Em Defesa do Design Inteligente

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Do Brasil, Um Debate Sobre Design Inteligente Com O Professor Marcos Eberlin.

By Evolution News – David Klinghoffer | @d_klinghoffer

 

[Texto adaptado – Imagem  do EnV]

 

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Para sua diversão, nossos amigos no Brasil enviaram um agradável link do YouTube ( https://www.youtube.com/watch?v=-H-hZ1xyJbU&feature=youtu.be ). O professor Marcos Eberlin da Universidade de Campinas e a Sociedade Brasileira do Design Inteligente participaram de um debate de rádio que você também pode assistir no formato de vídeo. A ocasião foi o lançamento do novo centro de pesquisa sobre Design Inteligente (DI) da Universidade Presbiteriana Mackenzie em São Paulo.

Claro que está em português. No entanto, o Dr. Eberlin, químico distinguido e membro da Academia Nacional de Ciências, oferece alguns destaques:

O Jovem Pan Morning Show é um programa de rádio muito popular, ouvido por cerca de 200 mil pessoas no Brasil. Agora está no YouTube e muitos outros vão assistir!

Após o lançamento do Discovery Institute-Mackenzie, Fábio Raposo do Amaral, professor de biologia em uma universidade pública do Brasil, Universidade Federal de São Paulo, escreveu uma carta pública criticando o Mackenzie por criar um centro para estudar a “pseudociência” do design inteligente. Como presidente da TDI Brasil, fui convidado a debater o DI com ele.

O professor Fabio disse primeiro que a evolução é óbvia e vista, por exemplo, na seleção de homens por fêmeas, quando os meninos “vão caçar meninas nas noites de sábado”. Ele mencionou que, quando uma menina seleciona um menino, este seria um caso claro de seleção sexual.

Eu expliquei o quanto este conceito é errado, falando sobre Darwin e pavões e o intrincado mecanismo de dispersão de luz que dá cor às asas de um pavão. Eu mencionei um artigo que reporta pesquisas realizadas com centenas de pavões femininos e como elas não mostraram nenhuma preferência por caudas mais coloridas. As fêmeas realmente selecionam machos com melhor sinalização acústica. Isso foi devastador.

Então, falamos sobre o que a ciência é, como a ciência naturalista está errada em repudiar o DI, como o DI propõe uma ciência melhor ao considerar as duas possíveis causas da vida e do universo e sobre as implicações filosóficas e teológicas tanto da evolução quanto do DI. Se DI aponta para um designer, a evolução não aponta para nenhum designer, e depois aponta para o ateísmo, fazendo com que os ateus se sintam “intelectualmente realizados”, como Richard Dawkins disse uma vez.

Também tive a oportunidade de definir corretamente o DI como a ciência que desenvolve uma metodologia para detectar a ação de processos naturais ou de uma causa inteligente. Eu falei sobre os filtros de design que usamos, os três pilares da ID (complexidade irredutível, informação biológica e previsão), e assim por diante.

Os comentários no YouTube mostram que o resultado foi devastador para a evolução. Era claro que um biólogo, um professor de uma grande universidade pública, trabalhando em um departamento de genética e evolução, não tinha argumentos claros para defender a evolução e foi derrotado por um “IDiot“. O DI também foi claramente apresentado como uma teoria totalmente científica, que quer simplesmente fazer ciência da maneira como a ciência deve ser feita – como uma busca imparcial pela verdade.

Também falamos sobre a falta de evidência para a evolução, mesmo após 150 anos de busca intensa; e como a ciência moderna está fornecendo evidências crescentes a favor do DI. Foi um debate histórico para o DI no Brasil.

Mesmo que você não entenda o português, ver o vídeo dá a sensação do humor da conversa. O prazer no debate, na resposta séria a um adversário, não precisa ser traduzido. Parabéns ao professor Eberlin e aos seus colegas por seu maravilhoso trabalho!

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O que é Teoria do Design Inteligente (TDI)?

Teoria do Design Inteligente de forma resumida e simples.

As explicações naturalistas para o Flagelo.

