de 10 70 de tentativas necessárias para evoluir uma proteína simples é astronomicamente maior do que o número de tentativas que são viáveis.E explicações de como a evolução poderia alcançar um grande número de buscas, ou de alguma forma evitar esse requisito, exige a pre-existência de proteínas e por isso são explicações circulares.Por exemplo, um papel estimou que a evolução poderia ter feito 10 43  de tais tentativas. Mas o estudo assumiu todo o tempo da história da terra disponível, em vez de uma janela limitada de tempo, que na verdade, a evolução teria tido. Ainda mais importante, o estudo assumiu a pré-existência de uma grande população de bactérias (que assumiu que terra foi completamente coberta com bactérias).E, claro, as bactérias estão cheias de proteínas.Claramente essas bactérias não existiriam antes das primeiras proteínas evoluírem.(Dryden) Mesmo com estes pressupostos convenientes irreais, o resultado foi de vinte e sete ordens de magnitude aquém do exigido.

Tendo em conta estes vários problemas significativos, as chances da evolução ter encontrado proteínas a partir de um início aleatório são, como explicou um evolucionista , “altamente improvável“. (Tautz) Ou como outro evolucionista colocou, “embora a origem dos primeiros genes primordiais poder, em última instância, ser rastreada até alguns precursores do então chamado “mundo de RNA” de bilhões de anos atrás, suas origens permanecem enigmáticas.” (Kaessmann)

(Texto adaptado)

 

****Obs: A imagem do texto é do Livro Fomos Planejados (Marcos Eberlin)

 

Referências
Axe, D. 2004. “Estimating the prevalence of protein sequences adopting functional enzyme folds.” J Molecular Biology341:1295-1315.

Dryden, David, Andrew Thomson, John White. 2008. “How much of protein sequence space has been explored by life on Earth?.” J. Royal Society Interface 5:953-956.

Hayashi, Y., T. Aita, H. Toyota, Y. Husimi, I. Urabe, T. Yomo. 2006. “Experimental Rugged Fitness Landscape in Protein Sequence Space.” PLoS ONE 1:e96.

Kaessmann, H. 2010. “Origins, evolution, and phenotypic impact of new genes.” Genome Research 10:1313-26.

Reidhaar-Olson J., R. Sauer. 1990. “Functionally acceptable substitutions in two alpha-helical regions of lambda repressor.” Proteins 7:306-316.

Tautz, Diethard, Tomislav Domazet-Lošo. 2011. “The evolutionary origin of orphan genes.” Nature Reviews Genetics12:692-702.
Yockey, Hubert. 1977. “A calculation of the probability of spontaneous biogenesis by information theory.” J Theoretical Biology 67:377–398.

A competição é maior entre os vizinhos. As primeiras previsões da evolução.

By Darwins Predictions – Cornelius Hunter.

A teoria básica da evolução de Darwin, por si só, não conta para o padrão hierárquico de árvore entre as espécies que foi pensado se formar entre elas. Darwin estava bem ciente desta lacuna e lutou com ela durante anos. Ele finalmente concebeu uma solução para isso: uma prole modificada iria continuar a evoluir e divergir longe de seus pais. O princípio da divergência, a última principal adição teórica, antes de Darwin publicar seu livro, considerou que a concorrência tende a ser mais forte entre os organismos mais intimamente relacionados. Isto iria causar uma separação e divergência, resultando no padrão tradicional de uma árvore evolutiva. (Desmond e Moore 1991, 419-420; Ridley, 378-379)

 

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Mas tal tendência não tem sido observada. Em um importante estudo sobre a concorrência entre as espécies de algas verdes de água doce, foi descoberto que no nível de concorrência entre os pares de espécies não há correlação com a distância evolutiva entre elas. Como os pesquisadores explicaram, Darwin “argumentou que espécies estreitamente relacionadas devem competir mais fortemente e serem menos propensas a coexistirem. Durante grande parte do século passado, a hipótese de Darwin foi tomada pelo seu valor nominal […] Nossos resultados adicionam um corpo crescente de literatura que não consegue suportar a hipótese original de Darwin “competição-parentesco”.“(Venail, et. Al., 2, 9 )

 

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A equipe passou meses tentando resolver o problema, mas sem sucesso. Como explicou um dos pesquisadores:

Isso foi completamente inesperado. Quando vimos os resultados, dissemos: “isso não pode ser.” Nós nos sentamos lá, batendo a cabeça contra a parede. A hipótese de Darwin tem estado conosco por tanto tempo, como pode não estar certa? … Quando começamos a chegar com números que mostravam que ele [Darwin] não estava certo, ficamos completamente perplexos… Devemos ser capazes de olhar para a árvore da vida, e a evolução deve deixar claro quem vai ganhar na competição e quem vai perder. Mas os traços que regulam a concorrência não podem ser previstos a partir de uma Árvore da Vida. (Cimons)

Por que esta predição de longa data não foi confirmada ainda permanece desconhecido. Aparentemente, há mais fatores complicadores que influenciam a concorrência, além de parentesco evolutivo.

 

Texto adaptado

 

 

Referencias

 

Cimons, Marlene. 2014. “Old Idea About Ecology Questioned by New Findings.” National Science Foundation.

Desmond, Adrian, James Moore. 1991. Darwin: The Life of a Tormented Evolutionist. New York: W. W. Norton.

Ridley, Mark. 1993. Evolution. Boston: Blackwell Scientific.
Venail , P.A., A. Narwani , K. Fritschie, M. A. Alexandrou, T. H. Oakley, B. J. Cardinale. 2014. “The influence of phylogenetic relatedness on competition and facilitation among freshwater algae in a mesocosm experiment.” Journal of Ecology, DOI: 10.1111/1365-2745.12271.

Convergência Espetacular: Micróbio com estrutura semelhante ao olho.

By Evolution News

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Eles pensaram que era uma piada. Um século atrás, os biólogos não podiam acreditar que uma criatura unicelular tinha um olho. Mas, desde que era difícil de encontrar o warnowiid dinoflagelado, e ele crescer e ser estudado em laboratório; então, uma pesquisa detalhada era rara; até agora.

Uma equipe da University of British Columbia reuniu espécimes ao longo da costa de BC e do Japão, para um olhar mais atento. Eles descobriram que a estrutura, chamada de “ocelloid” (sem tradução ainda [ocelos]), tem estruturas que imitam o complexo olho de animais superiores. PhysOrg diz:

Na verdade, o “ocelloid” dentro do predador planctônico parece muito com um olho complexo que foi originalmente confundido com o olho de um animal que tinha comido o plâncton.

“É uma estrutura incrivelmente complexa para um organismo unicelular ter evoluído”, disse o autor Greg Gavelis, um estudante de zoologia, PhD na UBC. “Ele contém uma coleção de organelas subcelulares que se parecem muito com as lentes, córnea, íris e retina dos olhos multicelulares encontrados em humanos e outros animais de grande porte.” [Grifo nosso].

 

New Scientist compartilha o espanto:

É talvez o olho mais extraordinário no mundo vivo – tão extraordinário que ninguém acreditava que um biólogo o descreveu pela primeira vez ha mais de um século atrás.

Agora, parece que o pequeno proprietário deste olho, o usa para capturar presas invisíveis através da detecção de luz polarizada.Esta sugestão também é passível de ser recebida com descrença, para um olho pertencente a um organismo unicelular chamado Erythropsidinium. Ele não tem nervos, muito menos um cérebro. Então, como poderia “ver” a sua presa?

