Em Defesa do Design Inteligente

Conteúdo do blog

Este blog é um acervo de artigos que abordam principalmente a Teoria do Design Inteligente, aborda o evolucionismo; e outros assuntos relacionados a teísmo, ateísmo e ciência.

O QUE É TEORIA DO DESIGN INTELIGENTE?

A teoria do design inteligente sustenta que certas características do universo e dos seres vivos são melhor explicadas por uma causa inteligente, não um processo não direcionado, como a seleção natural. Através do estudo e análise dos componentes de um sistema, um teórico do design é capaz de determinar se várias estruturas naturais são o produto do acaso, lei natural, design inteligente ou alguma combinação destes.

As células das plantas sobrevivem, mas param de se dividir em caso de dano ao DNA.

Por Science Daily

[Texto/título adaptados a partir do original – Imagem do Science Daily – esse artigo possui links que não estão presentes no artigo original]

Pesquisadores da NAIST mostram a via molecular pela qual as plantas interrompem a divisão celular após dano no DNA.

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Manchas verdes indicam um fator de transcrição que se acumula e inibe a divisão celular após dano no DNA. Os pesquisadores encontraram um papel indispensável do fator de transcrição na contenção do crescimento das plantas sob condições estressantes.                                                                                                                                    

 

 


 

 

O ciclo celular é o sistema ao qual uma célula cresce e se divide. É também a forma como uma célula passa seu DNA para sua progênie e é por isso que o ciclo celular para se o DNA for danificado, pois de outra forma corre o risco de passar esse dano às células filhas. Cientistas do Instituto Nara de Ciência e Tecnologia (NAIST em inglês) relataram um novo mecanismo molecular que explica como essa interrupção ocorre. O estudo, que pode ser lido na Nature Communications, mostra que a família de fatores de transcrição MYB3R evita a progressão para o estágio de divisão (fase M) do ciclo celular na Arabidopsis, uma pequena planta florida que é membro da família da mostarda. [Ênfase adicionada]

A inibição da divisão celular em resposta ao dano do DNA permite que as células mantenham a integridade do genoma. A inibição é regulada por diferentes moléculas em animais e plantas“, explica o professor da NAIST, Masaaki Umeda, que estuda o papel das células estaminais no crescimento da planta.

O MYB3R pode ser dividido em grupos de ativadores de transcrição (Act-MYB) e repressores de transcrição (Rep-MYB). As plantas crescem através da ponta da raiz e o broto terminal, mas não com danos no DNA. No estudo, o professor Umeda e seus colegas descobriram que o término do crescimento foi acompanhado por uma acumulação de proteínas Rep-MYB nessas regiões e que, ausente dessa acumulação, as plantas mostraram sinais de crescimento de folhas e flores.

Para entender como essa acumulação ocorre em resposta ao dano do DNA, os cientistas consideraram o papel do CDK, ou cinases dependentes de ciclina. Os CDKs são cruciais para a regulação do ciclo celular. O dano no DNA suprime a atividade do CDK, o que evita a progressão para a fase M. O professor Umeda descobriu que a inibição de CDKs mesmo com a ausência de dano no DNA, poderia causar a acumulação de Rep-MYB3R observada com danos no DNA e bloquearia o ciclo celular antes da transição da fase M. “Descobrimos que a atividade de CDK é necessária para a degradação de Rep-MYB em condições normais. A degradação é suprimida devido ao dano no DNA“, disse ele.

O estudo descobriu ainda que as proteínas Rep-MYB acumuladas, miram os genes responsáveis ​​pela transição da célula para a fase M. “O Rep-MYB tem uma série de genes G2 / M  específicos como alvo. Descobrimos que eles paralisam o crescimento da planta visando apenas um conjunto específico desses genes“, observa o Prof. Umeda.

O por que apenas um conjunto específico e não todos os seus genes-alvo ainda não está claro, embora o Prof. Umeda sugere que essa descoberta poderia ser a prova de que um cofator que interage com o Rep-MYB, possa determinar a seletividade. O professor Umeda diz que o estudo fornece um novo paradigma de como a divisão celular da planta é interrompida após o dano do DNA, evitando assim que as células danificadas se acumulem em condições estressantes. “Sem danos no DNA, o CDK evita a ativação do Rep-MYB, o que permite que o ciclo celular progrida para a divisão celular. O dano do DNA inibe a atividade CDK, liberando Rep-MYB e parando a divisão celular“, diz ele.


Journal Reference:

  1. Poyu Chen, Hirotomo Takatsuka, Naoki Takahashi, Rie Kurata, Yoichiro Fukao, Kosuke Kobayashi, Masaki Ito, Masaaki Umeda. Arabidopsis R1R2R3-Myb proteins are essential for inhibiting cell division in response to DNA damageNature Communications, 2017; 8 (1) DOI: 10.1038/s41467-017-00676-4

A Informação É A Base Do Universo?

Por Evolution News – Michael Egnor

[Obs: Texto adaptado – O artigo possui alguns links em inglês – Vídeo adicionado (Não tem no artigo original) no final do artigo do PhD Stephen Meyer, sobre biologia e informação – Vídeos legendados em português, ative as legendas]

 

Big Think tem um artigo interessante, “A Base do Universo Pode Não Ser Energia ou Matéria, Mas Informação“. O autor, Philip Perry, escreve:

Existem muitas teorias sobre qual é a base do universo. Alguns físicos dizem que são partículas subatômicas. Outros acreditam que é energia ou mesmo o espaço-tempo. Uma das teorias mais radicais sugere que a informação é o elemento mais básico do cosmos. Embora esta linha de pensamento emana de meados do século 20, parece estar hoje, desfrutando um pouco de um renascimento entre uma série de cientistas proeminentes.

Considere que, se soubéssemos a composição exata do universo e todas as suas propriedades e tivéssemos energia e conhecimentos suficientes para nos basear, teoricamente, poderíamos dividir o universo em vários 0 e 1 (bits) e usar essa informação, reconstruindo-o de baixo para cima. É a informação; dizem os provedores desta visão, trancada dentro de qualquer componente singular, que nos permite manipular a matéria da forma que escolhermos…

Perry discute várias abordagens para a teoria da informação (por exemplo, informações Shannon), e ele traz o físico teórico John Archibald Wheeler:

[Wheeler] em seus últimos anos foi um forte defensor da teoria da informação. Outro exemplo de ciência desconhecida, Wheeler era um veterano do Projeto Manhattan, cunhou os termos “buraco negro” e “buraco de minhoca”, ajudou a elaborar a “matriz S” com Neils Bohr e colaborou com Einstein em uma teoria unificada da física.

Wheeler disse que o universo tinha três partes: primeiro, “Todas As Coisas São Partículas“, em segundo lugar, “Todas As Coisas São Campos” e, em terceiro lugar, “Todas As Coisas São Informação“. Na década de 1980, ele começou a explorar possíveis conexões entre a teoria da informação e a mecânica quântica. Foi durante este período que ele cunhou a frase “A partir do pouco“. A idéia é que o universo emana da informação inerente a ele. Cada um deles ou uma partícula é um bit. É a partir do bit.

Em 1989, Wheeler produziu um paper para o instituto de Santa Fé, onde ele anunciou, “tudo” – cada partícula, cada campo de força, mesmo o próprio espaço-tempo contínuo – deriva sua função, seu significado, sua própria existência inteira – mesmo que em alguns contextos, indiretamente – do aparelho [respostas evocadas por equipamentos] – produzindo respostas sim-ou-não para perguntas, através de escolhas binárias, bits “.

No mundo dominado por materialistas da ciência moderna, é natural inferir que a matéria (ou campos que movem a matéria) é a realidade fundamental. Mas uma análise cuidadosa da natureza, e particularmente da biologia, sugere que a informação é a realidade básica, da qual a matéria é um meio em que a informação é manifesta.

A centralidade da informação para o mundo natural, e particularmente para o mundo biológico, tem sido a tese orientadora do movimento do design inteligente. Meus colegas, Bill Dembski e Stephen Meyer, em particular, escreveram extensivamente sobre a importância da teoria da informação na compreensão da natureza. Nós, no movimento do DI, apenas continuamos uma linha de pesquisa que remonta bastante ao passado.

 

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O que chamamos de informação é melhor definido como “limitação de resultados” na natureza. A informação é a limitação de configurações particulares e funções da matéria. Os sistemas de informação baixos são caóticos, exibindo uma grande quantidade de estados e relacionamentos (pense nas configurações incontáveis ​​de moléculas de água no oceano). Sistemas de informação elevados, como seres vivos, têm um conjunto restrito de estados e funções. As coisas vivas são mantidas vivas pela homeostase, que é a notável tendência da vida de manter um ambiente fisiológico interno constante. Compreender e manter a homeostase é, por exemplo, essencial para a prática da medicina, onde doenças e ferimentos podem ser entendidos como distúrbios da homeostase.

A tradicional compreensão hilemórfica da natureza – desenvolvida pelos filósofos escolásticos que foram os precursores da Revolução Científica – enfatizava a centralidade da informação (como limitação) de uma forma bastante dramática (e eu acho bastante precisa). Na compreensão hilemórfica, matéria e forma são manifestações de uma realidade mais fundamental, que é potência e ação. A potência é a gama de possibilidades inerentes a uma coisa. O ato é a realidade da coisa, como ela realmente é. Ou seja, agir (forma) é o que faz algo real, e não apenas possível. Usando a terminologia moderna, a informação (forma) é o que torna a natureza real.

Na natureza, a forma se reflete na inteligibilidade de uma coisa. A causa final, que é a teleologia, é a meta para a qual a mudança natural é direcionada e, na natureza (ao contrário dos artefatos), as causas formais e finais são geralmente as mesmas. O crescimento de um fruto em um carvalho tem uma causa formal, a qual é tudo o que pode ser conhecido sobre o carvalho – sua estrutura, função, etc. – e tem uma causa final que é idêntica à sua causa formal. A forma do carvalho também é o que torna o carvalho real, e não apenas o potencial.

As causas formais e finais são, portanto, limitações em estados e funções particulares que uma coisa pode ter. Nesse sentido, as causas formais e finais refletem a informação inerente a uma coisa. Isso se reflete na própria palavra – “in-form-ação” [ in-form-ation].

A informação então, entendida tipicamente como causa formal e final, não é meramente a base da natureza, é o que torna a natureza real, e não o potencial, e essa realidade é exatamente o que é inteligível sobre a natureza. A realidade e inteligibilidade da natureza é aquilo que é mais básico, e é uma informação que confere realidade e inteligibilidade ao mundo natural.

Perry fecha com uma reflexão sobre a fonte da informação da natureza:

Se a natureza da realidade é de fato redutível à própria informação, isso implica em uma mente consciente no destinatário, para interpretá-la e compreendê-la. O próprio Wheeler acreditava em um universo participativo, onde a consciência ocupa um papel central. Alguns cientistas argumentam que o cosmos parece ter propriedades específicas que lhe permitem criar e sustentar a vida. Talvez o que mais se deseje, seja um público cativado e admirado, envolvido em prodigioso esplendor.

