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Paleobiologia e o enigma das descobertas de tecidos moles em fósseis de dinossauros.

Por Everton Fernando  (e-Book)

A paleobiologia é um campo científico que se dedica ao estudo dos organismos fósseis sob a ótica da Biologia e utiliza conceitos e ferramentas dessa ciência para esclarecer aspectos fundamentais sobre a história e os processos evolutivos dos organismos [1].

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Créditos da imagem:Schweitzer et al.,(2005).

 

 

Nas últimas décadas, paleobiólogos têm descoberto tecidos moles – embora os evolucionistas prefiram o termo “tecido não resistente” – no interior de ossos fossilizados [2]. Eles parecem tão frescos a ponto de sugerir que os corpos foram enterrados apenas alguns milhares de anos atrás.

Em 1994, a prestigiosa revista Science chocou o mundo o mundo científico através da publicação de dados de sequência de DNA recuperados de ossos de dinossauros de que supostamente tinham 80 milhões de anos de idade [3]. As atuais medições de estabilidade do DNA sugerem que esse material poderia durar milhares de anos, na melhor das hipóteses. mas 80 milhões de anos era inacreditável para os cientistas céticos. Na época, era evidente para a comunidade científica de que os pesquisadores originais haviam sequenciado amostras contaminadas por DNA humano, não de dinossauros.

Em 2005, um estudo norte-americano liderado pela Dra. Mary Schweitzer desafiou as evidências de uma cronologia que coloca em 65 milhões de anos a época dos dinossauros. Os autores resolveram quebrar um precioso fóssil – um fêmur de Tiranossauro Rex – ,ainda que com certa relutância, para estuda-lo por dentro  e procurar tecidos moles preservados. Para tanto, eles usaram alguns ossos isolados de uma espécime procedente da Formação Hell Creek, em Montana (Estados Unidos), e obtiveram certo sucesso [4]. Os autores descobriram filamentos flexíveis e transparentes que se assemelham a vasos sanguíneos (mantêm elasticidade, são transparentes e ocos).

Dentro desses supostos vasos sanguíneos havia vestígios do que pareciam ser hemácias; e outros que pareciam osteócitos – células que constroem e mantêm o osso. Para os autores, o processo que preservou essas estruturas é diferente da fossilização  comum; um meio desconhecido de preservação que ainda faz os pesquisadores pensarem duas vezes antes de dar um palpite a respeito. Embora o material estivesse preservado (confirmado pela elasticidade), unicamente as proteínas não não poderiam ser utilizadas para dar detalhes do DNA do animal [4]. Os autores forneceram apenas uma vaga explicação de fatores geoquímicos e ambientais que poderiam ter preservado os tecidos, mas acrescentaram que a causa ainda é indeterminada.

Como era de se esperar, o anuncio de Schweitzer foi recebido com grande ceticismo por parte da comunidade evolucionista. Schweitzer, inclusive, teve problemas para publicar seus resultados. Tive um revisor que me disse que ele não se importava com o que diziam os dados“, disse a pesquisadora. “Ele sabia que o que eu tinha encontrado não era possível. Eu escrevi de volta e disse: ‘Bem, quais dados convenceriam você?’ E ele disse:’Nenhum‘.[5:p.37] [Enfase minha ]

A melhor maneira dos evolucionistas descartarem essa forte evidência contra o cenário darwinista era alegar contaminação ou algo do gênero. Foi então que Jeffrey Bada, um geoquímico orgânico do Instituto Scripps de Oceanografia, em San Diego, disse: Não posso imaginar tecido mole sobrevivendo por milhões de anos.[6]. Ele acrescentou que o material celular encontrado deveria ser a contaminação de fontes externas. Em 2008, um estudo publicado na revista PloS One interpretou os restos de tecidos moles vasculares (túbulos ramificadores e os glóbulos) nos fósseis de T.Rex como sendo produtos de biofilme bacteriano [7]. Mas mesmo que os vasos sanguíneos fossem produto do biofilme, este dificilmente poderia ter explicado a presença de proteínas e DNA [8].

Schweitzer, entretanto, buscou levantar objeções contra a interpretações de biofilmes e , em estudos posteriores, acrescentou outros argumentos e mostrou linhas de evidências complementares para corroborar  a interpretação de que os restos eram, sim,tecidos biológicos de dinossauros. Foi então que, bem 2009, Schwetzer e colaboradores identificaram sinais de vasos sanguíneos e  colágeno por meio de uma analise feita em um fêmur de Hadrosaur B. canadenses (Hadrossauro), o dinossauro bico-de-pato, um fóssil de 80 milhões de anos, encontrado na formação do rio Judith, sítio paleontológico no estado de Montana [9].

Em vez de escavar o fóssil no local, os cientistas removeram a peça juntamente com a camada de arenito que a envolvia. O bloco foi selado e transportado para o laboratório a fim de evitar contaminação e degradação do material – para evitar novamente as críticas sobre contaminação [9]. Os pesquisadores, então, usaram análises independentes e distintas como microscopia de tunelamento de elétrons para examinar a aparência e a estrutura dos tecidos, e espectrometria de massa e testes de ligação de anticorpos para identificar proteínas. Os resultados mostraram evidências de colágeno, bem como laminina e elastina, dias proteínas encontradas em vasos sanguíneos.

Em 2013, Schweitzer e os colaboradores testaram uma hipótese anterior de que o ferro poderia desempenhar um papel na preservação de tecidos antigos dentro de fósseis de dinossauros [10,11]. Os resultados sugeriram que a presença de hemoglobina – a molécula que contém ferro que transporta o oxigênio nas células vermelhas do sangue – pode ser a chave para preservar tecidos antigos dentro de fósseis de dinossauros, mas também pode esconde-los da detecção. Ao morrer, as células liberariam ferro nos tecidos que desencadearia a formação de radicais livres (antioxidante), funcionando como o formaldeído na preservação de tecidos e proteínas.

No entanto, a experiência   realizada em laboratório é pouco representativa em comparação com o mundo real [12]. Eles mergulharam um grupo de vasos sanguíneos em líquido rico em ferro feito de células vermelhas do sangue, isto é, hemoglobina pura; e outro grupo foi mergulhado em água. Eles afirmaram que o grupo que permaneceu na água ficou irreconhecível dentro de dias, e o outro grupo em hemoglobina pura ficou reconhecível durante dois anos. Será que se a hemoglobina fosse diluída ela agiria da mesma forma? E a sugestão de que os vasos sanguíneos ficaram “reconhecíveis” por dois anos de alguma forma demonstra que eles poderiam durar 35 milhões de vezes mais?

Em 2012 uma equipe de pesquisadores do grupo Paleocronologia fez uma apresentação no período de 13 a 17 de agosto em uma reunião anual de Geofísica do Pacífico Ocidental, em Cingapura, idealizada pela conferência da União Americana de Geofísica e pela Sociedade de Geociências da Oceania Asiática (AOGS) [13]. Os autores descobriram uma razão para a sobrevivência intrigante dos tecidos moles e colágeno em ossos de dinossauros. Segundo eles, os ossos são mais jovens que tem sido relatado. Para tanto, eles utilizaram o método de datação por radiocarbono (carbono- 14) em múltiplas amostras de ossos de oito dinossauros encontrados no Texas, Alasca, Colorado e Montana. E, pasme! Eles reportaram a presença do carbono- 14 ( que decai rapidamente) nos ossos, revelando que eles tinham apenas entre 22.000 a 39.000 anos de idade.

Como era de se esperar, embora o trabalho tivesse sido aceito, os cientistas foram censurados e o resumo foi removido do site da conferência por dois presidentes, porque não podiam aceitar as conclusões. Quando os autores questionaram, eles receberam uma carta. Mas qual seria o motivo para isso?   O pressuposto dos presidentes era de que o carbono-14 não poderia estar presente em tais fósseis “velhos”. Negativas como essa tem impedido a realização de testes com a datação por carbono e prejudicado o progresso da ciência. Isso porque os evolucionistas sabem que, se uma analise fosse feita utilizando esse método de datação, seria altamente provável que mostraria uma “idade de radiocarbono” de milhares de anos, e não a de “milhões de anos”, como a da previsão evolutiva.

 

Em 2013, um estudo experimental realizado nos Estados Unidos por um cientista da microscopia, criacionista, encontrou tecidos fibrilares moles obtidos da região supraorbital de um chifre de Triceratops horridus (Tricerátopo) coletados na formação Hell Creek, em Montana, EUA [14]. O tecido mole estava presente no osso pré e pós-descalcificado. Foram retiradas amostras da matriz óssea lamelar onde foram encontradas microestruturas parecidas com osteócitos. Os osteócitos são células derivadas dos osteoblastos que se se diferenciam e preenchem a estrutura lamelar, compreendendo diversas funções histológicas, como, por exemplo, remodelação do esqueleto ou mesmo crescimento ósseo. Os autores notaram que alguns osteócitos apresentavam extensões filipodiais e, segundo eles, não havia nenhuma evidência de permineralização ou cristalização. Mas o que isso significa? Isso quer dizer que o material ósseo conservou proteínas ativas, inesperadamente, DNA (que se degrada rapidamente). Ou seja, ele não foi degradado nem passou por processo de fossilização.

Teoricamente, o material continua ileso, íntegro, desde a morte do dinossauro.

Após a publicação do artigo sobre a descoberta de tecidos moles, Mark Armitage foi demitido da Universidade Estadual da Califórnia por inferir que tais estruturas, talvez, tivessem milhares de anos em vez dos supostos milhões de anos [15]. Armitage, é claro está processando a Universidade por ter sido despedido sem uma justa causa. O caso legal em torno da demissão de Armitage abre muitas questões importantes sobre a liberdade acadêmica. Na verdade, numerosos exemplos de supressão da “liberdade acadêmica” podem ser citados em que os cientistas tem sido discriminados por apresentar pontos de vistas de vista conflitantes com as perspectivas tradicionais.
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Armitage
Em 2015, foram encontradas fibras e estruturas celulares preservadas em espécimes de dinossauros de supostos 75 milhões de anos [16]. Os pesquisadores examinaram amostras de oito ossos de dinossauros do Cretáceo. Eles encontraram material consistente com as estruturas de fibra de colágeno  endógeno e fragmentos de aminoácidos típicos de fibrilas de colágeno. Também observaram estruturas compatíveis com eritrócitos com espectros semelhantes ao do sangue total. Para a equipe mesmo sem DNA, as células dos tecidos moles e as moléculas poderiam ensinar muito mais sobre a fisiologia e o comportamento dos dinossauros. Por exemplo, o tamanho das células do sangue pode revelar insights sobre o metabolismo e a suposta transição do sangue frio para  o sangue quente. Exames tridimensionais das células do sangue revelaram que elas possuem núcleo, o que significa que as células do sangue humano não podem ter contaminado  a amostra, por que não possuem núcleo.

Em 2015, pesquisadores norte-americanos publicaram os resultados de seu projeto iDINO (investigation of Dinosaur Intact Natural Osteo-tissue), cujo objetivo é a investigação da permanência de tecidos moles (fibrilar) em ossos de dinossauros [17]. Os autores encontraram quantidades mensuráveis de carbono-14 em 16 amostras a partir de 14 espécimes fósseis de peixes, madeira, plantas e animais de toda a coluna geológica, Mioceno a Permiano, de todas as três eras: Cenozoica, Mesozoica e Paleozoica. As amostras vieram de diferentes locais do planeta (Canadá, Alemanha e Austrália). Cerca de metade de ossos de dinossauros (sete espécimes). Todas as amostras foram preparadas por processo padrão para eliminar a contaminação e, em seguida, foram submetidas á analise de espectrometria de massa atômica por cinco laboratórios diferentes. As idades variaram entre 17.850 a 49.470 anos de radiocarbono.

Como pode ser visto, parece que está cada vez mais difícil defender o dogma de que os dinossauros viveram há milhões de anos na escala geológica, pois se há tecido mole em fósseis de dinossauros e até mesmo células sanguíneas e DNA, eles não podem ter morrido há tanto tempo, ainda que suposições sobre influências do ambiente e do ferro na preservação das biomoléculas tenham sido levantadas. Fato é que evidências científicas indicam que biomoléculas em restos fósseis não sobrevivem  por até 80 milhões de anos, como algumas pesquisas apontam.

Há evidências de que a degradação de biomoléculas ocorre depois da morte em um tempo entre semanas a décadas, com alguns fragmentos moleculares resistentes que poderiam sobreviver até no máximo 100 mil anos [10, 18]. O DNA, por exemplo, se decompõe rápido – com uma vida útil de aproximadamente 10.000 anos [19,20]. Estudos de laboratório têm mostrado que, esses ossos, a hidrólise do colágeno (proteína) ocorre de forma rápida, devendo virar pó entre 10.000 a 30.000 anos, a não ser que os ossos sejam depositados em ambientes frios ou secos [21]. Outra pesquisa sugeriu que, independente das condições de deposição, o colágeno não deveria aguentar num organismo fóssil por mais de 2,7 milhões de anos, na melhor das hipóteses [22].

Além disso, é curioso observar as tentativas de evolucionistas em relacionar muitas dessas descobertas com uma suposta contaminação, e também o modo como eles agem para abafar as descobertas ou métodos conflitantes com suas hipóteses de “milhões de anos”. Um pesquisador que segue apenas as evidências deve se perguntar: Por quê? O público tem o direito de conhecer a cronologia real dos dinossauros e a verdade sobre a história da terra.

 

Everton Fernando Alves
Enfermeiro – COREN-PR: 218906
Mestre em Ciências da Saúde Pela UEM.

 

 

 

 

REFERÊNCIAS

[1] Soares LPCM, Kerber BB, Osés GL, Oliveira AM, Pacheco MLAF. Paleobiologia e Evolução:. O potencial fazer registro fossilífero brasileiro RevistaEspinhaço 2013; 2 (1): 24-40.

[2] Morell V DNA Dino:. A caça e o hype. Science.   1993; 261 (5118): 160-2.

[3] Woodward SR, Weyand NJ, Bunnell M. DNA Sequence do Cretáceo Período fragmentos ósseos. Ciência. 1994; 266 (5188): 1229-1232.

[4] Schweitzer MH, Wittmeyer JL, Horner JR, Toporski JK. Os navios tecidos moles e Cellular Preservação em Tyrannosaurus rex.Science. 2005; 307 (5717): 1952-5.

