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Espécies Semelhantes Compartilham Genes Semelhantes. [As Primeiras Previsões da Evolução]

Por Darwins Predictions – Cornelius Hunter

[Texto adaptado]

 

 

A única figura no livro de Darwin, The Origin of Species, mostrou como ele imaginava as espécies se ramificando. As espécies semelhantes têm um antepassado comum relativamente recente e tiveram tempo limitado para divergirem umas das outras. Isso significa que seus genes devem ser semelhantes.

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Genes inteiramente novos, por exemplo, não teriam tempo suficiente para evoluir. Como François Jacob explicou em um paper influente de 1977: “A probabilidade de uma proteína funcional aparecer de novo por associação aleatória de aminoácidos é praticamente zero“. (Jacob) Qualquer gene recém-criado teria que surgir de uma duplicação e modificação de um gene pré-existente. (Zhou et al., Ohno) Mas esse novo gene manteria uma semelhança significativa com o seu gene progenitor. De fato, durante décadas, os evolucionistas mencionaram pequenas diferenças genéticas entre espécies semelhantes como uma confirmação dessa importante predição. (Berra, 20; Futuyma, 50; Johnson e Raven, 287; Jukes, 120; Mayr, 35)

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Mas esta previsão foi falsificada, já que muitas diferenças genéticas inesperadas, foram descobertas entre uma ampla gama de espécies de uma mesma família. (Pilcher) Tanto quanto um terço dos genes em uma determinada espécie pode ser único, e mesmo diferentes variantes dentro da mesma espécie têm um grande número de genes únicos para cada variante. Variantes diferentes da bactéria Escherichia coli, por exemplo, têm centenas de genes únicos. (Daubin e Ochman)

Diferenças genéticas significativas também foram encontradas entre diferentes espécies de moscas da fruta. Milhares de genes apareceram em muitas espécies, e alguns genes apareceram em uma única espécie. (Levine et al.) Como um escritor científico colocou, “surpreendentes 12 por cento dos genes recentemente evoluídos nas moscas da fruta parecem ter evoluído a partir do zero“. (Le Page) Esses novos genes devem ter evoluído ao longo de alguns milhões de anos, um período de tempo considerado, anteriormente, à permitir apenas pequenas mudanças genéticas. (Begun et al., Chen et al., 2007)

Inicialmente, alguns evolucionistas pensaram que esses resultados surpreendentes seriam resolvidos quando mais genomas fossem analisados. Eles previam que cópias semelhantes desses genes seriam encontradas em outras espécies. Mas, em vez disso, cada novo genoma revelou ainda mais novos genes. (Curtis et al., Marsden et al .; Pilcher)

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Evolucionistas posteriores pensaram que esses genes únicos em rápida evolução, não deveriam codificar para proteínas funcionais ou importantes. Mas, novamente, muitas das proteínas únicas, foram, de fato, descobertas desempenhando papéis essenciais. (Chen, Zhang e Long 1010, Daubin e Ochman, Pilcher) Como um pesquisador explicou: “Isso vai contra os livros didáticos, que dizem que os genes que codificam funções essenciais foram criados num passado bem distante.” (Pilcher).

 


 

Referências:

Begun, D., H. Lindfors, A. Kern, C. Jones. 2007. “Evidence for de novo evolution of testis-expressed genes in the Drosophila yakuba/Drosophila erecta clade.” Genetics176:1131-1137.
 
Berra, Tim. 1990. Evolution and the Myth of Creationism. Stanford: Stanford University Press.
 
Chen, S., H. Cheng, D. Barbash, H. Yang. 2007. “Evolution of hydra, a recently evolved testis-expressed gene with nine alternative first exons in Drosophila melanogaster.” PLoS Genetics 3.
 
Chen, S., Y. Zhang, M. Long. 2010. “New Genes in Drosophila Quickly Become Essential.” Science 330:1682-1685.
 
Curtis, B., et. al. 2012. “Algal genomes reveal evolutionary mosaicism and the fate of nucleomorphs.” Nature 492:59-65.
 
Daubin, V., H. Ochman. 2004. “Bacterial genomes as new gene homes: The genealogy of ORFans in E. coli.” Genome Research 14:1036-1042.
 
Futuyma, Douglas. 1982. Science on Trial: The Case for Evolution. New York: Pantheon Books.
 
Jacob, François. 1977. “Evolution and tinkering.” Science 196:1161-1166.
 
Johnson, G., P. Raven. 2004. Biology. New York: Holt, Rinehart and Winston.
 
Jukes, Thomas. 1983. “Molecular evidence for evolution” in: Scientists Confront Creationism, ed. Laurie Godfrey. New York: W. W. Norton.
 
Le Page, M. 2008. “Recipes for life: How genes evolve.” New Scientist, November 24.
 
Levine, M., C. Jones, A. Kern, H. Lindfors, D. Begun. 2006. “Novel genes derived from noncoding DNA in Drosophila melanogaster are frequently X-linked and exhibit testis-biased expression.” Proceedings of the National Academy of Sciences 103: 9935-9939.
 
Marsden, R. et. al. 2006. “Comprehensive genome analysis of 203 genomes provides structural genomics with new insights into protein family space.” Nucleic Acids Research34:1066-1080.
 
Mayr, Ernst. 2001. What Evolution Is. New York: Basic Books.
 
Ohno, Susumu. 1970. Evolution by Gene Duplication. Heidelberg: Springer.
 
Pilcher, Helen. 2013. “All Alone.” NewScientist January 19.

Zhou, Q., G. Zhang, Y. Zhang, et. al. 2008. “On the origin of new genes in Drosophila.” Genome Research 18:1446-1455.

 

 

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Testes sorológicos revelam relações evolutivas – As primeiras previsões da evolução.

Por Darwins Predictions – Cornelius Hunter

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No início do século XX cientistas estudaram a imunidade do sangue e como a reação imune poderia ser usada para comparar as espécies. Os estudos sobre o sangue tendem a produzir resultados que são paralelos aos indicadores mais óbvios, como os planos corporais. Por exemplo, os seres humanos foram estabelecidos mais estreitamente relacionados com macacos do que com peixes ou coelhos. Estes achados foram considerados fortes confirmações da evolução. Em 1923 H. Lane citou esta evidência como apoio ao “ fato da evolução“. (Lane, 47) No mesmo século mais tarde, essas descobertas continuaram a ser citadas em apoio da evolução. (Berra, 19; Dodson and Dodson, 65)

Mas, mesmo em meados do século XX, as contradições às expectativas evolucionistas estavam se tornando evidentes em testes sorológicos. Como explicou J.B.S.Haldane em 1949:”Agora cada espécie de mamífero e pássaro até então investigada mostrou consideravelmente, uma diversidade bioquímica surpreendente, através de testes sorológicos. Os antígenos em causa parecem ser proteínas às quais estão ligados os polissacarídios.(Citado em Gagneux e Varki)

Na verdade, esses polissacarídeos, ou glicanos, não preenchiam as expectativas evolucionistas. Como explicou um paper, os glicanos mostram “Distribuição notavelmente descontínua através das linhagens evolutivas,” porque ocorre “em uma distribuição descontínua e intrigante através das linhagens evolutivas.(Bishop and Gagneux) Estes glicanos podem ser (i) específicos de uma linhagem particular, (i) semelhantes em linhagens muito distantes, (iii) e visivelmente ausentes apenas numa taxa muito restrita.

Aqui está como outro paper descreveu descobertas sobre o glicano: “Também não existe uma explicação clara para a extrema complexidade e diversidade de glicanos que podem ser encontrados num determinado tipo de glicoconjugado ou célula. Com base nas informações limitadas disponíveis sobre o escopo e a distribuição dessa diversidade entre os grupos taxonômicos, é difícil ver tendências ou padrões claros compatíveis com diferentes linhagens evolutivas.(Gagneux and Varki)


Referências

Berra, Tim. 1990. Evolution and the Myth of Creationism. Stanford: Stanford University Press.

Bishop J., P. Gagneux. 2007. “Evolution of carbohydrate antigens–microbial forces shaping host glycomes?.” Glycobiology 17:23R-34R.

Dodson, Edward, Peter Dodson. 1976. Evolution: Process and Product. New York: D. Van Nostrand Company.

Gagneux, P., A. Varki. 1999. “Evolutionary considerations in relating oligosaccharide diversity to biological function.” Glycobiology 9:747-755.

Lane, H. 1923. Evolution and Christian Faith. Princeton: Princeton University Press.

Vídeo – A origem de Darwin

Vale a pena asssistir.

O CUSTO DA COMPLEXIDADE VII- A Biologia Evolutiva é uma Ciência Histórica.

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Imagem do livro “What Evolution is”, Ernst Mayr p. 304

 

 

Pouco se comenta sobre os métodos empregados para a construção da Teoria da Evolução. Neste pequeno artigo escolhemos Ernst Mayr, o considerado Darwin do século XX, para construirmos nosso entendimento da metodologia científica empregada na Evolução – a narrativa histórica. A Evolução tem leis? Como compreender a homologia, base de todas as evidências de Teoria da Evolução?
 

 

I-NARRATIVA HISTÓRICA

O pensamento fundamental desse artigo esta exarado no seguinte texto:
Por exemplo, Darwin introduziu a historicidade na ciência. A biologia evolutiva, ao contrário da física e da química, é uma ciência histórica – o evolucionismo tenta explicar eventos e processos que já ocorreram. Leis e experimentos não são técnicas apropriadas para a explicação de tais eventos e processos. Em vez disso é preciso construir uma narrativa histórica, que consista em uma reconstrução experimental de um cenário em particular que tenha levado aos eventos que se está tentando explicar(1)

Em outras palavras, a Biologia Evolutiva teve de desenvolver uma metologia própria, as narrativas históricas (cenários hipotéticos- em inglês “tentatives”-preliminares) (2) Pertence às Ciências Históricas, pois trabalha com eventos únicos como extinção dos dinossauros ou o surgimento dos homens. Assim o cientista inicia com uma conjectura e texta exaustivamente sua validade (3)Um cenário explicativo proposto de eventos passados para ser testado quanto à sua validade”. (4)

Vamos estudar um comentário sobre “reconstrução histórica”. “A reconstrução histórica de um processo é uma maneira perfeitamente válida de estudar esse processo e pode dar ensejo a previsões testáveis. Podemos prever que o Sol começará a se apagar em cerca de 5 bilhões de anos, do mesmo modo que podemos prever que populações de laboratório selecionadas artificialmente em diferentes direções vão tornar-se geneticamente isoladas.(5) Qual é o problema dessa afirmação? Todo o processo evolutivo ocorre por SELEÇÃO NATURAL (predação, doença, limitação climática e alimentar, competição), o que é bem diferente da SELEÇÃO ARTIFICIAL ( é só exemplificar um cachorro que vacinamos, alimentamos, abrigamos). O estudo da seleção natural seria uma narrativa histórica, mas seleção artificial não, pois é um evento que pode ser repetido a priori. Já, referente aos fatos naturais, nada será rigorosamente igual- não se entra no mesmo rio duas vezes é um pensamento grego que representa bem os eventos naturais. A impressão que sempre passa é a total falta de compreensão sobre o assunto, tanto por evolucionistas como criacionistas.

Como esses grupos são recalcitrantes em suas ideias, cito um artigo, do Reznick, em inglês:

In the laboratory, guppies from high predation environments had delayed senescence relative to those from low predation environments. In the field the apparent relationship is the opposite. One hypothesis for this difference is that a tradeoff associated with the evolution of the high predation LIFE HISTORY is a decrease in the investment in the immune system. Such a sacrifice would be evident in nature where there is exposure to disease and parasites but less so in the laboratory, which is relatively disease and parasite free.”(6)**grifo nosso** [TRADUÇÃO NA REFERÊNCIA]

Em resumo, a história narrativa evolucionista sempre indicará uma a direção: EVOLUÇÃO. Além do mais, qual é a VALIDAÇÃO desse método no método científico? A gentileza de alguém conseguir um artigo sobre o assunto…

E a situação evolucionista só piora…
 

 

II- HOMOLOGIA É INFERÊNCIA

A afirmativa de que certas características encontradas em táxons relativamente distantes são homólogas constitui, a princípio, uma mera conjectura. A validade desse tipo de inferência deve ser testada com uma série de critérios (Mayr e Ashlock, 1991), como a posição à órgãos adjacentes, presença de estágios intermediários em outros táxons, semelhanças na ontogenia, existência de estágios intermediários em ancestrais fósseis, e concordância com as evidências proporcionadas por outras homologias. A homologia não pode ser comprovada, é sempre inferida(7)

E o que é inferência?
Inferência é o processo de raciocínio usado em pesquisa científica em que parte-se de uma ou mais proposições e se procede a uma outra proposição, ou a outras proposições, cuja veracidade acredita-se seja implicada pela veracidade do primeiro conjunto de proposições(8).
Obviamente o primeiro conjunto de proposições é que a Teoria da Evolução esteja correta, corroborada, é óbvio, pela HOMOLOGIA, que baseia-se na premissa de que a Teoria da Evolução é correta, tendo como prova a HOMOLOGIA, que baseia-se na premissa…
 

 

III- A TEORIA DA EVOLUÇÃO NÃO TEM LEIS NATURAIS

4. a ausência de leis naturais universais em biologia. OS filósofos do positivismo lógico, e de fato todos os filósofos com um formação em física e matemática, baseiam suas teorias leis naturais e essas teorias são, portanto, geralmente estritamente deterministas. Dentro da biologia também há regularidades, mas vários autores (Smart 1963, Beatty 1995) questionam severamente se estas são as mesmas que as leis naturais das ciências físicas. Não há consenso ainda na resposta, a esta controvérsia. Leis certamente desempenham um pequeno papel na construção teórica em biologia. A principal razão para a menor importância das leis na formação da teoria biológica é, talvez, o maior papel desempenhado em sistemas biológicos pelo acaso e aleatoriedade. Outras razões para o pequeno papel das leis são a singularidade de uma percentagem elevada de fenômenos em sistemas vivos, bem como a natureza histórica de eventos.

