Em Defesa do Design Inteligente

Conteúdo do blog

Este blog é um acervo de artigos que abordam principalmente a Teoria do Design Inteligente, aborda o evolucionismo; e outros assuntos relacionados a teísmo, ateísmo e ciência.

O QUE É TEORIA DO DESIGN INTELIGENTE?

A teoria do design inteligente sustenta que certas características do universo e dos seres vivos são melhor explicadas por uma causa inteligente, não um processo não direcionado, como a seleção natural. Através do estudo e análise dos componentes de um sistema, um teórico do design é capaz de determinar se várias estruturas naturais são o produto do acaso, lei natural, design inteligente ou alguma combinação destes.

Design Inteligente Brilha no Brasil – Mais do Lançamento Discovery Institute-Mackenzie.

By Evolution News – David Klinghoffer | @d_klinghoffer

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Eu tenho que dizer que acho essas fotos do lançamento do Discovery Institute-Mackenzie encantadoras. Refiro-me ao novo centro de pesquisa em design inteligente da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo.

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Muitos desses rostos não são conhecidos por mim – ainda não – mas a energia e a diversidade brilham por completo. Você vai, é claro, ser capaz de escolher algumas figuras que são muito bem conhecidas por nós – Doug Axe, Michael Behe, Brian Miller, coordenador de pesquisas do Centro de Ciência e Cultura, e Steve Buri, presidente do Discovery Institute.

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O Brasil não é apenas outro país, mas, é claro, uma cultura completamente diferente. É ótimo ver a mistura do familiar e do novo, e encorajar a observar a maneira como a ciência do DI se traduz através das fronteiras. É assim que se deve ser dado que o DI é uma descrição objetiva do mundo natural. As evidências de design em biologia e cosmologia devem ser universalmente reconhecíveis – e são.

[Adaptado]

Crédito das fotos: Cortesia de Steve Buri e Professor Marcos Eberlin da Sociedade Brasileira de Design Inteligente.

Joaninha E Design Inteligente.

By Evolution News – David Klinghoffer | @d_klinghoffer

[Obs: Texto adaptado – O título não é o mesmo do original (Ladybug, Living Origami, Lends a Hand with Umbrella and Other Designs) – O artigo contem links em inglês – Imagens, vídeo do EnV, com os devidos créditos] 

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Delicado e agradável, o besouro joaninha é um inseto que todos amam. Ter um inesperadamente em sua mão, é um lembrete de quão suave e bela a natureza pode ser.

Sua habilidade de alternar agilmente entre andar e voar também é uma maravilha de design. Cientistas japoneses têm trabalhado para esclarecer o segredo de como eles dobram e desdobram suas asas, um gesto sem esforço de um origami vivo. Eles publicaram suas descobertas no PNAS.

De USA Today:

Os cientistas japoneses ficaram curiosos em saber como as joaninhas dobravam suas asas dentro de suas cascas, de modo que removeram cirurgicamente as cascas externas de várias joaninhas (tecnicamente chamado elytra) e as substituíram com cascas de silicone transparentes e coladas para observar o mecanismo de dobramento das asas.

Por que se preocupar com essa pesquisa aparentemente frívola? Acontece que a forma como os insetos naturalmente dobram suas asas, pode fornecer dicas de design para uma ampla gama de usos práticos para os seres humanos. Isso inclui antenas de satélite, instrumentos médicos microscópicos e até mesmo itens comuns como guarda-chuvas e ventiladores.

“A técnica das joaninhas para realizar dobras complexas é bastante fascinante e inovadora, especialmente para pesquisadores nos campos da robótica, mecânica, aeroespacial e engenharia mecânica”, disse o principal autor Kazuya Saito, da Universidade de Tóquio. [Enfase adicionada.]

Isso é um conjunto surpreendentemente grande de “dicas de design” do humilde inseto, que também é chamado de joaninha. Veja o design em ação:

The Telegraph ecoa:

As asas da joaninha poderia ajudar a mudar o design de guarda-chuvas pela primeira vez em 1.000 anos.

O jornal New York Times:

O Conjunto De Asas Das Joaninhas E Os Segredos Da Engenharia Em Conjuntos Arranjados De Origami.

[…]

A olho nu, essa elegante transformação é um mistério. Mas cientistas no Japão criaram uma janela para o processo em um estudo publicado segunda-feira em Proceedings of the National Academy of Sciences. Somente como joaninhas controlam o “amarrar” estas estruturas rígidas em espaços minúsculos, é uma lição valiosa para os engenheiros que projetam estruturas destacáveis como guarda-chuvas e satélites.

As asas traseiras de uma joaninha são resistentes o bastante para mantê-la no ar por até duas horas e permitir que alcance velocidades até 37 milhas por hora e altitudes tão elevadas quanto três edifícios Empire State verticalmente empilhados. Contudo, elas se dobram com facilidade. Estes atributos aparentemente contraditórios deixaram perplexo, Kazuya Saito; engenheiro aeroespacial da Universidade de Tóquio e autor principal do estudo.

Trabalhando na criação de estruturas destacáveis como grandes velas e sistemas de energia solar para naves espaciais, ele se voltou para a joaninha para a inspiração de design.

Observe como, ao discuti-los, é como se fôssemos forçados a usar a linguagem do design. No que diz respeito às joaninhas e seus “segredos de engenharia”, como diz o NY Times, o biólogo molecular Douglas Axe tweetou: “Como um DeLorean, apenas um refrigerador!” Aqui está um DeLorean:

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Em seu livro Undeniable: How Biology Confirms Our Intuition That Life Is Designed, o Dr. Axe usa a ilustração de um guindaste de origami. Com boa razão por trás dessa intuição universal, nossas mentes se rebelam contra a ideia de que qualquer criação de origami pode surgir por meio de uma combinação de acaso e lei, sem propósito ou design. No entanto, a teoria darwiniana exige que acreditamos que um guindaste real surgiu dessa maneira, ou uma joaninha real.

Na TV Brasileira, 3,5 Milhões De Telespectadores Aprendem A Dizer “Design Inteligente” Em Português.

By Evolution News – David Klinghoffer | @d_klinghoffer

[Texto adaptado – Imagens do EnV, com os devidos créditos] 

 

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O lançamento do novo centro de pesquisa brasileiro em design inteligente já traz alguns frutos bem-vindos e muito interessantes. Discovery-Mackenzie foi inaugurado na Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo pouco mais de uma semana atrás. O staff do Discovery Institute  e amigos estavam à disposição para comemorar – Steve Buri, Michael Behe, Doug Axe, e Brian Miller.

No domingo, um programa popular na TV nacional brasileira, Domingo Espetacular, transmitiu uma abordagem bastante longa sobre o ID, destacando a visita de cientistas do Discovery Institute. As classificações indicam que o programa foi visto por 3,5 milhões de espectadores. Nada mal!

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A descrição do programa, em uma tradução do Google, diz:

Os cientistas questionam a origem da vida e provam a existência de um ser superior.

Uma nova linha de pesquisa, conhecida como design inteligente, acredita que a complexidade da vida e a perfeição da natureza provam a existência de um ser superior. No centro de pesquisa em Ciência, Fé e Sociedade, recentemente inaugurada por uma das maiores universidades de São Paulo, em parceria com instituições americanas, os estudiosos descartam a criação do mundo com uma simples chance e analisam os códigos genéticos como uma espécie de “assinatura de Deus”.

Bem, ID não fala, de fato, da assinatura, do nome ou da identidade de Deus, nem arrisca qualquer inferência ou prova alguma sobre a natureza de uma inteligência de design atuando através da história da vida. Essas são questões apropriadamente deixadas para a filosofia, a metafísica e outros estudos acadêmicos relevantes; e não a biologia, como antes, muitas vezes observamos.

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Dito isto, a transmissão parece global e soa muito bem. Encontre-a aqui. Eu não falo português, mas é bom ver o Dr. Axe, o Dr. Behe, o Dr. Miller e o Presidente Steve Buri com o distinto e prolífico químico Marcos Eberlin da Universidade de Campinas, da Academia Nacional de Ciências do Brasil e da Sociedade Brasileira De Design Inteligente.

O cenário brasileiro sobre o ID fez uma estreia muito impressionante. Fique atento para mais.

Cientistas Descobrem Segredo Da Copiadora De Cromossomos.

Por Phys Org

[Obs: Texto adaptado – O Texto contem links em inglês – Imagem do P.O]

Cientistas da Universidade de Dundee resolveram um mistério sobre um dos processos mais fundamentais da biologia celular, em uma nova descoberta que esperam poder ajudar; um dia, a combater o câncer.

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O processo pelo qual as células copiam seus próprios cromossomos e, em seguida, fazem novas células é vital para toda a vida. Os cromossomos contêm o modelo genético que nos torna o que somos e esta informação deve ser copiada perfeitamente para que as novas células sobrevivam e executem a sua função. Quando o processo de cópia dá errado, pode levar ao câncer; como células anormais serem criadas.

As proteínas na célula se combinam para construir uma “máquina” molecular denominada replissoma, que desempenha um papel vital na cópia da dupla hélice do DNA que está no coração de cada cromossomo. O replissoma é construído apenas uma vez durante a vida de cada célula e, em seguida, é desmontado para garantir que as células façam apenas uma única cópia de cada cromossomo.

O professor Karim Labib e colegas da Escola de Ciências da Vida de Dundee já haviam estudado este processo em leveduras, o qual é apenas uma célula e é muito mais fácil de trabalhar do que as células humanas. Eles descobriram agora que as coisas são mais complicadas em animais, tendo pelo menos dois mecanismos de desmontagem diferentes. De extrema importância, o gene necessário para um destes processos é perdido em um número de cancros humanos, sugerindo uma nova abordagem através da qual esses tumores em particular poderiam ser tratados.

“Desde que Watson e Crick descreveram pela primeira vez a estrutura do DNA, sabemos que as células copiam os cromossomos, mas ainda estamos aprendendo como funciona”, disse o professor Labib.

“Ao olhar para levedura, que é muito semelhante geneticamente aos seres humanos, descobrimos que um dos muitos componentes do replissoma sofre uma mudança chamada “ubiquitinação“, após os cromossomos serem copiados, marcando o replissoma para a desmontagem pela maquina de reciclagem da célula. Isso é uma coisa boa, como estudos genéticos mostram; se o replissoma não é desmontado, mas ao invés disso, permanece colado aos cromossomos, então, isso pode levar a grandes problemas.”

“O que descobrimos agora é que a maquinaria que marca o replissoma de levedura para destruição não existe em animais, por isso tinha de haver algo a mais dirigindo este processo. Ao estudar um pequeno verme chamado Caenorhabditis elegans, descobrimos que os animais realmente têm dois mecanismos diferentes para a desmontagem do replissoma. Se um caminho falhar em fazer seu trabalho, o segundo entra em ação como um back-up.”

“O que torna isto particularmente interessante é que um gene necessário para o segundo mecanismo é conhecido por ser mutado em uma variedade de cancros humanos, incluindo alguns linfomas, glioblastomas e mielomas. Nosso trabalho com este gene em vermes sugere uma nova maneira de tratar os cancros correspondentes em humanos.”

“Se inativarmos parcialmente os genes envolvidos no primeiro ou no segundo caminho para a desmontagem do replissoma, verificamos que os vermes ficam bem, mas se inibirmos ambos ao mesmo tempo, é letal. Traduzindo essa ideia para os seres humanos, uma droga que inibe o primeiro caminho deve matar especificamente células tumorais que não têm o segundo caminho, sem ferir o resto do corpo.”