[5] Descoberta perigoso do Yeoman B. Schweitzer revista Discover 2006; 27 (4):. 37-41. Disponível em: http://discovermagazine.com/2006/apr/dinosaur-dna UO

OU https://web.archive.org/web/20121020174529/http://discovermagazine.com/2006/apr/dinosaur-dna

[6] Entrevista concedida POR Jeffrey Bada In:.. Revista Descoberta perigoso do Yeoman B. SchweitzerDiscover 2006; 27 (4): 37-41. Disponível em: http://discovermagazine.com/2006/apr/dinosaur-dna

[7] Kaye TG, Gaugler G, Sawlowicz Z. dinosaurian tecidos moles interpretado como biofilme bacteriano. PLoS One. 2008; 3 (7): e2808.

[8] Wieland C.   Mais de confirmação para tecidos moles de dinossauro e proteína. Journal of criação de 2009;   23 (3): 10-11. Disponível em: http://creation.com/images/pdfs/tj/j23_3/j23_3_10-11.pdf

[9] Schweitzer MH, Zheng W, Órgão CL, Avci R, Suo Z, Freimark LM, Lebleu VS, Duncan MB, Vander Heiden MG, Neveu JM, a pista WS, Cottrell JS, Horner JR, Cantley LC, Kalluri R, Asara JM. Biomoleculares Caracterização e Proteína seqüências do Campanian Hadrosaur B. Canadensis.Science. 2009; 324 (5927): 626-31.

[10] Schweitzer MH, Wittmeyer JL. Dinosaurian tafonomia tecidos moles e implicações. Em: Reunião Anual da AAAS, resumos com os programas, St. Louis, Missouri, EUA, 16-20 de Fevereiro de 2006.

[11] Schweitzer MH,   Zheng W,   Cleland TP,   Goodwin MB,   Boatman E,   E Theil,   Marcus MA,   Fakra SC. Um papel para ferro e química de oxigênio na preservação dos tecidos moles, células e moléculas do tempo profundo. ProcBiol Sci.   2013; 281 (1775): 20.132.741.

Tecidos moles [12] Smith C. dinossauro. [Janeiro 2014]. Criação, 2014.Disponível em:http://creation.com/dinosaur-soft-tissue

[13] Miller H, Owen H, Bennett R, De Pontcharra J, Giertych M, Taylor J, Van Oosterwych MC, Kline O, Wilder D, Dunkel B. A comparação de δ 13 C & PMC Valores de Dez Ossos de dinossauro cretáceo-jurássico do Texas ao Alasca, EUA, China e Europa. In: AOGS 9ª Reunião Geral Anual. 13-17 agosto de 2012, Cingapura. Disponível em: http://4.static.img-dpreview.com/files/p/E~forums/50713079/dfdc0a3fdc564435bb159bce43a40d77

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Vídeo no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=QbdH3l1UjPQ

Carta: http://newgeology.us/presentation48.html

[14] Armitage MH, Anderson KL. Lençóis macios de osso fibrilar de um fóssil da buzina supra-orbitária do Triceratops horridus dinossauro. ActaHistochem. 2013; 115 (6): 603-8.

. [15] CBS Los Angeles Ação: CSUN Scientist despedido depois de Tecidos Moles Ache em Dinosaur Fossil [julho 2014]. CBS Los Angeles, 2014. Disponível em:http://losangeles.cbslocal.com/2014/07/24/scientist-alleges-csun-fired-him-for-discovery-of-soft-tissue-on-dinosaur-fossil/

[16] Bertazzo S,   Maidment SC,   Kallepitis C,   Fearn S,   Stevens MM,   Xie HN. Fibras e estruturas celulares preservados em espécimes de dinossauros 75 milhões de anos de idade. Nat Commun.   2015; 6: 7352.

[17] Thomas B, Nelson V. radiocarbono no dinossauro e outros fósseis. CRS Quarterly 2015; 51 (4): 299-311.

https://creationresearch.org/index.php/extensions/crs-quarterly/s5-frontpage-display/item/117

[18] Entrevista concedida POR Mary Schweitzer. Proteína liga T. rex para galinhas. [Abr. 2007]. Entrevistador: Paul Rincon. BBC News, 2007. Disponível em: http://news.bbc.co.uk/2/hi/6548719.stm

[19] Sykes B. O passado vem vivo. Nature.1991; 352 (6334): 381-2.

[20] Allentoft ME, Collins M, D Harker, Haile J, Oskam CL, ML Hale, Campos PF, Samaniego JA, Gilbert MT, Willerslev E, Zhang G, Scofield RP, Holdaway RN, Bunce M. A meia-vida de DNA em ossos : medição cinética de degradação em 158 fósseis datados. ProcBiol Sci. 2012; 279 (1748): 4724-33.

[21] Bada J,   . Wang XS, Hamilton H preservação de biomoléculas chave no registro fóssil: conhecimentos atuais e futuros desafios. Philosophical Transactions, da Royal Society B: Biological Sciences. 1999; 354 (1379): 77-87.

[22] Nielsen-Marsh C.   Biomoléculas em restos fósseis: abordagem multidisciplinar para a resistência.   O bioquímico 2002; 24 (3): 12-14.

 

 

 

 

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PALEOBIOLOGIA E AS DESCOBERTAS DE TECIDOS MOLES

By Everton F. Alves (Web-Book)

 

A Paleobiologia é um campo científico que se dedica ao estudo dos organismos fósseis sob a ótica da Biologia, utiliza conceitos e ferramentas desta ciência para esclarecer aspectos fundamentais sobre a história e processos evolutivos dos organismos [1]. Nas últimas décadas, paleobiólogos têm descobertos tecidos moles – embora os evolucionistas prefiram o termo ‘tecido não resistente’ − no interior dos ossos de dinossauros fossilizados [2]. Eles parecem tão frescos a ponto de sugerir que os corpos foram enterrados a apenas alguns milhares de anos atrás.

 

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Em 2005, um estudo norte-americano liderado pela Dr. Mary Schweitzer desafiou as evidências de uma cronologia que infere a 65 milhões anos de idade a extinção dos dinossauros. Os autores resolveram quebrar dum precioso fóssil um fêmur de Tyrannosaurus rex − ainda que com certa relutância, para estudá-lo por dentro e procurar tecidos moles preservados. Para tanto, eles usaram alguns ossos isolados de um espécime procedente da Formação Hell Creek, em Montana (Estados Unidos), e obtiveram certo sucesso [3]. Os autores descobriram filamentos flexíveis e transparentes que se assemelham a vasos sanguíneos (mantêm elasticidade, são transparentes e ocos).

Dentro desses supostos vasos sanguíneos havia vestígios do que parecia ser hemácias; e outras que pareciam osteócitos – células que constroem e mantêm o osso. Para os autores, o processo que preservou essas estruturas é diferente da fossilização comum, um meio desconhecido de preservação, que ainda faz os pesquisadores pensar duas vezes antes de dar um palpite a respeito. Embora o material estivesse preservado (confirmado pela elasticidade), apenas as proteínas não poderiam ser utilizadas para dar detalhes do DNA do animal [3]. Os autores forneceram apenas uma vaga explicação de fatores geoquímicos e ambientais que poderiam ter preservado os tecidos, mas acrescentaram que a causa ainda era indeterminada.

Como era de se esperar, o anúncio de Schweitzer foi recebido com grande ceticismo por parte da comunidade evolucionista. Schweitzer, inclusive, teve problemas para publicar os seus resultados. Segundo a pesquisadora: “Eu tive um revisor que me disse que ele não se importava com o que dizia os dados, ele sabia que o que eu tinha encontrado não era possível. Eu escrevi de volta e disse: Bem, quais dados convenceriam você? E ele disse: “Nenhum” [4: p.37].

A melhor maneira dos evolucionistas descartarem esta forte evidência contra o cenário darwinista era alegar contaminação ou algo do gênero. Foi então que, Jeffrey Bada, um geoquímico orgânico do Instituto Scripps de Oceanografia em San Diego disse: “não posso imaginar tecido mole sobreviver milhões de anos” [5]. Ele acrescentou que o material celular encontrado deveria ser a “contaminação de fontes externas”. Em 2008, um estudo publicado na revista PLoS One interpretou os restos de tecidos moles vasculares (túbulos ramificados e os glóbulos) nos fósseis de T. rex como sendo produtos de biofilmes bacterianos [6]. Mas, mesmo se os vasos sanguíneos fossem produtos do biofilme, este dificilmente poderia ter explicado a presença de proteínas e DNA [7].

Schwetzer, entretanto, buscou levantar objeções contra a interpretação de biofilmes e, em estudos posteriores, acrescentou outros argumentos e mostrou linhas de evidência complementares para corroborar a interpretação de que os restos eram, sim, tecidos biológicos de dinossauros. Foi então que, em 2009, Schwetzer e colaboradores identificaram sinais de vasos sanguíneos e colágeno por meio de uma análise feita em um fêmur de Hadrosaur B. canadenses (Hadrossauro), o dinossauro bico-de-pato, um fóssil de 80 milhões de anos, encontrado na formação do rio Judith, um sítio paleontológico no estado de Montana [8].

Em vez de escavar o fóssil no local, os cientistas removeram a peça juntamente com a camada de arenito que a envolvia. O bloco foi selado e transportado para o laboratório a fim de evitar uma contaminação e degradação do material – a fim de evitar novamente as críticas sobre contaminação [8]. Os pesquisadores, então, usaram análises independentes e distintas como microscopia de tunelamento de elétrons para examinar a aparência e a estrutura dos tecidos, e espectrometria de massa e testes de ligação de anticorpos para identificar proteínas. Os resultados mostraram evidências de colágeno, bem como de laminina e elastina, duas proteínas encontradas em vasos sanguíneos.

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Em 2013, Schwetzer e colaboradores testaram uma hipótese anterior de que o ferro poderia desempenhar um papel na preservação de tecidos antigos dentro de fósseis de dinossauros [9, 10]. Os resultados sugeriram que a presença de hemoglobina − a molécula que contém ferro que transporta o oxigênio nas células vermelhas do sangue – pode ser a chave para preservar tecidos antigos dentro de fósseis de dinossauros, mas também pode escondê-los de detecção. Ao morrer, as células liberariam ferro nos tecidos que desencadearia a formação de radicais livres (antioxidante), funcionando como o formaldeído na preservação dos tecidos e proteínas.

No entanto, a experiência realizada em laboratório é pouco representativa em comparação com o mundo real [11]. Eles mergulharam um grupo de vasos sanguíneos em líquido rico em ferro feito de células vermelhas do sangue, isto é, hemoglobina pura; e outro grupo foi mergulhado em água. Eles afirmaram que o grupo que permaneceu na água ficou irreconhecível dentro de dias, e o outro grupo em hemoglobina pura ficou reconhecível durante 2 anos. Será que se a hemoglobina fosse diluída ela agiria da mesma maneira? E a sugestão de que os vasos sanguíneos ficaram ‘reconhecível’ por dois anos de alguma forma demonstra que estes poderiam durar trinta e cinco milhões de vezes mais?

Em 2012, uma equipe de pesquisadores do grupo Paleocronologia fez uma apresentação no período de 13-17 de agosto em uma reunião anual de Geofísica do Pacífico Ocidental em Cingapura, idealizada pela conferência da União Americana de Geofísica (AGU) e pela Sociedade de Geociências da Oceania Asiática (AOGS) [12]. Os autores descobriram uma razão para a sobrevivência intrigante dos tecidos moles e colágeno em ossos de dinossauros. Segundo eles, os ossos são mais jovens do que tem sido relatado. Para tanto, eles utilizaram o método de datação por radiocarbono (carbono-14) em múltiplas amostras de ossos de 8 dinossauros encontrados no Texas, Alasca, Colorado e Montana. E, pasmem! Eles reportaram a presença do carbono-14 (que decai rapidamente) nos ossos, revelando que eles tinham apenas entre 22.000 a 39.000 anos de idade.

Como era de se esperar, embora o trabalho tivesse sido aceito, os cientistas foram censurados e o resumo foi removido do site da conferência por dois presidentes, porque não podiam aceitar as conclusões. Quando os autores questionaram, eles receberam uma carta. Mas qual seria o motivo para isso? O pressuposto dos presidentes era o de que o carbono-14 não poderia estar presente em tais fósseis “velhos“. Negativas como essa é o que tem impedido a realização de testes com a datação por carbono e prejudicado o progresso da ciência. Isso porque os evolucionistas sabem que, se uma análise fosse feita utilizando este método de datação, é altamente provável que mostraria uma “idade de radiocarbono” de milhares de anos, e não a de “milhões de anos” como a da previsão evolutiva.

Em, 2013, um estudo experimental realizado nos Estados Unidos por um cientista da microscopia, criacionista, encontrou tecidos fibrilares moles obtidos da região supraorbital de um chifre de Triceratops horridus (Tricerátopo) coletados na Formação Hell Creek, em Montana, EUA [13]. O tecido mole estava presente no osso pré e pós-descalcificado. Foram retiradas amostras da matriz óssea lamelar onde foram encontradas microestruturas parecidas com osteócitos. Os osteócitos são células derivadas dos osteoblastos que se diferenciam e preenchem a estrutura lamelar compreendendo diversas funções histológicas, como por exemplo, remodelação do esqueleto ou mesmo crescimento ósseo. Os autores notaram que alguns osteócitos apresentavam extensões filipodiais e, segundo ele, não havia nenhuma evidência de permineralização ou cristalização. Mas, o que isso significa? Isso quer dizer que o material ósseo conservou proteínas ativas e, inesperadamente, DNA (que se degrada rapidamente). Ou seja, ele não foi degradado e nem passou por processo de fossilização. Teoricamente, o material continua ileso, íntegro, desde a morte do dinossauro.

Após a publicação do artigo sobre a descoberta de tecidos moles, Mark Armitage foi demitido da Universidade Estadual da Califórnia por inferir que tais estruturas, talvez, tivessem milhares de anos em vez dos supostos milhões de anos [14]. Armitage, é claro, está processando a Universidade por ter sido despedido sem uma justa causa. O caso legal em torno da demissão de Armitage abre muitas questões importantes sobre a liberdade acadêmica. Na verdade, numerosos exemplos de supressão da “liberdade acadêmica” podem ser citados em que os cientistas têm sido discriminados por apresentar pontos de vista conflitantes com as perspectivas tradicionais.