Devido à natureza probabilística da maior parte das generalizações em biologia evolutiva, é impossível aplicar o método de falsificação de Popper para o teste de teoria, porque um caso particular de uma refutação de uma aparente determinada lei não pode ser qualquer coisa, mas uma exceção, como são comuns em biologia. A maioria das teorias na biologia não são baseadas em leis, mas em conceitos.
Exemplos de tais conceitos são, por exemplo, seleção, especiação, a filogenia, competição, população, imprinting, adaptabilidade, a biodiversidade, desenvolvimento, ecossistema, e função.
A inaplicabilidade à biologia desses quatro princípios que são tão básicos nas ciências físicas tem contribuído muito para a percepção de que biologia não é mesmo como a física”.
Os outros três itens seriam a tipologia, o determinismo e o reducionismo.(9)
As leis cedem lugar para conceitos no Darwinismo”. (10)
 

 

IV- O QUE PODE SER REFUTADO

…”o darwinismo rejeita todos os fenômenos e causas sobrenaturais. A teoria da evolução pela seleção natural explica a capacidade de adaptação e diversidade do mundo sem ter de recorrer a nada além da matéria.(11)
É só demonstrar que a Seleção Natural nada mais é do que uma peneira que destrói a complexidade biológica, e a Teoria da Evolução está REFUTADA.

 

 

Marcos Ariel

Médico Pediatra

 

 

 

Referências

1- Mayr, Ernst. O Impacto de Darwin no Pensamento Moderno. Scientific American BR Especial História da Evolução, p. 58

2- Mayr, Ernst. Biologia Ciência Única. Reflexões sobre a automomia de uma disciplina científica. Cia das Letras, 2006. p. 40.

3- Idem, p. 48.

4- Mayr, Ernst What Makes Biology Unique? Cambridge University Press, 2004, p. 221

5- Coyne, Jerry A. Por que a evolução é uma verdade / Jerry A. Coyne ; [tradução Luiz Reyes Gil]. – 1. ed. – São Paulo : JSN Editora, 2014. p. 466

6-Reznick, David N and Ghalambor, Cameron K. Selection in Nature: Experimental Manipulations of Natural Populations.INTEGR. COMP. BIOL., 45:456–462 (2005). “No laboratório, guppies de ambientes de alta predação tem sua senescência atrasada em comparação com aquelas de ambientes de baixa predação . No campo a relação aparente é a oposta . Uma hipótese para esta diferença é que uma troca associada com a evolução da HISTÓRIA DE VIDA de alta predação é uma diminuição do investimento no sistema imunitário . Tal sacrifício seria evidente na natureza onde há exposição à doença e parasitas , mas menos no laboratório , o qual é relativamente livre de doenças e parasitas.”

7- Mayr, Ernst O que é Evolução, Ed. Rocco, 2001, p.48-49.

8- http://www.galileu.esalq.usp.br/mostra_topico.php?cod=119

9- Mayr, Ernst, 2004, p. 28

10- Mayr, Ernst. O Impacto de Darwin no Pensamento Moderno. Scientific American BR Especial História da Evolução, p. 59

11- Idem, p. 60.

A evolução das proteínas. – As primeiras previsões da evolução.

Por Darwins Predictions – Cornelius Hunter

 

 

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Genes codificadores de proteínas constituem apenas uma pequena fração do genoma em organismos superiores, mas os seus produtos de proteínas são cruciais para o funcionamento da célula. Eles são apenas os trabalhadores atrás de cada tarefa na célula, incluindo a digestão dos alimentos, a síntese de produtos químicos, apoio estrutural, conversão de energia, a reprodução celular e fazer novas proteínas. E como uma máquina bem afinada, as proteínas fazem o seu trabalho muito bem. As proteínas são onipresentes em toda a vida e devem datar desde os primeiros estágios da evolução. Portanto, a evolução prevê que as proteínas evoluíram quando a vida apareceu pela primeira vez, ou não muito tempo depois. Mas apesar dos enormes esforços de pesquisa científica, ficou claro que a tal evolução das proteínas é astronomicamente improvável.

Uma das razões do porque a evolução das proteínas é tão difícil é que a maioria das proteínas são designs extremamente específicos em uma outra paisagem robusta de fitness. Isto significa que é difícil para a seleção natural orientar mutações em direção as proteínas necessárias.Na verdade, quatro estudos diferentes, realizados por diferentes grupos e utilizando métodos diferentes, relatam; todos, que cerca de 10 70 de experiências evolutivas seriam necessárias para chegar perto o suficiente de uma proteína funcional antes da seleção natural poder assumir e refinar o design da proteína.Por exemplo, um dos estudos concluiu que 10 63  de tentativas seriam necessárias para uma proteína, relativamente curta.(Reidhaar-Olson) E um resultado semelhante (10 65 de tentativas necessárias) foi obtido comparando as sequências de proteína.(Yockey) Outro estudo descobriu que são necessárias de 1064 a 1077 de tentativas (Axe) e um outro estudo concluiu que 10  70 de tentativas seriam necessárias.(Hayashi) Nesse caso, a proteína foi apenas  parte de uma proteína maior, que no caso era intacta, tornando assim mais fácil para a pesquisa. Além disso, estas estimativas são otimistas porque os experimentos eram apenas para procurar  proteínas com uma única função; enquanto que as proteínas reais executam várias funções.

Esta estimativa conservadora de 10 70 de tentativas necessárias para evoluir uma proteína simples é astronomicamente maior do que o número de tentativas que são viáveis.E explicações de como a evolução poderia alcançar um grande número de buscas, ou de alguma forma evitar esse requisito, exige a pre-existência de proteínas e por isso são explicações circulares.Por exemplo, um papel estimou que a evolução poderia ter feito 10 43  de tais tentativas. Mas o estudo assumiu todo o tempo da história da terra disponível, em vez de uma janela limitada de tempo, que na verdade, a evolução teria tido. Ainda mais importante, o estudo assumiu a pré-existência de uma grande população de bactérias (que assumiu que terra foi completamente coberta com bactérias).E, claro, as bactérias estão cheias de proteínas.Claramente essas bactérias não existiriam antes das primeiras proteínas evoluírem.(Dryden) Mesmo com estes pressupostos convenientes irreais, o resultado foi de vinte e sete ordens de magnitude aquém do exigido.

Tendo em conta estes vários problemas significativos, as chances da evolução ter encontrado proteínas a partir de um início aleatório são, como explicou um evolucionista , “altamente improvável“. (Tautz) Ou como outro evolucionista colocou, “embora a origem dos primeiros genes primordiais poder, em última instância, ser rastreada até alguns precursores do então chamado “mundo de RNA” de bilhões de anos atrás, suas origens permanecem enigmáticas.” (Kaessmann)

(Texto adaptado)

 

****Obs: A imagem do texto é do Livro Fomos Planejados (Marcos Eberlin)

 

Referências
Axe, D. 2004. “Estimating the prevalence of protein sequences adopting functional enzyme folds.” J Molecular Biology341:1295-1315.

Dryden, David, Andrew Thomson, John White. 2008. “How much of protein sequence space has been explored by life on Earth?.” J. Royal Society Interface 5:953-956.

Hayashi, Y., T. Aita, H. Toyota, Y. Husimi, I. Urabe, T. Yomo. 2006. “Experimental Rugged Fitness Landscape in Protein Sequence Space.” PLoS ONE 1:e96.

Kaessmann, H. 2010. “Origins, evolution, and phenotypic impact of new genes.” Genome Research 10:1313-26.

Reidhaar-Olson J., R. Sauer. 1990. “Functionally acceptable substitutions in two alpha-helical regions of lambda repressor.” Proteins 7:306-316.

Tautz, Diethard, Tomislav Domazet-Lošo. 2011. “The evolutionary origin of orphan genes.” Nature Reviews Genetics12:692-702.
Yockey, Hubert. 1977. “A calculation of the probability of spontaneous biogenesis by information theory.” J Theoretical Biology 67:377–398.

A competição é maior entre os vizinhos. As primeiras previsões da evolução.

By Darwins Predictions – Cornelius Hunter.

A teoria básica da evolução de Darwin, por si só, não conta para o padrão hierárquico de árvore entre as espécies que foi pensado se formar entre elas. Darwin estava bem ciente desta lacuna e lutou com ela durante anos. Ele finalmente concebeu uma solução para isso: uma prole modificada iria continuar a evoluir e divergir longe de seus pais. O princípio da divergência, a última principal adição teórica, antes de Darwin publicar seu livro, considerou que a concorrência tende a ser mais forte entre os organismos mais intimamente relacionados. Isto iria causar uma separação e divergência, resultando no padrão tradicional de uma árvore evolutiva. (Desmond e Moore 1991, 419-420; Ridley, 378-379)

 

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Mas tal tendência não tem sido observada. Em um importante estudo sobre a concorrência entre as espécies de algas verdes de água doce, foi descoberto que no nível de concorrência entre os pares de espécies não há correlação com a distância evolutiva entre elas. Como os pesquisadores explicaram, Darwin “argumentou que espécies estreitamente relacionadas devem competir mais fortemente e serem menos propensas a coexistirem. Durante grande parte do século passado, a hipótese de Darwin foi tomada pelo seu valor nominal […] Nossos resultados adicionam um corpo crescente de literatura que não consegue suportar a hipótese original de Darwin “competição-parentesco”.“(Venail, et. Al., 2, 9 )

 

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A equipe passou meses tentando resolver o problema, mas sem sucesso. Como explicou um dos pesquisadores:

Isso foi completamente inesperado. Quando vimos os resultados, dissemos: “isso não pode ser.” Nós nos sentamos lá, batendo a cabeça contra a parede. A hipótese de Darwin tem estado conosco por tanto tempo, como pode não estar certa? … Quando começamos a chegar com números que mostravam que ele [Darwin] não estava certo, ficamos completamente perplexos… Devemos ser capazes de olhar para a árvore da vida, e a evolução deve deixar claro quem vai ganhar na competição e quem vai perder. Mas os traços que regulam a concorrência não podem ser previstos a partir de uma Árvore da Vida. (Cimons)

Por que esta predição de longa data não foi confirmada ainda permanece desconhecido. Aparentemente, há mais fatores complicadores que influenciam a concorrência, além de parentesco evolutivo.

 

Texto adaptado

 

 

Referencias

 

Cimons, Marlene. 2014. “Old Idea About Ecology Questioned by New Findings.” National Science Foundation.

Desmond, Adrian, James Moore. 1991. Darwin: The Life of a Tormented Evolutionist. New York: W. W. Norton.

Ridley, Mark. 1993. Evolution. Boston: Blackwell Scientific.
Venail , P.A., A. Narwani , K. Fritschie, M. A. Alexandrou, T. H. Oakley, B. J. Cardinale. 2014. “The influence of phylogenetic relatedness on competition and facilitation among freshwater algae in a mesocosm experiment.” Journal of Ecology, DOI: 10.1111/1365-2745.12271.

Darwinismo e neodarwinismo: como ambas as sínteses têm sido refutadas pelo avanço da ciência.

By Teoria do Design Inteligente

Apesar de não ser amplamente divulgado ao público, a verdade é que a síntese moderna evolutiva (ou também, teoria sintética da evolução (TSE)), informalmente conhecida como neodarwinismo, está com seus dias contados. Tornou-se difícil ignorar/omitir o quanto as evidências reveladas nas últimas décadas contradizem-na, sendo esta a principal razão pela qual uma ala crescente entre os darwinistas esteja propondo sua “ampliação”, como divulgado anteriormente, ou, no caso de Denis Noble (renomado fisiologista), seu completo descarte e substituição imediata.

Essa síntese surgiu na primeira metade do séc. XX, após um esforço conjunto por parte de Fisher, Haldane, Wright, Dobzhansky, Mayr, Simpson, J. Huxley, Stebbins, entre outros, visando unificar a evolução com as leis da hereditariedade apresentadas primeiramente por Gregor Mendel, que em sua época não recebeu atenção por parte do meio acadêmico, fazendo seus estudos caírem no esquecimento até serem redescobertos no início do século passado pelos botânicos C.E. Correns, E. Tschermak e H.M. de Vries (Randy Moore 2001).

Tais leis se mostraram incompatíveis com o que Darwin postulou. Ele não fazia ideia de que os caracteres eram regidos e transmitidos pelo material genético; acabou cogitando a ideia de que cada organismo seria como um “pequeno Universo”, onde suas partes se reproduziriam de maneira independente (Kenneth M. Weiss and Anne VB. 2014) e as variações ocorridas dentro do seu corpo seriam transmitidas aos gametas (células reprodutivas, como óvulos e espermatozoides) através das hipotéticas “gêmulas” (Darwin 1868, cap. 27; Brian and Deborah C. 2009). Consequentemente, tais modificações seriam herdadas pelos filhos, levando à descendência com modificação, que então passariam pela ação da seleção natural, responsável por eliminar indivíduos com caracteres prejudiciais e manter aqueles com variações que promovessem sua sobrevivência e capacidade de reproduzir.

As leis mendelianas causaram um verdadeiro frisson no meio acadêmico, trazendo fortes questionamentos sobre a legitimidade da teoria darwiniana e seu mecanismo de hereditariedade baseado em “blending inheritance”, isto é, a mesclagem/mistura dos materiais (genéticos) do pai e da mãe herdados pelos filhos (Alan R. Rogers 2015). Por conta disso, Darwin via o conceito de espécies como uma mera demarcação arbitrária imaginária e que os seres vivos estariam todos sob um processo contínuo de diversificação e gradual modificação (M. Pigliucci and G. Muller 2010).

A primeira metade do século foi palco de uma disputa acirrada entre os chamados mutacionistas (encabeçados por H. de Vries, rejeitavam a seleção natural e estipulavam que a evolução ocorreria através de mutações nos genes que confeririam grandes modificações, levando à especialização) e os biometristas, liderados por Karl Pearson (defendiam a seleção natural como causa principal da evolução, agindo por meio do acúmulo de variações individuais ínfimas que não seriam sujeitas às leis da hereditariedade (Ayala and Walter 1997)).