A “retina” deste olho, uma matriz curva de cromossomos, parece disposta para filtrar a luz polarizada. A notícia do Instituto Canadense de Pesquisa Avançada cita Brian Leander, co-orientador do projeto:

“A organização interna do corpo da retina é uma reminiscência dos filtros de polarização sobre as lentes de câmeras e óculos de sol”,diz Leander. “São centenas de membranas embaladas uma próxima a outra e alinhadas em paralelo.”

E essa  não é toda a maravilha que esse habitante do mar tem em seu kit de ferramentas. Ele também tem um pistão e um arpão:

Os cientistas ainda não sabem exatamente como “warnowiids” usam a estrutura semelhante ao olho, mas, pistas sobre a forma como vivem, têm alimentado uma especulação convincente.Warnowiids caçam outros dinoflagelados , muitos dos quais são transparentes. Eles têm grandes nematocistos, que Leander descreve como pequenos arpões“, para capturar presas. E alguns têm um pistão – um tentáculo que pode se estender e retrair de forma extremamente rápida  – com uma função desconhecida que pode ser usada para a fuga ou alimentação.

 

Isso fez o olho desenvolver?

Caso alguém pense que o olho do dinoflagelado apresenta um degrau evolutivo fácil para os olhos mais complexos; os dados revelam vários problemas. O artigo publicado na Nature afirma que os ocelloids são construídos a partir de “diferentes componentes, endossimbioticamente adquiridos“, tais como mitocôndrias e plastídios. “Como tal, o ocelloid é uma estrutura quimérica, incorporando organelas com diferentes histórias endossimbióticas.” Podemos tratar endossimbiose como uma questão separada. Por agora, podemos perguntar se essa estrutura complexa é explicável pela seleção natural não-dirigida.

Os autores não acham que isso é uma história evolutiva clara. ocelloid está entre as estruturas subcelulares mais complexas conhecidas, mas a sua função e relação evolutiva com outras organelas permanecem obscuras,dizem eles. No papel,eles nunca explicam como organelas com diferentes histórias se uniram até chegar a um olho funcional. A maior parte do trabalho é um descritivo das peças e como elas funcionam individualmente, ou onde elas poderiam ter sido obtidas por endossimbiose. Para explicar a origem do olho como um todo a funcionar, eles inventaram, “plasticidade evolutiva“: 

No entanto, os dados genômicos e os dados detalhados ultra-estruturais,  aqui apresentados, resolveram os componentes básicos do ocelloid e suas origens, e demonstraram como a plasticidade evolutiva das mitocôndrias e plastídios pode gerar um nível extremo de complexidade subcelular.

Fora isso, eles têm muito pouco a dizer sobre a evolução, e nada sobre a seleção natural.

Na mesma edição da Nature, Richards e Gomes reveem o papel. Eles listam outros micróbios, incluindo algas e fungos que têm pontos sensíveis à luz. Alguns têm as proteínas rodopsina utilizadas nos bastonetes e cones de animais multicelulares. Mas, em vez de traçar a evolução do olho por ancestralidade comum, eles atribuem todas essas inovações à convergência:

Estes exemplos demonstram a riqueza de estruturas subcelulares e proteínas do receptor de luz, associados em diversos grupos microbianos. Com efeito, todos estes exemplos representam ramos evolutivos distintos em grandes grupos separados de eucariotas. Mesmo para os ocelos, associados ao plastídio, é pouco provável que sejam um produto da evolução vertical direta, porque o plasto Chlamydomonas é derivado de uma endossimbiose primária e assimilação de uma cianobactéria, ao passo que o plasto Guillardia é derivado de uma endossimbiose secundária em que o plasto foi adquirido em “segunda mão“, por incorporação intracelular de uma alga vermelha. Usando sequências de genes recuperados a partir do corpo da retina do warnowiid, Gavelis et al. investigou a ascendência dessa organela através da construção de árvores filogenéticas, para os genes derivados de plastos. A análise demonstrou que este plastídio modificado,é também de origem endossimbiose secundária, originário de uma alga vermelha.

Embora derivados de forma independente,temas comuns na evolução destas estruturas semelhantes ao olho. Muitos deles envolvem a reconfiguração de sistemas de membranas celulares para produzir um corpo proximal opaco a uma superfície sensorial, uma superfície que, em quatro dos cinco exemplos provavelmente envolve um tipo de rodopsina. Dada a derivação evolutiva desses sistemas, isso representa um caso de evolução convergente complexa, em que os sistemas subcelulares foto-sensíveis são construídos separadamente dos componentes similares, para alcançar funções semelhantes. O exemplo do ocelloid é surpreendente porque demonstra um pico em complexidade subcelular obtida através da adaptação dos vários componentes.Coletivamente, estes resultados mostram que a evolução tem tropeçado em soluções semelhantes para perceber a luz, sua duração, vez após vez.

Mas a convergência é apenas uma palavra que aparece como uma explicação?Nós lemos:

As “oficinas” de trabalho lançam uma nova luz, sobre como muito diferentes organismos podem evoluir características semelhantes em resposta a seus ambientes, num processo conhecido como a evolução convergente. Estruturas semelhantes ao olho, evoluíram independentemente muitas vezes, em diferentes tipos de animais e algas com diferentes habilidades para detectar a intensidade da luz, a sua direção, ou objetos.

“Quando vemos a semelhante complexidade estrutural, fundamentalmente em todos os diferentes níveis de organização, em linhagens que são parentes muito distantes uma das outras; neste caso, warnowiids e animais; então, você obtém uma compreensão mais profunda de convergência”, diz Leander.

Mas “evolução convergente” não é um processo. É uma observação post-hoc baseada em suposições evolutivas. Um ambiente não tem poder para forçar um organismo a responder a ele com uma função complexa. Luz existe, ou um organismo não a vê. O magnetismo também existe; ele contém o poder de deslocar peixes, tartarugas e borboletas fazendo-os navegar?

Se é altamente improvável uma solução complexa evoluir uma vez, “evolução convergente” só agrava a improbabilidade. No novo filme do Illustra mídia Living Waters , Timothy Standish explica que “a evolução convergente” não é uma explicação plausível para as semelhanças não relacionadas. A evolução é cega“, diz ele. Ela não sabe que um outro organismo tem uma solução elegante para um problema. Ela não pode dirigir um animal diferente a convergir para uma solução similar. O que sabemos; Standish continua, é que a inteligência pode dar uma solução para um problema, e aplicá-la em diferentes circunstâncias e fazer isso novamente, e novamente.

Faz sentido que um designer iria entender sobre ótica e ondas eletromagnéticas. A mente pode apropriar-se de peças e organizá-las em córneas, lentes e receptores apropriados para as necessidades e tamanhos de organismos distintos. Seleção não guiada não pode fazer isso. O meio ambiente não pode fazer isso. A partir de nossa experiência uniforme, a única causa que sabemos que pode organizar as peças em um todo funcional é a inteligência. Esta é uma evidência positiva para o projeto. A teoria alternativa poderia ser apelidada de “Convergência das Lacunas”.

 

(Texto Adaptado)

 

Crédito da imagem: Instituto Canadense de Pesquisas Avançadas

Moléculas fundamentais da célula são universais – As primeiras previsões da evolução.