Em 2015, foram encontradas fibras e estruturas celulares preservadas em espécimes de dinossauro de supostos 75 milhões de anos [15]. Os pesquisadores examinaram amostras de oito ossos de dinossauros do Cretáceo. Eles encontraram material consistente com as estruturas de fibra de colágeno endógeno e fragmentos de aminoácidos típicos de fibrilas de colágeno. Também observaram estruturas compatíveis com eritrócitos com espectros semelhantes à do sangue total. Para a equipe, mesmo sem DNA, as células dos tecidos moles e as moléculas poderiam ajudar a aprender muito mais sobre a fisiologia e o comportamento dos dinossauros. Por exemplo, o tamanho das células do sangue pode revelar insights sobre o metabolismo e a suposta transição do sangue frio para o sangue quente. Exames tridimensionais das células do sangue revelaram que elas possuem núcleos, o que significa que as células do sangue humano não podem ter contaminado a amostra, porque não possuem núcleos.

Em 2015, pesquisadores norte-americanos publicaram os resultados de seu projeto iDINO (investigation of Dinosaur Intact Natural Osteo-tissue), cujo objetivo é a investigação da permanência de tecidos moles em ossos de dinossauros [16]. Os autores encontraram quantidades mensuráveis de carbono-14 em 16 amostras a partir de 14 espécimes fósseis de peixes, madeira, plantas e animais de toda a coluna geológica, Mioceno a Permiano, de todas as três eras: Cenozóica, Mesozóica e Paleozóica. As amostras vieram do Canadá, Alemanha e Austrália. Cerca de metade eram de ossos de dinossauros (7 espécimes). Todas as amostras foram preparadas por processos padrão para eliminar a contaminação e, em seguida, foram submetidas a um laboratório para espectrometria de massa atômica. As idades variaram entre 17.850 a 49.470 anos de radiocarbono.

Como pode ser visto, parece que está cada vez mais difícil defender o dogma de que os dinossauros viveram há milhões de anos na escala geológica, pois se há tecido mole em fósseis de dinossauros e até mesmo células sanguíneas e DNA, eles não podem ter morrido há tanto tempo, ainda que suposições sobre influências do ambiente e do ferro na preservação das biomoléculas tenham sido levantadas. Fato é que, evidências científicas indicam que biomoléculas em restos fósseis não sobrevivem por até 80 milhões de anos, como algumas pesquisas apontam. Há evidências de que a degradação de biomoléculas ocorre depois da morte em um tempo entre semanas a décadas, com alguns fragmentos moleculares resistentes que poderiam sobreviver até no máximo 100 mil anos [9, 17]. Outra pesquisa sugeriu que o colágeno não deveria aguentar num organismo fóssil por mais de 2,7 milhões de anos, na melhor das hipóteses [18].

Além disso, é curioso observar as tentativas de evolucionistas em relacionar muitas destas descobertas com uma suposta contaminação, e também o modo que eles agem para abafar as descobertas ou métodos conflitantes com suas hipóteses de “milhões de anos”. Um pesquisador que segue apenas as evidências deve-se perguntar: Por quê? O público tem o direito de saber a cronologia real dos dinossauros, e a verdade sobre a história da Terra.

Quer saber mais? Acesse o eBook e venha conhecer a assinatura de um projeto intencional nas estruturas biológicas complexas presentes na natureza e nos seres vivos.

 

(Créditos da segunda imagem: neoateismodelirante.blogspot.com)

 

Referências

 

[1] Soares LPCM, Kerber BB, Osés GL, Oliveira AM, Pacheco MLAF. Paleobiologia e Evolução: o potencial do registro fossilífero brasileiro. Revista Espinhaço 2013; 2(1): 24-40.

[2] Morell V. Dino DNA: the hunt and the hype. Science. 1993; 261(5118):160-2.

[3] Schweitzer MH, Wittmeyer JL, Horner JR, Toporski JK. Soft-Tissue Vessels and Cellular Preservation in Tyrannosaurus rex. Science. 2005; 307(5717):1952-5.

[4] Yeoman B. Schweitzer’s Dangerous Discovery. Discover magazine 2006; 27(4):37-41. Disponível em: http://discovermagazine.com/2006/apr/dinosaur-dna ou  https://web.archive.org/…/discovermag…/2006/apr/dinosaur-dna

[5] Entrevista concedida por Jeffrey Bada. In: Yeoman B. Schweitzer’s Dangerous Discovery. Discover magazine 2006; 27(4):37-41. Disponível em: http://discovermagazine.com/2006/apr/dinosaur-dna

[6] Kaye TG, Gaugler G, Sawlowicz Z. Dinosaurian soft tissues interpreted as bacterial biofilms. PLoS One. 2008; 3(7):e2808.

[7] Wieland C. More confirmation for dinosaur soft tissue and protein. Journal of creation 2009; 23(3):10–11. Disponível em: http://creation.com/images/pdfs/tj/j23_3/j23_3_10-11.pdf

[8] Schweitzer MH, Zheng W, Organ CL, Avci R, Suo Z, Freimark LM, Lebleu VS, Duncan MB, Vander Heiden MG, Neveu JM, Lane WS, Cottrell JS, Horner JR,Cantley LC, Kalluri R, Asara JM. Biomolecular Characterization and Protein Sequences of the Campanian Hadrosaur B. Canadensis. Science. 2009; 324(5927):626-31.

[9] Schweitzer MH, Wittmeyer JL. Dinosaurian soft tissue taphonomy and implications. In: AAAS Annual meeting, Abstracts with Programs, St. Louis, Missouri, USA, 16-20 de Fevereiro de 2006.

[10] Schweitzer MH, Zheng W, Cleland TP, Goodwin MB, Boatman E, Theil E, Marcus MA, Fakra SC. A role for iron and oxygen chemistry in preserving soft tissues, cells and molecules from deep time. Proc Biol Sci. 2013; 281(1775):20132741.

[11] Smith C. Dinosaur soft tissue. [Jan. 2014]. Creation, 2014. Disponível em: http://creation.com/dinosaur-soft-tissue

[12] Miller H, Owen H, Bennett R, De Pontcharra J, Giertych M, Taylor J, Van Oosterwych MC, Kline O, Wilder D, Dunkel B. A comparison of δ13C & pMC Values for Ten Cretaceous-jurassic Dinosaur Bones from Texas to Alaska, USA, China and Europe. In: AOGS 9th Annual General Meeting. 13 to 17 Aug 2012, Singapore. Disponível em: http://4.static.img-dpreview.com/…/dfdc0a3fdc564435bb159bce…

[13] Armitage MH, Anderson KL. Soft sheets of fibrillar bone from a fossil of the supraorbital horn of the dinosaur Triceratops horridus. Acta Histochem. 2013; 115(6):603-8.

[14] CBS Los Angeles. Lawsuit: CSUN Scientist Fired After Soft Tissue Found On Dinosaur Fossil. [Jul. 2014]. CBS Los Angeles, 2014. Disponível em: http://losangeles.cbslocal.com/…/scientist-alleges-csun-fi…/

[15] Bertazzo S, Maidment SC, Kallepitis C, Fearn S, Stevens MM, Xie HN. Fibres and cellular structures preserved in 75-million–year-old dinosaur specimens. Nat Commun. 2015; 6:7352.

[16] Thomas B, Nelson V. Radiocarbon in Dinosaur and Other Fossils. Creation Research Society Quarterly 2015; 51(4):299-311.
https://creationresearch.org/…/s5-frontpage-display/item/117

[17] Entrevista concedida por Mary Schweitzer. Protein links T. rex to chickens. [Abr. 2007]. Entrevistador: Paul Rincon. BBC News, 2007. Disponível em: http://news.bbc.co.uk/2/hi/6548719.stm

[18] Nielsen-Marsh C. Biomolecules in fossil remains: Multidisciplinary approach to endurance. The Biochemist 2002; 24(3):12-14.

Supostos Seres Intermediários da Evolução

Blog de guerrovacriacionismo :Guerrova Criacionismo, Supostos Seres Intermediários da Evolução

Qual seria a maneira mais eficaz de se comprovar a evolução? Através do registro fóssil, é claro! Se as espécies realmente experimentaram essas modificações graduais no decorrer de sua descendência, era de se esperar que hoje pudéssemos encontrar seqüências completas mostrando em detalhes como uma espécie evoluiu em outra. No entanto, não é bem isso o que os cientistas encontram no registro fóssil.  O registro fóssil mostra espécies surgindo repentinamente, já complexas e sem ligação com tipos anteriores. Também mostra pequenas mudanças (microevolução), isso quando há mudança, e também o desaparecimento repentino de algumas espécies:

 “As espécies surgem mui subitamente na seqüência, apresentam pouca ou nenhuma alteração durante sua existência na documentação; daí, desaparecem abruptamente da documentação” (Field Museum of Natural History Bulletin, Chicago, EUA, Conflitos Entre Darwin e a Paleontologia, de David M. Raup, P.23).

Lembrando que David M. Raup, o autor dessa afirmação, é paleontólogo e evolucionista.

Como os fósseis não apóiam a macroevolução, a segunda opção é partir para as mutações genéticas. Mutação é a matéria-prima da evolução. É através dessas mutações que as espécies adquirem suas variações, e até evoluem (supostamente) em outras espécies.

Entretanto isso vai contra tudo o que sabemos a respeito das mutações genéticas. Mutações são raríssimas, pois a máquina de enzimas, que é responsável pela replicação do DNA, revisa várias vezes as novas moléculas de DNA em busca de erros, e quando encontra algum erro, ela o corrige imediatamente. Ora! São justamente esses erros os responsáveis pelas mutações. As mutações só vão ocorrer se esse sistema falhar (o que é raríssimo).

 “Mutações são raríssimas. A reprodução das cadeias de DNA que compõem um gene é notavelmente exata. Reproduções ou cópias erradas são acidentes raros.” (Encyclopedia Americana – volume 10 p.742).

Mas apesar de raras, as mutações podem ocorrer. Nesse ponto o proponente da evolução diz: “Viu? Mutações acontecem!” Mais devagar ai “cara-pálida”! A maior parte das mutações (raríssimas) que ocorrem, são prejudiciais. Elas vão causar doenças genéticas e outros problemas sérios:

Na maioria das vezes a mutação é um processo destrutivo e não construtivo (Encyclopedia Americana, Vol. 10 p.742).

Em outros casos a mutação também pode ser neutra, mas isso é inútil para a evolução. O Dr Lee Spetner (biofísico) afirmou:

“As mutações necessárias para a macroevolução nunca foram observadas. Nenhuma mutação randômica que poderia representar o tipo de mutações necessárias para a teoria neo-darwinista que foram observadas ao nível molecular acrescentaram informação alguma. A pergunta que eu faço é: Será que alguma vez foram observadas o tipo de mutações que poderiam suportar a teoria? A resposta é: NÃO!”
(Dr. Lee Spetner, “Lee Spetner/Edward Max Dialogue: Continuing an exchange with Dr. Edward E. Max,” 2001).

Pois é! Mesmo as mutações benéficas não podem acrescentar nada novo no organismo. Elas podem apenas modificar uma característica já existente. Uma mutação num gato, por exemplo, pode alterar o pêlo, as patas, o rabo ou o tamanho do bichano, mas nunca fará nascer chifres ou asas nele:

“Mutação e seleção podem explicar a sobrevivência, mas não o surgimento da aptidão.” (George Miklos, cientista australiano e PhD em genética).

 O que faremos agora? Partiremos, pois, para a homologia! Se existem semelhanças entre estruturas de organismos diferentes, isso deve indicar ancestralidade comum! Mas também não é por ai! Os genes que especificam e ativam as estruturas consideradas homólogas em espécies diferentes não são os mesmos. Em outras palavras, os genes que codificam para a “mão” do ser vivo X não são os mesmos que codificam para a “mão” (idêntica) do ser vivo Y. No entanto os darwinistas acreditam que tanto o animal X como o Y evoluíram de um ancestral comum. Porque outros genes começariam a ser usados nesse suposto processo evolutivo? Quem sabe!

 O Dr Michael Denton diz:

“A base evolucionária da homologia é provavelmente severamente danificada com a descoberta de que estruturas aparentemente homólogas são especificadas por genes bem diferentes em espécies diferentes” — “Evolution: A Theory in Crisis, página 149″

 Nem mesmo a nova análise comparativa de DNA está fornecendo os resultados esperados pelos evolucionistas. Na verdade a nova análise comparativa de DNA está fazendo um verdadeiro estrago na classificação taxonômica evolutiva baseada em aspectos morfológicos. O celacanto, por exemplo, tem mais proximidade genética com os mamíferos do que com os próprios peixes. Morcegos são mais próximos geneticamente dos cavalos que as vacas, e por ai vai! Vide:

 http://www.newscientist.com/article/dn9402-bats-and-horses-get-strangely-chummy.html

Acho que vão ter que mexer em toda classificação taxonômica!

Mas não pense você que os ferrenhos defensores evolucionistas perdem a pose por isso! Eles continuam a citar seus “exemplos” de transição! A moda agora é: se um bicho reúne características de espécies distintas, isso significa que ele é “intermediário” entre as duas espécies. Vejamos alguns exemplos:

Ornitorrinco

Blog de guerrovacriacionismo : Guerrova Criacionismo, Supostos Seres Intermediários da Evolução

 O fato de o ornitorrinco ter, ao mesmo tempo, características de aves e de mamíferos, não prova que ele é uma espécie intermediária. Não há no registro fóssil qualquer sinal dessa transição. O ornitorrinco praticamente não sofreu mudança alguma segundo o registro fóssil. O ornitorrinco é apenas uma espécie monotípica e atípica.

 Ocapi

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 Os fósseis do ocapi eram utilizados para explicar a evolução dos eqüinos, até que em 1901 descobriram que o ocapi não estava extinto, e ai abandonaram essa idéia. Agora dizem que o ocapi é uma espécie transitória da girafa. Baseados em quê? No registro fóssil é que não é, pois o registro fóssil da girafa é incompleto e não dá margem a nenhuma conclusão real sobre sua suposta evolução. O pescoço do ocapi é bem mais curto do que o da girafa. Onde estão as espécies transitórias para nos mostrar o aumento gradual desse pescoço? Ninguém sabe! Já vimos algo semelhante no caso do celacanto.