Tal embate só cessou após a divulgação contínua de diversos trabalhos teoréticos de geneticistas como Fisher e principalmente Theodosius Dobzhansky, que veio a publicar o livro “Genetics and the Origin of Species” (Genética e a origem das espécies) em 1937, fator crucial para a ampla aceitação da síntese moderna por parte dos biólogos. Em sua obra, o soviético defendia que mutações eram a fonte da variação hereditária, discutiu o papel da reorganização dos cromossomos, da poliploidia (mutação onde ocorre a cópia de um ou mais cromossomos em um mesmo núcleo. Ocorre com frequência em vegetais mas não em animais, por ser muito nociva aos últimos (J. Frazer 2013; B. Wertheim et al. 2013)), a variação em populações naturais, seu isolamento geográfico, enfim.

Sem surpresa alguma, como Michael Rose e Todd Oakley deixam claro em seu artigo (2007), o sucesso e a aceitação de ambas às sínteses pelo mundo acadêmico se deram por conta da ignorância da época! Como já dito acima, Darwin nada sabia sobre as leis mendelianas, genes, enfim; já sobre a TSE, seus proponentes visualizavam o genoma como uma biblioteca simples ordenada contendo informação hereditária (genes) moldada pela seleção natural (Michael and Todd 2007).

Antes dos anos 50, áreas como a biologia molecular, a bioquímica e a genética ainda engatinhavam, o DNA não tinha sido descoberto ainda, tudo isso contribuiu para a concepção de conceitos tão rudimentares e simplórios acerca dos genomas por parte dos darwinistas. Pior ainda, essa linha de pensamento influenciou fatidicamente o meio acadêmico, causando diversos equívocos, como notado por exemplo, no chamado dogma central da biologia molecular, eternizado por Francis Crick na década de 50 (Crick FH. 1958), onde ele estabeleceu o esquema “gene → RNA mensageiro → proteína ( = traço) ” (Sui Huang 2011). Ou seja, cada gene continha o material genético suficiente para produzir uma proteína, que por sua vez, seria sozinha responsável por um determinado traço (fenótipo) de um ser vivo, tudo de maneira linear e sem a intervenção de qualquer outro tipo de elemento regulatório.

Talvez por isso, até pouco tempo atrás, achava-se que humanos deveriam possuir entre 50 e 100 mil genes (ex.: Cooper GM. 2000). Nada comparado à estimativa feita por F. Vogel, em 1964, que deduziu a existência de 6.7 milhões de genes (Vogel F. 1964). Se cada característica humana fosse regida por uma ou poucas proteínas, como pensavam, seria então compreensível esperar que tivéssemos um número extenso delas, o que explicaria nossa complexidade em relação a organismos mais simples, como nematoides e amebas… Mas, para o espanto dos darwinistas (vide Bin Xue and Lin He 2014), hoje é fato que o nosso genoma não possui mais do que 22-23 mil genes (Mihaela P. and Steven L S. 2010)!

Outro conceito equivocado promovido pela TSE foi o famoso e polêmico “DNA lixo” (Junk DNA em inglês). Esse termo foi usado oficialmente pela 1ª vez em 1972, por Susumu Ohno, em um artigo entitulado: “Um monte de DNA “lixo” em nosso genoma” (“So much “junk” DNA in our genome”), defendendo, como esperado, que a maioria do DNA seria inútil justamente por não codificar proteínas. Essa gafe não é nem a pior parte da história, o pior é observar à inaceitável relutância dos darwinistas atuais em abrir mão desse conceito defasado, como notado na disputa entre eles e os líderes do ambicioso projeto ENCODE.

A era genômica

A partir da segunda metade do século anterior, o mundo científico testemunhou o gradual colapso do modelo neodarwinista. Conforme as pesquisas avançavam e novos métodos eram implementados, a simplória “biblioteca” do genoma ia revelando-se cada vez mais complexa e antagônica ao que foi proposto pelo “dogma” molecular. Na década de 50, Watson e Crick desvendaram a estrutura da dupla hélice do DNA (Watson JD, Crick FH 1953), um dos fatos cruciais para a era genômica.

É interessante notar que Crick, perplexo diante da elegante complexidade e arquitetura do DNA, acabou desprezando a origem dessa molécula por meio da evolução darwiniana, em vez disso, defendendo a hipótese da panspermia dirigida/guiada, junto com ninguém menos do que Leslie Orgel. Seu artigo relata:

Como alternativa a estes mecanismos do século XIX [teoria de Darwin], levamos em consideração a Panspermia Dirigida, teoria que [atesta que] organismos foram deliberadamente transmitidos à Terra por seres inteligentes de outro planeta” (F.H. Crick and L. Orgel 1973)

Nem preciso dizer que tal proposição foi ridicularizada e caiu no esquecimento, já que qualquer ideia que envolva design inteligente da vida é algo inaceitável para o meio acadêmico (mesmo apesar de vários ícones do meio apoiarem essa noção, a exemplo de Fred Hoyle, astrônomo inglês agnóstico, que teve o prêmio Nobel de Física negado justamente por defender que um “superintelecto” ajustou as leis físicas, químicas e biológicas (Hoyle 1982).)

A descoberta e o impacto dos elementos transponíveis

Ainda na década de 50, Barbara McClintock publicou seus estudos com milho onde encontrou elementos genéticos móveis (“genes saltitantes”) (McClintock B. 1950). Isso deu início à descoberta de uma nossa e abundante classe: os elementos transponíveis (transpósons), encontrados em todos os domínios da vida. Interessante notar que tais elementos só passaram a ser amplamente aceitos pela comunidade duas décadas após sua publicação, e Barbara só veio a ganhar seu Nobel em 1983 (W. F. Doolittle et al 2013)… Porque será…

Hoje sabe-se que transpósons compõem cerca de 45% do genoma humano (e pode compor até 90% do genoma de certas plantas), cujas variedades incluem: transpósons DNA e retrotranspósons, sendo que os últimos são divididos em LTRs (long terminal repeat), chamados de retrovírus endógenos em humanos (HERVs) e não-LTRs (que incluem elementos LINE-1, Alu e SVA) (S. Ayarpadikannan and Heui-Soo K. 2014).

Esses elementos possuem papel importante na regulação genética e epigenética dos organismos, programação em células germinativas e células-tronco, resposta contra estresses ambientais, além de contribuir com a diversidade eucariótica e complexidade de inúmeros órgãos, incluindo o cérebro humano (Erwin, Jennifer A. et al 2014; S. Ayarpadikannan and Heui-Soo K. 2014; P. Kumar Singh et al 2014; Makarevitch I et al 2015). Cientistas ainda estão começando a desvendar a relação entre o desregulamento dos elementos transponíveis e o câncer (Bin Xue and Lin He 2014), e sabe-se que esses elementos podem, raramente, causar mutações (nada mais do que 0.3% do total) (S. Ayarpadikannan and Heui-Soo K. 2014).

Finalmente, é sabido que esses elementos são superabundantes em procariontes (seres unicelulares), assim como a troca constante de genes entre as cepas através da transferência horizontal de genes, responsável pela proliferação da resistência contra antibióticos, pela adaptação, enfim. Porém, mais do que isso, essas transferências são responsáveis pelo verdadeiro mosaico genético indistinguível entre as bactérias, fato que derruba o conceito de “árvore da vida” vislumbrado por Darwin (fixado à ideia de que todos os seres vivos se originaram de um mesmo ancestral, se ramificando posteriormente em vários “galhos”, que seriam as diversas classes taxonômicas da vida.) como demonstrado por análises filogenéticas, levando certos darwinistas a conceberem, em vez disso, uma “rede” ou “floresta” da vida (E.V. Koonin et al 2012).

Bem, encerramos a 1ª parte por aqui; na parte 2 daremos continuidade à era genômica, discutiremos sobre a revolução pós-genômica causada pelo projeto ENCODE e pela multidão de dados obtidos através dos recentes métodos de larga escala (high-throughput) e como isso tudo tem abalado as fundações da TSE e demonstrado a extraordinária complexidade da vida.

Por Wallace Barbosa

Revisão: Marcos Ariel e Eskelsen

Referências

Alan R. Rogers (2015) Rate of Adaptive Evolution under Blending Inheritance. ArXiv: 1504.00374v1 [q-bio.PE] 1 Apr 2015

Ayala F. J. and Walter M. Fitch (1997) Genetics and the origin of species: An introduction.

Bin Xue and Lin He (2014) An expanding universe of the non-coding genome in cancer biology. Carcinogenesis (2014) 35 (6): 1209-1216. doi: 10.1093/carcin/bgu099

Brian and Deborah Charlesworth (2009) Darwin and Genetics. Genetics 183, 757–766.

B.Wertheim, L.W. Beukeboom, L. van de Zande. (2013). Cytogenet Genome Res 2013;140:256–269 DOI: 10.1159/0003519

Cooper GM.Sunderland (2000) The Cell: A Molecular Approach. 2nd edition. (MA): Sinauer Associates.

Crick FH. (1958) On protein synthesis.Symp Soc Exp Biol 12: 138–63.

Crick FH., Orgel. L. (1973). Directed Panspermia. Icarus Volume 19, Issue 3, July 1973, Pages 341-346 Elsevier

Darwin, C. R., (1868) Variation of Animals and Plants Under Domestication. John Murray, London.

Erwin, Jennifer A., Maria C. Marchetto, Fred H. Gage (2014) Mobile DNA elements in the generation of diversity and complexity in the brain. Nature Reviews Neuroscience 15, 497–506 (2014) doi:10.1038/nrn3730

E.V. Koonin, Y.I. Wolf, and P. Puigbò (2012) The Phylogenetic Forest and the Quest for the Elusive Tree of Life. Cold Spring Harb Symp Quant Biol. 2009; 74: 205–213. Published online 2009 Aug 17. doi: 10.1101/sqb.2009.74.006

Kenneth M. Weiss and Anne V. Buchanan (2014) Is Life Law-Like? Genetics August 1, 2011 vol. 188 no. 4 761-771 doi: 10.1534/genetics.111.131318
J. Frazer (2013) For Plants, Polyploidy Is Not a Four-Letter Word. Blog Scientific American. May 19, 2013
Hoyle, F. (1982) The Universe: Past and Present Reflections. Annual Review of Astronomy and Astrophysics: 20:16.
Makarevitch I, Waters AJ, West PT, Stitzer M, Hirsch CN, Ross-Ibarra J, et al. (2015) Transposable Elements Contribute to Activation of Maize Genes in Response to Abiotic Stress. PLoS Genet 11(1): e1004915. doi:10.1371/journal.pgen.1004915

McClintock B. (1950) The origin and behavior of mutable loci in maize. Proc Natl Acad Sci USA 1950, 36:344-355.
M. Pigliucci and G. Muller (2010) Evolution—the Extended Synthesis. The MIT Press, London, England.

Michael R Rose and Todd H Oakley (2007) The new biology: beyond the Modern Synthesis. Biology Direct 2007, 2:30 doi:10.1186/1745-6150-2-30

Mihaela Pertea and Steven L Salzberg (2010) Between a chicken and a grape: estimating the number of human genes. Genome Biol. 2010; 11(5): 206. doi: 10.1186/gb-2010-11-5-206
P. Kumar Singh, G. Bourque, Nancy L Craig, Josh T Dubnau, Cédric Feschotte, Diane A Flasch, Kevin L Gunderson, Harmit Singh Malik, John V Moran, Joseph E Peters, R Keith Slotkin and Henry L Levin (2014) Mobile DNA 2014, 5:26 doi:10.1186/1759-8753-5-26

Randy Moore (2001) The “Rediscovery” of Mendel’s Work. Bioscene, Volume 27(2) May 2001.

S. Ayarpadikannan and Heui-Soo Kim (2014) The Impact of Transposable Elements in Genome Evolution and Genetic Instability and Their Implications in Various Diseases. Genomics Inform. 2014 Sep; 12(3): 98–104. Published online 2014 Sep 30. doi: 10.5808/GI.2014.12.3.98

Sui Huang (2011) The molecular and mathematical basis of Waddington’s epigenetic landscape: A framework for post-Darwinian biology? Bioessays DOI: 10.1002/bies.201100031

Vogel F. (1964) A preliminary estimate of the number of human genes. Nature. 1964 Feb 22; 201():847.

Watson JD, Crick FH (1953) Molecular structure of nucleic acids; a structure for deoxyribose nucleic acid. Nature 1953, 171:737-738.

W. F. Doolittle, Peter Fraser, Mark B Gerstein, Brenton R Graveley, Steven Henikoff, Curtis Huttenhower, Alicia Oshlack, Chris P Ponting, John L Rinn, Michael C Schatz, Jernej Ule, Detlef Weige and George M Weinstock (2013) Sixty years of genome biology. Genome Biology 2013, 14:113 doi:10.1186/gb-2013-14-4-113

A HISTÓRIA DO DESIGN INTELIGENTE: da formação oficial à publicação revisada por pares.

Por Everton F. Alves (e-Book)

Acredita-se, ainda hoje, que Charles Darwin rejeitava qualquer alegação de design inteligente na natureza. No entanto, há evidências de que Darwin aceitou alguns aspectos desse ponto de vista [1]. Sua conceituação do design foi fundada em ambas as ideias cosmológicas e teleológicas da teologia natural clássica. Somente, quando Darwin descobriu o processo dinâmico de seleção natural, ele rejeitou o velho argumento teleológico. No entanto, ele nunca foi capaz de ignorar a forte experiência da beleza e complexidade de um universo de design inteligente, como um todo.

O termo “design inteligente” (DI) foi provavelmente introduzido por William Whewell, um professor do Trinity College, Cambridge (1794-1866) [1]. Em 1897, Ferdinand Schiller, erudito da Universidade de Oxford, nos Estados Unidos, utilizou o termo design inteligente como alternativa ao processo evolutivo cego em um ensaio intitulado “Darwinism and the Design Argument” [2]. Nele, Schiller disse: “não será possível excluir a suposição de que o processo da Evolução possa ser guiado por um design inteligente” [p.141].