O trabalho é outro passo significativo para a compreensão dos processos no coração das células humanas, vitais para o desenvolvimento de novos tratamentos para combater doenças. Em quase todos os casos de desenvolvimento de câncer, os erros na máquina copiadora de cromossomos pode ser visto nos estágios iniciais.

“Uma das metas na pesquisa do câncer, é entender a biologia normal que vai mal em células cancerosas, porque só então podemos procurar melhores maneiras de matar as células cancerosas sem ferir o resto do nosso corpo”, continuou Professor Labib. “Esta área de replicação cromossômica tem sido de grande interesse no último par de décadas, onde descobrimos mais e mais sobre como isso funciona.”

“A má copia do cromossomo leva a mutações e mutações levam ao câncer. Células dividem quando não deve e perdem a identidade, levando a quebrar-se e a flutuar em partes do nosso corpo no sangue e a metástase do sistema linfático ocorre.”

“O desafio no tratamento do câncer é encontrar uma maneira de matar parte de você sem matar você [todo]. O objetivo é encontrar formas mais inteligentes de quimioterapia que mata as células cancerosas, porém não as mais saudáveis. O problema é que elas têm o mesmo DNA, como você, então o que precisamos fazer é descobrir o que as torna diferentes e mirar qualquer calcanhar de Aquiles que achamos que podemos encontrar “.

O artigo foi publicado na última edição da revista Nature Cell Biology.


Mais informações: Remi Sonneville et al. CUL-2LRR-1 and UBXN-3 drive replisome disassembly during DNA replication termination and mitosis, Nature Cell Biology (2017). DOI: 10.1038/ncb3500

Journal reference: Nature Cell Biology.

Cientista Biomimético Líder: Não Deixe O Materialismo Superar As Evidências.

Por Evolution NewsJonathan Witt

[Texto adapto – Links em inglês – Imagem do EnV]

 

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Aqui está outra história, DI-via-internacional; forte nos bastidores do lançamento do Discovery Institute-Mackenzie no Brasil na semana passada: O inovador cientista sul-coreano, Dr. Seung-Yop Lee, saiu contra a prática de governar as hipóteses do projeto inteligente fora dos limites antes de considerar as evidências.

“Como pesquisador biomimético, me pergunto como surgiram as complexas nanoestruturas fotônicas dos insetos”, escreve ele. “Desenhos biológicos estão provocando uma corrida do ouro da inovação para engenheiros e cientistas, mas em geral, somente explicações materialistas para essas estruturas biológicas são permitidas no campo biomimético”.

Lee é professor do Departamento de Engenharia Mecânica e Biomédica da Universidade Sogang, em Seul, e é uma figura destacada no campo da biomimética.

A recente leitura de Lee do novo livro de Jonathan Wells, Zombie Science: More Icons of Evolution, apressou os comentários. “Em seu excelente livro novo, Zombie Science, Jonathan Wells pede uma outra abordagem para a investigação científica”, escreveu Lee. “Não deixe a filosofia materialista superar a evidência, diz Wells. Em vez disso, siga a evidência onde quer que ela leve.”

Um artigo na revista Nature relata uma das inovações biomiméticas do Dr. Lee, “um filme que muda de cor de acordo com a umidade ambiental”. Segundo o artigo, a invenção foi “inspirada no design natural do besouro Hércules ” e abre caminho para o desenvolvimento de um sensor que “não precisaria de eletricidade e poderia ser usado em pequenos dispositivos médicos ou agrícolas.”

O sucesso do professor Lee em fazer descobertas de design ao procurar inspiração de maravilhas de engenharia no reino biológico, parece tê-lo deixado impaciente com o materialismo dogmático na biologia de origens e simpático ao argumento que Wells faz em seu novo livro. “O título, Zombie Science, é peculiar e colorido”, disse Lee,  “mas Wells usa-o para realçar um problema real: Vívidas “provas” de evolução continuam a ser construídas, mesmo depois de evidências contrárias as terem matado e os biólogos tradicionais terem renunciado a elas”.

Zombie Science é uma sequela do livro de 2001 do Dr. Wells, Icons of Evolution. “Wells traz leitores atualizados sobre os dez ícones originais e desmistifica mais seis”, comenta Lee em seu endosso ao livro. “Wells argumenta que esses ícones desmascarados persistem em livros didáticos e em outros lugares apenas porque eles suportam um paradigma evolucionista dominante e um dogma materialista. Zombie Science é um apelo oportuno para a reforma.”

O Evolution News relatou aqui, aqui, aqui, aqui e aqui, em apenas algumas das muitas veias sendo minadas no campo da biomimética. Encontre muitos mais artigos sobre o assunto, através da inserção de “biomimetics” no campo de pesquisa do site (do Evolution).

New York Times Publica Defesa Da Supressão Da Voz.

By Evolution News – Wesley J. Smith 

[Texto adaptado – Links em inglês]

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Estes são tempos perigosos para a liberdade de expressão no mundo ocidental. Na Europa e no Canadá, pode-se ser multado ou encarcerado por expressar opiniões que os que estão no poder acham odiosas ou “opressivas”. Aqui nos Estados Unidos, vemos essa supressão autoritária da fala cada vez mais abraçada nos campi universitários. Mas no New York Times?

Infelizmente, sim. O jornal, que raramente publica posições que divergem materialmente de suas próprias posições editoriais, publicou uma vigorosa defesa da supressão da fala. A ideia é que o discurso considerado antitético ao “bem público“, pode ser sufocado. De “Que direito tem os flocos de neve sobre a liberdade de expressão“, do professor da Universidade de Nova York, Ulrich Baer (ênfase minha):

É difícil subestimar o grande valor e a importância da liberdade de expressão, do ensino superior e da democracia. Mas foi lamentavelmente fácil para os comentaristas criar uma dicotomia simples entre a hipersensibilidade de uma geração mais nova e a liberdade de expressão como um bem absoluto que leva à verdade.

Seria melhor se concentrar em um entendimento mais sofisticado, como o fornecido por [Jean-François] Lyotard, das condições necessárias para que o discurso seja um bem comum e público. Isso requer a percepção de que, na política, os parâmetros da fala pública devem ser continuamente redesenhados para acomodar aqueles que antes não tinham posição.

Assim, o discurso que supostamente degrada aqueles a quem os supressores da fala consideram marginalizados, devem ser silenciados. Assim, aqueles que recusam aceitar isso, que, digamos, Caitlyn Jenner é agora parte, não só podem ser – mas devem ser – forçosamente calados.

Mas Ulrich defende uma supressão ainda mais ampla da fala:

A ideia de liberdade de expressão não significa uma permissão geral para dizer qualquer coisa que alguém pensa. Significa equilibrar o valor inerente de uma determinada visão com a obrigação de assegurar que outros membros de uma dada comunidade possam participar do discurso como membros plenamente reconhecidos dessa comunidade.

O grande perigo aqui não pode ser desprezado. Quem decide a visão que tem o “valor inerente“? Os que estão no poder. Isto significa, como vemos nos campi universitários de hoje, que as opiniões minoritárias não são apenas suprimidas, mas suprimida pela força ou ameaças dela – como vimos na UC Berkeley e Middlebury College.

Ulrich conclui:

Estou especialmente sintonizado com as demandas da próxima geração para revisar as definições existentes de liberdade de expressão para acomodar experiências previamente deslegitimadas.

A liberdade de expressão não é um absoluto imutável. Quando seus proponentes esquecem que requer o exame vigilante e contínuo de seus parâmetros e invocam um modelo puro de liberdade de expressão que nunca existiu, os perigos para nossa democracia são claros e presentes.

Assim, o discurso político protegido pela Primeira Emenda é uma ameaça clara e presente à democracia? Não, mas o de Ulrich sim.

Além disso, ele perde o ponto óbvio de que o poder de silenciar o discurso que entra em conflito com a defesa social por parte dos progressistas, pode ser transformado ao redor deles, se é que o governo alguma vez alcançou o poder de punir pontos de vista desfavoráveis.

Estive pensando há algum tempo que, em questões de discurso, estamos assistindo a uma disputa entre a Revolução Americana – que garante o direito de expressar opiniões sociais e políticas impopulares – e a Revolução Francesa que desata Jacobinos para suprimir a heterodoxia.

Mas depois de ler Ulrich, eu acho que enfrentamos algo ainda mais perigoso para a liberdade: uma revolução cultural no estilo Mao, que está gesticulando nos campi universitários. Se não restabelecermos os ideais americanos de liberdade de expressão para esses enclaves de “flocos de neve“, poderíamos ver uma violenta avalanche se materializar, ameaçando a pacificação de nosso discurso social mais amplo.

Crédito da foto: Torrenegra, via Flickr.

Cruzado no The Corner.

Novo Estudo Sobre a Evolução da Fotossíntese.

Por Darwin’s God Cornelius Hunter

[Obs: Texto adaptado – Links em inglês]

Uma “Capacidade Muito Avançada”.

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Como exatamente a evolução é um fato, quando segundo o jornal científico número dois do mundo: “como e quando as cianobactérias evoluíram a capacidade de produzir oxigênio através da fotossíntese é mal compreendido“? Ou, como o evolucionista Robert Blankenship admitiu: “Toda a questão da origem das cianobactérias tem sido um mistério há tempos, porque elas simplesmente apareceram fora da árvore da vida, com essa capacidade muito avançada de fazer a fotossíntese oxigenada sem quaisquer antepassados aparentes“.

Se as cianobactérias que fazem a fotossíntese, “surgiram” com essa “capacidade muito avançada” e “sem antepassados aparentes“, e se como e quando elas evoluíram a fotossíntese “é pouco compreendido“; então como é que os evolucionistas estão tão certos de que a evolução é um fato?

O que estou perdendo aqui?

Não é como se a fotossíntese fosse uma capacidade tangencial ou um evento menor na assim chamada “história evolutiva” da vida. Como disse o principal escritor sobre ciências da atualidade, Charles Q. Choi: “Um dos momentos mais cruciais da história da Terra foi a evolução da vida fotossintética que infundiu o ar com o oxigênio no qual praticamente toda a vida complexa do planeta agora é dependente“.

Também não é como se a fotossíntese fosse uma capacidade simples, sem necessidade de explicação de como ela poderia ter surgido por mutações aleatórias. Qualquer um que tenha estudado a fotossíntese mesmo que superficialmente sabe que é algo incrivelmente complexo. E para aqueles que estudaram em maior detalhe, só fica pior. As máquinas moleculares e suas funções requintadas, finamente sintonizadas, são verdadeiramente surpreendentes. Isso não “simplesmente acontece“.

Mesmo os evolucionistas, que estão sempre tentando explicar o quão fácil seria para as maravilhas da biologia surgirem por acaso, admitem a complexidade da fotossíntese. Como Blankenship colocou: a fotossíntese é uma “capacidade muito avançada“. Da mesma forma, Woodward Fischer concordou que a evolução da fotossíntese seria “muito desafiadora“:

Demorou um desdobramento substancial de tempo evolutivo antes da fotossíntese oxigenada se desenvolver, talvez porque, como sabemos, era uma bioquímica muito desafiadora de se desenvolver.

Tão pouco seria como se a evidência que temos sugerisse qualquer tipo de desenvolvimento evolutivo direto da fotossíntese.

