Latest Entries »

Não é de hoje que o naturalismo se nega a aceitar qual posição além de seu mundo físico/químico.

(By Enezio E. de Almeida filho)

Em 2012 o site HypeScience afirma ser um site de ciência, e que todas as vezes que publica artigos sobre o Big Bang, a idade da Terra e o fato da evolução, sofre ataques frequentes de criacionistas com seus comentários defendendo “mitos religiosos”. Sofria, pois os responsáveis pelo site decidiram:

“Comentários de natureza criacionista que neguem a Teoria da Evolução das Espécies, a real idade da Terra ou do Universo e afins serão sumariamente removidos (juntamente com suas réplicas) por criarem discussões cíclicas inúteis”.

(Sobre os comentários: O que fazer com os criacionistas)

Não vou comentar a decisão do HypeScience censurar esses criacionistas, nem sobre o Big Bang, tampouco sobre a idade da Terra, muito menos defender os criacionistas que fizeram comentários inúteis, mas vou comentar sobre a afirmação do HypeScience de que “a evolução biológica é um fato”:

“Há inúmeras provas irrefutáveis que mostram a inexorabilidade deste processo que vem acontecendo há milhões de anos. A cada dia surgem mais evidências tanto da paleontologia quanto do campo genética e da biologia molecular. Há muita gente séria trabalhando nisso e inúmeras revistas científicas seculares com um enorme acervo de dados a disposição de todos”.

Sim, a evolução biológica é um fato, mas de qual evolução o HypeScience mencionou há “inúmeras provas irrefutáveis que mostram a inexorabilidade deste processo que vem acontecendo há milhões de anos”?

Primeiro, e talvez o pessoal do HypeScience não saiba, mas a teoria de Darwin não é uma ideia única: ela é um conglomerado de diversas ideias relacionadas, cada uma apoiada por argumentos específicos:

Evolução #1:

Aqui a evolução significa que as formas de vida que nós vemos hoje são diferentes das formas de vida que existiram no passado distante. Evolução como “mudança ao longo do tempo” também pode se referir a mudanças mínimas em características das espécies de espécies individuais – mudanças que ocorrem num curto espaço de tempo. Até os céticos da teoria de Darwin concordam que este tipo de “mudança ao longo do tempo” ocorre.

Evolução #2:

Alguns cientistas associam a palavra “evolução” com a ideia de que todos os organismos que nós vemos hoje descendem de um único ancestral comum em algum lugar no passado distante. A afirmação se tornou conhecida como a Teoria da Descendência Comum Universal. Esta teoria pinta um quadro da história da vida na Terra como sendo uma grande árvore cheia de galhos.

Evolução #3:

Finalmente, algumas pessoas usam o termo “evolução” para se referir a uma causa ou mecanismo de mudança, o processo biológico que Darwin pensou fosse responsável por este padrão de ramificação. Darwin argumentou que a seleção natural tinha o poder de produzir fundamentalmente novas formas de vida.

Juntas, as ideias da Descendência Comum Universal e a seleção natural formam o cerne da teoria da evolução darwinista. A evolução neodarwinista combina o nosso conhecimento sobre o DNA e a genética para afirmar que as mutações no DNA fornecem a variação sobre a qual a seleção natural age.

Embora surjam “mais evidências tanto da paleontologia quanto do campo genética e da biologia molecular” essas evidências, uma leitura objetiva e isenta da literatura especializada revela que nem sempre essas evidências são favoráveis ao estabelecimento do fato da evolução, e apontam noutra direção.

Vide: ALMEIDA FILHO, E. E. “A sugestão de Edgar Morin para o ensino das incertezas das ciências da evolução química e biológica — uma bibliografia brevemente comentada”, in Anais do II Congresso Nacional de Licenciaturas 2009, Universidade Presbiteriana Mackenzie, em 01/10/2009. [Link não localizado] *
Neste trabalho, mais de 100 pesquisas e artigos abordam as ‘zonas de incertezas’ das ciências da evolução química e biológica que Edgar Morin sugeriu em 1999 à UNESCO fossem ensinadas para a educação do futuro.

Além disso, quando se discute evolução é preciso ter em mente quais das três definições acima estão sendo usadas? Atualmente, a maioria dos críticos do Neodarwinismo focaliza na Evolução #2 ou na Evolução #3. Todavia, a discussão ou debate fica confuso quando alguém pega uma evidência a favor da Evolução #1, e tenta fazer com que pareça apoiando a Evolução #2 ou a Evolução #3. **

Assim, alguém pode criticar ou discutir os problemas fundamentais da Evolução #2 ou Evolução #3 no contexto de justificação teórica, mas é falsamente acusado de rejeitar também a Evolução #1. Isso simplesmente não é o caso, pois até biólogos dissidentes do neodarwinismo aceitam a Evolução #1.

A ciência avança pela discussão de pontos de vistas teóricos diferentes. Este site aqui não quer que se discuta as predições propostas pela atual teoria da evolução de Darwin que fracassaram? Entre muitas fracassadas, cito algumas:

1. O fracasso da biologia evolucionária fornecer explicações evolucionárias detalhadas para a origem das características bioquímicas complexas;

2. O fracasso do registro fossil em fornecer apoio para a evolução darwinista;

3. O fracasso da biologia molecular em fornecer evidência para a descendência comum universal;

4. O fracasso da Genética e da Química explicar a origem do código genético;

5. O fracasso da biologia do desenvolvimento explicar por que os embriões de vertebrados divergem no início do desenvolvimento.

Como site de ciência, HypeScience, em vez de afirmar veementemente que a evolução biológica (sem qualificar qual dos seus três significados acima) é um fato, deveria abordar as questões sobre o fato, Fato, FATO da evolução que não são corroborados no contexto de justificação teórica e que são debatidas intramuros pela comunidade científica.

Como site de ciência, o HypeScience deveria, mas não me lembro de ter visto (recebo sua newsletter online), mencionar que a teoria da evolução atual, a Síntese Evolutiva Moderna foi considerada uma teoria científica morta em 1980, mas que posa como ortodoxia científica nos livros didáticos, por ninguém nada menos do que Stephen Jay Gould, um paleontólogo evolucionista.