Em 1993, um grupo de cientistas e filósofos norte-americanos se reuniu em uma conferência na cidade de Pajaro Dunes, Califórnia, a fim de questionar a teoria da evolução [3]. O grupo inicial de dissidentes foi composto por pesquisadores de diversas áreas, tais como Philip E. Jonhson (organizador da conferência), Dean Kenyon, Paul Nelson, Stephen C. Meyer, William Dembski, Jonathan Wells, Jed Macosko, Scott Minich, Siegfried Scherer, Kurt Wise, David Raup, Charles Thaxton, Walter Bradley e Michael Behe. Foi então que o design inteligente, tal como o conhecemos hoje, foi oficialmente estabelecido como teoria científica, embora os pressupostos do design não sejam novos.

De lá para cá, diversos estudos têm evidenciado a controvérsia do naturalismo e sua dificuldade em explicar a origem da vida. Ao mesmo passo, houve um aumento significativo na produção científica, cujas evidências empíricas apoiam o design inteligente. A publicação de artigos revisados por pares baseada em design é relativamente nova, tendo seu início há pouco mais de trinta anos [4]. No entanto, o movimento literário do design efetivamente começou em 1991 por meio do best-seller “Darwin no banco dos réus”, do professor de direito Phillip E. Johnson [5], e popularizou-se em 1996, com a publicação de “A Caixa Preta de Darwin” do bioquímico Michael Behe [6].

Mas como nem tudo são flores, o design inteligente tem passado por grandes dificuldades para se inserir na comunidade científica. Isso porque a partir do momento em que um cientista desafia uma crença profundamente defendida, como no caso do naturalismo filosófico, ele enfrenta grande resistência em financiamentos de seus projetos de pesquisa e na publicação de seus resultados em anais de congressos ou em periódicos de alto fator de impacto.

Em 2004, por exemplo, a mídia reportou um caso polêmico relacionado à publicação de um artigo que apoiava o design inteligente em uma revista científica, bem como as perguntas subsequentes de se os procedimentos editoriais adequados foram seguidos e se ele [o artigo] foi devidamente revisado. Stephen C. Meyer, diretor do Centro do Instituto Discovery, nos Estados Unidos, publicou um artigo intitulado “The origin of biological information and the higher taxonomic categories” na Proceedings, revista de biologia do Museu Nacional de História Natural do Instituto Smithsoniano, em Washington [7].

Um mês depois, o conselho do periódico de Biologia emitiu uma nota onde criticou o artigo, dizendo que ele não atendia aos padrões científicos do processo, e enfatizou que a decisão de publicá-lo foi do ex-editor Richard Sternberg. Mas qual seria o motivo de tanta polêmica? Este artigo afirmou que a explosão cambriana não poderia ser explicada por processos naturais, isto é, nenhuma teoria materialista atual seria suficiente para explicar a origem da informação necessária para construir novas formas animais presentes na explosão cambriana. O artigo foi além, propôs o design inteligente como uma alternativa para a explicação da origem da informação biológica e para a taxonomia superior. O artigo que antes fora aceito, publicado e indexado em importantes bases de dados médicas, a partir de então foi retirada sua indexação.

Em 2010, outro manuscrito submetido a um periódico chamado Quarterly Review of Biology fez inicialmente menção aos princípios do design, logo, a submissão do manuscrito foi rejeitada. O autor do estudo, o bioquímico Michael Behe, foi orientado a retirar o termo “design inteligente” do manuscrito intitulado “Experimental Evolution, Loss-of-Function Mutations and ‘The First Rule of Adaptive Evolution’” [8]; uma vez acatada a sugestão do editor, o trabalho foi publicado.

Esses são apenas alguns exemplos diante de tantos outros a que estão submetidos os cientistas comprometidos com a verdade. Assim, os cientistas pró-design foram forçados a evitar o assunto em suas publicações científicas. Diante desses casos, surgiu a necessidade de uma revista própria de acesso aberto, revisada por pares, especialmente nas ciências biológicas, onde a oposição ao design inteligente é particularmente intensa [9].

Em 2010, foi lançada a revista BIO-Complexity, publicada pelo Instituto Biológico nos Estados Unidos. BIO-Complexity [http://bio-complexity.org/ojs/index.php/main/index] é uma revista científica com um objetivo único [9]. Destina-se a ser o principal fórum para testar o mérito científico da alegação de que o design inteligente é uma explicação credível para a vida. Embora muitas grandes ideias científicas em design tenham sido publicadas em livros, a ciência especializada se desenvolve, em grande parte, através do processo de publicação avaliada por pares.

Diante dessas informações surge uma dúvida crucial: qual será o futuro das pesquisas baseadas em design? Apesar de os pesquisadores do design ter sido injustamente excluídos da literatura científica por muitos anos, as nossas expectativas são positivas, em grande parte, também, devido à observação da atual abertura científica ao diálogo, debate e crítica. Esperamos que os editores de periódicos científicos tradicionais mantenham a mente aberta para uma análise justa e imparcial, tal como foi a de Richard Sternberg. Assim, os méritos científicos do design dependerão, exclusivamente, de seu conteúdo.

Quer saber mais? Acesse o eBook e venha conhecer a assinatura de um projeto intencional nas estruturas biológicas complexas presentes na natureza e nos seres vivos: https://www.widbook.com/ebook/teoria-do-design-inteligente

REFERÊNCIAS

[1] Thorvaldsen S, Øhrstrøm P. Darwin’s perplexing paradox: intelligent design in nature. Perspect Biol Med. 2013; 56(1):78-98.

[2] Darwinism and Design Argument. In: Schiller FCS (Ed.). Humanism: Philosophical Essays. Nova York: The Macmillan Co., 1903. Este ensaio foi primeiramente publicado no periódico Contemporary Review (Junho de 1897); 71:867-883.

[3] Eberlin MN. Fomos Planejados: a maior descoberta científica de todos os tempos. Campinas, SP: Widbook, 2014. https://www.widbook.com/ebook/fomos-planejados

[4] Pollard WG. Rumors of transcendence in physics. Am. J. Phys. 1984; 52(10):877-81.

[5] Johnson PE. Darwin on Trial. Washington, DC: Regnery Gateway, 1991.

[6] Behe M. Darwin’s Black Box: The Biochemical Challenge to Evolution. New York: The Free Press, 1996.

[7] Meyer SC. The origin of biological information and the higher taxonomic categories. Proceedings of The Biological Society of Washington 2004; 117(2):213-239.

[8] Behe MJ. Experimental evolution, loss-of-function mutations, and “the first rule of adaptive evolution”. Q Rev Biol. 2010; 85(4):419-45.

[9] Richards JW. BIO-Complexity: A New, Peer-Reviewed Science Journal, Open to the ID Debate. Evolution News and Views, 2010. Disponível em: http://www.evolutionnews.org/…/biocomplexity_a_new_peerrevi…

Mutações genéticas não são adaptativas – Previsão baseada em causas evolutivas (As primeiras previsões da evolução)

By Cornelius Hunter – Darwins Predictions

 

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No século XX, a teoria da evolução previa que as mutações não seriam adaptáveis ou dirigidas. Em outras palavras, acreditava-se que mutações seriam aleatórias no que diz respeito às necessidades do indivíduo. Como colocou Julian Huxley , “mutação apenas fornece a matéria-prima da evolução; é um arranjo aleatório, e ocorre em todas as direções. … Em todos os casos elas são aleatórias em relação à evolução. Os seus efeitos não estão relacionados com as necessidades dos organismos “(Huxley, 36) Ou, como explicou Jacques Monod:

Acaso está na origem de toda inovação, de toda a criação na biosfera. Puro acaso, absolutamente autônomo, mas cego, na própria raiz do edifício estupendo da evolução: este conceito central da biologia moderna não é mais uma entre outras hipóteses possíveis ou mesmo concebível. Hoje é a única hipótese concebível, a única que se enquadra como fato observado e testado. E nada justifica a suposição – ou a esperança – de que, neste ponto, a nossa posição está sempre susceptível a ser revista. ( Monod, 112)

Ronald Fisher escreveu que as mutações são “aleatórias no que diz respeito à necessidade do organismo” (Orr). Essa previsão fundamental persistiu por décadas, como explica um documento (paper) recente: “É assumido que mutação cria variação hereditária e ela é aleatória e sem direção.” (Chen, Lowenfeld e Cullis)

Mas agora é sabido que essa suposição é falsa. O primeiro problema é que a taxa de mutação é adaptável. Por exemplo, quando uma população de bactérias é submetida a condições adversas, ela tende a aumentar a sua taxa de mutação. É como se um sinal fosse enviado, dizendo: “É tempo de se adaptar.” Além disso, uma pequena fração da população aumenta ainda mais sua taxa de mutação. Estes hypermutators (“supermutantes”) asseguraram que uma variedade ainda maior de mudanças adaptativas seja explorada. (Foster) E experiências também descobriram que os segmentos duplicados de DNA podem estar sujeitos a taxa de mutação mais elevada. Uma vez que o segmento é uma duplicata, e é menos importante para se preservar; e, como um campo de teste; parece ser usado para experimentar novos projetos. (Wright)

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O segundo problema é que os organismos utilizam estratégias para dirigir as mutações de acordo com a ameaça. Mutações adaptativas têm sido extensivamente estudadas em bactérias. Experiências tipicamente alteram a oferta de alimentos das bactérias ou aplicam algum estresse ambiental causando mutações que têm como alvo um estresse ambiental específico (Burkala, et ai .; Moxon, et al.,.; Wright) mutações adaptativas também têm sido observadas em leveduras (Fidalgo, et. al .; David, et. al.) e plantas de linho. (Johnson, Moss e Cullis)

Um experimento encontrou mutações repetíveis no setor do linho em resposta a níveis de adubação. (Chen, Schneeberger e Cullis) Outro experimento expôs o linho a quatro diferentes condições de crescimento e descobriu que o estresse ambiental pode induzir mutações que resultam em “respostas consideráveis, rápidas e adaptações evolutivas.” (Chen, Lowenfeld e Cullis)

Em resposta a esta falha da previsão, alguns evolucionistas agora estão dizendo que a evolução, de alguma forma, criou os mecanismos que causam mutações adaptativas.

(Texto adaptado)

Referências:

 

Burkala, E., et. al. 2007. “Secondary structures as predictors of mutation potential in the lacZ gene of Escherichia coli.” Microbiology 153:2180-2189.

Chen, Y., R. Lowenfeld, C. Cullis. 2009. “An environmentally induced adaptive (?) insertion event in flax.”International Journal of Genetics and Molecular Biology 1:38-47.

Chen, Y., R. Schneeberger, C. Cullis. 2005. “A site-specific insertion sequence in flax genotrophs induced by environment.” New Phytologist 167:171-180.

David, L., et. al. 2010. “Inherited adaptation of genome-rewired cells in response to a challenging environment.”HFSP Journal 4:131–141.

Fidalgo, M., et. al. 2006. “Adaptive evolution by mutations in the FLO11 gene.” Proceedings of the National Academy of Sciences 103:11228-11233.

Foster, P. 2005. “Stress responses and genetic variation in bacteria.” Mutation Research / Fundamental and Molecular Mechanisms of Mutagenesis 569:3-11.

Huxley, Julian. 1953. Evolution in Action. New York: Signet Science Library Book.

Johnson, C., T. Moss, C. Cullis. 2011. “Environmentally induced heritable changes in flax.” J Visualized Experiments47:2332.

Monod, Jacques. 1971. Chance & Necessity. New York: Vintage Books.

Moxon, E., et. al. 1994. “Adaptive evolution of highly mutable loci in pathogenic bacteria.” Current Biology 4:24-33.

Orr, H. 2005. “The genetic theory of adaptation: a brief history.” Nature Review Genetics 6:119-127.
Wright, B. 2000. “A biochemical mechanism for nonrandom mutations and evolution.” J Bacteriology 182:2993-3001.

Moléculas fundamentais da célula são universais – As primeiras previsões da evolução.

By Cornelius Hunter – Darwins Predictions

Além do código de DNA, existem outros processos moleculares fundamentais que parecem ser comuns a toda a vida. Um exemplo intrigante é a replicação que copia ambas as cadeias da molécula de DNA, mas em direções diferentes . Evolução prevê que esses processos fundamentais são comuns a toda a vida. Na verdade, esta era comumente dita, ser uma importante previsão de sucesso para a teoria. Como Niles Eldredge explicou, a “uniformidade química subjacente da vida ” foi um teste severo que a evolução passou com distinção. (Eldredge, 41)

Da mesma forma Christian De Duve declarou que a evolução é em parte confirmada pelo fato de que todos os organismos vivos existentes funcionam de acordo com os mesmos princípios. (De Duve, 1) E Michael Ruse concluiu que as macromoléculas essenciais da vida ajudam a tornar a evolução para além de qualquer dúvida razoável. (Ruse, 4)

 

Mas esta conclusão de que os processos moleculares fundamentais dentro da célula são comuns a todas as espécies foi superficial. Nos anos posteriores, quando os detalhes foram investigados, diferenças importantes entre espécies surgiram. Por exemplo, proteínas-chave de replicação de DNA surpreendentemente “mostraram pouca ou nenhuma semelhança de sequência entre as bactérias e archaea / eucariotos.” (Leipe) também diferentes processos de replicação de DNA foram descobertos. Esses resultados não foram como se esperava:

 

Em particular, e contra intuitivamente, dado o papel central do ADN em todas as células e a uniformidade mecanicista de replicação, as enzimas do núcleo dos sistemas de replicação de bactérias e archaea (bem como eucariotas) são independentes ou a relação entre ambos é extremamente distante. Os vírus e plasmídeos, além disso, possuem, pelo menos, dois sistemas de replicação de DNA original, ou seja, proteína primordial e  a replicação das modalidades de círculo de rolamento. Esta diversidade inesperada faz com que a origem e evolução de sistemas de replicação de DNA um problema particularmente desafiador e intrigante na biologia evolutiva. (Koonin)

 

Alguns evolucionistas estão reconsiderando a suposição de que toda a vida na Terra compartilha a mesma arquitetura básica molecular e bioquímica, e ao invés disso, examinam a possibilidade de evolução independente, e múltiplas origens, fundamentalmente diferente, de formas de vida. (Cleland, Leipe)

 

(Texto adaptado)

 

Referencias:

Cleland, Carol. 2007. “Epistemological issues in the study of microbial life: alternative terran biospheres?.” Studies in History and Philosophy of Science Part C: Studies in History and Philosophy of Biological and Biomedical Sciences 38:847-861.

de Duve, Christian. 1995. Vital Dust. New York: BasicBooks.