Se a evolução é verdadeira, então devemos lançar novas notícias falsas da evolução, incluindo incríveis convergências, transferências; fusões maciças, horizontais ou laterais de genes. Arredonde os suspeitos habituais:

As relações filogenéticas destes procariontes sugerem que a evolução da respiração aeróbia provavelmente ocorreu várias vezes. Isto, juntamente com a evidência de que o sistema fotossintético moderno, aparentemente surgiu através da transferência lateral de genes e a fusão de dois sistemas fotossintéticos.

Isso é absurdo. A convergência, a transferência horizontal de genes e a fusão constituem mecanismos para corrigir o problema de que as evidências científicas contradizem a teoria evolucionista. Isso não faz sentido.

Mas fica pior.

Os evolucionistas não só são forçados a extrair de seu exército de mecanismos explicativos falsos, como também ficam com o proverbial “elo perdido“. O problema é, de onde veio a fotossíntese? Não poderia ter vindo do suposto antepassado comum da descida, e “apenas apareceu” com esta “capacidade muito avançada”. Assim, os evolucionistas têm que introduzir sua história da transferência horizontal do gene.

Mas de onde?

De onde surgiu a incrível bateria de genes – que só surgiria para se unir e criar a incrível capacidade de fotossíntese de todos os tempos? Convenientemente para os evolucionistas – e aqui está uma das belezas de ser um evolucionista – eles podem nunca saber. Como no jardineiro de Flew, os evolucionistas estão certos de que alguns organismo, que seriam “elos perdidos”, de alguma forma tiveram a fotossíntese instalada e funcional, ou só passaram a meramente ter os genes cruciais ao seu redor, mas nós provavelmente nunca iremos observar esse organismo porque ele há muito se tornou extinto.

Oh, como é conveniente. Algum organismo misterioso a fez. Nunca saberemos como a fotossíntese evoluiu porque o organismo onde ela surgiu, há muito se extinguiu, há bilhões de anos. Desde então, ele apenas, felizmente, passou a tecnologia para outros organismos ao redor, para também terem; como as cianobactérias. Choi e Fischer explicam:

O fato das Oxyphotobacterias possuírem o complexo aparelho para a fotossíntese oxigenada enquanto seus parentes mais próximos não, sugere que as Oxyphotobacterias possam ter importado os genes para a fotossíntese de outro organismo, através de um processo conhecido como transferência lateral de genes. Continua sendo um mistério qual foi a origem desses genes, “e porque aconteceu há muito tempo, é bem provável que o grupo pode realmente ter sido extinto“, disse Fischer.

Posso ser um evolucionista também?

A fotossíntese é crucial para a vida e é incrivelmente complexa, os evolucionistas não têm idéia de como ela poderia ter evoluído, ela não se encaixa no modelo evolucionista de descendência comum e “apareceu” sem uma pista de onde ela veio, os evolucionistas são forçados a fazer uma longa e apenas (contar) história para tentar explicá-la, sua história não pode ser falsificada porque a origem da fotossíntese há muito desapareceu e, além disso, os evolucionistas insistem que sua teoria é um fato, além de qualquer dúvida razoável.

Isso é hilário. É como uma paródia do Monte Python. A evolução perde todas as batalhas, mas consegue vencer a guerra porque, afinal, está certa.

A religião conduz a ciência, e é o que importa.

Barulho e Fúria no Laboratório de Microbiologia.

O microbiologista Didier Raoult, tempos atrás, proporcionou a fúria nos neo darwinistas.

 

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Resumo

Aos 59 anos, Didier Raoult é o microbiologista mais produtivo e influente da França, liderando uma equipe de 200 cientistas e estudantes da Universidade de Aix-Marseille. Ele descobriu ou co-descobriu dezenas de novas bactérias, e em 2003, atordoou colegas com um vírus de tamanho recorde, chamado Mimivirus, o primeiro membro de uma família que lança uma nova luz intrigante sobre a evolução dos vírus e da árvore da vida. Controverso e franco, Raoult publicou no ano passado um livro de ciência popular que declara que a teoria da evolução de Darwin está errada. E ele foi temporariamente proibido de publicar em uma dúzia de revistas de microbiologia importantes em 2006. Cientistas do laboratório de Raoult dizem que não querem trabalhar em nenhum outro lugar. No entanto, Raoult também é conhecido por suas inimizades e seu desdém por aqueles que discordam dele.

 


Science 02 Mar 2012:
Vol. 335, Issue 6072, pp. 1033-1035
DOI: 10.1126/science.335.6072.1033


 

Obs: O artigo completo da AAAS é pago.

Hayek Vs Keynes – Laissez Faire Vs Intervencionismo, Respectivamente.

Fiz um pequeno resumo sobre Escola Austríaca, enfatizando o pensamento de Hayek e a oposição Keynesiana. [Socran] 

 

A Falácia da Vantagem Evolutiva.

By Evolution News|@DiscoveryCSC

[Texto Adaptado – O artigo contem links em inglês – Imagem do EnV]

 

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Considere a seguinte história:

Por que existem dois modos de transporte para realizar a mesma função? Bicicletas e automóveis aparentemente surgiram de forma independente. Enquanto ambos fornecem transporte, o automóvel parece ter uma clara vantagem em milhas percorridas por unidade de energia. Nossa análise sugere uma possível explicação para esta relação aparente entre a entrada de energia e o mecanismo. Quando o carro e a bicicleta estão viajando a cerca de 10 km/h, a proporção de gasto de energia por metro é aproximadamente a mesma [para fins ilustrativos]. Quando as condições sob as quais o transporte deve ocorrer a uma velocidade mais elevada, são encontradas, o mecanismo do motor a gasolina pode ter sido selecionado pela sua vantagem cinética. Por outro lado, quando as condições requerem uma velocidade de 10 km/h ou menos, o mecanismo do pedal pode ter sido selecionado para outras possíveis vantagens resultantes da sua simplicidade estrutural e funcional.

Nós rimos deste conto bobo, mas os evolucionistas muitas vezes empregam este tipo de raciocínio de uma forma muito séria: se algo é vantajoso, a natureza deve ter selecionado! Isso porque a teoria evolucionista proíbe qualquer apelo para causas inteligentes; o que os cientistas observam – não importa quão intrincado – deve ter sido projetado sem um designer e selecionado sem um seletor.

Aqui está um exemplo recente do PLOS ONE. Dois cientistas do Departamento de Computação e Biologia de Sistemas da Universidade de Pittsburgh propuseram exatamente o mesmo raciocínio que nossa história, exceto que suas máquinas são muito menores. Mas a mesma falácia se aplica. Na verdade, adaptamos nossa história de uma linguagem semelhante a seu paper, “A comparação biofísica dos mecanismos de bombeamento de prótons impulsionados pelo ATP, sugere uma vantagem cinética para o processo rotatório dependendo da relação de acoplamento“. Observe as semelhanças:

Bombas de prótons movidas a ATP, que são críticas para o funcionamento de uma célula, mantêm os níveis de pH citosólico e organelar dentro de uma estreita faixa funcional. Estas bombas empregam dois mecanismos muito diferentes: um mecanismo rotativo elaborado, usado pelas bombas V-ATPase H+ e um mecanismo de acesso alternativo mais simples usado pelas bombas P-ATPase H+. Por que dois mecanismos diferentes são usados para executar a mesma função? A análise sistemática, sem ajuste de parâmetros, de modelos cinéticos de acesso rotativo alternado e outros possíveis mecanismos sugerem que, quando a proporção de prótons transportados por ATP hidrolisado excede a um, o transporte de prótons, um por vez, pelo mecanismo rotativo, é mais rápido do que outros mecanismos possíveis em uma ampla gama de condições de condução. Quando a relação é um, não há diferença intrínseca na paisagem de energia livre entre os mecanismos, e, portanto, todos os mecanismos podem exibir o mesmo desempenho cinético. Todas as bombas rotativas conhecidas têm uma relação H+: ATP superior a um, e todas as bombas de protões com acesso alternativo conhecidas por ATP têm uma relação de um. Nossa análise sugere uma possível explicação para essa relação aparente entre a relação de acoplamento e o mecanismo. Quando as condições sob as quais a bomba deve funcionar permitem uma relação de acoplamento superior a um, o mecanismo rotativo pode ter sido selecionado pela sua vantagem cinética. Por outro lado, quando as condições requerem uma relação de acoplamento de um ou menos, o mecanismo de acesso alternativo pode ter sido selecionado para outras possíveis vantagens resultantes da sua simplicidade estrutural e funcional. [Ênfase adicionada.]

Eles estão falando, atenção, sobre uma das máquinas moleculares mais incríveis em toda a vida: o motor rotativo ATP sintase. Nós o caracterizamos em uma animação. E como já escrevemos, ele vem em dois tipos: A F0F1-ATPase mitocondrial que sintetiza ATP a partir de uma força motora do próton, e V-ATPase vacuolar, que acidifica os vacúolos com um mecanismo similar que funciona no sentido inverso. Basta olhar para estas máquinas em operação… Elas gritam design inteligente!

A bomba de prótons P-ATPase a que se referem não é menos inspiradora. Embora use um mecanismo menos eficiente (um próton por um ATP), ela sustenta funções celulares críticas. As brânquias do salmão jovem, por exemplo, usam a bomba de sódio-potássio (Na+/K+ P-ATPase) para se adaptarem à água do mar quando saem dos seus rios natais e utilizam as bombas no sentido inverso ao regressar. Esta animação mostra que o design, enquanto mais simples do que a ATP sintase, é elegante e eficaz, como a bicicleta em comparação com o carro. Aqui no Evolution News, o médico Howard Glicksman descreveu as muitas funções importantes que esta bomba realiza no corpo humano.

Agora que sabemos sobre as duas máquinas discutidas no artigo do PLOS ONE, os autores nunca descrevem como elas surgiram por mutações aleatórias e seleção natural? Claro que não. Para eles, basta dizer: “Elas são vantajosas; portanto, elas evoluíram“. Ponto final. De fato, os evolucionistas duplicam o poder milagroso da seleção natural ao dizer isso, plenamente conscientes da complexidade dessas máquinas:

Dois mecanismos muito distintos, que muito provavelmente evoluíram independentemente, são empregados para bombas H+ movidas a ATP: o mecanismo rotativo da V-ATPase e o mecanismo alternativo de acesso usado pelas P-ATPases (Fig. 1). A V-ATPase significativamente mais complexa, consiste em cadeias de proteína 25-39 em comparação com um polipéptido monomérico ou homodimérico para a P-ATPase. O mecanismo de operação para a V-ATPase é também mais elaborado, consistindo em um mecanismo rotativo do tipo motor elétrico. Em contraste, a P-ATPase opera alternando entre duas conformações (E1 e E2) semelhantes à maioria dos mecanismos alostéricos.

Devemos suspirar (de forma negativa) diante de tanta credulidade num artigo científico. No entanto, os dois autores, com mais dois colegas, publicaram um artigo semelhante na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) no ano passado: “A comparação biofísica dos mecanismos de síntese de ATP, mostra uma vantagem cinética para o processo rotativo“. A mesma falácia é central em todo o seu trabalho: “Nossa análise mostra que o mecanismo rotativo é mais rápido do que outros mecanismos possíveis, particularmente em condições desafiadoras, sugerindo uma possível vantagem evolutiva“.

