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Mutações genéticas não são adaptativas – Previsão baseada em causas evolutivas (As primeiras previsões da evolução)

By Cornelius Hunter – Darwins Predictions

 

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No século XX, a teoria da evolução previa que as mutações não seriam adaptáveis ou dirigidas. Em outras palavras, acreditava-se que mutações seriam aleatórias no que diz respeito às necessidades do indivíduo. Como colocou Julian Huxley , “mutação apenas fornece a matéria-prima da evolução; é um arranjo aleatório, e ocorre em todas as direções. … Em todos os casos elas são aleatórias em relação à evolução. Os seus efeitos não estão relacionados com as necessidades dos organismos” (Huxley, 36) Ou, como explicou Jacques Monod:

Acaso está na origem de toda inovação, de toda a criação na biosfera. Puro acaso, absolutamente autônomo, mas cego, na própria raiz do edifício estupendo da evolução: este conceito central da biologia moderna não é mais uma entre outras hipóteses possíveis ou mesmo concebível. Hoje é a única hipótese concebível, a única que se enquadra como fato observado e testado. E nada justifica a suposição – ou a esperança – de que, neste ponto, a nossa posição provavelmente será revista. ( Monod, 112)

Ronald Fisher escreveu que as mutações são “aleatórias no que diz respeito à necessidade do organismo” (Orr). Essa previsão fundamental persistiu por décadas, como explica um documento (paper) recente: “É assumido que mutação cria variação hereditária e ela é aleatória e sem direção.” (Chen, Lowenfeld e Cullis)

Mas agora é sabido que essa suposição é falsa. O primeiro problema é que a taxa de mutação é adaptável. Por exemplo, quando uma população de bactérias é submetida a condições adversas, ela tende a aumentar a sua taxa de mutação. É como se um sinal fosse enviado, dizendo: “É tempo de se adaptar.” Além disso, uma pequena fração da população aumenta ainda mais sua taxa de mutação. Estes hypermutators (“supermutantes”) asseguraram que uma variedade ainda maior de mudanças adaptativas seja explorada. (Foster) E experiências também descobriram que os segmentos duplicados de DNA podem estar sujeitos a taxa de mutação mais elevada. Uma vez que o segmento é uma duplicata, e é menos importante para se preservar; e, como um campo de teste; parece ser usado para experimentar novos projetos. (Wright)

 

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O segundo problema é que os organismos utilizam estratégias para dirigir as mutações de acordo com a ameaça. Mutações adaptativas têm sido extensivamente estudadas em bactérias. Experiências tipicamente alteram a oferta de alimentos das bactérias ou aplicam algum estresse ambiental causando mutações que têm como alvo um estresse ambiental específico (Burkala, et ai .; Moxon, et al.,.; Wright) mutações adaptativas também têm sido observadas em leveduras (Fidalgo, et. al .; David, et. al.) e plantas de linho. (Johnson, Moss e Cullis)

Um experimento encontrou mutações repetíveis no setor do linho em resposta a níveis de adubação. (Chen, Schneeberger e Cullis) Outro experimento expôs o linho a quatro diferentes condições de crescimento e descobriu que o estresse ambiental pode induzir mutações que resultam em “respostas consideráveis, rápidas e adaptações evolutivas.” (Chen, Lowenfeld e Cullis)

Em resposta a esta falha da previsão, alguns evolucionistas agora estão dizendo que a evolução, de alguma forma, criou os mecanismos que causam mutações adaptativas.

(Texto adaptado)

Referências:

 

Burkala, E., et. al. 2007. “Secondary structures as predictors of mutation potential in the lacZ gene of Escherichia coli.” Microbiology 153:2180-2189.

Chen, Y., R. Lowenfeld, C. Cullis. 2009. “An environmentally induced adaptive (?) insertion event in flax.”International Journal of Genetics and Molecular Biology 1:38-47.

Chen, Y., R. Schneeberger, C. Cullis. 2005. “A site-specific insertion sequence in flax genotrophs induced by environment.” New Phytologist 167:171-180.

David, L., et. al. 2010. “Inherited adaptation of genome-rewired cells in response to a challenging environment.”HFSP Journal 4:131–141.

Fidalgo, M., et. al. 2006. “Adaptive evolution by mutations in the FLO11 gene.” Proceedings of the National Academy of Sciences 103:11228-11233.

Foster, P. 2005. “Stress responses and genetic variation in bacteria.” Mutation Research / Fundamental and Molecular Mechanisms of Mutagenesis 569:3-11.

Huxley, Julian. 1953. Evolution in Action. New York: Signet Science Library Book.

Johnson, C., T. Moss, C. Cullis. 2011. “Environmentally induced heritable changes in flax.” J Visualized Experiments47:2332.

Monod, Jacques. 1971. Chance & Necessity. New York: Vintage Books.

Moxon, E., et. al. 1994. “Adaptive evolution of highly mutable loci in pathogenic bacteria.” Current Biology 4:24-33.

Orr, H. 2005. “The genetic theory of adaptation: a brief history.” Nature Review Genetics 6:119-127.
Wright, B. 2000. “A biochemical mechanism for nonrandom mutations and evolution.” J Bacteriology 182:2993-3001.
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Previsão chave da evolução falsificada?