By Cornelius Hunter – Darwins Predictions

Além do código de DNA, existem outros processos moleculares fundamentais que parecem ser comuns a toda a vida. Um exemplo intrigante é a replicação que copia ambas as cadeias da molécula de DNA, mas em direções diferentes . Evolução prevê que esses processos fundamentais são comuns a toda a vida. Na verdade, esta era comumente dita, ser uma importante previsão de sucesso para a teoria. Como Niles Eldredge explicou, a “uniformidade química subjacente da vida ” foi um teste severo que a evolução passou com distinção. (Eldredge, 41)

Da mesma forma Christian De Duve declarou que a evolução é em parte confirmada pelo fato de que todos os organismos vivos existentes funcionam de acordo com os mesmos princípios. (De Duve, 1) E Michael Ruse concluiu que as macromoléculas essenciais da vida ajudam a tornar a evolução para além de qualquer dúvida razoável. (Ruse, 4)

 

Mas esta conclusão de que os processos moleculares fundamentais dentro da célula são comuns a todas as espécies foi superficial. Nos anos posteriores, quando os detalhes foram investigados, diferenças importantes entre espécies surgiram. Por exemplo, proteínas-chave de replicação de DNA surpreendentemente “mostraram pouca ou nenhuma semelhança de sequência entre as bactérias e archaea / eucariotos.” (Leipe) também diferentes processos de replicação de DNA foram descobertos. Esses resultados não foram como se esperava:

 

Em particular, e contra intuitivamente, dado o papel central do ADN em todas as células e a uniformidade mecanicista de replicação, as enzimas do núcleo dos sistemas de replicação de bactérias e archaea (bem como eucariotas) são independentes ou a relação entre ambos é extremamente distante. Os vírus e plasmídeos, além disso, possuem, pelo menos, dois sistemas de replicação de DNA original, ou seja, proteína primordial e  a replicação das modalidades de círculo de rolamento. Esta diversidade inesperada faz com que a origem e evolução de sistemas de replicação de DNA um problema particularmente desafiador e intrigante na biologia evolutiva. (Koonin)

 

Alguns evolucionistas estão reconsiderando a suposição de que toda a vida na Terra compartilha a mesma arquitetura básica molecular e bioquímica, e ao invés disso, examinam a possibilidade de evolução independente, e múltiplas origens, fundamentalmente diferente, de formas de vida. (Cleland, Leipe)

 

(Texto adaptado)

 

Referencias:

Cleland, Carol. 2007. “Epistemological issues in the study of microbial life: alternative terran biospheres?.” Studies in History and Philosophy of Science Part C: Studies in History and Philosophy of Biological and Biomedical Sciences 38:847-861.

de Duve, Christian. 1995. Vital Dust. New York: BasicBooks.

Eldredge, Niles. 1982. The Monkey Business. New York: Washington Square Press.

Koonin, E. 2006. “Temporal order of evolution of DNA replication systems inferred by comparison of cellular and viral DNA polymerases.” Biology Direct 18:1-39.

Leipe, D., L. Aravind, E. Koonin. 1999. “Did DNA replication evolve twice independently?.” Nucleic Acids Research27:3389-3401.
Ruse, Michael. 1986. Taking Darwin Seriously. New York: Basil Blackwell.

 

Previsão chave da evolução falsificada?

By Uncommon Descent

 

Kirk Durston escreve:

 

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A vida biológica requer milhares de diferentes famílias de proteínas, cerca de 70% das quais são proteínas globulares, cada uma com uma forma tri-dimensional que é única para cada família de proteínas.

Um exemplo é mostrado na foto no topo deste post. Esta forma 3D é necessária para uma função biológica específica e é determinada pela sequência dos diferentes aminoácidos que compõem essa proteína.

Em outras palavras, não é a biologia que determina a forma, mas a física. Sequências que produzem estruturas 3D funcionais estáveis são tão raras que hoje os cientistas não tentam encontrá-las usando bibliotecas com sequências aleatórias. Em vez disso, eles usam informações que eles obtêm a partir de proteínas biológicas de engenharia reversa para conceber proteínas artificiais inteligentes.
Na verdade, nossos supercomputadores do século 21 não são poderosos o suficiente para triturar as variáveis e localizar novas estruturas 3D.

No entanto, uma previsão fundamental da teoria neo-darwinista é que um processo evolutivo extremamente lento que consiste na deriva genética, mutações, inserções e deleções deve ser capaz de “encontrar” não apenas uma, mas milhares de sequências pré-determinadas pela física com estabilidades diferentes, a saber estruturas 3D funcionais.

Então como é que esta previsão falsificável sustenta-se quando testada contra dados reais? Como deve ser o caso na ciência, eu disponibilizei meu programa para que você possa executar seus próprios dados e verificar por si mesmo os tipos de probabilidades que estas famílias de proteínas representam.

 

 

Observação:

O link do UD sobre o programa de Durston pelo que constei esta dando erro no UD, então eu fiz uma busca e encontrei o método referido por Kirk Durston aqui… Porem este link contem varias pastas, que também, pelo que constei estão corrompidas, mas entre estas muitas pastas existe uma com arquivo que pode ser aberta; é a única que você consegue enxergar que contem um texto, então fica a informação a quem tiver interesse… E também esse arquivo de Dursten encontra-se no idioma em inglês.

“Equívocos sobre a seleção natural” …

(Obs: os links estão em inglês)

Gostaria de partilhar essa… Eu sempre usei termos como: estúpida, cega, sem propósito quando o assunto eram mutações, aliás sempre usei esses termos para a evolução em sua completude … E sempre falei que a seleção natural não poderia ser usada como imitação de um designer (“a seleção natural cria a ilusão de design”)… Pois muitos, da posição evo que debati nos últimos 4 anos, nunca lidavam com meu argumento, tipo, eles não trabalham para se defender, eles simplesmente ignoram, ou mesmo deixam no ar que não passa de espantalho, que não se trata de estupidez, cegueira… Obviamente que esses termos não estão dentro de um conceito literal… Mas tais defensores da TE, insistem em interpretar meu argumento como se eu estivesse sendo literal com esses termos…

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Mas agora eu vou partilhar ESSE [Understanding Evolution] artigo evolucionista (Adaptado):

 

Porque a seleção natural pode produzir adaptações surpreendentes (e pode é???), é tentador pensar nisso como uma força onipotente, instando organismos, constantemente empurrando-os na direção do progresso – mas a seleção natural não é isso em tudo.

Em primeiro lugar, a seleção natural não é toda-poderosa; não produz perfeição. Se os seus genes são “bons o suficiente”, você vai ter alguns filhos para a próxima geração – você não tem que ser perfeito. Isto deve ser bastante claro apenas olhando para as populações em torno de nós: as pessoas podem ter genes para doenças genéticas, as plantas podem não ter genes para sobreviver a uma seca, um predador pode não ser rápido o suficiente para pegar sua presa cada vez que ele está com fome . Nenhuma população ou organismo se adapta perfeitamente.

Em segundo lugar, é mais preciso pensar na seleção natural como um processo e não como uma mão orientadora. A seleção natural é o simples resultado de variação, reprodução diferencial e hereditariedade – é ESTÚPIDA e mecanicista. Ela NÃO TEM METAS; ela NÃO ESTÁ SE ESFORÇANDO PARA PRODUZIR PROGRESSO OU UM ECOSSISTEMA EQUILIBRADO.

É por isso que “NECESSIDADE“, “TENTATIVA“, e “QUERER (INTENÇÃO)” não são palavras muito precisas quando se trata de explicar a evolução. A população ou indivíduo não “QUER” ou “TENTA” evoluir, e a seleção natural NÃO PODE TENTAR SUPRIR O QUE UM ORGANISMO PRECISA“. A seleção natural apenas seleciona QUALQUER VARIAÇÃO EXISTENTE numa população. O resultado é a evolução. [ Grifo meu ] 

No extremo oposto da escala, a seleção natural, é, por vezes , interpretada como um processo aleatório. Isto também é um equívoco. A variação genética que ocorre em uma população por conta de mutação, é aleatória – mas a seleção age na variação de uma maneira altamente não aleatória: variações genéticas que ajudam a sobrevivência e a reprodução são muito mais propensas a se tornar comuns do que as variantes que não. A seleção natural não é aleatória!