Por que a evolução selecionou dois mecanismos muito diferentes para as bombas de prótons movidas a ATP? Aqui nós exploramos uma possível consideração: a diferença de cinética, isto é, a taxa de bombeamento H+, entre os dois mecanismos, com base em nosso estudo recente da cinética de síntese de ATP. Um mecanismo que pode bombear protões mais rapidamente, nas mesmas condições (mesmo custo bioenergético), pode ser capaz de responder às demandas celulares e alterar as condições mais rapidamente. Além disso, um mecanismo mais rápido exigiria um menor potencial de condução (custo bioenergético) para obter a mesma taxa de bombeamento em comparação com um mecanismo mais lento. Tal mecanismo pode oferecer uma vantagem em termos de sobrevivência, particularmente quando a diferença de taxas é grande e num ambiente altamente competitivo. Presumivelmente, tal mecanismo estaria sob pressão de seleção positiva.

Os autores não passam apenas por essas afirmações, como se fossem abordar questões mais rigorosas. Não; a Falácia da Vantagem Evolutiva é central para toda a sua tese. Contamos a palavra vantagem 25 vezes, geralmente em um contexto evolutivo: em particular, vantagem evolutiva ou vantagem seletiva oito vezes. Aqui ela está duas vezes na discussão conclusiva:

Por que existem dois mecanismos diferentes, um mecanismo rotativo e um mecanismo alternativo de acesso, para bombas de prótons movidas a ATP? Muitos fatores contribuem para a aptidão evolutiva geral, e aqui nos concentramos no comportamento cinético, que é passível de análise sistemática… Estes resultados sugerem que quando as condições de condução são de modo que uma relação de acoplamento acima de um é suficiente para o funcionamento viável, o mecanismo rotativo pode ter uma vantagem seletiva. No entanto, quando um processo requer uma relação de acoplamento de um, para o funcionamento viável, o mecanismo de acesso alternativo pode ter uma vantagem seletiva, devido à sua simplicidade e ao custo correspondente mais baixo da síntese de proteínas.

Outro caso da falácia da vantagem evolutiva aparece no PNAS. Wei Lin e outros outros colegas internacionais pensam que as bactérias evoluíram magnetotaxia porque teria sido vantajoso para elas. “A origem precoce da magnetotaxia teria proporcionado vantagens evolutivas em lidar com os desafios ambientais enfrentados pelos micro organismos na Terra primitiva“, dizem eles. Só porque o “geodinamo arqueano era suficiente para suportar a magnetotaxia“, não significa que as bactérias criem genes e comportamentos para usá-los. Isso é como dizer que água cria peixe.

São esses casos isolados que estamos escolhendo? Uma pesquisa rápida no Google Scholar para “vantagem evolutiva” produz mais de 32.000 acessos. Em nossa experiência, esta é uma frase freqüentemente usada que geralmente é desprovida de qualquer descrição detalhada de como mutações aleatórias e seleção natural poderia ter alcançado as referidas vantagens. O silogismo simplista, “É vantajoso, portanto, evoluiu“, não é uma teoria científica. É mera salada de palavras.

 

 

 

PRIMEIROS PASSOS NA DANÇA DA REPLICAÇÃO DO DNA HUMANO CAPTURADOS EM RESOLUÇÃO ATÔMICA.

Por Phys.Org

[Texto adaptado – Esse artigo contem links em inglês – Imagem do Phys.Org]

 

 

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O complexo ORC dos humanos quando totalmente montado, fica em forma de anel, como mostrado nessas imagens em resolução atômica, fixado através de cristalografia de raios-x e miscrocopia crio-eletrônica. Imagem inferior: O DNA (cinza) se encaixa através do “anel” como um parafuso se encaixa confortavelmente através do centro de uma porca. Crédito: Joshua-Tor Lab, CSHL.


É uma coisa boa não termos que pensar em colocar todas as peças necessárias no lugar, quando uma de nossas trilhões de células precisa duplicar seu DNA e, em seguida, dividir para produzir células filhas idênticas.

Nós nunca seríamos capazes de acertar. O processo é tão complexo, exigindo a orquestração de mais de uma centena de proteínas altamente especializadas, cada uma das quais deve desempenhar o seu papel precisamente no momento certo e na adequada orientação espacial. Muitas vezes tem sido comparado a uma dança molecular requintadamente coreografada. Os erros menores, não corrigidos, podem ter consequências mortais. É essencial que o genoma replique uma vez e apenas uma vez durante cada ciclo de divisão celular.

Na revista eLife, uma equipe de biólogos co-liderada pelo professor e Investigador HHMI Leemor Joshua-Tor do Cold Spring Harbor Laboratory (CSHL) e o Presidente e também Professor da CSHL, Bruce Stillman publicou fotos em resolução atômica do complexo de proteínas multiparte que executa o primeiro passo na dança da replicação genômica. As imagens da versão humana deste complexo, chamado ORC – complexo de reconhecimento de origem – mostram-no em seu modo ativo.

Os complexos ORC se auto reúnem no núcleo celular e se ligam em locais específicos chamados locais de início ou origens ao longo da dupla hélice em cromossomos. Em células humanas, o ORC reúne literalmente milhares de locais de origem em todo o genoma, para formar uma configuração inicial chamada complexo de pré-replicação, ou pré-RC. Uma vez montados, estes pré-RCs são como nadadores olímpicos altamente preparados de pé no bloco de partida, esperando o sinal para iniciar a corrida.

Como nadadores rápidos, cada complexo precisa de combustível para recrutar seu “motor” que abre as duas vertentes da dupla hélice. No caso do ORC é a ATP, ou adenosina trifosfato. Na fase ativa da ORC, os pesquisadores mostraram que um subconjunto contendo subunidades de ORC 1,2,3,4 e 5 envolve múltiplas moléculas de ATP e forma um complexo em forma de anel parcial. A ATP também é usada para recrutar outro componente de proteína chamado CDC6, transformando o anel aberto em um anel fechado. Neste momento, o conjunto de várias partes está engatado e ligado à dupla hélice, que passa através do centro do anel como um parafuso através do centro de uma porca. O anel é designado para o DNA caber confortavelmente.

O ORC foi descoberto em 1991 no laboratório de Stillman. “Bruce fez sua descoberta inicial do ORC em levedura“, observa Joshua-Tor, “e sabemos por muitos anos que existem grandes semelhanças estruturais no complexo ORC em organismos vastamente diferentes, de levedura a moscas e a mamíferos. Nossas novas imagens ajudam a explicar o que parecia ser diferenças de forma entre ORC em moscas da fruta e em seres humanos.

Usando as ferramentas de biologia estrutural – cristalografia de raios-x e microscopia crio-eletrônica (cryo-EM- abreviação em inglês) – a equipe mostrou que as diferenças são análogas às diferenças entre uma pessoa representada em pé e uma foto em execução. A melhor estrutura de ORC da mosca foi capturada em uma fase inativa, enquanto a estrutura recentemente publicada capta o complexo em células humanas na configuração que ele assume ao executar sua função – a ligação ao DNA.

As primeiras imagens da ORC eram de baixa resolução e como “blobby” (tipo uma bolha), diz Joshua-Tor. As novas imagens tornam claro como ATP se liga em posições em uma parte principal da montagem ORC, consistindo de subunidades de proteínas chamadas ORC1, ORC4 e ORC5. Este é o “módulo de motor” do ORC e não pode ser estabilizado para imagens sem ATP “a bordo”. A outra grande montagem consiste em ORC2 e ORC3. O ORC atinge a sua configuração em forma de anel quando a proteína CDC6 é recrutada, deslizando entre as subunidades ORC1 e ORC2.

Imagens de alta resolução do ORC humano ativo, publicada pela equipe, ajudam a resolver três grandes mistérios. “Elas nos ajudam a entender como o DNA pode se ligar com o ORC, como o ATP combustível é usado e como mutações em proteínas no complexo ORC dão origem a doenças humanas“, diz Joshua-Tor.

Um distúrbio interessante conhecido por ser causado por mutações no complexo ORC é chamado de síndrome de Meier-Gorlin, que envolve nanismo grave (baixa estatura) e microcefalia (cérebro pequeno). A equipe produziu um ORC que tem várias de suas proteínas componentes contendo mutações encontradas em pacientes Meier-Gorlin. “Descobrimos que uma dessas mutações mata completamente a atividade ATP“, relata Joshua-Tor, prejudicando assim a ORC em seu papel de replicação do genoma. As crianças com esta mutação têm uma cópia boa e uma cópia defeituosa, rendendo essencialmente a metade do ORC necessário, tendo por resultado seu tamanho pequeno do corpo e do cérebro. Outra mutação tornou o módulo de motor ORC 1,4,5 hiperativo, mas quando adicionado ao ORC 2,3 fez o complexo completo menos ativo do que o normal. Esses detalhes estruturais ajudam a explicar por que ocorre a síndrome de Meier-Gorlin. O bom funcionamento da ORC é importante para evitar muitas outras doenças, incluindo o cancro.

Talvez as percepções mais amplas oferecidas pelas novas imagens humanas da ORC sejam evolutivas. Embora o ORC em leveduras primitivas e seres humanos complexos opere de forma diferente – a proteína de levedura é estável durante a divisão celular, enquanto em humanos é dinamicamente montado e desmontado – eles são “notavelmente semelhantes” em aspectos importantes, observam os pesquisadores. [Enfase desse blog]

Ambos são altamente similares a outra máquina ATP-driven que também carrega uma proteína em forma de anel no DNA, os carregadores de grampos de DNA polimerase, mostrando que estas máquinas moleculares que carregam proteínas em forma de anel no DNA foram reutilizadas para múltiplos estágios de replicação do DNA”, escreve a equipe. Ambos agem como interruptores moleculares que hidrolizam a energia do ATP para bloquear anéis de proteína no DNA de fita dupla.


Journal reference: eLife

Mais Informações: “Structure of the active form of human origin recognition complex and its ATPase motor module” is published in eLife. The authors are: Ante Tocilj, Kin Fan On, Zuanning Yuan, Jingchuan Sun, Elad Elkayam, Huilin Li, Bruce Stillman and Leemor Joshua-Tor. elifesciences.org/content/6/e20818


Considerações deste blog:

Como você pode perceber, o artigo possui vasta linguagem teleológica. Mas o paradigma vigente em biologia, parece exigir a crença a priori na evolução. E bastando você confirmar a evolução, então o artigo, automaticamente, supostamente não coloca em dúvida a evolução, e pode então, ser publicado. Porém se formos rigorosos, vemos que isso, a linguagem descaradamente teológica, é como uma heresia; uma heresia contra o materialismo filosófico, contra o naturalismo metafísico, contra o fisicalismo.     search and more info

 

 

 

Visualizando o genoma: Primeiras estruturas 3D de DNA ativo são criadas.

Por Science Daily 

[Obs: Texto adaptado – Vídeos em inglês – Imagem do Science Daily com os devidos crétitos]

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Genoma intacto de uma determinada célula estaminal embrionária de rato. Cada um dos  20 cromossomos estão coloridos de forma diferente.

Cientistas determinaram as primeiras estruturas tridimensionais de genomas intactos de células individuais de mamíferos, mostrando como o DNA de todos os cromossomos se dobram intrincadamente, para se encaixar dentro dos núcleos das células.

Pesquisadores da Universidade de Cambridge e do MRC Laboratório de Biologia Molecular usaram uma combinação de imagens e até 100.000 cálculos de onde diferentes partes do DNA estão próximas umas das outras para examinar o genoma em uma célula-tronco embrionária de ratos. As células-tronco são “células-mestre“, que podem se desenvolver – ou “diferenciar” – em quase qualquer tipo de célula dentro do corpo.