By Uncommon Descent

 

Kirk Durston escreve:

 

RecA

 

A vida biológica requer milhares de diferentes famílias de proteínas, cerca de 70% das quais são proteínas globulares, cada uma com uma forma tri-dimensional que é única para cada família de proteínas.

Um exemplo é mostrado na foto no topo deste post. Esta forma 3D é necessária para uma função biológica específica e é determinada pela sequência dos diferentes aminoácidos que compõem essa proteína.

Em outras palavras, não é a biologia que determina a forma, mas a física. Sequências que produzem estruturas 3D funcionais estáveis são tão raras que hoje os cientistas não tentam encontrá-las usando bibliotecas com sequências aleatórias. Em vez disso, eles usam informações que eles obtêm a partir de proteínas biológicas de engenharia reversa para conceber proteínas artificiais inteligentes.
Na verdade, nossos supercomputadores do século 21 não são poderosos o suficiente para triturar as variáveis e localizar novas estruturas 3D.

No entanto, uma previsão fundamental da teoria neo-darwinista é que um processo evolutivo extremamente lento que consiste na deriva genética, mutações, inserções e deleções deve ser capaz de “encontrar” não apenas uma, mas milhares de sequências pré-determinadas pela física com estabilidades diferentes, a saber estruturas 3D funcionais.

Então como é que esta previsão falsificável sustenta-se quando testada contra dados reais? Como deve ser o caso na ciência, eu disponibilizei meu programa para que você possa executar seus próprios dados e verificar por si mesmo os tipos de probabilidades que estas famílias de proteínas representam.

 

 

Observação:

O link do UD sobre o programa de Durston pelo que constei esta dando erro no UD, então eu fiz uma busca e encontrei o método referido por Kirk Durston aqui… Porem este link contem varias pastas, que também, pelo que constei estão corrompidas, mas entre estas muitas pastas existe uma com arquivo que pode ser aberta; é a única que você consegue enxergar que contem um texto, então fica a informação a quem tiver interesse… E também esse arquivo de Dursten encontra-se no idioma em inglês.

12 evidências que refutam a evolução dos pássaros

Muitas pessoas acreditam que os dinossauros ainda existem nos dias de hoje, e não só as pessoas que pesquisaram o Mokele-mbembe (o saurópode do Congo) ou o monstro do Lado Ness (que já foi descrito como um plesiossauro da Escócia). Os cientistas crentes na teoria da evolução pensam que os dinossauros ainda se encontram vivos hoje em dia, mas que a única diferença é que eles são chamados de aves.

A ciência é uma área que lida com tópicos que podemos estudar, observar e testar. Nunca foi visto um dinossauro (ou qualquer outro animal) a evoluir para um pássaro. uma vez que não podemos observar o proceso hoje em dia, temos que abandonar o campo da ciência e entrar na mais liberal arte forense. O cientista forense irá usar objectos que se podem testar, estudar e observar no presente como forma de confirmar ou refutar a sua hipótese em relação ao que aconteceu no passado.

1. Estrutura do quadril.

Com dois tipos de quadris de dinossauros (saurichia ou ornithischia) nenhum deles está suficientemente perto do quadril das áves modernas de modo a que este quadril possa ser explicado através de pequenas modificações evolutivas. O quadril dos dinossauros terópodes (aqueles que têm dois grandes pés e duas pequenas mãos e que supostamente evoluíram para pássaros) é menos semelhante com o quadril duma ave do que com o quadril das famílias de dinossauro maiores que andam com os quatro membros sobre o chão; devido a isto, é de certa forma irónico que eles ainda considerem os dinossauros terópodes como “lagartos com quadril”.

A pélvis dos “pássaros com quadril” tem o osso púbis direccionado para a retaguarda enquanto que a pélvis dos “lagartos com quadril” tem o púbis virado para frente. Não só as mudanças na estrutura óssea seriam detrimentais para a estabilidade, mas este tipo de modificação teria que ocorrer múltiplas vezes nos “ornithischians” (Ornithopods), nos therizinosauróides (Segnosaurus), e nos dromaeosauridos (Velociraptor) visto que eles teriam que ter evoluído essa estrutura em alturas distintas. OS cientistas nunca observaram uma estrutura quadril modificar-se de “quadril de pássaro” para “quadril de réptil”.

2. Joelho e tornozelo

À primeira vista, podem notar que os joelhos dos dinossauros estão virados para frente como os nossos, ao mesmo tempo que os joelhos das aves estão voltados para trás. Mas se olharem para o esqueleto dos pássaros, irão notar que o joelho não está visivel e a junção que se dobra quando a ave corre é o tornozelo. Embora seja difícil explicar o porquê dum pássado evoluir um osso do pé longo e rígido, e ter um tornozelo tão elevado, os problemas são muitos mais fisiológicos.

A parte traseira dos pássaros está cheia de bolsas de ar que são vitais para o seu sistema de respiração. Os ossos da coxa dos pássaros estão fixos de modo a suportar as bolsas de ar (algo que não acontece com os dinossauros e nem com os humanos quando estes correm). O motivo pelo qual os pássaros são “corredores de tornozelo” em vez de “corredores de joelho”, é devido ao facto de que, se o fémur das aves se mover enquanto elas correm, as suas bolsas de ar entram em colapso.