Por isso, no mundo real, o Design Inteligente se adéqua mais aos dados do que a TE…

E quando um evo diz que sou ignorante sobre a evolução ele está TOTALMENTE correto… Pois, se existe uma hipótese que violenta a parcimônia, ela se chama teoria da evolução… Complicada!… Quem sabe uns 50 anos de estudo e eu consiga um mestrado basicão

 

Comunicado a Maria Teodósio.

A Maria fez comentários em meu blog em diversos artigos.

Em um dos seus comentários ela disse que eu só não vou aprovar os comentários dela por que os comentários dela  contradizem meus argumentos e minha capacidade argumentativa é muito limitada.

Não Maria, argumentos contrários aos meus, quando trazem consigo razoabilidade me motivam a aprender mais.

No caso minha decisão se baseia nisso:

Bem, descobri um blog criacionista (pouco movimentado e talvez um tanto obscuro). É o blog do criacionista Jephsimple, PEJADO DE LIXO CRIACIONISTA, incluindo as PARVOÍCES do costume, a quem nenhum CIENTISTA SÉRIO DÁ CRÉDITO, saídas do discovery institute.

Eu não estou ofendido com isso, uma vez que esse tipo de argumento não é NENHUM POUCO novo para mim, e nem a Maria é a primeira a me dizer isso e isso acontece na academia também, é um tipo de tática evolucionista.

Então esse tipo de tática eu simplesmente ignoro. Não acrescenta em nada em meu aprendizado sobre o design inteligente, sobre biologia, sobre evolução.

Portanto, não; isso não é seletividade de comentários, tanto que cheguei a aprovar vários, até me deparar com esta citação adolescente, ideológica, falaciosa, infantil, irrelevante. Que alias, eu entrei em seu blog tempos atrás e percebi o mesmo tipo de argumentação rasa, aliás o Mats é muito bem falado em seu blog.

Não fosse esse seu comentário arrogante, infantil, ideológico, adolescente, irracional, teus comentários seriam todos aprovados. como aprovei alguns.

Afinal, não tenho problemas com argumentos contrários ao meu.

Mas eu passei da idade da adolescência, e passei dos vinte um tempinho. E também não entrei no debate ontem.

Então esses argumentos pra mim valem tanto quanto alguém defender o Goku (Dragon Ball ).

Na idade que estou é impossível levar esse tipo de argumento a sério, intelectualmente,  são minúsculos. Seria conveniente pra mim abrir este blog para pessoas que gostam de insultar os outros.Mas eu não tenho nenhum interesse do meu blog ser popular, além de prezar pela honestidade intelectual, pela verdade acima de tudo, e isso é fruto do meu teísmo cristão.

Este blog está aberto apenas a pessoas que sabem focar seus argumentos apenas em argumentos, no caso você estava fazendo isso. Mas essa sua afirmação foi decepcionante, e desanimadora.

Então considere-se excluída deste blog.

Assim, não perca seu tempo comentando neste mesmo.

E também, fique tranquila, não vou dirigir qualquer comentário a você no blog do Mats.

 

Como meu interesse em debater com a Maria reduziu-se a zero, então todos seus comentários serão apagados.

 

 

Respostas as objeções comuns evolucionistas.

By Cornelius Hunter – Darwin’s God

(Texto adaptado)

 

 

 

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Esta seção examina diversas preocupações que evolucionistas têm frequentemente, sobre as falsas predições de sua teoria.

 

 

 

Previsões falsas muitas vezes levam a uma pesquisa produtiva.

Pesquisa produtiva pode vir de uma grande variedade de motivações científicas e não científicas, incluindo previsões falsas. A pesquisa produtiva que pode ter surgido a partir de algumas dessas previsões não diminui o fato de que elas são falsas.

 

 

Os evolucionistas fixaram estas previsões falsas.

Um proponente de uma teoria, dado a motivação suficiente, pode explicar todos os tipos de resultados contraditórios. (Quine) Tipicamente; no entanto, há um preço a ser pago quando a teoria se torna mais complexa e tem menor poder explicativo.

 

 

Ad hominem e negação.

Críticas à evolução atraem respostas aquecidas e os ataques pessoais são comuns. Tais ataques, no entanto, não mudam o fato de que a evolução tem gerado muitas predições falsas. Além disso, os evolucionistas, muitas vezes, ignoraram ou negam as descobertas inesperadas. Eles tentam desacreditar os fatos, referindo-se a eles como “argumentos velhos e cansados”, ou que não passam de falácias sem senso crítico nenhum.

 

 

Falsificacionismo é falho.

Tem sido argumentado que, a fim de qualificar-se como ciência, idéias e teorias precisam ser falsificáveis. Além disso, as previsões falsificadas são usadas, ​​às vezes, para discutir se uma teoria é falsa. Tal falsificacionismo ingênuo é falho (Popper) e não usado ​​aqui. Muitas predições falsas da evolução não demonstram que a evolução não é ciência ou que a evolução é falsa.

Previsões falsas são valiosas em julgar a qualidade de uma teoria, seu poder explicativo; e para melhorar a nossa compreensão científica em geral. No entanto, os evolucionistas, por vezes, rejeitam qualquer menção de previsões falsas de sua teoria como mero falsificacionismo ingênuo. As falhas do falsificacionismo ingênuo não dão aos evolucionistas uma licença para ignorar falhas substanciais e fundamentais de sua teoria.

 

 

Se houvessem tantos problemas a evolução teria sido derrubada.

Essa objeção se enquadra na categoria de falsificacionismo ingênuo. A ciência é um processo reativo. Novas evidências são processadas e as teorias são ajustadas em conformidade. Mas a ciência também pode ser um processo conservador, sustentando problemas substanciais antes de reavaliar uma teoria. Portanto, a reavaliação de uma teoria leva tempo. O fato de existirem problemas garante que uma teoria seja derrubada. (Lakatos; Chalmers)

 

 

Citados” acreditam na evolução.

Muitos cientistas duvidam da evolução, mas eles não são citados, ou não são citados em papers. Apenas as matérias de evolucionistas são usadas para ilustrar que até mesmo adeptos da teoria concordam que as predições são falsas.

 

 

Estas falsificações serão remediadas no futuro.

Como cientistas, precisamos avaliar teorias científicas de acordo com os dados atualmente disponíveis. Ninguém sabe o que os dados futuros poderão trazer, e a afirmação de que os dados futuros vão resgatar a evolução é, em última análise, circular.

 

 

Não há melhor alternativa.

Uma forma de avaliar uma teoria é compará-la com explicações alternativas. Esta abordagem tem a vantagem de contornar as dificuldades na avaliação de teorias científicas. Mas é claro que qualquer comparação dependerá crucialmente de quais explicações alternativas são usadas na comparação. Se não forem tomadas como boas alternativas podem ser deturpadas ou mesmo omitidas completamente. E, claro, podem haver alternativas ainda não concebidas. (Van Fraassen; Stanford) Em qualquer caso, o sucesso ou fracasso das previsões de evolução depende da ciência, não em quaisquer explicações alternativas.

 

 

Ninguém acredita mais nestas previsões.