Perry chegou perto de reconhecer um designer da natureza, mas suspeita-se que a correção ideológica materialista/ateísta que aflige a ciência, o dissuadiu de chegar a conclusão óbvia. A centralidade da informação da natureza implica uma mente no fim do recebimento – a forma é, afinal, apenas aquilo que é inteligível sobre uma coisa – mas ainda mais importante, a informação pressupõe uma mente no fim da criação.

As formas podem existir nas mentes e nas coisas, mas a existência de causas formais e finais na natureza pressupõe uma mente que direciona os processos naturais para os fins inteligíveis reais. Como Tomás de Aquino escreveu em Quinta Via, assim como inferimos um arqueiro quando vemos uma flecha voando através do ar, é razoável inferir uma mente que visa os processos da natureza de acordo com as regularidades e as leis físicas.

A informação, entendida como causa formal e final, é o que torna a natureza real. E a informação pressupõe um designer.

 

Bactérias Intestinais Que “Falam” Com Células Humanas Podem Levar A Novos Tratamentos.

Por Science Daily

[Obs: Texto adaptado – Imagem do Science Daily]

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Data: 30 de agosto de 2017

Fonte: Universidade Rockefeller

Resumo: Cientistas desenvolveram um método para engenharia genética de bactérias intestinais, para produzir moléculas que têm o potencial de tratar certos distúrbios, alterando o metabolismo humano.

 


 

Temos uma relação simbiótica com os trilhões de bactérias que vivem em nossos corpos – elas nos ajudam, nós as ajudamos. Acontece que eles até falam o mesmo idioma. E novas pesquisas da Universidade Rockefeller e da Icahn School of Medicine no Mt. Sinai, sugerem que essas coisas comumente descobertas, podem abrir a porta para a flora intestinal “projetada” que pode ter efeitos terapeuticamente benéficos contra doenças.

Nós chamamos isso de mimetismo“, diz Sean Brady, diretor do Laboratório de Moléculas Pequenas Codificadas Geneticamente da Universidade Rockefeller [Rockefeller University’s Laboratory of Genetically Encoded Small Molecules], onde a pesquisa foi conduzida. O avanço foi descrito em um artigo publicado nesta semana na revista Nature.

Em uma “descoberta de *cano duplo (*arma)”, Brady e o co-investigador Louis Cohen descobriram que bactérias intestinais e células humanas, embora tenham muitas diferenças, falam aquilo que é basicamente a mesma linguagem química, com base em moléculas chamadas ligantes[ligandos]. Com base nisso, eles desenvolveram um método para engenharia genética das bactérias para produzir moléculas que têm o potencial de tratar certos distúrbios, alterando o metabolismo humano. Em um teste de seu sistema em camundongos, a introdução de bactérias intestinais modificadas levou a níveis reduzidos de glicose no sangue e outras alterações metabólicas nos animais.

Empreendimento molecular

O método envolve a relação de bloqueio e chave dos ligantes, que se ligam aos receptores nas membranas das células humanas para produzir efeitos biológicos específicos. Neste caso, as moléculas derivadas de bactérias estão imitando ligantes humanos que se ligam a uma classe de receptores conhecidos como GPCRs, para receptores acoplados à proteína G.

Muitos dos GPCRs estão relacionados a doenças metabólicas, diz Brady, e são os alvos mais comuns da terapia medicamentosa. E eles estão convenientemente presentes no trato gastrointestinal, onde as bactérias intestinais também são encontradas. “Se você vai falar com bactérias“, diz Brady, “você vai conversar com elas ali mesmo“. (As bactérias intestinais são parte do microbioma, a maior comunidade de micróbios que existem no e dentro do corpo humano).

Em seu trabalho, Cohen e Brady manipularam bactérias intestinais para produzir ligandos específicos, N-acil amidas, que se ligam a um receptor humano específico, GPR 119, que é conhecido por estar envolvido na regulação da glicose e do apetite, e já foi um alvo terapêutico para o tratamento de diabetes e obesidade. Os ligantes bacterianos que criaram revelaram-se quase idênticos estruturalmente aos ligantes humanos, diz Cohen, professor assistente de gastroenterologia na Icahn School of Medicine no Mt. Sinai.

Manipulando o sistema

Entre as vantagens de trabalhar com bactérias, diz Cohen, que passou cinco anos no laboratório de Brady como parte do Programa de Estudantes Clínicos da Rockefeller, é que seus genes são mais fáceis de manipular do que os genes humanos e já se sabe muito sobre eles. “Todos os genes para todas as bactérias dentro de nós foram sequenciados em algum momento“, diz ele.

Em projetos anteriores, pesquisadores do laboratório de Brady extraíram micróbios do solo em busca de agentes terapêuticos naturais. Neste caso, Cohen começou com amostras de fezes humanas em sua busca de bactérias intestinais com DNA que ele poderia criar. Quando as encontrou, ele os clonou e os embalou dentro da bactéria E. coli, que é fácil de cultivar. Ele poderia então ver quais moléculas as cepas de E. coli geradas estavam fazendo.

Embora sejam o produto de microorganismos não humanos, Brady diz que é um erro pensar nos ligandos bacterianos que criam no laboratório como estrangeiros. “A maior mudança de pensamento neste campo nos últimos 20 anos é que nossa relação com essas bactérias não é antagônica“, diz ele. “Elas são uma parte da nossa fisiologia. O que estamos fazendo é explorar o sistema nativo e manipulando-o para nossa vantagem“.

Este é o primeiro passo no que esperamos ser uma interrogação funcional em grande escala, sobre o que as moléculas derivadas de micróbios podem fazer“, diz Brady. Seu plano é expandir e definir sistematicamente a química que está sendo usada pelas bactérias em nossas entranhas para interagir conosco. Nossos ventres, afinal, estão cheios de promessas.

 

 


 

 

Journal Reference:

  1. Louis J. Cohen, Daria Esterhazy, Seong-Hwan Kim, Christophe Lemetre, Rhiannon R. Aguilar, Emma A. Gordon, Amanda J. Pickard, Justin R. Cross, Ana B. Emiliano, Sun M. Han, John Chu, Xavier Vila-Farres, Jeremy Kaplitt, Aneta Rogoz, Paula Y. Calle, Craig Hunter, J. Kipchirchir Bitok, Sean F. Brady. Commensal bacteria make GPCR ligands that mimic human signalling moleculesNature, 2017; DOI: 10.1038/nature23874

Micro RNA – As primeiras previsões da evolução.

Por Darwins Predictions – Cornelius Hunter

[Obs: Texto adaptado a partir do original – O texto original não tem imagens]

 

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Os genes possuem informações que são usadas para construir moléculas de proteína e RNA que fazem várias tarefas na célula. Um gene é copiado em um processo conhecido como transcrição. No caso de um gene que codifica a proteína, a transcrição é editada e convertida em uma proteína em um processo conhecido como tradução. Tudo isso é guiado por elaborados processos regulatórios que ocorrem antes, durante e após essa sequência de transcrição, edição e tradução.

Por exemplo, trechos de nossos DNA, que foram considerados de pouca utilidade, têm um papel regulador importante. Este DNA é transcrito em vertentes de cerca de 20 nucleótidos, conhecido como micro RNA. Esses pequenos trechos se ligam e interferem com os transcritos de RNA – cópias de genes de DNA – quando a produção do gene precisa ser retardada.

Os Micro RNAs também podem ajudar a modificar o processo de tradução, estimulando o dimensionamento de quadros ribossômico programado. Dois microRNAs se juntam à transcrição de RNA resultando em uma forma de estrutura de RNA de pseudoknot, ou triplex, que faz com que o quadro de leitura ocorra. (Belew)

Os MicroRNAs não vêm apenas do DNA de uma célula. Os MicroRNAs também podem ser importados de células próximas, permitindo assim que as células se comuniquem e se influenciem mutuamente. Isso ajuda a explicar como as células podem se diferenciar em um embrião crescente de acordo com sua posição dentro do embrião. (Carlsbecker)

Os Micro RNAs também podem vir dos alimentos que comemos. Em outras palavras, o alimento não contém apenas carboidratos, proteínas, gorduras, minerais, vitaminas, etc; também contém informações – na forma desses fragmentos regulatórios de micro RNA – que regulam a produção de genes. (Zhang)

Enquanto os micro RNAs regulam a produção de proteínas, os próprios micro RNAs também precisam ser regulados. Portanto, existe uma rede de proteínas que controlam rigorosamente a produção de micro RNA, bem como a remoção deles. “Apenas a pura existência desses reguladores exóticos“, explicou um cientista, “sugere que nossa compreensão sobre as coisas mais básicas – como a forma como uma célula se liga e desliga – é incrivelmente ingênua.” (Hayden)

Duas predições básicas que a teoria evolutiva faz em relação aos micro RNAs são que (i) como toda a biologia, surgiram gradualmente através de variações biológicas ocorrendo aleatoriamente (como mutações) e (ii) como conseqüência dessa origem evolutiva, os micro RNAs devem formar um padrão que se aproxima do padrão de descendência comum da evolução. A ciência atual falsificou essas duas previsões.

É improvável que os micro RNAs tenham evoluído gradualmente através de mutações aleatórias, pois são necessárias muitas mutações. Sem a existência prévia de genes e o processo de síntese proteica, os micro RNAs seriam inúteis. E sem a existência prévia de seus processos regulatórios, os micro RNAs causariam estragos.

Dado o fracasso da primeira previsão, não é surpreendente que a segunda previsão também tenha falhado. As sequências genéticas de micro RNA não se enquadram no padrão de descendência comum esperado. Ou seja, quando comparados entre diferentes espécies, os micro RNAs não se alinham com a árvore evolutiva. Como um cientista explicou: “Olhei para milhares de genes de micro RNA e não consigo encontrar um único exemplo que apoie a árvore [evolutiva] tradicional“. (Dolgin)

Embora existam dúvidas sobre esses novos dados filogenéticos, “o que sabemos nesta fase“, explicou outro evolucionista, “é que temos uma incongruência muito séria“. Em outras palavras, diferentes tipos de dados relatam árvores evolutivas muito diferentes. O conflito é muito maior que as variações estatísticas normais.

 

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Tem que existir“, acrescentou outro evolucionista, “outras explicações“. Uma explicação é que os micro RNAs evoluem de maneira inesperada. Outra é que a árvore evolutiva tradicional está errada. Ou os evolucionistas podem considerar outras explicações. Mas, em qualquer caso que seja, os micro RNAs são mais um exemplo de evidências que não se encaixam nas expectativas evolutivas. Mais uma vez, a teoria precisará ser modificada de forma complexa para se adequar às novas descobertas.