Eldredge, Niles. 1982. The Monkey Business. New York: Washington Square Press.

Koonin, E. 2006. “Temporal order of evolution of DNA replication systems inferred by comparison of cellular and viral DNA polymerases.” Biology Direct 18:1-39.

Leipe, D., L. Aravind, E. Koonin. 1999. “Did DNA replication evolve twice independently?.” Nucleic Acids Research27:3389-3401.
Ruse, Michael. 1986. Taking Darwin Seriously. New York: Basil Blackwell.

 

O CUSTO DA COMPLEXIDADE- DROSÓFILA

By Marcos Ariel

 

Através da Teoria da Evolução, os cientistas tentam explicar a existência da diversidade da vida no planeta. A Teoria da Evolução não diz que toda a vida evolui para a complexidade, mas eventualmente a complexidade surgiu. Dawkins sugere a Seleção Natural como explicação para o surgimento da complexidade biológica:

“A seleção natural é o maior guindaste de todos os tempos. Ela elevou a vida da simplicidade primeva a altitudes estonteantes de complexidade, beleza e aparente desígnio que hoje nos deslumbram.(1)

Ao mesmo tempo a Teoria da Evolução sugere que os mais aptos sobrevivem. Aptidão seria o número de filhos produzidos por um indivíduo com determinado genótipo. Portanto, o indivíduo mais apto produziria mais filhos que outro menos apto. (2)

Uma maneira simples de entender estes conceitos pode ser vista neste site-How Natural Selection Works. (3)

Entretanto cientistas como McShea apontam outro caminho para o surgimento da complexidade: através da lei evolutiva força-zero, que seria a ausência ou diminuição da da seleção natural-é chamada evolução construtiva neutra. (4)

Como a complexidade surge, pode ajudar um organismo sobreviver melhor ou ter mais filhos. Se assim for, será favorecida pela seleção natural e se espalhará pela população. (4)

Mas ao olharmos a figura, qual se reproduzirá melhor? A “simples” drosófila ou a “complexa” drosófila?
Outros artigos demonstram a perda de aptidão da drosófila que apresenta aumento de aprendizagem. (5)

Inicialmente a drosófila parece demonstrar uma perda de aptidão ao adquirir resistência aos pesticidas. Em artigos iniciais isso foi demonstrado, mas hoje a drosófila resistente parece ter readquirido a aptidão inicial. Entretanto, para a maioria dos insetos há uma perda de aptidão. (6)

A conclusão é de que o aumento da complexidade da drosófila diminui a aptidão.

 

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Referências

1-Dawkins, Deus um Delírio

2- Evolução. 3 ed, Ridley, p. 701

3-http://science.howstuffworks.com/…/ev…/natural-selection.htm

4-The Surprising Origins Of Evolutionary Complexityhttps://www.scientificamerican.com/…/the-surprising-origi…/…

5-A fitness cost of learning ability in Drosophila melanogaster Frederic Mery, Tadeusz J. Kawecki-
http://rspb.royalsocietypublishing.org/content/270/1532/2465

6-Fitness costs associated with insecticide resistance Adi Kliot and Murad Ghanim http://www.researchgate.net/…/…/54cc81030cf298d6565a8968.pdf

 

 

Richard Lenski: “É um fato incontroverso que os organismos tenham mudado, ou evoluído”

A mãe de todas as falsas dicotomias.

By Cornelius Hunter (Texto adaptado)

 

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 Praticamente desde Darwin as várias espécies de tentilhões nas Ilhas Galápagos, foram declaradas como exemplos decisivamente poderosos da teoria da evolução. Uma confirmação inegável da idéia epicurista antiga de que o mundo surgiu espontaneamente. Mas como exatamente,  algumas espécies de aves em um grupo de ilhas no meio do oceano, demonstram uma reivindicação tão corajosa?

A resposta envolve muito mais do que ciência. Estes bonitos pássaros pequenos  não nos dizem que as bactérias unicelulares de alguma forma surgiram a partir de uma coleção de produtos químicos sem vida. Eles não nos dizem que bactérias deram origem aos eucariotos complicados, e, em seguida, a organismos multicelulares, e depois peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos. Os tentilhões de Galápagos nem sequer nos dizem como eles mesmos poderiam ter evoluído.

O que eles nos dizem é que os organismos da natureza podem mudar. Darwin inferiu isso, e estudos mais recentes descobriram algumas das especificidades. Com a mudança de padrões climáticos e suprimentos alimentares, os pássaros respondem em conformidade. Eles se adaptam – um recurso que é onipresente em biologia.

As várias espécies têm algumas capacidades de adaptações fantásticas, e não é nada como a história da evolução de mutações cegas que alcançam melhores modelos em raras ocasiões. Em vez disso, é uma  mudança rápida entre modelos pré-existentes, ativados por mecanismos pré-existentes e muito complicados.

Mas é mudança. E que, para Darwin e os evolucionistas posteriores, é tudo o que eles precisam. Você vê que Darwin e os evolucionistas em geral esperam uma doutrina do criacionismo onde o Criador constrói espécies as quais são imutáveis. No século XVIII, isso foi referido como a “fixação” ou “imutabilidade” ou “estabilidade” das espécies.

Portanto, se os tentilhões poderiam, de fato, mudar, então para os evolucionistas a fixidez das espécies e tudo do criacionismo junto com isto, deve ser falso. E se o criacionismo é falso, então a evolução deve ser verdadeira. Como Darwin escreveu em seu notebook, se houvesse a mínima base para essa idéia, ele “poria em causa a estabilidade das espécies.” Assim, o modelo foi lançado para os evolucionistas que viriam a diante.

O que é surpreendente é a forte dependência metafísica. Nada sobre a ciência nos diz aqui, ou mesmo sugere, que o mundo biológico surgiu espontaneamente como os evolucionistas insistem que sim. A fundação subjacente do pensamento evolutivo é religiosa. Como NT Wright recentemente brincou , “Oh meu Deus, ele [Darwin] descobriu alguns tentilhões muito interessantes, isso significa que não podemos mais acreditar em Gênesis.”

Um um estudo recente destaca esta lacuna entre a metafísica e a ciência. O estudo demonstra ainda mais as capacidades adaptativas de espécies como os tentilhões. Ele também demonstra ainda mais que a adaptação não é evolução. As aves são rápidas em se adaptar, mas elas estão simplesmente seguindo o ambiente e a oferta de alimentos. A principal característica é a sua flexibilidade e adaptabilidade.

Como um cientista coloca: “não houve qualquer evolução especializada a longo prazo.” Por muitos anos e até agora mesmo os evolucionistas têm reconhecido que a adaptação não adiciona em grande escala a mudança que a evolução requer. É necessário algum outro mecanismo.

Apesar disso, os tentilhões de Galápagos continuam a ser comemorado como um texto de prova da evolução. Eles são um exemplo de mudança e evolução é equiparada a mudança; qualquer tipo de mudança. Mesmo uma simples alteração de frequências de genes em uma população é, para os evolucionistas, nada menos do que a evolução completa explodida. Tal mudança se torna trivialmente a prova de que o mundo biológico surgiu espontaneamente. É a mãe de todas as falsas dicotomias.

Como o evolucionista Richard Lenski coloca: “É um fato incontroverso que os organismos tenham mudado, ou que evoluiram, durante a história da vida na Terra.” Sim, é um fato incontroverso que os organismos mudaram. Mas não é um fato incontestável de que eles evoluíram. O equacionamento da mudança com a evolução repousa sobre crenças religiosas profundamente enraizadas.

Como NT Wright poderia dizer: “Oh meu Deus, Lenski descobriu algumas bactérias muito interessantes, isso significa que não podemos acreditar mais em Gênesis.” A idéia de que mudar as freqüências de genes, ou uma mutação genética ocasional, provam que as espécies surgiram espontaneamente é verdadeiramente um dos maiores saltos de lógica que você nunca mais verá.

O texto original possui ligações que não postei aqui.

Function, the evolution-free gospel of ENCODE

[Traduzirei em breve]

There is no better title for this post than the very title some Darwinists chose for themselves:

On the immortality of television sets: “function” in the human genome according to the evolution-free gospel of ENCODE

Darwinists are still struggling to come to terms with the idea, from the ENCODE project, that 80% of the genome is functional. Whatever Dawkins now says, according to their model, only about 10% should be subject to natural selection, leaving 70% unexplained. This cannot be!

Apparently, ENCODE are to be criticised for using an ‘evolution-free’ definition of function. Yep, you heard that right. You thought that function was function was function, but oh no, you must use a evolution-y definition or you will not get the ‘correct’ evolution-y answer. It seems awfully like you need to presuppose Darwinism or you will not find Darwinism. Can that be right?

The excuse for this is some interesting Darwinian philosophy (or do I mean sophistry? – make up your mind below): the authors believe that function means nothing (is purely subjective) unless it is selected for. For example, the heart causes the pericardium (the membrane around the heart) to not collapse by filling space, so we could call that a function, but it is selected for pumping blood.

Well, yes, that’s an interesting point, and that’s where it ends for a Darwinist because Darwinists resist the possibility of purpose. But it is nonsense to an engineer. An engineer would not make the mistake of seeing the pericardium as more important than the heart. A broken watch may still contain many functional components even if overall it does nothing. A TV switched off is still a TV even if it never functions. Is that subjective?

It depends what you mean by subjective. If your only ultimate reference frame is physics (and biology as a derivative of physics), then of course all intelligent agents are in fact subjective! For much of what we know, never mind religion and ethics, even in something solid like the definition of a motor, there is no way of translating it into physical equations (you could describe an instance of a motor but that would not capture all possible motors or what ‘motorness’ is – physics makes motors work but it doesn’t know what they are). However, what if all intelligent agents shared that ‘subjective’ knowledge? Then it isn’t really subjective anymore is it? At very least, a being that knows what a motor is, or that a bacterial flagellum is a motor, is more intelligent than one that does not. When we say there is an intelligence out there, we mean there must be a being like us in this respect. A being who wouldn’t be so stupid as to think that the heart was put in to hold up the pericardium. We might not be able to explain why that is stupid, but that doesn’t stop it from being objectively stupid. See my point? Darwinians effectively deny intelligence full stop, writing it off as subjectivity.

Amongst other things the ENCODE authors are lambasted for not distinguishing between ‘Junk DNA’ and ‘Garbage DNA’. No seriously, ‘junk’ now means stuff that is functional, but not used very often, but could be used, like stuff in your attic is ‘junk’. It is different from ‘garbage’, which is the stuff that you would put straight in the bin. ‘junk’ is now a rather misleading word for ‘functional’. So our genome is full of ‘junk’ that is useful and functional, but to a Darwinian it does not count until it starts getting used so that natural selection can get the credit. How convenient! The possibility of design is sidestepped by careful choice of language. Welcome to 1984! A better word might be ‘archived’ rather than ‘junk’.

This article tells us a lot about what is wrong with the whole project. The way to find out if the genome is functional or not, is to look directly for actual function. No presuppositions, just objectivity. But they criticise the attempts of ENCODE to do that. Instead these guys are focussing on searching for indirect evidence of natural selection, with models replete with assumptions and complexities, all presupposing that Darwinism is true. If the Darwinist approach was followed (thankfully many scientists ignore it!) the simple question “functional or not?” could potentially get buried for decades more, under the continuing assumption that most is not. A few more valuable decades in which Darwinists tell us not to bother go looking for function, so slowing down scientific progress.

I, and many of us, hold to an ID worldview firstly and most securely because of what we know about prebiotic chemistry and thus the origin of the first life form. Based on that, because I know there has been a designer involved, I think probably a lot of ‘junk’ will turn out to be ‘brought down from the attic’ at various stages of an organisms life, especially in the developing stages. Time will tell.

Scientific means finding out what is actually there. ENCODE are to be praised for doing that. Darwinism has always been about telling creation myths from the point of view of naturalism (roughly, physics only), and shoehorning every fact into the story. ENCODE are now receiving scorn because they did not wait for the Darwinian imprimatur. Intelligent Design people and creationists (in fact everyone who is not a Darwinist) should take courage from this, jump in and start driving forward ordinary mainstream science, but just make sure they sidestep the attempts to sign them up to that cult.

Fonte: Uncommon Descent

A desonestidade acadêmica de alguns cientistas quanto ao colapso de seus paradigmas

Os cientistas são livres para expressarem suas dúvidas ao saber da existência de problemas fundamentais nos atuais paradigmas vigentes, tal como a biologia evolucionária moderna?

Não pergunte no Posto Ipiranga. Leia o que alguns cientistas e céticos escreveram a respeito:

“Há um sentimento em biologia que os cientistas devem manter escondida sua roupa suja, porque a direita religiosa está sempre procurando qualquer discussão entre os evolucionistas como apoio para suas teorias criacionistas [sic]. Há uma forte escola de pensamento de que nunca ninguém deve questionar Darwin em público.” (W. Daniel Hillis, in “Introduction: The Emerging Third Culture,” in Third Culture: Beyond the Scientific Revolution, editado por John Brockman, Touchstone, 1995, p. 26.

