Problemas fundamentais na teoria da evolução que a Nomenklatura científica vem empurrando com a barriga de Darwin…


quarta-feira, novembro 27, 2013
(By Enézio E. de Almeida Filho)
É comum encontrarmos cientistas darwinistas ortodoxos, xiitas, fundamentalistas, pós-modernos, chiques e perfumados a la Dawkins, especialmente na blogosfera, afirmarem que o fato, Fato, FATO da evolução é tão bem estabelecido quanto a lei da gravidade. NADA MAIS FALSO!!! No contexto de justificação teórica, a atual teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários (de A a Z, vai que um falha…) não é assim uma Brastemp epistemológica. Darwin é reprovado magna cum laude!
Uma leitura objetiva de artigos e pesquisas de cientistas evolucionistas ACADEMICAMENTE HONESTOS mostra nas publicações científicas que os principais fundamentos da teoria da evolução colapsaram e não foram corroborados naquele contexto importante de estabelecimento heurístico de qualquer teoria científica. A seguir alguns exemplos recentes:
Um artigo publicado em 2012 no Biological Reviews of the Cambridge Philosophical Society  destaca que “o conflito filogenético tem um problema mais agudo com o advento das séries de dados de escala genômica.” Segundo o artigo, “o conflito filogenético é comum e, frequentemente, a norma em vez da exceção.” Este problema diz respeito tanto aos dados moleculare e morphologicos: “A incongruência entre as filogenias derivadas de análises morfológicas versus moleculares, e entre as árvores baseadas em subconjuntos de sequências moleculares tem se tornado difusivo à medida em que os conjuntos de dados têm se expandido rapidamente tanto em características e espécies.” 1
Outro artigo publicado na Trends in Ecology and Evolution concluiu que “a riqueza de sugestões morfológicas bem como moleculares de filogenias prevalentes da ordem dos mamíferos reduziria a [a árvore dos mamíferos] a um arbusto não resolvido, o único clade consistente provavelmente sendo o agrupamento de elefantes e peixes-boi.” 2
Um importante artigo de revisão publicado na não menos importante revista científica Nature reportou que “as disparidades entre as árvores moleculares e morfológicas” resultam em “guerras evolucionárias” porque as árvores evolucionárias construídas estudando-se as moléculas biológicas frequentemente não se parecem com aquelas tiradas da morfologia.” 3
Outro artigo de 2005, “Bushes in the Tree of Life”, publicado na PLoS Biology, reconheceu que “uma grande fração de um único gene produzia filogenias de pobre qualidade,” observando que uma pesquisa tinha “omitido 35% de um gene de sua matriz de dados, porque aqueles genes produziram filogenias em desacordo com o conhecimento convencional.” O artigo sugere que “certas partes críticas da árvore da vida pode ser difícil de resolver, apesar da quantidade de dados convencionais disponíveis.” O artigo afirma que “a descoberta recorrente de clades persistentemente não resolvidos (arbustos) deveria forçar a reavaliação de diversas pressuposições de sistemática molecular amplamente defendidas.” 4
Em um artigo publicado no Annual Review of Ecology and Systematics, o grande sistematista Colin Patterson afirmou: “Como morfologistas com grandes esperanças da sistemática molecular, nós terminamos esta pesquisa com as nossas esperanças esmorecidas. A congruência entre as filogenias moleculares é tão elusiva quanto é em morfologia e como é entre moléculas e morfologia.” 5
O cientista deve seguir as evidências aonde elas forem dar, certo? A evidência encontrada revela que as árvores baseadas na morfologia frequentemente entram em conflito com as árvores moleculares. Na verdade, até mesmo as árvores baseadas em moléculas frequentemente entram em conflito. Em artigo publicado em 2011 na Genome Biology and Evolution, Leigh et al afirmaram:
“À medida em que as sequências do Projeto Genoma acumulam, as séries de dados moleculares se tornam imensos e confusos, com a maioria dos alinhamentos gênicos apresentando distribuições taxonômicas estranhas (desiguais) e histórias evolucionárias conflitantes. 6
Pazza e Tessler, passem uma vista e repliquem, se puderem…
Notas
[1.] Dávalos et al., “Understanding phylogenetic incongruence: lessons from phyllostomid bats,” Biological Reviews of the Cambridge Philosophical Society, Vol. 87: 991-1024 (2012).
[2.] De Jong, “Molecules remodel the mammalian tree,” Trends in Ecology and Evolution, Vol. 13: 270-274 (July 7, 1998).
[3.] Gura, “Bones, Molecules or Both?,” Nature, Vol. 406: 230-233 (July 20, 2000).
[4.] Rokas & Carroll, “Bushes in the Tree of Life,” PLoS Biology, Vol. 4: 1899-1904 (November, 2006) (citações e figuras internas omitidas).
[5.] Patterson et al., “Congruence between Molecular and Morphological Phylogenies,” Annual Review of Ecology and Systematics, Vol. 24: 179 (1993).
[6.] Leigh et al., “Evaluating Phylogenetic Congruence in the Post-Genomic Era,” Genome Biology and Evolution, Vol. 3: 571-587 (2011).

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