Estes sistemas nunca poderiam evoluir de forma independente; ambos teriam que estar presente desde o primeiro momento como forma de garantir a sobrevivência dos pássaros. Os cientistas nunca observaram um animal a deixar de ser um “corredor de joelho” e passar a ser um “corredor de tornozelo”.

3. Os dígitos dos dedos.

Os seres humanos têm cinco dedos digitais catalogados de polegar (I), indicador (II), médio (III), anelar (IV) e mínimo (V). Uma vez que a maior parte dos animais têm um design comum, eles partilham também estruturas do braço/pulso/mão comuns. Algumas pessoas que acreditam na teoria da evolução atribuem esta semalhança a um ancestral comum, e devido a isso, identificam os dedos das mãos dos dinossauros e dos pássaros usando os mesmos números do I ao V.

Isto torna-se num problema para os evolucionistas visto que as observações feitas ao desenvolmento digital demonstrou que as aves têm os dígitos II (indicador), III (médio) e IV (anelar), enquanto que as evidências fósseis indicam que os dinossauros tinham os dígitos I (polegar), II (indicador) e III (médio). Se os dinossauros realmente evoluíram para pássaros, então a mão do dinossauro teria que ter evoluído um quarto dígito e ter perdido o primeiro dígito. Visto que o número do dígito é determinado pelo local onde ele está colocado no pulso, outros evolucionistas sugeriram que os ossos foram adicionados a um dedo e removido de outro dedo embora ainda esteja ligado ao mesmo local no pulso. Os cientistas nunca observaram um dedo a mudar de posição no pulso.

4. Ossos ocos

Os pássaros, ao contrário dos dinossaros, têm ossos ocos que contém travessas e treliças. Este design fornece força extra e um peso mais leve, semelhante ao que nós usamos nas casas e nas pontes. Este tipo de características genéticas não podem evoluir como consequência de alterações ambientais ou de necessidade. Os cientistas nunca observaram ossos preenchidos com medula a evoluírem para ossos com treliças.

5. Metabolismo.

A maior partes dos répteis tais como o Dragão de Komodo são muito letárgicos e têm um metabolismo totalmente diferente do metabolismo dos pássaros. Por sua vez, a Limosa com cauda listrada é um pássaro que anualmente faz uma viagem de 15,000 milhas do Alasca para o Hawaii, para a Nova Zelândia, para a China, e de volta para o Alasca. O metabolismo é usado em muitas reacções químicas do corpo, e elas têm que ocorrer ao mesmo tempo.

Dino_Ave5_Metabolismo

6. Termorregulação

Os répteis de “sangue frio” regulam a temperatura do seu corpo de maneiras bem diferentes que os pássaros e os mamíferos de “sangue quente”. Os animais de “sangue quente” ou endotérmicos mantêm uma temperatura corporal constante regulando automaticamente o seu metabolismo. Os animais de “sangue frio” ou ectotérmicos usam fontes de calor externas para regular a sua temperatura corporal. O processo de regulação de temperatura é embutido no ADN das criaturas muito antes delas nascerem, e elas não têm o poder para o modificar. Os cientistas nunca observaram um animal ectotérmico a evoluir para um animal endotérmico (ou vive-versa).

7. Tamanho

A maior parte dos pássaros têm menos de 70 centímeros de tamanho ao mesmo tempo que vários dinossauros encontrados têm mais de 30 metros comprimento. Uma vez que os répteis nunca param de crescer, é bem provável que os seus tamanhos enormes se prendam com o facto deles viverem durante centenas de anos. A Bíblia revela que não era fora do comum as pessoas viverem até aos 900 anos antes do Dilúvio.

O ADN contém toda a informação necessária para produzir animais grandes e animais pequenos. Os cães podem variar entre um Chihuahua com 27cm até ao Great Dane, que pode atingir 1,80m de altura, mas nenhum tipo de cruzamento genético pode permitir que se crie um cão com 30 metros de comprimento. Os cientistas nunca observaram alterações no ADN que causem que os animais tenham uma alteração tão drástica do seu tamanho.

8. Esterno ajoelhado

Os pássaros têm uma fúrcula ou “wishbone” que inclui um osso de esterno ajoelhado. Todos os pássaros que voam têm um esterno ajoelhado, crucial para o vôo, onde os músculos se ligam. Os cientistas nunca observaram um animal sem um esterno ajoelhado a desenvolver um, e a gerar os músculos certos para se conectarem a ele.

9. Escamas e penas.

As escamas nos répteis não são nada como as penas dos pássaros. A pena é uma plumagem complicada que só é encontrada nos pássaros. As penas desenvolvem-se a partir dum folículo parecido com o cabelo e têm uma haste que têm as farpas a estenderem-se a partir dele; essas farpas têm bárbulas e essas bárbulas têm ganchos. Esses ganchos agem tal como Velcro microscópico que está construído com a mesma curvatura de modo a enganchar-se nas bárbulas vizinhas.

As escamas são apenas dobras e bolsos na pele e eles não crescem a partir dum fólico. O motivo pelo qual a cobra é capaz de mudar a sua pele duma só vez prende-se com o facto das escamas estarem todas ligadas umas às outras. Isto é totalmente diferente do que acontece com as penas ou com o cabelo.

As penas e as escamas são ambas feitas com ceratina mas isso não explica as suas estruturas e o seu design completamente diferente. As conchas, as garras, os bicos, e os espinhos do porco-espinho são todos feitos com ceratina, mas não porque têm um parente comum, mas sim porque a ceratina está muito bem construída e ajustada para os mais variados propósitos.