“There’s a feeling in biology that scientists should keep their dirty laundry hidden, because the religious right are always looking for any argument between evolutionists as support for their creationist theories. There’s a strong school of thought that one should never question Darwin in public.” (W. Daniel Hillis, in “Introduction: The Emerging Third Culture,” in Third Culture: Beyond the Scientific Revolution, edited by John Brockman(Touchstone, 1995), p. 26.)

“À primeira vista, é altamente implausível que a vida como nós conhecemos, seja o resultado de uma sequência de acidentes físicos junto com o mecanismo da seleção natural… O meu ceticismo não é baseado em crença religiosa ou em uma crença em qualquer alternativa definitiva. É apenas uma crença de que a evidência científica disponível, apesar do consenso da opinião científica, não nesta questão, racionalmente requeira que nós nos subordinemos à incredulidade do senso comum. Isso é especialmente verdade no que diz respeito à origem da vida… Eu entendo que tais dúvidas podem parecer para muitas pessoas como afrontosas, mas isso é porque quase todo o mundo em nossa cultura secular tem sido intimidado em considerar o programa de pesquisa redutivo como sacrossanto, pelo fato de que qualquer outra coisa não seria ciência. … Pensando nessas questões, eu tenho sido estimulado pelas críticas da dominante visão científica do mundo… feita pelos defensores do design inteligente. … Os problemas que esses iconoclastas colocam para o consenso científico ortodoxo devem ser considerados seriamente. Eles não merecem o menosprezo que comumente eles enfrentam. É manifestamente injusto.” Thomas Nagel, Mind and Cosmos: Why the Materialist Neo-Darwinian Conception of Nature Is Almost Certainly False, Oxford University Press, 2012, p. 6-7, 10.)

“It is prima facie highly implausible that life as we know it is the result of a sequence of physical accidents together with the mechanism of natural selection … My skepticism is not based on religious belief or on a belief in any definite alternative. It is just a belief that the available scientific evidence, in spite of the consensus of scientific opinion, does not in this matter rationally require us to subordinate the incredulity of common sense. This is especially true with regard to the origin of life … I realize that such doubts will strike many people as outrageous, but that is because almost everyone in our secular culture has been browbeaten into regarding the reductive research program as sacrosanct, on the ground that anything else would not be science. … In thinking about these questions I have been stimulated by criticisms of the prevailing scientific world picture… by the defenders of intelligent design. … [T]he problems that these iconoclasts pose for the orthodox scientific consensus should be taken seriously. They do not deserve the scorn with which they are commonly met. It is manifestly unfair.” (Thomas Nagel, Mind and Cosmos: Why the Materialist Neo-Darwinian Conception of Nature Is Almost Certainly False, p. (Oxford University Press, 2012), pp. 6-7, 10.)

“Críticos honestos do modo evolucionário de pensamento que têm enfatizado os problemas com o dogma dos biólogos e seus termos indefiníveis, frequentemente, são desconsiderados como se eles fossem cristãos zelotas fundamentalistas ou racistas preconceituosos. Mas a parte da tese deste livro que insiste que tal terminologia interfere com a ciência verdadeira, exige um debate aberto e ponderado sobre a realidade das afirmações feitas pelos evolucionistas zoocêntricos.” Lynn Margulis e Dorion Sagan, Acquiring Genomes: A Theory of the Origins of the Species, Basic Books, 2003, p. 29.

“Honest critics of the evolutionary way of thinking who have emphasized problems with biologists’ dogma and their undefinable terms are often dismissed as if they were Christian fundamentalist zealots or racial bigots. But the part of this book’s thesis that insists such terminology interferes with real science requires an open and thoughtful debate about the reality of the claims made by zoocentric evolutionists.” (Lynn Margulis and Dorion Sagan, Acquiring Genomes: A Theory of the Origins of the Species, (Basic Books, 2003), p. 29).)

“É perigoso despertar a atenção para o fato de que não existe explicação satisfatória para a macroevolução. Alguém facilmente se torna alvo da biologia evolucionária ortodoxa e um falso amigo de proponentes de conceitos não científicos. Conforme a primeira, nós já conhecemos todos os princípios relevantes que explicam a complexidade e a diversidade da vida na Terra; para a última, a ciência e a pesquisa nunca serão capazes de fornecer uma explicação conclusiva, simplesmente porque a vida complexa não tem uma origem natural.” Günter Theißen, “The proper place of hopeful monsters in evolutionary biology,” Theory in Biosciences, 124: 349-369, 2006.

“It is dangerous to raise attention to the fact that there is no satisfying explanation for macroevolution. One easily becomes a target of orthodox evolutionary biology and a false friend of proponents of non-scientific concepts. According to the former we already know all the relevant principles that explain the complexity and diversity of life on earth; for the latter science and research will never be able to provide a conclusive explanation, simply because complex life does not have a natural origin.” (Günter Theißen, “The proper place of hopeful monsters in evolutionary biology,” Theory in Biosciences,124: 349-369, 2006.

“Nós temos sido informados por mais de um de nossos colegas que, mesmo que se Darwin estivesse substancialmente errado em afirmar que a seleção natural é o mecanismo da evolução, mesmo assim nós não deveríamos dizer isso. Não, de modo algum, dizer isso em público. Fazer isso, contudo, é se alinhar inadvertidamente, com a Forças do Mal, cujo objetivo é levar a Ciência ao descrédito.. … O neodarwinismo é aceito axiomaticamente; prossegue, literalmente, sem ser questionado. Uma visão que pareça contradizê-lo é, diretamente ou por implicação, rejeitado, quão plausível possa parecer o contrário. Departmentos completos, publicações científicas e centros de pesquisas operam agora neste princípio.” Jerry Fodor e Massimo Piattelli-Palmarini, What Darwin Got Wrong, Farrar, Straus and Giroux, 2010, p. xx, xvi.

“We’ve been told by more than one of our colleagues that, even if Darwin was substantially wrong to claim that natural selection is the mechanism of evolution, nonetheless we shouldn’t say so. Not, anyhow, in public. To do that is, however inadvertently, to align oneself with the Forces of Darkness, whose goal is to bring Science into disrepute. … [N]eo-Darwinism is taken as axiomatic; it goes literally unquestioned. A view that looks to contradict it, either directly or by implication is ipso facto rejected, however plausible it may otherwise seem. Entire departments, journals and research centres now work on this principle.” (Jerry Fodor and Massimo Piattelli-Palmarini, What Darwin Got Wrong (Farrar, Straus and Giroux, 2010), pp. xx, xvi.)

Não se percebeu em Altenberg nenhum desejo de atacar a teoria evolucionária a partir da esquerda. Bem ao contrário – a preocupação política dominante foi um medo de ataque por parte dos fundamentalistas. Como Gould descobriu, os criacionistas pegam qualquer sinal de divisões na teoria evolucionária ou uma insatisfação com o Darwinismo. Nas duas últimas décadas, todo mundo tem tomado conhecimento disso, independentemente de sua satisfação ou não com a Síntese Moderna. “Você sempre se sente como se estivesse tentando cobrir sua retaguarda”, disse Love. “Se você criticar, é como dar munição a essas pessoas”. Assim, não critique de modo arrogante, disse Coyne: “As pessoas não devem suprimir suas diferenças para aplacar os criacionistas, mas para sugerir que o neodarwinismo alcançou algum tipo de ponto de crise nas mãos dos criacionistas”, disse ele.

John Whitfield, “Biological theory: Postmodern evolution?,” Nature, Vol. 455: 281-284, 7 de setembro de 2008

[T]here was no sense at Altenberg of a desire to attack evolutionary theory from the left. Quite the reverse — the dominant political concern was a fear of attack from fundamentalists. As Gould discovered, creationists seize on any hint of splits in evolutionary theory or dissatisfaction with Darwinism. In the past couple of decades, everyone has become keenly aware of this, regardless of their satisfaction or otherwise with the modern synthesis. “You always feel like you’re trying to cover your rear,” says Love. “If you criticize, it’s like handing ammunition to these folks.” So don’t criticize in a grandstanding way, says Coyne: “People shouldn’t suppress their differences to placate creationists, but to suggest that neo-Darwinism has reached some kind of crisis point plays into creationists’ hands,” he says.

John Whitfield, “Biological theory: Postmodern evolution?,” Nature, Vol. 455: 281-284, September 17, 2008.

Postado por Desafiando a Nomenklatura Científica

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Para mim, Jeph Simple, a TE não passa de uma superstição naturalista, por mais que isso pareça um paradoxo.

Um pouco sobre a Teoria da Evolução – Parte I

Sou apaixonado por ID,  sou profundamente cético com relação ao “relojoeiro cego”,  me esforço para explicar ID, e também entender evolução, mesmo que eu não creio na mesma, eu devo compreender o máximo. Bom, eu não vou explicar evolução com minhas palavras, vou utilizar a explicação dos próprios evos. Esse post em específico não tem como intenção expor a explicação evo e apontar equívocos que eu creio existir em evolução, no seu sentido explicativo.   Então o artigo não expressa minha opinião, mas cada um pode tirar suas conclusões.   Segue agora a explicação extraída de  Evo 101  (tradução livre):

Uma Introdução à Teoria da Evolução

A Definição: A evolução biológica, simplesmente, é a descendência com modificação. Esta definição abrange evolução em pequena escala (mudanças na freqüência genética em uma população de uma geração para a seguinte) e evolução em grande escala (a descida de espécies diferentes a partir de um ancestral comum ao longo de muitas gerações). Evolução nos ajuda a entender a história da vida.

A explicação: A evolução biológica não é simplesmente uma questão de mudança ao longo do tempo.Muitas coisas mudam com o tempo: as árvores perdem suas folhas, cadeias de montanhas subem e corroem, mas eles não são exemplos de evolução biológica, pois não envolvem descida por herança genética. Mudança de curto prazo w / o herança Folhas de árvores mudam de cor e caem ao longo de várias semanas.
Mudança a longo prazo w / o herança As cadeias de montanhas corroem ao longo de milhões de anos.
A idéia central da evolução biológica é que toda a vida na Terra compartilha um ancestral comum, assim como você e seus primos partilham uma avó comum. Através do processo de descendência com modificação, o ancestral comum da vida na Terra deu origem à diversidade fantástica que vemos documentado no registro fóssil e ao nosso redor hoje. Evolução significa que somos todos primos distantes: os humanos e os carvalhos, beija-flores e baleias. Mudança de curto prazo w / herança A genealogia ilustra a mudança com a herança ao longo de um pequeno número de anos.
Mudança a longo prazo w / herança Ao longo de um grande número de anos, a evolução produz enorme diversidade de formas de vida.

A História da Vida:

Olhando para os padrões

As idéias centrais da evolução são que a vida teve mudanças ao longo da história do tempo e que as espécies diferentes compartilham ancestrais comuns. Aqui, você pode explorar a forma como a mudança evolutiva e relações evolutivas são representados em “árvores genealógicas”, como essas árvores são construídas, e como esse conhecimento afeta a classificação biológica. Você também vai encontrar uma linha do tempo da história evolutiva e informações sobre alguns eventos específicos na história da vida: a da evolução humana e da origem da vida. Cladogram de selecionar vertebrados mostrando onde alguns personagens aparecem

Mecanismos: Os processos de evolução

A evolução é o processo pelo qual os organismos modernos descendem de ancestrais. A evolução é responsável por ambas as semelhanças notáveis ​​que vemos em toda a toda a vida e a diversidade surpreendente da vida, mas exatamente como isso funciona? Fundamental para o processo é a variação genética sobre a qual forças seletivas podem agir para que a evolução ocorra. Esta seção examina os mecanismos de evolução com foco em:

    • Descida e as diferenças genéticas que são hereditárias e passam para a próxima geração;

 

 

 

    • A natureza aleatória dos deriva genética e os efeitos de uma redução na variação genética;

 

    • Como variação, reprodução diferencial e resultado hereditariedade na evolução por seleção natural ; e

 

  • Como espécies diferentes podem afetar a evolução de cada um através de co-evolução .

Os componentes da seleção natural: variação, reprodução diferencial e hereditariedade

 

A microevolução

Pardais se adaptaram ao clima da América do Norte, os mosquitos têm evoluído em resposta ao aquecimento global, e os insetos desenvolveram resistência aos nossos pesticidas. Estes são exemplos de microevolução-evolução em pequena escala. Aqui, você pode explorar o tema da microevolução através de vários estudos de caso em que temos observados diretamente sua ação. Podemos começar com uma definição exata. A microevolução é a evolução em pequena escala.

Especiação

Quais são as espécies afinal, e como novas evoluem? Aqui, você pode explorar diferentes maneiras de definir uma espécie e aprender sobre os vários processos através dos quais a especiação pode ocorrer. Esta seção também aborda os temas de coespeciação quando duas linhagens divididas em conjunto umas com as outras e os modos de especiação que são específicos para as plantas. Vamos começar pela definição de uma espécie. Especiação em ação

Macroevolution

Macroevolução é a evolução em grande escala ; que vemos quando olhamos para a história mais abrangente da vida: estabilidade,  mudança,  linhagens resultantes e extinção. Aqui, você pode examinar os padrões de macroevolução na história evolutiva e descobrir como os cientistas investigam profundamente a história dos seres vivos.

As grandes questões 

Todas as evidências disponíveis apoiam as conclusões centrais da teoria da evolução, de que a vida na Terra evoluiu e que as espécies compartilham ancestrais comuns. Os biólogos não estão discutindo sobre estas conclusões. Mas eles estão tentando descobrir como a evolução acontece, e isso não é uma tarefa fácil. Ela envolve a coleta de dados, propondo hipóteses, criando modelos, e avaliando o trabalho de outros cientistas. Estas são todas as atividades que podem, e devem, manter-se à nossa lista de verificação e fazer a pergunta: eles estão fazendo ciência? Todas as ciências fazem perguntas sobre o mundo natural, propoem explicações em termos de processos naturais, e avaliam essas explicações usando evidências do mundo natural. A biologia evolutiva não é excepção. Concepção básica da mudança evolutiva e diversificação (*ilustrado com uma página de seu caderno à esquerda) de Darwin explica muitas observações em termos de processos naturais e é apoiado por evidências do mundo natural.Algumas das perguntas que os biólogos evolucionistas estão tentando responder incluem:

  1. A evolução tende a continuar lenta e progressivamente ou em saltos rápidos?
  2. Por que algumas clades são muito diversificadas e algumas são extraordinariamente escassas?
  3. Como a evolução produziu características novas e complexas?
  4. Há tendências em evolução, e em caso afirmativo, por quais processos são geradas?