Sim, este é o ponto. É verdade que os evolucionistas, em sua maior parte,reconhecem que caíram muitas previsões que foram feitas por outros evolucionistas, ou decorrentes da teoria. Podemos aprender com este histórico falho, pois tem implicações para a complexidade da evolução e seu poder explicativo.

 

 

E sobre todas as previsões bem sucedidas?

Os evolucionistas afirmam que a evolução é um fato, e que devemos nos concentrar em previsões bem sucedidas da evolução, em vez de suas previsões falsas. A tendência para procurar evidências que confirmem em contraste com evidências contrárias que surgiram e ainda surgem ao longo do tempo é conhecido como viés de confirmação. (Klayman, Ha) Uma conseqüência do viés de confirmação é que;pode ser que, uma vez confirmadas, certas evidências são vistas como corretas e típicas, enquanto evidências não confirmadas, previsões falsificadas são vistas como anormais e raras. Não é de surpreender que as evidências que confirmam são mais frequentemente mantidas e documentadas. Raramente as muitas previsões falsas são encontradas em textos de evolução.

Viés de confirmação pode afetar a investigação científica. Os evolucionistas tendem a ver as previsões da evolução como esmagadoramente verdade. Previsões falsas, por outro lado, não são geralmente vistas como falsificações legítimas, mas sim como questões de pesquisa abertas que estão ainda a ser resolvidas. Na verdade, os evolucionistas muitas vezes fazem a alegação notável que não há nenhuma evidência que é contrária à evolução.

 

 

Estas previsões falsificadas não são necessariamente previsões da teoria da evolução. Elas refletem apenas casos isolados de surpresa de um ou outro evolucionista sobre conjuntos específicos de dados.

As previsões foram consideradas necessárias quando foram realizadas. E elas representavam o consenso da ciência evolutiva no momento em que foram realizadas. Elas estão bem documentadas em ambos os trabalhos de pesquisa; peer-reviewed, literatura popular de autoria de líderes evolucionistas e em entrevistas dos principais evolucionistas. Elas não eram realizadas apenas por alguns, evolucionistas individuais. E elas não foram uma das várias possíveis previsões concorrentes.

O fato dessas previsões atualmente  não serem consideradas necessariamente previsões da evolução é um reflexo da maleabilidade da teoria da evolução e é um lembrete do por que um histórico de falsas previsões da evolução é importante.

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Referências

 

Chalmers, AF 1982. What is This Thing Called Science? . 2d ed. Indianapolis: Hackett.

Klayman, Joshua, Young-Won Ha. 1997. “Confirmation, disconfirmation, and information in hypothesis testing,” in WM Goldstein, RM Hogarth, (eds.) Research on Judgment and Decision Making: Currents, Connections, and Controversies.Cambridge: Cambridge University Press.

Lakatos, Imre. 1970. “History of science and Its rational reconstructions.” Proceedings of the Biennial Meeting of the Philosophy of Science Association 1970:91-136.

Popper, Karl. 1959. The Logic of Scientific Discovery . London: Hutchinson.

Quine, WVO 1951. “Two Dogmas of Empiricism,” The Philosophical Review 60:40.

Stanford, P. Kyle. 2006. Exceeding Our Grasp: Science, History, and the Problem of Unconceived Alternatives . New York: Oxford University Press.

van Fraassen. Bas C. 1989. Laws and Symmetry . Oxford: Clarendon Press.

 

Darwinismo; verdade ou dogma???

Excelente palestra desmistificando o mito de que a evolução darwiniana é um fato.

DA RUÍNA DOS ALICERCES DA SÍNTESE MODERNA A UMA NOVA TENTATIVA: a “síntese integrativa” dos neo-neo-evolucionistas.

By Everton F. Alves

NOBLE (2013), um biólogo de sistemas, alega que a fisiologia está balançando a fundação da biologia evolutiva.

Ele argumenta que “A ‘Síntese Moderna’ (Neodarwinismo) é uma visão genocêntrica da evolução de meados do século 20, com base em mutações aleatórias que se acumulam para produzir uma mudança gradual através da seleção natural“. Em seguida, ele afirma que os cientistas agora sabem que esta visão está errada, porque “mudança genética está longe de ser aleatória, e muitas vezes não gradual.” Noble comenta que, em relação ao ponto de vista neodarwinista, “não é só a visão padrão do século 20 da genética molecular que está em causa. A teoria da evolução em si já está em um estado de fluxo”.

Noble, em seguida, narra que os seguintes pressupostos do neodarwinismo estão errados, tais como:

(1) “mudança genética é aleatória”,

(2) “mudança genética é gradual”,

(3) “na sequência de alteração genética, seleção natural leva a variações de genes específicos (alelos) aumentando em frequência dentro da população”, e

(4) “herança de características adquiridas é impossível”.

 Para refutar cada um desses pressupostos, ele cita alguns exemplos (artigos) de recém-descobertas de herança de características adquiridas (aliás, estudos que a TDI também apresenta como evidências de uma mente inteligente). Noble conclui que o fluxo de estudos durante os últimos 5 anos mostraram que a herança não-mendeliana está cada vez mais acumulando evidências. Ele acrescenta que os exemplos citados por ele sobre a herança de características adquiridas revelam uma grande variedade de mecanismos pelo qual tal herança pode ser alcançada.

Ele, então, propõe um modelo novo e radical da biologia chamado de “Síntese integrativa”, onde os genes não executam o programa, e todas as partes de um organismo – o genoma, a célula, o plano corpóreo, tudo – está integrado. Segundo o autor, “a característica central da síntese integrativa é uma revisão radical do conceito de causalidade em biologia. A priori não existe um nível privilegiado de causalidade. Este é o princípio que eu tenho chamado a ‘teoria da relatividade biológica’. […] Controle é então distribuído, alguns dos quais é herdado, independentemente de sequências de DNA. A revisão do conceito também irá reconhecer as diferentes formas de causalidade. Sequências de DNA são mais bem vistas como causas passivas, porque elas são usadas apenas quando as sequências relevantes são ativadas. DNA por conta própria não faz nada. As causas ativas encontram-se dentro das redes das células, tecidos e órgãos do corpo”.
Esta é uma nítida abordagem da Biologia de sistemas. No entanto, embora Noble não endosse essa conclusão, essa abordagem é muito mais consistente com o design inteligente do que com um modelo baseado em mecanismos evolutivos estritamente desgovernados. Aliás, nos surge a seguinte dúvida: “Esta é uma tentativa de um neo-neo-evolucionista em tomar para si as evidências defendidas pelos inteligentistas? Ou um recém-ex-evolucionista se desprendendo das amarras da ignorância do acaso cego?” Aguardamos os próximos capítulos…

 Referência:

Noble D. Physiology is rocking the foundations of evolutionary biology. Exp Physiol 2013; 98(8): 1235–43.

Link do artigo(PDF)

É o resultado da evolução previsível?

Bom, vou postar agora um artigo do PHYS ORG  (tradução livre que fiz).

Como sempre trago ao debate, não apenas se a evolução ocorre ou não, isto, me refiro, a evolução darwiniana. Dentro de uma lógica há duas hipóteses: Ou ela ocorre/ocorreu, ou ela não ocorre/ocorreu.

Bem, mas meu ponto não é exatamente se ela ocorre / ocorreu; meu ponto é: como ela ocorre / ocorreu ???

Raciocine, antes de tudo o evolucionista afirma que tudo o que existe é o cosmos; e dentro do cosmos ocorre a evolução dos seres vivos; que no fim das contas são produtos da “matéria”  e/ou energia.

