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By Jornal da Ciência – R7

De acordo com as Leis da Física, a velocidade da luz é uma barreira fundamental que não pode ser quebrada, ou seja, supõe-se que nada é capaz de viajar mais rápido do que ela.

Por conta disso, os astrônomos ficaram perplexos quando avistaram flashes poderosos de energia explodindo para fora do coração de um buraco negro supermassivo, no centro de uma galáxia a 260 milhões de anos-luz da Terra.

Notou-se que o relâmpago de raios gama estava viajando por todo o horizonte do evento – a fronteira onde nada pode escapar da intensa gravidade do buraco negro – e as taxas pareciam ser mais rápidas do que a velocidade da luz.

Essas observações sugeriram que os raios gama estavam viajando mais rápido que a velocidade da luz, ou qualquer outra coisa estava acontecendo.

Agora, os pesquisadores acreditam que conseguiram uma atenção rara em algo que está ocorrendo abaixo do horizonte de eventos do buraco negro, dando-lhes um vislumbre do que pode ocorrer em seu interior.

Os objetos que estão no centro dos buracos negros, por sua própria natureza, são objetos misteriosos, já que nenhuma luz é expelida, fazendo-os parecer um espaço escuro no céu.

Os

 

Os cientistas dizem que as atuais teorias para o que causou as explosões de raios gama são insuficientes para explicar as suas observações, e, por isso, desenvolveram uma nova teoria para o que está abaixo do horizonte de eventos. “Nenhum objeto pode, de repente, iluminar toda a sua superfície de forma mais rápida do que a luz leva para viajar através dele“, disse Julian Sitarek um dos cientistas que trabalham no projeto do Instituto de Física de Altas Energias(IFAE), em Barcelona.

 

 

A galáxia IC 310 encontra-se dentro da constelação de Perseus e tem um núcleo galáctico ativo que emana ondas de rádio para o espaço circundante.

Astrônomos de La Palma, nas Ilhas Canárias, passaram quase quatro horas observando enormes explosões de radiação desta galáxia, em 2012. Eles acreditam que o fato pode ser resultado da matéria que cai no centro do buraco negro supermassivo IC 310, acelerando partículas longe do horizonte de eventos através de raios. Porém, os jatos de raios gama emitidos do buraco negro piscavam a um ritmo muito mais rápido do que o plausível para esta explicação.

Os flashes de radiação pareciam percorrer 448.994 mil quilômetros em todo o horizonte de eventos, em apenas 4,8 minutos. À velocidade da luz, ele deveria levar 25 minutos para viajar esta mesma distância.

Os cientistas dizem que a rotação do buraco negro induz uma magnetosfera que cria cargas elétricas paralelas em torno dos polos. Estes, então, aceleram as partículas até muito perto da velocidade da luz, fazendo com que a radiação gama seja lançada para o espaço de dentro do horizonte de eventos. “Você pode imaginar isso como um raio em uma tempestade“, disse Karl Mannheim, da Universidade de Würzburg.

A cada poucos minutos o relâmpago descarrega a energia que acumulou em uma região do tamanho do nosso sistema solar. No processo, as partículas próximas da velocidade da luz são ejetadas para as regiões exteriores das galáxias.

 

 

By Universal

 

Muitas pessoas até participam dos encontros na Igreja, porém ainda não compreenderam a natureza de Deus.

Isso acontece porque é preciso estar conectado com Ele não somente durante as reuniões, mas também em outros momentos do dia a dia. Dessa maneira é possível construir uma relação próxima com Ele.

 

oracao Minha Comunhão com Deus JUBASU PIBSU Consciencia Cristã 2012

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Veja abaixo cinco passos que vão lhe ajudar nesse processo:

1) Coloque Deus em primeiro lugar em sua vida

Há pessoas que até desejam conhecer a Deus, porém não estão dispostas a segui-Lo. Isso não é uma tarefa fácil, pois para se aproximar do Criador é necessário primeiro compreender que Ele é a coisa mais importante da nossa vida.

2) Não confie no seu coração

A Bíblia diz: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto…” Jeremias 17.9

A sociedade ensina que devemos seguir o nosso coração, mas é possível observar na prática que ele não sabe fazer escolhas sábias. Ele vai atrás do que deseja, mas não leva em consideração as consequências – que são muito perigosas. Por isso, confie somente no Espírito Santo.

3)   Aprenda a clamar a Deus

Por aprendermos com a sociedade que devemos seguir o nosso próprio coração, estamos acostumados a não consultar o Senhor sobre as coisas da vida. Portanto, converse com Ele diariamente e ouça o que Ele tem a dizer. Você perceberá que será uma experiência única e inestimável.

4)   Não caia em tentação

Os espíritos malignos a todo o momento colocam coisas que são agradáveis aos olhos em nosso caminho para nos desviar da condução do Senhor Jesus. Eles sabem que se seguirmos ao Altíssimo, nós teremos uma vida plena, e isso não é o que eles desejam. Por isso, afaste-se do que não convém.

5)   Alimente-se do que vem de Deus

Isso está relacionado com o quarto passo, pois se nós nos alimentarmos daquilo que vem do Espírito D’Ele, consequentemente não ficaremos acessíveis para os conteúdos sugeridos pelo mal.

Você está disposto a praticar esses passos?

By Everton F. Alves

 

NOBLE (2013), um biólogo de sistemas, alega que a fisiologia está balançando a fundação da biologia evolutiva. Ele argumenta que “A ‘Síntese Moderna’ (Neodarwinismo) é uma visão genocêntrica da evolução de meados do século 20, com base em mutações aleatórias que se acumulam para produzir uma mudança gradual através da seleção natural”. Em seguida, ele afirma que os cientistas agora sabem que esta visão está errada, porque “mudança genética está longe de ser aleatória, e muitas vezes não gradual.” Noble comenta que, em relação ao ponto de vista neodarwinista, “não é só a visão padrão do século 20 da genética molecular que está em causa. A teoria da evolução em si já está em um estado de fluxo”.
Noble, em seguida, narra que os seguintes pressupostos do neodarwinismo estão errados, tais como:

(1) “mudança genética é aleatória”,

(2) “mudança genética é gradual”,

(3) “na sequência de alteração genética, seleção natural leva a variações de genes específicos (alelos) aumentando em frequência dentro da população”, e

(4) “herança de características adquiridas é impossível”.

