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Richard Lenski: “É um fato incontroverso que os organismos tenham mudado, ou evoluído”

A mãe de todas as falsas dicotomias.

By Cornelius Hunter (Texto adaptado)

 

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 Praticamente desde Darwin as várias espécies de tentilhões nas Ilhas Galápagos, foram declaradas como exemplos decisivamente poderosos da teoria da evolução. Uma confirmação inegável da idéia epicurista antiga de que o mundo surgiu espontaneamente. Mas como exatamente,  algumas espécies de aves em um grupo de ilhas no meio do oceano, demonstram uma reivindicação tão corajosa?

A resposta envolve muito mais do que ciência. Estes bonitos pássaros pequenos  não nos dizem que as bactérias unicelulares de alguma forma surgiram a partir de uma coleção de produtos químicos sem vida. Eles não nos dizem que bactérias deram origem aos eucariotos complicados, e, em seguida, a organismos multicelulares, e depois peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos. Os tentilhões de Galápagos nem sequer nos dizem como eles mesmos poderiam ter evoluído.

O que eles nos dizem é que os organismos da natureza podem mudar. Darwin inferiu isso, e estudos mais recentes descobriram algumas das especificidades. Com a mudança de padrões climáticos e suprimentos alimentares, os pássaros respondem em conformidade. Eles se adaptam – um recurso que é onipresente em biologia.

As várias espécies têm algumas capacidades de adaptações fantásticas, e não é nada como a história da evolução de mutações cegas que alcançam melhores modelos em raras ocasiões. Em vez disso, é uma  mudança rápida entre modelos pré-existentes, ativados por mecanismos pré-existentes e muito complicados.

Mas é mudança. E que, para Darwin e os evolucionistas posteriores, é tudo o que eles precisam. Você vê que Darwin e os evolucionistas em geral esperam uma doutrina do criacionismo onde o Criador constrói espécies as quais são imutáveis. No século XVIII, isso foi referido como a “fixação” ou “imutabilidade” ou “estabilidade” das espécies.

Portanto, se os tentilhões poderiam, de fato, mudar, então para os evolucionistas a fixidez das espécies e tudo do criacionismo junto com isto, deve ser falso. E se o criacionismo é falso, então a evolução deve ser verdadeira. Como Darwin escreveu em seu notebook, se houvesse a mínima base para essa idéia, ele “poria em causa a estabilidade das espécies.” Assim, o modelo foi lançado para os evolucionistas que viriam a diante.

O que é surpreendente é a forte dependência metafísica. Nada sobre a ciência nos diz aqui, ou mesmo sugere, que o mundo biológico surgiu espontaneamente como os evolucionistas insistem que sim. A fundação subjacente do pensamento evolutivo é religiosa. Como NT Wright recentemente brincou , “Oh meu Deus, ele [Darwin] descobriu alguns tentilhões muito interessantes, isso significa que não podemos mais acreditar em Gênesis.”

Um um estudo recente destaca esta lacuna entre a metafísica e a ciência. O estudo demonstra ainda mais as capacidades adaptativas de espécies como os tentilhões. Ele também demonstra ainda mais que a adaptação não é evolução. As aves são rápidas em se adaptar, mas elas estão simplesmente seguindo o ambiente e a oferta de alimentos. A principal característica é a sua flexibilidade e adaptabilidade.

Como um cientista coloca: “não houve qualquer evolução especializada a longo prazo.” Por muitos anos e até agora mesmo os evolucionistas têm reconhecido que a adaptação não adiciona em grande escala a mudança que a evolução requer. É necessário algum outro mecanismo.

Apesar disso, os tentilhões de Galápagos continuam a ser comemorado como um texto de prova da evolução. Eles são um exemplo de mudança e evolução é equiparada a mudança; qualquer tipo de mudança. Mesmo uma simples alteração de frequências de genes em uma população é, para os evolucionistas, nada menos do que a evolução completa explodida. Tal mudança se torna trivialmente a prova de que o mundo biológico surgiu espontaneamente. É a mãe de todas as falsas dicotomias.

Como o evolucionista Richard Lenski coloca: “É um fato incontroverso que os organismos tenham mudado, ou que evoluiram, durante a história da vida na Terra.” Sim, é um fato incontroverso que os organismos mudaram. Mas não é um fato incontestável de que eles evoluíram. O equacionamento da mudança com a evolução repousa sobre crenças religiosas profundamente enraizadas.

Como NT Wright poderia dizer: “Oh meu Deus, Lenski descobriu algumas bactérias muito interessantes, isso significa que não podemos acreditar mais em Gênesis.” A idéia de que mudar as freqüências de genes, ou uma mutação genética ocasional, provam que as espécies surgiram espontaneamente é verdadeiramente um dos maiores saltos de lógica que você nunca mais verá.

O texto original possui ligações que não postei aqui.

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12 evidências que refutam a evolução dos pássaros

Muitas pessoas acreditam que os dinossauros ainda existem nos dias de hoje, e não só as pessoas que pesquisaram o Mokele-mbembe (o saurópode do Congo) ou o monstro do Lado Ness (que já foi descrito como um plesiossauro da Escócia). Os cientistas crentes na teoria da evolução pensam que os dinossauros ainda se encontram vivos hoje em dia, mas que a única diferença é que eles são chamados de aves.

A ciência é uma área que lida com tópicos que podemos estudar, observar e testar. Nunca foi visto um dinossauro (ou qualquer outro animal) a evoluir para um pássaro. uma vez que não podemos observar o proceso hoje em dia, temos que abandonar o campo da ciência e entrar na mais liberal arte forense. O cientista forense irá usar objectos que se podem testar, estudar e observar no presente como forma de confirmar ou refutar a sua hipótese em relação ao que aconteceu no passado.

1. Estrutura do quadril.

Com dois tipos de quadris de dinossauros (saurichia ou ornithischia) nenhum deles está suficientemente perto do quadril das áves modernas de modo a que este quadril possa ser explicado através de pequenas modificações evolutivas. O quadril dos dinossauros terópodes (aqueles que têm dois grandes pés e duas pequenas mãos e que supostamente evoluíram para pássaros) é menos semelhante com o quadril duma ave do que com o quadril das famílias de dinossauro maiores que andam com os quatro membros sobre o chão; devido a isto, é de certa forma irónico que eles ainda considerem os dinossauros terópodes como “lagartos com quadril”.

A pélvis dos “pássaros com quadril” tem o osso púbis direccionado para a retaguarda enquanto que a pélvis dos “lagartos com quadril” tem o púbis virado para frente. Não só as mudanças na estrutura óssea seriam detrimentais para a estabilidade, mas este tipo de modificação teria que ocorrer múltiplas vezes nos “ornithischians” (Ornithopods), nos therizinosauróides (Segnosaurus), e nos dromaeosauridos (Velociraptor) visto que eles teriam que ter evoluído essa estrutura em alturas distintas. OS cientistas nunca observaram uma estrutura quadril modificar-se de “quadril de pássaro” para “quadril de réptil”.

