Em Defesa do Design Inteligente

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O que quer que você faça, não diga “complexidade irredutível”.


By Evolution News 

[Obs: Texto adaptado – Links no original em inglês – Imagem do EnV]

 

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Ao navegar pelos artigos a serem publicados no Journal of Molecular Evolution, encontramos a seguinte frase:

Uma vez que o assunto da emergência celular da vida é extraordinariamente complicado (evitamos o termo “complexopor causa de sua associação combio-complexidade ou complexidade irredutível“); é improvável que qualquer teoria global da natureza, emergência e evolução da vida possa ser totalmente formulada, quantificada e experimentalmente investigada.

Não diga… Bem, não diga essa palavra. Você sabe a primeira. A palavra “c”… Terminando em “x”. Porque as pessoas podem pensar em… Você sabe. A coisa irredutível e aquela peste Michael Behe.

O que você está fazendo – você disse seu nome! Não faça isso!

Oh, e não é BIO-Complexity (sobre bio-complexidade) o título de um jornal científico revisto por pares, aberto a examinar ideias que apoiam o design inteligente? Sim. Nesse caso, o que quer que você faça, não diga “bio-compexidade“; senão!

Em vez disso, diga “complicado“. – Um pouco complicado. Isso é melhor.  São menos associações desagradáveis.

Infelizmente, tentar desesperadamente evitar discutir um tópico por policiamento da sua linguagem ou pensamento, só chama atenção psicologicamente para o próprio tema que se procura evitar. O fenômeno é chamado de “problema do urso branco“.

Um exemplo pode ser senhoras vitorianas cobrindo pernas de piano com saias, embora entendamos que isso é apenas uma lenda urbana. A frase acima, Entretanto? Tudo muito real; a partir daqui.

 

 

 

 

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