Para refutar cada um desses pressupostos, ele cita alguns exemplos (artigos) de recém-descobertas de herança de características adquiridas (aliás, estudos que a TDI também apresenta como evidências de uma mente inteligente). Noble conclui que o fluxo de estudos durante os últimos 5 anos mostraram que a herança não-mendeliana está cada vez mais acumulando evidências. Ele acrescenta que os exemplos citados por ele sobre a herança de características adquiridas revelam uma grande variedade de mecanismos pelo qual tal herança pode ser alcançada.
Ele, então, propõe um modelo novo e radical da biologia chamado de “Síntese integrativa”, onde os genes não executam o programa, e todas as partes de um organismo – o genoma, a célula, o plano corpóreo, tudo – está integrado. Segundo o autor, “a característica central da síntese integrativa é uma revisão radical do conceito de causalidade em biologia. A priori não existe um nível privilegiado de causalidade. Este é o princípio que eu tenho chamado a ‘teoria da relatividade biológica’. […] Controle é então distribuído, alguns dos quais é herdado, independentemente de sequências de DNA. A revisão do conceito também irá reconhecer as diferentes formas de causalidade. Sequências de DNA são mais bem vistas como causas passivas, porque elas são usadas apenas quando as sequências relevantes são ativadas. DNA por conta própria não faz nada. As causas ativas encontram-se dentro das redes das células, tecidos e órgãos do corpo”.
Esta é uma nítida abordagem da Biologia de sistemas. No entanto, embora Noble não endosse essa conclusão, essa abordagem é muito mais consistente com o design inteligente do que com um modelo baseado em mecanismos evolutivos estritamente desgovernados. Aliás, nos surge a seguinte dúvida: “Esta é uma tentativa de um neo-neo-evolucionista em tomar para si as evidências defendidas pelos inteligentistas? Ou um recém-ex-evolucionista se desprendendo das amarras da ignorância do acaso cego? Aguardamos os próximos capítulos…

Referência: Noble D. Physiology is rocking the foundations of evolutionary biology. Exp Physiol 2013; 98(8): 1235–43.

Link do artigo(PDF)

Por Júnior D. Eskelsen

A evidência para o design está na disposição e configuração das estruturas, assim como temos evidente a
água em estado sólido com determinada estrutura trivial, assim temos o design por uma configuração
estrutural informacional distinta.

Em qualquer lugar na face deserta de Marte por exemplo, caso encontrado um objeto desconhecido com
design, ele é facilmente reconhecido independente conhecimento de função, origem ou composição da
estrutura.

Podemos destacar: nodos de escolha, chaves configuráveis inertes, informação prescritiva e codificação
otimizada que são mais do que suficientes, bastaria uma pedra lascada anormal para o caso.

Analogias como as de “poças de água” tem sido utilizadas para descaracterizar o Design.

 

P = Design
Q = Causa sobrenatural
P → Q
¬ Q
∴ ¬ P
Design implica em causa sobrenatural.
Não temos causa sobrenatural.
Não temos Design.

 

Ocorre que não usamos e nem dependemos dessas premissas:

Nenhuma das premissas depende de entidade inteligente, as conclusões seguem das premissas, se elas
fulminam o pensamento de alguém, quer goste ou não, não altera a realidade.

Modus ponens
P → Q
P
∴ Q

P = Nodos de escolha
Q = Inteligência

Nodos de escolha implicam em inteligência
Temos nodos de escolha.
Consequentemente temos inteligência.

Modus tollens

P → Q
¬ Q
∴ ¬ P
P = Nodos de escolha
Q = Inteligência

Nodos de escolha implicam em inteligência
Não temos inteligência.
Consequentemente não temos nodos de escolha.

Isso é refutar uma ideia que não representa nada na realidade do contexto empírico do Design, e existem
detalhes simples e nem sequer chegamos neles.

” Causa suficiente não implica em ser necessária. “

Design vs Gravidade vs Big Bang vs Vida
P = Design
Q = Inteligência (Natureza desconhecida)
P → Q
P

∴ Q : onde Q é invalidado pelos críticos.
P = Massa
Q = Força Gravitacional (Natureza desconhecida)
P → Q
P

∴ Q : onde Q também deveria ser invalidado pelos críticos.
P = Universo
Q = Big Bang (Natureza desconhecida)
P → Q
P

∴ Q : onde Q também deveria ser invalidado pelos críticos.
P = Seres vivos
Q = Vida (Natureza desconhecida)
P → Q
P

∴ Q : onde Q também deveria ser invalidado pelos críticos.

Ou seja, não consigo explicar a natureza de Q, portanto Q como causa de P é inválido.

Isso pode ser generalizado para toda ciência.

Boa noite,

Posto agora um breve texto sobre consciência e mente. Não é um texto que se aprofunda no assunto, mas pode indicar boas fontes de pesquisa pró ID.

O mesmo é de autoria de Everton Fernando Alves. 

Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Se você quiser baixar esse arquivo acesse aqui

Os evolucionistas têm agido de forma a tentar derrubar o conceito de “mente” e “consciência”. De forma sutil, eles já decretaram a morte da mente. Nas últimas décadas é que as neurociências, as ciências cognitivas e a filosofia da mente assumiram sua orientação naturalista, a muito já implícita. Aos poucos foram se substituindo o conceito de “mente” pelo de “cérebro”. Os materialistas acreditam que a mente não existe como uma entidade separada; é meramente um estado do cérebro, causada exclusivamente por neurônios e neuroquímica. No entanto, um novo campo científico pró-ID tem chamado a atenção: a “neurociência não materialista”. Nele, pesquisadores como Denyse O’Leary e Mario Beauregard, autores do livro ‘The Spiritual Brain: A Neuroscientist’s Case for the Existence of the Soul’ publicado em 2007 argumentam que “a mente existe e usa o cérebro, mas não é a mesma coisa que o cérebro”. O campo da neurociência não materialista aponta evidências para uma mente imaterial e separada do corpo, mas que ao mesmo tempo é capaz de controlá-lo através da dinâmica eletroquímica de seu cérebro, e usar as informações angariadas pelos sistemas sensoriais disponíveis. A mudança voluntária de atenção de um sujeito provoca mudanças no estado de ativação cerebral detectável através de um sistema de neuro-imageamento. Beauregard aponta que seus resultados evidenciam o fato de que estados e conteúdos mentais comprovadamente afetam estados cerebrais, as mentes não podem estar totalmente instanciadas no cérebro, nem nas relações deste com o ambiente e nem em nenhum lugar de nosso mundo físico. Neste ano de 2015 será lançada a revista científica de acesso aberto Neuroscience of Consciousness que apoiará este campo.