2. Joelho e tornozelo

À primeira vista, podem notar que os joelhos dos dinossauros estão virados para frente como os nossos, ao mesmo tempo que os joelhos das aves estão voltados para trás. Mas se olharem para o esqueleto dos pássaros, irão notar que o joelho não está visivel e a junção que se dobra quando a ave corre é o tornozelo. Embora seja difícil explicar o porquê dum pássado evoluir um osso do pé longo e rígido, e ter um tornozelo tão elevado, os problemas são muitos mais fisiológicos.

A parte traseira dos pássaros está cheia de bolsas de ar que são vitais para o seu sistema de respiração. Os ossos da coxa dos pássaros estão fixos de modo a suportar as bolsas de ar (algo que não acontece com os dinossauros e nem com os humanos quando estes correm). O motivo pelo qual os pássaros são “corredores de tornozelo” em vez de “corredores de joelho”, é devido ao facto de que, se o fémur das aves se mover enquanto elas correm, as suas bolsas de ar entram em colapso.

Estes sistemas nunca poderiam evoluir de forma independente; ambos teriam que estar presente desde o primeiro momento como forma de garantir a sobrevivência dos pássaros. Os cientistas nunca observaram um animal a deixar de ser um “corredor de joelho” e passar a ser um “corredor de tornozelo”.

3. Os dígitos dos dedos.

Os seres humanos têm cinco dedos digitais catalogados de polegar (I), indicador (II), médio (III), anelar (IV) e mínimo (V). Uma vez que a maior parte dos animais têm um design comum, eles partilham também estruturas do braço/pulso/mão comuns. Algumas pessoas que acreditam na teoria da evolução atribuem esta semalhança a um ancestral comum, e devido a isso, identificam os dedos das mãos dos dinossauros e dos pássaros usando os mesmos números do I ao V.

Isto torna-se num problema para os evolucionistas visto que as observações feitas ao desenvolmento digital demonstrou que as aves têm os dígitos II (indicador), III (médio) e IV (anelar), enquanto que as evidências fósseis indicam que os dinossauros tinham os dígitos I (polegar), II (indicador) e III (médio). Se os dinossauros realmente evoluíram para pássaros, então a mão do dinossauro teria que ter evoluído um quarto dígito e ter perdido o primeiro dígito. Visto que o número do dígito é determinado pelo local onde ele está colocado no pulso, outros evolucionistas sugeriram que os ossos foram adicionados a um dedo e removido de outro dedo embora ainda esteja ligado ao mesmo local no pulso. Os cientistas nunca observaram um dedo a mudar de posição no pulso.

4. Ossos ocos

Os pássaros, ao contrário dos dinossaros, têm ossos ocos que contém travessas e treliças. Este design fornece força extra e um peso mais leve, semelhante ao que nós usamos nas casas e nas pontes. Este tipo de características genéticas não podem evoluir como consequência de alterações ambientais ou de necessidade. Os cientistas nunca observaram ossos preenchidos com medula a evoluírem para ossos com treliças.

5. Metabolismo.

A maior partes dos répteis tais como o Dragão de Komodo são muito letárgicos e têm um metabolismo totalmente diferente do metabolismo dos pássaros. Por sua vez, a Limosa com cauda listrada é um pássaro que anualmente faz uma viagem de 15,000 milhas do Alasca para o Hawaii, para a Nova Zelândia, para a China, e de volta para o Alasca. O metabolismo é usado em muitas reacções químicas do corpo, e elas têm que ocorrer ao mesmo tempo.

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6. Termorregulação

Os répteis de “sangue frio” regulam a temperatura do seu corpo de maneiras bem diferentes que os pássaros e os mamíferos de “sangue quente”. Os animais de “sangue quente” ou endotérmicos mantêm uma temperatura corporal constante regulando automaticamente o seu metabolismo. Os animais de “sangue frio” ou ectotérmicos usam fontes de calor externas para regular a sua temperatura corporal. O processo de regulação de temperatura é embutido no ADN das criaturas muito antes delas nascerem, e elas não têm o poder para o modificar. Os cientistas nunca observaram um animal ectotérmico a evoluir para um animal endotérmico (ou vive-versa).

7. Tamanho

A maior parte dos pássaros têm menos de 70 centímeros de tamanho ao mesmo tempo que vários dinossauros encontrados têm mais de 30 metros comprimento. Uma vez que os répteis nunca param de crescer, é bem provável que os seus tamanhos enormes se prendam com o facto deles viverem durante centenas de anos. A Bíblia revela que não era fora do comum as pessoas viverem até aos 900 anos antes do Dilúvio.

O ADN contém toda a informação necessária para produzir animais grandes e animais pequenos. Os cães podem variar entre um Chihuahua com 27cm até ao Great Dane, que pode atingir 1,80m de altura, mas nenhum tipo de cruzamento genético pode permitir que se crie um cão com 30 metros de comprimento. Os cientistas nunca observaram alterações no ADN que causem que os animais tenham uma alteração tão drástica do seu tamanho.

8. Esterno ajoelhado

Os pássaros têm uma fúrcula ou “wishbone” que inclui um osso de esterno ajoelhado. Todos os pássaros que voam têm um esterno ajoelhado, crucial para o vôo, onde os músculos se ligam. Os cientistas nunca observaram um animal sem um esterno ajoelhado a desenvolver um, e a gerar os músculos certos para se conectarem a ele.

9. Escamas e penas.

As escamas nos répteis não são nada como as penas dos pássaros. A pena é uma plumagem complicada que só é encontrada nos pássaros. As penas desenvolvem-se a partir dum folículo parecido com o cabelo e têm uma haste que têm as farpas a estenderem-se a partir dele; essas farpas têm bárbulas e essas bárbulas têm ganchos. Esses ganchos agem tal como Velcro microscópico que está construído com a mesma curvatura de modo a enganchar-se nas bárbulas vizinhas.

As escamas são apenas dobras e bolsos na pele e eles não crescem a partir dum fólico. O motivo pelo qual a cobra é capaz de mudar a sua pele duma só vez prende-se com o facto das escamas estarem todas ligadas umas às outras. Isto é totalmente diferente do que acontece com as penas ou com o cabelo.

As penas e as escamas são ambas feitas com ceratina mas isso não explica as suas estruturas e o seu design completamente diferente. As conchas, as garras, os bicos, e os espinhos do porco-espinho são todos feitos com ceratina, mas não porque têm um parente comum, mas sim porque a ceratina está muito bem construída e ajustada para os mais variados propósitos.