 

Frente ao desespero total que se impõe ao modelo de evolução naturalista pela catástrofe do Flagelo Bacteriano, os biólogos evolucionistas têm tentado apresentar propostas de como ele evoluiu. Bom, biólogo tendo que explicar um nano-motor, a nível molecular? Vamos ver então no que deu: A principal destas propostas, fortemente recheadas do ingrediente mais comum nas explicações evolucionistas – retórica – vem do modelo da “co-optação”. Kenneth Miller disse uma vez: “The point, which science has long understood, is that bits and pieces of supposedly irreducibly complex machines may have different — but still useful — functions…Evolution produces complex biochemical machines by copying, modifying and combining proteins previously used for other functions”. (Veja que Miller antes de apresentar sua teoria, já tenta nos persuadir a acreditar nela apresentando-a, de antemão, como um fato inquestionável há muito tempo estabelecido pela Ciência, uma estratégia de persuasão e propaganda clara nas explicações evolucionistas). Ou seja, na total impossibilidade de formar o Flagelo Bacteriano por um processo evolutivo gradual, opta-se aqui por formá-lo “copiando, modificando e combinando” partes já existentes, já operacionais, evoluídas por outros processos, que agora eu me esquivo de explicar, e disponíveis em outras partes da célula, e que tinham antes outras funções.

Para dar um exemplo do processo de “co-optação” de Miller, imagine que você precise construir uma ratoeira… Ao invés de você criar todas as partes originais você, segundo Miller, poderia usar partes de outros equipamentos. A mola pode ser uma de amortecedor, a base? Uma tábua de bater carne; o pino de fixação poderia ser um clips de papel ou um prendedor de gravata, e assim por diante. E pronto, basta “copiar, modificar e combinar” estas partes “emprestadas” que você tem uma ratoeira. Simples, não é? É só chamar o casal 20 da Evolução – a seleção natural e as mutações – que eles com seus “super-poderes”, poderes “sobre-naturais” que super-heróis “naturais” simplesmente não tem, vão lá e assim mesmo copiam, modificam e encaixam tudo! O Flagelo, esta maravilha hiper complexa e perfeita, o motor mais eficiente deste Universo, surgiu assim, de um “cata & junta”, um “copy & paste” “sobrenatural” tipo “colcha de retalhos moleculares” da evolução! Você acredita em Papai Noel?

Bom, esta “desesperação” naturalista pode até convencer leigos, e biólogos evolucionistas, mas se você conhece um pouco de Química como eu, sabe que a tarefa de um “cata & junta” ou “cut & paste” molecular é insana, teria requerido um big bang de complexidade e informação e antevidência para que, de outras proteínas e complexos protéicos não feitos para funcionar no Flagelo, pudesse construir um nano-motor molecular com mais de 40 componentes tão preciso e eficiente como este, valendo-se de “retalhos” e processos não guiados coordenados por um relojoeiro cego! Muita persuasão, propaganda e retórica mas ZERO de Química nesta “desesperação”, ZERO de viabilidade ao nível molecular!

A “co-optação” de Miller necessita do que eu chamo de “Efeito MacGyver”. Pois para realizar esta mega tarefa nano-molecular de “copiar, modificar e combinar” as peças com a perfeição que o Flagelo exige, pois a engenharia química do Flagelo não perdoaria erros, você precisa do auxílio de quem? Do MacGyver!  

              

imagem postada pelo autor do blog

Outra “deseperação” naturalista é a que assume que o Flagelo evoluiu sim, e gradualmente, e que se olharmos bem ao redor até encontraremos seus ancestrais por aí, ou um de sues elos perdidos. O elo favoito é o sistema de secreção tipo III (T3SS,Figura 1) que compartilha com o flagelo de algumas proteínas homólogas ou semelhantes. Note que designers teu seu estilo próprio e costumam repetir partes em peças distintas. Mas qual o problema com esta segunda “explicação” naturalista? Muitos! Primeiro por que há um abismo, um salto quântico de complexidade e informação entre os dois sistemas!

É como tentar explicar como alguém, saltando a partir da terra, chegou até Marte. E aí usar a lua como possível rota!

Outro imenso problema é explicar como o T3SS, já irredutivelmente complexo, evoluiu? Explicar como se chegou a lua. Outro imenso problema é explicar dados de genética comparativa que não apontam para parentesco algum entre as duas estruturas, e que se alguém derivou de outro aqui, foi o T3SS.

Ou seja, se há um parentesco, o Flagelo é o Pai do T3SS, e não um de seus filhos! Ou seja, teria ocorrido aqui uma inovolução!

             

Figura 1

Theodosious Dobzhansky tem uma frase que se tornou célebre:

“nada em Biologia faz sentido exceto sob a luz da Evolução”.

Parafraseando Dobzhansky podemos dizer então: “Nada em Evolução Biológica faz sentido a luz do Flagelo Bacteriano! Fomos Planejados, gente! E esta é a maior descoberta científica de todos os tempos!

Fragmento do livro Fomos Planejados  do Prof. Marcos N. Eberlin(Químico); Cap 3: Evidencias de Design na Vida.3.7:Flagelo Bacteriano: Um Nano-Motor Mega Espetacular!