Entretanto, os cientistas estão descobrindo que a imposição do padrão de descendência comum, onde os micro RNAs devem ser conservados entre as espécies, está dificultando a pesquisa científica:

Esses resultados destacam as limitações que podem resultar da imposição de que os miRNAs sejam conservados nos organismos. Esses requisitos, por sua vez, resultarão em nossos miRNAs de organismos genuínos ausentes e talvez possam explicar por que muitos destes miRNAs novos não foram previamente identificados. (Londin)

A teoria evolutiva vem limitando a ciência. Embora o padrão de descendência comum tenha sido o guia desde os estudos iniciais do micro RNA, esses pesquisadores “se libertaram” dessa restrição, e isso está levando a um bom progresso científico:

Nos primeiros dias de campo do miRNA, houve uma ênfase na identificação de miRNAs que são conservados em organismos… No entanto, miRNAs de espécies específicas também foram descritos e caracterizados como sendo miRNAs que estão presentes apenas em uma ou poucas espécies do mesmo gênero. Portanto, aplicar um requisito de conservação de organismos durante as pesquisas com miRNA é uma barreira que limita o número de miRNAs potenciais que podem ser descobertos, deixando organismos e linhagens específicas de miRNAs ocultos. Em nosso esforço para caracterizar ainda mais o repertório de miRNA humano, nos desprendemos do requisito de conservação… Esses achados sugerem fortemente, a possibilidade de uma ampla gama de miRNA-ome de espécies específicas que ainda não foi caracterizado. (Londin)

As duas predições do micro RNA foram falsificadas e, de forma surpreendente, a hipótese evolutiva prejudicou a pesquisa científica de como os micro RNAs funcionam.

 


 

Referencias

Belew, Ashton T., et. al. 2014. “Ribosomal frameshifting in the CCR5 mRNA is regulated by miRNAs and the NMD pathway.” Nature 512:265-9.

Carlsbecker, Annelie, et. al. 2010. “Cell signalling by microRNA165/6 directs gene dose-dependent root cell fate.” Nature 465:316-21.

Dolgin, Elie. 2012. “Phylogeny: Rewriting evolution.” Nature 486:460-2.

Hayden, Erika Check. 2010. “Human genome at ten: Life is complicated.” Nature464:664-7.

Londin, Eric, et. al. 2015. “Analysis of 13 cell types reveals evidence for the expression of numerous novel primate- and tissue-specific microRNAs.” Proc Natl Acad Sci USA112:E1106-15.

Zhang, L., et. al. 2012. “Exogenous plant MIR168a specifically targets mammalian LDLRAP1: evidence of cross-kingdom regulation by microRNA.” Cell Research 22:107-26.

O Antigo Mistério Biológico Sobre A Organização Do DNA Agora Resolvido.

Por Science Daily 

[***Obs: Título e texto adaptados a partir do original – Imagem do SD]

Esticado, o DNA de todas as células do nosso corpo chegaria a Plutão. Então, como cada célula minúscula possui um comprimento de DNA de dois metros em seu núcleo, sendo o seu total de apenas um milésimo de milímetro? A resposta a este enigma biológico assustador, é fundamental para entender como a organização tridimensional do DNA no núcleo influencia nossa biologia, entender como nosso genoma orquestra nossa atividade celular, e como os genes são passados de pais para filhos.

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Agora, cientistas do Instituto Salk e da Universidade da Califórnia, em San Diego, forneceram pela primeira vez uma visão sem precedentes da estrutura 3D da cromatina humana – a combinação de DNA e proteínas – no núcleo das células humanas vivas.

No estudo do tour de force, descrito no Science em 27 de julho de 2017, os pesquisadores do Salk identificaram um novo corante de DNA que, quando emparelhado com microscopia avançada; uma tecnologia combinada chamada ChromEMT, permite uma visualização altamente detalhada da estrutura da cromatina nas células durante os estágios de repouso e miótico (divisão). Ao revelar a estrutura da cromatina nuclear em células vivas, o trabalho pode ajudar a reescrever o modelo de organização livro-texto do DNA e até mesmo mudar a forma como abordamos tratamentos para doenças.

Um dos desafios mais intratáveis na biologia é descobrir a estrutura de DNA de ordem superior no núcleo e como isso está ligado às suas funções no genoma“, diz o professor associado de Salk, Clodagh O’Shea, escritor no Howard Hughes Medical Institute Faculty e autor sênior do artigo. “É de grande importância, pois esta é uma estrutura de DNA biologicamente relevante, que determina a função e a atividade dos genes“.

Desde que Francis Crick e James Watson determinaram a estrutura primária do DNA como uma dupla hélice, os cientistas se perguntaram como o DNA é organizado para permitir que todo o seu comprimento se empilhe no núcleo, de modo que a máquina de cópia da célula possa acessá-lo em diferentes pontos do ciclo de atividades da célula. Os raios-X e a microscopia mostraram que o nível primário da organização da cromatina, envolve 147 bases de enrolamento de DNA em torno de proteínas para formar partículas de aproximadamente 11 nanômetros (nm) em diâmetro, chamadas nucleossomos. Acredita-se que esses nucleossomos, como “grânulos em um fio “, dobram-se em fibras discretas de diâmetro crescente (30, 120, 320 nm, etc.), até formar cromossomos. O problema é que ninguém viu cromatina nessas dimensões discretas intermediárias, em células que não são que quebradas e que seu DNA foi processado rigorosamente, de modo que, o modelo livro-texto da organização hierárquica de ordem superior da cromatina em células intactas, permaneceu sem verificação.

Para superar o problema da visualização da cromatina em um núcleo intacto, A equipe de O’Shea selecionou uma série de corantes candidatos, eventualmente encontrando um que poderia ser precisamente manipulado com luz para se submeter a uma complexa série de reações químicas que essencialmente “pintariam” a superfície do DNA com um metal para que sua estrutura local e polímero 3D A organização pode ser imaginada em uma célula viva. A equipe fez parceria com a Universidade da Califórnia, San Diego, professor e especialista em microscopia Mark Ellisman, um dos co-autores do papel, para explorar uma forma avançada de microscopia eletrônica que inclina amostras em um feixe de elétrons, permitindo que sua estrutura 3D seja reconstruída. A equipe de O’Shea chamou a técnica, que combina seu cromatógrafo com tomografia eletrônica, ChromEMT.

A equipe usou ChromEMT para imagem e medição da cromatina em células humanas em repouso e durante a divisão celular (mitose), quando o DNA é compactado em sua forma mais densa – os 23 pares de cromossomos mitóticos que são a imagem icônica do genoma humano. Surpreendentemente, eles não viram nenhuma das estruturas de ordem superior do modelo livro-texto em nenhum lugar.

O modelo livro-texto é uma ilustração de desenho animado por um motivo“, diz Horng Ou, um pesquisador associado do Salk e o primeiro autor do paper. “A cromatina que foi extraída do núcleo e submetida a processamento in vitro – em tubos de ensaio – pode não parecer cromatina em uma célula intacta, por isso é tremendamente importante poder vê-la in vivo“.

O que a equipe de O’Shea viu, tanto em células em repouso quanto em divisão, era a cromatina, cujas “esferas em uma corda” não formaram nenhuma estrutura de ordem superior, como os 30 ou 120 ou 320 nanômetros teorizados. Em vez disso, formou uma cadeia semi-flexível, que eles meticulosamente mediram como variando continuamente ao longo do seu comprimento entre apenas 5 e 24 nanômetros, dobrando e flexionando para atingir diferentes níveis de compactação. Isso sugere que é a densidade da embalagem da cromatina, e não uma estrutura de ordem superior, que determina quais áreas do genoma estão ativas e que são suprimidas.

Com suas reconstruções em microscopia 3D, a equipe conseguiu mover-se através de um volume de torções de cromatina de 250 nm x 1000 nm x 1000 nm, e vislumbra como uma molécula grande como a RNA polimerase, que transcreve DNA (cópias), pode ser direcionada pela densidade variável da embalagem da cromatina, como uma aeronave de vídeo-games que voa através de uma série de cânions, a um ponto específico do genoma. Além de aumentar o modelo de livros didáticos da organização do DNA, os resultados da equipe sugerem que controlar o acesso à cromatina pode ser uma abordagem útil para prevenir, diagnosticar e tratar doenças como o câncer.

Mostramos que a cromatina não precisa formar estruturas discretas de ordem superior para se adequarem ao núcleo“, acrescenta O’Shea. “É a densidade do empacotamento que pode mudar e limitar a acessibilidade da cromatina, proporcionando uma base estrutural local e global através da qual diferentes combinações de sequências de DNA, variações e modificações nucleossômicas podem ser integradas no núcleo para afinar requintadamente a atividade funcional e a acessibilidade de nossos genomas.

O trabalho futuro examinará se a estrutura da cromatina é universal entre os tipos celulares ou mesmo entre os organismos.

 


 

Journal Reference:

  1. Horng D. Ou, Sébastien Phan, Thomas J. Deerinck, Andrea Thor, Mark H. Ellisman, Clodagh C. O’Shea. ChromEMT: Visualizing 3D chromatin structure and compaction in interphase and mitotic cellsScience, 2017; 357 (6349): eaag0025 DOI: 10.1126/science.aag0025

Pesquisadores Descobrem Um Novo Manual De Instruções Para Reparar DNA Quebrado.

Por Science Daily

[Obs: Texto adaptado – O texto possui links em inglês que não estão no original do Science Daily – Imagem do SD]

Resumo:

Pesquisadores descobriram como a proteína Rad52 é uma peça crucial no reparo de DNA dependente de RNA. Os resultados revelam uma função inesperada na proteína Rad52; proteína envolvida em recombinação homóloga, e podem ajudar a identificar novos alvos terapêuticos para o tratamento do câncer.

 

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A radiação e a quimioterapia podem causar a ruptura do DNA de cadeia dupla, um dos tipos mais prejudiciais ao DNA. O processo de recombinação homóloga – que envolve a troca de informações genéticas entre duas moléculas de DNA – desempenha um papel importante no reparo do DNA, mas certas mutações genéticas podem desestabilizar um genoma. Por exemplo, mutações no supressor de tumor, BRCA2, que está envolvido no reparo do DNA por recombinação homóloga, podem causar a forma mais mortal de câncer de mama e ovário.

Alexander Mazin, PhD, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Drexel e Francesca Storici, PhD, professora associada da Georgia Tech, dedicaram suas pesquisas ao estudo de mecanismos e proteínas que promovem o reparo do DNA.

Em 2014, Storici e Mazin fizeram um grande avanço quando descobriram que o RNA pode servir de modelo para o reparo de uma ruptura de DNA de cadeia dupla em broto de levedura e a Rad52, um membro da via de recombinação homóloga, é um componente importante nesse esse processo.

Nós fornecemos provas de que o RNA pode ser usado como um doador de modelo de molde para reparar o DNA e que a proteína Rad52 está envolvida no processo“, disse Mazin. “Mas não sabíamos exatamente como a proteína está envolvida“.

Em seu estudo atual, a equipe de pesquisa descobriu o papel incomum e importante da Rad52: Promove a “troca da cadeia inversa” entre o DNA e o RNA de cadeia dupla, o que significa que a proteína possui uma nova capacidade de reunir moléculas de DNA e RNA homólogas. Neste híbrido RNA-DNA, o RNA pode então ser usado como um modelo para um reparo preciso do DNA.