Algumas notícias dizem que os dinossauros tinham proto-penas, algo baseado em fósseis com linhas encontradas nas extremidades da pele. Mas as proto-penas não são de maneira nenhuma semalhantes às penas, e muito provavelmente são só fibras de colagénio desgastadas que se originaram de dentro das células – e não fóliculos presentes no lado de fora da pele.

10. Glândula alisadora

Os pássaros têm uma glândula uropigial, ou glândula alisadora, na base da sua espinha que segrega óleo. As áves giram as suas cabeças 180 graus e usam os seus bicos para esfregar o óleo de alisar nas suas penas. Sem este tipo de lubrificação, as penas dos pássaros não operam de forma correcta. Os dinossauros não têm uma glândula uropigial, e os cientistas nunca observaram um animal a evoluir tal glândula, nem a evoluir, ao mesmo tempo. a habilidade para girar a sua cabeça 180 graus para aceder a parte inferior da espinha.

11. Fósseis de pássaros modernos.

Para que os dinossauros tenham evoluído para pássaros, é necessário que os dinossaros tenham aparecido primeiro; mas o que nós encontramos são fósseis de pássaros modernos em camadas inferiores aos seus supostos ancestrais reptilíneos. Confuciusornis feducciai e Confuciusornis sanctus são apenas alguns exemplos de pássaros modernos encontrados no Período Cretáceo Inferior.

12. Archaeopteryx

O fóssil de Archaeopteryx é considerado por alguns como um fóssil transicional entre os répteis e os pássaros devido ao facto dele ter dentes e garras; no entanto, o Archaeopteryx é considerado como uma áve verdadeira. Para além disso, sabe-se de outras áves que têm garras (tais como a avestruz e as ciganas [hoatzin] quando são pequenas). Por outro lado, já foram documentados casos de áves Hesperornis contendo dentes.

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Conclusão:

Devido a isto, só nos resta perguntar: será mesmo que os dinossauros evoluíram para pássaros? Claramente não; os pássaros vieram primeiro, e depois foram criados os dinossauros. Para além disso, não há qualquer tipo de evidência científica de que um réptil pode, depois de “milhões de anos”, mudar por completo a sua biologia e fisiologia e passar a ser um pássaro. O que a ciência claramente revela é que os animais reproduzem-se segundo a sua espécie, exactamente o que Génesis diz.

Génesis 1
E disse Deus: Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus. . . . E foi a tarde e a manhã, o dia quinto. (Gén 1:20,23)

E disse Deus: Produza a terra alma vivente conforme a sua espécie; gado, e répteis e feras da terra conforme a sua espécie; e assim foi…. E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã, o dia sexto. (1:24,31)

Fonte: darwinismo.wordpress

Biologia dos Tipos Básicos II

Diálogo – por Sodré Gonçalves

Não existe na Biblia as expressões  “efeito gargalo e fundador de sub-especies”  mas após uma grande catastrofe (dilúvio) , podemos ler na Bíblia a descrição que se harmoniza a idéia de uma subespécie humana  sendo fundada.
“por haver poucos fundadores, existe uma quebra acentuada na variabilidade genéticada nova população em relação à população original. Diz-se que há “uma amostralimitada da variação genética”↑ a b c d e f RIDLEY, Mark. Evolução. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. viii, 752 p.

Uma nova especies de seres humanos menos longevos são descritos logo após ao diluvio em Gênesis 11:

E viveu Selá, depois que gerou a Éber, quatrocentos e três anos, e gerou filhos e filhas.
Gênesis 11:15
E viveu Selá, depois que gerou a Éber, quatrocentos e três anos, e gerou filhos e filhas.
Gênesis 11:15

E viveu Selá, depois que gerou a Éber, quatrocentos e três anos, e gerou filhos e filhas.Gênesis 11:15 E viveu Éber, depois que gerou a Pelegue, quatrocentos e trinta anos, e gerou filhos e filhas. Gênesis 11:17 E foram os dias de Terá duzentos e cinco anos, e morreu Terá em Harã. Gênesis 11:32 E foi a vida de Sara cento e vinte e sete anos; estes foram os anos da vida de Sara.  Gênesis 23:1 Estes, pois, são os dias dos anos da vida de Abraão, que viveu cento e setenta e cinco anos. Gênesis 25:7

Através deste e de outros exemplos como “produza a terra cardos e espinhos” , frutas maiores e descrição de animais imensos em Jó criacionismo compreende e se relaciona bem com o evolucionismo biologico e aceita ancestralidade comum até recuarmos a tipos basicos .

Cada um dos seus espirros faz resplandecer a luz, e os seus olhos são como as pálpebras da alva.Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela.Das suas narinas procede fumaça, como de uma panela fervente, ou de uma grande caldeira.O seu hálito faz incender os carvões; e da sua boca sai chama.No seu pescoço reside a força; diante dele até a tristeza salta de prazer.Os músculos da sua carne estão pegados entre si; cada um está firme nele, e nenhum se move.O seu coração é firme como uma pedra e firme como a mó de baixo.Levantando-se ele, tremem os valentes; em razão dos seus abalos se purificam.Se alguém lhe tocar com a espada, essa não poderá penetrar, nem lança, dardo ou flecha.Ele considera o ferro como palha, e o cobre como pau podre.A seta o não fará fugir; as pedras das fundas se lhe tornam em restolho.As pedras atiradas são para ele como arestas, e ri-se do brandir da lança;
Debaixo de si tem conchas pontiagudas; estende-se sobre coisas pontiagudas como na lama.As profundezas faz ferver, como uma panela; torna o mar como uma vasilha de ungüento.Após si deixa uma vereda luminosa; parece o abismo tornado em brancura de cãs.Na terra não há coisa que se lhe possa comparar, pois foi feito para estar sem pavor.Ele vê tudo que é alto; é rei sobre todos os filhos da soberba.Jó 41:18-34

Cada um dos seus espirros faz resplandecer a luz, e os seus olhos são como as pálpebras da alva.
Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela.
Das suas narinas procede fumaça, como de uma panela fervente, ou de uma grande caldeira.
O seu hálito faz incender os carvões; e da sua boca sai chama.
No seu pescoço reside a força; diante dele até a tristeza salta de prazer.
Os músculos da sua carne estão pegados entre si; cada um está firme nele, e nenhum se move.
O seu coração é firme como uma pedra e firme como a mó de baixo.
Levantando-se ele, tremem os valentes; em razão dos seus abalos se purificam.
Se alguém lhe tocar com a espada, essa não poderá penetrar, nem lança, dardo ou flecha.
Ele considera o ferro como palha, e o cobre como pau podre.
A seta o não fará fugir; as pedras das fundas se lhe tornam em restolho.
As pedras atiradas são para ele como arestas, e ri-se do brandir da lança;
Debaixo de si tem conchas pontiagudas; estende-se sobre coisas pontiagudas como na lama.
As profundezas faz ferver, como uma panela; torna o mar como uma vasilha de ungüento.
Após si deixa uma vereda luminosa; parece o abismo tornado em brancura de cãs.
Na terra não há coisa que se lhe possa comparar, pois foi feito para estar sem pavor.
Ele vê tudo que é alto; é rei sobre todos os filhos da soberba.Jó 41:18-34

