O desafio de James Tour que os evolucionistas não são capazes de responder


Fonte

NanocarrosO Professor James M. Tour é um dos dez químicos mais citados do mundo. Ele é famoso pelo seu trabalho com nanocarros, nanoelectrónica, nanoestruturas de grafeno, nanovectores de carbono em medicina, e pesquisas em torno do carbono verde como forma de melhoria da recuperação de petróleo, petróleo ecológico e extracção de gasolina. Actualmente, ele é o Professor de Química, de Ciência da Computação, Engenharia Mecânica, e Ciência dos Materiais na “Rice University”. Ele é o autor e co-autor de 489 publicações científicas e tem o seu nome em 36 patentes.

Embora ele não se identifique como proponente da teoria científica do Design Inteligente (DI), em 2001 o Professor Tour, bem como outros 700 cientistas, tiveram a coragem de assinar o “Scientific Dissent from Darwinism” do “Discovery Institute”, onde se lê:

Estamos cépticos das alegações da habilidade das mutações aleatórias e da selecção natural para justificar a complexidade da vida. Deve-se encorajar uma análise mais cuidadosa das evidências em favor da teoria Darwiniana.

No site do professor, existe um artigo bastante revelador em torno da evolução e a criação, onde o Professor Tour diz de forma directa que, do ponto de vista químico, não entende como é possível que a macroevolução tenha ocorrido:

Embora a maior parte dos cientistas deixe poucas pontas soltas na sua busca para entender os mecanismos antes de os aceitar sem reservas, quando se fala das enormes extrapolações entre as observações e as conclusões em torno da macroevolução, parece-me que os cientistas permitem uma margem de manobra nada saudável. Quando ouvimos tais extrapolações no mundo académico, quando será que gritaremos “O rei vai nu!”? (..)

Quimicamente falando, eu pura e simplesmente não entendo como é que a macroevolução pode ter ocorrido. Tomando isto em conta, será que não sou eu livre para assinar tal declaração sem sofrer represálias por parte de aqueles que não concordam comigo? … Será que alguém entende os detalhes químicos por trás da macroevolução? Se sim, gostaria de me sentar com essa pessoa e ser ensinado por ela, e portanto, convido-a a encontrar-se comigo.

Numa conversa mais recente com o título de “Nanotecnologia e Jesus Cristo” , dada no dia 1 de Novembro de 2012, o Professor Tour foi mais longe e declarou que nenhum cientista com quem ele falou entende a macroevolução – e essa lista de pessoas com quem ele falou inclui vencedores do Prémio Nobel!

Eis o que ele disse a um estudante quando foi questionado sobre a teoria da evolução:

James_TourEu digo-lhe o seguinte, como cientista e como químico sintético: se existe alguém que deveria ser capaz de entender a evolução, esse alguém sou eu visto que a minha profissão é construir moléculas. E eu pura e simplesmente não compro um conjunto, e misturo com isto e com aquilo. O que quero dizer é, ab initio, eu faço moléculas e entendo o quão difícil é construir moléculas. Entendo que se eu pegar na caixa de ferramentas da Natureza, será muito mais fácil visto que as ferramentas encontra-se todas lá e eu apenas tenho que misturar as proporções certas, e eu faço isto sob condições controladas. Mas ab initio é muito mas muito complicado.

Eu não entendo a evolução e isso confesso-lhe a si. Há algum mal em dizer “Eu não entendo isto?” Será que está certo? Eu sei que há por aí muitas pessoas que não entendem nada da síntese orgânica, mas entendem a teoria da evolução. Eu entendo muito sobre a forma como se fazem as moléculas, mas não entendo a teoria da evolução.

Alguém provavelmente dirá, wow, “você deve ser muito pouco usual!” Deixem-me falar um pouco sobre o que ocorre nos quartos dos fundos da ciência – com membros da Academia Nacional, com vencedores de prémios Nobel e tudo o mais. Eu já me sentei com eles a sós, não em público – porque dizer o que eu acabei de dizer é muito assustador – e disse, “Você entende tudo isto, de onde isto surgiu, e como aquilo aconteceu?” Todas as vezes que me sentei com pessoas que são químicos sintéticos, que entendem disto, eles dizem “Uh-uh. Não.” Estas pessoas estão muito longe de entender como é que estas coisas vieram a acontecer.

Eu já me sentei com membros da Academia Nacional [de Ciências] e com vencedores de prémios Nobel. Às vezes eu digo “Entendes isto?” E se eles têm medo de dizer “Sim”, eles não dizem nada. Eles apenas olham para mim porque eles não podem responder de forma sincera.

Aconteceu uma vez, há muitos anos atrás, que eu fui levado para o Departamento do Reitor, e ele era um químico. Ele estava preocupado com algumas coisas. Eu disse, “Deixe-me perguntar-lhe uma coisa: você é um químico. Você entende isto? Como é que podemos ter ADN sem uma membrana na célula? E como é que obtemos uma membrana na célula sem ADN? E como é que tudo se originou a partir deste bocado de geleia?” Nós não sabemos, nós não sabemos.

Eu disse, “Não é interessante que você, Reitor de Ciência, e eu, professor de química, possamos falar disto em privado no seu escritório mas não podemos ir lá fora e falar nisto?”

Se você entende a evolução, eu não tenho problemas com isso. Eu não lhe vou tentar mudar. De facto, eu gostaria de ter o entendimento que você tem. Mas há cerca de 7 ou 8 anos atrás, coloquei no meu site que não entendo. Eu para além disso eu disse: Pagarei o almoço a quem for capaz de se sentar comigo e me explicar a evolução. E eu não discutirei consigo até não entender alguma coisa. Se eu não entender, pedirei para que você esclareça esse ponto. Mas você não pode agitar as mãos e dizer “Esta enzima faz isto.” Você tem que dizer as coisas até ao detalhes em torno da forma como as moléculas são construídas. Até hoje ninguém me veio explicar nada.