Fonte: Beauregard M, O’Leary D. The Spiritual Brain: A Neuroscientist’s Case for the Existence of the Soul. New York: HarperCollins, 2007. 358p.

BEAUREGARD e PAQUETTE (2006) realizaram um estudo de imagem por ressonância magnética funcional (fMRI) com o objetivo de identificar os correlatos neurais da experiência mística. Os autores queriam saber o que estava acontecendo no cérebro durante os episódios espirituais, místicos ou religiosos por causa de suas próprias experiências pessoais. Foram recrutadas 15 freiras de mosteiros carmelitas e pediu-lhes para reviver plenamente o momento mais místico em suas vidas. A atividade cerebral das freiras foi medida enquanto estavam subjetivamente em estado de comunhão com Deus. Os pesquisadores descobriram uma coleção de áreas do cérebro que estavam mais ativadas durante a experiência mística. O núcleo caudado, por exemplo, o que está associado a sentimentos positivos como felicidade e bem-aventurança, apareceu mais ativado durante as memórias místicas. A equipe também observou atividade nas regiões que se acredita integrar sensações físicas do resto do corpo, o que talvez explique a

percepção de que as freiras tinham se tornado um com Deus e seus arredores. Eles também encontraram um aumento em certos tipos de atividade elétrica associados com o sono profundo e meditação. Também se descobriu ativação no córtex temporal. Estes resultados sugerem que as experiências místicas são mediadas por diversas regiões cerebrais e sistemas.

Fonte: Beauregard M, Paquette V. Neural correlates of a mystical experience in Carmelite nuns. Neurosci Lett. 2006; 405(3):186-90.

TRENT-VON HAESLER e BEAUREGARD (2013) afirmam que experiências de quase morte (EQM) são experiências vívidas, realísticas, que frequentemente promovem mudanças profundas na vida de pessoas que estiveram fisiológica ou psicologicamente próximas da morte. As EQM por vezes ocorrem durante uma parada cardíaca, na ausência de atividade cerebral detectável. Diante disso, os autores objetivaram revisar os estudos prospectivos de EQM induzidas por paradas cardíacas e examinar as implicações desses estudos para o conceito de mente não local (imaterial). Para tanto, PubMed foi a principal base de dados utilizada para esta revisão. Os termos-chave da busca incluíram “parada cardíaca”, “experiências de quase morte”, “fisiologia da experiência de quase morte” e “experiências fora do corpo verídicas”. Os autores relatam que vários estudos prospectivos mostram incidência média de 10% a 20% de EQM induzidas por paradas cardíacas, independentemente de aspectos sociodemográficos, sexo, religião ou quaisquer parâmetros médicos, fisiológicos ou farmacológicos consistentes. Pessoas que passaram por EQM são mais propensas a mudanças de vida positivas que podem durar muitos anos após a experiência do que aquelas que não a tiveram. Eles concluem que as teorias fisicalistas (materialistas) da mente não são capazes de explicar como pessoas que tiveram EQM podem vivenciar – enquanto seus corações estão parados e sua atividade cerebral aparentemente ausente – pensamentos vívidos e complexos e adquirir informações verídicas a respeito de objetos ou eventos distantes de seus corpos. As EQM em paradas cardíacas sugerem que a mente é não local, isto é, não é gerada pelo cérebro e não está confinada a ele ou ao corpo.

Fonte: Trent-Von Haesler N, Beauregard M. Near-death experiences in cardiac arrest: implications for the concept of non-local mind. Arch. Clin. Psychiatry 2013; 40(5):197-202.

RADIN et al. (2013) vem estudando a consciência há vários anos usando vários tipos de sistemas ópticos. Essa linha de pesquisa da mecânica quântica sugere que existe uma consciência, e que ela pode desempenhar um papel fundamental na forma como o mundo físico se manifesta. Isso não significa que a consciência humana, literalmente, “cria” a realidade, mas ela sugere que há mais consciência do que está implícito hoje nos livros didáticos de neurociência. Para este estudo, que investiga a possibilidade de interação mente-matéria, os autores utilizaram o método de sistemas ópticos de dupla fenda. Para

os autores, o ato de observar um objeto cotidiano, influencia as propriedades deste objeto. Objetos quânticos são extremamente reativos ao ato de observação; esta sensibilidade pode ser facilmente visto, sempre que um objeto quântico é medido. A medida faz com que o comportamento das ondas quânticas mude o comportamento das partículas. A interpretação controversa deste efeito de que a própria consciência é responsável por “colapsar” a função de onda quântica foi proposta pelo matemático John von Neumann e apoiado por outros eminentes físicos. Os autores salientam que foram realizados três experimentos: dois envolvendo sistemas ópticos de dupla fenda que as pessoas tentaram influenciar mentalmente em seu laboratório, e um envolvendo um teste semelhante realizado on-line. Todos os três experimentos mostraram resultados consistentes com a proposta de von Neumann e com as suas pesquisas anteriores.

Fonte: Radin D, Michel L, Johnston J, Delorme A. Psychophysical interactions with a double-slit interference pattern. Physics Essays 2013; 26(4): 553-66.