Masher e Kut Wise lançaram a hipótese de um novo táxon denominado tipos basicos, baramin,   que Siegrifild Scherer, Junker, biólogos baraminologistas,  tem desenvolvido e testado milhares de especies.  O livro  “evolução, um livro texto critico” já na sua 6ª edição,  e candidato firme para se tornar didático na alemanha, escrito por 10 conceituados cientistas alemães,   revela até onde a evolução é cientifica, testável, funcional  e onde ela começa a extrapolar, conjecturar e dependenr mais de projeções que de fatos,  apresenta também com maestria a hipótese falseável dos tipos básicos bem como, a cada extrapolação da teoria da evolução, uma opção criacionista para a  mesma.

O livro foi tão bem escrito e demonstra ter tal responsabilidade, que na época em que se consideravaparte do DNA como lixo vestigial, o livro apresentava que mais estudos poderiam encontrar a função daquela parte do DNA ainda desconhecida.

Podemos ler no livro que tipo básico é toda possibilidade de se iniciar “ao menos” um inicio de embrião, em cruzamentos artificiais, revelando assim possibilidade e limites de parentesco e ascendencia comum.

Os testes envolvendo especies, generos e alguns casos, até familias, demonstram que centenas de seres podem estar ligados por ancestralidade comum enquanto especie como a do homem e dop ganso da pata bifurcada, permanecem únicas, não tendo nenhum cruzamento viável artificial com outras especies.

Se houver direta ou indiretamente pelo menos um inicio de embrião , pertence ao tipo básico ancestral, se não, foge a possibilidade  de convalidar a certeza evolucionista por esta perspectiva testável e falseável.

Já se testou milhares de especies, o resultado é esclarecedor! Gêneros e espécies bem distintos dão inicio de embrião em cruzamentos artificiais,  e gêneros que genética e morfologicamente  são semelhantes,  como homem e gorila, homem e chipanzé, etc… não dão nem inicio de embrião. Não havendo possibilidade de emparelhamento cromossômico! portanto não pertencem ao táxom proposto ” tipo básico” permitindo assim avistar  limites na convalidação de testes para ancestralidade comum.

Tambem observamos que a pouco tempo a humanidade precisaria se salvar do stress homozigótico  nas primeiras descendencias em humanos como em diversas familias isoladas num tempo bem recente  (quando olhamos pela perspectiva estatística genealógica – (CHANG, 2004) em que a terra não era muito habitada por humanos….o acumulo de mutações deleterias (SANFORD JC, 2008) de hoje não poderia sobreviver lá atrás sem gerar ” a rodo” pessoas com problemas congenitos . A escassez destes casos na historia antiga revela um DNA com cada vez menor acumolo de genes deleterios para compartilhar, até porque era costume de varios povos antigos os casamentos primos, no egito então nem se fala, era de irmão na linhagem real, acabaram com a linhagem faraonica
O BRILHANTE geneticista Crabtree seguindo mesma linha do FAMOSO JC Sanford, argumenta que a inteligencia dimui nas descendencias pois é frágil porque depende de uma cadeia de milhares de genes, onde uma ruptura em qualquer um deles pode ser prejudicial. Muitas mutações deleterias ligadas ao cerebro não são filtradas pela seleção natural. http://www.popsci.com/science/article/2012-11/are-people-getting-dumber-one-geneticist-thinks-so

Retirado do livro “Evolução, Um Livro Texto Crítico”
na sua 4º edição 1986, o qual sempre defende até
onde a evolução é científica, testável e onde
a teoria começa a extrapolar. O livro está em sua
6ª edição em alemão e ainda não tenho o número
atualizado.

Observe que quanto ao homem somente homem,
enquanto que outras familias reúnem até centenas
de especie.

Tipo básico. Nº Espécies envolvidas
Anatídeos

Ganso de pata bifurcada

Faisões (fasianídeos)

Falcões.

Tentilhões

Parentes do pintassilgo

Canídeos

Eqüídeos
Cercopitecos
Homens
Funariaceae
Plantas com embriões em filete
Tritíceas.
Cariofiláceas
Pseudofrutos

 

aprox. 150aprox. 1

aprox. 230

aprox. 60

aprox. 160

aprox. 140

aprox. 35
6
aprox. 501
aprox. 500
aprox. 700
aprox. 300
aprox. 60
200

 

“Tipos básicos é uma unidade de classificação, um taxon, resultado do trabalho da descontinuidade sistemática como é observado na natureza (existem dados que sustentam e identificam descontinuidades nas especies).”
“Todos os indivíduos que estão unidos direta ou indiretamente por cruzamentos são considerados pertencentes a um tipo básico”. (nível genético). E todas as espécies biológicas que se assemelham-se claramente umas as outras pertencem a um gênero (nível morfológico). E todas as espécies biológicas que em princípio podem cruzar entre si pertencem a um tipo básico (nível morfo-genético)”
“DOIS INDIVIDUOS pertencem ao mesmo tipo básico quando a embriogênese de um hibrido vai além da fase maternal do desevolvimento e contem uma expressão coordenada e genes morfogenéticos paternos e maternos”
Criterio para Bacterias“Todas as colonias de bacterias (E MAYER) que se unem através de um intercâmbio cromossômico de genes mediante conjugação e transdução são consideradas como pertencente a um tipo básico. TODAS AS COLÔNIAS DE BACTERIAS QUE TEM O MESMO PADRÃO BÁSICO IN LOCI DE GENES NO CROMOSSOMO DAS BACTERIAS , TAL COMO SE PODE VER EM MAPAS GENETICOS SEMELHANTES, SÃO CONSIDERADAS COMO TIPOS BÁSICOS. Evolução LivroTexto Ccritico, pag 43”

“Um exemplo

O faisão-de-caça cruza com o galo domestico e com o faisão real e produzem às vezes descendentes ferteis (com o faisão real). Com o galo são todos esteries.

Mas o faisão real não cruza com o galo domestico, mesmo assim estão ligados por meio do faisão-de-caça.