Algumas notícias dizem que os dinossauros tinham proto-penas, algo baseado em fósseis com linhas encontradas nas extremidades da pele. Mas as proto-penas não são de maneira nenhuma semalhantes às penas, e muito provavelmente são só fibras de colagénio desgastadas que se originaram de dentro das células – e não fóliculos presentes no lado de fora da pele.

10. Glândula alisadora

Os pássaros têm uma glândula uropigial, ou glândula alisadora, na base da sua espinha que segrega óleo. As áves giram as suas cabeças 180 graus e usam os seus bicos para esfregar o óleo de alisar nas suas penas. Sem este tipo de lubrificação, as penas dos pássaros não operam de forma correcta. Os dinossauros não têm uma glândula uropigial, e os cientistas nunca observaram um animal a evoluir tal glândula, nem a evoluir, ao mesmo tempo. a habilidade para girar a sua cabeça 180 graus para aceder a parte inferior da espinha.

11. Fósseis de pássaros modernos.

Para que os dinossauros tenham evoluído para pássaros, é necessário que os dinossaros tenham aparecido primeiro; mas o que nós encontramos são fósseis de pássaros modernos em camadas inferiores aos seus supostos ancestrais reptilíneos. Confuciusornis feducciai e Confuciusornis sanctus são apenas alguns exemplos de pássaros modernos encontrados no Período Cretáceo Inferior.

12. Archaeopteryx

O fóssil de Archaeopteryx é considerado por alguns como um fóssil transicional entre os répteis e os pássaros devido ao facto dele ter dentes e garras; no entanto, o Archaeopteryx é considerado como uma áve verdadeira. Para além disso, sabe-se de outras áves que têm garras (tais como a avestruz e as ciganas [hoatzin] quando são pequenas). Por outro lado, já foram documentados casos de áves Hesperornis contendo dentes.

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Conclusão:

Devido a isto, só nos resta perguntar: será mesmo que os dinossauros evoluíram para pássaros? Claramente não; os pássaros vieram primeiro, e depois foram criados os dinossauros. Para além disso, não há qualquer tipo de evidência científica de que um réptil pode, depois de “milhões de anos”, mudar por completo a sua biologia e fisiologia e passar a ser um pássaro. O que a ciência claramente revela é que os animais reproduzem-se segundo a sua espécie, exactamente o que Génesis diz.

Génesis 1
E disse Deus: Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus. . . . E foi a tarde e a manhã, o dia quinto. (Gén 1:20,23)

E disse Deus: Produza a terra alma vivente conforme a sua espécie; gado, e répteis e feras da terra conforme a sua espécie; e assim foi…. E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã, o dia sexto. (1:24,31)

Fonte: darwinismo.wordpress

As proteínas são Aleatórias?