Oras, tal natureza (matéria e energia) não possui propósito, intenção, planos, objetivos específicos, fins adequados. Sendo assim, a evolução materialista ocorre / ocorreu de forma despropositada, “cega”, sem direção… Afinal não passa de um evento “material” dentro do cosmos.

Sendo assim, eu lhe pergunto; como um processo redutivelmente materialista pode ser previsível? Como ele pode exibir um padrão, ordem, uma certa constante? Mesmos resultados?

Isso só é possível, quando ao estudarmos a realidade abandonemos a crença naturalista que é materialismo filosófico puro.

Se não fizermos isso, ficamos com a ideia falsa que a evolução lida com todos os fatos reais,  mesmo que a realidade não tenha nenhuma relação com o postulado naturalista que é intrínseco a filosofia materialista.

O artigo a seguir coloca, ao meu ver, a forma como a evolução ocorre / ocorreu  em sérias dúvidas. Embora o artigo não negue o fato da evolução. Assim, os evolucionistas fazem da TE um dogma, uma teoria de tudo. Nesse caso a forma como a evolução ocorre / ocorreu deveria colocar em sérias duvidas não o fato da evolução, embora eu possuo profundo ceticismo frente a evolução teísta; deveria colocar dúvidas quanto a evolução ser um evento redutivelmente materialista. Mas os materialistas mesmo reconhecendo curiosidades da evolução despropositadas, não admitem  que a evolução “cega”, despropositada não possui evidências.

 

 

Eis o artigo:

Se alguém rebobinar a fita da vida, a evolução dará no mesmo resultado?

O biólogo evolucionista Stephen Jay Gould veio com essa famosa experiência de pensamento. Ele sugeriu que a evolução não se repetiria: o papel dos processos aleatórios na origem da biodiversidade era muito importante e, portanto, a evolução não era previsível. O Prof. Axel Meyer (Konstanz) descreveu agora a evolução paralela de duas populações intimamente relacionadas, mas geograficamente isoladas de peixes ciclídeos em lagoas da Nicarágua. Este resultado repetido da evolução é melhor interpretado como evidência de adaptação semelhante à pressão de seleção natural darwiniana similar – e sugere trajetórias evolutivas pouco deterministas. As conclusões do estudo (Konstanz) foram publicados na revista Nature Communications.

Há muito poucas circunstâncias em que pode-se investigar a repetibilidade da evolução, porque os ambientes espacialmente independentes que são preenchidos pelas mesmas espécies são extremamente raros na natureza. “As jovens e completamente isoladas lagoas ao longo do arco americano vulcânico Central na Nicarágua proporcionam um ambiente ideal para estudar .Várias populações de Ciclídeo Midas com habitat em lagoas que se desenvolveram independentemente da população ancestral nas proximidades dos grandes lagos da Nicarágua. Essa configuração é como um experimento natural “, explica Axel Meyer.

Em dois destes lagos da cratera, Apoyo e Xiloá; novos tipos de Ciclídeos Midas evoluíram, independentemente um do outro, em menos de 10 mil anos. Essas novas espécies apresentam adaptações morfológicas idênticas que não são encontrados na população ancestral: a partir da água escura superficial para o novo habitat do abismo, ou seja as águas límpidas dos lagos da cratera. “Em cada um dos dois lagos de cratera, novas espécies de Ciclídeos Midas evoluíram com um corpo alongado – um fenótipo que não existe em lagos ancestrais a partir do qual os colonizadores de lagoas vieram”, explica Meyer. Sua equipe de pesquisa estudou a morfológica, ecológico, genética de populações, e padrões filogenéticos destes peixes. “Nós encontramos nestes ciclídeos forte evidência para a evolução paralela que – curiosamente – ocorreu por diferentes vias.

Nossos resultados mostram que fenótipos paralelos podem evoluir em habitats semelhantes e, devido à pressão de seleção semelhante, no entanto, não necessariamente na seqüência evolutiva paralela”, explica o biólogo evolucionário de Konstanz. Isso indica que a adaptação paralela à ambientes semelhantes podem levar ao mesmo resultado por seleção natural, no entanto, esta evolução pode prosseguir ao longo de diferentes percursos genéticos evolutivos. Isso ocorre porque as espécies endêmicas equivalentes nesses dois lagos de cratera foram originadas em diferentes sequências em ambos os lagos. “Agora nós estamos olhando para os genes e mutações que são a causa para este paralelismo”, diz Axel Meyer.

“Nosso estudo mostra que fenótipos paralelos complexos em ambientes semelhantes podem evoluir muito rapidamente, repetidamente e ainda através de diferentes vias evolutivas. Este é um exemplo microevolutivo de rebobinar a fita de Gould e resultando na de duas espécies muito semelhantes, embora por rotas evolutivas não  rotas “, resume Axel Meyer.

 

 

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More information: Kathryn R. Elmer, Shaohua Fan, Henrik Kusche, Maria Luise Spreitzer, Andreas F. Kautt, Paolo Franchini and Axel Meyer.2014. “Parallel evolution of Nicaraguan crater lake cichlid fishes via non-parallel routes.” Nature Communications , DOI: 10.1038/ncomm6168

Pesquisadores chineses demolindo Pseudo-Ciência Evolutiva.

Ciência Versus Religião

Nas últimas décadas, os genomas de várias espécies foram mapeadas e os evolucionistas estão usando esses dados do genoma para refinar sua teoria. Eles também estão fazendo algumas reivindicações altas. Os conjuntos de dados de genoma, dizem os evolucionistas, estão adicionando novas confirmações marcantes para a  teoria. Um pedaço de evidências evolucionistas  apontam para a grande similaridade entre o genoma humano e o do chimpanzé. Os dois genomas são cerca de 95%  semelhantes e os evolucionistas dizem que isso mostra o quão facilmente o ser humano pode ter evoluído de um ancestral comum chimpanzé-humano. O professor de Evolução, Dennis Venema explica :

Por exemplo, os seres humanos e seus parentes mais próximos, os chimpanzés, têm genomas que são em torno de 95% idênticos, e a maior parte das diferenças de DNA não são diferenças que realmente afetam nossas formas. Assim, as pequenas alterações decorrentes ao longo do tempo desde a última vez que compartilharam um ancestral comum era suficiente para moldar nossa espécie desde que se separaram – não há nenhuma evidência de que a evolução exige mudanças radicais ao nível do DNA.

Nenhuma evidência? Este é um exemplo de evolucionistas vendo o que eles querem ver nos dados. Os evolucionistas são movidos por sua metafísica e assim querem acreditar que somos descendentes de uma criatura macaco primitivo. Eles querem acreditar que nós humanos e macacos “somos um” e que a parede entre o humano e o animal “foi violada”, como o Instituto Smithsonian coloca   .

Mas, como eu apontei no meu livro Prova de Darwin, se as comparações de DNA entre  humano e chimpanzé não revelam diferença muito significativa, então nós provavelmente precisaremos procurar outro lugar. Os seres humanos são muito diferentes dos chimpanzés e se nossas comparações de DNA não estão revelando muita diferença, então esses segmentos provavelmente não são o que está impulsionando a diferença entre as duas espécies.

Na verdade, existem diferenças muito mais significativas entre os genomas de chimpanzés e humanos. As diferenças que podem “realmente afetar nossas formas.”. Um papel de 2011  da China e do Canadá, por exemplo, descobriu 60 genes codificadores de proteínas em humanos que não estão no chimpanzé. E essa era uma estimativa extremamente conservadora. Na verdade, eles encontraram evidências para mais longe desses genes, mas usaram filtros conservadores para chegar a 60 genes únicos. Não surpreendentemente, a pesquisa também encontrou provas de função, para estes genes, que pode ser única para os seres humanos.