[*Darwin notebook excerpt used by permission of the Syndics of Cambridge University Library and may not be reproduced without their written permission.(Por isso não publiquei a imagem, você pode ver no link)]   Essa foi a primeira parte, em breve postarei a segunda.

Será que Darwin cometeu a maior fraude da história da ciência?

By darwinismo.wordpress

Depois de passar anos a cruzar a informação relativa aos trabalhos de Charles Darwin (1812-1882) com os de Patrick Matthew (1790-1874), como forma de saber se Darwin havia “emprestado” a teoria da selecção natural para o livro “A Origem das Espécies”, Mike Sutton (perito em criminologia na “Nottingham Trent University”) concluiu:

Com base na preponderância das evidências, não tenho dúvidas nenhumas de que Darwin leu o material presente no livro de Matthew e replicou a sua [de Matthew] descoberta e os seus temas-chave.

No seu artigo “Será que Charles Darwin ‘emprestou’ a teoria da selecção natural?”, publicado no The Telegraph, relatando as descobertas de Sutton, a correspondente científica Sarah Knapton concluiu que, “Não só Darwin estava ciente do trabalho de Matthew, como emprestou do mesmo de um modo considerável”, provando que “o naturalista [Darwin] mentiu.”

Patrick-MatthewAntes da publicação do livro “A Origem das Espécies” em 1859, Matthew publicou, em 1831, o seu livro “On Naval and Timber Aboration”, que avançou inicialmente com a teoria da selecção natural tendo como base o seu conhecimento das árvores. O ano da publicação do livro de Matthew foi também o ano em que Darwin zarpou pela primeira vez da Inglaterra a bordo do HMS Beagle.

No ano de 1860, e depois de ter lido uma crítica/análise ao livro “A Origem das Espécies” no “Gardeners’ Chronicle”, Matthew enviou imediatamente uma carta à editora, alertando para o facto da teoria de Darwin não ser nada de novo visto que ele havia publicado a essência da mesma teoria no seu livro de 1831. Depois de ler a carta de Matthew, Darwin enviou uma carta a Charles Lyell onde se lia:

Na edição do Sábado passado da “Gardeners’ Chronicle”, um tal de Patrick Matthew publica um longo segmento do seu trabalho presente no livro ‘Naval Timber and Arboriculture’, publicado em 1831, onde ele antecipa, brevemente mas de forma completa, a teoria da Selecção Natural. Eu já encomendei o livro, visto que algumas passagens são relativamente obscuras, mas certamente que é, julgo eu, uma antecipação completa mas não totalmente desenvolvida.

Reconhecendo as contribuições de Matthew, Darwin respondeu através duma carta aos editores da “Gardeners’ Chronicle” explicando:

Reconheço abertamente que o Sr Matthew antecipou em muitos anos a explicação que eu disponibilizei no livro “A Origem das Espécies”, sob o nome de Selecção Natural.

Na terceira edição do livro “A Origem das Espécies” (1861), Darwin reconheceu o trabalho prévio de Matthew, declarando que Matthew “viu claramente . . . o poder total do princípio da Selecção Natural.

Matthew estava livido. Alegando crédito por ter desenvolvido a teoria da selecção natural, Matthew identificou-se como “O Descobridor do Princípio da Selecção Natural” nos seus cartões de negócios. Apesar dos cartões de negócios e as declarações de Darwin, Matthew, juntamente com Alfred Wallace (1823-1913), continuou a fazer parte dos esquecidos dentro da história da selecção natural.

Durante a altura em que Darwin escreveu o seu livro, o livro de Matthew era amplamente conhecido. Até Robert Chambers, autor do livro “Vestiges of Creation” (1844), livro bastante popular em 1859, e Prideaux John Selby, que editou e publicou o famoso artigo de Albert Russel Wallace com o nome de “Sarawak” (1855), em torno a mutabilidade das espécies, deram crédito claro ao livro de Matthew. Depois da história se ter tornado pública no “Gardeners’ Chronicle”, e depois ter sido desafiado, Darwin respondeu afirmando que nunca havia visto o livro de Matthew. Mas Sutton, baseando-se nas evidências, disse o seguinte a Knapton:

Na minha opinião, Charles Darwin cometeu a maior fraude científica da História, das que se tem conhecimento, ao plagiar por inteiro a hipótese da selecção natural de Matthew, a sua terminologia, as suas observações e as suas explicações criativas. Sem Patrick Matthew, o livro “A Origem das Espécies” nunca teria sido escrito. Matthew, e não Darwin, deveria ser celebrado como o descobridor da teoria unificadora da biologia, e o solucionador da origem das espécies.

Sutton continua:

Ao contrário do que os autores de milhares de livros escolares e livros eruditos têm vindo a afirmar durante estes últimos 154 anos, o descobridor original da lei da selecção natural deve ter influenciado Alfred Russel Wallace e Charles Darwin com o seu trabalho publicado previamente. A descoberta, na ciência, raramente é um jogo da soma zero. No entanto, tanto Darwin como Wallace alegaram nenhum conhecimento prévio da publicação precedente do trabalho de Matthew depois de o terem replicado 27 anos mais tarde. A comunidade científica credulamente acreditou neles durante os últimos 154 anos.

Será que isto tem alguma importância?

À medida que a origem do princípio fundamental de Darwin, “Por Meio da Selecção Natural”, é alvo de crítica crescente, também o é a própria relevância da selecção natural – até mesmo dentro da indústria evolutiva. A história da selecção natural como o “meio” [mecanismo] através do qual ocorre a origem das novas espécies tem sido tortuosa. Por altura da publicação do livro “A Origem das Espécies”, Darwin foi desafiado até pelos seus colegas, incluindo Charles Lyell e Joseph D. Hooker. Na sua autobiografia, Darwin ressalvou:

Lyell e Hooker, embora eles me ouvissem com interesse, nunca pareciam estar de acordo. Tentei uma ou duas vezes explicar a homens capazes o que é que eu queria dizer com Selecção Natural, mas sem dúvida alguma, falhei.

O professor John Beatty (Universidade de British Columbia) comenta:

Lyell acusou Darwin de “deificar” a selecção natural ao atribuir a ela o tipo de criatividade que deveria ser reservada ao Criador.

Desde então, a controvérsia em torno da selecção natural como agente da “Origem das Espécies” continuou por todo o século 20. As contradições em torno da definição própria da selecção natural também não ajudaram. Darwin entrou em contradição consigo mesmo em pelos menos 15 aspectos importantes da selecção natural – tal como detalhado no livro “Darwin, Then and Now, the Most Amazing Story in the History of Science“ ( ).

Passados que estão mais de 150 anos, as críticas à selecção natural chegam-nos até de Richard Dawkins, um dos principais defensores de Darwin:

Como forma de simplificar as coisas, nós falamos das mutações como o primeiro passo do processo Darwiniano, e a selecção natural como o segundo. Mas isto é enganador se isso sugere que a selecção natural fica por perto à espera duma mutação que é ou rejeitada ou adoptada, e depois a espera começa. As coisas podem ter sido desta forma: a selecção natural desse tipo provavelmente funcionaria algures no universo, mas como matéria factual, neste planeta, as coisas não funcionam assim.

Nas palavras de Lyn Margulis:

Darwin foi brilhante ao converter a “selecção natural” num termo “divino”, uma expressão que poderia substituir a palavra “Deus” (…). No entanto. o que é verdadeiramente a “selecção natural”? É o falhanço de se atingir o potencial biótico. E é quantitativo. A Selecção Natural é intrinsecamente um processo de eliminação.

Margulis diz, portanto, que “a selecção Natural ocorre a toda a hora, mas ela é um processo e eliminação” – e não um agente criador responsável pela origem de novas espécies.

A alegação de Darwin de “descendência com modificação” como algo causado pela selecção natural é uma falácia linguística.

Fazendo essencialmente a mesma alegação, o professor James Shapiro da Universidade de Chicago, reconhece:

É importante notar que a selecção [natural] nunca levou à formação duma espécie nova como postulou Darwin.

Isto leva-nos a ver que, no século 21, a selecção natural ou é vista com um agente eliminador, ou é vista como a “força primária de selecção (…) mantendo o status quo”, tal como alegado por Eugene V. Koonin no seu livro “The Logic of Chance, the Nature and Origin of Biological Evolution” (2011).

O geneticista italiano Giuseppe Sermonti alega:

A selecção natural pode muito provavelmente ser invocada como um mecanismo responsável pela sobrevivência das espécies. Mas a alegação de que a selecção natural é criadora de vida, da essência, dos tipos e das ordens da vida, só pode deixar quem ouve chocado e sem reacção.

Em relação à pergunta “Será que isto tem alguma importância?”, a resposta só pode ser uma: Não. Não interessa se Matthew, ou Wallace ou Darwin recebe o crédito pela descoberta da selecção natural visto que, como alega Sutton, é um exercício de futilidade. A guerra em torno da selecção natural acabou e a natureza venceu. Com a exclusão da selecção natural como o “Meio” para a “Origem das Espécies”, e com a ausência de consenso em relação a qualquer outra opção viável conhecida, a aderência à teoria da evolução biológica existe só como um sistema de crença – evolucionismo.

Antigamente, a evolução era uma teoria em crise, mas hoje a evolução é uma crise sem teoria. A evolução biológica existe apenas como um facto filosófico, e não como um facto científico.

Fonte: http://bit.ly/1p4iXMQ

* * * * * * *

Resumindo, Darwin “emprestou” de outro pesquisador o princípio que alegadamente causa a origem das espécies, mas alegou nunca ter tomado conhecimento da publicação prévia do livro onde o dito princípio se encontrava (embora esse livro fosse sobejamente conhecido durante o período em que Darwin escreveu o seu livro).

Ou seja o autor da “teoria unificadora da biologia” aparentemente mentiu e viu o seu nome historicamente associado a uma ideia que ele apenas copiou.

Aparentemente o Darwinismo está envolto em mentiras desde que ele foi formulado, e isto não é de surpreender visto que a teoria da evolução é ela mesma uma mentira.

Darwin mentiu duplamente: mentiu ao roubar uma teoria que não lhe pertencia, e mentiu ao conferir à selecção natural um poder que, segundo outros cientistas da altura, pertencia exclusivamente ao Criador.

Darwin é, pode-se concluir, um dos maiores (senão o maior) mentiroso da história da ciência.

Sobre o HypeScience: o que fazer com um site ideologicamente vendido ao naturalismo filosófico

Não é de hoje que o naturalismo se nega a aceitar qual posição além de seu mundo físico/químico.

(By Enezio E. de Almeida filho)

Em 2012 o site HypeScience afirma ser um site de ciência, e que todas as vezes que publica artigos sobre o Big Bang, a idade da Terra e o fato da evolução, sofre ataques frequentes de criacionistas com seus comentários defendendo “mitos religiosos”. Sofria, pois os responsáveis pelo site decidiram:

“Comentários de natureza criacionista que neguem a Teoria da Evolução das Espécies, a real idade da Terra ou do Universo e afins serão sumariamente removidos (juntamente com suas réplicas) por criarem discussões cíclicas inúteis”.

(Sobre os comentários: O que fazer com os criacionistas)

Não vou comentar a decisão do HypeScience censurar esses criacionistas, nem sobre o Big Bang, tampouco sobre a idade da Terra, muito menos defender os criacionistas que fizeram comentários inúteis, mas vou comentar sobre a afirmação do HypeScience de que “a evolução biológica é um fato”:

“Há inúmeras provas irrefutáveis que mostram a inexorabilidade deste processo que vem acontecendo há milhões de anos. A cada dia surgem mais evidências tanto da paleontologia quanto do campo genética e da biologia molecular. Há muita gente séria trabalhando nisso e inúmeras revistas científicas seculares com um enorme acervo de dados a disposição de todos”.

Sim, a evolução biológica é um fato, mas de qual evolução o HypeScience mencionou há “inúmeras provas irrefutáveis que mostram a inexorabilidade deste processo que vem acontecendo há milhões de anos”?

Primeiro, e talvez o pessoal do HypeScience não saiba, mas a teoria de Darwin não é uma ideia única: ela é um conglomerado de diversas ideias relacionadas, cada uma apoiada por argumentos específicos:

Evolução #1:

Aqui a evolução significa que as formas de vida que nós vemos hoje são diferentes das formas de vida que existiram no passado distante. Evolução como “mudança ao longo do tempo” também pode se referir a mudanças mínimas em características das espécies de espécies individuais – mudanças que ocorrem num curto espaço de tempo. Até os céticos da teoria de Darwin concordam que este tipo de “mudança ao longo do tempo” ocorre.

Evolução #2:

Alguns cientistas associam a palavra “evolução” com a ideia de que todos os organismos que nós vemos hoje descendem de um único ancestral comum em algum lugar no passado distante. A afirmação se tornou conhecida como a Teoria da Descendência Comum Universal. Esta teoria pinta um quadro da história da vida na Terra como sendo uma grande árvore cheia de galhos.

Evolução #3:

Finalmente, algumas pessoas usam o termo “evolução” para se referir a uma causa ou mecanismo de mudança, o processo biológico que Darwin pensou fosse responsável por este padrão de ramificação. Darwin argumentou que a seleção natural tinha o poder de produzir fundamentalmente novas formas de vida.

Juntas, as ideias da Descendência Comum Universal e a seleção natural formam o cerne da teoria da evolução darwinista. A evolução neodarwinista combina o nosso conhecimento sobre o DNA e a genética para afirmar que as mutações no DNA fornecem a variação sobre a qual a seleção natural age.