(By Enezio A Filho)
Fred Sanger, as sequências de proteínas e a evolução versus a ciência.
As proteínas são aleatórias?
A morte do grande bioquímico Frederick Sanger esta semana nos lembra de mais um dos muitos fracassos da evolução, isto é, a visão de que as sequências de proteínas são aleatórias. Eis como um obituário de Sanger explica:
… Chibnall e Sanger acreditavam que deveria existir uma possibilidade real de se determinar a estrutura química das proteínas. Esta ideia era controversa naquele tempo pois, embora os 20 ou mais aminoácidos que podem entrar na formação de proteínas fossem conhecidos, a maioria dos cientistas acreditavam que a disposição dos aminoácidos diferentes numa proteína era aleatória. Um professor tinha até produzido uma fórmula matemática complexa que expressaria esta função aleatória. Assim, quando Chibnall tentou que Sanger obtivesse fundos de pesquisa do Medical Research Council [Conselho de Pesquisa Médica] para pesquisar a estrutura de proteína, o fundo de pesquisa foi recusado porque “todo mundo sabia” que o padrão dos aminoácidos em uma proteína era aleatório.
Apesar disso, Sanger conseguiu juntar dinheiro suficiente de várias fontes para começar a pesquisa. De 1944 a 1951 ele fez parte do Beit Memorial Fellowship for Medical Research; e em 1951, ocasião em que o Medical Research Council [Conselho de Pesquisa Médica] tinha reconhecido a importância de sua pesquisa, ele se tornou membro do staff externo do MRC.
A proteína que Sanger escolheu para sua pesquisa foi a insulina que, bem como sendo relativamente pequena em tamanho, tinha fortes implicações clínicas na compreensão de doenças tais como a diabetes. Ele desenvolveu um método de marcar o aminoácido final e separá-lo da insulina. O aminoácido final era então identificado e o processo repetido. Através deste laborioso método, Sanger demonstrou que uma molécula de insulina contém duas correntes de peptídeos feitas de dois ou mais aminoácidos que são ligados entre si por duas pontes de dissulfeto. Eles levaram mais oito anos para identificar finalmente os 51 aminoácidos que compõem a insulina.
A mitologia evolucionária da aleatoriedade em nível molecular persistiu por muitos anos vindouros. Eis como o famoso evolucionista francês, Jacques Monod, descreveu a descoberta pioneira de Sangar no seu clássico evolucionário Chance & Necessity [Acaso & Necessidade]:
“A primeira descrição da sequência completa de uma proteína globular foi dada por Sangar em 1952. Foi tanto uma revelação como um desapontamento. Esta sequência, que sabiam definir a estrutura, daí as propriedades eletivas de uma proteína funcional (insulina), foi demonstrada ser sem nenhuma regularidade, sem qualquer característica especial, ou qualquer característica restritiva. Mesmo assim, a esperança permaneceu que, com o acúmulo gradual de outras descobertas como esta, de algumas leis gerais de montagem, bem como de certas correlações funcionais, isso seria finalmente esclarecido. Hoje, a nossa informação se estende a centenas de sequências correspondendo a várias proteínas extraídas de todos os tipos de organismos. Das pesquisas dessas sequências, e depois de compará-las sistematicamente com a ajuda de meios modernos de análise e computação, nós agora estamos numa posição para deduzir a lei geral: é a lei do acaso. Para ser mais específico: essas estruturas são “aleatórias” no sentido exato que, fôssemos nós saber a ordem exata de 199 resíduos [i.e., os aminoácidos] em uma proteína contendo 200, seria impossível formular qualquer regra, teórica ou empírica, que nos capacitasse a predizer a predizer a natureza de um resíduo ainda não identificado na análise.
Dizer que em  um polipeptídeo a sequência de aminoácido é “aleatória” pode, talvez, soar como uma admissão de total ignorância.  Bem ao contrário, a declaração expressa a natureza dos fatos.” [Vintage Books Edition, 1972, p. 96]
Na verdade, as sequências de aminoácidos não são aleatórias não mais do que uma sentença em inglês é aleatória. Mas se você não conhece a linguagem, ela pode parecer aleatória, tal como nesta sequência letras: “modnartonsierutan”. Mas aparências podem enganar. Reversta a ordem e adicione alguns espaços, e a sequência se torna: “nature is not random” [a natureza não é aleatória].
Testes padrões de aleatoriedade demonstram que o texto em ingles, e as sequências de proteínas, não são aleatórios. Apesar disso, os evolucionistas continuaram a promover esta visão. Um artigo de 1986 descreveu as proteínas globulares como tendo “sequências aleatórias” e que os requisitos físicos de tais proteínas são comumente herdadas em sequências aleatórias.
Do mesmo modo bem mais tarde em 1990 os evolucionistas asseveraram que a distribuição de aminoácidos oleosos em sequências de proteínas não podiam “ser distinguidas daquelasesperadas de uma distribuição aleatória.” Assim, as proteínas poderiam ter “se originado de sequências aleatórias.”
Tudo isso foi demonstrado ser falso e é mais outra predição falsa do pensamento evolucionário metafisicamente orientado.

É a evolução do telefone celular, por definição da palavra evolução, uma evolução sem necessidade de um designer?

Eu costumo regularmente comentar e debater no blog do Mats [pra quem não sabe é o darwinismo.wordpress] e uma das coisas que mais comento e debato é evolução.

Eu tenho explicado que ID não é anti evolução, não porque isso torna essa posição mais confortável , ou que ID sustenta ancestralidade comum universal, mas apenas entende que se fosse verdade, ainda assim o ID se encaixaria melhor aos dados.

Os evos com que debato parecem usar o mesmo sentido de evolução para sua posição, e que , assim, evolução é natural, e não necessita de um designer como explicação, para origem e  desenvolvimento dos sistemas vivos, bem como o código genético.

Bom agora eu tenho um caso humano de evolução via ID, é bem simples, um artigo curto, mas muito fácil de compreender:

O telefone celular começou a ser criado pela empresa Bell Telephone Laboratories em 1947 que desenvolveu um sistema interligado por varias antenas, onde cada uma delas era chamada de célula, daí o nome Celular. Mas só alguns anos depois, a primeira ligação foi feita. O primeiro modelo foi desenvolvido para ser instalado em porta malas de carro, imagina! Eles pesavam cerca de 40 kg.
Em 1973, o diretor da Motorola, Martin Cooper, fez sua primeira ligação do modelo Motorola Dynatac 8000X em Nova Iorque. O aparelho tinha 7 x 25 de comprimento e pesava 1 kg.

É até estranho imaginar que isso era carregado pra cima e pra baixo

Depois disso, a busca pela perfeição e aprimoramento do aparelho não parou, prova disso são os celulares de hoje, cada vez mais sofisticados, compactos e exercendo tarefas múltiplas![Em evolução neo darwiniana seria algo assim:“mecanismos altamente evoluído”(comentário meu) ]

Abaixo mais um exemplo de evolução via ID em ação

Como solucionar a Explosão Cambriana: Acelere o velocímetro evolucionário!!!