 Mudskipper

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 Segundo a evolução, peixes evoluíram em anfíbios. O mudskipper realmente reúne características de peixe e anfíbio, mas há um problema ai! Segundo a própria evolução, os anfíbios evoluíram dos peixes sarcopterígeos, como, por exemplo, o celacanto, que possui nadadeiras lobadas. Mas o mudskipper é actinopterígeo.

 Peixe dipnóico

Esse peixe possui bexiga natatória além de guelras. E é exatamente essa característica incomum que tem feito com que os proponentes da evolução vejam nele um vínculo entre os anfíbios e os peixes. Teriam esses peixes alguma ligação com os anfíbios que supostamente deram origem aos vertebrados terrestres? Não! Primeiro porque eles fazem parte de um grupo totalmente separado (Os Peixes, de F. D. Ommanney, p. 65). Segundo, porque os ossos de seus crânios diferem tanto dos ossos dos primeiros anfíbios fósseis que um não pode ter qualquer conexão com o outro (Life on Earth – de David Attenborough, p. 137).

FONTE DO ARTIGO : http://guerrovacriacionismo.spaceblog.com.br/1943761/Supostos-Seres-Intermediarios-da-Evolucao/posted/

Fósseis de milhões de anos?Só pela fé evolucionista!

Fóssil de Archaeopteryx com tecidos moles???
Soft-centred fossils reveal dinosaurs’ true colours

27 January 2011 by Jeff Hecht

Magazine issue 2796. [Subscription needed/Requer assinatura]

Newly discovered traces of soft tissue provide unprecedented insights into how animals that died millions of years ago looked and lived

PETE LARSON and Phil Manning mount the dinosaur fossil on a small motorised platform inside the lead-lined chamber. The two palaeontologists make a few final adjustments, then exit the chamber and bolt it tight. At the console, geochemist Roy Wogelius flips a switch, sending a beam of X-rays sweeping over the fossil’s surface.

The scene, at the Stanford Synchrotron Radiation Lightsource in California, is reminiscent of Dr Frankenstein animating his monster. And that is essentially what Larson, Manning and Wogelius are trying to do.

Their project is one of several challenges to the conventional wisdom that when animals fossilise, all the original organic material, from the bones to the blood, is lost. Larson, of the Black Hills Institute in South Dakota, and Manning and Wogelius of the University of Manchester, UK, have already detected chemicals in a 145-million-year-old bird fossil that they believe were present in the living creature. Other groups have reported finding proteins and blood vessels inside dinosaur bones, and traces of pigments in 108-million-year-old feathers. The claims are controversial, but if true they promise to breathe new life into our understanding of ancient life.

Source/Fonte: New Scientist

The research could also help locate new deposits of extraordinarily well preserved fossils, says Patrick Orr of University College Dublin in Ireland – sites like the Burgess shale in Canada and Chinese feathered dinosaurs beds that have given us tremendous insights into evolution. Such deposits are usually found by accident, but the more we understand about the conditions that create them the more chance we have of discovering new ones.

First, however, researchers like Manning must convince other palaeontologists that their fossils really do preserve original material, which won’t be easy.

Palaeontologists have long studied the process of fossilisation – a field known as taphonomy – by observing the fate of dead animals and measuring what happens to the organic matter. Most of the time soft tissues are completely consumed by predators, scavengers and decay, leaving just scattered and fragmentary bones and teeth. If these fossilise they become mineralised, with all of the original material turned to rock.

Pristine preservation

Occasionally, though, nature is kind and fossilisation preserves details of an animal’s soft tissue. For example, the animals of the Burgess shale were buried rapidly in anoxic mud, allowing their soft tissues to be fossilised in amazing detail. Dinosaur “mummies” such as Dakota, a spectacularly well-preserved specimen of the duck-billed dinosaur Edmontosaurus, form when thick-skinned animals are buried quickly in fine river-bed sands, capturing impressions of the skin before the tissue decays. Impressions of feathers from Archaeopteryx were preserved in fine lime deposits on the bottom of a stagnant lagoon, and China’s celebrated feathered dinosaurs were fossilised in fine silts and layers of volcanic ash settling to the bottoms of lakes 125 million years ago.

However, even these exceptional conditions were not thought to preserve original organic material. The Chinese fossils are covered in a thin black film of carbon, but this is believed to be remains of bacteria that consumed the soft tissue before being entombed in rock. Convincing evidence of original soft tissue older than the Ice Age was lacking.

That wasn’t for lack of trying. The biggest prize was DNA, because it could reveal so much about extinct animals and their relations to living ones.

The 1993 movie Jurassic Park pumped up interest in the search for dinosaur DNA, and a year later Scott Woodward of Brigham Young University in Provo, Utah, claimed to have found dinosaur DNA in 80-million-year-old bone fragments (New Scientist, 26 November 1994, p 12). His report in Science (vol 266, p 1229) made headlines across the world, but the DNA was soon found to be contamination from humans who had handled the fossil.

Technology has advanced tremendously since then. DNA has now been extracted and sequenced from mammoths, the bones of Neanderthals, and extinct cave bears. But recovering DNA from dinosaurs remains the stuff of fiction. DNA degrades much faster than proteins and other soft tissue components and nobody thinks it is possible to recover DNA that is older than about a million years.

But DNA is not the only game in town. The controversy surrounding the supposed dinosaur DNA made a lasting impression on Mary Schweitzer, who was then a graduate student at Montana State University in Bozeman. Ten years later, she reported recovering soft, flexible tissues from inside the leg bone of a 68-million-year-old Tyrannosaurus rex which she claimed were blood vessels (Science, vol 307, p 1952).

The T. rex was discovered in a remote South Dakota canyon in 2000 by a team from the Museum of the Rockies. Its femur was intact but too heavy for a helicopter to lift in one piece, so they had to break it. To everyone’s surprise the interior was hollow – fossilised bones are usually filled with minerals – so the excavation team took samples and sent them to Schweitzer for analysis. She soaked the samples in a solution to dissolve the calcium compounds in the fossil, and was surprised to be left with flexible tissue which she identified as blood vessels.

Schweitzer’s claim was met with scepticism, in part because of the immense age of the bone. “The cynics think it’s far too old,” says Derek Briggs of Yale University. Tom Kaye of the University of Washington in Seattle suggested that what she had found was a biofilm left by bacteria that had feasted on the dead animal (PLoS One, vol 3, p e2808).

Read more here/Leia mais aqui: New Scientist [Subscription needed/Requer assinatura]

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Professores, pesquisadores e alunos de universidades públicas e privadas com acesso ao site CAPES/Periódicos podem ler gratuitamente este artigo da New Scientist e de mais 22.440 publicações científicas.

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PERGUNTA INDISCRETA DESTE BLOGGER:

Tecidos moles em fóssil de Archaeopteryx? 120 milhões de anos atrás??? E os outros casos de tecidos moles? Até Tiranossauro rex??? Onde que esta onda de tecidos moles em fósseis de animais de eras antigas vai parar? Ué, mas isso é possível? Como? Alguém me belisque…

Darwinismo escreveu:Basta mostrar um único organismo que surgiu fora de sua cronologia ancestral para falsear irremediavelmente a Evolução.

http://alogicadosabino.wordpress.com/2009/05/03/e-oficial-o-dinossauros-nao-tem-milhoes-de-anos/

http://www.formspring.me/Evolucionismo/q/1930032260

Em 2005, Mary Schweitzer abalou a comunidade evolucionista ao anunciar que tinha descoberto vasos sanguíneos e proteínas num osso de um T-rex datado de 68 milhões de anos. Qual o espanto? Não é suposto material orgânico aguentar mais de 100.000 anos, sensivelmente, em material fossilizado. O redactor do artigo da Discover percebeu muito bem as implicações desta descoberta e deu-lhe o seguinte título: “A descoberta perigosa de Schweitzer“.
Por quê perigosa? Porque uma observação directa levar-nos-ia a concluir que os dinossauros não podem ter milhões de anos, caso contrário aquele material orgânico já teria desaparecido do fóssil há muito tempo. Sendo assim, a proposta do criacionismo bíblico, que diz que a Terra não tem mais de 10.000 anos, ganha outra importância.
Como seria de esperar, o anúncio de Schweitzer foi recebido com grande cepticismo por parte da comunidade evolucionista. Também eles se aperceberam das implicações desta descoberta. E a coisa não era para menos. Será que “vasos sanguíneos que parecem ter sido recolhidos directamente de uma avestruz do zoo” podem ter milhões de anos?

Eis uma amostra do cepticismo em torno da descoberta (meu destacado):

Da própria Schweitzer: “My colleague brought it back and showed me, and I just got goose bumps, because everyone knows these things don’t last for 65 million years.

Dos pares (peer-reviewers): “I had one reviewer tell me that he didn’t care what the data said, he knew that what I was finding wasn’t possible. I wrote back and said, ‘Well, what data would convince you?’ And he said, ‘None.’
A melhor maneira dos evolucionistas descartarem esta forte evidência contra o cenário darwinista era alegar contaminação ou algo do género.
Uma nova descoberta
Enquanto todos gozavam do feriado do dia do trabalhador, a Science anunciava a descoberta de mais um dinossauro com conteúdo ainda mais espectacular do que aquele encontrado no T-rex. Num trabalho minucioso onde todas as providências foram tomadas para evitar contaminação da amostra, a equipa de Schweitzer retirou vasos sanguíneos, células (possivelmente com núcleos) e a matriz extracelular dos ossos (a “cola” orgânica que mantém as células unidas) de um hadrossauro. Mais impressionante é o facto de o dinossauro, supostamente, ser ainda mais antigo do que o controverso T-rex. Tem 80 milhões de anos.

(Foto)
Um comentário sobre o assunto na mesma edição da Science relembrava-nos o porquê da controvérsia em relação aos tecidos moles do T-rex:

… proteins in tissue normally degrade quickly after an animal dies
CONCLUSÃO
O cenário evolucionista está morto. Sem milhões de anos não há super-mutação que consiga salvar o dia. Este vai ser mais um dado científico que vai ser facilmente acomodado no conto de fada evolucionista. Os evolucionistas sabem que o tipo de material orgânico encontrado nestes dinossauros não pode durar milhões de anos. Mas como ele está aí e como os fiéis de Darwin não podem dispensar os preciosos milhões de anos (senão ficavam sem desculpa para não seguirem os mandamentos de Deus), a resposta deles agora vai ser: “afinal é possível este tipo de material resistir milhões de anos“.
A teoria da Evolução não pode ser refutada. Ela é muito importante para poder ser descartada. Ela serve como desculpa para não reconhecermos a existência de Deus e podermos viver de acordo com a nossa vontade.
Querido leitor, vais desprezar a salvação de Deus por causa de uma teoria que acomoda todos e quaisquer factos de maneira a não ser descartada? Jesus hoje fala contigo, através de mim, e diz-te que tem um lugar preparado no céu para ti. Cabe a ti aceitares ou não a Sua dádiva.

Descoberta sensacional! Tecidos moles e elásticos de dinossauros! CIQUE AQUI E LEIA O PDF.

A datação radiométrica é um método questionável. Para validar essa tese os geólogos assumem:

1) Que a taxa de decaimento dos isótopos radioactivos foi sempre constante;
2) Que não houve contaminação externa (isto é, que nenhuma quantidade de isótopos-pai ou isótopos-filho entrou ou saiu da amostra);
3) Que as condições iniciais da amostra são conhecidas (isto é, que não havia isótopos-filho na amostra).

Uma coisa é medir a quantidade de isótopos-pai e isótopos-filho presentes em determinada amostra. Isso é possível fazer com grande precisão. Outra coisa totalmente diferente é extrapolar essa observação para determinar uma “idade”. Isso depende de fatores não observados e não conhecidos que simplesmente se têm de assumir. Não dá para voltar atrás no tempo até à altura em que tudo começou a formar e acompanhar o seu desenvolvimento. É exatamente disto que trata o tópico “Halos radioativos de Polônio“, tese publicada nos melhores periódicos científicos peer-reviewed.

Foi encontrado ‘carne’ em um dinossauro. Outras fontes:

http://www.agencia.fapesp.br/materia/10434/divulgacao-cientifica/colageno-de-dinossauro.htm

http://abuscapelaverdade.blogspot.com/2009/05/colageno-de-dinossauro-de-80-milhoes-de.html
http://www.agencia.fapesp.br/materia/10434/divulgacao-cientifica/colageno-de-dinossauro.htm

http://abuscapelaverdade.blogspot.com/2009/05/colageno-de-dinossauro-de-80-milhoes-de.html

Normalmente quando um animal morre, todos os seus tecidos moles se decompõem e o material ósseo afunda cada vez mais na terra e, esmagado e sob a ação do calor, acabada se transformando em minerais. Como essa amostra de colágeno sobreviveu ?

Alem do Geofisico Dr Baumgardner e sua equipe realizarem pesquisas datacionais em rochas carbonaticas, em diamentes (para refutar a objeção da contaminação) a propria logica é importante para se pressupor algo, pois é muita alienação anacrônica acreditar por exemplo, entre tantos, que um tecido mole com elasticidade em condições nada especiais de um t-rex, “osso mais que fossil” com borras de hemoglobina, e vasos sanguinos constatados ao ser submetido a tecnica que se utiliza em esqueletos recentes ao descalcificar por colocação em acido fraco, possa ter mesmo 70 milhões de anos pela datação relativa ao local achado. Vejam o que os cientistas disseram:

“… No T. rex de Montana, ao contrário, não houve aparentemente nenhuma substituição: a matéria orgânica original (ou pelo menos parte dela) está preservada, o que é confirmado pela sua elasticidade. E isto é surpreendente, quando imaginamos que estamos diante de um animal extinto há dezenas de milhões de anos. ”

Somente a fé substituta evolucionista e a tradição radiométrica que impedem a comunidade cientifica de se datar muitas vezes objetos assim

Alguns exemplos de anacronismos :

1.Tecido Mole com elasticidade, borras amarronzadas de hemoglobina e maior parte do osso (Femur de um Tiranossauro rex) ainda estar sem sofrer diageneses sendo datado em 68-70 milhoes de anos pela dataçao relativa.