A maioria das pessoas estão familiarizadas com a bem conhecida forma ‘X’ dos cromossomos, mas na verdade os cromossomos só assumem essa forma quando a célula se divide. Usando sua nova abordagem, pesquisadores agora foram capazes de determinar as estruturas de cromossomos ativos dentro da célula, e como eles interagem uns com os outros para formarem um genoma intacto. Isso é importante porque o conhecimento da forma como o DNA se dobra dentro da célula permite que cientistas estudem como genes específicos e as regiões de DNA que os controlam, interagem uns com os outros. A estrutura do genoma controla quando e com que intensidade os genes – regiões particulares do DNA – são ligados ou desligados. Isto desempenha um papel crítico no desenvolvimento dos organismos e também, quando dá errado, em doenças.

Os pesquisadores têm ilustrado a estrutura ao acompanhar os vídeos, que mostram o genoma intacto de uma célula-tronco embrionária de ratos. No filme, acima, cada um dos 20 cromossomos da célula estão coloridos de forma diferente.

Em um segundo vídeo, as regiões dos cromossomos onde os genes são ativos, elas estão na cor azul, e as regiões que interagem com a lâmina nuclear (uma rede fibrilar densa dentro do núcleo) são amarelas. A estrutura mostra que o genoma está disposto de tal modo, que as regiões genéticas mais ativas estão no interior e separadas no espaço a partir das regiões menos ativas que se associam com a lâmina nuclear. A segregação consistente dessas regiões, da mesma forma em todas as células, sugere que esses processos poderiam conduzir ao dobramento do cromossomo e do genoma e assim regular eventos celulares importantes, como replicação do DNA e divisão celular.

O professor Ernest Laue, cujo grupo no Departamento de Bioquímica de Cambridge desenvolveu a abordagem, comentou:

“Saber onde estão todos os genes e elementos de controle em um dado momento nos ajudará a entender os mecanismos moleculares que controlam e mantêm sua expressão.

No futuro, vamos ser capazes de estudar como isso muda à medida que as células-tronco se diferenciam e como as decisões são tomadas em células-tronco individuais em desenvolvimento. Até agora, só pudemos observar grupos, ou “populações”, dessas células e, portanto, não conseguimos ver diferenças individuais, pelo menos do lado de fora. Atualmente, esses mecanismos são mal compreendidos e compreendê-los pode ser fundamental para a realização do potencial das células estaminais na medicina.” [Enfase deste blog]

A pesquisa, realizada por cientistas dos Departamentos de Bioquímica, Química e do Wellcome-MRC Stem Cell Institute da Universidade de Cambridge, juntamente com colegas do Laboratório de Biologia Molecular do MRC, foi publicada (13.Mar.2017) hoje na revista Nature.

O Dr. Tom Collins, da equipe de Genética e Ciências Moleculares da Wellcome, disse:

“Visualizar um genoma em 3D com um nível de detalhe sem precedentes é um passo emocionante na pesquisa e que já está sendo realizado há muitos anos. Os princípios subjacentes que regem a organização dos nossos genomas – por exemplo, como os cromossomos interagem ou como a estrutura pode influenciar se os genes são ligados ou desligados. Se pudermos aplicar este método para células com genomas anormais, como as células cancerosas, podemos ser capazes de entender melhor, o que exatamente, dá errado, causando doenças, e como nós poderíamos desenvolver soluções para corrigir isso.

Vídeo 1: https://www.youtube.com/watch?v=1Fyq9ul9N9Q

Vídeo 2: https://www.youtube.com/watch?v=zBzdvhwtG5A


 

 

Story Source:

Materials provided by University of Cambridge. Note: Content may be edited for style and length.

Journal Reference:

  1. Stevens, TJ et al. 3D structures of individual mammalian genomes studied by single-cell Hi-C. Nature, 3 March 2017 DOI: 10.1038/nature21429

A Investigação Científica Apresenta Princípios de Design Inteligente.

By Evolution News – @DiscoveryCSC

[Texto adaptado – O artigo contem links em inglês – Imagem do EnV com os devidos créditos]

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Uma das nossas respostas aos críticos do DI é aquilo que os cientistas usam todos os dias. Se o design inteligente não fosse científico, teríamos de jogar fora [ciência] forense, arqueologia, criptologia, informática, teoria da otimização, engenharia e SETI. Aqui estão alguns exemplos de DI em ação que apareceram recentemente em periódicos. Os princípios para deduzir o design são semelhantes. Se alguns desses exemplos parecem fracos para inferir o design, eles se tornam nossos casos favoritos mais fortes quando defendemos o design no código genético, máquinas moleculares ou ajuste fino do universo.

O livro da Selva.

O que está gravado na paisagem da Amazônia? Algo estranho e inesperado veio à luz. Por décadas, as florestas tropicais do Brasil exemplificavam a natureza selvagem e indomada. Seus poucos habitantes humanos, retratados romanticamente como nobres selvagens, levavam suas vidas simples em harmonia com a natureza como uma repreensão para nós, americanos-europeus, poluidores e invasores do planeta. Este era o mundo de Darwin, uma terra de competição e cooperação produzindo sistemas ecológicos por leis naturais não guiadas (especialmente a “lei” da seleção natural).

Sob o dossel da floresta, porém, estruturas bizarras já revelaram forças diferentes no trabalho também: forças inteligentes. As leis naturais geralmente não criam círculos concêntricos e nem quadrados. Desde 1980, terraplenagens chamadas geoglifos [“mensagens de terra“] vieram à luz sobre uma vasta área entre os sistemas fluviais da Amazônia. Uma nova imagem desta região revela evidência de propósito, intenção e plano: ou seja, design inteligente. Um artigo dramático de pesquisadores da Universidade de São Paulo e da Universidade de Exeter, publicado no mês passado na Proceedings of the National Academy of Sciences, derruba o paradigma do deserto selvagem.

Mais de 450 pré-colombianos (pré-AD 1492) cercos geométricos abandonados (“geoglifos”) ocupam 13.000 km² do estado do Acre, Brasil, representando uma descoberta-chave da arqueologia amazônica. Essas enormes terraplenagens foram ocultas durante séculos sob a floresta tropical de terra firme (planalto interfluvial), desafiando diretamente o status “primordial” deste ecossistema e sua vulnerabilidade aos impactos humanos, percebida.  

A noção da Amazônia como um deserto intocado foi agora anulada por evidências crescentes de sociedades pré-colombianas grandes, diversas e socialmente complexas em muitas regiões da bacia. A descoberta de numerosas, vasta terra preta (terras antropogênicas escuras) que fazem fronteira com as planícies aluviais dos rios principais e extensos complexos de terraplanagem nas savanas sazonalmente inundadas dos Llanos de Mojos (nordeste da Bolívia), Ilha de Marajó (nordeste do Brasil) e costeira da Guiana Francesa, representam exemplos de grandes impactos humanos realizados nesses ambientes. [Enfase adicionada]

Executado, ou seja, por design inteligente. Esta vasta região tem sido “amplamente transformada pelos seres humanos ao longo de milênios“, dizem eles. Em notícias da Universidade de Exeter, a autora principal Jennifer Watling expressa quão dramática esta mudança de pensamento é:

A Dr. Watling disse: “O fato de que esses sítios ficaram escondidos por séculos sob floresta sazonada, realmente desafia a idéia de que as florestas amazônicas são “ecossistemas imaculados”.”

Imediatamente quisemos saber se a região já estava coberta de florestas quando os geoglifos foram construídos, e até que ponto as pessoas impactaram a paisagem para construir essas terras.

A equipe usou vários métodos para inferir design – importante para fazer uma inferência robusta de design. Os mais óbvios são os geoglifos. Podem-se obter inferências adicionais sobre as suas funções através de uma análise minuciosa dos detalhes estruturais:

Com valas de até 11 m de largura, 4 m de profundidade e 100-300 m de diâmetro, e com alguns sítios com até seis recintos, os geoglifos da Amazônia ocidental rivalizam com os exemplos mais impressionantes de arquitetura monumental pré-colombiana em qualquer lugar das Américas. As escavações dos geoglifos mostraram que foram construídos e usados esporadicamente como locais cerimoniais e de coleta pública entre 2000 e 650 anos calibrados antes do presente (BP), mas que alguns podem ter sido construídos já em 3500-3000 BP. A evidência de sua função cerimonial baseia-se na ausência quase que total de material cultural encontrado dentro das áreas fechadas, o que sugere que eles foram mantidos ritualmente “limpos”, ao lado de suas formas arquitetônicas altamente formalizadas (principalmente círculos e quadrados) – Características que distinguem os geoglifos de compartimentos similares fechados no nordeste da Bolívia.

É necessário saber quem são os designers? O DI exige conhecer seus motivos?

Surpreendentemente, pouco se sabe sobre quem foram os construtores de geoglifos, como e onde viveram, já que os locais de assentamentos contemporâneos ainda não foram encontrados na região. Pensa-se que os construtores de geoglifos eram uma rede complexa de grupos locais, relativamente autônomos, conectados por um sistema ideológico compartilhado e altamente desenvolvido. Embora alguns tenham proposto uma conexão entre os geoglifos e as sociedades da fala Aruaque, as cerâmicas descobertas a partir desses locais desafiam uma estreita ligação com os estilos Saladoide-Barrancoide normalmente associados com esta família linguística e, em vez disso, apresentam uma mistura complexa de diferentes tradições locais. Além disso, é provável que os geoglifos tenham sido utilizados e reutilizados por diferentes grupos culturais ao longo de sua vida útil.

Aqui é onde fica ainda mais interessante. Outras pistas revelam que a ecologia foi intencionalmente modificada por essas pessoas desconhecidas. Estudando carvão, fósseis de plantas e isótopos de carbono, e seguindo padrões entre locais de geoglifos, os pesquisadores inferiram que os habitantes transformaram a floresta tropical para melhorar a produção de frutas, nozes e outras plantas que eles achavam úteis. A equipe também foi capaz de inferir quais espécies foram modificadas e quais eram “naturais” ao clima, e até mesmo determinar como as pessoas usaram o fogo para conseguirem uma clareira controlada. Não só isso, eles inferiram que “os geoglifos foram usados de forma esporádica em vez de habitados continuamente“.

Em vez de serem construídos dentro de uma floresta de bambu “intocada”, nossos dados dos fitólitos sugerem que os geoglifos foram construídos dentro de florestas antropogênicas que já haviam sido fundamentalmente alteradas por atividades humanas ao longo de milhares de anos.

Como podem ter certeza? “Nenhuma explicação natural existe” para os padrões que encontraram. O bambu, segundo eles, está em sua abundância natural, mas as árvores de frutos e nozes mostram padrões de “agrofloresta“, como se os habitantes criassem intencionalmente “uma espécie de “supermercado pré-histórico” de produtos florestais úteis”. A equipe chegou mesmo a estimar quando os sítios de geoglifos foram abandonados e a dizer se o ecossistema havia se recuperado ou não desde que eles saíram. A partir dos dados fitolíticos (depósitos de sílica de restos de plantas), eles concluem que “legados da agroflorestação pré-colombiana ainda existem hoje dentro das florestas remanescentes do Acre“. Isso é muito inferência de design, a partir de restos silenciosos!