Nos pareceu que essa habilidade da Rad52 é única em eucariotas, já que proteínas similares não a possuem.

De forma impressionante, essa atividade de troca de cadeia inversa da Rad52 com o RNA não requer um processamento extensivo das extremidades de DNA quebradas, sugerindo que o reparo de modelos de RNA poderia ser um mecanismo relativamente rápido para selar quebras no DNA“, disse Storici.

Como próximo passo, os pesquisadores esperam explorar o papel da Rad52 em células humanas.

As rupturas do DNA desempenham um papel em muitas doenças degenerativas dos humanos, incluindo o câncer“, acrescentou Storici. “Precisamos entender como as células mantêm seus genomas estáveis. Essas descobertas ajudam a aproximar-nos de uma compreensão detalhada dos complexos mecanismos de reparo de DNA“.

Esses resultados oferecem uma nova perspectiva sobre a relação multifacetada entre RNA, DNA e estabilidade do genoma. Eles também podem ajudar a identificar novos alvos terapêuticos para o tratamento do câncer. Sabe-se que é requerido a Rad52 ativa para a proliferação de células de cancer de mama deficientes em BRCA. A focalização desta proteína com inibidores de moléculas pequenas é uma estratégia anticancerígena promissora. No entanto, a atividade crítica da Rad52 requerida para a proliferação do câncer é atualmente desconhecida.

A recente atividade da Rad52 no reparo de DNA pode representar esta atividade proteica crítica que pode ser direcionada com inibidores para desenvolver medicamentos mais específicos e menos tóxicos contra o câncer. A compreensão dos mecanismos de reparo do DNA dirigido por RNA, também pode levar ao desenvolvimento de novos mecanismos de engenharia genômica baseados em RNA.

 


 

Journal Reference:

  1. Olga M. Mazina, Havva Keskin, Kritika Hanamshet, Francesca Storici, Alexander V. Mazin. Rad52 Inverse Strand Exchange Drives RNA-Templated DNA Double-Strand Break RepairMolecular Cell, 2017; DOI: 10.1016/j.molcel.2017.05.019

 

Espécies Semelhantes Compartilham Genes Semelhantes. [As Primeiras Previsões da Evolução]

Por Darwins Predictions – Cornelius Hunter

[Texto adaptado]

 

 

A única figura no livro de Darwin, The Origin of Species, mostrou como ele imaginava as espécies se ramificando. As espécies semelhantes têm um antepassado comum relativamente recente e tiveram tempo limitado para divergirem umas das outras. Isso significa que seus genes devem ser semelhantes.

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Genes inteiramente novos, por exemplo, não teriam tempo suficiente para evoluir. Como François Jacob explicou em um paper influente de 1977: “A probabilidade de uma proteína funcional aparecer de novo por associação aleatória de aminoácidos é praticamente zero“. (Jacob) Qualquer gene recém-criado teria que surgir de uma duplicação e modificação de um gene pré-existente. (Zhou et al., Ohno) Mas esse novo gene manteria uma semelhança significativa com o seu gene progenitor. De fato, durante décadas, os evolucionistas mencionaram pequenas diferenças genéticas entre espécies semelhantes como uma confirmação dessa importante predição. (Berra, 20; Futuyma, 50; Johnson e Raven, 287; Jukes, 120; Mayr, 35)

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Mas esta previsão foi falsificada, já que muitas diferenças genéticas inesperadas, foram descobertas entre uma ampla gama de espécies de uma mesma família. (Pilcher) Tanto quanto um terço dos genes em uma determinada espécie pode ser único, e mesmo diferentes variantes dentro da mesma espécie têm um grande número de genes únicos para cada variante. Variantes diferentes da bactéria Escherichia coli, por exemplo, têm centenas de genes únicos. (Daubin e Ochman)

Diferenças genéticas significativas também foram encontradas entre diferentes espécies de moscas da fruta. Milhares de genes apareceram em muitas espécies, e alguns genes apareceram em uma única espécie. (Levine et al.) Como um escritor científico colocou, “surpreendentes 12 por cento dos genes recentemente evoluídos nas moscas da fruta parecem ter evoluído a partir do zero“. (Le Page) Esses novos genes devem ter evoluído ao longo de alguns milhões de anos, um período de tempo considerado, anteriormente, à permitir apenas pequenas mudanças genéticas. (Begun et al., Chen et al., 2007)

Inicialmente, alguns evolucionistas pensaram que esses resultados surpreendentes seriam resolvidos quando mais genomas fossem analisados. Eles previam que cópias semelhantes desses genes seriam encontradas em outras espécies. Mas, em vez disso, cada novo genoma revelou ainda mais novos genes. (Curtis et al., Marsden et al .; Pilcher)

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Evolucionistas posteriores pensaram que esses genes únicos em rápida evolução, não deveriam codificar para proteínas funcionais ou importantes. Mas, novamente, muitas das proteínas únicas, foram, de fato, descobertas desempenhando papéis essenciais. (Chen, Zhang e Long 1010, Daubin e Ochman, Pilcher) Como um pesquisador explicou: “Isso vai contra os livros didáticos, que dizem que os genes que codificam funções essenciais foram criados num passado bem distante.” (Pilcher).

 


 

Referências:

Begun, D., H. Lindfors, A. Kern, C. Jones. 2007. “Evidence for de novo evolution of testis-expressed genes in the Drosophila yakuba/Drosophila erecta clade.” Genetics176:1131-1137.
 
Berra, Tim. 1990. Evolution and the Myth of Creationism. Stanford: Stanford University Press.
 
Chen, S., H. Cheng, D. Barbash, H. Yang. 2007. “Evolution of hydra, a recently evolved testis-expressed gene with nine alternative first exons in Drosophila melanogaster.” PLoS Genetics 3.
 
Chen, S., Y. Zhang, M. Long. 2010. “New Genes in Drosophila Quickly Become Essential.” Science 330:1682-1685.
 
Curtis, B., et. al. 2012. “Algal genomes reveal evolutionary mosaicism and the fate of nucleomorphs.” Nature 492:59-65.
 
Daubin, V., H. Ochman. 2004. “Bacterial genomes as new gene homes: The genealogy of ORFans in E. coli.” Genome Research 14:1036-1042.
 
Futuyma, Douglas. 1982. Science on Trial: The Case for Evolution. New York: Pantheon Books.
 
Jacob, François. 1977. “Evolution and tinkering.” Science 196:1161-1166.
 
Johnson, G., P. Raven. 2004. Biology. New York: Holt, Rinehart and Winston.
 
Jukes, Thomas. 1983. “Molecular evidence for evolution” in: Scientists Confront Creationism, ed. Laurie Godfrey. New York: W. W. Norton.
 
Le Page, M. 2008. “Recipes for life: How genes evolve.” New Scientist, November 24.
 
Levine, M., C. Jones, A. Kern, H. Lindfors, D. Begun. 2006. “Novel genes derived from noncoding DNA in Drosophila melanogaster are frequently X-linked and exhibit testis-biased expression.” Proceedings of the National Academy of Sciences 103: 9935-9939.
 
Marsden, R. et. al. 2006. “Comprehensive genome analysis of 203 genomes provides structural genomics with new insights into protein family space.” Nucleic Acids Research34:1066-1080.
 
Mayr, Ernst. 2001. What Evolution Is. New York: Basic Books.
 
Ohno, Susumu. 1970. Evolution by Gene Duplication. Heidelberg: Springer.
 
Pilcher, Helen. 2013. “All Alone.” NewScientist January 19.

Zhou, Q., G. Zhang, Y. Zhang, et. al. 2008. “On the origin of new genes in Drosophila.” Genome Research 18:1446-1455.

 

 

Pesquisadores Acreditam Que As Enguias De Vidro Usam Bússola Interna Para Encontrar O Caminho Para Casa.

Por Science Daily

[Obs texto adaptado a partir do original]

 

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Cientistas descobrem “relógio” biológico em peixe.

Os cientistas estão mais perto de desvendar o antigo mistério de como as pequenas larvas de vidro da enguia, que começam a viver como crias no Mar dos Sargazos, sabem quando e por onde “sair” da Corrente do Golfo para litorais europeus, para viverem sua vida adulta em estuários costeiros.

Em um novo estudo da Universidade Rosenstiel School of Marine and Atmospheric Science de Miami (UM Rosenstiel School), em colaboração com Institute of Marine Research’s Austevoll Research Station da Noruega, descobriu-se que essas enguias de vidro (Anguilla anguilla) podem sentir o campo magnético da Terra e usá-lo como uma bússola controlada por um relógio “biológico” interno, a fim de orientar-se à costa.

“Este estudo é uma adição importante à nossa compreensão sobre os mecanismos de migração da enguia e também de outras espécies, verificando se sua orientação magnética é controlada por algo como um relógio biológico”, afirmou a professora Claire Paris, da UM Rosenstiel School , autora sênior do estudo.

A odisseia da enguia européia começa quando ela é chocada no Mar dos Sargazos.

Como pequenas larvas, elas viajam milhares de quilômetros ao longo do Oceano Atlântico, esperançosamente chegando à plataforma continental européia. Em algum ponto entre as Ilhas Canárias e o norte da Noruega, elas “saem” da Corrente do Golfo e migram de forma ativa para a costa, indo para os estuários. Algumas enguias permanecem na área costeira, enquanto outras se movem para o interior dos lagos, permanecendo lá, crescendo lentamente, por até 30 anos.

A equipe de pesquisa liderada pelo estudante Ph.D. Alessandro Cresci, também da UM Rosenstiel School investigou o comportamento de orientação das enguias usando uma combinação única de experimentos. Em primeiro lugar, eles observaram as enguias em um aquário circular semi-fechado, chamado Drifting In-Situ Chamber (DISC), pioneiro em Paris, implantado em um fiorde norueguês, um ambiente natural da enguia de vidro, logo antes dela chegar à costa. O próximo passo foi realizar uma análise do comportamento de orientação em uma instalação de teste de magnetorecepção (o “MagLab”), onde elas foram expostas ao campo magnético artificialmente manipulado, de modo que os eixos N-S e L-O foram deslocados em 90 graus.

Usando as mesmas enguias do laboratório orientado para o sul, na mesma direção que nadaram em in situ durante a maré de refluxo, contudo privadas de todas as outras pistas ambientais.

 

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“É incrível que essas pequenas enguias de vidro transparentes consigam detectar o campo magnético da Terra. O uso de uma bússola magnética, pode ser um componente chave fundamental à incrível migração desses animais”, disse Cresci, autor que lidera o estudo. “É também a primeira observação de enguias de vidro mantendo uma bússola enquanto nadam em águas de ambiente artificial, e isso por si só é uma descoberta emocionante”.

O estudo foi designado para entender como esses peixes se orientam enquanto se deslocam pela corrente, sob as mesmas condições ambientais que encontrariam durante a migração para a costa; e para avaliar se usam o campo magnético da Terra como um sistema de referência para orientação e mudança de direção, para guiá-los até a costa de acordo com o ciclo da maré.