“Estas especies portanto pertencem ao mesmo tipo básico” ELTC pag 34″

“DOIS INDIVIDUOS pertencem ao mesmo tipo básico quando a embriogênese de um hibrido vai além da fase maternal do desevolvimento e contem uma expressão coordenada e genes morfogenéticos paternos e maternos” “Todos AS ESPÉCIES BIOLÓGICAS que estão relacionadas direta ou indiretamente por HIBRIDAÇÃO são considerados pertencentes a um tipo básico”. Exige-se apenas que a célula-ovo, fecundada, inicie um processo embrionário resultante do patrimônio genético paterno e materno dos dois progenitores.

A questão é que temos muitas espécies distintas que não se cruzam diretamente, só indiretamente, através de uma ou outras intermediária que se cruza com aquela, que formam , através inclusive de cruzamentos artificiais , pelo criterio de de pelo UM INICIO DE EMBRIÃO, formando assim um novo taxon, denominado por este critério. Então, porque na natureza, temos ao redor das espécies, gêneros, tantos outros gêneros e espécies se cruzando, pelo menos artificialmente, e o homem permanece ÚNICO E ISOLADO de quaisquer possibilidades? Tirando o ganso da pata bifurcada (apesar que estou desatualizado em 1996 e o livro tá na 6ª edição).

Tanto o criacionismo atual quanto o mais antigo a Darwin,  vemos  biólogos citados pelo proprio Darwin como “Spencer” que diz que as “especies eram plásticas” , pois todos reconheciam que se modificavam bastante.O motor da mudança era o lamarkismo, depois veio a seleção natural que hoje disputa e convive com a deriva genética,  temos  ainda uma variável  a acrescentar que em tempo oportuno estará exposta aqui.

Muitos representantes do criacionismo observaram  que Deus não criou a biodiversidade atual, mas tipos básicos ancestrais que deram origem as milhares de sub-especiações. Existem trabalhos  que  percebem que a palavra “especie” como é traduzida do pobre hebraico antigo de 700 palavras, seria melhor traduzida como “tipo” como neste artigo da Dra Marcia de Oliveira .

Uma vez que o maior motor da evolução no sentido de especiação  não é mais o lamarkismo, mas  seleção natural, muitos tem identificado a deriva genética como maior motor da especiação deixando a seleção natural apenas como coadjuvante na aadaptação e co-regente no perigoso processo sub-especiativo.

A deriva genética implica em empobrecimento  de patrimonio do pool genico da população anterior , e por isto ,  percebemos claramente, que o perigoso e arriscado processo de especiação (Mayr) nos aponta para ancestrais cada vez mais hipervariáveis (com maior patrimonio genético)  e com cada vez menor acumulo de mutações deleterias que explico nesta tese da hipervariabilidade ancestral e o declinio de fardo genético nas populações ancestrais

Um estudo do Zoologo holandez DUYVENE DE WIT observa que “quando uma população marginal abre caminho para um novo habitat , ela não pode levar consigo todos os genes da população materna, mas apenas uma parte.Cada nova raça ou especie que se origina de uma outra possui portanto, um pool genico mais pobre.Haverá ocasiões em que tal empobrecimento será vantajoso por eliminar alelos deleterios presentes na população anterior, mas mesmo isso, acarretará um empobrecimento patrimonial

” se o processo de especiação se repetir vezes consecutivaqmente, surgirão por fim, especies cujos pools genicos estão tão completametne esgotados que bastam alterações insignificantes das condições ambientais para que elas venham a se extinguir”.

“esforços para se adaptar a modificações ambientais como resultado de possibilidades insuficientes de recombinação levram, por fim, a um estado genetico minimo. Se este limite minimo for ultyrapassado, não haverá mais possibilidade de sobrevivencia. Por esta razão, o destino tragico e irrevogavel das especies ou raças especializadas , extremamente adaptadas, é a MORTE GENETICA. ”

Citado por KAHLE -1984 em “evolution – irrweg modeme naturwissenschaft? Bielifeld”

tese do Crabtree e favor diferenciar inteligencias, e tambem diferir inteligencia que se vale de conhecimento sistematizado e acumulado de inteligencia inata .http://bmi205.stanford.edu/_media/crabtree-2.pdf Favor pesquisar as diferenças entre inteligencias, e tambem diferir inteligencia que se vale de conhecimento sistematizado e acumulado, de inteligência inata

Os testes que os baramiinologistas como Junker, Siegrifield Scherer estão fazendo com milhares de especies desde 1976 pertencem são cruzamentos diretos e indiretos de especies, generos com semelhança genetico-morfologica, ditamente ou indiretamente (este não dá inicio de embrião com fulano, mas com beltrano que cruza com fulano, logo pertencem a um NOVO taxon denominado “tipo básico” e a possibilidade de se convalidar um “tipo básico” ancestral ). As regras para bacterias são outras, mais na frente poderemos falar somente sobre elas. mas o que se percebeu é que generos morfogenéticos semelhantes como homem e chiopanzé , ou homem e gorila, não davam nem inicio de embrião, enquanto isso temos DEZENAS de familias gerando inicio de embrião, hibridos e descendentes ferteis entre generos morfogeneticos distintos , demonstrando assim tanto a SINGULARIDADE humana em relação a generos semelhantes, como FARTAS possibilidades de se unir familias inteiras como um tipo básico usando este criterio. ESTE LIVRO ABAIXO, ESCRITO POR DEZ CIENTISTAS ALEMÃES, É O QUE MAIS BEM EXPLICA ISSO http://www.revistacriacionista.com.br/fc/Fc65_14.htm

Criterio para Bacterias

“Todas as colonias de bacterias (E MAYER) que se unem através de um intercâmbio cromossômico de genes mediante conjugação e transdução são consideradas como pertencente a um tipo básico. TODAS AS COLÔNIAS DE BACTERIAS QUE TEM O MESMO PADRÃO BÁSICO IN LOCI DE GENES NO CROMOSSOMO DAS BACTERIAS , TAL COMO SE PODE VER EM MAPAS GENETICOS SEMELHANTES, SÃO CONSIDERADAS COMO TIPOS BÁSICOS. Evolução LivroTexto Ccritico, pag 43”

Biologia dos Tipos Básicos I

Nature : “Evolução Convergente atividade em centenas de genes” e “Surpreendentemente, extensivo”

Casey Luskin 19 de setembro de 2013 

Morcegos e os cetáceos (baleias e golfinhos) são muito diferentes. Um deles é o único mamífero capaz de vôo sustentado. O outro é apenas um dos dois tipos de mamíferos que são completamente aquáticos (o outro é sirenians, ou vacas marinhas). Apesar de suas diferenças, os morcegos e os cetáceos compartilham algo único: ambos usam a ecolocalização.