Link do trabalho original na revista Science

http://sciencenow.sciencemag.org/cgi/content/full/2005/324/2

[url=http://www.sciencemag.org/cgi/content/full/307/5717/1952?maxtoshow=&HITS=10&hits=10&RESULTFORMAT=&fulltext=T. rex&searchid=1122084038953_8041&stored_search=&FIRSTINDEX]http://www.sciencemag.org/cgi/content/full/307/5717/1952?maxtoshow=&HITS=10&hits=10&RESULTFORMAT=&fulltext=T. rex&searchid=1122084038953_8041&stored_search=&FIRSTINDEX[/url]

Outros links

http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/3298

http://www.estadao.com.br/rss/ciencia/2005/mar/24/147.htm

http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/3298http://media.eurekalert.org/scipub/images/schweitzer2LR.jpghttp://www.calacademy.org/science_now/headline_science/images/T-rex_tissue_fragments.jpg

http://www.earthfiles.com/Images/news/T/TRexBoneCellsAF.jpeg

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=14251159&tid=2539815102186455492&na=4&nst=47&nid=14251159-2539815102186455492-2548156834913386948

MEASURABLE 14C IN FOSSILIZED ORGANIC MATERIALS

http://www.globalflood.org/papers/2003ICCc14.html

Os dados científicos não deixam o colágeno aguentar num organismo fóssil por mais de 2,7 milhões de anos, no melhor dos cenários.

Os ossos fossilizados do porto extintos o potencial para a obtenção de proteínas ou seqüências de DNA que poderão revelar ligações evolutiva das espécies existentes. Utilizamos a espectrometria de massa para obter seqüências de proteína a partir de ossos de um 160 mil – para 600 mil anos extintos mastodontes (Mammut americanum) e um dinossauro de 68 milhões de anos (Tyrannosaurus rex). A presença de seqüências de T. rex indica que suas ligações peptídicas foram notavelmente estável. A espectrometria de massas pode, portanto, ser usado para determinar seqüências únicas a partir de organismos antigos padrões de fragmentação de peptídeos, um instrumento valioso para estudar a evolução ea adaptação da antiga Taxa de seqüências genômicas que são improváveis de serem obtidos.

http://www.sciencemag.org/content/316/5822/280.abstract

http://alogicadosabino.wordpress.com/2009/06/02/a-proteina-do-t-rex-e-o-desespero-evolucionista/

Em princípio sim, mas ainda existem algumas dúvidas, sobretudo em relação a alegação de recuperação de células e vasos, oriundos de fósseis com dezenas de milhões de anos. Desde 2005, quando foi anunciada a descoberta de restos de tecido biológico intactos em amostras fósseis com milhões de anos de idade, uma controvérsia se instalou na comunidade científica, com alguns cientistas alegando que tais amostras poderiam ser, simplesmente, o resultado de contaminação posterior. Ainda não temos um veredito final sobre a questão (se é que isso é possível em ciência), mas alguns dos achados originais parecem ser muito robustos.

O que começou esta polêmica foi a descoberta de estruturas que seriam supostamente partes das paredes dos vasos originais e restos de células do próprio animal fossilizado. Tudo isso em um fóssil de um T. rex de 68 milhões de anos atrás. No ano passado, na revista Science, a mesma equipe reportou encontrar mais tecidos orgânicos em outro fóssil, desta vez, provenientes de um Hadrossauro de 80 milhões de anos da espécie Brachylophosaurus canadensis. Porém, neste meio tempo, no ano 2008 (do PLoS One), o material fossilizado que aparentemente seria formado por restos de tecidos moles vasculares, foi interpretado, por um outro grupo independente, como sendo produtos de biofilmes bacterianos, aumentando ainda mais controvérsia.

É importante lembrar que em muitos fósseis certas moléculas como o carbonato de cálcio, da conchas, e hidróxido de apatita, dos ossos, originais, ainda estão presentes nos fósseis. O problema é com biomoléculas mais frágeis, como proteínas, ácidos nucleicos etc, que (em amostras tão antigas quanto as de dinossauros – mesmo que estas sejam formadas em circunstâncias anóxicas como é típico dos processos de fossilização) teriam sido, muito provavelmente, degradas, a menos que eventos muito específicos conseguissem isolar alguns fragmentos celulares protegendo-os das intemperes e da ação de microorganismos.

Contudo, em restos mais recentes, nos quais existe uma maior abundância de material, como é o caso dos restos de Neandertais, estes achados são muito menos controversos, já que o grau de controle é bem maior, e tem sido cada vez mais aceitos pela comunidade científica.

Claro, existem diferenças em relação a estabilidade e durabilidade dos diferentes compostos orgânicos. Por exemplo, enquanto o DNA rapidamente se fragmenta (e o problema é achar fragmentos suficientemente grandes para serem informativos) as proteínas, em algumas condições, podem ser estabilizadas e durar bastante tempo, o que por exemplo poderia acontecer com a matriz colágena que está na base dos tecidos moles dos animais. [Alguns lipídios são ainda muito mais duráveis e tem ganho um papel cada vez maior em estudos de biotas extintas]. Na realidade, o grupo de Schweitzer conseguiu isolar proteínas de colágeno do T. rex e de um fóssil de mastodonte e, após, seqüenciá-las, notaram que a seqüência de aminoácidos do colágeno do mastodonte era muito mais próximas das dos elefantes modernos, enquanto o colágeno dos restos do T. rex era muito semelhante ao de aves modernas, o mais próximo de seus parentes vivos. Este é ainda o achado mais forte que o grupo trouxe em seu artigo de 2005 e ainda não foi refutado e permanece extremante sugestivo.

Em contrapartida, o artigo de 2008, trás a possibilidade de que os túbulos ramificados e os glóbulos encontrados nos fósseis de T. rex sejam, apenas, biofilmes bacterianos, como sugerido pela análise espectroscópica. Algumas das amostras analisadas em 2008, datadas por radiocarbono, sugerem, inclusive, que estas estruturas teriam poucas décadas de idade, mas isso ainda é bastante discutível e o mais provável, parece ser, que os biofilmes datariam do começo do processo de diagênese, milhões de anos atrás. Porém, mesmo se aceitarmos as análises deste artigo, seus resultados não explicam as moléculas de colágeno isoladas e, muito menos, os padrões de semelhança absolutamente consistentes com as filogenias modernas.

Mesmo assim, antes de termos mais confiança neste tipo de descoberta é preciso eliminar, o máximo possível, a possibilidade de contaminação ou artefato.
Neste trabalho de 2009, e em outros mais recentes do grupo de Schwetzer, buscou levantar objeções contra a interpretação de biofilmes e, além disso, aduzir outros argumentos e mostrar linhas de evidência complementares para corroborar a interpretação de que os restos são sim tecidos biológicos de dinossauros.

O interessante é algumas moléculas orgânicas, como certos ácidos graxos são habitualmente utilizados como marcadores de biotas ainda mais antigas por que são incrivelmente resistentes. A chamada paleontologia molecular utiliza-se destes tipo de bio-marcadores orgânicos, juntamente com outros bio-marcadores inorgânicos (como certos isótopos tipicamente concentrados por seres vivos), como indicadores de atividade biogênica e até mesmo das circunstâncias paleoecológicas de períodos muito remotos.

Hurd, Gary S. [Posted: May 20, 2005] Dino Blood Redux The Talking Origin Archive [http://www.talkorigins.org/faqs/dinosaur/flesh.html], acessado em 22/12/2010.

Kaye TG, Gaugler G, Sawlowicz Z. Dinosaurian soft tissues interpreted as bacterial biofilms. PLoS One. 2008 Jul 30;3(7):e2808. PubMed PMID: 18665236;PubMed Central PMCID: PMC2483347.

Marota I, Rollo F. Molecular paleontology. Cell Mol Life Sci. 2002 Jan;59(1):97-111. Review. PubMed PMID: 11846037.

Schweitzer MH, Zheng W, Organ CL, Avci R, Suo Z, Freimark LM, Lebleu VS, Duncan MB, Vander Heiden MG, Neveu JM, Lane WS, Cottrell JS, Horner JR, Cantley LC, Kalluri R, Asara JM. Biomolecular characterization and protein sequences of the Campanian hadrosaur B. canadensis. Science. 2009 May 1;324(5927):626-31. PubMed PMID: 19407199.

Service RF. Paleontology. ‘Protein’ in 80-million-year-old fossil bolsters controversial T. rex claim. Science. 2009 May 1;324(5927):578. PubMed PMID:19407170.

Carl Zimmer sumariza as opiniões de alguns especialistas sobre o artigo de 2008 que propõem que os túbulos e glóbulos encontrados seriam provenientes de biofilmes bacterianos relativamente recentes. As opiniões se dividem e mostram como certas questões metodológicas são complicadas e muito importantes de serem bem compreendidas.

Zimmer, Carl [August 1st, 2008 ] Slime versus dinosaur Blogs/, The Loom [http://blogs.discovermagazine.com/loom/2008/08/01/slime-versus-dinosaur/], acessado em acessado em 22/12/2010.

Zimmer C. Paleontology. Is dinosaur ‘soft tissue’ really slime? Science. 2008 Aug 1;321(5889):623. PubMed PMID: 18669828.

Última edição por Eduardo em Qua Fev 02, 2011 10:22 pm, editado 4 vez(es)


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Tecidos moles e elásticos em fósseis de dinossauros T-Rex, Hadrossauro e Archaeopteryx :: Comentários

Re: Tecidos moles e elásticos em fósseis de dinossauros T-Rex, Hadrossauro e Archaeopteryx

Mensagem em Dom Jan 02, 2011 11:05 pm por Eduardo

 
 
Originalmente publicado em Creation-Evolution Headlines.

Já é oficial: tecido animal, incluindo proteínas dos vasos sanguíneos e estruturas semelhantes a células, foram recuperados de osso de dinossauro. A descoberta de Mary Schweitzer em 2005 (03/24/2005) foi subsequentemente apontada como sendo causada por contaminação por agregados de microrganismos ou biofilmes (07/30/2008). Desta vez, Schweitzer e a sua equipa tomaram cuidados excepcionais de modo a evitar qualquer contaminação enquanto escavavam ossos de hadrossauro em arenito com uma idade estimada em cerca de 80 milhões de anos.

Uma descrição sumária do achado, bem como uma fotografia do tecido, foi anunciada pela revista New Scientist. A publicação do trabalho seguiu-se-lhe, pouco depois, na revista Science1 a 1 de Maio. Num comunicado à imprensa, a instituição de Schweitzer, a North Carolina State University, afirmou que a preservação do tecido mole neste lagarto com bico de pato estava inclusive em melhores condições que o material de T. Rex analisado em 2005.

Robert F. Service comentou o achado no mesmo número da Science.2 Ele usou de alguma reserva, colocando a palavra “proteína” entre aspas no seu título, mas a seguir acrescenta:

A descoberta controversa de que segmentos de proteína podem ser recuperados a partir de fósseis de dinossauro foi repetida pela primeira vez. Há dois anos atrás, Mary Schweitzer, uma paleontóloga na Universidade da Carolina do Norte em Raleigh, e os seus colegas surpreenderam a comunidade paleontológica quando anunciaram a descoberta de fragmentos de proteína intacta num fóssil de Tyrannosaurus rex que terá morrido há cerca de 68 milhões de anos atrás. Esta alegação tem permanecido em disputa, porque as proteínas em tecido normalmente se degradam rapidamente após a morte do animal. Contudo, na página 626, Schweitzer e os seus colegas reportam que encontraram um ainda maior número de fragmentos de proteína num fóssil com 80 milhões de anos de um dinossauro com bico de pato, ou hadrossauro, conhecido como Brachylophosaurus canadensis.
“Isto ou vai dar em nada ou será a maior revolução que a paleontologia já viu,” afirma Tom Kaye, um paleontólogo do Museu Burke em Seattle, Washington e um crítico do trabalho original sobre o T. rex.

Service acrescenta que “o Colagénio, a principal proteína no tecido conectivo, raramente se encontra em fósseis com mais do que umas escassas centenas de milhares de anos.” Considerando cinco como referência, temos que a descoberta implica que se aceite que a sua duração ultrapassou este limiar 160 vezes.
Em resposta às críticas de que foi alvo o trabalho em 2005, a equipa de Schweitzer usou de todo o cuidado na extracção do espécimen. Eles utilizaram instrumentos esterilizados para extrair as amostras de osso e enviaram-nas de imediato para o laboratório em embalagens seladas. As amostras foram analisadas por dois grupos independentes. “Ambos os grupos conduziram depois estudos bioquímicos e de ligação de anticorpos que demonstraram que evidências de colagénio bem como laminina e elastina, duas proteínas encontradas em vasos sanguíneos,” reportou Service. Adicionalmente, duas equipas independentes utilizaram métodos avançados de espectrometria de massa e, ambos confirmaram a presença de colagénio. Um dos especialistas, John Asara da Harvard Medical School, afirmou, “Isto vem provar que o primeiro estudo não foi um incidente isolado.
O que é que os críticos vão dizer agora? Service acaba citando Martin McIntosh do Fred Hutchinson Cancer Research Center em Seattle, um crítico do primeiro estudo. McIntosh não se mostra confortável com as implicações. “Eu não digo que seja verdade,” afirmou, com alguma esperança de que se venha a encontrar uma explicação alternativa. “Mas neste momento não consigo ter um argumento plausível de que não seja verdade.” E acrescenta, “Está a fechar-se a porta para alternativas plausíveis.
O trabalho original documentava essencialmente os detalhes da extracção e da análise. Chris Organ (Harvard) também realizou análises filogenéticas, indicando que suficiente material primário estava disponível para comparação. Apesar da confiança do comunicado à imprensa de que as proteínas mostravam uma ligação às aves, os dados apresentados no trabalho eram mais ambíguos e precisavam de algum arranjo para mostrar uma árvore.3 Isso, contudo, é o que a Science pareceu enfatizar, declarando no sumário que “A análise de tecidos bem preservados de um hadrossauro com 80 milhões de anos suporta a relação dinossauro-aves.” A Science Daily também se centra nessa vertente.
Foi assim que o trabalho original terminou o seu anúncio de repetição de resultados que mostram que o material é endógeno (mesma origem que o osso). Com uma cautela científica apropriada, eles indicaram a evidência que apontava para a confirmação da hipótese de que os fragmentos de proteína fizeram parte, em tempos, de um dinossauro vivo:

A hipótese de que proteínas endógenas possam persistir ao longo de eras geológicas, conforme foi primeiro reportado para o T. rex (MOR 1125), foi recebida com um cepticismo apropriado. Contudo, a inclusão de dados de sequência adicionais de répteis extintos e B. canadensis fortalece a hipótese de que sinais moleculares são preservados pelo menos até ao Cretáceo Superior.
As diferenças ao nível microscópico da textura (Fig. 1 e fig. S1), a diferenciação elementar, inclusões sub-“celulares” em osteócitos e vasos, identificação de modificação pós-translacional Pro-OH não produzida por micróbios, ligação diferencial de anticorpos quer por estudos in situ quer por estudos imunológicos do tipo blot, sequências proteicas de colagénio e análises filogenéticas não suportam a origem microbial nem para as microestruturas nem para os fragmentos pépticos. Conjugando isto com evidência para a ligação cruzada e modificações químicas raras, a congruência de todas as provas suporta solidamente uma origem endógena para estes materiais. A explicação mais parcimoniosa, até agora não falsificada, é a de que permanecem moléculas originais em alguns fósseis do Cretáceo. Continua desconhecida é a química por detrás de semelhante preservação.
O estudo também inclui fotografias de estruturas que se assemelham a células. Sendo que a equipa foi cautelosa a ponto de não lhes chamar células, elas bem que pareciam ser uma realidade. Várias linhas de evidência foram seguidas para eliminar a contaminação por bactérias.4 Isto indica que a proteína estudada com a espectrometria de massa não se limitava apenas a fragmentos isolados, mas estava retida nas estruturas celulares originais. Teriam estas células de facto 80 milhões de anos de idade?