Como site de ciência, o HypeScience deveria, mas não me lembro de ter visto, mencionar que, devido as montanhas de evidências contrárias trazidas por diversas áreas científicas no século 20 e século 21, especialmente a genômica, os cientistas estão trabalhando na elaboração de uma nova teoria geral da evolução – a Síntese Evolutiva Ampliada, que não deverá ser selecionista (contra Darwin) e deverá incorporar alguns aspectos lamarckistas (Lamarck redivivus?).

Talvez este site de ciência nem saiba, mas a nova teoria geral da evolução será apresentada à comunidade científica e ao público somente em 2020.

Desde 1859 as especulações transformistas de Darwin promovidas no Origem das espécies (que não explicou o que o título prometia, e nem a origem das variações) sofre críticas e rejeição, não somente da parte de religiosos, mas de cientistas.

Hoje, também não é diferente. Há cientistas, membros de Academias de Ciências e professores em renomadas universidades que são críticos e dissidentes de Darwin. Tem teístas, mas há alguns ateus, agnósticos e céticos. Vide lista.

Ah, o site HypeScience, um site de ciência, deveria saber que é o contraditório que faz avançar a ciência, e que não existe Theoria perennis em ciência. Nem a teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários de A a Z. Razão? Por ser um construto humano para a descrição da realidade encontrada na natureza, sujeito a revisões, ajustes e até o simples descarte (mudança paradigmática).

Mas isso, o HypeScience não abordará online, pois é um site que aceita as proposições transformistas de Darwin sem nenhum questionamento científico. QED, o HypeScience não é um site de ciência, mas sim um site ideológico promovendo o naturalismo filosófico como se fosse ciência.

HypeScience, uma dose de ceticismo salutar contra Darwin é científico, muito mais do que vocês imaginam!!!

+++++

* Trabalho apresentado no II Congresso Nacional de Licenciaturas 2009, Universidade Presbiteriana Mackenzie, em 01/10/2009

A Sugestão de Egar Morin para o ensino das incertezas das ciências da evolução química e biológica – uma bibliografia brevemente comentada

Enézio Eugênio de Almeida Filho
Ms em História da Ciência
Doutorando em História da Ciência [Naquela ocasião]
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Email: neddy@uol.com.br

Resumo:

No seu livro Os sete saberes necessários à educação do futuro, Edgar Morin sugeriu à UNESCO incluir o estudo das incertezas que surgiram nas ciências físicas, nas ciências da evolução biológica e nas ciências históricas no século XX. Este artigo expande a sugestão feita por Morin em 1999 ao apresentar alguns exemplos da discussão de algumas linhas de evidências usadas para defender a evolução química ou biológica em livros-texto de biologia do ensino médio. Os argumentos apresentados por esses especialistas contradizem aspectos fundamentais das atuais teorias da evolução química e biológica, especialmente aqueles apresentados aos alunos em livros didáticos. Esses exemplos de discussão estão divididos em cinco seções, com uma breve descrição de suas implicações para a evolução química e biológica em um contexto de justificação teórica.

Palavras-chave: Charles Darwin, Edgar Morin, Teoria da evolução química, Teoria da evolução biológica, Incertezas

Abstract:

In his book Seven complex lessons in education for the future, Edgar Morin suggested to UNESCO to include the study of uncertainties that have emerged in the physical sciences, the sciences of biological evolution, the historical sciences in the 20th century. This article expands the suggestion made by Morin in 1999 by presenting some examples of the discussion of some lines of evidence used for defending the chemical or biological evolution in high school textbooks. The arguments presented by these specialists contradict fundamental aspects of current chemical and biological evolutionary theories, especially those presented to the students in textbooks. These examples of discussion are divided in five sections with a brief description of its implications for the chemical and biological evolution in a context of theoretical justification.

Key-words: Charles Darwin, Edgar Morin, Chemical theory of evolution, Biological theory of evolution, Uncertainties

** Para mais informações sobre os significados do termo ‘evolução’, vide “The Meanings of Evolução” por Stephen Meyer e Michael Keas.

Texto elaborado com materiais do Discovery Institute e seus vários blogs de ciência.

Veja o original aqui


Thomas Nagel, filósofo ateu, apresentou no The New York Times o argumento central de seu livro “Mind and Cosmos” (ver aqui).

Leia com cuidado as suas críticas à concepção dos neodarwinistas materialistas.

***
Esta é uma breve declaração das posições defendidas com mais detalhes no meu livro “Mind and Cosmos: Why the Materialist Neo-Darwinian Conception of Nature Is Almost Certainly False”, que foi publicado pela Oxford University Press no ano passado. Desde então, o livro tem atraído uma boa dose de atenção da crítica, o que não é surpreendente, dado a visão de mundo que ele ataca. Parece ser útil oferecer um breve resumo do argumento central.

A revolução científica do século 17, que deu origem a extraordinários progressos na compreensão da natureza, dependia, no início, de um passo crucial limitante: Dependia de subtrair do mundo físico, como um objeto de estudo, tudo que é mental – consciência, significado, intenção ou propósito. As ciências físicas, conforme se desenvolveram desde então, descrevem, com a ajuda da matemática, os elementos dos quais o universo material é composto e as leis que regem o seu comportamento no espaço e no tempo.

Nós mesmos, como organismos físicos, fazemos parte desse universo, composto dos mesmos elementos básicos, assim como tudo mais, e os recentes avanços na biologia molecular têm aumentado muito a nossa compreensão da base física e química da vida. Uma vez que nossas vidas mentais dependem evidentemente de nossa existência como organismos físicos, especialmente o funcionamento do nosso sistema nervoso central, parece ser natural pensar que as ciências físicas podem, em princípio, também fornecer a base para uma explicação sobre os aspectos mentais da realidade – que a física pode aspirar finalmente ser uma teoria de tudo.

No entanto, creio que esta possibilidade está descartada pelas condições que desde o início definiram as ciências físicas. As ciências físicas podem descrever organismos como a nós mesmos como partes da ordem objetiva espaço-temporal – a nossa estrutura e comportamento no espaço e no tempo – mas não podem descrever as experiências subjetivas de tais organismos, ou a forma como o mundo se apresenta aos seus diferentes pontos de vista particulares. Não pode haver uma descrição puramente física dos processos neurofisiológicos que dê origem a uma experiência, e também do comportamento físico que tipicamente é associada com ele, mas tal descrição, por mais que completa, irá deixar de fora a essência subjetiva da experiência – como é a partir do ponto de vista do seu assunto – sem a qual ela não seria uma experiência consciente.