Eu sinceramente sou obrigado a rir, vendo como evos resolveram  cientificamente o problema do câmbrico. Eu quero encarar o debate de forma séria e respeitosa, mas tenho que confessar que é hilariante ver como, a forma que o problema do câmbrico foi solucionado pelos evos.
E ainda veem problemas com o D.I. … acusando-o de pseudociência, criacionismo travestido de ciência … me desculpem o tu quoque , mas entendo que ele é legítimo, um evo não pode criticar os métodos do DI, nem acusa-lo de ser pseudocientífico.
Mas com relação ao câmbrico, os evos conseguiram se superar quando o assunto é humor. [Jeph Simple]
Evolution News & Views 20 de setembro de 2013 5:05 AM |Permalink
Entre os artigos científicos por aí que tentam refutar o Stephen Meyer sem mencioná-lo, eis aqui um que torna tudo tão simples: a evolução apenas ocorreu mais rapidamente no Cambriano, só isso.
É impressionante como que a mídia se reuniu ao redor de uma nova pesquisa publicada no Current Biology por Lee, Soubrier e Edgecombe, “Rates of Phenotypic and Genomic Evolution during the Cambrian Explosion.” [Taxas de evolução fenotípica e genômica durante a Explosão Cambriana]. É como se eles estivessem dando um suspiro de alívio coletivo: agora nós não temos que lidar com o novo livro Darwin’s Doubt de Meyer; por que? Porque a dúvida foi substituída com a certeza. O artigo anuncia confiantemente, “The Cambrian explosion (evolution’s “big bang”) is compatible with Darwinian evolution.” [A explosão cambriana (o big bang da evolução) é compatível com a evolução darwinista] (ênfase adicionada).
Resumindo, o artigo afirma que a evolução ocorreu entre 4 a 5.5 vezes mais rápida durante o Cambriano do que sua costumeira velocidade lenta e gradual. Para chegarem à aquela medida, Lee e Soubrier da Austrália e Edgecombe do Museu de História Natural de Londres compararam 395 caracteres fenotípicos e 62 genes de artrópodes atuais, “o filo mais diverso no período Cambriano e hoje.” Uma vez que a evolução ocorreu mais rapidamente, todas as “principais inovações fenotípicas” foram capazes de “surgir subitamente” em um intervalo curto de tempo. (Eles assumem que seja o que aumentou a velocidade da evolução para os artrópodes também acelerou para os outros filos “surgiram” em um instante geológico: “Esta pesquisa diz respeito a artrópodes, mas os resultados provavelmente são aplicáveis à maioria da vida.”)
Como mágica, o problema é solucionado. “As descobertas, publicadas online hoje no Current Biology, resolve o ‘dilema de Darwin’: o súbito surgimento de uma plethora de grupos de animais modernos no registro fóssil no início do período Cambriano,” anunciou orgulhosamente uma nota à imprensa da Universidade de Adelaide, seu Professor Associado Michael Lee no centro das atenções. A explosão Cambriana era nada mais do que a evolução padrão ocorrendo no lapso de tempo.
Uma olhada no trabalho revela admissões danosas, omissões flagrantes, e lapsos na lógica. Vamos considerar isso agora.
Admissões danosas
Os autores admitem que a explosão Cambriana foi súbita. Eles sabem que isso trouxe sérias dúvidas a Charles Darwin: “Darwin considerou famosamente que o súbito surgimento de morfologias complexas no Cambriano inferior estava em desacordo com os processos evolucionários normais.” Eles também sabem que pesquisas subsequentes concluíram a mesma coisa:
Muitos pesquisadores subsequentes têm argumentado razoavelmente que este impulso de diversos fósseis não é explicável sem, ou postular um longo prelúdio Pré-cambriano ou invocar “processos evolucionários desconhecidos.” Semelhantemente, análises moleculares iniciais concluíram que as extensivas divergências moleculares entre os artrópodes, equinodermas, e cordatos não podiam ser totalmente reconciliadas com o abrupto registro fóssil Cambriano, assumindo até as taxas modernas mais rápidas de evolução molecular.
Eles também sabem que os críticos do Darwinismo estão mostrando esses fatos ousadamente: “Essas reservas legítimas têm sido previsivelmente exploradas pelos oponentes da evolução.”
Outro fato que eles reconhecem é a falta de evidência de um longo “pavio” pré-cambriano que resultou na explosão. A própria pesquisa deles, na verdade, apoia o “consenso emergente” de que qualquer evento pré-cambriano que resultou na explosão tinha que ter sido curto, não somente porque não há registro fóssil disso, mas também porque não soluciona o problema de os animais terem “adquirido muitas novidades simultaneamente por todo o início do Cambriano.” Os fósseis de Ediacara, portanto, não ajudam.
Consequentemente, eles concordam que o tempo de inovação rápida foi breve, encaixando-se dentro de 40 milhões de anos (Meyer fornece evidência de que foi curto em torno de cinco milhões de anos, 1/10 de 1% da história da Terra, p. 72). Embora eles assumam o cálculo evolucionário generoso de 40 milhões de anos, eles reconhecem que o período rápido da divergência dos artrópodes seja comprimido em menos do que 10 milhões de anos no Cambriano Inferior.
Eles também admitem que este período foi único: “a evolução durante a explosão Cambriana foi incomum (comparada ao Fanerozoico subsequente) em que as rápidas taxas estiveram presentes por muitas linhagens.”
Omissões Flagrantes