Conclusões semelhantes foram alcançadas por Levis et al. na Science Magazine. A partir de padrões de plantas apenas na Bacia Amazônica, uma grande equipe de arqueólogos concluiu que “as marcas das sociedades humanas pré-históricas em florestas tropicais ainda podem ser detectadas hoje“. Erin Ross, da Nature News, concorda: “A floresta amazônica foi moldada por um antigo apetite por frutas e nozes.” Os cientistas podem dizer que a floresta tropical não está em um estado natural. Em vez disso, “As árvores que vivem nessas áreas povoadas podem ser relíquias de um passado vibrante“.

A fim de que ninguém defenda que essas marcas de design não são diferentes na espécie, de ninhos de pássaros, grandes cupinzeiros, barragens de castores ou qualquer outra estrutura animal que modifica a ecologia, basta voltar o argumento para os pesquisadores. Teria algum sentido afirmar que um artigo científico em uma revista é o trabalho de causas naturais não guiadas? Claro que não. Todos nós reconhecemos as marcas de inteligência. Os seres humanos são excepcionais nesse sentido, formando estruturas não naturais para fins criativos que vão além da mera sobrevivência e reprodução. Se os castores e os pássaros obtiveram suas habilidades através de uma inteligência de programação é uma boa pergunta, mas os seres humanos não são obrigados a construir geoglifos ou automóveis, ou a pensar em “sistemas ideológicos” que deixam suas marcas séculos mais tarde. Se os seres humanos são apenas animais, por que eles moldaram toda a floresta? Por que não desenvolver um apetite por bambu, como pandas?

Minerais como pista para design.

Vamos expandir o raciocínio acima para um caso que está em escala global. Geólogos e antropólogos estão atualmente discutindo se queremos chamar nosso tempo de “Época Antropocênica“. Ouvimos falar do Eoceno, do Paleoceno e de outras épocas “naturais“, mas a idéia antropocênica seria caracterizada por algo antinatural. Definido na New Scientist como “um novo intervalo de tempo geológico distinguido pelo impacto das atividades humanas“, o Antropoceno difere de todas as épocas anteriores. Observe a repórter Chelsea Whyte aplicar o raciocínio de design inteligente:

Pense em grandes coleções de jóias em museus. Essas amostras minerais não ocorreriam naturalmente nas proximidades, mas elas são propensas a ficarem enterradas juntas e cimentadas no registro como vizinhas.

A imagem igualmente coloca lugares como o Cemitério Nacional de Arlington em Virgínia. Esse arranjo ordenado de lápides não é provável que ocorra naturalmente, sem influência humana. O registro mineral revelará não apenas nossos processos tecnológicos, mas também nossa cultura.

O que fica realmente interessante é como pelo menos um ardente evolucionista, usa o mesmo raciocínio para inferir causas inteligentes humanas na mera existência de certos minerais raros:

A evidência de seres humanos mudando o planeta é sólida como pedra. Um novo catálogo de minerais contabiliza 208 que resultam exclusiva ou principalmente da atividade humana, diz Robert Hazen, da Carnegie Institution for Science, nos Estados Unidos, que liderou o estudo.

A maioria dos minerais podem ser explicado naturalmente, diz ele, mas pode-se dizer que algo não natural aconteceu a partir de evidências observacionais. Hazen identificou 208 minerais – cerca de 4 por cento dos 5200 minerais catalogados – que são incomuns. Eles tinham que ser feitos pelo homem. E essa não é a única evidência para o design humano.

Não é só que esses novos minerais existem, mas como eles são distribuídos e como eles persistirão. Nossa atividade tem levado a grande escala de movimento de rochas, sedimentos e minerais, graças à mineração, transporte e infra-estrutura, bem como a redistribuição global de minerais naturais altamente valorizados, como diamantes e ouro. E há substâncias em coisas como cimento e tijolos que são raros na natureza, mas agora são difundidas em todo o globo.

“Estes são como minerais e eles vão formar uma camada marcadora para todo o tempo geológico“, diz Hazen.

Inferência Injustificada de Design.

Em contraste com esses exemplos de inferência legítima de design, vamos olhar para um que está um pouco no lado estúpido. O tablóide britânico The Express postou um videoclipe de algum teórico da conspiração desconhecido, apontando para um objeto “bizarro” debaixo do Oceano Pacífico. Ele aponta para um caminho reto de 41 milhas de comprimento que ele alega ter sido deixado por um objeto circular de 2,5 milhas de diâmetro que aparece ao lado dele. Ele afirma que “parece feito pelo homem ao invés de natural” – talvez até feito por alienígenas espaciais!

É uma reminiscência da moda Face-on-Mars que dominava os programas de entrevistas de fim de noite antes que se tivesse uma visão mais atenta sobre a espaçonave. Isso só mostra que as inferências de design exigem um nível mínimo de rigor. Não parece que esses pensadores ilustres descartaram o acaso ou a lei natural como causas. Se o objeto tivesse luzes piscando e esculpido “Olá, mundo!” em Inglês, poderíamos ficar impressionados.

Na verdade, a evidência para o design no DNA e no ajuste cósmico é muito mais forte do que as evidências apresentadas nas duas citações anteriores sobre geoglifos e minerais do Antropoceno. Tais ilustram que o raciocínio de senso comum sobre causas inteligentes está vivo e bem nas ciências, publicado prontamente em revistas de ponta – exceto quando as implicações podem favorecer uma determinada visão de mundo.

Feliz Semana dos Engenheiros – Lembremos que a Inteligência está no Coração de Tudo.

By  Evolution News (24-Fev-17) – Sarah Chaffee

[Texto adaptado – Este artigo contem links em inglês – Imagem do EnV com os devidos créditos]  

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É a Semana Nacional dos Engenheiros – por isso quisemos dar um grito aos nossos colaboradores da CSC e colaboradores da Evolution News que estão no mundo da engenharia. Como observamos no passado, engenharia e medicina diferem da biologia evolutiva, na medida em que se concentram em como as coisas funcionam. Os evolucionistas podem parecer às vezes desconsiderar a função, mas os médicos e os engenheiros nunca podem.

Falando de engenharia, aqui está um resumo de notícias sobre um dos campos mais emocionantes onde a ciência do design inteligente realmente brilha: biomiméticos. Este campo utiliza desenhos da natureza para aumentar a eficiência e criar novos produtos.

  •  De acordo com Emilie Snell-Rood na Nature, “Com cerca de 1,5 milhão de espécies descritas, e provavelmente cerca de 9 milhões de espécies eucarióticas em existência, os pesquisadores que buscam abordagens biomiméticas mal arranharam a superfície da inspiração biológica”.

  •  E, aparentemente, “e-whiskers” são uma coisa. A Proceedings of the National Academy of Sciences diz, “os bigodes apresentam ainda outra classe importante de componentes de sensor que podem monitorar o fluxo de ar, mediar a detecção tátil para o mapeamento espacial de objetos próximos e até mesmo permitir equilíbrio durante o movimento para robôs avançados com capacidades semelhantes às encontradas em certos insetos e mamíferos”.

Para mais sobre este tópico, dê uma olhada na revisão de Casey Luskin de Engineering and the Ultimate. Casey cita Jonathan Bartlett, editor e colaborador do livro:

Ele começa observando: “No cerne da engenharia está a resolução de problemas humanos”, e observa que as mentes humanas têm sido chamadas de “uma máquina de oráculo”, Onde um “oráculo” é algo que “permite a modelagem de processos na mente que não são baseados computacionalmente”. Em matemática, há certos problemas que não foram resolvidos, mas também existem problemas que antes eram considerados insolúveis, mas que agora foram resolvidos. De acordo com Bartlett, isso poderia significar que a mente humana pode “ter acesso a um oráculo que é mais poderoso do que sistemas computacionais finitos”. (p. 113) Ele conclui: “Há boas evidências de que a cognição humana vai além do que tradicionalmente foi considerado como “físico”.” (p. 118)

Mente sobre a matéria – é verdadeira e leva ao avanço na tecnologia, ciência, matemática e engenharia.

 

Em Undeniable, Douglas Axe liberta os leitores da tirania dos “especialistas” em evolução.

By Evolution News – David Klinghoffer

[Obs: Texto adaptado – O artigo possui links em inglês – Imagens do EnV]

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Foi com um anseio familiar que eu virei a última página do novo livro de Douglas Axe, Undeniable: How Biology Confirms Our Intuition that Life Is Designed [Inegável: Como a biologia confirma nossa intuição de que a vida é projetada], publicado hoje. Se apenas os evolucionistas parassem de girar sua teoria por um momento, ler um crítico sério, e respondê-lo. Se apenas! Uma das características mais marcantes do “debate” sobre Darwin, é o sinal de recusa dos defensores de Darwin registrarem críticas científicas e oferecerem uma resposta digna.

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Tendo lido Undeniable, acho que o defensor da evolução que eu mais gostaria de ouvir é o Jeremy England do MIT, saudado como o “próximo Charles Darwin“. Axe cita Paul Rosenberg escrevendo em Salon, alegando (com a costumeira e confusa implantação da palavra assustadora “criacionista”), que “as coisas poderiam ficar muito piores para os criacionistas por causa de Jeremy England, um jovem professor do MIT que propôs uma teoria, baseada na termodinâmica, mostrando que o surgimento da vida não foi acidental, mas necessário “.

Necessário” significa basicamente um estalo. Como o próprio England diz: “Você começa com um amontoado de átomos aleatórios, e se você ilumina com luz por tempo suficiente, não deve ser surpreendente que você obtenha uma planta”. Ou como Axe resume a “equação”:

Luz + átomos aleatórios + tempo = planta viva

England está em uma longa tradição de pessoas inteligentes nas ciências que grosseiramente – descontroladamente! – subestimam o desafio de desenvolver a vida a partir de não-vida ou o complexo a partir do simples. Para o leigo, a tentação é simplesmente tomar essa opinião de peritos como permitida, sem questioná-la. Essa é a maneira mais fácil, e pelo menos na visão da mídia, a mais louvável, tocada pelo prestígio da opinião da elite. Afinal, quem sou eu, um não-cientista, para duvidar de um famoso especialista?

Para essa pergunta, o livro do Dr. Axe é a resposta. Altamente rigoroso, mas apaixonante, lírico, direto, refrescantemente breve e acessível, Undeniable é uma adição urgentemente necessária para a biblioteca de livros sobre design inteligente. Destaca-se de várias maneiras. É o livro que basicamente se afasta dos assuntos técnicos e demonstra por que todos os outros livros do DI devem estar certos. Ao dar as perspectivas de engenharia e biologia, oferece aos não-engenheiros e não-biólogos as ferramentas intelectuais, sem dominar literatura técnica, para ter e defender sua própria visão bem-informada sobre a questão final das origens da vida.

Não quero dizer que seja inteiramente fácil de ler ou remotamente superficial, de modo que qualquer um possa virar e sair preparado em um piscar de olhos para dar a Jeremy England uma parte de sua mente. Mas uma leitura focada e talvez a releitura deve ser suficiente.

Axe discute com England, com David Barash, com Richard Dawkins e, muito respeitosamente, com Thomas Nagel. O livro é moldado pelo engajamento com Nagel. Mas o Dr. Axe não está discutindo por nós, em nosso nome. Ele está nos mostrando como fazê-lo.