Assim, as ciências físicas, apesar de seu extraordinário sucesso em seu próprio domínio, não explicam necessariamente um aspecto importante da natureza. Além disso, como o mental surge através do desenvolvimento de organismos animais, a natureza desses organismos pode não ser totalmente compreendida somente pelas ciências físicas. Finalmente, uma vez que o longo processo de evolução biológica é responsável pela existência de organismos conscientes, e uma vez que um processo puramente físico não pode explicar a sua existência, segue-se que a evolução biológica deve ser mais do que apenas um processo físico, e que a teoria da evolução deve se tornar mais do que apenas uma teoria física (se é explicar a existência de vida consciente).

Isto significa que se a perspectiva científica aspira possuir uma compreensão mais completa da natureza, ela deve se expandir de tal forma a incluir as teorias capazes de explicar o surgimento do universo dos fenômenos mentais e os pontos de vista subjetivos no qual elas ocorrem – as teorias de um tipo diferente de qualquer [teoria que temos] vimos até agora.

Existem duas formas de resistir a esta conclusão, cada uma possui duas versões. A primeira maneira é negar que o mental seja um aspecto irredutível da realidade, ou (a) ao considerar que o mental possa ser identificado com algum aspecto do físico, como padrões de comportamento ou padrões de atividade neural, ou (b) negando que o mental faça parte da realidade de tudo, ser uma espécie de ilusão (mas então, a ilusão de quê?). A segunda maneira é negar que o mental exija uma explicação científica por meio de uma nova concepção da ordem natural, porque ou (c), podemos considerá-lo como um mero acaso ou acidente, uma propriedade extra de certos organismos físicos que seja inexplicável – ou então (d) nós podemos acreditar que ele possua uma explicação, mas que ela não pertença à ciência, mas à teologia, em outras palavras, que a mente tenha sido adicionada ao mundo físico, no curso da evolução por intervenção divina.

Todas essas quatro posições têm seus adeptos. Eu acredito que a grande popularidade entre os filósofos e cientistas de (a), as perspectivas de reducionismo psicofísico, seja devido não só ao grande prestígio das ciências físicas, mas também a percepção de que esta é a melhor defesa contra o temido (d), a perspectiva intervencionista teísta. Mas alguém que acredita que (a) e (b) seja auto-evidentemente falso e (c) completamente implausível não necessita aceitar (d), pois uma compreensão científica da natureza não precisa ser limitada a uma teoria física da objetiva ordem espaço-temporal. Faz sentido buscar uma forma expandida de entendimento que inclua o mental, mas que ainda seja científica – ou seja, ainda seja uma teoria da ordem imanente da natureza.

Isso me parece a solução mais provável. Mesmo que a perspectiva teísta, em algumas versões, seja consistente com a evidência científica disponível, eu não acredito nela, e sou atraído para uma alternativa naturalista, embora não-materialista. Mente, eu suspeito, não é um acidente inexplicável ou um dom divino e anômalo, mas um aspecto fundamental da natureza que nós não iremos compreender até que transcendamos os limites internos da ortodoxia científica contemporânea. Gostaria de acrescentar que os teístas podem achar isso aceitável; já que eles poderiam manter que Deus é responsável pela ordem natural e expandida, assim como eles acreditam que Ele seja para as leis da física.

Fonte desse artigo

Postado por Uncommon Descent:

Como um amigo diz, eles tiveram as mesmas idéias sobre o assunto, apenas com um intervalo de 1989 anos.

Você nega que a inteligência desempenha qualquer papel nos processos da natureza. Então, que tipo de acidente é esse? Que choque “sortudo” de átomos, do qual de repente os homens nascem na imagem dos deuses! …e argumentam… de que a nossa semelhança com os deuses surgiu por acaso. Será que precisamos de olhar por argumentos para refutar isso? Eu só gostaria que descobrir a verdade fosse tão fácil quanto expor tais falsidades “- Cícero (orador romano), 45 BC (De Natura Deorum Cotta, 1.90 Translated by Rockham H, (1933) “Cicero, Marcus Tullius” London: W. Heinemann)

Como um homem que dedicou toda a sua vida à ciência claramente “mais de ponta”, para o estudo da matéria, posso dizer-lhe, como resultado de minha pesquisa sobre átomos, uma coisa: Não há matéria como tal. Toda a matéria se origina e existe apenas em virtude de uma força que traz a partícula de um átomo à vibração e mantém esse minúsculo sistema do átomo unido. Devemos assumir por trás dessa força a existência de uma mente consciente e inteligente. Essa mente é a matriz de toda a matéria. – Max Planck (particle physicist), 1944, Das Wessen der Materie, speech at Florence, Italy (from Archiv zur Geschichte der Max-Planck-Gesellschaft, Abt. Va, Rep.11 Planck, Nr.1797)

Fonte deste texto: http://www.origemedestino.org.br/blog/johannesjanzen/?post=694

(By Enézio E. de Almeida Filho)
Por que será que muitos cientistas darwinistas membros da Nomenklatura científica ficam irritados quando o contexto de justificação teórica – aspecto importante na constatação da robustez heurística de uma teoria – é invocado quanto às especulações transformistas de Darwin? Por que a Galeria de meninos e meninas de Darwin nem sabe o que isso em termos epistemológicos, mas vomita sua retórica odiosa e cheia de ataques ad hominem aos críticos da atual teoria da evolução?
Source/Fonte: EchoTalk

Talvez eles fiquem irritados e demonizem os críticos de Darwin porque sabem que a maioria das pesquisas e trabalhos na área biológica evolutiva seriam reprovados magna cum laude no contexto de justificação teórica: reprodutibilidade. Abaixo um excerto do editorial da Bio Techniques lamentando-se que a falta de reprodutibilidade das pesquisas em algumas ciências produz uma falta de confiança nessas áreas. 75%  irreprodutibilidade na área biológica:

“The troubling trend of irreproducibility, which has been brewing for some time now, came to a head for many with the publication of a commentary in the journal Nature by Begley and Ellis finding that the results of 47 out of 53 studies could not be replicated. These preclinical studies formed the basis for other research studies and in some instances were the starting points for costly drug studies. Begley and Ellis are not alone in their findings- other reports have surfaced in recent months highlighting the problem of irreproducible studies. Recently, a group called the Global Biological Standards Institute (GBSI) presented a report making a case for biological standards. In interviews with 60 key figures in the life science community, nearly 75% of those interviewed described having to deal with irreproducible data and/or results. … It is interesting to note that at this moment of greater irreproducibility in life science, journals continue to minimize the space given to Materials and Methods sections in articles.”