BEAUREGARD (2014) refere que o materialismo científico ainda é influente em certas esferas acadêmicas. Neste artigo, o autor examina várias linhas de evidência empírica mostrando que esta ideologia, enquanto parcialmente verdadeira, é lamentavelmente incompleta e, portanto, obsoleta. Esta evidência indica que os humanos não podem ser reduzidos a impotentes máquinas biofísicas, uma vez que a psique influencia fortemente a atividade do cérebro e do corpo, e pode operar telosomaticamente. Com base nessas evidências, o autor apresenta a Teoria da Psychelementarity (ainda sem tradução) e apresenta algumas previsões. Esta teoria propõe que a psique desempenha um papel primordial na forma como o universo funciona, o equivalente a matéria, energia e espaço-tempo. Outra premissa central dessa teoria é que a psique não pode ser reduzida a processos físicos ou a uma posição reducionista (ou seja, tudo o que é ou pode ser reduzido a partículas físicas ou forças). A teoria é responsável por uma série de fenômenos psicofísicos bem estudados, que são reinterpretadas à luz de uma perspectiva pós-materialista. Esta teoria também é responsável por fenômenos anômalos que estão atualmente rejeitados pelos materialistas.

Fonte: Beauregard M. The Primordial Psyche. Journal of Consciousness Studies 2014; 21(7–8):132–57.

“Sua pergunta é um desvio do meu ponto, meu ponto foi: A natureza tem propósito (veja o que significa propósito) Você disse que não tem, e sua evidência contra propósito foi desastre (que posso entender como defeito) Ou seja, se algo apresenta defeito esse algo não tem NENHUM propósito.”

Veja bem, se no seu ponto de vista tem proposto ocorrer duas coisas:

Ou o propósito é danoso e portanto não têm desastres pois, faz parte do propósito da natureza fazer as coisas, ou têm desastres porque o propósito era bom mas a imperfeição da natureza e de deus levou a tais desastres. Então, se o propósito não é bom, então deus bom não existe, pois fez uma natureza sem o propósito de ser boa.

Se o propósito é o bem, deus perfeito não existe, pois têm desastres o que é uma falha da natureza, portanto deus perfeito não existe.

Sua inferência de danoso, perfeito ou imperfeito ignora o seu ateísmo, o seu naturalismo… É impossível ser ateu, materialista e argumentar sobre a realidade, sobre algo bom ou ruim, perfeito ou imperfeito, sobre moral.

 

Mas agora vou responder, rejeitando o materialismo e me baseando em design inteligente e teologia como forma de ver o mundo. Pois a forma materialista é TOTALMENTE INADEQUADA, ABSURDA.

 

DI: Um sistema com defeito não deixa de ser um sistema inteligentemente concebido por apresentar defeitos. 

Então você não tem uma evidência positiva contra design.

Teologia: Deus criou o universo perfeito, e o mesmo em um determinado ponto tornou se imperfeito pela própria vontade de Deus.

Gênesis  1 e 2, tudo quanto Deus fez ele viu que era bom.

A queda do homem :”E a Adão disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, MALDITA É A TERRA por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida.”
Gênesis 3:17

 

“Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou,
Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.
Porque sabemos que TODA A CRIAÇÃO GEME E ESTÁ JUNTAMENTE COM DORES DE PARTO ATÉ AGORA”
Romanos 8:20-22

Portanto, seu argumento que não se baseia no materialismo, é falso.

Não existe nenhuma relação entre perfeição de Deus e perfeição da criação serem um paradoxo.

“Pois eu lhe disse, a natureza tem propósito: O sol, as estrelas… O Dna.  Oras o Dna tem seu propósito, o cérebro tem, a água tem… O proposito na natureza indica sua origem. Ausência de propósito na natureza tbm indica sua origem.”

O sol, as estrelas e o Dna não são propósitos da natureza, e sim produto da diversidade e grandeza do universo que, pela gravidade, produz estrelas que explodem, e produzem planetas que, pelos bilhões de combinações de matéria, produz a diversidade que produz a vida. Não há evidencia nenhuma de planejamento, se fosse assim não precisaria produzir trilhões de estrelas apenas para que 0,00000000000000000000001% delas pudesse aparecer vida, ou seja, se um criador precisa produzir 1 trilhão de estrelas, para que apenas, uma produza vida, esse criador é muito incompetente.

Mas você está usando a crença materialista para origem da vida, que não tem evidência alguma!

O sol não é qualquer estrela. As estrelas não são enfeites… O DNA tem SIM PROPÓSITO… Mais uma alegação absurda, visando defender o dogma materialista… Como alguém que nega propósito no DNA e crê que é um ser vivo, um ser racional????

Mas eu ei de concordar que o DNA, o sol, as estrelas, a água a lua e etc, não são propósitos da NATUREZA; mas sim daquele que as criou… Nisto concordo contigo.

 

“Isso é espantalho, na verdade o conceito objetivo de design não invoca beleza, existem bactérias, vírus que matam seres humanos, nem por isso eu nego que tais são um ID por que não vejo beleza nisso, vejo dor e sofrimento.”

Contradição à vista:

Mais uma prova que deus bom não existe. Se deus fosse bom não permitiria que vírus maléficos deixassem milhões de crianças incapacitadas, aleijadas, doentes e que morrem sofrendo. Não deixaria que vírus maléficos existissem, ou seja, se deus  existisse seria muito incompetente, pois projetaria pessoas e ao mesmo tempo armas biológicas letais e cruéis para matá-las. Como se assistisse a um videogame pra ver quem mata mais….

Mais uma vez você usa um argumento que assume a falsidade do materialismo, e assume uma visão metafísica para o que ocorre dentro do cosmos sem nenhum propósito.

 

 

Repito meu argumento teológico da imperfeição temporal… Todos pagarão por seus atos, e pior aqueles que permanecerem na injustiça. Olha sua contradição, você acha Deus mal por que não impede o mal, mas você nega o terror eterno; você nega o livre arbítrio também?

 

 

Bom mas deixa eu já citar os que irão sofrer o terrível dano da segunda morte:

“Porém, quanto aos covardes, os incrédulos, os depravados, os assassinos, os que praticam imoralidade sexual, os bruxos e ocultistas, os idólatras e todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago de fogo, que arde perpetuamente em meio ao enxofre. Esta é a segunda morte!”