Parece que isto vem estabelecer o caso. Não se concebe como esta proteína do sangue possa ter 80 milhões de ano de idade. Os evolucionistas apenas fazem semelhante afirmação porque não podem conceber sequer a ideia que tenham existido dinossauros mais recentemente, fazendo com que o seu pressuposto de milhões de anos seja posto em causa. Sem esses milhões de anos, o Darwinismo está morto, morto e bem morto.
É de notar que não são os criacionistas que estão por trás deste anúncio mas uma equipa de investigadores seculares e fontes de informação secular e anti-criacionista. Combinando esta entrada com a próxima entrada a traduzir (
Estarão os geólogos seculares dispostos a considerar um dilúvio global?), parece que dois séculos de dúvidas científicas acerca da cronologia da Bíblia podem ser dados por terminados. De que é que está à espera?



1. Schweitzer, Zheng, Organ, Avci, Sui, Freimark, Lebleu, Duncan, Vander Heiden, Neveu, Lane, Cottrell, Horner, Cantley, Kalluri and Asara, “Biomolecular Characterization and Protein Sequences of the Campanian Hadrosaur B. canadensis,”
Science, 1 May 2009: Vol. 324. no. 5927, pp. 626-631, DOI: 10.1126/science.1165069c.
2. Robert F. Service, “Paleontology: ‘Protein’ in 80-Million-Year-Old Fossil Bolsters Controversial T. rex Claim,”
Science, 1 May 2009: Vol. 324. no. 5927, p. 578, DOI: 10.1126/science.324_578.
3. Excerpt from (1): “Under a majority-rule criterion to building a consensus tree, Dinosauria (the group containing the two extinct dinosaurs and the two birds) collapsed into a three-way polytomy. Removing T. rex from the phylogeny resulted in a three-way polytomy as well. The amount of missing data in B. canadensis and T. rex sequences relative to extant samples resulted in relatively low resolution within Dinosauria, but even so, the phylogenetic relationship of recovered B. canadensis sequences supports the species’ placement within Archosauria, closer to birds than Alligator. However, on the basis of well-established morphological analyses, we predict that T. rex is more closely related to birds than it is to the ornithischian hadrosaur B. canadensis. Despite ambiguity within Dinosauria, obvious phylogenetic signal resides within recovered collagen sequences, supporting endogeneity (fig. S11).”
4. “Ovoid red ‘cells’ with long filipodia, similar in morphology to extant osteocytes, were embedded in or associated with white matrix (Fig. 1J and fig. S1) or vessels (Fig. 1H). In some cases, these were attached by their filipodia to adjacent cells (Fig. 1J, inset), forming an interconnecting network as in extant bone. The cells contain internal microstructures suggestive of nuclei. Red filipodia extend from cell bodies into the white fibrous matrix (Fig. 1J and fig. S1), reflecting original chemical differences at submicron levels between cells and matrix and inconsistent with recent microbial invasion (7). Under FESEM (10), B. canadensis osteocytes and filipodia (Fig. 1K) are similar in morphology, surface texture, and size to extant ostrich osteocytes isolated from bone digests (Fig. 1L) (1, 2, 13, 14).”

[Este poste têm a ver com a notícia que se encontra neste link: http://www.clicnews.com.br/saude/view.htm?id=94488]

A nova descoberta ou “não vai ser nada, ou vai ser a maior revolução
de sempre na paleontologia”. Estas palavras foram pronunciadas por um paleontólogo em resposta à investigação recém-publicada. Ele estava comentando um relatório sobre os tecidos bem-preservados e sequências de colágeno primário recuperados do fémur de um dinossauro herbívoro identificado como um hadrossauro. Seguiram-se vários anos de intensa actividade para Mary Schweitzer e seus colegas, cujos trabalhos anteriores sobre tecidos moles em ossos de dinossauro foram recebidos com grande cepticismo. No ano passado parecia que esta ideia de tecidos preservados tinha encontrado a sua refutação final quando a mesma paleontóloga citada acima propôs que os tecidos moles “vieram de qualquer contaminação bacteriológica”. No entanto, a nova pesquisa parece ter respondido às críticas de forma muito eficaz.

Os autores estavam bem cientes de que o seu trabalho recentemente publicado leva combustível ao fogo da controvérsia. Eles começam o seu resumo recordando isso mesmo aos seus leitores e acabam o seu relatório com comentários que abordam o “adequado cepticismo” do seu trabalho anterior. O problema é este: todas as medidas directas da degeneração das biomoléculas sugerem escalas de tempo de centenas ou milhares de anos (dependendo das condições ambientais). Medições indirectas, baseadas na detecção de biomoléculas em artefactos de idade conhecida, sugerem que o limite superior é inferior a um milhão de anos. No entanto, considera-se que as biomoléculas detectadas em dinossauros têm 80 milhões de anos. Duas ordens de grandeza justificam o considerável cepticismo!

Consequentemente, os autores não se pouparam a esforços para abordarem as preocupações de contaminação – em particular pela invasão da bactérias que formariam um biofilme. O fémur que utilizaram veio de uma perna articulada posterior de um hadrossauro. Os elementos das patas, a tíbia e a fíbula foram colectados em 2006, portanto eles sabiam que o fémur estava ainda incorporado na rocha. No ano seguinte, a rocha que continha o fémur foi removida, tomando precauções para que o osso fossilizado “não fosse exposto no campo”. Todos os esforços foram feitos para evitar a contaminação, para que todos os materiais analisados fossem representativos do próprio fóssil. Os pesquisadores descobriram uma variedade de evidências morfológicas que indicavam que eles estavam a manipular material fóssil significativo. “A variação na textura, a microestrutura, e a cor da amostra de dinossauro é compatível com tecidos existentes e não é explicado de forma plausível através do argumento dos biofilmes”. Uma série de testes seguiram-se, com a replicação dos testes por outro laboratório, levando a algumas descobertas muito convincentes. Muitos críticos do trabalho anterior reconhecem agora a natureza substancial da novainvestigação. Service escreve:

“Ambos os grupos, realizaram então independentemente estudos bioquímicos e de ligação de anticorpos que mostraram evidência de colágeno (ou colágenio), bem como de laminina e elastina, duas proteínas encontradas em vasos sanguíneos.” [McIntosh, um crítico do trabalho anterior, é citado como tendo dito:] “Eu não estou dizendo que é verdade. Mas não posso agora construir um argumento plausível de que não é verdade”. Ele acrescenta: “A porta está se fechando para alternativas plausíveis”.

Mas um outro aspecto da pesquisa recentemente publicada é uma comparação das sequências do colágeno de hadrossauro com o colágeno de aves, répteis, mamíferos, anfíbios e com as sequênciasanteriores obtidas a partir de um T. Rex. Os resultados desta comparação produziram manchetes por todo o mundo. A árvore filogenética emergente coloca em primeiro lugar os dois dinossauros adjacentes às aves – posterior ao ponto de ramificação dos répteis. Sem dúvida, ambas as sequências de dinossauro são fragmentárias. “As oito sequências de péptido para o colágeno alfa1 tipo I e para colágeno alfa2 tipo I representam 7,8 e 2,5% da sequência total para organismos relacionados, respectivamente”. No entanto, embora reconhecendo esta situação, os autores consideram as suas análises como de resultados significativos.

“A quantidade de dados perdidos nas sequências de B. canadensis e de T. rex em relação aos existentes nas amostras resultaram numa relativamente baixa resolução dentro dos Dinosauria, mas mesmo assim, a relação filogenética das sequências de B. canadensis recuperadas apoiam a colocação da espécie nos Archosauria, mais próximos das aves do que do Crocodilo”.

Em vista disto, as comparações de sequências podem e serão criticadas. Comentários nesta fase podem ser prematuros (embora possa ir aqui para mais reflexões sobre o assunto). A partir de uma perspectiva do design, há um outro ângulo sobre as comparações de sequências que vale a pena considerar. Em vez de interpretar as sequências em termos de percursos evolutivos, com as semelhanças a mapearem as relações ancestral/descendente, sequências similares podem na verdade estar relacionadas com funcionalidades semelhantes. Assim, por exemplo, semelhanças entre o colágeno de dinossauro e o das aves pode resultar de requisitos de design relativos a critérios de tamanho/peso/força critérios. Estas semelhanças não são evidências das aves e os dinossauros pertencerem ao mesmo clado, mas são evidências para as aves e os dinossauros terem características anatómicas e fisiológicas comuns.

Um outro ponto diz respeito ao estilo de argumentação “deus-das-lacunas”. Os cientistas do DI [Design Inteligente] são injustamente acusados de encontrarem uma lacuna no conhecimento e de a preencherem com um milagre (enquanto os argumentos de design são na realidade baseados nas evidências – e não na falta delas). Com a preservação dos tecidos moles de dinossauro, o sapato está no outro pé. Todo o conhecimento que temos aponta para a impossibilidade de detectarmos quaisquer sequências proteicas de dinossauros. Por estes motivos, muitos foram profundamente cépticos da análise do T. rex. Agora que as sequências de colágeno foram confirmadas pela replicação, o desafio consiste em explicar o que anteriormente era considerado impossível. Os autores concluem seu trabalho com as palavras: “Ainda é desconhecida a química por trás dessa preservação”. Com base no que sabemos, a alegação criacionista de que os dinossauros não têm milhões de anos pode parecer mais parcimoniosa. O que estou argumentando é que as acusações de “deus-das-lacunas” mal direcionadas sempre que as pessoas argumentam pelas evidências, e que a maioria dos casos em que a frase é usada revela o papel que ela tem como um instrumento retórico.

Biomolecular Characterization and Protein Sequences of the Campanian Hadrosaur
B. canadensis (Caracterização biomolecular e seqüências protéicas do Hadrosaur B. canadensis) Mary H. Schweitzer, et al. Science, 324, 1 May 2009: 626-631.

Resumo: Preservação molecular em dinossauros não-aviários é controversa. Presenciamos múltiplas linhas de evidência de que material proteico endógeno está preservado em fragmentos ósseos e em tecidos moles de um hadrossauro de 80 milhões de anos, Brachylophosaurus anadensis [Museum of the Rockies (MOR) 2598]. Dados microestruturais e imunológicos são consistentes com a preservação da matriz óssea múltiplas e de proteínas de vasos sanguíneos, e análises filogenéticas do colágeno do Brachylophosaurus sequenciado por espectrometria de massa apoia de forma robusta o clado ave-dinossauro, coerentes com uma fonte endógena destes peptídeos de colágeno. Estes dados complementam os resultados anteriores do Tyrannosaurus Rex (MOR 1125) e confirmam que a preservação molecular nos dinossauros do Cretáceo dinossauros não é um acontecimento único.

Veja também:


Service, R.F. ‘Protein’ in 80-Million-Year-Old Fossil Bolsters Controversial T. rex Claim,
Science 324, 1 May 2009: 578.

New Data from 80-Million-Year-Old Dinosaur Demonstrates Ancient Protein Is Preserved, Beth
Israel Deaconess Medical Center Press Release, 30 April 2009.

(por David Tyler)

Fonte:http://designinteligente.blogspot.com/2009/05/colageno-e-sangue-degradado-num-osso-de.html#mais

Para saber mais sobre o assunto: Mais Fotos Dos Tecidos Moles De Dinossauro Preservados , Tecidos Moles Preservados Num Fóssil De Dinossauro Bico De Pato , T. Rex – Descobertas Espetaculares – Mensagem Errada , T. Rex – Encontrados Tecidos Moles? , Esse Colágeno Ainda Vai Dar o Que Falar…

Moléculas Podem Ser Preservadas Por 80 Milhões De Anos???

Moléculas podem ser preservadas por 80 milhões de anos???

Quinta-feira, Abril 30, 2009

News Release

Proteins, Soft Tissue from 80 Million-Year-Old Hadrosaur Add Weight to Theory that Molecules Preserve Over Time

Media Contact(s)
Tracey Peake, News Services, (919) 515-6142

April 30, 2009

FOR IMMEDIATE RELEASE

A North Carolina State University paleontologist has more evidence that soft tissues and original proteins can be preserved over time – even in fossilized remains – in the form of new protein sequence data from an 80 million-year-old hadrosaur, or duck-billed dinosaur.


Dr. Mary Schweitzer, associate professor of marine, earth and atmospheric sciences at NC State with a joint appointment at the N.C. Museum of Natural Sciences, along with colleague Dr. John Asara from the Beth Israel Deaconess Medical Center (BIDMC) and Harvard Medical School, Dr. Chris Organ from Harvard University, and a team of researchers from Montana State University, the Dana Farber Cancer Institute, and Matrix Science Ltd. analyzed the hadrosaur samples.

The researchers’ findings appear in the May 1 edition of Science.