+++++
COMENTÁRIO CAUSTICANTE DESTE BLOGGER:
Agora está explicado por que a Nomenklatura científica abomina a aplicação do contexto de justificação à teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e de mecanismos de A a Z (vai que um falhe no meio do caminho…).

 

O blog Saints and Sceptics apresenta seis maneiras que o Cristianismo tem apoiado a Ciência (ver aqui).

Leia e verifique se você concorda:

1) Os pioneiros do método científico tiveram de esperar algum tempo antes que eles pudessem demonstrar os benefícios práticos de seus estudos. Até então, eles perseguiram o conhecimento do mundo natural, simplesmente porque tal conhecimento era considerado um bem em si. Esta busca particular de conhecimento faz sentido se estamos “a pensar os pensamentos de Deus depois dele”, estudando a sua criação. Intelectuais teriam sido menos inclinados a estudar um mundo produzido pelo movimento aleatório de átomos sem sentido no vazio infinito.

“… Hoje quase todos os historiadores concordam que o cristianismo (o catolicismo assim como o protestantismo) fizeram os primeiros intelectuais modernos para estudar a natureza de forma sistemática.” Noah J Effron em “Galileo Goes to Jail”

2) Noções emprestadas da crença cristã encontraram o seu caminho para o discurso científico. Os cristãos acreditam que Deus é racional e soberano: uma visão de mundo bastante diferente da crença antiga que o mundo surgiu a partir do caos e era governado por Fortuna. Um Deus pessoal racional criaria um universo ordenado e regular. Isto levou à crença de que a natureza seria regida por leis.

“A natureza deste ou daquele corpo é nada mais do que a lei de Deus prescrita a ele; para falar propriamente uma lei nada mais é do que uma regra nocional de agir de acordo com a vontade declarada de um superior” Robert Boyle, “Notion of Nature”

3) Para ter o conhecimento do mundo natural, as leis da natureza não devem ser muito profundas ou complexas para nós perseguirmos. Os cristãos acreditavam que fomos feitos à imagem de Deus. Também fomos criados para conhecer e adorar a Deus. Segue-se que fomos criados com a capacidade intelectual para entender a criação de Deus. Essa crença deu aos intelectuais a confiança de que eles poderiam realmente entender e compreender o mundo natural.

“Essas leis estão ao alcance da mente humana. Deus queria que nós as reconhecêssemos, criando-nos à Sua própria imagem para que pudéssemos compartilhar em Seus próprios pensamentos…” Kepler, Carta a George Johannes von Hewart Hohenburg

4) Ao contrário dos gregos antigos, que acreditavam que o mundo físico era inferior ao intelectual e o espiritual, as escrituras cristãs-judaicas ensinavam que a esfera criada era boa. Não era vergonhoso sujar as suas mãos através de trabalho físico; o mundo físico também é digno de contemplação.

“O entusiasmo para o novo empirismo é igualmente bem ilustrado por John Wilkins, um bispo anglicano com simpatias puritanas, um dos membros fundadores da Royal Society… ‘Nós não deveríamos ser tão supersticiosamente dedicados à Antiguidade’, escreveu Wilkins nas palavras cuidadosamente escolhidas de um bispo do século 17,… ‘Precisamos de trabalho para descobrir o que as coisas são em si mesmas por nossa própria experiência… não o que alguém outro diz delas. ‘ É óbvio para nós agora – revolucionário naquela época: um bom exemplo de estímulo teológico que estava sendo fornecido para ajudar o surgimento do método empírico”. Denis Alexander

5) Deus é livre e soberano. Alguns gregos antigos, como Aristóteles, pensavam que pudéssemos descobrir os princípios que regiam o mundo simplesmente por meio da reflexão racional. No entanto, os cristãos acreditavam que Deus era livre: Ele não era obrigado a criar o mundo de acordo com os princípios que os filósofos pensavam ser os melhores. A única maneira de descobrir o plano de Deus na criação era o de sair e procurar! Isto significou um maior enfoque na observação e experimentação.

“Não pode haver ciência viva a menos que haja uma convicção instintiva generalizada na existência de uma ordem das coisas. E, em particular, de uma ordem da natureza”. A.N. Whitehead, “Science and the Modern World”.

6) No pensamento cristão, os seres humanos são criaturas caídas que não têm a graça de compreender a mente de Deus somente através da razão. Os cristãos tinham algumas razões para duvidar da eficácia somente da razão. Então, eles queriam verificar as nossas ideias sobre o mundo natural através da observação, medição e experimentação.

“…Todos os homens, tanto devido a uma corrupção derivada quanto devido a uma corrupção inata e nascida dentro deles… são altamente sujeitos a cair em todos os tipos de erros…. Esses são os perigos no processo da razão humana, a remediação de todos eles só pode proceder a partir de uma filosofia real, mecânica, experimental”. Robert Hooke, “Micrographia”

 

fonte: http://www.origemedestino.org.br/blog/johannesjanzen/?post=665

Não fiquei alheio às notícias sobre a leitura do DNA de humano primitivo de 400.000 anos encontrado em Atapuerca, Espanha:

Cientistas leem o mais antigo DNA de humano primitivo

Razão do meu silêncio? É que há tanta confusão, controvérsia e polêmica entre os maiores especialistas de evolução humana diante das evidências encontradas e interpretações dadas que eu me perguntei se valeria a pena considerar o que foi alardeado pela Grande Mídia.
Desta vez foi muito, mas muito diferente. Por que? Porque foi publicado um artigo na Nature, a publicação científica fundada por Thomas Huxley et al para defender e promover as ideias evolucionárias de Darwin, com esta chamada “Hominin DNA baffles experts” [DNA de hominídeo confunde os especialistas]. É que as peças do quebra-cabeça da evolução humana estão caindo em lugares onde não deveriam cair, contrariando expectativas teóricas. Não seriam expectativas ideológicas???
E o que era fato, Fato, FATO da evolução humana diante das evidências encontradas se torna um mistério “Another ancient genome, another mystery” [Outro genoma antigo, outro mistério]. E pensar que tem darwinista ortodoxo, fundamentalista, xiita, pós-moderno, chique e perfumado a la Dawkins, como Pazza e Tessler que têm a evolução humana como sendo um fato científico tão bem estabelecido quanto à lei da gravidade, que a Terra é redonda e gira em torno do Sol. NADA MAIS FALSO! Ainda continua Mysterium tremendum. Coisa que este blogger vem dizendo há anos! Desde 1998…
O interessante e inesperado nesta pesquisa de DNA retirado de fêmur de 400.000 anos encontrado em Sima de los Huesos, Atapuerca, na Espanha, é a relação desse hominídeo e os denisovanos que, sabe-se, viveram muito mais recente na Sibéria.
Pela teoria, os ancestrais europeus deveriam ser mais proximamente geneticamente relacionados com os Neanderthais do que com os denisovanos. Foi isso que deixou os pesquisadores “confundidos”. Chris Stringer disse “não é o que eu esperaria [encontrar].” Svante Pääbo, um dos maiores especialistas nesta área, disse “Isso realmente levanta mais perguntas do que respostas.” Digno de nota é a sugestão no artigo de como explicar a evidência que contraria o esperado pela teoria, “pesquisadores interessados na evolução humana estão se esforçando para explicar o elo surpreendente, e todo mundo parece ter suas ideias.”
O que a maior parte da Nomenklatura científica e a Galera dos meninos e meninas de Darwin querem é esperança, mas diante das evidências, os especialistas ofereceram somente perplexidade:
Clive Finlayson, arqueólogo do Museu de Gibraltar Museum, considera o mais recente artigo como sendo “moderado e renovador”. Ele disse que as muitas ideias [SIC1] sobre evolução humana têm sido derivadas de amostras limitadas de fósseis e de ideias preconcebidas [SIC 2]. Neste caso, ele afirmou “A genética, para mim, não mente”.
Até Pääbo, um dos maiores especialistas nesta área, admite que ficou surpreso com a última descoberta de sua equipe: “A minha esperança, é claro, é que eventualmente nós não tragamos confusão, mas clareza para este mundo”.
Outras publicações também mostraram terem sido surpreendidas com a descoberta:
National Geographic reportou que isso “embaralha” o quadro da origem humana.
Live Science reportou sobre um “braço misterioso da humanidade.”
Science Now traz Pääbo dizendo que eles pensavam que este genoma seria encontrado na China e não na Europa. Outro paleoantropólogo disse “Isso é muito mais complex do que nós pensávamos.” Vários “especialistas” propõem “cenários” para responder esse enigma, “O que o DNA de denisovano está fazendo em um proto-neanderthal a 7.500 kilômetros da Sibéria?”
BBC até brincou: da Sibéria para a Ibéria?
A história fica complicada com os diversos grupos incompatíveis cruzando entre si, mas perdendo o DNA que eles ganharam.
O artigo deixou alguns pesquisadores bem frustrados, pois os autores “não chegaram a nenhuma conclusão… Isso não é um grande avanço, deixando todas as hipóteses no ar”, resmungou Emiliano Bruner, do Centro Nacional Espanhol de Pesquisa para Evolução Humana em Burgos.
Ian Tattersal disse, curiosamente: “Tudo o que eu posso dizer é que isso fica cada vez muito mais misterioso.”
Science Daily reportou que parece similar aos primitivos primatas e “Lucy”, mas não com os primatas vivos: “Primatas atuais têm suas histórias evolucionárias longas e independentes, e as suas anatomias modernas não devem ser pressupostas como representando a condição ancestral de nossa linhagem humana”, disse William Jungers, da Escola de Medicina Stony Brook.
PhysOrg reportou que esta espécie (foi chamada de “Homem do Milênio”) se mostrou ser “menos parecida com chimpanzé do que foi pensado.” Ele parece estar descrevendo um arbusto evolucionário e não uma árvore. Então, o que do fato, Fato, FATO da evolução humana pode ser deduzida dos fósseis? Como os cientistas sabem que esses galhos não foram galhos de primatas que simplesmente se extinguiram, e nada tinham a ver com a origem humana?+++++
NOTA CAUSTICANTE DESTE BLOGGER:É bom ser vindicado pelas evidências. Muito bom mesmo é ser vindicado pelos evolucionistas HONESTOS! Neste blog sempre mostramos ceticismo saudável e localizado sobre o fato, Fato, FATO da evolução humana alardeado como fato científico assim como a lei da gravidade, como a Terra é redonda e gira em torno do Sol. NADA MAIS FALSO!!!O nome disso é DESONESTIDADE ACADÊMICA, pois a teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários (de A a Z, vai que um falhe…) não é corroborada no contexto de justificação teórica.Por que nossos alunos do ensino médio não podem ficar sabendo que o fato, Fato, FATO da evolução não é assim uma Brastemp de aceitação entre os cientistas evolucionistas COMPETENTES e HONESTOS???

Fui, nem sei por que, rindo igual ao Gato de Cheshire!!!
ADENDA 10/12/2013Ponto de vista de John Hawks sobre esta questão polêmica e controversa:
The Denisova-Sima de los Huesos connectionP.S.: Este cientista evolucionista não abre espaço para comentários em seu blog. Foi nele, Galera de meninos e meninas de Darwin e alguns cientistas da Nomenklatura científica, que me inspirei. Capice?

Um escândalo está assombrando o Zimzábue (África). De acordo com o Zimbabwe Mail, a mulher está mantendo um relacionamento de três anos com seu próprio filho e está grávida dele.mãe quer casar com o filho

De acordo ainda com o jornal, Betty pediu ao líder da vila onde mora, Mbereko Mabingo, para permitir o casamento alegando que está extremamente apaixonada. A mulher começou a relação incestuosa com seu filho, Farai Mbereko, quando ele tinha 20 anos.

Betty explica que investiu fortemente na educação de seus filhos e que é direito dele escolher a mulher com quem quer ficar.