Quando as larvas das enguias chegam à plataforma continental, elas se transformam em enguias de vidro transparentes, mudando de forma, fisiologia e comportamento. Em algum momento durante esta jornada – em qualquer lugar das Ilhas Canárias ao norte da Noruega – elas “saem” da Corrente do Golfo e migram ativamente para a costa, indo para os estuários. Algumas enguias permanecem na área costeira, enquanto outras se movem para o interior dos lagos, permanecendo por lá, crescendo lentamente, por até 30 anos.

 


 

A pergunta que não cala… Seria isto; uma “bússola”, um “relógio biológico”, efeito de processos cegos? Estocásticos? Acidentais? Aleatórios? Não guiados? Não projetados? Não programados?

Qual a melhor inferência lógica? Acaso, “tentativa-erro-sorte”, acidente ou design inteligente?

 


 

Journal Reference:

  1. Alessandro Cresci et al. Glass eel (Anguilla anguilla) have a magnetic compass linked to the tidal cycleScience Advances, June 2017 DOI: 10.1126/sciadv.1602007

Funcionamento de “Engrenagens Mecânicas” Vistas Na Natureza Pela Primeira Vez.

Por Phys Org 

 

[Obs: Texto adaptado – Contem links em inglês – O texto também não é tão recente; é de 2013, mas é pertinente, e registra um caso positivo para o design inteligente, mesmo com o forte viés evolucionista assumido no artigo, pelos pesquisadores – Imagem do PO]

 

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Um inseto de plantas encontrado em jardins em toda a Europa – tem articulações nas pernas traseiras com engrenagem curvada como tiras de “dentes” opostas (umas as outras), que se unem, girando como engrenagens mecânicas para sincronizar as pernas do animal quando ele salta.

A descoberta demonstra que os mecanismos de engrenagem anteriormente pensados como sendo exclusivamente feitos pelo homem, têm um precedente evolutivo. Os cientistas dizem que esta é a “primeira observação de engrenagem mecânica em uma estrutura biológica“.

Através de uma combinação de análise anatômica e captura de vídeo de alta velocidade de movimentos comuns do Issus, os cientistas da Universidade de Cambridge foram capazes de revelar estas engrenagens naturais em funcionamento pela primeira vez. Os resultados foram relatados na última edição da revista Science.

As engrenagens na perna traseira do Issus ostentam  semelhança de uma engenharia notável, como aquelas encontradas nas bicicletas e dentro de cada engrenagem de carro.

Cada dente de engrenagem tem um canto arredondado no ponto em que ele se conecta a tira de engrenagem; um recurso idêntico a engrenagens feitas pelo homem, como engrenagens de bicicleta – essencialmente um mecanismo de absorção de choque para impedir que os dentes se cortem.

Os dentes da engrenagem nas pernas traseiras opostas se fecham como aqueles em uma caixa de engrenagem do carro, garantindo sincronia quase completa no movimento das pernas, – as pernas sempre se movem dentro de 30 ‘microssegundos‘ dentre si, com um microssegundo igual a um milionésimo de um segundo.

Isso é crítico para os potentes saltos que são o principal modo de transporte desse inseto, pois as discrepâncias minúsculas na sincronização entre as velocidades das pernas no ponto de propulsão resultariam em “rotação de guinada” – fazendo o Issus, irremediavelmente, girar descontroladamente.

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“Esta sincronização precisa seria impossível de se alcançar através de um sistema nervoso, visto que os impulsos neurais levariam muito tempo para uma coordenação, extraordinariamente estreita, necessária”, disse o autor principal, Professor Malcolm Burrows, do Departamento de Zoologia de Cambridge.

“Ao desenvolver engrenagens mecânicas, o Issus pode simplesmente enviar sinais nervosos aos músculos para produzir aproximadamente a mesma quantidade de força – assim, se uma perna começa a impulsionar o salto, as engrenagens se interligarão, criando uma sincronia absoluta.

“No Issus, o esqueleto é usado para resolver um problema complexo que o cérebro e o sistema nervoso não podem“, disse Burrows. “Isso enfatiza a importância de considerar as propriedades do esqueleto, na forma como o movimento é produzido.”

“Costumamos pensar em engrenagens como algo que vemos em máquinas projetadas por humanos, mas descobrimos que isso é apenas porque não observamos com atenção, empenho suficiente”, acrescentou o co-autor Gregory Sutton, agora na Universidade de Bristol.

“Estas engrenagens não são projetadas, elas são evoluídas – Representando máquinas de alta velocidade e precisão, evoluídas para sincronização no mundo animal.”

Curiosamente, as engrenagens mecânicas só são encontradas nos estágios juvenis – ou ninfa – do inseto, e são perdidas na transição final para a idade adulta. Essas transições, chamadas de “muda”, ocorrem são quando os animais soltam a pele rígida em pontos-chave de seu desenvolvimento de crescimento.

Ainda não se sabe por que o Issus perde suas engrenagens traseiras ao atingir a idade adulta. Os cientistas apontam que, um problema com qualquer sistema de engrenagem é que, se um dente na engrenagem quebra, a eficácia de todo o mecanismo é danificada. Embora a ruptura dos dentes de engrenagem nas ninfas pudesse ser reparada na muda seguinte, qualquer dano na idade adulta, permanece inalterado.


[Salto espontâneo de uma ninfa vista de lado. As imagens foram capturadas a uma taxa de 5.000 imagens s-1(por segundo) e com um tempo de exposição de 0,03 ms e foram reproduzidas em 30 quadros s-1. Crédito: Malcolm Burrows]

Também pode ser reduzida, nos adultos, que são maiores, consequentemente, no seu “trocanter” – O equivalente ao fêmur ou aos ossos da coxa [do inseto]. O trocanter adulto grande, pode permitir que eles possam criar fricção o suficiente para impulsionar os grandes saltos, feitos de folha em folha, sem a necessidade de engrenagens dentadas para fazer isso, dizem os cientistas.

Cada faixa de engrenagem no Issus juvenil, tinha cerca de 400 micrómetros de comprimento e tinha entre 10 a 12 dentes, com ambos os lados da engrenagem em cada perna contendo o mesmo número – dando uma relação de engrenagem de 1: 1.

Ao contrário das engrenagens feitas pelo homem, cada dente da engrenagem é assimétrico e curvo em direção ao ponto em que as engrenagens se interligam – uma vez que as engrenagens feitas pelo homem, precisam de uma forma simétrica para trabalhar em ambas as direções rotacionais, enquanto as engrenagens dos Issus estão alimentando somente uma forma de lançar o animal para frente.

Embora existam exemplos de engrenagens aparentemente ornamentais no reino animal – como no casco da “tartaruga de roda dentada” ou na parte traseira do inseto de roda (Arilus cristatus) – as engrenagens com um papel funcional permanecem evasivas ou se tornaram extintas pela evolução.

O Issus é o primeiro exemplo de um mecanismo de engrenagem natural com função observável, dizem os cientistas.


****

Eu dei algumas ênfases que você não encontrará no original, você pode conferir que o artigo é farto em linguagem teleológica, em vermelho você pode perceber alguma coisa desse tipo, oque é uma clara evidência para o design inteligente. E em verde você percebe a inferência injustificada de evolução, pura petição de princípio. Como eles sabem que esse mecanismo não foi projetado, mas, sim, evoluiu? Qual foi o método, como eles testaram isso e falsearam? Você não encontrará respostas para isso. Apenas uma inferência enviesada.

Como diz Cornelius Hunter, é a religião dirigindo a ciência, e isso é oque importa.


Mais informaçoes: “Interacting Gears Synchronize Propulsive Leg Movements in a Jumping Insect,” by M. Burrows et al Science, 2013.

Journal reference: Science

Fornecido porUniversity of Cambridge

Do Brasil, Um Debate Sobre Design Inteligente Com O Professor Marcos Eberlin.

By Evolution News – David Klinghoffer | @d_klinghoffer

 

[Texto adaptado – Imagem  do EnV]

 

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Para sua diversão, nossos amigos no Brasil enviaram um agradável link do YouTube ( https://www.youtube.com/watch?v=-H-hZ1xyJbU&feature=youtu.be ). O professor Marcos Eberlin da Universidade de Campinas e a Sociedade Brasileira do Design Inteligente participaram de um debate de rádio que você também pode assistir no formato de vídeo. A ocasião foi o lançamento do novo centro de pesquisa sobre Design Inteligente (DI) da Universidade Presbiteriana Mackenzie em São Paulo.

Claro que está em português. No entanto, o Dr. Eberlin, químico distinguido e membro da Academia Nacional de Ciências, oferece alguns destaques:

O Jovem Pan Morning Show é um programa de rádio muito popular, ouvido por cerca de 200 mil pessoas no Brasil. Agora está no YouTube e muitos outros vão assistir!

Após o lançamento do Discovery Institute-Mackenzie, Fábio Raposo do Amaral, professor de biologia em uma universidade pública do Brasil, Universidade Federal de São Paulo, escreveu uma carta pública criticando o Mackenzie por criar um centro para estudar a “pseudociência” do design inteligente. Como presidente da TDI Brasil, fui convidado a debater o DI com ele.

O professor Fabio disse primeiro que a evolução é óbvia e vista, por exemplo, na seleção de homens por fêmeas, quando os meninos “vão caçar meninas nas noites de sábado”. Ele mencionou que, quando uma menina seleciona um menino, este seria um caso claro de seleção sexual.

Eu expliquei o quanto este conceito é errado, falando sobre Darwin e pavões e o intrincado mecanismo de dispersão de luz que dá cor às asas de um pavão. Eu mencionei um artigo que reporta pesquisas realizadas com centenas de pavões femininos e como elas não mostraram nenhuma preferência por caudas mais coloridas. As fêmeas realmente selecionam machos com melhor sinalização acústica. Isso foi devastador.

Então, falamos sobre o que a ciência é, como a ciência naturalista está errada em repudiar o DI, como o DI propõe uma ciência melhor ao considerar as duas possíveis causas da vida e do universo e sobre as implicações filosóficas e teológicas tanto da evolução quanto do DI. Se DI aponta para um designer, a evolução não aponta para nenhum designer, e depois aponta para o ateísmo, fazendo com que os ateus se sintam “intelectualmente realizados”, como Richard Dawkins disse uma vez.

Também tive a oportunidade de definir corretamente o DI como a ciência que desenvolve uma metodologia para detectar a ação de processos naturais ou de uma causa inteligente. Eu falei sobre os filtros de design que usamos, os três pilares da ID (complexidade irredutível, informação biológica e previsão), e assim por diante.

Os comentários no YouTube mostram que o resultado foi devastador para a evolução. Era claro que um biólogo, um professor de uma grande universidade pública, trabalhando em um departamento de genética e evolução, não tinha argumentos claros para defender a evolução e foi derrotado por um “IDiot“. O DI também foi claramente apresentado como uma teoria totalmente científica, que quer simplesmente fazer ciência da maneira como a ciência deve ser feita – como uma busca imparcial pela verdade.