Apocalipse 21:8

E se você acha que alguém pode dar um de espertinho fazendo mal aos outros podendo evita-los por conhecer a Deus e ser perdoado por ele caiu do cavalo:

 

 Porque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados,
Mas uma certa expectação horrível de juízo, e ardor de fogo, que há de devorar os adversários.
Quebrantando alguém a lei de Moisés, morre sem misericórdia, só pela palavra de duas ou três testemunhas.
De quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue da aliança com que foi santificado, e fizer agravo ao Espírito da graça?

Hebreus 10:26-29

 

“Na verdade se o universo a vida NÃO PASSAM DE MOVIMENTOS AO ACASO DA ENERGIA E “MATÉRIA” (Na verdade matéria é um mito) então tais conceitos como ordem ou desordem, acidente ou propósito não possuem fundamento… Não se pode provar cientificamente nada sobre o “comportamento” da natureza.”

 

 

A ordem é uma forma do cérebro humano organizar e classificar coisas e acontecimentos para melhor entende-la, e tentar achar regras e leis na natureza. Não se pode dizer que a natureza é “ordenada” por si só. Apenas que aparentemente existem leis físicas que os objetos do universo obedecem. E estas leis foram compiladas pelo cérebro humano que cresceu e se desenvolveu num mundo darwiniano.

Ah sim ! Como diria Einstein:

“A coisa mais incompreensível sobre o universo é que ele é compreensível.”

 

 

""A coisa mais incompreensível sobre o universo é que ele é compreensível." Albert Einstein" 

Isso é um absurdo, dizer que o cérebro classifica isso ou aquilo para entender isso ou aquilo é uma extrapolação do materialismo. Ou você acha que o cérebro transcende o despropositado cosmos, a despropositada natureza. A natureza irracional criando organismos racionais? Como? Dê evidências!Assim como pedimos evidências para as estrelas guiarem meu destino segundo a astrologia… Só por que estrelas existem, eu existe, destino existe… Então as estrelas guiam meu destino???Afirmações sem evidências são refutadas sem evidências!  “Pior ainda, não passa de uma alegação absurdamente extraordinária dizer que tal energia e ‘matéria” dão origem a consciência, a mente… Mas eu tenho algo mais objetivo ainda contra essa crença absurda… A razão não é nem matéria nem energia, nem se encontra em algum lugar do tempo… A razão é absoluta. Todos querem apelar para a razão (incluindo eu), como se ela fosse um Deus.”

Qualquer biólogo em inicio de carreira sabe que a origem da vida proporcionou uma organização e estruturação cada vez mais complexas graças à seleção natural. A ciência e os fatos já descartam um ser pronto e acabado como adão e eva da bíblia. Tudo veio de uma lenta evolução com muito sofrimento, mortes, erros e muitas espécies extintas. Se a consciência fosse fruto de uma  mente com sabedoria infinita já deixava tudo pronto como adão e eva e não espécies mortas por tentativa e erro.

Completamente falso, os biólogos não tem a mínima ideia da origem materialista da vida… Como você acusa as pessoas de crer em ilusões e você mesmo tem as suas??? Isso, por definição, chama-se hipocrisia.E como sempre fazer afirmações sem evidências são refutadas sem evidências. Não há uma evidência que seres unicelulares evoluem para seres pluricelulares, nem que espécies extrapolem os tipos básicos.E por ultimo, não existe uma evidência de ter ocorrido alguma evolução despropositada ( leia aqui por exemplo ) “Essa ficou nebulosa, será que Baker está dizendo que o universo não requer uma explicação, uma causa? Ou ele admite que o universo requer explicações ad infinitum, negando entretanto Deus?”

 

Isso não  requer uma temporalidade e causas infinitas para requerer um criador, ou seja, é a teoria mais simples sobre a origem do universo, sem propriamente existir uma causa que supõem-se ser deus, não, isto é nulo.

 

Ah sim! Não requer a existência do tempo e causas infinitas… Mas quando dizemos que Deus é atemporal e causa máxima, Eterno NÃO CAUSADO o materialismo invoca uma causa para Deus. Um peso duas medidas, isso é uma mente seletiva, influenciada, escravizada por dissonância cognitiva. Ignoram parcimônia quanto é conveniente e invocam-a quando é conveniente.De longe um “explosão” é a melhor explicação para os ajustes rígidos do universo, para a origem da vida, para a mente humana… De longe a resposta está exclusivamente na física clássica. Esta justamente onde o materialismo, alem da mente humana o fazer, é COMPLETAMENTE DESTRUÍDO, está na mecânica  quântica! 

 

“Que ilusões? O Argumento expõe sua invocação teológica e subjetiva. Ei, ei, espere aí, quando falo de proposito não existe invocação de moral…Oras é bem simples e bem definido: Propósito: Um alvo, um objetivo, uma intenção, um plano, uma meta.”

Alma, espírito, inferno, purgatório, deus, diabo entre outros. Você quer dizer que tudo isso é objetivo, concreto, medível, testável, observável?

Deus não está no mesmo plano que alma, espírito, diabo, demônios et al.

Deus é a causa eterna, qualquer coisa só pode vir a existência por intermédio D’Ele, quer direta ou indiretamente.

 

Isso chama-se falacia da falsa analogia.

 

Quanto ser observável, é mais observável que evolução darwiniana e a crença que o cérebro cria mente, isso, baseado em materialismo filosófico.

“Daí nem faz sentido atribuir catástrofe a certos eventos,NÃO EXISTEM CATÁSTROFES… São apenas eventos naturais… Mas você quer usar esses eventos contra propósito, se não existe NENHUM propósito na natureza como você usa as catástrofes contra propósito?”

As catástrofes não são propósitos, elas ocorrem de acordo com as ações da natureza que têm variações e modificações no tempo, e também podem ser atribuídas ao homem com os gases lançado no ar que aumentou o efeito estufa por ex, mas não quer dizer que o homem seja exclusivamente culpado pelas catástrofes naturais. Mesmo assim a natureza não obedece a um propósito, como eu disse, existe a adaptação à natureza.

Você não respondeu a questão, NADA na natureza tem propósito, sim ou não?… Sua argumentação contra propósito afirmando que não existe propósito é circular. Os ajustes que que qualquer pessoa com o mínimo de conhecimento em cosmologia enxerga não pode simplesmente ser refutado porque existem catástrofes.