Schweitzer and Asara had previously used multiple methods to analyze soft tissue recovered from a 68 million-year-old Tyrannosaurus Rex. Mass spectrometry conducted on extracts of T. rex bone supported their theory that the materials were original proteins from the dinosaur.

These papers were controversial, and the team wanted to demonstrate that molecular preservation of this sort in dinosaurs was not an isolated event. Based upon other studies, they made predictions of the type of environment most likely to favor this preservation, so Schweitzer and students, working with Jack Horner’s Museum of the Rockies field crews, went looking for a dinosaur preserved under a lot of sandstone. Using specially designed field methodology, with the aim of avoiding environmental exposure until the fossil was inside the lab, they set aside the femur from a Brachylophosaurus canadensis – a hadrosaurid dinosaur-buried deeply in sandstone in the Judith River formation.


“This particular sample was chosen for study because it met our criteria for burial conditions of rapid burial in deep sandstones,” Schweitzer says. “We know the moment the fossil is removed from chemical equilibrium, any organic remains immediately become susceptible to degradation. The more quickly we can get it from the ground to a test tube, the better chance we have of recovering original tissues and molecules.”

Preliminary results seemed to confirm their methodology, as Schweitzer found evidence of the same fibrous matrix, transparent, flexible vessels and preserved microstructures she had seen in the T. rex sample in the much older hadrosaur bone. Because of the rapidity of analyses after the bones were removed, the preservation of these dinosaurian components was even better. The samples were examined microscopically via both transmitted light and electron microscopes to confirm that they were consistent in appearance with collagen. They were also tested against antibodies that are known to react with collagen and other proteins.


Next, Schweitzer sent the samples to Asara’s lab to be analyzed by a new mass spectrometer, capable of producing sequences with much greater resolution than the one used previously. Mass spectrometry identifies molecules by measuring the mass of the protein fragments, or peptides, that result from breaking apart molecules with specific enzymes. The masses are measured with very high mass accuracy, and then compared with existing databases of proteins to achieve a best fit. In this way, Asara was able to identify eight collagen peptides from the hadrosaur, then confirm the identity of the sequences by comparing them both to synthesized fragments and to modern proteins analyzed under the same conditions. Once sequence data were validated, they were evaluated by Organ who determined that, like T.rex, this dinosaur’s protein family tree is closer to that of modern birds than that of alligators.

All results were independently verified by researchers at BIDMC, Montana State University, Harvard University, the Dana Farber Cancer Institute, and Matrix Science of London.

The data were consistent with that of the earlier T. rex analysis, confirming that molecular preservation in fossilized remains is not an isolated event. “We used improved methodology with better instrumentation, did more experiments and had the results verified by other independent labs,” Schweitzer says. “These data not only build upon what we got from the T. rex, they take the research even further.”

Schweitzer hopes that this finding will lead to more work by other scientists on these ancient molecules.

“I’m hoping in the future we can use this work as a jumping off point to look for other proteins that are more species-specific than collagen. It will give us much clearer insight into all sorts of evolutionary questions.”

-peake-

Note to Editors: An abstract of the paper follows.

“Biomolecular Characterization and Protein Sequences of the Campanian Hadrosaur Brachylophosaurus canadensis”

Authors: Mary H. Schweitzer, North Carolina State University and the N.C. Museum of Natural Sciences; John M. Asara, Beth Israel Deaconess Medical Center and Harvard Medical School, et al.

Published: May 1, 2009 in Science

Abstract:

Molecular preservation in non-avian dinosaurs is controversial. We present multiple lines of evidence that endogenous proteinaceous material is preserved in bone fragments and soft tissues from an 80 million year old Campanian hadrosaur, Brachylophosaurus canadensis (MOR 2598). Microstructural and immunological data are consistent with preservation of multiple bone matrix and vessel proteins, and phylogenetic analyses of Brachylophosaur collagen sequenced by mass spectrometry robustly support the bird-dinosaur clade, consistent with an endogenous source for these collagen peptides. These data complement earlier results from Tyrannosaurus rex (MOR 1125) and confirm that molecular preservation in Cretaceous dinosaurs is not a unique event.

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REAÇÃO DA SCIENCE

Science 1 May 2009:
Vol. 324. no. 5927, p. 578
DOI: 10.1126/science.324_578

PALEONTOLOGY:

‘Protein’ in 80-Million-Year-Old Fossil Bolsters Controversial T. rex Claim

Robert F. Service

A controversial finding that protein fragments can be recovered from dinosaur fossils has been replicated for the first time. Two years ago, a team of paleontologists stunned the community when they reported discovering intact protein fragments in a fossil from a Tyrannosaurus rex that died 68 million years ago. The claim has remained contentious, because proteins in tissue normally degrade quickly after an animal dies. On page 626 of this week’s issue of Science, however, the team reports finding an even larger number of protein fragments from an 80-million-year-old fossil from a duck-billed dinosaur, or hadrosaur, known as Brachylophosaurus canadensis.

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PARA LER O RESTO DO ARTIGO REQUER ASSINATURA OU ACESSO VIA CAPES – Periódicos

Fonte.

http://www.answersingenesis.org/articles/am/v5/n1/not-dry-bones

É oficial: os dinossauros não tem milhões de anos

Em 2005, Mary Schweitzer abalou a comunidade evolucionista ao anunciar que tinha descoberto vasos sanguíneos e proteínas num osso de um T-rex datado de 68 milhões de anos. Qual o espanto? Não é suposto material orgânico aguentar mais de 100.000 anos, sensivelmente, em material fossilizado. O redactor do artigo da Discover percebeu muito bem as implicações desta descoberta e deu-lhe o seguinte título: “A descoberta perigosa de Schweitzer“.
Por quê perigosa? Porque uma observação directa levar-nos-ia a concluir que os dinossauros não podem ter milhões de anos, caso contrário aquele material orgânico já teria desaparecido do fóssil há muito tempo. Sendo assim, a proposta do criacionismo bíblico, que diz que a Terra não tem mais de 10.000 anos, ganha outra importância.
Como seria de esperar, o anúncio de Schweitzer foi recebido com grande cepticismo por parte da comunidade evolucionista. Também eles se aperceberam das implicações desta descoberta. E a coisa não era para menos. Será que “vasos sanguíneos que parecem ter sido recolhidos directamente de uma avestruz do zoo” podem ter milhões de anos?

Eis uma amostra do cepticismo em torno da descoberta (meu destacado):

Da própria Schweitzer: “My colleague brought it back and showed me, and I just got goose bumps, because everyone knows these things don’t last for 65 million years.

Dos pares (peer-reviewers): “I had one reviewer tell me that he didn’t care what the data said, he knew that what I was finding wasn’t possible. I wrote back and said, ‘Well, what data would convince you?’ And he said, ‘None.’
A melhor maneira dos evolucionistas descartarem esta forte evidência contra o cenário darwinista era alegar contaminação ou algo do género.
Uma nova descoberta
Enquanto todos gozavam do feriado do dia do trabalhador, a Science anunciava a descoberta de mais um dinossauro com conteúdo ainda mais espectacular do que aquele encontrado no T-rex. Num trabalho minucioso onde todas as providências foram tomadas para evitar contaminação da amostra, a equipa de Schweitzer retirou vasos sanguíneos, células (possivelmente com núcleos) e a matriz extracelular dos ossos (a “cola” orgânica que mantém as células unidas) de um hadrossauro. Mais impressionante é o facto de o dinossauro, supostamente, ser ainda mais antigo do que o controverso T-rex. Tem 80 milhões de anos.

(Foto)
Um comentário sobre o assunto na mesma edição da Science relembrava-nos o porquê da controvérsia em relação aos tecidos moles do T-rex:

… proteins in tissue normally degrade quickly after an animal dies
CONCLUSÃO
O cenário evolucionista está morto. Sem milhões de anos não há super-mutação que consiga salvar o dia. Este vai ser mais um dado científico que vai ser facilmente acomodado no conto de fada evolucionista. Os evolucionistas sabem que o tipo de material orgânico encontrado nestes dinossauros não pode durar milhões de anos. Mas como ele está aí e como os fiéis de Darwin não podem dispensar os preciosos milhões de anos (senão ficavam sem desculpa para não seguirem os mandamentos de Deus), a resposta deles agora vai ser: “afinal é possível este tipo de material resistir milhões de anos“.
A teoria da Evolução não pode ser refutada. Ela é muito importante para poder ser descartada. Ela serve como desculpa para não reconhecermos a existência de Deus e podermos viver de acordo com a nossa vontade.
Querido leitor, vais desprezar a salvação de Deus por causa de uma teoria que acomoda todos e quaisquer factos de maneira a não ser descartada? Jesus hoje fala contigo, através de mim, e diz-te que tem um lugar preparado no céu para ti. Cabe a ti aceitares ou não a Sua dádiva.
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Ver também: Milhares de anos… e não milhões!

Quando o paradigma vale mais do que a evidência empírica Maio 14, 2009, 5:02 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

Quando Mary Schweitzer anunciou a descoberta de proteínas em ossos de dinossauro, os criacionistas ficaram satisfeitos e os evolucionistas apreensivos. Como é que fragéis estruturas como vasos sanguíneos e proteínas iriam aguentar milhões de anos no organismo? Ainda por cima não estamos a falar de casos isolados.
Nos últimos dias, um dos posts com mais visualizações é o É oficial: a Terra não tem milhões de anos. Quando construo posts tento explicar as coisas da melhor maneira possível, pois sei que há leitores que podem não estar muito bem familiarizados com o tema. Mas o que tenho constatado é que se o leitor já decidiu fechar a mente às evidências contrárias ao evolucionismo, não adianta se escrevo as coisas como se as pessoas fossem muito burras… o leitor não vai querer entender as implicações. Serve este post para expor as coisas da forma mais clara que achei possível, como se estivesse a falar para crianças da escola primária.
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Quanto tempo aguentam estruturas orgânicas num organismo morto? Trabalho empírico sobre o assunto revela que ADN e proteínas não se aguentam num organismo por mais de cerca de 2,7 milhões de anos, na melhor das hipóteses (condições óptimas de preservação). O que é que encontramos? ADN e proteína em animais que os evolucionistas afirmam ter mais de 60 milhões de anos. Qual seria a conclusão óbvia? Que estes animais não podem ter milhões de anos.
Salvar o paradigma
O paradigma evolucionista está ameaçado com estas constatações. O problema é que eles não podem dispensar o ingrediente mágico do tempo pois, sem tempo, todo o cenário morre à nascença. O que os evolucionistas fazem é salvar o paradigma, subvertendo as evidências científicas. Consideremos a linha de raciocínio deles, utilizando o mais recente exemplo do hadrossauro:
1) Sabemos que este dinossauro tem 80 milhões de anos;
2) Sabemos, com base em ciência experimental, que as proteínas não resistem mais do que 3 milhões de anos, quanto mais 80 milhões;
3) Sabemos que foi possível encontrar proteínas, assim como outras estruturas orgânicas, neste dinossauro de 80 milhões de anos. Logo:
4) Deve haver algum erro nos cálculos mencionados no ponto 2). Tem de ser possível proteínas durarem 80 milhões de anos. Constatamos isso porque…
5) … Sabemos que este dinossauro tem 80 milhões de anos.
Reparem como os pontos 1) e 5) são iguais, o que revela a circularidade de raciocínio dos evolucionistas.
Uma leitura aberta dos dados científicos diria o seguinte:
1) É afirmado que este dinossauro tem 80 milhões de anos;
2) Sabemos, com base em ciência experimental, que as proteínas não resistem mais do que 3 milhões de anos, quanto mais 80 milhões;
3) Sabemos que foi possível encontrar proteínas, assim como outras estruturas orgânicas, neste dinossauro de 80 milhões de anos. Logo:
4) O ponto 1) está errado. Este dinossauro não pode ser assim tão velho.
CONCLUSÃO
Reparem que não são os criacionistas que têm de subverter a lógica para explicar os dados científicos. A proteína está muito bem onde está. Os evolucionistas é que têm de procurar explicações ad hoc para salvar o seu paradigma ameaçado pelas evidências científicas.
Amigos cristãos que acreditam na Bíblia… o meu desejo é que vocês usem e abusem destes artigos relacionados com o material orgânico encontrado nos dinossauros e outros animais. Quando vocês usam este tipo de evidência e quando vêem as respostas furadas dos evolucionistas, com o intuito de salvarem a sua religião, vocês poderão ver quão desesperados eles estão e quão ameaçada está a sua religião.
Há muito material científico que vocês podem utilizar para anunciar a Palavra de Deus. Copiem daqui se quiserem. Não precisam de mencionar o blogue. O importante é que a verdade bíblica seja anunciada.

[Paleontologia Molecular] Preservação de biomoléculas em fósseis

Biomolecules in fossil remains

http://www.biochemist.org/bio/02403/0012/024030012.pdf

Preservação de biomoléculas em fósseis

http://www.jstor.org/pss/56708

Dinos JOVEM! http://www.qccsa.org/young-dinos/

Soft Tissue: A Dinosaur shocker!
Tecidos Moles: uma história comovente do dinossauro!

Some real questions as to whether dinosaurs really went extinct 65 million years ago! Algumas perguntas real quanto a saber se realmente os dinossauros foram extintos 65 milhões de anos!

Scientists investigating the inner structure of a Tyrannosaurus rex fossil discovered what appeared to be preserved soft tissues, perhaps including intact blood cells, as reported in the March 25, 2005 issue of Science … Cientistas que investigam a estrutura interna de um fóssil de tiranossauro rex descobriram o que parecia ser preservada tecidos moles, talvez incluindo glóbulos intactos, como relatado na 25 de marco de 2005 na revista Science

This find should have been making front page news over 10 years ago, after Dr. Mary Schweitzer’s original find of soft tissue inside a T-Rex bone in Montana in 1995. Essa descoberta deveria ter sido tomada de notícia de primeira página mais de 10 anos atrás, depois de a Dra. Mary Schweitzer achado original de tecido mole dentro de um osso de T-Rex, em Montana, em 1995. Ten years later, the article in Science was complete with pictures pointing out soft tissue including a red blood cell as well as Dez anos depois, o artigo da Science foi completa, com fotos apontando tecidos moles, incluindo um glóbulo vermelho, bem como bone-making cells from a T-Rex leg bone. osso tornar as células a partir de um osso da perna T-Rex. This was reported again in Smithsonian Magazine , March 2006. Isso foi relatado novamente na Smithsonian Magazine, Março de 2006. One of the pictures on the Smithsonian Magazine Website has the caption: “A tiny blob of stretchy brown matter, soft tissue from inside the leg bone, suggests the specimen had not completely decomposed.” Uma das fotos do site da revista Smithsonian tem o subtítulo: “Uma minúscula mancha marrom de matéria elástica, tecido mole de dentro do osso da perna, sugere que a amostra não tinha sido completamente decomposto.”