Axe conclui que as explicações darwinianas não são apenas improváveis, meramente implausíveis, mas “fisicamente impossíveis”. Ele explica como ele chegou a essa conclusão, em uma jornada própria nos tempos de graduação na UC Berkeley, PhD em Caltech, e na Universidade de Cambridge, onde ele era um estudante de pós-doutorado e cientista de pesquisa, finalmente expulso por sua associação com o DI. Axe é atualmente diretor do Instituto Biológico.

Publicando no Journal of Molecular Biology, ele investigou a raridade das proteínas funcionais, testando a afirmação anterior do biólogo Michael Denton de que elas “poderiam muito bem ser extremamente raras“. O qual foi um vasto, vasto eufemismo: “Eu fui capaz de colocar um número sobre a verdadeira raridade – um número surpreendente”, com “apenas uma boa sequência de proteínas para cada 1074 más“.

Mas você não tem que tomar a palavra de Axe para isto, contra a maioria admitida de seus colegas cientistas que afirmam a alternativa darwiniana. Ele explica como a intuição natural do design não é apenas inata, mas intelectualmente, cientificamente válida, confirmada pelo o que Axe chama de “ciência comum”. Não é verdade que porque você não tem um PhD e porque seu trabalho, ao contrário de Axe, não é destaque na Nature ou PNAS, que você não é um cientista. Praticar a ciência é algo que todos nós fazemos, mesmo que muitos nunca se aventurem em seus aspectos rarefeitos.

A intuição de design é suprimida por muitos de nós, de forma natural, e esse é o pequeno segredo sujo da biologia evolutiva. Em resumo, a evolução pode “violar”, mas não pode “inventar”:

Se a invenção de um trabalho X  é um projeto completo que requer uma nova coerência funcional extensa, então a invenção de X por acidentes de qualquer tipo é fisicamente impossível. Por quê? Porque causas acidentais para combinar insight nesta escala seria uma coincidência fantasticamente improvável, e nosso universo simplesmente não pode entregar fantasticamente improváveis coincidências. O fato de que coisas muito mais simples podem ser obtidas por acidente é completamente irrelevante. A única coisa que precisamos saber para rejeitar todos os relatos do próprio X sendo inventado por acidente é que todas essas histórias tentam desculpar uma coincidência impossível.

A invenção, seja de uma omelete ou de uma orca, requer conhecimento. Reconhecemos que o papel dobrável para conceber um guindaste de origami exigiu saber; mas ligeiramente rejeitar o mesmo requisito em um guindaste vivo, por causa da “seleção natural”? Axe aconselha “cientistas comuns” como nós mesmos a “manter o olho na bola”:

Chegamos ao que parece ser um argumento decisivo. Em uma frase: A coerência funcional torna a invenção acidental fantasticamente improvável e, portanto, fisicamente impossível. Invenção não pode acontecer por acidente. Então, esta é a bola. Tornar-se distraído por qualquer defesa de origens acidentais que não responda a este argumento é tirar o olho da bola.

O enigma da evolução da proteína por si só é suficiente para servir como um “desfazer a evolução“. Mas o problema, a demanda por conhecimento e insight, como um pré-requisito para a invenção, vai por todo o caminho até a hierarquia ordenada que compreende cada criatura viva; da aranha, salmão, orca: “Cada uma é impressionantemente atraente e completa, totalmente comprometida a ser o que é“.

A organização hierárquica é a chave, e Axe ilustra o conceito de forma clara, com exemplos que incluem o sistema fotossintético das cianobactérias e o “sistema completo”, a “hierarquia funcional” da visão dos mamíferos.

Isso é tudo maravilhosamente explicado – Axe é um belo escritor – em menos de trezentas páginas que se movem rapidamente e com grande brio. “Meu objetivo”, escreve Axe, é “É libertar os leitores da sua dependência de peritos. Ele fez isso, magistralmente.

Estou no Twitter. Siga-me @d_klinghoffer.

 

Não existe linhagem específica em biologia. – Primeiras previsões da evolução.

Por Darwins Predictions – Cornelius Hunters

[ Titulo e texto adptado ]


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A evolução espera que as espécies caiam em um padrão de descida comum. Portanto, uma linhagem particular não deve ter projetos altamente diferenciados, únicos e complexos, quando comparados com espécies vizinhas. Mas isso tem sido cada vez mais o caso, tanto que este padrão agora tem seu próprio nome: biologia de linhagem específica.

Por exemplo, os fatores de transcrição são proteínas que se ligam ao DNA e regulam os genes que são expressos. No entanto, apesar da importância destas proteínas, os seus locais de ligação ao DNA variam dramaticamente entre espécies diferentes. Como um relatório explicou, “supôs-se amplamente que, tal como as sequências dos próprios genes, estes locais de ligação do fator de transcrição seriam altamente conservados ao longo da evolução. No entanto, este não é o caso em mamíferos.(Rewiring of gene regulation across 300 million years of evolution)

Os evolucionistas foram surpreendidos quando se verificou que os locais de ligação do fator de transcrição não eram conservados entre ratos e homens, (Kunarso et. al.) entre vários outros vertebrados, e mesmo entre diferentes espécies de levedura. Assim, agora se acredita que a evolução realizou uma maciça, “restruturação” de linhagens especificas  de redes celulares reguladoras. (Pennacchio and Visel)

Há muitos outros exemplos de biologia de linhagem específica. Embora as flores tenham quatro partes básicas: sépalas, pétalas, estames e carpelos, a trombeta do narciso é fundamentalmente diferente e deve ser uma “novidade” evolutiva (os cientistas de Oxford dizem que trombetas em narcisos são “órgãos novos”) das milhares de espécies de baratas, Saltoblattella montistabularis da África do Sul é a única que salta. Com as suas patas traseiras com mola, ela acelera a 23 g e salta até aos funis de gramas. (Picker, Colville and Burrows)

Um importante componente do sistema imunológico, altamente conservado entre os vertebrados, está misteriosamente ausente no bacalhau do Atlântico, Gadus morhua. (Star, et al.) As algas marinhas, Ectocarpus siliculosus, tem enzimas únicas para a biossíntese e outras tarefas. (Cock) E as algas Bigelowiella natans tem dez mil genes únicos e máquinas de emenda de genes altamente complexas, nunca vistas antes em um organismo unicelular. Foi como um evolucionista explicou, “sem precedentes e verdadeiramente notável para um organismo unicelular“. (Tiny algae shed light on photosynthesis as a dynamic property)

Outro exemplo fascinante de biologia de linhagem específica, são as muitas novidades morfológicas e moleculares peculiares encontradas em protistas unicelulares dispares e não relacionadas. Como um estudo concluiu: “Tanto os euglenozoários como os alveolados têm a reputação de “fazer as coisas à sua maneira”, ou seja, desenvolver caminhos aparentemente únicos, para construir estruturas celulares importantes ou realizar tarefas moleculares críticas para a sua sobrevivência. Por que tais pontos críticos para a evolução de novas soluções para problemas, devam existir na árvore da vida, não está totalmente claro.” (Lukes, Leander and Keeling, 2009a) Ou como um evolucionista exclamou: “Isso é totalmente louco.(Lukes, Leander and Keeling, 2009b)


Referencias:

  • Cock, J., et al. 2010. “The Ectocarpus genome and the independent evolution of multicellularity in brown algae.” Nature 465:617-621.
  • Kunarso G., et. al. 2010. “Transposable elements have rewired the core regulatory network of human embryonic stem cells.” Nature Genetics 42:631-634.
  • Lukes, J., B. Leander, P. Keeling. 2009. “Cascades of convergent evolution: the corresponding evolutionary histories of euglenozoans and dinoflagellates.” Proceedings of the National Academy of Sciences 106 Suppl 1:9963-9970.
  • Pennacchio, L., A. Visel. 2010. “Limits of sequence and functional conservation.” Nature Genetics 42:557-558.
  • Picker, M., J. Colville, M. Burrows. 2012. “A cockroach that jumps.” Biology Letters 8:390-392.
  • Star, B., et. al. 2011. “The genome sequence of Atlantic cod reveals a unique immune system.” Nature 477:207–210.

 

  • “Tiny algae shed light on photosynthesis as a dynamic property.” 2012. ScienceDaily November 28. http://www.sciencedaily.com­ /releases/2012/11/121128132253.htm

Sinais de longa distância protegem o cérebro de infecções virais que entram pelo nariz.

By Science Daily 

[Obs: Texto adaptado]

Em 10 de fevereiro de 2014 o Science
Daily publicou.

Fonte:
Sociedade Americana de Microbiologia.

Resumo:
O cérebro contém um sistema de defesa que impede que pelo menos dois vírus não relacionados – e possivelmente muitos mais – invadam o cérebro em geral.

 

 

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A mucosa olfativa no nariz pode servir como um condutor para uma série de vírus entrarem no cérebro, incluindo a raiva, poliomielite e vírus da gripe. No entanto, raramente ocorrem infecções no sistema nervoso central. Pesquisas sugerem que, em resposta à infecção viral, as células no bulbo olfatório liberam moléculas sinalizadoras de longa distância que informam as células de partes não infectadas do cérebro, para produzirem interferão antiviral; uma primeira linha de defesa contra vírus invasores.
O cérebro contém um sistema de defesa que impede que pelo menos dois vírus não relacionados – e possivelmente muitos mais – invadam o cérebro em geral. A pesquisa foi publicada on-line antes da impressão no Journal of Virology.

Nosso trabalho aponta para a capacidade notável do sistema imunológico, mesmo dentro do cérebro, nos proteger contra vírus oportunistas“, diz Anthony van den Pol, da Universidade de Yale, autor do estudo.

A pesquisa explica um mistério antigo. A mucosa olfativa no nariz pode servir como um condutor para uma série de vírus entrarem no cérebro, incluindo a raiva, poliomielite e vírus da gripe. No entanto, raramente ocorrem infecções no sistema nervoso central. O mecanismo responsável pela proteção do cérebro contra  vírus que invadem com sucesso o bulbo olfatório (OB), o primeiro local de infecção na mucosa nasal, permanece esquivo.

Van den Pol e seus colegas descobriram que, em resposta à infecção viral, as células no bulbo olfatório liberam moléculas sinalizadoras de longa distância que informam células, em partes, não infectadas do cérebro, para produzirem interferão antiviral, uma primeira linha de defesa contra invasão de vírus.

No estudo, ratos normais expurgaram a infecção, enquanto ratos sem receptores para as moléculas iniciais de sinalização, sucumbiram à medida que os vírus se espalharam pelo cérebro, provando o papel crítico dessas moléculas.

Estas moléculas sinalizadoras são diferentes dos neurotransmissores regulares. Van den Pol observa que durante a sinalização neuronal, os neurotransmissores liberados por uma célula, viajam através de apenas 20 nanômetros de sinapse à próxima célula nervosa. No entanto, as moléculas de sinalização de longa distância difundem até 15 milímetros.

Essa distância é quase um milhão de vezes maior do que a distância em uma sinapse“, diz ele.

O sucesso do sistema imunológico no bloqueio de dois vírus não relacionados, a saber, vírus da estomatite vesicular e citomegalovírus, sugere que nossos resultados podem generalizar a muitos outros vírus que podem entrar no cérebro através do nervo olfativo“, diz van den Pol.

[Ênfases do blog] 


Journal Reference:

  1. A. N. van den Pol, S. Ding, M. D. Robek. Long distance interferon signaling within the brain blocks virus spread. Journal of Virology, 2014; DOI: 10.1128/JVI.03509-13

Processo de tomada de decisão de vírus poderia levar a novos tratamentos com antibióticos.