Isso é TOTALMENTE irrelevante.

E se você usar um argumento moral, então seu argumento torna-se mais frágil ainda.

 

“o universo está RIGOROSAMENTE ajustado PARA EXISTIR.”

E o passado, o anterior ao universo, o que existia para condicioná-lo a existir? Notou a sua falha.

Deixe eu acrescentar que a vida também atende a um ajuste rigoroso para passar a existir.

Oras,”existia” (Existe) uma causa eterna, suficiente, necessária para tal ajuste rigoroso. Nós chamamos essa causa de Deus.

Você pressupõe deus o criador de tudo, mas você não define deus a não ser pelo que ele criou, então fica a questão- Quem é deus, onde ele está?

Isso é uma questão de lógica, Deus afirma ser o criador deste universo… Oras, eu então, no mínimo vou conferir se existe alguma evidência de criação. Se Ele não se deixa ser visto como vemos os humanos, então como eu vou ter alguma pista de que Ele existe? Ou ainda, uma pista que Ele é mera ilusão?

Oras, as crianças fazem isso intuitivamente, elas olham pra natureza como se ela tivesse um designer, e um designer não humano (veja aqui) .

“Agora vc está invocando filosofia e teologia, então: O Deus bíblico não é apenas bom e perfeito, ele tbm é justo, ele é PODEROSO, onipresente e onisciente. Tem vontade própria, faz o que quer, mas sua ação livre (fazer o que quer sem influência externa) não pode conflitar com seus outros atributos, ou seja, bondade, amor, justiça.”

E permite que pessoas inocentes morram nas mãos de algozes, logo se ele é onipresente e onisciente, ele é responsável por não usar seu poder contra as maldades que ameaçam seus filhos. Aí você chama deus de irresponsável, ou seja, você ao mesmo tempo que diz dele ser poderoso, onipresente e onisciente, já anula suas qualidades.

1º  Você está invocando um argumento moral, metafísico, em outras palavras, você precisa pressupor que o materialismo é falso para fazer um argumento moral do bem e do mal. Isso é uma contradição materialista, pega-se emprestado valores morais objetivos para julgar eventos do mundo natural, que segundo o materialismo não tem nenhum propósito.

2° Você não pode simplesmente acusar Deus de irresponsabilidade, e negar o inferno. Se as pessoas obedecessem os dez mandamentos, não teríamos algozes, mas esse mundo é bem assim, bem distante de Deus, podem professar uma crença com lábios, mas o que vale é o que as pessoas fazem, seus pecados escondidos, suas pedofilias, perversidades e etc.

Ora, ora, ora, esse mundo não é o Reino de Deus e vai passar, e Deus irá julgar a todos, aí cada um dará conta de seus atos.

Deus não criou robozinhos, esse mundo é o que é por vontade própria. mas ninguém vai escapar dos efeitos, das consequências, ninguém, a não ser que Ele não exista, todos irão para a morada dos mortos, pedófilos, assassinos, corruptos, Mao Tse, Hitler, criancinhas, pessoas boazinhas, algozes, vítimas… Todos deixarão de existir para sempre. 

 

Então como você pode supor que seu argumento tenha alguma validade objetiva? 

Como o universo estava em equilíbrio na sua criação, se ele nem havia sido criado? Prestou bem atenção no erro? Segundo você o universo estava em equilíbrio- em sua criação. Quer dizer que algo criou o que já existia para depois ser criado ou recriado de novo?

O universo foi criado perfeito e perdeu sua perfeição. Esse universo como é, não existira mais futuramente.

“Oras, Deus deu ao homem livre arbítrio, mas tbm o sujeitou a consequências… Isso é causa e efeito. Falso, a natureza por si mesma é evidência que existe um criador, ou ela é evidência que não existe um criador… Ou vc tirou da onde a ideia que Deus não existe? Da sua percepção, intuição?”

Para esta questão, vou citar uma parte do livro de um amigo de SP, segue:

O livre-arbítrio é incompatível com a onisciência divina,

Falso, o fato de você saber minha escolha não quer dizer que a escolha não foi minha o.O

da mesma forma não precisaria ser deus que criou o universo. Se você diz que deus criou o Universo eu posso igualmente supor que não foi deus quem o criou, mas sim o “diabinho Azul” quem o criou.

Você vai precisar diferenciar o diabinho azul de Deus, pois se o diabinho azul criou este universo ele é NECESSARIAMENTE eterno, suficiente, necessário para causar o universo… Então não passa de um outro nome pra mesma causa específica.

Só que este diabinho não é todo poderoso como deus, não tem a onisciência de deus, não é bom como deus, não é perfeito como deus e, para criar o universo, ele acabou morrendo de tanto esforço que fez.

Esse é o problema dessa causa, ela é inferior a Deus e não pode ser a causa lógica do universo e da vida biológica.

Sendo meu diabinho muito mais simples e menos complexo que seu deus ele deve ser preferível em termos da “navalha de ocam” a deus!

Estás confundindo a navalha de ocam com simplismo. Uma explicação não ignora a característica do efeito, caso contrário qualquer coisa causou o universo, quer fadinhas, gnomos, o superman, multiversos.

Agora, sugiro o uso da parcimônia para o surgimento materialista do universo e da vida, fazendo ser tal qual ele é na realidade.  

Portanto, antes de invocar deus como criador do universo você deveria invocar o “diabinho azul”. Caso contrário você estaria sendo ilógico adicionando hipóteses desnecessárias ao “criador do Universo”.

Falso, o diabinho azul é uma péssima causa para o universo, tanto quanto o materialismo é, pode até ser uma hipótese, apenas isso, uma hipótese totalmente improvável. 

Não é necessário um criador com todas as propriedades de um “deus” para se criar o universo basta ter o poder suficiente para criá-lo. Assim a alegação de que é necessário um “deus” para o universo existir carece de fundamento lógico.

Isso se você ignorar a natureza do universo, ignorar sua magnitude, sua grandeza, sua ligação íntima com informação, se você negar a mecânica quântica, negar a característica de todos os organismos biológicos. 
Deus é onisciente, portanto sabe tudo o que aconteceu e o que vai acontecer.
Deus deu liberdade ao homem, portanto o homem é livre para escolher.