A Sociedade Ateísta entrou em contacto comigo e disseram que me pagariam o almoço. E outras pessoas desafiaram a Sociedade Ateísta: “Desçam até Houston e almocem com este homem, e falem com ele.” Ninguém veio! Lembrem-se: uma vez que eu só vou perguntar, quando eu parar de entender o que vocês estão a dizer, eu farei perguntas. Portanto, de modo sincero, eu quero saber. Eu gostaria de acreditar mas pura e simplesmente não consigo.

Eu entendo da microevolução. A sério, eu entendo. Nós fazemos isto a toda a hora no laboratório. Isso eu entendo. Mas quando se têm alterações de especiação, quando se tem órgãos a mudar, quando se têm linhas evolutivas combinadas, tudo a ocorrer no mesmo local geográfico e no mesmo local cronológico – e não só uma linha evolutiva, mas linhas combinadas, tudo no mesmo local, no mesmo meio ambiente – tudo isto é difícil de imaginar.

Há pouco tempo atrás estive em Israel, e falei com um bio-engenheiro. E ele estava a descrever-me o ouvido, e ele estudava as modificações distintas no módulo do ouvido, e foi então que eu perguntei, “Como foi que isto veio a existir?” Ele disse, “Oh, Jim, tu sabes que todos nós acreditamos na teoria da evolução mas não temos ideia nenhuma de como foi que isso aconteceu.“

——
A palestra online do Professor Tour é absolutamente fascinante, e bem comovente ao nível pessoal. Apelo fortemente que os leitores que oiçam a sua palestra por completo – incluindo as perguntas que se seguem posteriormente. Prometo que não se arrependerão.

Um pedaço de informação que vou revelar é que o Professor Tour foi muito importante em fazer com que o vencedor do prémio Nobel Richard Smalley, vencedor do prémio Nobel para a Química no ano de 1996, rejeitasse a evolução Darwiniana e adoptasse o criacionismo da Terra antiga pouco antes de morrer em 2005. Foi Tour que convenceu Smalley a aprofundar-se no tópico das origens. Depois de ler os livros “Origem da Vida” e “Quem foi Adão?”, escritos pelos Dr. Hugh Ross (astrofisico) e o Dr. Fazale Rana (bioquímico), o Dr. Smalley explicou a sua mudança de coração da seguinte forma:

A evolução acabou de receber um tiro fatal. Depois de ler “Origem da Vida”, e com a minha formação em química e física, é claro que a evolução não pode ter ocorrido. O novo livro, “Quem Foi Adão?”, é a bala de prata que matou a teoria da evolução.

Palavras bem fortes para um laureado, sem dúvida. Os leitores podem encontrar mais sobre a mudança do Professor Richard Smalley aqui.

Porque é que devemos acreditar na macroevolução se ninguém entende como foi que ela se processou?

Agora que o Profesor Tour informou ao mundo que até cientistas que venceram prémios Nobel admitem em privado que não entendem a macroevolução, a pessoa comum tem o direito de perguntar: “Se até eles não entendem, porque é que nós temos que acreditar nisso? Como é possível que nós tenhamos que acreditar numa teoria que ninguém entende?“ (…)

* * * * * * *

Os químicos, e os cientistas vencedores de prémios Nobel não sabem como foi que a macroevolução ocorreu porque ela não ocorreu. Ela não ocorreu, não porque estes cientistas não saibam como ocorreu, mas sim porque as evidências em favor dessa teoria pura e simplesmente não existem.

Precisamente por isso é que os evolucionistas intimidam os cientistas que têm dúvidas em torno das teses darwinistas, levando a que muitos deles só possam falar abertamente sobre os inúmeros problemas da teoria da evolução em privado. Isto refuta claramente a fábula evolucionista da ciência como actividade livre de amarras ideológicas, onde o que conta são os factos nus e crus – e não as ideologias que os cientistas podem ter.

Note-se que, tal como disse o Professor James, estes são cientistas que trabalham em áreas que são mais do que relevantes para a teoria da evolução (química, física, etc) e não ignorantes simplórios.

Para nós Cristãos, o facto de cientistas credenciados não saberem como é que a macroevolução ocorreu não é surpresa visto que Aquele que estava presente quando a vida surgiu na Terra – Ele sendo o Causador dessa vida – já nos tinha alertado em Romanos 1:20 para a forma como as pessoas podem rejeitar verdades óbvias como forma de manterem intactas as suas preciosas crenças anti-Cristãs:

Porque as Suas [de Deus] coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o Seu Eterno Poder, como a Sua divindade, se entendem, e claramente se vêem, pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inexcusáveis

Ou seja, o evolucionista está bem ciente que a teoria da evolução não tem evidencias em seu favor, mas em vez de tomar a decisão lógica, coerente e acertada, deduzindo que a vida tem Um Criador (e só Um), ele rejeita as evidências a favor da criação (e contra a teoria da evolução) e continua a iludir-se de que répteis podem evoluir para pássaros, e animais terrestres podem evoluir para baleias.

Por isso é que é fundamental levar em conta que quando falamos com um evolucionista ateu, estamos a falar com alguém que sabe a verdade, mas conscientemente rejeitou-a em favor de outra teoria que ele sabe estar errada.

Este artigo está em darwinismo.wordpress

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