By Science Daily

[ Obs: Texto adaptado a partir do original – Este blog não defende o evolucionismo, ao contrário, defende o design inteligente, sendo assim, não está de acordo com a assertiva não justificada do artigo a seguir, no tocante ao paradigma vigente, com seu profundo viés materialista, naturalista, fisicalista – A primeira imagem é do SD ] 

 

 

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O fago lambda prefere destruir a bactéria E. coli, o que o torna o alvo principal para os pesquisadores. Dr. Lanying Zeng, à esquerda, e seu estudante de pós-graduação Jimmy Trinh desenvolveram um sistema repórter de fluorescência de quatro cores para rastreá-lo no nível de vírus único.

 

 

Os seres humanos enfrentam centenas de decisões todos os dias. Mas não estamos sozinhos. Mesmo os vírus mais ínfimos também tomam decisões, e os cientistas estão pesquisando como eles fazem isso, para ajudar a levar a melhores tratamentos para algumas doenças. Uma equipe de cientistas descobriu como o fago lambda decide quais ações tomar em seu hospedeiro, a bactéria E. coli.

Em um estudo publicado em 6 de fevereiro na revista Nature Communications, a Dr. Lanying Zeng e sua equipe no Texas A & M AgriLife Research descobriram como o fago lambda decide quais ações tomar em seu hospedeiro, a bactéria E. coli.

Um fago é um vírus que infecta e se replica dentro de uma bactéria. Os fagos foram descobertos há cerca de 100 anos, mas recentemente cientistas começaram a estudar como eles podem ser usados para atacar bactérias causadoras de doenças, especialmente as cepas que se tornaram mais resistentes aos antibióticos.

Os fagos são muito diversos e numerosos – com números na casa dos bilhões, de acordo com vários relatórios na Biblioteca Nacional dos EUA – por isso os pesquisadores estão agora na trilha de fagos que têm potencial para curar doenças bacterianas específicas.

O fago lambda, por exemplo, prefere destruir a bactéria E. coli, o que o torna alvo principal para os pesquisadores. No rastreamento desse alvo, o estudante de pós-graduação Zeng Jimmy Trinh desenvolveu um sistema repórter fluorescente de quatro cores para rastreá-lo no nível de vírus único. Isso foi combinado com modelos computacionais desenvolvidos pelo Dr. Gábor Balázsi, engenheiro biomédico e colaborador da Stony Brook University, em Stony Brook, Nova York, “para desvendar tanto as interações entre os fagos quanto a forma como os fagos individuais determinam” o destino de uma célula.

O que eles descobriram não era diferente do processo decisório dos humanos. Às vezes, o fago lambda coopera com os outros. Às vezes compete.

Em vez de apenas a célula tomar uma decisão, descobrimos que os próprios DNA fágicos também tomam decisões“, disse Zeng.

 

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Através do processo que desenvolveram, os cientistas foram capazes de determinar que o tempo teve um papel na tomada de decisões.

Zeng explicou que alguns fagos podem ter dois ciclos de reprodução: lítico e lisogênico.

No ciclo lítico, cópias completas do vírus são feitas dentro de uma célula, digamos uma célula de E. coli. Quando a célula infectada com fagos fica cheia dos vírus de replicação, ela explode e é destruída. No ciclo lisogênico, o DNA do fago vive como parte da própria bactéria e ambos continuam a reproduzir-se como um só. Em resumo, a lise envolve a competição, enquanto a lisogenia envolve cooperação, disse ela.

Assim, uma chave para usar fagos para destruir bactérias, Zeng disse, é entender como e quando um fago decide a via lítica [ “go lytic” ] sobre o patógeno.

Digamos que você tem dois fagos lambda que infectam uma célula“, disse ela. ” Cada DNA de fago dentro da célula é capaz de tomar uma decisão. Queremos saber como eles tomam uma decisão, se um é mais dominante do que o outro, se eles têm alguma interação e competem para ver quem vai ganhar, ou se eles comprometem .

Eles podem até coexistir por algum tempo e depois finalmente escolher uma decisão“, disse ela. “Mas o fago está tomando uma decisão subcelular – e isso é muito importante, pode haver muitas implicações“.

O sistema repórter fluorescente de quatro cores ajudou os pesquisadores a visualizarem que muitos fatores contribuem para a decisão e que “do ponto de vista evolutivo, os fagos querem otimizar sua própria aptidão ou sobrevivência[como dito na observação sobre este artigo, o blog não compactua do paradigma vigente, e sugiro a leitura disto ], disse ela. “Então é por isso que eles escolhem lítico ou lisogênico para maximizar ou otimizar sua sobrevivência.

A equipe identificou alguns dos fatores que levaram à competição e outros que levaram à cooperação.

Zeng disse por que a terapia do fago é um campo crescente para procurar maneiras de tratamento contra as bactérias, os resultados deste estudo ajudarão outros cientistas avançarem em suas pesquisas.

Este é um paradigma para os bacteriófagos“, disse ela. “Quando compreendemos mais o mecanismo da decisão, isso pode levar a mais aplicações e a uma melhor caracterização de outros sistemas“.

 


 

Journal Reference:

  1. Jimmy T. Trinh, Tamás Székely, Qiuyan Shao, Gábor Balázsi, Lanying Zeng. Cell fate decisions emerge as phages cooperate or compete inside their host. Nature Communications, 2017; 8: 14341 DOI: 10.1038/ncomms14341

 

 

 

Tom Bethell sobre Mente, Matéria e Auto-Derrota Darwinista.

By Evolution News – David Klinghoffer

[Obs: Texto adaptado – Links em inglês – Imagem do EnV.]

 

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           “Tom Bethell… [é] um de nossos ensaístas mais brilhantes.”

 

 

 

 

Sobre o The Stream, Tom Bethell, autor de Darwin’s House of Cards, esclarece por que os darwinistas não falam tanto sobre uma inferência direta de seu próprio compromisso com o materialismo.

Se a mente é apenas uma configuração especial de células cerebrais, então a mente não é nada, apenas matéria. Como os neurônios podem “decidir” fazer uma coisa em vez de outra? As células nervosas não podem tomar decisões. Assim, o materialismo repudia o livre-arbítrio.

O materialista consistente vê isso, nega o livre arbítrio e descarta a consciência como uma ilusão. “Nosso senso de eu é uma ilusão neuronal“, disse Jerry Coyne, um materialista totalmente pago e autor de “Por Que A Evolução É Verdadeira”. O biólogo molecular Francis Crick disse a mesma coisa. “Suas alegrias e suas dores, suas memórias e ambições, seu senso de identidade pessoal e livre arbítrio não são mais do que o comportamento de uma vasta assembléia de células nervosas e suas moléculas associadas“, escreveu ele. Ou como ele colocou de forma mais sucinta: “Você não é nada além de um pacote de neurônios.

Até que ponto os materialistas acreditam nisso? Observe que muitos deles ficam indignados com os intelectuais públicos que rejeitam o materialismo darwinista. Mas por que a indignação se crenças, ambições e vontades são “nada além de um pacote de neurônios.” Nessa visão, a pessoa céptica do darwinismo não pode se ajudar, então por que ficar indignado com o pobre companheiro?

Os materialistas podem admitir que sua indignação é irracional, um subproduto da evolução – o mecanismo enlouquecido de luta-ou-fuga. Mas essa explicação abre uma lata de vermes. Se a mente é um subproduto de um processo evolutivo que talvez nos sobrecarregou com várias irracionalidades, por que confiar na razão humana? Por que confiar nela para nos levar à verdade sobre as origens biológicas?

Em minhas décadas como jornalista cobrindo a evolução e entrevistando alguns dos principais pensadores evolucionistas do mundo, descobri que os materialistas não têm boas respostas para essa pergunta, ou para muitos dos desafios evidenciais que persistiram e cresceram desde o tempo de Darwin.

Para mim, a conclusão é inescapável: o darwinismo moderno está construído sobre um fundamento de areia – uma edifício de cartas, ameaçado até mesmo pelo furor ultrajado e ofegante de seus defensores.

Em suma, não há sentido em colocar fé num tipo de raciocínio feito por um cérebro que é um produto de processos darwinianos.

Além disso, como observa Bethell no livro, qualquer pessoa com algum senso comum e auto-conhecimento deve perceber que negar o livre-arbítrio é um disparate. Nossa vontade, a liberdade de fazer boas ou más escolhas, é algo que experimentamos a cada momento de vigília. A afirmação do materialismo, que é o fundamento da teoria darwiniana, corre em direção ao que sabemos sobre nossa própria vida interior. É auto-destrutiva. Assim, os defensores da evolução escondem naturalmente tudo isso, sendo contudo, incapazes de negar isso.

Compare a arte sublime da natureza com a do homem.

By Evolution News – David Klinghoffer

[Obs: Texto adaptado – O artigo a seguir  possui  links no original em inglês – Imagem do EnV com os devidos créditos.] 

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O Science News lança algumas ilustrações impressionantes:

Você já se sentiu pesado por suas posses materiais? A variedade ilimitada de coisas que os seres humanos fabricam – tratores, edifícios, esferográficas, mochilas Hello Kitty – tem um peso sério: uma métrica de 30 trilhões de toneladas; estima um novo estudo. Isso é aproximadamente 50 quilogramas por cada metro quadrado da superfície da Terra.

A “tecnosfera” humana, todos os produtos manufaturados em nossos dias atuais, ultrapassam a biosfera natural em massa e variedade; segundo o geólogo Jan Zalasiewicz da Universidade de Leicester na Inglaterra e o relatório online de colegas em The Anthropocene Review, de 28 de novembro.

Ao que Douglas Axe, autor de  Undeniable: How Biology Confirms Our Intuition That Life Is Designed, responde apropriadamente:

“A “tecnosfera” humana [produtos, materiais feitos pelo homem] ultrapassa a biosfera natural em massa e variedade. Contudo, certamente não em elegância.” https://twitter.com/ScienceNews/status/823954811880083461

Os seres humanos criaram uma arte sublime que, como diz George Steiner memoravelmente, em um breve vídeo que eu recomendei antes, gesticula para mysterium tremendum.

Isso pode ser verdade sobre a música, acima de tudo, o que naturalmente não deixa vestígios. É pura informação, se você quiser chamar assim. No entanto, os seres humanos também criam um monte de lixo, montanhas de feiura. Nosso produto de trabalho total, a “tecnosfera”, supera em massa os seres humanos, em massa, de 60.000 para 1. Grande parte desse material é lixo.

De volume a parte; o contraste com a natureza e sua elegância, é o ponto do Dr. Axe.

Um golfinho ou uma aranha, é uma obra-prima, ao qual ele chama de “coerência funcional“. Qual é o artista mais sublime, o homem ou a natureza? É uma pergunta interessante para um darwinista, se ele for honesto o suficiente para responder de forma franca. Eu tenho uma visão sobre isto, e você provavelmente tem a sua. Podemos conversar sobre isso.

Por que esperaríamos arte em toda a natureza, tendo em conta a premissa de um cosmos sem propósito ou design? O fato de que há alguma coisa para discutir acerca dela toda, onde a natureza pode ser comparada significativamente com Mozart, digamos, ela parece grávida de significado.

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Se o universo e a vida foram criados racionalmente, o funcionamento de ambos é racional e podem ser compreendidos por seres racionais.

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