Também falamos sobre a falta de evidência para a evolução, mesmo após 150 anos de busca intensa; e como a ciência moderna está fornecendo evidências crescentes a favor do DI. Foi um debate histórico para o DI no Brasil.

Mesmo que você não entenda o português, ver o vídeo dá a sensação do humor da conversa. O prazer no debate, na resposta séria a um adversário, não precisa ser traduzido. Parabéns ao professor Eberlin e aos seus colegas por seu maravilhoso trabalho!

Um Ponto Frio No Espaço – “Evidência” De Um Multiverso?

By Evolution News – David Klinghoffer | @d_klinghoffer

[Texto adaptado – Contem links em inglês – Imagem do EnV com os devidos créditos]

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O ajuste fino cósmico, juntamente com a física e química que conspiram para permitir a existência de criaturas como nós mesmos, é uma das peças de evidência mais reconhecidas para o design inteligente. Para isso, a hipótese de um multiverso é a única resposta do materialismo.

De acordo com essa linha de raciocínio, ou imaginação, nosso universo reflete apenas um cilindro [lançador] de dados da sorte. Um cilindro muito, muito, muito afortunado, que, entretanto, é justo assim ser esperado, se a realidade ostenta não um mas um número possivelmente infinito de universos. Algum universo foi obrigado a ter sorte, e foi nosso.

É a única ideia mais sonhadora e não suportada em toda a ciência, fazendo com que a evolução darwiniana pareça uma aposta realmente sólida por comparação. O que se deseja é evidência real para o multiverso, qualquer uma; algo que parece condenado a continuar faltando ad infinitum.

Evidência fabricada é, no entanto, uma característica regular do jornalismo científico popular. A mais recente: uma manchete no The Guardian, “Multiverso: os astrônomos encontraram evidências de universos paralelos?” Acrescentar o ponto de interrogação é prudente, já que a resposta, pra falar a verdade, é Não.

O autor Stuart Clark conseguiu um comunicado de imprensa da Royal Astronomical Society, que ele lança fora após uma introdução pesada com piadas referentes a Brexit, Trump, a alt-right , e vídeos de gatos.

Soa como loucura mas, a última peça de evidência que poderia favorecer um multiverso, vem da Royal Astronomical Societys do Reino Unido. Eles publicaram recentemente um estudo sobre o chamado “ponto frio”. Este é um fragmento do espaço particularmente frio, visto na radiação produzida pela formação do Universo há mais de 13 bilhões de anos.

O ponto frio foi vislumbrado pelo satélite WMAP da NASA em 2004 e confirmado pela missão Planck da ESA em 2013. É extremamente intrigante. A maioria dos astrônomos e Cosmólogos acreditam que é altamente improvável que tenha sido produzido pelo nascimento do universo, uma vez que é matematicamente difícil para a teoria principal – que é chamada de inflação – explicar.

Este último estudo alega excluir uma última explicação prosaica: que o ponto frio é uma ilusão de ótica produzida pela falta de galáxias intervenientes.

Um dos autores do estudo, o professor Tom Shanks da Universidade de Durham, disse ao RAS: “Não podemos excluir totalmente que o Spot é causado por uma flutuação improvável explicada pela padrão [teoria do Big Bang]. Mas se essa não é a resposta, então há explicações mais exóticas. Talvez a mais emocionante destas é que o Cold Spot foi causado por uma colisão entre nosso universo e outro universo [bolha]. Se uma análise mais detalhadaprova que este é o caso, então o ponto frio pode ser tomado como a primeira evidência para o multiverso. “[Enfase adicionada.]

Conte as instâncias de linguagem especulativa nessas quatro últimas frases. “Não pode excluir completamente… Se essas não forem as respostas… Possivelmente… Se uma análise mais detalhada… prova… [Pode]ria ser tomado como a primeira evidência …”

É “algo excitante”, Clark exclama. Essa é uma maneira de avalia-lo. O artigo em questão, no entanto, diz apenas isso (“Evidências contra um supervoid causando o CMB Cold Spot“):

Se não for explicado por um efeito ΛCDM ISW, o Cold Spot poderia ter origens primordiais mais exóticas. Se for uma característica não gaussiana, então as explicações incluirão a presença no universo primitivo de defeitos topológicos como texturas (Cruz et al., 2007) ou reaquecimento não-homogêneo associado à inflação não-padrão (Bueno Sa nchez 2014 ). Outra explicação poderia ser que o Ponto Frio é o remanescente de uma colisão entre nosso Universo e outro universo “bolha” durante uma fase inflacionária precoce (Chang et al., 2009, Larjo & Levi, 2010). Deve-se ter em mente que, mesmo sem um supervoid, o Cold Spot pode ainda ser causado por uma flutuação estatística improvável na cosmologia padrão (Gaussiana) ΛCDM.

Desta forma, com base em dois papéis referenciados entre parênteses de 2009 e 2010, um “ponto frio” no espaço responde a uma das perguntas mais importantes que sempre intrigaram os seres humanos, derrubando as escalas em direção a um universo, ou multiverso, sem design ou finalidade. A partir do momento presente, na tentativa de explicar o ajuste ultra-fino, este é o melhor tipo de material que o materialismo tem para oferecer.

Isso tudo não passa de “*machado de moagem” absurdo [axe-grinding (expressão em inglês)]: Construa seu caso contra uma pessoa ou ideia que você não gosta (design inteligente, neste caso), reunindo rumores, sonhos e suposições, desconsiderando o senso comum e evidência objetiva, já que a conclusão que você deseja alcançar, que você está obrigado a alcançar, já está pré-definida.

Assim, o materialismo segue seu caminho alegre, em grande parte sem questionamentos, com a mídia como seu megafone. Se os cientistas que defendem a teoria do design inteligente, alguma vez, fossem perante o público com conjecturas tão fracas como estas, eles seriam esfolados vivo.

*Trabalhando para um propósito oculto ou para um fim egoísta[…]

Design Inteligente Brilha no Brasil – Mais do Lançamento Discovery Institute-Mackenzie.

By Evolution News – David Klinghoffer | @d_klinghoffer

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Eu tenho que dizer que acho essas fotos do lançamento do Discovery Institute-Mackenzie encantadoras. Refiro-me ao novo centro de pesquisa em design inteligente da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo.

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Muitos desses rostos não são conhecidos por mim – ainda não – mas a energia e a diversidade brilham por completo. Você vai, é claro, ser capaz de escolher algumas figuras que são muito bem conhecidas por nós – Doug Axe, Michael Behe, Brian Miller, coordenador de pesquisas do Centro de Ciência e Cultura, e Steve Buri, presidente do Discovery Institute.

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O Brasil não é apenas outro país, mas, é claro, uma cultura completamente diferente. É ótimo ver a mistura do familiar e do novo, e encorajar a observar a maneira como a ciência do DI se traduz através das fronteiras. É assim que se deve ser dado que o DI é uma descrição objetiva do mundo natural. As evidências de design em biologia e cosmologia devem ser universalmente reconhecíveis – e são.

[Adaptado]

Crédito das fotos: Cortesia de Steve Buri e Professor Marcos Eberlin da Sociedade Brasileira de Design Inteligente.

Joaninha E Design Inteligente.

By Evolution News – David Klinghoffer | @d_klinghoffer

[Obs: Texto adaptado – O título não é o mesmo do original (Ladybug, Living Origami, Lends a Hand with Umbrella and Other Designs) – O artigo contem links em inglês – Imagens, vídeo do EnV, com os devidos créditos] 

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Delicado e agradável, o besouro joaninha é um inseto que todos amam. Ter um inesperadamente em sua mão, é um lembrete de quão suave e bela a natureza pode ser.

Sua habilidade de alternar agilmente entre andar e voar também é uma maravilha de design. Cientistas japoneses têm trabalhado para esclarecer o segredo de como eles dobram e desdobram suas asas, um gesto sem esforço de um origami vivo. Eles publicaram suas descobertas no PNAS.

De USA Today:

Os cientistas japoneses ficaram curiosos em saber como as joaninhas dobravam suas asas dentro de suas cascas, de modo que removeram cirurgicamente as cascas externas de várias joaninhas (tecnicamente chamado elytra) e as substituíram com cascas de silicone transparentes e coladas para observar o mecanismo de dobramento das asas.

Por que se preocupar com essa pesquisa aparentemente frívola? Acontece que a forma como os insetos naturalmente dobram suas asas, pode fornecer dicas de design para uma ampla gama de usos práticos para os seres humanos. Isso inclui antenas de satélite, instrumentos médicos microscópicos e até mesmo itens comuns como guarda-chuvas e ventiladores.

“A técnica das joaninhas para realizar dobras complexas é bastante fascinante e inovadora, especialmente para pesquisadores nos campos da robótica, mecânica, aeroespacial e engenharia mecânica”, disse o principal autor Kazuya Saito, da Universidade de Tóquio. [Enfase adicionada.]

Isso é um conjunto surpreendentemente grande de “dicas de design” do humilde inseto, que também é chamado de joaninha. Veja o design em ação:

The Telegraph ecoa:

As asas da joaninha poderia ajudar a mudar o design de guarda-chuvas pela primeira vez em 1.000 anos.

O jornal New York Times:

O Conjunto De Asas Das Joaninhas E Os Segredos Da Engenharia Em Conjuntos Arranjados De Origami.

[…]

A olho nu, essa elegante transformação é um mistério. Mas cientistas no Japão criaram uma janela para o processo em um estudo publicado segunda-feira em Proceedings of the National Academy of Sciences. Somente como joaninhas controlam o “amarrar” estas estruturas rígidas em espaços minúsculos, é uma lição valiosa para os engenheiros que projetam estruturas destacáveis como guarda-chuvas e satélites.

As asas traseiras de uma joaninha são resistentes o bastante para mantê-la no ar por até duas horas e permitir que alcance velocidades até 37 milhas por hora e altitudes tão elevadas quanto três edifícios Empire State verticalmente empilhados. Contudo, elas se dobram com facilidade. Estes atributos aparentemente contraditórios deixaram perplexo, Kazuya Saito; engenheiro aeroespacial da Universidade de Tóquio e autor principal do estudo.

Trabalhando na criação de estruturas destacáveis como grandes velas e sistemas de energia solar para naves espaciais, ele se voltou para a joaninha para a inspiração de design.

Observe como, ao discuti-los, é como se fôssemos forçados a usar a linguagem do design. No que diz respeito às joaninhas e seus “segredos de engenharia”, como diz o NY Times, o biólogo molecular Douglas Axe tweetou: “Como um DeLorean, apenas um refrigerador!” Aqui está um DeLorean:

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Em seu livro Undeniable: How Biology Confirms Our Intuition That Life Is Designed, o Dr. Axe usa a ilustração de um guindaste de origami. Com boa razão por trás dessa intuição universal, nossas mentes se rebelam contra a ideia de que qualquer criação de origami pode surgir por meio de uma combinação de acaso e lei, sem propósito ou design. No entanto, a teoria darwiniana exige que acreditamos que um guindaste real surgiu dessa maneira, ou uma joaninha real.