Se deus sabe tudo que o homem vai escolher (conhecimento factual) então o homem não tem liberdade de escolha. (Tudo estava previsto na mente de deus e o homem não poderia mudar).
Vamos supor a Existência de Deus Todo-Poderoso. Então, segue logicamente que:

1-Deus é Onisciente.

2-Sendo Onisciente sabe tudo que vai acontecer.

3-Sabendo tudo que vai acontecer, sabe tudo o que você vai fazer e escolher, mesmo antes de você existir.

4-Se Deus sabe tudo o que você vai fazer e escolher, então você não poderá fazer nada diferente da previsão de Deus.

A previsão de Deus, antes de eu nascer, não altera que minha escolha foi livre.
5-Se você não pode fazer nada diferente da previsão divina, você necessariamente e obrigatoriamente terá de segui-la.

Falso, Deus está não apenas consciente de minhas escolhas, mas do meu próprio nascimento, o fato dele saber as escolhas que EU FAREI, não implica que foi determinação, mas simplesmente existe um numero finito e pequeno de escolhas a serem feitas por humanos temporais, mortais. Deus não determinou nada mesmo sendo Ele presciente. 

6-Se você é obrigado a seguir a previsão de Deus, então é impossível para você escolher ou fazer qualquer outra coisa diferente da previsão divina.

Não existe obrigação, existem escolhas possíveis; Deus sabe qual escolha possível você vai fazer.

7-Se é impossível para você escolher ou fazer qualquer coisa diferente da previsão divina você, não tem livre-arbítrio!

Oras, isso é o mesmo que dizer que eu não tenho um número infinito de escolhas para fazer.

Oras, as escolhas do cotidiano são irrelevantes para Deus, o livre arbítrio que requer preocupação se existe ou não é com relação a vida eterna ou morte eterna ( a saber, arder eternamente num lago de fogo e enxofre) … São duas opções definitivas.

Desde antes de o homem nascer, mesmo antes dele se casar ou fazer quaisquer tipos de escolhas, seu destino já estaria previsto na mente onisciente de Deus. Então, nada do que o homem escolhesse seria diferente do caminho já previsto por Deus. Sendo assim, o chamado “Livre-Arbítrio” não passaria de uma ilusão. Isto quer dizer que: ou o homem não é livre para escolher, ou Deus não é onisciente. Esta é uma das mais contundentes provas lógicas contra a existência de Deus.

Mais uma vez, a previsão não tem relação com determinação… Deus determinou que o homem terá apenas Dois destinos possíveis: Vida eterna – Ou Terror eterno. Apesar dele saber a escolha de qualquer um, não é ele quem determina se vou escolher obedece-lo ou não. Isso implicaria em não existência da livre escolha e implicaria em um Deus injusto, pois ninguém pode ser acusado de algo que não fez livremente. 

Vamos sintetizar isso :

  1. Um ser com livre arbítrio, dada duas opções A e B, pode escolher livremente entre A e B.

  2. Deus é onisciente (tudo sabe).

  3. Deus sabe que eu vou escolher A.

  4. Deus não pode estar errado, já que um ser onisciente não pode ter conhecimento falso.

  5. De 3 e 4, vou escolher A e não posso escolher B.

  6. A partir de 1 e 5, a onisciência e livre-arbítrio não pode coexistir.

As premissas 1 e 2 no esboço acima são as principais premissas para o argumento e não são contestadas. A cosmovisão cristã defende que cada ser humano é um agente moral livre e é capaz de fazer escolhas, simplesmente exercendo a sua vontade, não sob compulsão ou por causa do instinto. Além disso, é uma doutrina muito clara do cristianismo que Deus é onisciente. A Bíblia diz que Deus sabe “o fim desde o princípio” (Isaías 46,10). Para a onisciência de ser verdadeiramente entendida deve ser de conhecimento correto, então a premissa 4 também é correta.

Contudo, o ponto número 5 é o lugar onde a lógica vacila. Aqueles que argumentam dessa maneira cometem o erro de pensar que, como Deus possui o conhecimento sobre um assunto específico, então ele influenciou sobre ele. Isso não significa nada. Só porque Deus pode prever que a escolha você vai fazer, não significa que você não pode ainda escolher livremente a outra opção.

 

Devo dizer também que a natureza divina não está reduzida a onisciência, e a que a própria onisciência é intrínseca a onipresença… Ou seja, Deus está em todos os lugares, ele esta no passado, presente e futuro.

 

 

Por Deus Tube

 

Quatro crianças iraquianas deram um exemplo de amor por Jesus mesmo diante da possibilidade da morte. Quando os muçulmanos radicais do Estado Islâmico exigiram que elas se convertessem ao islamismo e negassem sua fé, elas se negaram.

Crianças cristãs são decapitadas por não negarem a JesusO relato vem sendo divulgado por Andrew White, pastor de uma Igreja anglicana em Bagdá. Ele gravou uma entrevista para o canal OCN, da Igreja Ortodoxa. Relatou diversas histórias sobre a perseguição que os cristãos enfrentam no Iraque e a bravura com que os cristãos estão defendendo sua fé, apesar das consequências.

Quando os soldados do EI disseram: “Repita que você irá seguir somente a Maomé”, lembra White, “As 4 crianças, todas menores de 15 anos, responderam: ‘Não, nós amamos Yesua [forma iraquiano do nome Jesus]. Sempre amamos Yesua e o temos seguido. Yesua sempre esteve com a gente”. Os homens insistiram, mas elas não mudaram de ideia.

Os muçulmanos, em seguida, então decapitaram as crianças diante de todos os moradores da aldeia. “Como você responde a isso?”, questiona o pastor. “Você só pode chorar. Eles são meus filhos… É isso que temos visto e que estamos passando”.

O pastor White relatou sobre a forma como os cristãos são perseguidos em todo o Iraque, especialmente em cidades como Bagdá e Nínive. Ele conta que o Estado Islâmico não tem poupado ninguém.

“Eles mataram um grande número de pessoas. Cortaram crianças ao meio. Cortaram suas cabeças. Multidões estão fugindo para o norte… é muito terrível o que aconteceu”, desabafa. Estima-se que restaram cerca de 250.000 cristãos na região, onde costumavam viver 1 milhão e meio anteriormente.