Em uma frase polêmica, ela disse: “Deixem-me apreciar o resultado do meu próprio suor”, aos chefes da aldeia, justificando o casamento.

Os líderes entendem que tal união pode representar má sorte para os outros moradores e exigiram que a mãe termine com esse relacionamento ou ela será expulsa da aldeia.

Algumas universidades pesquisam o comportamento incestuoso. De acordo com a teoria de psicólogos especialistas na área, a relação entre familiares com laços tão próximos pode ser caracterizada como um grave problema comportamental que precisa ser melhor estudado.

fonte:http://www.exercitouniversal.com.br/2013/10/mae-que-quer-casar-com-o-proprio-filho.html

(By Enezio A Filho)
Fred Sanger, as sequências de proteínas e a evolução versus a ciência.
As proteínas são aleatórias?
A morte do grande bioquímico Frederick Sanger esta semana nos lembra de mais um dos muitos fracassos da evolução, isto é, a visão de que as sequências de proteínas são aleatórias. Eis como um obituário de Sanger explica:
… Chibnall e Sanger acreditavam que deveria existir uma possibilidade real de se determinar a estrutura química das proteínas. Esta ideia era controversa naquele tempo pois, embora os 20 ou mais aminoácidos que podem entrar na formação de proteínas fossem conhecidos, a maioria dos cientistas acreditavam que a disposição dos aminoácidos diferentes numa proteína era aleatória. Um professor tinha até produzido uma fórmula matemática complexa que expressaria esta função aleatória. Assim, quando Chibnall tentou que Sanger obtivesse fundos de pesquisa do Medical Research Council [Conselho de Pesquisa Médica] para pesquisar a estrutura de proteína, o fundo de pesquisa foi recusado porque “todo mundo sabia” que o padrão dos aminoácidos em uma proteína era aleatório.
Apesar disso, Sanger conseguiu juntar dinheiro suficiente de várias fontes para começar a pesquisa. De 1944 a 1951 ele fez parte do Beit Memorial Fellowship for Medical Research; e em 1951, ocasião em que o Medical Research Council [Conselho de Pesquisa Médica] tinha reconhecido a importância de sua pesquisa, ele se tornou membro do staff externo do MRC.
A proteína que Sanger escolheu para sua pesquisa foi a insulina que, bem como sendo relativamente pequena em tamanho, tinha fortes implicações clínicas na compreensão de doenças tais como a diabetes. Ele desenvolveu um método de marcar o aminoácido final e separá-lo da insulina. O aminoácido final era então identificado e o processo repetido. Através deste laborioso método, Sanger demonstrou que uma molécula de insulina contém duas correntes de peptídeos feitas de dois ou mais aminoácidos que são ligados entre si por duas pontes de dissulfeto. Eles levaram mais oito anos para identificar finalmente os 51 aminoácidos que compõem a insulina.
A mitologia evolucionária da aleatoriedade em nível molecular persistiu por muitos anos vindouros. Eis como o famoso evolucionista francês, Jacques Monod, descreveu a descoberta pioneira de Sangar no seu clássico evolucionário Chance & Necessity [Acaso & Necessidade]:
“A primeira descrição da sequência completa de uma proteína globular foi dada por Sangar em 1952. Foi tanto uma revelação como um desapontamento. Esta sequência, que sabiam definir a estrutura, daí as propriedades eletivas de uma proteína funcional (insulina), foi demonstrada ser sem nenhuma regularidade, sem qualquer característica especial, ou qualquer característica restritiva. Mesmo assim, a esperança permaneceu que, com o acúmulo gradual de outras descobertas como esta, de algumas leis gerais de montagem, bem como de certas correlações funcionais, isso seria finalmente esclarecido. Hoje, a nossa informação se estende a centenas de sequências correspondendo a várias proteínas extraídas de todos os tipos de organismos. Das pesquisas dessas sequências, e depois de compará-las sistematicamente com a ajuda de meios modernos de análise e computação, nós agora estamos numa posição para deduzir a lei geral: é a lei do acaso. Para ser mais específico: essas estruturas são “aleatórias” no sentido exato que, fôssemos nós saber a ordem exata de 199 resíduos [i.e., os aminoácidos] em uma proteína contendo 200, seria impossível formular qualquer regra, teórica ou empírica, que nos capacitasse a predizer a predizer a natureza de um resíduo ainda não identificado na análise.
Dizer que em  um polipeptídeo a sequência de aminoácido é “aleatória” pode, talvez, soar como uma admissão de total ignorância.  Bem ao contrário, a declaração expressa a natureza dos fatos.” [Vintage Books Edition, 1972, p. 96]
Na verdade, as sequências de aminoácidos não são aleatórias não mais do que uma sentença em inglês é aleatória. Mas se você não conhece a linguagem, ela pode parecer aleatória, tal como nesta sequência letras: “modnartonsierutan”. Mas aparências podem enganar. Reversta a ordem e adicione alguns espaços, e a sequência se torna: “nature is not random” [a natureza não é aleatória].
Testes padrões de aleatoriedade demonstram que o texto em ingles, e as sequências de proteínas, não são aleatórios. Apesar disso, os evolucionistas continuaram a promover esta visão. Um artigo de 1986 descreveu as proteínas globulares como tendo “sequências aleatórias” e que os requisitos físicos de tais proteínas são comumente herdadas em sequências aleatórias.
Do mesmo modo bem mais tarde em 1990 os evolucionistas asseveraram que a distribuição de aminoácidos oleosos em sequências de proteínas não podiam “ser distinguidas daquelasesperadas de uma distribuição aleatória.” Assim, as proteínas poderiam ter “se originado de sequências aleatórias.”
Tudo isso foi demonstrado ser falso e é mais outra predição falsa do pensamento evolucionário metafisicamente orientado.