A pesquisa assume que acelerando a seleção natural soluciona todos os problemas, e traz a diversificação Cambriana com segurança de volta ao redil de Darwin. O que eles falham em reconhecer é que cada filo surge abruptamente no registro fóssil, sem formas transicionais. O primeiro trilobita é totalmente trilobita. O primeiro Anomalocaris é totalmente Anomalocaris. A explosão Cambriana não é apenas uma questão de brevidade de tempo. É uma lacuna entre micróbios (ou colônias de multicelulares de corpos moles, se consideramos os animais da fauna de Ediacara) e planos corporais plenamente integrados com pernas articuladas, olhos complexos, entranhas, cérebros, sistemas nervosos, e toda uma nova ecologia.
Portanto, acelerando o relógio evolucionário não soluciona o verdadeiro problema que Meyer enfatizou no seu livro: de onde veio a informação para construir todas essas novas formas corporais? Se alguém dobrar ou triplicar o intervalo de tempo, isso não mudaria aquela questão. A ausência de transições e a súbita aparição de tecidos complexos, órgãos, e sistemas demandam uma explicação, contudo, podemos tergiversar sobre a duração da explosão.
A certa altura, após declararem que a evolução ocorreu 4 a 5.5 vezes mais rapidamente do que o normal, os autores afirmam que suas conclusões são robustas, mesmo quando comprimindo a explosão para o intervalo mais breve:
Surpreendentemente, essas primeiras taxas não mudam substancialmente mesmo se a radiação dos artrópodes for comprimida inteiramente no Cambriano (∼542 mega-ano [Ma]) ou restringir ao Criogeniano (∼650 Ma). As taxas mais rápidas ainda são consistentes com evolução pela seleção natural e com os dados dos organismos vivos, solucionando potencialmente o “Dilema de Darwin.”
Aquela afirmação, todavia, depende em formas transicionais que não são encontradas no registro fóssil. Eles precisam das transições para demonstrar que a seleção natural, mesmo que ocorrendo em alta velocidade, construíram individualmente esses animais selecionando pequenas variações. Até mesmo Lee e equipe não afirmariam que um micróbio dividiu-se e surgiu um trilobita.
Vamos considerá-los nas taxas comprimidas e ver o que isso significa. Vamos supor que você está no programa Caçadores de Mitos testando um novo modelo de explosões. Um fabricante de mito alega que as explosões são realmente lentas e graduais, e ocorrem por processos naturais da luz sola atingindo o solo, em vez de explodir por alguém montando a bomba. O equipamento mede a duração de uma explosão em 20 milissegundos  Suponhamos que o fabricante de mito então afirme que isso foi realmente 10 segundos, se alguém considerar os preparativos e as consequências. Então ele se vangloria que pode até comprimir aquele intervalo pela metade – cinco segundos, e que seu modelo natural de explosão ainda prevalece. Os Caçadores de Mitos aceitariam aquela história? Não; eles ririam na cara dele na hora. A essência da explosão foi ser súbita. Não importaria se alguém “reduzir” ou “comprimir” o tempo naquela explosão; a explosão em si mesma foi abrupta. Do mesmo modo, quando alguém encontra um trilobita completo em uma camada de rocha sem precursores, esta é a questão! Tergiversar sobre quantos milhões de anos se passaram antes e depois que isso “surgiu abruptamente” não adiciona nada para o nosso conhecimento.
Lapsos na Lógica
Lee e equipe brincam com os “velocímetros” da seleção natural, assumindo que a evolução pode ocorrer até 5.5 vezes mais rápida do que o normal e ainda caber no paradigma Darwinista. Eles já abandonaram a explicação do “rastilho lento do Pré-cambriano”, então a única opção são os “mecanismos evolucionários desconhecidos” que alguns têm sugerido. Ao afirmarem que mecanismos evolucionários comuns, ocorrendo mais rapidamente, são suficientes, eles acham que resolveram o “Dilema de Darwin” e responderam aos “oponentes da evolução” que “previsivelmente exploram” as “reservas legítimas” que apresenta a explosão Cambriana.
Eles estão respondendo a pergunta errada. Não é uma questão de evolução lenta vs. evolução rápida. Não é uma questão de evolução através de mecanismos desconhecidos vs. mecanismos conhecidos. A evolução em si é a questão! A explosão Cambriana levanta a questão da evolução darwinista vs. design inteligente, porque o súbito surgimento de mais de duas dúzias de planos corporais distintos sem precursores desafia qualquer explicação naturalista, não importa quão rápida ocorra.
Resumindo, Lee e equipe estão simplesmente dizendo, “Eles evoluíram porque eles evoluíram mais rapidamente.” Isso não é o desafio que o registro fóssil levanta. Isso é uma resposta circular que assume a evolução [a priori] para argumentar a favor da evolução. Eis outro exemplo: “Os clades caracterizados por maiores inovações fenotípicas frequentemente exibem taxas mais altas de evolução no início…”
Os livros de Meyer levantam desafios fundamentais para a evolução e outras explicações naturalistas, não apenas “explorando” as “reservas legítimas” sobre a taxa de evolução, mas sobre a própria evolução como uma explicação científica. Ele não está apenas apontando buracos na teoria da evolução. Ele está fazendo um caso positivo a favor do design: sempre que alguém encontrar sistemas ricos em informação com partes integradas contribuindo para função, seja um computador ou um trilobita, nós sabemos a partir de nossa experiência uniforme que a inteligência desempenhou um papel na sua origem. Eles precisam parar de atacar espantalhos e enfrentar essas questões.