Relata que muitos cristãos acabam cedendo e afirmando que seguirão a Maomé. A pressão é muito grande. White acredita que não é possível que os cristãos vivam nas áreas sob domínio do EI.

 

Bom, vou postar agora um artigo do PHYS ORG  (tradução livre que fiz).

Como sempre trago ao debate, não apenas se a evolução ocorre ou não, isto, me refiro, a evolução darwiniana. Dentro de uma lógica há duas hipóteses: Ou ela ocorre/ocorreu, ou ela não ocorre/ocorreu.

Bem, mas meu ponto não é exatamente se ela ocorre / ocorreu; meu ponto é: como ela ocorre / ocorreu ???

Raciocine, antes de tudo o evolucionista afirma que tudo o que existe é o cosmos; e dentro do cosmos ocorre a evolução dos seres vivos; que no fim das contas são produtos da “matéria”  e/ou energia.

Oras, tal natureza (matéria e energia) não possui propósito, intenção, planos, objetivos específicos, fins adequados. Sendo assim, a evolução materialista ocorre / ocorreu de forma despropositada, “cega”, sem direção… Afinal não passa de um evento “material” dentro do cosmos.

Sendo assim, eu lhe pergunto; como um processo redutivelmente materialista pode ser previsível? Como ele pode exibir um padrão, ordem, uma certa constante? Mesmos resultados?

Isso só é possível, quando ao estudarmos a realidade abandonemos a crença naturalista que é materialismo filosófico puro.

Se não fizermos isso, ficamos com a ideia falsa que a evolução lida com todos os fatos reais,  mesmo que a realidade não tenha nenhuma relação com o postulado naturalista que é intrínseco a filosofia materialista.

O artigo a seguir coloca, ao meu ver, a forma como a evolução ocorre / ocorreu  em sérias dúvidas. Embora o artigo não negue o fato da evolução. Assim, os evolucionistas fazem da TE um dogma, uma teoria de tudo. Nesse caso a forma como a evolução ocorre / ocorreu deveria colocar em sérias duvidas não o fato da evolução, embora eu possuo profundo ceticismo frente a evolução teísta; deveria colocar dúvidas quanto a evolução ser um evento redutivelmente materialista. Mas os materialistas mesmo reconhecendo curiosidades da evolução despropositadas, não admitem  que a evolução “cega”, despropositada não possui evidências.

 

 

Eis o artigo:

Se alguém rebobinar a fita da vida, a evolução dará no mesmo resultado?

O biólogo evolucionista Stephen Jay Gould veio com essa famosa experiência de pensamento. Ele sugeriu que a evolução não se repetiria: o papel dos processos aleatórios na origem da biodiversidade era muito importante e, portanto, a evolução não era previsível. O Prof. Axel Meyer (Konstanz) descreveu agora a evolução paralela de duas populações intimamente relacionadas, mas geograficamente isoladas de peixes ciclídeos em lagoas da Nicarágua. Este resultado repetido da evolução é melhor interpretado como evidência de adaptação semelhante à pressão de seleção natural darwiniana similar – e sugere trajetórias evolutivas pouco deterministas. As conclusões do estudo (Konstanz) foram publicados na revista Nature Communications.

Há muito poucas circunstâncias em que pode-se investigar a repetibilidade da evolução, porque os ambientes espacialmente independentes que são preenchidos pelas mesmas espécies são extremamente raros na natureza. “As jovens e completamente isoladas lagoas ao longo do arco americano vulcânico Central na Nicarágua proporcionam um ambiente ideal para estudar .Várias populações de Ciclídeo Midas com habitat em lagoas que se desenvolveram independentemente da população ancestral nas proximidades dos grandes lagos da Nicarágua. Essa configuração é como um experimento natural “, explica Axel Meyer.

Em dois destes lagos da cratera, Apoyo e Xiloá; novos tipos de Ciclídeos Midas evoluíram, independentemente um do outro, em menos de 10 mil anos. Essas novas espécies apresentam adaptações morfológicas idênticas que não são encontrados na população ancestral: a partir da água escura superficial para o novo habitat do abismo, ou seja as águas límpidas dos lagos da cratera. “Em cada um dos dois lagos de cratera, novas espécies de Ciclídeos Midas evoluíram com um corpo alongado – um fenótipo que não existe em lagos ancestrais a partir do qual os colonizadores de lagoas vieram”, explica Meyer. Sua equipe de pesquisa estudou a morfológica, ecológico, genética de populações, e padrões filogenéticos destes peixes. “Nós encontramos nestes ciclídeos forte evidência para a evolução paralela que – curiosamente – ocorreu por diferentes vias.

Nossos resultados mostram que fenótipos paralelos podem evoluir em habitats semelhantes e, devido à pressão de seleção semelhante, no entanto, não necessariamente na seqüência evolutiva paralela”, explica o biólogo evolucionário de Konstanz. Isso indica que a adaptação paralela à ambientes semelhantes podem levar ao mesmo resultado por seleção natural, no entanto, esta evolução pode prosseguir ao longo de diferentes percursos genéticos evolutivos. Isso ocorre porque as espécies endêmicas equivalentes nesses dois lagos de cratera foram originadas em diferentes sequências em ambos os lagos. “Agora nós estamos olhando para os genes e mutações que são a causa para este paralelismo”, diz Axel Meyer.

“Nosso estudo mostra que fenótipos paralelos complexos em ambientes semelhantes podem evoluir muito rapidamente, repetidamente e ainda através de diferentes vias evolutivas. Este é um exemplo microevolutivo de rebobinar a fita de Gould e resultando na de duas espécies muito semelhantes, embora por rotas evolutivas não  rotas “, resume Axel Meyer.

 

 

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More information: Kathryn R. Elmer, Shaohua Fan, Henrik Kusche, Maria Luise Spreitzer, Andreas F. Kautt, Paolo Franchini and Axel Meyer.2014. “Parallel evolution of Nicaraguan crater lake cichlid fishes via non-parallel routes.” Nature Communications , DOI: 10.1038/ncomm6168
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