Pensamento evolutivo típico sustenta que quando duas espécies compartilham uma característica complexa, isso é porque eles compartilham um ancestral comum que tinha a característica. Nestes casos, as características biológicas complexas partilhados são ditos ser homóloga, ou derivado de um ancestral comum.

Mas, às vezes, traços complexos existem em espécies mais díspares onde é improvável que seu suposto ancestral comum tinha essa característica. Nesses casos, as características biológicas complexas, compartilhadas estão a ser dito homoplastic, ou derivados de forma independente através da evolução convergente.

Inicialmente, os biólogos evolucionistas geralmente assumem que compartilhada biológico semelhanças resultado da herança de um ancestral comum. Mas há muitos casos em que esta regra falhar, que equivale pensamento evolutivo para semelhanças complexas, compartilhadas entre dois organismos vivos resultados de herança a partir de um ancestral comum … exceto quando não o fazem . A existência de ecolocalização dos morcegos e baleias é uma outra exceção à regra.

No passado, nós discutimos o fenômeno da evolução genética convergente , onde (sob uma visão evolucionista de Darwin), não só as características físicas, mas também genes parecem convergir de forma independente sobre as mesmas seqüências de aminoácidos. Um novo artigo na Nature News , ” evolução convergente visto em centenas de genes “, relata em um artigo que afirma alegações anteriores de que” muitos genes evoluíram em paralelo em morcegos e golfinhos como cada um desenvolveu a notável capacidade de echolocate “. O artigo descreve os resultados de um estudo, também na Natureza :

“Estes resultados sugerem que a evolução molecular convergente é muito mais amplo do que anteriormente reconhecido”, diz molecular phylogeneticist Frédéric Delsuc no Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS) na Universidade de Montpellier, na França, que não esteve envolvido no estudo. Além disso, acrescenta, os genes envolvidos não são apenas os mais óbvios, alguns conhecidos por estar diretamente envolvido em um traço, mas uma gama mais ampla de genes que estão envolvidos nas mesmas redes de regulação.

The Nature estudo próprio afirma:

Aqui vamos analisar os dados de seqüência genômica em mamíferos que evoluíram de forma independente ecolocalização e mostrar que a convergência não é um processo raro restrito a vários loci, mas em vez disso é generalizada, continuamente distribuído e comumente impulsionado pela seleção natural atuando sobre um pequeno número de sites por loco. Análises sistemáticas de evolução convergente em seqüência 805053 aminoácidos dentro 2326 ortólogas codificação seqüências de genes comparados entre 22mammals (incluindo quatro genomas morcego recém seqüenciados) assinaturas reveladas consistentes com a convergência em quase 200 loci. Apoio forte e significativo para a convergência entre os morcegos eo golfinho foi visto em inúmeros genes ligados à audição ou surdez, de acordo com um envolvimento na ecolocalização. Inesperadamente, também encontramos a convergência em muitos genes ligados à visão: o sinal convergente de muitos genes sensoriais foi robustamente correlacionada com a força da seleção natural. Esta primeira tentativa de detecção do genoma evolução seqüência convergente em taxa divergente revela o fenômeno a ser muito mais difundida do que anteriormente reconhecido.

The Nature artigo diz que os resultados mostram “surpreendentemente, grandes mudanças convergentes.” Por que é tão surpreendente? É difícil o suficiente para desenvolver uma estrutura complexa uma vez. Mas as chances de evoluir um recurso semelhante várias vezes, de forma independente, em diferentes linhagens, que parece muito baixo. A evolução darwiniana é suposto ter nenhuma meta, mas a evolução convergente implica que espécies estão evoluindo as mesmas características complexas – mesmo a nível genético – uma e outra vez – mesmo a nível de seqüência. Se os dados são “surpreendentes”, mesmo tendo em conta o poder da seleção, como podemos fazer sentido disto? 

Gostaria de sugerir que os dados se encaixam muito melhor sob um paradigma de design inteligente. Designers regularmente reutilizar partes funcionais ou componentes de maneira modular. Os padrões observados de similaridade biológica vemos em baleias e morcegos – padrões que não têm qualquer correspondência com ancestralidade comum – são melhor explicadas por design modular comum. Eles são semelhante a um chip Intel ser conectado a diferentes plataformas de computador. Hipóteses como projeto comum pode nos ajudar a dar sentido a este tipo de dados “inesperados”.http://www.evolutionnews.org/2013/09/nature_converge076811.html

– See more at: http://www.evolutionnews.org/2013/09/nature_converge076811.html#sthash.TWTUV1yU.dpuf

5ª TESE – SODRÉ – DESAFIO AOS NEODARWINISTAS – TEORIA DO TRECHO EVOLUTIVO  -A tendencia é que as especies cada vez mais se isolem umas das outras, voce consegue cruzamentos entre gêneros diferentes quase que apenas artificialmente..no recuo do tempo também vai ocorrendo um isolamento por volta do tronco familiar, resultando tanto numa descontinuidade no recuo do tempo como no avanço, o que indica o fato de que as evoluções, bio-modifcações, adaptações, sub-especiações, ocorrem apenas no trecho evolutivo que vai de um tronco (em geral próximo ao táxon “familia” aos galhos (generos e especies) . Muitos destes galhos (especies) se extinguem por já terem esgotado capacidade de adaptar-se, modificarem, derivarem, serem eliminados/selecionados. Se não bastasse tal esgotamento pelo estressante e desgastante processo de especiação que vai empobrecendo cada vez mais o patrimônio genético, a entropia na informação genética vai acumulando doenças, mutações, aumentando a frequência de alelos deletérios nas populações, a carga/fardo genético,  que a seleção natural não foi capaz de filtrar

Referencias científicas desta tese

1. http://creationwiki.org/pt/index.php?title=Todd_Charles_Wood&action=edit&redlink=1

2.http://www.creationresearch.org/crsq/articles/43/43_3/baraminology.htm

3.http://objectiveministries.org/creation/baraminology.html

4.http://www.bryan.edu/771.html

5.http://www.creationresearch.org/crsq/abstracts/sum34_4.html

6.http://www.creationresearch.org/crsq/articles/37/37_2/baraminology.htm

7.http://www.creationbiology.org/

 

Regras Falseáveis para se considerar um grupo de especies como pertencendo a um tipo básico ancestral comum