Embora surjam “mais evidências tanto da paleontologia quanto do campo genética e da biologia molecular” essas evidências, uma leitura objetiva e isenta da literatura especializada revela que nem sempre essas evidências são favoráveis ao estabelecimento do fato da evolução, e apontam noutra direção.

Vide: ALMEIDA FILHO, E. E. “A sugestão de Edgar Morin para o ensino das incertezas das ciências da evolução química e biológica — uma bibliografia brevemente comentada”, in Anais do II Congresso Nacional de Licenciaturas 2009, Universidade Presbiteriana Mackenzie, em 01/10/2009. [Link não localizado] *
Neste trabalho, mais de 100 pesquisas e artigos abordam as ‘zonas de incertezas’ das ciências da evolução química e biológica que Edgar Morin sugeriu em 1999 à UNESCO fossem ensinadas para a educação do futuro.

Além disso, quando se discute evolução é preciso ter em mente quais das três definições acima estão sendo usadas? Atualmente, a maioria dos críticos do Neodarwinismo focaliza na Evolução #2 ou na Evolução #3. Todavia, a discussão ou debate fica confuso quando alguém pega uma evidência a favor da Evolução #1, e tenta fazer com que pareça apoiando a Evolução #2 ou a Evolução #3. **

Assim, alguém pode criticar ou discutir os problemas fundamentais da Evolução #2 ou Evolução #3 no contexto de justificação teórica, mas é falsamente acusado de rejeitar também a Evolução #1. Isso simplesmente não é o caso, pois até biólogos dissidentes do neodarwinismo aceitam a Evolução #1.

A ciência avança pela discussão de pontos de vistas teóricos diferentes. Este site aqui não quer que se discuta as predições propostas pela atual teoria da evolução de Darwin que fracassaram? Entre muitas fracassadas, cito algumas:

1. O fracasso da biologia evolucionária fornecer explicações evolucionárias detalhadas para a origem das características bioquímicas complexas;

2. O fracasso do registro fossil em fornecer apoio para a evolução darwinista;

3. O fracasso da biologia molecular em fornecer evidência para a descendência comum universal;

4. O fracasso da Genética e da Química explicar a origem do código genético;

5. O fracasso da biologia do desenvolvimento explicar por que os embriões de vertebrados divergem no início do desenvolvimento.

Como site de ciência, HypeScience, em vez de afirmar veementemente que a evolução biológica (sem qualificar qual dos seus três significados acima) é um fato, deveria abordar as questões sobre o fato, Fato, FATO da evolução que não são corroborados no contexto de justificação teórica e que são debatidas intramuros pela comunidade científica.

Como site de ciência, o HypeScience deveria, mas não me lembro de ter visto (recebo sua newsletter online), mencionar que a teoria da evolução atual, a Síntese Evolutiva Moderna foi considerada uma teoria científica morta em 1980, mas que posa como ortodoxia científica nos livros didáticos, por ninguém nada menos do que Stephen Jay Gould, um paleontólogo evolucionista.

Como site de ciência, o HypeScience deveria, mas não me lembro de ter visto, mencionar que, devido as montanhas de evidências contrárias trazidas por diversas áreas científicas no século 20 e século 21, especialmente a genômica, os cientistas estão trabalhando na elaboração de uma nova teoria geral da evolução – a Síntese Evolutiva Ampliada, que não deverá ser selecionista (contra Darwin) e deverá incorporar alguns aspectos lamarckistas (Lamarck redivivus?).

Talvez este site de ciência nem saiba, mas a nova teoria geral da evolução será apresentada à comunidade científica e ao público somente em 2020.

Desde 1859 as especulações transformistas de Darwin promovidas no Origem das espécies (que não explicou o que o título prometia, e nem a origem das variações) sofre críticas e rejeição, não somente da parte de religiosos, mas de cientistas.

Hoje, também não é diferente. Há cientistas, membros de Academias de Ciências e professores em renomadas universidades que são críticos e dissidentes de Darwin. Tem teístas, mas há alguns ateus, agnósticos e céticos. Vide lista.

Ah, o site HypeScience, um site de ciência, deveria saber que é o contraditório que faz avançar a ciência, e que não existe Theoria perennis em ciência. Nem a teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários de A a Z. Razão? Por ser um construto humano para a descrição da realidade encontrada na natureza, sujeito a revisões, ajustes e até o simples descarte (mudança paradigmática).

Mas isso, o HypeScience não abordará online, pois é um site que aceita as proposições transformistas de Darwin sem nenhum questionamento científico. QED, o HypeScience não é um site de ciência, mas sim um site ideológico promovendo o naturalismo filosófico como se fosse ciência.

HypeScience, uma dose de ceticismo salutar contra Darwin é científico, muito mais do que vocês imaginam!!!

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* Trabalho apresentado no II Congresso Nacional de Licenciaturas 2009, Universidade Presbiteriana Mackenzie, em 01/10/2009

A Sugestão de Egar Morin para o ensino das incertezas das ciências da evolução química e biológica – uma bibliografia brevemente comentada

Enézio Eugênio de Almeida Filho
Ms em História da Ciência
Doutorando em História da Ciência [Naquela ocasião]
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Email: neddy@uol.com.br

Resumo:

No seu livro Os sete saberes necessários à educação do futuro, Edgar Morin sugeriu à UNESCO incluir o estudo das incertezas que surgiram nas ciências físicas, nas ciências da evolução biológica e nas ciências históricas no século XX. Este artigo expande a sugestão feita por Morin em 1999 ao apresentar alguns exemplos da discussão de algumas linhas de evidências usadas para defender a evolução química ou biológica em livros-texto de biologia do ensino médio. Os argumentos apresentados por esses especialistas contradizem aspectos fundamentais das atuais teorias da evolução química e biológica, especialmente aqueles apresentados aos alunos em livros didáticos. Esses exemplos de discussão estão divididos em cinco seções, com uma breve descrição de suas implicações para a evolução química e biológica em um contexto de justificação teórica.

Palavras-chave: Charles Darwin, Edgar Morin, Teoria da evolução química, Teoria da evolução biológica, Incertezas

Abstract:

In his book Seven complex lessons in education for the future, Edgar Morin suggested to UNESCO to include the study of uncertainties that have emerged in the physical sciences, the sciences of biological evolution, the historical sciences in the 20th century. This article expands the suggestion made by Morin in 1999 by presenting some examples of the discussion of some lines of evidence used for defending the chemical or biological evolution in high school textbooks. The arguments presented by these specialists contradict fundamental aspects of current chemical and biological evolutionary theories, especially those presented to the students in textbooks. These examples of discussion are divided in five sections with a brief description of its implications for the chemical and biological evolution in a context of theoretical justification.

Key-words: Charles Darwin, Edgar Morin, Chemical theory of evolution, Biological theory of evolution, Uncertainties

** Para mais informações sobre os significados do termo ‘evolução’, vide “The Meanings of Evolução” por Stephen Meyer e Michael Keas.

Texto elaborado com materiais do Discovery Institute e seus vários blogs de ciência.

Veja o original aqui

Uma simples questão de reprodutibilidade no contexto de justificação teórica: os darwinistas pira, mano!

(By Enézio E. de Almeida Filho)
Por que será que muitos cientistas darwinistas membros da Nomenklatura científica ficam irritados quando o contexto de justificação teórica – aspecto importante na constatação da robustez heurística de uma teoria – é invocado quanto às especulações transformistas de Darwin? Por que a Galeria de meninos e meninas de Darwin nem sabe o que isso em termos epistemológicos, mas vomita sua retórica odiosa e cheia de ataques ad hominem aos críticos da atual teoria da evolução?
Source/Fonte: EchoTalk

Talvez eles fiquem irritados e demonizem os críticos de Darwin porque sabem que a maioria das pesquisas e trabalhos na área biológica evolutiva seriam reprovados magna cum laude no contexto de justificação teórica: reprodutibilidade. Abaixo um excerto do editorial da Bio Techniques lamentando-se que a falta de reprodutibilidade das pesquisas em algumas ciências produz uma falta de confiança nessas áreas. 75%  irreprodutibilidade na área biológica:

“The troubling trend of irreproducibility, which has been brewing for some time now, came to a head for many with the publication of a commentary in the journal Nature by Begley and Ellis finding that the results of 47 out of 53 studies could not be replicated. These preclinical studies formed the basis for other research studies and in some instances were the starting points for costly drug studies. Begley and Ellis are not alone in their findings- other reports have surfaced in recent months highlighting the problem of irreproducible studies. Recently, a group called the Global Biological Standards Institute (GBSI) presented a report making a case for biological standards. In interviews with 60 key figures in the life science community, nearly 75% of those interviewed described having to deal with irreproducible data and/or results. … It is interesting to note that at this moment of greater irreproducibility in life science, journals continue to minimize the space given to Materials and Methods sections in articles.”

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COMENTÁRIO CAUSTICANTE DESTE BLOGGER:
Agora está explicado por que a Nomenklatura científica abomina a aplicação do contexto de justificação à teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e de mecanismos de A a Z (vai que um falhe no meio do caminho…).

É a evolução do telefone celular, por definição da palavra evolução, uma evolução sem necessidade de um designer?

Eu costumo regularmente comentar e debater no blog do Mats [pra quem não sabe é o darwinismo.wordpress] e uma das coisas que mais comento e debato é evolução.

Eu tenho explicado que ID não é anti evolução, não porque isso torna essa posição mais confortável , ou que ID sustenta ancestralidade comum universal, mas apenas entende que se fosse verdade, ainda assim o ID se encaixaria melhor aos dados.

Os evos com que debato parecem usar o mesmo sentido de evolução para sua posição, e que , assim, evolução é natural, e não necessita de um designer como explicação, para origem e  desenvolvimento dos sistemas vivos, bem como o código genético.

Bom agora eu tenho um caso humano de evolução via ID, é bem simples, um artigo curto, mas muito fácil de compreender:

O telefone celular começou a ser criado pela empresa Bell Telephone Laboratories em 1947 que desenvolveu um sistema interligado por varias antenas, onde cada uma delas era chamada de célula, daí o nome Celular. Mas só alguns anos depois, a primeira ligação foi feita. O primeiro modelo foi desenvolvido para ser instalado em porta malas de carro, imagina! Eles pesavam cerca de 40 kg.
Em 1973, o diretor da Motorola, Martin Cooper, fez sua primeira ligação do modelo Motorola Dynatac 8000X em Nova Iorque. O aparelho tinha 7 x 25 de comprimento e pesava 1 kg.

É até estranho imaginar que isso era carregado pra cima e pra baixo

Depois disso, a busca pela perfeição e aprimoramento do aparelho não parou, prova disso são os celulares de hoje, cada vez mais sofisticados, compactos e exercendo tarefas múltiplas![Em evolução neo darwiniana seria algo assim:“mecanismos altamente evoluído”(comentário meu) ]

Abaixo mais um exemplo de evolução via ID em ação

A Evolução é um facto… dissociado do conhecimento científico.

Aqui vai um artigo,que faz questionar a validade da teórica evolução das espécies por meio de causas aleatórias,sem direcionamento,sem inteligência envolvida … o mais irônico é um neo ateu se gabar, alegar ser mais racional,ou se apoiar na razão e consequentemente ser ateísta por ser inteligente.  

Ouvimos (e lemos) muitos evolucionistas a papaguearem o cliché “A Evolução é um facto“. Por vezes, acrescentam algo do género: “e quem tal não reconhece é um ignorante que não percebe nada de ciência“. Os evolucionistas pensam que ao repetir vezes sem conta esta lenga-lenga ela vai-se tornar mais verdadeira. Se calhar… diz-se que se repetires constantemente alguma coisa ela irá ser aos poucos entendida como uma verdade.

Só que esta verdade evolucionista de que “a evolução é um facto” está dissociada do conhecimento científico. No mês passado (Setembro 2010), a publicar na Trends in Genetics, dois cientistas da Universidade de Cambridge dissertaram sobre os estudos sobre as adaptações genéticas nas populações naturais e concluíram de forma esclarecedora:

Nonetheless, most studies of recent evolution involve the loss of traits, and we still understand little of the genetic changes needed in the origin of novel traits.” – [A maioria dos estudos de evolução envolve a perda de características, e nós ainda entendemos pouco das mudanças genéticas necessária na origem de novas características].

É verdade. Virtualmente todos os estudos sobre mutações e alterações genéticas nos organismos envolvem perda de informação genética (Alguns exemplos na categoria “Genética“, debaixo de “O QUE DIZER DAS ALEGAÇÕES EVOLUCIONISTAS A RESPEITO DE EVOLUÇÃO EM ACÇÃO?“). Mas o que o conto evolucionista necessita é precisamente o contrário… o aparecimento de nova informação genética que produza novas funções e estruturas no ser vivo.

Afinal de contas… desde o ser unicelular que vivia sozinho no início de tudo até à tua pessoa são cerca de 100 triliões de células de diferença. De onde veio toda a informação genética que os seres vivos possuem? Das mutações, dizem os evolucionistas. O problema é que a maioria das mutações são prejudicias ao organismo e, como afirmam estes evolucionistas, “A maioria dos estudos de evolução envolve a perda de características“.

Se a evolução fosse de facto um facto, se ela fosse verdadeira, então o normal seria existirem estudos de sobra que mostrassem claramente a criação de nova informação genética, informação anteriormente não existente no ser vivo, que originasse novas características. Mas a verdade é que, não obstante os longos anos e dinheiros gastos com estudos de carácter evolutivo, “nós ainda entendemos pouco das mudanças genéticas necessária na origem de novas características“.

Mas eles lá continuarão a procurar, já que “a evolução é um facto”, apesar de não haver evidências científicas que expliquem como surgiram as milhares de características dos milhares de seres vivos que existem e existiram. Lembra-te das palavras destes evolucionistas da próxima vez que disseres que “a evolução é um facto”. Como é que pode ser um facto se “nós ainda entendemos pouco das mudanças genéticas necessária na origem de novas características“? Só na tua cabeça, mesmo!
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Vejam o comentário que o blogue Desafiando a Nomenklatura Científica fez a respeito deste assunto.