Lee e equipe também cometem uma falácia evolucionária comum que nós podemos chamar de a teoria da evolução “a oportunidade bate na porta”. Eles assumem que a seleção natural, cheia de poder criativo e desejo de inventar infindáveis formas mais bonitas, irá correr para preencher novas oportunidades ambientais. Eis como eles pintam a ideia em um jargão: eles falam de “oportunismo ecológico combinado com um panorama de aptidão mais complexo, que pode ter liberado capacidades evolucionárias latentes” – um jeito mais complicado de dizer, “espaços vazios trazem empreendedores”. Embora isso possa funcionar em economia com seres humanos inteligentes, os micróbios não estão na obrigação de se tornarem trilobitas, só por causa do “oportunismo ecológico.” Esta fala de “capacidades evolucionárias latentes” personificam os organismos simples antes da explosão Cambriana, tornando-os concorrentes em um desafio de invenção, ansiosos por inovar.
O Exagero da Mídia
Dos artigos que nós temos examinado que tentam responder a explosão Cambriana, este por Lee et al. deve certamente figurar como o mais idiota de todos. Eles se esquivam das questões importantes. Argumentam em círculo, usando premissas evolucionárias para defender a evolução. Eles empregam argumentação ad hoc para evitar o falseamento da teoria da evolução. Eles lutam com espantalhos. Apesar do jargão, suas conclusões são desinteressantes, evasivas, e ilógicas.
Ainda assim, a campanha publicitária em relação aos dados tem sido for a de base: a mídia alardeou isso como a resposta para todos os críticos, as “descobertas” científicas para resgatar finalmente Darwin de seu dilema. No Live Science, em um artigo que reverberou pela Internet, Tia Ghose escreveu, “Lightning-Fast Evolution Clocked During Cambrian Explosion” [Evolução na velocidade da luz cronometrada durante a explosão Cambriana] como se Lee estivesse segurando um cronômetro.
Um crustáceo com 3.000 lentes nos seus olhos, criaturas tipo camarão com 1.80 m de comprimento, e organismos que pareciam tulipas surgiram rapidamente (do ponto de vista evolucionário) e cena entre 520 milhões a 540 milhões de anos atrás. E agora os cientistas calcularam como quão rápida a evolução estava ocorrendo durante o “Big Bang” da evolução.”
Reconhecendo que a explosão Cambriana viu a “súbita aparição” da “maioria dos grupos de animais modernos do planeta”, inclusive as criaturas co olhos, antenas, mandíbulas cortantes, pernas articuladas e muito mais, Ghose anunciou triunfantemente que Lee e seus colegas tinham resistido àqueles criacionistas malditos:
Pesquisadores têm debatido há muito tempo como exatamente os animais puderam ter evoluído tão rapidamente durante o período. Os criacionistas até têm usado a explosão Cambriana para levantar dúvidas sobre a teoria da evolução, sugerindo que alguma mão divina deve ter tido um papel…
Por que não estamos surpresos com essa pista falsa?
A equipe descobriu que o surgimento de muitas criaturas marinhas durante a explosão Cambriana podia ser explicada por uma evolução acelerada – mas não realista, através da seleção natural, ou pelo processo no qual os organismos mudam ao longo do tempo devido a mudanças nas características físicas ou comportamentais.
Concedendo a Michael Lee, o principal autor, o púlpito para a bênção, seu artigo finaliza,”Nesta pesquisa nós calcuIamos que tanto as taxas da evolução morfológica e genética durante a explosão Cambriana foram cinco vezes mais rápidas do que hoje – bem rápidas, mas perfeitamente consistente com a teoria da evolução de Darwin”, disse Lee.
Pelo menos a revista Science oferece uma sugestão de cautela no seu louvor desproposital:
“É um excelente primeiro passo”, disse Douglas Erwin, um paleontólogo no Smithsonian Institution em Washington, D.C., mas taxas de evolução exatas na pesquisa podem não ser confiáveis. Ele destaca que, embora a pesquisa use dados de fósseis para determina quando emergiu determinado ramo de artrópode, ela não inclui as características conhecidas daqueles ancestrais extintos nas suas comparações de características físicas, que envolve somente criaturas vivas.
Algumas das premissas que os autores fazem calculando essas datas de surgimento também são problemáticas, disse Philip Donoghue, um paleobiólogo na Universidade de Bristol no Reino Unido.
Essa cobertura jornalística resultou em comentários animados, muitos ridicularizando o design inteligente com os costumeiros argumentos ad hominem e associando-o com o criacionismo, mais algumas respostas bem intencionadas, mas equivocadas distorcendo a teoria do Design Inteligente. Por que essas pessoas não compram um exemplar do Darwin’s Doubt e leiam-no?
Positivamente, a falta de respostas substantivas aos argumentos de Meyer e outros fornece a admissão tácita de que o caso a favor do design inteligente permanece robusto.
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NOTA CAUSTICANTE DESTE BLOGGER:Entendeu agora por que a Explosão Cambriana é apenas uma nota de rodapé nos livros didáticos de Biologia do Ensino Médio aprovados pelo MEC? Sabia que os autores desses livros sabem das implicações sérias que isso significa para a teoria da evolução no contexto de justificação teórica? E por que eles não abordam essa dificuldade fundamental sobre o colapso da teoria da evolução? PORQUE TODOS ELES SÃO ACADEMICAMENTE DESONESTOS!!! E nenhum deles, desde 1998 venho dizendo que eles são DESONESTOS, nenhum deles me processa por danos materiais e morais. Por que? Porque sabem que Darwin vai junto comigo para o banco dos réus!
Fui, cada vez mais convicto que esta teoria da evolução foi o maior embuste científico!!!