“Tipos básicos é uma unidade de classificação, um taxon, resultado do trabalho da descontinuidade sistemática como é observado na natureza (existem dados que sustentam e identificam descontinuidades nas especies).”
“Todos os indivíduos que estão unidos direta ou indiretamente por cruzamentos são considerados pertencentes a um tipo básico”. (nível genético). E todas as espécies biológicas que se assemelham-se claramente umas as outras pertencem a um gênero (nível morfológico). E todas as espécies biológicas que em princípio podem cruzar entre si pertencem a um tipo básico (nível morfo-genético)”
“DOIS INDIVIDUOS pertencem ao mesmo tipo básico quando a embriogênese de um hibrido vai além da fase maternal do desevolvimento e contem uma expressão coordenada e genes morfogenéticos paternos e maternos”

 

Criterio para Bacterias

“Todas as colonias de bacterias (E MAYER) que se unem através de um intercâmbio cromossômico de genes mediante conjugação e transdução são consideradas como pertencente a um tipo básico. TODAS AS COLÔNIAS DE BACTERIAS QUE TEM O MESMO PADRÃO BÁSICO IN LOCI DE GENES NO CROMOSSOMO DAS BACTERIAS , TAL COMO SE PODE VER EM MAPAS GENETICOS SEMELHANTES, SÃO CONSIDERADAS COMO TIPOS BÁSICOS. Evolução LivroTexto Ccritico, pag 43”

Retirado do Licro “Evollução um livro Texto Critico” da SCB. Pagina 34 4ª edição 1996

  Tipo básico. Nº Espécies envolvidas
   

Anatídeos

Ganso de pata bifurcada

Faisões (fasianídeos)

Falcões.

Tentilhões

Parentes do pintassilgo

Canídeos

Eqüídeos

Cercopitecos
Homens
Funariaceae
Plantas com embriões em filete
Tritíceas.
Cariofiláceas
Pseudofrutos

 

aprox. 150

aprox. 1

aprox. 230

aprox. 60

aprox. 160

aprox. 140

aprox. 35

6
aprox. 501

1

aprox. 500
aprox. 700
aprox. 300
aprox. 60
200

 

 

Baraminologia – Estudos dos Tipos básicos  na ancestralidade comum com

limites evolutivos de subespeciações

 

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Baraminologia é uma disciplina da biologia criacionista que estuda a ancestralidade da vida na Terra(biossistemática). Ela provém da pressuposição de que Deus criou muitos tipos separados de organismos, como descrito no livro bíblico de Gênesis, e usa meios científicos para determinar quais organismos pertencem ao mesmo tipo (baramin) e em contraste quais não são relacionados. A biossistemática criacionista nos permite entender mais claramente a verdadeira história evolutiva da vida na Terra, a qual não poderia ser conhecida de uma perspectiva naturalista.

Baraminology Study Group (BSG) tem sido instrumental nessa área de pesquisa. O grupo está envolvido para promover o desenvolvimento e a pesquisa desse quadro teórico na biologia criacionista em um forúm de principais cientistas criacionistas nos campos relevantes.[1]

Índice

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História

Em 1941, Frank Marsh cunhou a palavra “baramin.” Ela foi derivada pela combinação de duas palavrasHebraicas – ברא, bara (“criado”), e מין, mīn (“tipo”), referindo-se ao uso da palavra “tipo” em Gênesis 1. Embora o conceito de um tipo criado tenha se tornado comum na literatura criacionista, um “tipo” não tinha sido claramente definido. Nós agora entendemos o tipo como sendo um grupo de organismos que partilham uma relação genética através de descendência comum de um organismo originalmente criado por Deus durante a Semana da Criação.

Em 1990 Kurt Wise afirmou a necessidade para uma biossistemática criacionista—um método de estudo, nomeação, e classificação de baramin. Ela foi chamada baraminologia, significando o estudo do baramin. Várias subdefinições de baramin foram também vistas como necessárias para discussões nesse campo. Os quatro termos, holobaramin, monobaramin, apobaramin, e polybaramin foram formalmente e publicamente introduzidos por Walter ReMine na Segunda Conferência Internacional sobre Criacionismoem Pittsburgh, PA em 30 de Julho de 1990.

Tipos de Baramins

Um diagrama ilustrando uma versão simplificada do holobaramin Canino. O ramo incluindo cães e lobos é um exemplo de um monobaramin. A linha na parte inferior representa a Semana da criação, que os baraminologistas profissionais concordam que é a data da origem do desenvolvimento Holobaraminico.

Holobaramin

Holobaramin (holo-, do Grego ὅλος, holos para “inteiro”) é um grupo inteiro de formas de vida viva e/ou extinta entendido para compartilhar relação genética por ancestralidade comum. É um agrupamento que contém todos os organismos relacionados por descendência, não excluindo qualquer um. Por exemplo,Humanos são um holobaramin, mas um grupo contendo somente Caucasianos e Negros não é um holobaramin já que ele exclui outras raças. Outro exemplo seria os Caninos, que são um holobaramin já que Loboscoiotescães domesticados e outros canídeos são todos descendentes de dois particulares levados a bordo da arca de Noé, e não há nenhuma outra criatura que é geneticamente contínua com eles. Este termo é sinônimo com o uso de “baramin” acima e é o termo primário na baraminologia.

Monobaramin

Monobaramin (mono-, do Grego μόνος, monos para “singular” ou “único”) é definido por Walter ReMine(1993, p. 444) como: um grupo contendo somente organismos relacionados por descendência comum, mas não necessariamente todos eles. (Um grupo compreendendo um holobaramin inteiro ou uma porção dele). É um grupo ad hoc de organismos que compartilham descendência comum. Caucasianos e Negrossão um monobaramin, como são qualquer grupo de um holobaramin tais como lobos, poodles, e terriers. Holobaramins contêm monobaramins; por exemplo, lobos são um monobaramin do holobaramin canino.

Apobaramin

Apobaramin (apo-, do Grego ἀπό, apo para “afastado”) é um grupo consistindo da totalidade de pelo menos um holobaramin. Ele pode conter um único holobaramin ou mais do que um holobaramin, “mas deve conter a totalidade de cada um ou mais holobaramins dentro dele.” (Kurt Wise, 1999–2000). Um grupo consistindo de ambos Humanos e Caninos é apobaraminico já que ambos os membros são holobaramins. O termo apobaramin é um termo útil especialmente durante avaliações de dois tipos de organismos (comparações de pares).

Polybaramin

Um polybaramin (poly-, do Grego πολύς, polus para “muitos”) é definido como um grupo consistindo de parte de pelo menos dois holobaramins. Ele pode ser qualquer uma de numerosas misturas, que poderia conter holobaramins, monobaramins, apobaramins, e espécimes individuais. É um grupo ad hoc de organismos onde pelo menos dois dos membros devem ser não relacionados. Por exemplo: Humanos, lobos e um pato são um grupo polybaraminico. Este termo é útil para descrever tal mistura de criaturas.

