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O silêncio da Grande Mídia sobre Michael Behe no Brasil

Nos dias 22-24 de outubro de 2012 foi realizado na Universidade Presbiteriana Mackenzie, o IV Simpósio Internacional Darwinismo Hoje que teve como palestrante principal o Dr. Michael Behe, professor de Bioquímica da Universidade Lehigh, Bethlehem, PA, Estados Unidos, um dos principais teóricos e exponentes da teoria da teoria do Design Inteligente. Os demais palestrantes foram: Prof. Dr. Aldo Mellender de Araújo (UFRGS), Prof. Ms. Eduardo Rodrigues da Cruz (PUC-SP), Prof. Dr. Marcos Nogueira Eberlin (Unicamp) e o Prof. Dr. Gildo M. dos Santos Filho (USP-SP).
O Dr. Behe é autor do livro A caixa preta de Darwin: o desafio da bioquímica à teoria da evolução (Rio de Janeiro, Zahar Editor, 1997), um livro que causou furor na Nomenklatura científica por demonstrar bioquimicamente a falência epistêmica da teoria da evolução preconizada por Darwin, e isso no contexto de justificação teórica. Mais de 300 mil exemplares vendidos só nos Estados Unidos. Aqui no Brasil também teve boas vendas.
A presença de um crítico e oponente de Darwin do nível de Behe no Brasil mereceria ser divulgado. Foi o que fez a Universidade Presbiteriana Mackenzie através de sua secretaria de Comunicação Pública que publicou/enviou comunicado à imprensa sobre o ilustre palestrante. Não vi nenhum jornalista da Grande Mídia, de jornais como a Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo e nem das grandes revistas como a VEJA e ÉPOCA, neste evento.
Bem, se esses meios de informação não puderam deslocar seus grandes jornalistas para cobrir um evento desses com a presença de um polêmico e controverso autor como Michael Behe, você esperaria, pelo menos para responder ao comunicado feito à imprensa, que uma pequena nota desse destaque à presença desse palestrante crítico de Darwin.
Uma busca no Google sobre Michael Behe no Brasil, deu as seguintes respostas:
Nihil, Nada de nota! Certa vez destaquei no artigo “Desnudando Darwin: ciência  ou ideologia – ou A relação incestuosa da mídia brasileira com a Nomenklatura científica”, publicado no Observatório da Imprensa em 20/12/1998 (o link não funciona por que???) que, quando a questão é Darwin, a Grande Mídia silencia os críticos e oponentes, assim como a Nomenklatura científica persegue e destrói carreiras acadêmicas ou até a graduação de alunos anti-evolucionistas.
E ainda assim, a Grande Mídia tupiniquim arrota aos quatro cantos que é uma imprensa livre, independente, objetiva e investigativa. Nada mais falso que uma nota de R$ 3,00, desconsiderando-se alguns indivíduos como Reinaldo Azevedo e uns poucos. O resto dorme na cama junto com Darwin…
Fui, nem sei por que, pensando que uma prostituta é muito mais confiável do que determinados setores da Grande Mídia em Pindorama!
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