Na TV Brasileira, 3,5 Milhões De Telespectadores Aprendem A Dizer “Design Inteligente” Em Português.

By Evolution News – David Klinghoffer | @d_klinghoffer

[Texto adaptado – Imagens do EnV, com os devidos créditos] 

 

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O lançamento do novo centro de pesquisa brasileiro em design inteligente já traz alguns frutos bem-vindos e muito interessantes. Discovery-Mackenzie foi inaugurado na Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo pouco mais de uma semana atrás. O staff do Discovery Institute  e amigos estavam à disposição para comemorar – Steve Buri, Michael Behe, Doug Axe, e Brian Miller.

No domingo, um programa popular na TV nacional brasileira, Domingo Espetacular, transmitiu uma abordagem bastante longa sobre o ID, destacando a visita de cientistas do Discovery Institute. As classificações indicam que o programa foi visto por 3,5 milhões de espectadores. Nada mal!

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A descrição do programa, em uma tradução do Google, diz:

Os cientistas questionam a origem da vida e provam a existência de um ser superior.

Uma nova linha de pesquisa, conhecida como design inteligente, acredita que a complexidade da vida e a perfeição da natureza provam a existência de um ser superior. No centro de pesquisa em Ciência, Fé e Sociedade, recentemente inaugurada por uma das maiores universidades de São Paulo, em parceria com instituições americanas, os estudiosos descartam a criação do mundo com uma simples chance e analisam os códigos genéticos como uma espécie de “assinatura de Deus”.

Bem, ID não fala, de fato, da assinatura, do nome ou da identidade de Deus, nem arrisca qualquer inferência ou prova alguma sobre a natureza de uma inteligência de design atuando através da história da vida. Essas são questões apropriadamente deixadas para a filosofia, a metafísica e outros estudos acadêmicos relevantes; e não a biologia, como antes, muitas vezes observamos.

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Dito isto, a transmissão parece global e soa muito bem. Encontre-a aqui. Eu não falo português, mas é bom ver o Dr. Axe, o Dr. Behe, o Dr. Miller e o Presidente Steve Buri com o distinto e prolífico químico Marcos Eberlin da Universidade de Campinas, da Academia Nacional de Ciências do Brasil e da Sociedade Brasileira De Design Inteligente.

O cenário brasileiro sobre o ID fez uma estreia muito impressionante. Fique atento para mais.

Cientistas Descobrem Segredo Da Copiadora De Cromossomos.

Por Phys Org

[Obs: Texto adaptado – O Texto contem links em inglês – Imagem do P.O]

Cientistas da Universidade de Dundee resolveram um mistério sobre um dos processos mais fundamentais da biologia celular, em uma nova descoberta que esperam poder ajudar; um dia, a combater o câncer.

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O processo pelo qual as células copiam seus próprios cromossomos e, em seguida, fazem novas células é vital para toda a vida. Os cromossomos contêm o modelo genético que nos torna o que somos e esta informação deve ser copiada perfeitamente para que as novas células sobrevivam e executem a sua função. Quando o processo de cópia dá errado, pode levar ao câncer; como células anormais serem criadas.

As proteínas na célula se combinam para construir uma “máquina” molecular denominada replissoma, que desempenha um papel vital na cópia da dupla hélice do DNA que está no coração de cada cromossomo. O replissoma é construído apenas uma vez durante a vida de cada célula e, em seguida, é desmontado para garantir que as células façam apenas uma única cópia de cada cromossomo.

O professor Karim Labib e colegas da Escola de Ciências da Vida de Dundee já haviam estudado este processo em leveduras, o qual é apenas uma célula e é muito mais fácil de trabalhar do que as células humanas. Eles descobriram agora que as coisas são mais complicadas em animais, tendo pelo menos dois mecanismos de desmontagem diferentes. De extrema importância, o gene necessário para um destes processos é perdido em um número de cancros humanos, sugerindo uma nova abordagem através da qual esses tumores em particular poderiam ser tratados.

“Desde que Watson e Crick descreveram pela primeira vez a estrutura do DNA, sabemos que as células copiam os cromossomos, mas ainda estamos aprendendo como funciona”, disse o professor Labib.

“Ao olhar para levedura, que é muito semelhante geneticamente aos seres humanos, descobrimos que um dos muitos componentes do replissoma sofre uma mudança chamada “ubiquitinação“, após os cromossomos serem copiados, marcando o replissoma para a desmontagem pela maquina de reciclagem da célula. Isso é uma coisa boa, como estudos genéticos mostram; se o replissoma não é desmontado, mas ao invés disso, permanece colado aos cromossomos, então, isso pode levar a grandes problemas.”

“O que descobrimos agora é que a maquinaria que marca o replissoma de levedura para destruição não existe em animais, por isso tinha de haver algo a mais dirigindo este processo. Ao estudar um pequeno verme chamado Caenorhabditis elegans, descobrimos que os animais realmente têm dois mecanismos diferentes para a desmontagem do replissoma. Se um caminho falhar em fazer seu trabalho, o segundo entra em ação como um back-up.”

“O que torna isto particularmente interessante é que um gene necessário para o segundo mecanismo é conhecido por ser mutado em uma variedade de cancros humanos, incluindo alguns linfomas, glioblastomas e mielomas. Nosso trabalho com este gene em vermes sugere uma nova maneira de tratar os cancros correspondentes em humanos.”

“Se inativarmos parcialmente os genes envolvidos no primeiro ou no segundo caminho para a desmontagem do replissoma, verificamos que os vermes ficam bem, mas se inibirmos ambos ao mesmo tempo, é letal. Traduzindo essa ideia para os seres humanos, uma droga que inibe o primeiro caminho deve matar especificamente células tumorais que não têm o segundo caminho, sem ferir o resto do corpo.”

O trabalho é outro passo significativo para a compreensão dos processos no coração das células humanas, vitais para o desenvolvimento de novos tratamentos para combater doenças. Em quase todos os casos de desenvolvimento de câncer, os erros na máquina copiadora de cromossomos pode ser visto nos estágios iniciais.

“Uma das metas na pesquisa do câncer, é entender a biologia normal que vai mal em células cancerosas, porque só então podemos procurar melhores maneiras de matar as células cancerosas sem ferir o resto do nosso corpo”, continuou Professor Labib. “Esta área de replicação cromossômica tem sido de grande interesse no último par de décadas, onde descobrimos mais e mais sobre como isso funciona.”

“A má copia do cromossomo leva a mutações e mutações levam ao câncer. Células dividem quando não deve e perdem a identidade, levando a quebrar-se e a flutuar em partes do nosso corpo no sangue e a metástase do sistema linfático ocorre.”

“O desafio no tratamento do câncer é encontrar uma maneira de matar parte de você sem matar você [todo]. O objetivo é encontrar formas mais inteligentes de quimioterapia que mata as células cancerosas, porém não as mais saudáveis. O problema é que elas têm o mesmo DNA, como você, então o que precisamos fazer é descobrir o que as torna diferentes e mirar qualquer calcanhar de Aquiles que achamos que podemos encontrar “.

O artigo foi publicado na última edição da revista Nature Cell Biology.


Mais informações: Remi Sonneville et al. CUL-2LRR-1 and UBXN-3 drive replisome disassembly during DNA replication termination and mitosis, Nature Cell Biology (2017). DOI: 10.1038/ncb3500

Journal reference: Nature Cell Biology.

Cientista Biomimético Líder: Não Deixe O Materialismo Superar As Evidências.

Por Evolution NewsJonathan Witt

[Texto adapto – Links em inglês – Imagem do EnV]

 

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Aqui está outra história, DI-via-internacional; forte nos bastidores do lançamento do Discovery Institute-Mackenzie no Brasil na semana passada: O inovador cientista sul-coreano, Dr. Seung-Yop Lee, saiu contra a prática de governar as hipóteses do projeto inteligente fora dos limites antes de considerar as evidências.

“Como pesquisador biomimético, me pergunto como surgiram as complexas nanoestruturas fotônicas dos insetos”, escreve ele. “Desenhos biológicos estão provocando uma corrida do ouro da inovação para engenheiros e cientistas, mas em geral, somente explicações materialistas para essas estruturas biológicas são permitidas no campo biomimético”.

Lee é professor do Departamento de Engenharia Mecânica e Biomédica da Universidade Sogang, em Seul, e é uma figura destacada no campo da biomimética.

A recente leitura de Lee do novo livro de Jonathan Wells, Zombie Science: More Icons of Evolution, apressou os comentários. “Em seu excelente livro novo, Zombie Science, Jonathan Wells pede uma outra abordagem para a investigação científica”, escreveu Lee. “Não deixe a filosofia materialista superar a evidência, diz Wells. Em vez disso, siga a evidência onde quer que ela leve.”

Um artigo na revista Nature relata uma das inovações biomiméticas do Dr. Lee, “um filme que muda de cor de acordo com a umidade ambiental”. Segundo o artigo, a invenção foi “inspirada no design natural do besouro Hércules ” e abre caminho para o desenvolvimento de um sensor que “não precisaria de eletricidade e poderia ser usado em pequenos dispositivos médicos ou agrícolas.”

O sucesso do professor Lee em fazer descobertas de design ao procurar inspiração de maravilhas de engenharia no reino biológico, parece tê-lo deixado impaciente com o materialismo dogmático na biologia de origens e simpático ao argumento que Wells faz em seu novo livro. “O título, Zombie Science, é peculiar e colorido”, disse Lee,  “mas Wells usa-o para realçar um problema real: Vívidas “provas” de evolução continuam a ser construídas, mesmo depois de evidências contrárias as terem matado e os biólogos tradicionais terem renunciado a elas”.

Zombie Science é uma sequela do livro de 2001 do Dr. Wells, Icons of Evolution. “Wells traz leitores atualizados sobre os dez ícones originais e desmistifica mais seis”, comenta Lee em seu endosso ao livro. “Wells argumenta que esses ícones desmascarados persistem em livros didáticos e em outros lugares apenas porque eles suportam um paradigma evolucionista dominante e um dogma materialista. Zombie Science é um apelo oportuno para a reforma.”

O Evolution News relatou aqui, aqui, aqui, aqui e aqui, em apenas algumas das muitas veias sendo minadas no campo da biomimética. Encontre muitos mais artigos sobre o assunto, através da inserção de “biomimetics” no campo de pesquisa do site (do Evolution).

New York Times Publica Defesa Da Supressão Da Voz.

By Evolution News – Wesley J. Smith 

[Texto adaptado – Links em inglês]

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Estes são tempos perigosos para a liberdade de expressão no mundo ocidental. Na Europa e no Canadá, pode-se ser multado ou encarcerado por expressar opiniões que os que estão no poder acham odiosas ou “opressivas”. Aqui nos Estados Unidos, vemos essa supressão autoritária da fala cada vez mais abraçada nos campi universitários. Mas no New York Times?