By  Enézio E. de Almeida Filho

 

Michael Egnor 18 de outubro de 2013 4:28 PM | Permalink
Larry Moran tem uma postagem divertida sobre a evolução como um dos novos conceitos fundamentais em bioquímica e biologia molecular. Se você tem que proclamar periodicamente ao mundo da indispensabilidade de sua disciplina científica, então sua disciplina científica não é indispensável.
Da American Society for Biochemistry and Molecular Biology, com meu comentário:
A Importância Central da Teoria da Evolução em todas as Ciências Biológicas
“Assim como é para todas as ciências biológicas, a evolução é um conceito fundamental em bioquímica e biologia molecular”.
A evolução é irrelevante para a bioquímica e biologia molecular. A bioquímica e a biologia molecular são, é claro, bem importantes no desenvolvimento de uma compreensão da história evolucionária. O nosso entendimento da história evolucionária é dependente (em grande parte) na bioquímica e biologia molecular. Afirmar a dependência reversa é raciocinar em círculo.
“Um entendimento da história evolucionária partilhada por todos os sistemas vivos em nosso planeta é assim crítica para qualquer estudante dessas disciplinas”.
Vide acima. A bioquímica e a biologia molecular são uma grande parte da evidência da evolução. Portanto, a evolução não pode ser uma grande parte da evidência para a bioquímica e biologia molecular.
“A teoria evolucionária guia os esforços experimentais através da bioquímica e biologia molecular.”
Bobagem. As inferências evolucionárias, se boas ou más estórias, são irrelevantes para pesquisa em bioquímica e biologia molecular. Muito, se não a maior parte da pesquisa em bioquímica e biologia molecular é conduzida em escolas de medicina, que não ensinam biologia evolucionária e não têm departamentos de biologia evolucionária.
“Isso varia da comparação de enzimas relacionadas de espécies diferentes pela identificação de resíduos de sítios ativos fundamentais…”
A bioquímica e a biologia molecular pode ser usada para inferir ancestralidade comum evolucionária (o design comum também é uma inferência razoável). A inferência para a ancestralidade evolucionária baseada na bioquímica e biologia molecular não pode então contribuir para a pesquisa em bioquímica e biologia molecular, porque, conforme destacado acima, isso seria raciocinar em círculo.
“… até ao uso de comparações interespécies na determinação de funções de genes…”
Idem.
“até a procura de genes responsáveis para doenças genéticas usando abordagens filogenéticos para o estudo de mecanismos reguladores que guiam o desenvolvimento.”
As doenças têm causas próximas e evolucionárias. Os bioquímicos e biólogos moleculares estudam causas próximas. Os biólogos evolucionistas inventam estórias evolucionárias baseada na pesquisa de causas próximas. A contribuição é unidirecional.
“Nossas tentativas em compreender as moléculas humanas e processos são imensamente aprimoradas pela nossa compreensão de seus contrapartes em outros organismos.”
A similaridade entre humanos e outros organismos é estabelecida pela bioquímica, biologia molecular, fisiologia, anatomia, etc. Baseadas em similaridades, as inferências evolucionárias são invocadas pelos biólogos evolucionistas. Se os bioquímicos etc. afirmassem que as estórias evolucionárias fossem essenciais ao seu trabalho, eles estariam… raciocinando em círculo. Mas, é claro, eles na verdade não afirmam isso. Eles apenas prestam homenagem à evolução para manter longe os darwinistas.
“Nossos esforços em lidar com um novo patógeno humano – viral, bacteriano, ou eucariótico – são aprimorados incomensuravelmente por prévios estudos de vírus ou organismos relacionados ao patógeno.”
“Relacionados” é determinado pela bioquímica e a biologia molecular. As estórias evolucionárias sobre relacionalidade são derivadas das similaridades bioquímicas e moleculares. Portanto, a evolução é informada pela, mas não informa, bioquímica e biologia molecular.
O comentário saliente sobre esses louvores tolos à evolução foram feitos por um importante biólogo molecular e membro da National Academy of Sciences dos Estados Unidos, Philip Skell:
“[A] forma moderna da teoria de Darwin foi elevada ao seu atual status elevado porque dizem ser a pedra angular da biologia experimental moderna. Mas isso é correto? “Embora a grande maioria dos biólogos, provavelmente, concordaria com a máxima de Theodosius Dobzhansky de que ‘nada em biologia faz sentido a não ser à luz da evolução’, a maioria pode conduzir seu trabalho bem felizmente sem referência particular às ideias evolucionárias”, A.S. Wilkins, editor do journal BioEssays, escreveu em 2000. “A evolução pareceria ser a ideia unificadora indispensável e, ao mesmo tempo, uma ideia altamente supérflua”.
Eu tenderia concordar. Certamente, minha pesquisa com antibióticos durante a Segunda Guerra Mundial não recebeu nenhuma orientação dos insights fornecidos pela evolução darwinista. Nem a descoberta da inibição bacteriana pela penicilina por Alexander Fleming. Recentemente eu perguntei a mais de 70 pesquisadores eminentes se eles teriam feito seu trabalho diferentemente se eles tivessem pensado que a teoria de Darwin estivesse errada. As respostas foram todas a mesma: Não.
Eu também examinei as descobertas biológicas prominentes do século passado: a descoberta da dupla hélice [do DNA]; a caracterização do ribossomo; o mapeamento dos genomas; pesquisas em reações a remédios e drogas; melhoras na produção de alimentos e saneamento público; o desenvolvimento de novas cirurgias; e outras. Eu até perguntei biólogos trabalhando em áreas onde alguém esperaria o paradigma darwinista ter mais beneficiado a pesquisa, tal como o surgimento de resistência a antibióticos e pesticidas. Aqui, e em outras áreas, eu descobri que a teoria de Darwin não tinha fornecido nenhuma direção discernível, mas foi trazida, após as descobertas, como um verniz narrativo interessante.”
As afirmações circulares absurdas da indispensabilidade da evolução para as disciplinas biológicas – as próprias ciências nas quais a biologia evolucionária se alimenta – é mais evidência de que o verniz narrativo darwinista está usando é tão fino que a evolução precisa de uma maratona telivisiva aqui e ali para torná-la parecer relevante.

Hoje a biologia, mais precisamente a genética está intrínseca a Teoria da Informação, Tecnologia da Informação, e inevitavelmente vem a minha mente a Teoria do Design Inteligente. E vem a minha mente o que eu havia postado sobre um artigo do Science Daily, onde o autor de um trabalho afirma que todo ser vivo é um computador biológico. E isso é racional.Segue agora algo que nós conhecemos, temos experiência e encontramos nos computadores biológicos.Alguns dos links do wikki estão sem nenhum artigo,outros estão com os artigos referentes, clique para saber mais detalhes sobre informações,armazenamento e etc.