Se as proteínas codificadas por estes genes é qualquer coisa como a maioria das proteínas, então esta descoberta seria um outro problema importante para a teoria evolutiva. Além de repreender a opinião do evolucionista de que as diferenças do genoma humano-chimpanzé deve ser menor, 6 milhões de anos; simplesmente não haveria tempo suficiente para evoluir esses genes.

Na verdade, 6 milhões anos não seria tempo suficiente. A evolução de uma única proteína nova, ainda que por premissas extremamente otimistas evolucionistas, é extremamente improvável, mesmo com toda a idade do universo para trabalhar no problema.

Infelizmente nada disso vai influenciar o evolucionista, porque para os evolucionistas esta, a TE,  nunca foi sobre  ciência. Como Venema explica:

Uma coisa é explicar padrões biogeográficos ou afirmar que as semelhanças anatômicas refletem um não-evolutivo “design” padrão  – mas outra coisa é tentar explicar por que os humanos (e outros mamíferos placentários) têm um gene defeituoso para a tomada da gema do ovo no ponto exato em nossos genomas onde as galinhas têm a versão funcional do gene, e que os seres humanos e os chimpanzés compartilham um grande número de mutações em comum em nossas duas cópias inativadas.

O argumento da “não-teleologicamente” diz que esses genes com defeito não teriam sido concebidos ou criados e que, portanto, eles devem ter evoluído. Este argumento não é novo. Não surgiu quando os dados genômicos tornaram-se disponíveis, mas tem sido influente durante séculos. Evolucionistas anteriores encontraram falhas com todos os tipos de aspectos biológicos, geológicos e cosmológicos da natureza.

Este raciocínio não é novo e não é ciência. Ele é baseado em crenças religiosas pessoais que não estão abertas ao debate. Imagine se você acredita nessas coisas. Imagine que você acredita, como Venema, que as mutações comuns, por exemplo, exclui qualquer possibilidade da espécie ter sido criado em qualquer tipo de sentido real.

Então é claro que você seria um evolucionista. Mesmo que a teoria da evolução falhe em todos os testes. Na evolução, a religião guia a ciência.

Nesse meio tempo, enquanto os evolucionistas fazem regras para a ciência  seguir e insistem que o mundo surgiu espontaneamente,  apesar das evidências, esses pesquisadores na China e no Canadá estão fazendo ciência real.

 

Esse texto é uma tradução livre do Darwin’s God

Será que as bactérias evoluem resistência aos antibióticos?

Os evolucionistas costumam citar a resistência das bactérias aos antibióticos como exemplo prático de evolução, afinal em ciência você não pode ficar apenas com o imaginário, com esperanças. Deve existir algum dado, evento concreto, observável que apoie uma teoria.

Eu costumo comentar no darwinismo.wordpres [Blog do Mats], e eu me foco principalmente no argumento de meio, ou seja, eu não me foco, no argumento que aborda se a evolução é verdadeira ou não, se é possível, provável, hipotética ou não, eu me foco em; se a evolução é verdadeira, então como essa evolução ocorreu? Por acaso, acidentalmente, aleatoriamente, ou mesmo uma evolução pode acontecer com algum objetivo pré-programado?

Eu já citei, por exemplo, aqui, um exemplo de evolução inteligente.

E esse artigo publicado no blog do Mats é bem interessante. Será mesmo que a resistência a antibióticos é uma evolução, e eu digo mais, seria uma evolução cega?

Alem do artigo que vou republicar, você também pode conferir mais sobre a resistência dos micro organismos aqui (Em inglês)

Segue o texto:

É frequente as aulas de Biologia fazerem a alegação de que “a evolução já foi observada” em certo micróbios-germes uma vez que, com o passar do tempo, eles passam a resistir a certos antibióticos. Por exemplo, actualment a penicilina é globalmente menos eficaz do que o era no passado. Como consequência disso, foi necessário desenvolver drogas mais fortes e mais potentes, cada uma delas com benefícios iniciais, mas que, com o passar do tempo, são substituídas por drogas ainda mais potentes. Hoje em dia, os “super-germes” desafiam o tratamento.

Pode-se perguntar: será que estes germes unicelulares “evoluiram”? E será que isto prova que organismos unicelulares evoluíram para plantas e pessoas?

Como é normal, temos que distinguir a variação, a adaptação e a recombinação de traços já existentes (a erradamente chamada de micro-“evolução”), do aparecimento de novos genes, novas partes corporais e novos traços (isto é, macro-evolução, que é a evolução que todos temos em mente). Uma vez que cada  espécie de germes continuou a ser da mesma espécie e nada de novo foi produzido, então a resposta é “não!”, os germes não evoluíram e a resistência aos antibióticos não confirma a tese de que organismos unicelulares evoluíram para plantas e pessoas.

Eis aqui a forma como as coisas funcionam: numa dada população de bactérias, muitos genes encontram-se presentes e eles expressam-se duma variedade de formas e maneiras. Num ambiente natural, os genes (e os traços) misturam-se livremente mas quando as bactérias deparam-se com antibióticos, a maior parte delas morre. Algumas, no entanto, e através de alguma recombinação genética fortuita, têm resistência ao antibiótico.

Aquelas bactérias com esta resistência ao antibiótico passam a ser, consequentemente, as únicas que sobrevivem e as únicas que se reproduzem, fazendo com que todos os seus descendentes tenham dentro de si a mesma resistência antibiótica.. Com o passar do tempo, virtuamente todas as bactérias passam a ter a mesma resistência, o que faz com que a população deixe de produzir bactérias sensíveis ao antibiótico (isto é, aquelas que ainda podem ser atacadas pelo antibiótico).

Nenhuma informação genética nova foi criada.

Evidentemente, quando a bactéria se encontra sob stress, alguns micróbios entram em modo de mutação, produzindo rapidamente uma variedade de estirpes, aumentando desde logo as probabilidades de alguma dessas estirpes sobreviver ao stress. Isto gerou algumas áreas de especulação para os criacionistas, mas isto ainda mitiga contra a teoria da evolução. Existe um tremendo alcance de potencial genético já presente na célula, mas a bactéria Escherichia coli antes do stress e da mutação continua a ser uma bactéia Escherichia coli depois da mutação; uma variação menor ocorreu, mas não houve qualquer tipo de evolução.

Para além disso, já ficou provado que a resistência a muitos dos antibióticos modernos já se encontrava presente nas bactérias antes da sua descoberta. No ano de 1845, marinheiros duma infeliz expedição ao Ártico foram enterrados no pergelissolo [inglês: “permafrost”] e permaneceram profundamente congelados até que os seus corpos foram exumados em 1986. A preservação foi tão completa que seis estirpes de bactérias do século 19 encontradas adormecidas dentro do conteúdo dos intestinos dos marinheiros foram ressuscitadas.

Quando estas bactérias do século 19 foram testadas, apurou-se que elas já tinham resistência a muitos antibióticos modernos, incluindo a penincilina (embora alguns destes mesmos antibióticos só tenham sido criados/descobertos bem depois do século 19). Isto demonstra que essa resistência já se encontrava na população das bactérias, e tudo o que essa resistência precisava para ser geneticamente expressa era algum tipo de stress exterior (por exemplo, exposição a um tipo de antibiótico).