Other articles on the discovery mention the researchers noticed an awful smell in the bones, which is a sign of ongoing decay & cannot come from a fossilized bone over 100,000 years old, let alone after 65 million years. Outros artigos sobre a descoberta mencionar os pesquisadores notaram um cheiro horrível nos ossos, que é um sinal de decadência em curso e não pode vir de um osso fossilizado de 100.000 anos de idade, muito menos depois de 65 milhões de anos. Further investigation revealed round microscopic structures that appear to be cells inside the hollow vessels. Investigações posteriores revelaram rodada estruturas microscópicas que parecem ser células dentro dos vasos vazios. Even to the untrained eye, the tissue samples look as if the animal died recently. Mesmo com o olho destreinado, as amostras de tecido olhar como se o animal morreu recentemente. Fibrous protein material was dissolved with an enzyme called collegenase, indicating that amino acid sequencing could probably be done (amino acids are the building blocks of protein). material de proteína fibrosa foi dissolvido com uma enzima chamada collegenase, indicando que a seqüência de aminoácidos provavelmente poderia ser feito (aminoácidos são os blocos de construção das proteínas). 1 1

The fossil was entombed in porous sandstone, with the surety of penetration by groundwater. O fóssil foi sepultado em arenito poroso, com a garantia de penetração de águas subterrâneas. Since biological material is quickly broken down in the presence of water, it seems inconceivable that organic material could have avoided decomposition for so long, raising the possibility that the formation is misdated. Como o material biológico é rapidamente quebrado na presença de água, parece inconcebível que a matéria orgânica poderia ter evitado a decomposição por tanto tempo, aumentando a possibilidade de que a formação é misdated. The discovery is obviously much more compatible with recent rapid burial than with an age of millions of years, for soft tissue decays rather quickly under any condition. A descoberta é, obviamente, muito mais compatível com o enterramento rápido recente do que com uma idade de milhões de anos, para o tecido mole se deteriora muito rapidamente em qualquer condição.

Obviously, no one has a Polaroid picture of what the conditions were like at the time of burial. Obviamente, ninguém tem uma foto Polaroid do que o eram as condições no momento do enterro. However, it is fact that the Ice Age came down near that section of the Hell Creek area. Also winter storms no doubt produced snow and rain in abundance that would have saturated that area. No entanto, é fato que a Idade do Gelo caiu perto essa seção da área de Hell Creek. Tempestades de inverno também, sem dúvida, produziu neve e chuva em abundância que teriam saturado nessa área. Organic materials decompose rapidly in the presence of water. Os materiais orgânicos se decompõem rapidamente na presença de água. If a bone is 65 million years old, it would either totally fossilize or decompose back into the ground well before even 1 million years passed by. Se um osso é de 65 milhões de anos, seria ou totalmente fossilizar ou decompor de volta ao solo bem antes mesmo de um milhão anos se passaram. Even evolutionists know this. Mesmo os evolucionistas sabem disso.

Faced with the implications of this discovery, secular evolutionists are scrambling to suggest a way soft tissue can be completely preserved in pristine condition for millions of years. Confrontado com as implicações desta descoberta, os evolucionistas seculares estão lutando para sugerir uma forma de tecido mole pode ser completamente preservada em perfeitas condições de milhões de anos. They are beside themselves trying to explain the soft tissue, – soft meaning pliable and flexible. Eles estão fora de si tentando explicar o tecido mole, – o que significa macio e flexível e flexível. And blood cells? E células do sangue? Thats a bigger shocker! Isso é um grande choque! Since Evos cannot accept anything less than millions of years in their assumptions, their article just says well maybe we “stumbled upon a soft mineralization process by which the fossil retains some of the flexibility and detail of the original specimen, though this seems unlikely”. Desde Evos não pode aceitar nada menos do que milhões de anos em seus pressupostos, seu artigo só diz bem, talvez nós “tropeçou em um processo de mineralização suave, através da qual o fóssil retém um pouco da flexibilidade e os detalhes do modelo original, embora isso pareça improvável”. Unlikely indeed. Improvável, de fato. We would have to throw out everything we know about decay in living tissue and the fast decomposition of blood – just so we can hang on to ”millions of years”. Nós teríamos que jogar fora tudo o que sabemos sobre a cárie em um tecido vivo e rápida decomposição do sangue – apenas para que possamos pendurar sobre a “milhões de anos”.

This is big news. Esta é uma grande notícia. Biochemical kinetic laws say proteins can not last even 40,000 years. cinética bioquímica leis dizem que as proteínas não podem durar até 40 mil anos. What do evolutionists make of this find? O que os evolucionistas fazem deste achado? They say that Schweitzer’s work is just showing us we really don’t understand decay . Eles dizem que o trabalho de Schweitzer é apenas nos mostrando que realmente não entendo decadência. That’s basically a cop-out – saying that the laws of biology don’t apply when we don’t want them to. Isso é basicamente um cop-out – dizendo que as leis da biologia não são aplicáveis quando não quer. Schweitzer’s tissues were NOT fossilized. de tecidos Schweitzer NÃO foram fossilizados. She found real collagen. Ela encontrou colágeno real. Any first-year biology student knows how to do the reagent test for proteins in a sample. Qualquer anos estudante de biologia da primeira sabe como fazer o teste reagente para proteínas em uma amostra. It was easy, simple, first-year stuff … and consequently unassailable. Foi fácil, em primeiro lugar, anos … coisas simples e, consequentemente, inatacável.

Since the discovery, she has found similar samples of soft tissue in two other fossils: a tyrannosaur and a hadrosaur. Desde a descoberta, ela encontrou amostras semelhantes de tecidos moles em dois outros fósseis: um tiranossauro e um hadrossauro. Therefore, the burden of proof is on evolutionists to present evidence as to how dinosaur flesh and blood cells can still exist and be preserved for 65 million years. Portanto, o ônus da prova recai sobre os evolucionistas de apresentar provas de como as células sanguíneas e carne de dinossauros ainda pode existir e ser preservados por 65 milhões de anos. They can (and do) speculate how this could be, but remember the 65 million year assumption is just that – an assumption. Elas podem (e devem) especular sobre como isso poderia ser, mas lembre-se do pressuposto de 65 milhões de anos é apenas isso – uma suposição. The bones and the sedimentary rock are not radiometrically dated. Os ossos e as rochas sedimentares não são radiometricamente datada. They use index fossils to date the layers these bones are found in. And the index fossil system was simply based on evolutionary assumptions without any recourse to C14 dating or otherwise. Eles usam fósseis índice até a data das camadas estes ossos são encontrados dentro E o sistema de fósseis índice foi apenas baseado em suposições evolutivas, sem qualquer recurso a C14 namoro ou não. Remember the porous rocks these samples are found in. It rains and snows a lot in Montana. Lembre-se das rochas porosas estas amostras são encontrados dentro chove e neva muito em Montana. Leached water regulalry passed through these bones which should have fossilized them or rotted them away easily within 100,000 years. Lixiviados regulalry a água passa por esses ossos fossilizados que deveria ter-los ou apodreceu-los facilmente dentro de 100.000 anos. This is geologically sound science. Esta é geologicamente científicos sólidos. And Science indeed favors a young-earth T-Rex. E da Ciência fato favorece uma Terra jovem T-Rex.

In April 2006, Discovery had an article about Dr. Schweitzer’s research. Em abril de 2006, o Discovery teve um artigo sobre a pesquisa do Dr. Schweitzer. She is quoted as saying: “I had one reviewer tell me that he didn’t care what the data said, he knew that what I was finding wasn’t possible. Ela é citado como tendo dito: “Eu tinha um revisor me dizer que ele não se importava o que os dados, disse, ele sabia que o que foi achado não foi possível. I wrote back and said “Well what data would convince you?” And he said “None.” Such is the faith of evolutionists. Eu escrevi para trás e disse: “Bem que dados iria convencê-lo?” E ele disse: “Nenhum.” Essa é a fé dos evolucionistas. Hard data (& soft tissue) staring them in the face just does not matter. dados concretos (e tecidos moles), encarando-os na cara apenas não importa.

Schweitzer did try to disprove it was blood. Schweitzer foi tentar provar que era sangue. Instead, there was evidence of “heme in the bones” which is more data supporting that these were red blood cells. Em vez disso, havia indícios de “heme nos ossos”, que é mais dados comprovativos de que estas eram as células vermelhas do sangue. Heme is a part of hemoglobin, the protein that carries oxygen in the blood and gives red blood cells their color. Heme é uma parte da hemoglobina, a proteína que transporta oxigênio no sangue e dá células vermelhas do sangue a sua cor. “It got me real curious as to exceptional preservation”, she says. “Isso realmente me curioso quanto à preservação excepcional”, diz ela. “If particles of that one dinosaur were able to hang around for 65 million years, maybe the textbooks were wrong about fossilization?” “Se as partículas de um dinossauro que foram capazes de pendurar em torno de 65 milhões ano, talvez os livros estavam errados sobre a fossilização?

Or maybe wrong about 65 million of years ? Ou talvez errada cerca de 65 milhões de anos?

It may be a shocker to some, but it is simply more likely that at least some T-Rexes lived in Montana less than 10,000 years ago. Pode ser um choque para alguns, mas é simplesmente mais provável que pelo menos alguns T-Rex viveu em Montana menos de 10.000 anos atrás. This is not a matter of faith or conjecture. Esta não é uma questão de fé ou conjecturas. It is science. É a ciência. Remember these bones were not C-14 dated, nor by any other direct method. Lembre-se esses ossos não eram C-14 datado, nem por qualquer outro método direto. Fossil evolutionary dates are always based on index fossils found in text books and cross-referenced to a pre-determined belief in millions of years. evolutiva datas fósseis são sempre baseadas em fósseis índice encontrado nos livros de texto e de referência cruzada para uma crença pré-determinada em milhões de anos. They are NOT based on observable, repeatable scientific facts. Eles não são baseados em observável, repetível fatos científicos. This is just one of the MANY hard scientific evidences blowing away the millions of years smoke-screen used to make evolution seem plausible. Esta é apenas uma das inúmeras evidências científicas dura explodindo a milhões de anos cortina de fumaça utilizado para fazer a evolução parecem plausíveis. Now the obvious evidence is changing the game. Agora a evidência óbvia é mudar o jogo. In NO way are these bones 65 million years old. De nenhum modo estes ossos são 65 milhões de anos.

1. 1. Schweitzer, MH, et al., Science , vol. Schweitzer, HM, et al. Science, vol. 307, no. 307, não. 5717, pp. 19521955, 25 March 2005. 5717, pp 19521955, 25 de março de 2005.

TRADUÇÃO DO ARTIGO ACIMA

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Re: Tecidos moles e elásticos em fósseis de dinossauros T-Rex, Hadrossauro e Archaeopteryx

Mensagem em Ter Maio 03, 2011 8:49 pm por Eduardo

 
 

Dinossauro é achado com tecidos conservados

Cientistas associados à National Geographic anunciaram nesta segunda-feira (3) a descoberta de um dinossauro mumificado, cujos restos incluem ossos, pele e músculos parcialmente conservados. A descoberta do hadrossauro, de quase oito metros e com 67 milhões de anos [sic], é “um dos achados mais importantes dos últimos tempos”, informou a instituição em comunicado. Os cientistas encontraram o dinossauro no estado de Dakota do Norte, em 2000, e deram a ele o nome de Dakota. Os restos foram submetidos a um estudo meticuloso. E os resultados da pesquisa permitirão saber com mais certeza como era a pele dos animais e em que velocidade eles se deslocavam, explicou a entidade.

Embora os especialistas comparem Dakota a uma múmia, seus restos foram achados fossilizados em pedra, inclusive os seus ligamentos, tendões e, possivelmente, até órgãos internos.

Os cientistas acreditam que o hadrossauro corria a uma velocidade de 45 km/h, mais rápido que o tiranoussaro, o grande predador da época, e era 25% maior do que se pensava.

Além disso, as investigações poderiam lançar luz sobre a evolução destes seres e de seus descendentes. O fóssil é, aparentemente, o mais completo e mais bem preservado dos descobertos no último século.

Para o líder das escavações, Phillip Manning, paleontólogo da Universidade de Manchester e membro do Conselho de Expedições da National Geographic, as provas fornecidas por Dakota são “muito mais completas em comparação com os restos desarticulados sobre os quais normalmente é preciso basear as conclusões”.

Quase tudo o que atualmente se conhece sobre os dinossauros se deve ao estudo dos ossos e dentes achados. Eles são geralmente os únicos tecidos que se mantêm na sua fossilização.

Os animais normalmente se decompõem rapidamente após a morte, mas graças à mistura de água, areia úmida e outros sedimentos a fossilização do dinossauro aconteceu antes que ele se decompusesse. “Estamos estudando um tecido macio e em três dimensões; em algumas partes, como a cauda, os braços e as extremidades, os restos estão completos e intactos”, disse Manning. Ele ressaltou as raias multicoloridas do dinossauro, que poderiam ajudar na camuflagem.

O dinossauro foi originalmente descoberto perto de um rio por um estudante, Tyler Lyson, que estava caçando perto de sua casa.

(Folha Online)

Nota: Isso me fez lembrar da descoberta de tecido mole de T-Rex, o que lança dúvida sobre os alegados milhões de anos das amostras. A abundância desses grandes seres fossilizados em grande escala e rapidamente em algum tempo passado inevitavelmente leva à conclusão de que a catástrofe que os extinguiu deve ter sido hídrica. Note o que disse o pesquisador: “Os animais normalmente se decompõem rapidamente após a morte, mas graças à mistura de água, areia úmida e outros sedimentos a fossilização do dinossauro aconteceu antes que ele se decompusesse.” Esse é um padrão verificado em todo o mundo. Várias inundações locais teriam levado esses animais à extinção?[MB]