 

Codificação

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Em processamento digital de sinaisCodificação significa a modificação de características de um sinal para torná-lo mais apropriado para uma aplicação específica, como por exemplo transmissão ou armazenamento de dados.

Neste contexto, existem três tipos de codificação:

 

Técnicas de Codificação

No que diz respeito às principais técnicas de codificação, podemos dividí-las em 3:

  • Non Return to Zero (NRZ): Existem dois níveis de tensão ou corrente, para representar os dois símbolos digitais (0 e 1). É a forma mais simples de codificação e consiste em associar um nível de tensão a cada bit: um bit 1 será codificado sob a forma de uma tensão elevada e um bit 0 sob a forma de uma tensão baixa ou nula.

NRZcode.png

  • Return to Zero (RZ): Na codificação RZ o nível de tensão ou corrente retorna sempre ao nível zero após uma transição provocada pelos dados a transmitir (a meio da transmissão do bit). Geralmente um bit 1 é representado por um nível elevado, mas a meio da transmissão do bit o nível retorna a zero.

RZcode.png

  • Diferenciais: Neste tipo de codificação, os 0 e 1 são representados através de uma alteração do estado da tensão ou corrente. Assim, o valor 1 é representado pela passagem de uma tensão ou corrente baixa/nula para uma tensão ou corrente elevada. O valor 0 é o contrário, ou seja, passa-se de uma tensão ou corrente elevada para outra baixa/nula.

 

Ver também

Codificação de canal

Em matemáticaciência da computaçãotelecomunicaçõesengenharia elétricaestatística e teoria da informação, chama-seCodificação de Canal, ou Detecção e Correção de Erros à codificação de sinais de informação com o objetivo de diminuir a taxa de erro de símbolo e/ou de bit durante a transmissão dos mesmos através de um canal de comunicação. Assim, trata-se do estudo dos códigos detectores e corretores de erros.

Existem basicamente dois tipos de códigos corretores/detectores de erros:

História

O estudo de códigos corretores de erros iniciou-se na década de 19401 , específicamente no ano de 19482 em um trabalho publicado por Claude E. Shannon.

Aplicações

Pode-se comprovar a presença dos códigos corretores de erro em diversas situações do cotidiano, como por exemplo quando se assiste a um programa de televisão, se ouve música a partir de um CD, se faz um telefonema, se assiste um filme gravado em DVD, ou se navega pela internet2 .

Notas

  1. Ir para cima↑ Conforme Dutra (2006)
  2. ↑ Ir para:a b Conforme Câmara & Souza

Referências

Ver também

 

Bit

Nota: Não confundir com Byte

 

Bit (simplificação para dígito binário, “BInary digiT” em inglês) é a menor unidade de informação que pode ser armazenada ou transmitida. Usada na Computação e na Teoria da Informação. Um bit pode assumir somente 2 valores, por exemplo: 0 ou 1, verdadeiro ou falso.

Embora os computadores tenham instruções (ou comandos) que possam testar e manipular bits, geralmente são idealizados para armazenar instruções em múltiplos de bits, chamados bytes. No princípio, byte tinha tamanho variável mas atualmente tem oito bits. Bytes de oito bits também são chamados de octetos. Existem também termos para referir-se a múltiplos de bits usando padrões prefixados, como quilobit (kb), megabit (Mb), gigabit (Gb) e Terabit (Tb). De notar que a notação para bit utiliza um “b” minúsculo, em oposição à notação para byte que utiliza um “B” maiúsculo (kBMBGBTB).

Fisicamente, o valor de um bit é, de uma maneira geral, armazenado como uma carga elétrica acima ou abaixo de um nível padrão em um único capacitor dentro de um dispositivo de memória. Mas, bits podem ser representados fisicamente por vários meios. Os meios e técnicas comumente usados são: Pela eletricidade, como já citado, por via da luz (em fibras ópticas, ou em leitores e gravadores dediscos ópticos por exemplo), por via de ondas eletromagnéticas (rede wireless), ou também, por via de polarização magnética (discos rígidos).

Telecomunicações ou volume de tráfego em redes de computadores são geralmente descritos em termos de bits por segundo. Por exemplo, “um modem de 56 kb/s é capaz de transferir dados a 56 quilobits em um único segundo” (o que equivale a 6,8 quilobytes (kibibyte), 6,8 kB, com B maiúsculo para mostrar que estamos nos referindo a bytes e não a bits. Ethernet transfere dados a velocidades que variam de 10 megabits por segundo a 1 gigabit por segundo (de 1,19 a 119 megabytes(mebibyte) por segundo). NoSistema Internacional (SI), os prefixos quilo-, mega-, etc às vezes têm o significado modificado quando aplicados a bits e bytes (até bits toleram calculos decimais pois é pontual ou é 0 ou é 1, já bytes não pois se fala dos dados agrupados): para explicação, vejaPrefixos binários.

Saiba Mais

Bit também é conceituado como a menor unidade de “informação” armazenável. Porém o bit (0 ou 1), apesar de ser um dado (fato não processado) não pode ser confundido como a menor “unidade de medida da informação“, pois representa apenas valores que, somente em conjunto (octeto ou byte), formarão a informação em si, que é o produto do processamento desse conjunto de dados.

Cabe salientar que o bit é usado como unidade de medida sim, mas em transmissão de dados de forma serial.

Em comunicação de dados apenas a definição métrica de um kilobyte (1.000 bytes por kilobyte) está correto. A definição binária de um kilobyte (1.024 bytes por kilobyte) é usado em áreas como armazenamento de dados (disco rígido, memória), mas não para expressar a largura de banda e taxa de transferência.

Ver também

 

Decodificação

Decodificação é a ação de transcrição, interpretação ou tradução de um código, também conhecida como criptografia, (dado ou conjunto de dados em um formato desconhecido) de modo que possa ser entendido pelo decodificador ou seu utilizador (para um formato conhecido, ou legível).

A decodificação pode ser utilizada em espionagem, para decifrar informações sigilosas, ou para lidar mais facilmente com determinados meios de comunicação, como o telégrafo e o código Morse

Quando apertamos uma tecla numérica de um computador, por exemplo, um circuito é capaz de decodificá-la para que ele possa entender e realizar a operação. Para isso, é necessário que o dispositivo responsável por decodificar conheça o código respectivo.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 158 outros seguidores