Uma vez que a resistência já se encontrava na população de bactérias antes dela ser exposta aos antibióticos, isto demonstra também que a resistência não foi “evolução em acção” mas sim uma recombinção de informação genética que já existia ANTES da bactéria se deparar com esse antibiótico. Estes traços obviamente já estavam presentes antes da descoberta dos antibióticos, e desde logo, a evolução nunca pode ser creditada por um fenómeno que tem uma explicação não-evolutiva (Medical Tribune, December 29, 1988, p. 1, 23).

Resumindo, as mutações, as adaptações, a variação, a diversificação, as mudanças populacionais e as transferências genéticas laterais ocorrem, mas nenhum destes fenómenos científicos é contra o criacionismo e nenhum deles serve de evidência para a tese de que répteis evoluíram para pássaros e que animais terrestres evoluíram para baleias. Qualquer evolucionista que use a resistência aos antibióticos como evidência em favor da teoria da evolução está a mentir, ou é um desconhecedor dos factos (ou ambas).

Modificado a partir do original – http://bit.ly/1nuUkuX

 

Um pouco sobre a Teoria da Evolução – Parte I

Sou apaixonado por ID,  sou profundamente cético com relação ao “relojoeiro cego”,  me esforço para explicar ID, e também entender evolução, mesmo que eu não creio na mesma, eu devo compreender o máximo. Bom, eu não vou explicar evolução com minhas palavras, vou utilizar a explicação dos próprios evos. Esse post em específico não tem como intenção expor a explicação evo e apontar equívocos que eu creio existir em evolução, no seu sentido explicativo.   Então o artigo não expressa minha opinião, mas cada um pode tirar suas conclusões.   Segue agora a explicação extraída de  Evo 101  (tradução livre):

Uma Introdução à Teoria da Evolução

A Definição: A evolução biológica, simplesmente, é a descendência com modificação. Esta definição abrange evolução em pequena escala (mudanças na freqüência genética em uma população de uma geração para a seguinte) e evolução em grande escala (a descida de espécies diferentes a partir de um ancestral comum ao longo de muitas gerações). Evolução nos ajuda a entender a história da vida.

A explicação: A evolução biológica não é simplesmente uma questão de mudança ao longo do tempo.Muitas coisas mudam com o tempo: as árvores perdem suas folhas, cadeias de montanhas subem e corroem, mas eles não são exemplos de evolução biológica, pois não envolvem descida por herança genética. Mudança de curto prazo w / o herança Folhas de árvores mudam de cor e caem ao longo de várias semanas.
Mudança a longo prazo w / o herança As cadeias de montanhas corroem ao longo de milhões de anos.
A idéia central da evolução biológica é que toda a vida na Terra compartilha um ancestral comum, assim como você e seus primos partilham uma avó comum. Através do processo de descendência com modificação, o ancestral comum da vida na Terra deu origem à diversidade fantástica que vemos documentado no registro fóssil e ao nosso redor hoje. Evolução significa que somos todos primos distantes: os humanos e os carvalhos, beija-flores e baleias. Mudança de curto prazo w / herança A genealogia ilustra a mudança com a herança ao longo de um pequeno número de anos.
Mudança a longo prazo w / herança Ao longo de um grande número de anos, a evolução produz enorme diversidade de formas de vida.

A História da Vida:

Olhando para os padrões

As idéias centrais da evolução são que a vida teve mudanças ao longo da história do tempo e que as espécies diferentes compartilham ancestrais comuns. Aqui, você pode explorar a forma como a mudança evolutiva e relações evolutivas são representados em “árvores genealógicas”, como essas árvores são construídas, e como esse conhecimento afeta a classificação biológica. Você também vai encontrar uma linha do tempo da história evolutiva e informações sobre alguns eventos específicos na história da vida: a da evolução humana e da origem da vida. Cladogram de selecionar vertebrados mostrando onde alguns personagens aparecem

Mecanismos: Os processos de evolução

A evolução é o processo pelo qual os organismos modernos descendem de ancestrais. A evolução é responsável por ambas as semelhanças notáveis ​​que vemos em toda a toda a vida e a diversidade surpreendente da vida, mas exatamente como isso funciona? Fundamental para o processo é a variação genética sobre a qual forças seletivas podem agir para que a evolução ocorra. Esta seção examina os mecanismos de evolução com foco em:

    • Descida e as diferenças genéticas que são hereditárias e passam para a próxima geração;

 

 

 

    • A natureza aleatória dos deriva genética e os efeitos de uma redução na variação genética;

 

    • Como variação, reprodução diferencial e resultado hereditariedade na evolução por seleção natural ; e

 

  • Como espécies diferentes podem afetar a evolução de cada um através de co-evolução .

Os componentes da seleção natural: variação, reprodução diferencial e hereditariedade

 

A microevolução

Pardais se adaptaram ao clima da América do Norte, os mosquitos têm evoluído em resposta ao aquecimento global, e os insetos desenvolveram resistência aos nossos pesticidas. Estes são exemplos de microevolução-evolução em pequena escala. Aqui, você pode explorar o tema da microevolução através de vários estudos de caso em que temos observados diretamente sua ação. Podemos começar com uma definição exata. A microevolução é a evolução em pequena escala.

Especiação

Quais são as espécies afinal, e como novas evoluem? Aqui, você pode explorar diferentes maneiras de definir uma espécie e aprender sobre os vários processos através dos quais a especiação pode ocorrer. Esta seção também aborda os temas de coespeciação quando duas linhagens divididas em conjunto umas com as outras e os modos de especiação que são específicos para as plantas. Vamos começar pela definição de uma espécie. Especiação em ação

Macroevolution

Macroevolução é a evolução em grande escala ; que vemos quando olhamos para a história mais abrangente da vida: estabilidade,  mudança,  linhagens resultantes e extinção. Aqui, você pode examinar os padrões de macroevolução na história evolutiva e descobrir como os cientistas investigam profundamente a história dos seres vivos.

As grandes questões 

Todas as evidências disponíveis apoiam as conclusões centrais da teoria da evolução, de que a vida na Terra evoluiu e que as espécies compartilham ancestrais comuns. Os biólogos não estão discutindo sobre estas conclusões. Mas eles estão tentando descobrir como a evolução acontece, e isso não é uma tarefa fácil. Ela envolve a coleta de dados, propondo hipóteses, criando modelos, e avaliando o trabalho de outros cientistas. Estas são todas as atividades que podem, e devem, manter-se à nossa lista de verificação e fazer a pergunta: eles estão fazendo ciência? Todas as ciências fazem perguntas sobre o mundo natural, propoem explicações em termos de processos naturais, e avaliam essas explicações usando evidências do mundo natural. A biologia evolutiva não é excepção. Concepção básica da mudança evolutiva e diversificação (*ilustrado com uma página de seu caderno à esquerda) de Darwin explica muitas observações em termos de processos naturais e é apoiado por evidências do mundo natural.Algumas das perguntas que os biólogos evolucionistas estão tentando responder incluem:

  1. A evolução tende a continuar lenta e progressivamente ou em saltos rápidos?
  2. Por que algumas clades são muito diversificadas e algumas são extraordinariamente escassas?
  3. Como a evolução produziu características novas e complexas?
  4. Há tendências em evolução, e em caso afirmativo, por quais processos são geradas?

[*Darwin notebook excerpt used by permission of the Syndics of Cambridge University Library and may not be reproduced without their written permission.(Por isso não publiquei a imagem, você pode ver no link)]   Essa foi a primeira parte, em breve postarei a segunda.