Infelizmente, sim. O jornal, que raramente publica posições que divergem materialmente de suas próprias posições editoriais, publicou uma vigorosa defesa da supressão da fala. A ideia é que o discurso considerado antitético ao “bem público“, pode ser sufocado. De “Que direito tem os flocos de neve sobre a liberdade de expressão“, do professor da Universidade de Nova York, Ulrich Baer (ênfase minha):

É difícil subestimar o grande valor e a importância da liberdade de expressão, do ensino superior e da democracia. Mas foi lamentavelmente fácil para os comentaristas criar uma dicotomia simples entre a hipersensibilidade de uma geração mais nova e a liberdade de expressão como um bem absoluto que leva à verdade.

Seria melhor se concentrar em um entendimento mais sofisticado, como o fornecido por [Jean-François] Lyotard, das condições necessárias para que o discurso seja um bem comum e público. Isso requer a percepção de que, na política, os parâmetros da fala pública devem ser continuamente redesenhados para acomodar aqueles que antes não tinham posição.

Assim, o discurso que supostamente degrada aqueles a quem os supressores da fala consideram marginalizados, devem ser silenciados. Assim, aqueles que recusam aceitar isso, que, digamos, Caitlyn Jenner é agora parte, não só podem ser – mas devem ser – forçosamente calados.

Mas Ulrich defende uma supressão ainda mais ampla da fala:

A ideia de liberdade de expressão não significa uma permissão geral para dizer qualquer coisa que alguém pensa. Significa equilibrar o valor inerente de uma determinada visão com a obrigação de assegurar que outros membros de uma dada comunidade possam participar do discurso como membros plenamente reconhecidos dessa comunidade.

O grande perigo aqui não pode ser desprezado. Quem decide a visão que tem o “valor inerente“? Os que estão no poder. Isto significa, como vemos nos campi universitários de hoje, que as opiniões minoritárias não são apenas suprimidas, mas suprimida pela força ou ameaças dela – como vimos na UC Berkeley e Middlebury College.

Ulrich conclui:

Estou especialmente sintonizado com as demandas da próxima geração para revisar as definições existentes de liberdade de expressão para acomodar experiências previamente deslegitimadas.

A liberdade de expressão não é um absoluto imutável. Quando seus proponentes esquecem que requer o exame vigilante e contínuo de seus parâmetros e invocam um modelo puro de liberdade de expressão que nunca existiu, os perigos para nossa democracia são claros e presentes.

Assim, o discurso político protegido pela Primeira Emenda é uma ameaça clara e presente à democracia? Não, mas o de Ulrich sim.

Além disso, ele perde o ponto óbvio de que o poder de silenciar o discurso que entra em conflito com a defesa social por parte dos progressistas, pode ser transformado ao redor deles, se é que o governo alguma vez alcançou o poder de punir pontos de vista desfavoráveis.

Estive pensando há algum tempo que, em questões de discurso, estamos assistindo a uma disputa entre a Revolução Americana – que garante o direito de expressar opiniões sociais e políticas impopulares – e a Revolução Francesa que desata Jacobinos para suprimir a heterodoxia.

Mas depois de ler Ulrich, eu acho que enfrentamos algo ainda mais perigoso para a liberdade: uma revolução cultural no estilo Mao, que está gesticulando nos campi universitários. Se não restabelecermos os ideais americanos de liberdade de expressão para esses enclaves de “flocos de neve“, poderíamos ver uma violenta avalanche se materializar, ameaçando a pacificação de nosso discurso social mais amplo.

Crédito da foto: Torrenegra, via Flickr.

Cruzado no The Corner.

Novo Estudo Sobre a Evolução da Fotossíntese.

Por Darwin’s God Cornelius Hunter

[Obs: Texto adaptado – Links em inglês]

Uma “Capacidade Muito Avançada”.

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Como exatamente a evolução é um fato, quando segundo o jornal científico número dois do mundo: “como e quando as cianobactérias evoluíram a capacidade de produzir oxigênio através da fotossíntese é mal compreendido“? Ou, como o evolucionista Robert Blankenship admitiu: “Toda a questão da origem das cianobactérias tem sido um mistério há tempos, porque elas simplesmente apareceram fora da árvore da vida, com essa capacidade muito avançada de fazer a fotossíntese oxigenada sem quaisquer antepassados aparentes“.

Se as cianobactérias que fazem a fotossíntese, “surgiram” com essa “capacidade muito avançada” e “sem antepassados aparentes“, e se como e quando elas evoluíram a fotossíntese “é pouco compreendido“; então como é que os evolucionistas estão tão certos de que a evolução é um fato?

O que estou perdendo aqui?

Não é como se a fotossíntese fosse uma capacidade tangencial ou um evento menor na assim chamada “história evolutiva” da vida. Como disse o principal escritor sobre ciências da atualidade, Charles Q. Choi: “Um dos momentos mais cruciais da história da Terra foi a evolução da vida fotossintética que infundiu o ar com o oxigênio no qual praticamente toda a vida complexa do planeta agora é dependente“.

Também não é como se a fotossíntese fosse uma capacidade simples, sem necessidade de explicação de como ela poderia ter surgido por mutações aleatórias. Qualquer um que tenha estudado a fotossíntese mesmo que superficialmente sabe que é algo incrivelmente complexo. E para aqueles que estudaram em maior detalhe, só fica pior. As máquinas moleculares e suas funções requintadas, finamente sintonizadas, são verdadeiramente surpreendentes. Isso não “simplesmente acontece“.

Mesmo os evolucionistas, que estão sempre tentando explicar o quão fácil seria para as maravilhas da biologia surgirem por acaso, admitem a complexidade da fotossíntese. Como Blankenship colocou: a fotossíntese é uma “capacidade muito avançada“. Da mesma forma, Woodward Fischer concordou que a evolução da fotossíntese seria “muito desafiadora“:

Demorou um desdobramento substancial de tempo evolutivo antes da fotossíntese oxigenada se desenvolver, talvez porque, como sabemos, era uma bioquímica muito desafiadora de se desenvolver.

Tão pouco seria como se a evidência que temos sugerisse qualquer tipo de desenvolvimento evolutivo direto da fotossíntese.

Se a evolução é verdadeira, então devemos lançar novas notícias falsas da evolução, incluindo incríveis convergências, transferências; fusões maciças, horizontais ou laterais de genes. Arredonde os suspeitos habituais:

As relações filogenéticas destes procariontes sugerem que a evolução da respiração aeróbia provavelmente ocorreu várias vezes. Isto, juntamente com a evidência de que o sistema fotossintético moderno, aparentemente surgiu através da transferência lateral de genes e a fusão de dois sistemas fotossintéticos.

Isso é absurdo. A convergência, a transferência horizontal de genes e a fusão constituem mecanismos para corrigir o problema de que as evidências científicas contradizem a teoria evolucionista. Isso não faz sentido.

Mas fica pior.

Os evolucionistas não só são forçados a extrair de seu exército de mecanismos explicativos falsos, como também ficam com o proverbial “elo perdido“. O problema é, de onde veio a fotossíntese? Não poderia ter vindo do suposto antepassado comum da descida, e “apenas apareceu” com esta “capacidade muito avançada”. Assim, os evolucionistas têm que introduzir sua história da transferência horizontal do gene.

Mas de onde?

De onde surgiu a incrível bateria de genes – que só surgiria para se unir e criar a incrível capacidade de fotossíntese de todos os tempos? Convenientemente para os evolucionistas – e aqui está uma das belezas de ser um evolucionista – eles podem nunca saber. Como no jardineiro de Flew, os evolucionistas estão certos de que alguns organismo, que seriam “elos perdidos”, de alguma forma tiveram a fotossíntese instalada e funcional, ou só passaram a meramente ter os genes cruciais ao seu redor, mas nós provavelmente nunca iremos observar esse organismo porque ele há muito se tornou extinto.

Oh, como é conveniente. Algum organismo misterioso a fez. Nunca saberemos como a fotossíntese evoluiu porque o organismo onde ela surgiu, há muito se extinguiu, há bilhões de anos. Desde então, ele apenas, felizmente, passou a tecnologia para outros organismos ao redor, para também terem; como as cianobactérias. Choi e Fischer explicam:

O fato das Oxyphotobacterias possuírem o complexo aparelho para a fotossíntese oxigenada enquanto seus parentes mais próximos não, sugere que as Oxyphotobacterias possam ter importado os genes para a fotossíntese de outro organismo, através de um processo conhecido como transferência lateral de genes. Continua sendo um mistério qual foi a origem desses genes, “e porque aconteceu há muito tempo, é bem provável que o grupo pode realmente ter sido extinto“, disse Fischer.

Posso ser um evolucionista também?

A fotossíntese é crucial para a vida e é incrivelmente complexa, os evolucionistas não têm idéia de como ela poderia ter evoluído, ela não se encaixa no modelo evolucionista de descendência comum e “apareceu” sem uma pista de onde ela veio, os evolucionistas são forçados a fazer uma longa e apenas (contar) história para tentar explicá-la, sua história não pode ser falsificada porque a origem da fotossíntese há muito desapareceu e, além disso, os evolucionistas insistem que sua teoria é um fato, além de qualquer dúvida razoável.

Isso é hilário. É como uma paródia do Monte Python. A evolução perde todas as batalhas, mas consegue vencer a guerra porque, afinal, está certa.

A religião conduz a ciência, e é o que importa.

Barulho e Fúria no Laboratório de Microbiologia.

O microbiologista Didier Raoult, tempos atrás, proporcionou a fúria nos neo darwinistas.

 

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Resumo

Aos 59 anos, Didier Raoult é o microbiologista mais produtivo e influente da França, liderando uma equipe de 200 cientistas e estudantes da Universidade de Aix-Marseille. Ele descobriu ou co-descobriu dezenas de novas bactérias, e em 2003, atordoou colegas com um vírus de tamanho recorde, chamado Mimivirus, o primeiro membro de uma família que lança uma nova luz intrigante sobre a evolução dos vírus e da árvore da vida. Controverso e franco, Raoult publicou no ano passado um livro de ciência popular que declara que a teoria da evolução de Darwin está errada. E ele foi temporariamente proibido de publicar em uma dúzia de revistas de microbiologia importantes em 2006. Cientistas do laboratório de Raoult dizem que não querem trabalhar em nenhum outro lugar. No entanto, Raoult também é conhecido por suas inimizades e seu desdém por aqueles que discordam dele.

 


Science 02 Mar 2012:
Vol. 335, Issue 6072, pp. 1033-1035
DOI: 10.1126/science.335.6072.1033


 

Obs: O artigo completo da AAAS é pago.

Hayek Vs Keynes – Laissez Faire Vs Intervencionismo, Respectivamente.

Fiz um pequeno resumo sobre Escola Austríaca, enfatizando o pensamento de Hayek e a oposição Keynesiana. [Socran] 

 

jephsimple

jephsimple

Se o universo e a vida foram criados racionalmente, o funcionamento de ambos é racional e podem ser compreendidos por seres racionais.

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