Pesquisa

Baraminology Study Group

Artigo Principal: Baraminology Study Group

O Baraminology Study Group (BSG) tem sido instrumental nesta área de pesquisa. Eles são uma afiliação de profissionais nas ciências biológicas e relacionadas que estão ativamente envolvidos no desenvolvimento de um quadro teórico para biossistemática dentro da biologia criacionista. O grupo publica um jornal criacionista periódico e organiza uma conferência criacionista semi-regular para fornecer um foro para desenvolvimento posterior neste campo.[1]

HybriDatabase

Artigo Principal: HybriDatabase

A habilidade em reproduzir é a característica chave que indica que plantas ou animais descenderam do mesmo baramin. Para auxiliar na identificação de um baramin, uma base de dados de casos conhecidos de reprodução interespécies foi necessária (por exemplo, leão x tigre = ligre). Para atender esta necessidade, Ashley Robinson e Todd Wood iniciaram uma base de dados da internet de referências publicadas para tais híbridos interespecíficos. Esta importante ferramenta de pesquisa da Ciência criacionista é chamada de a HybriDatabase.[2] A base de dados, que é hospedada e mantida pelo Center for Origins Research (CORE) no Bryan College[3], contém aproximadamente 3000 registros de híbridos.[4]

Veja Também

Referências

  1. ↑ 1,01,1BSG:A Creation Biology Study Group
  2.  Hybridatabase A searchable database of interspecific hybridization records.
  3.  Center for Origins Research Bryan College
  4.  HDB Development: Introduction Hybridatabase

Links Externos

 

Fonte: http://igrejaadventista.no.comunidades.net/index.php?pagina=1414476357

Cosmologia do buraco branco

Cosmologia do Buraco Branco foi desenvolvida pelo Dr. Russell Humphreys e é mais do que somente uma solução para o problema da luz das estrelas distantes, ela serve como uma respeitável cosmologia criacionista.

Índice

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Esboço

De acordo com esta cosmologia, o universo teria somente poucos milhares de anos por um relógio na Terra, mas teria bilhões de anos por um relógio na extremidade do universo.[1] A chave para este modelo é a idéia de que o tempo passou muito mais devagar na Terra do que em partes distantes do universo, no quarto dia da criação. Da mesma forma ele se baseia em pressupostos do Big Bang. Entretanto ele é baseado em atuais tendências científicas e portanto considerado científico, e mais importante, ele é puramente bíblico em natureza, o que é vital para prover um modelo baseado no criacionismo.

Pressupostos

A cosmologia do Big Bang é baseada no que é chamado de Princípio Copernicano. Este princípio é a idéia de que o universo é o mesmo em toda parte, o que é uma suposição de partida básica. Enquanto a literatura popular implica em um universo que tem um limite e um centro, de acordo com o Princípio Copernicano não há limite nem um centro no universo. O Princípio Copernicano é uma pressuposição arbitrária e evolucionista que se baseia na palavra do homem. Por outro lado, a Bíblia, ou a palavra de Deus, implica que o universo tem um limite e que a Terra está próxima do centro, provendo, assim, substitutas suposições de partida contrárias as do Princípio Copernicano.

Isso é importante porque a gravidade depende de um centro de massa, o que implica uma borda para a massa. De acordo com a teoria do Big Bang não há uma borda e portanto nenhum centro, e assim não há nenhuma força gravitacional líquida. No contexto do criacionismo bíblico, o universo tem um limite com uma força gravitacional líquida. A importância disso é o fato de que a gravidade retarda o tempo, o que segue exatamente o que é predito e demonstrado por experimento pela teoria da Relatividade Geral.

Elementos de Formação

A expansão do cosmos é evidente tanto pelo red shift como pela Bíblia.

Isaías 40:22 (ACF). Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar;
Gênesis 1:1-5 (ACF)

  1. NO princípio criou Deus os céus e a terra.
  2. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.
  3. E disse Deus: Haja luz; e houve luz.
  4. E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas.
  5. E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.

Abismo1.gif

  • fora de escala.

De acordo com a cosmologia do buraco branco, o “abismo” era uma esfera de água de aproximadamente 2 ly (light-years, anos-luz) de diâmetro, contendo toda a massa do universo. A Terra era uma região indefinida de água informe no centro.

Abismo2.gif

  • fora de escala.

Toda a massa está dentro de um buraco negro de aproximadamente um bilhão de anos-luz de diâmetro que faz a gravidade comprimir e aquecer o abismo, provavelmente iniciando uma fusão nuclear.

Gênesis 1:6-8 (ACF)

  • 6. E disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.
  • 7. E fez Deus a expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão; e assim foi.
  • 8. E chamou Deus à expansão Céus, e foi a tarde e a manhã, o dia segundo.

O termo expansão se refere simplesmente a uma extensão ou um espaço. Deus começa expandindo esse universo inicial para um espaço entre as águas acima da expansão e as águas abaixo da expansão. Alguma água permanece dentro do espaço e é depois usada por Deus para fazer o sol, a lua, e as estrelas.
Aae.gif
Hoje, a água acima da expansão ainda está lá. É assumido estar a 20 bilhões de anos-luz e para além da galáxia mais distante.

Salmos 148:1-4 (ACF)

  1. LOUVAI ao Senhor. Louvai ao Senhor desde os céus, louvai-o nas alturas.
  2. Louvai-o, todos os seus anjos; louvai-o, todos os seus exércitos.
  3. Louvai-o, sol e lua; louvai-o, todas as estrelas luzentes.
  4. Louvai-o, céus dos céus, e as águas que estão sobre os céus.

Pelo dia 3, no tempo da Terra, a expansão atinge o horizonte de eventos e a expansão começa retirando matéria do horizonte de eventos. O buraco negro se torna um buraco branco. Um buraco branco é o oposto matemático de um buraco negro.
Horizonte de eventos1.gif
O colapso inicial do buraco branco resulta de matéria saindo do horizonte de eventos, e é alimentado pela expansão. Ele encolhe a um tamanho um pouco maior do que a Terra em cerca de um dia no tempo da Terra, alcançando esse ponto no dia quatro.
Horizonte de eventos2.gif
O horizonte de eventos não encolhe a um ponto; afinal buracos negros não se formam de um ponto. Assim, o colapso final do buraco branco não é caracterizado por um horizonte de eventos encolhido, mas por um poço gravitacional de sombra com a Terra no centro. A Terra emerge do horizonte de eventos como o poço gravitacional e quando ele deixa de existir. O poço gravitacional é então reduzido para a gravidade da própria Terra.

Perto do horizonte de eventos, o tempo desacelera e efetivamente pára. Na Terra o processo leva menos de um dia, mas bilhões de anos no resto do universo. As estrelas foram feitas nesse tempo e a luz das estrelas distantes tem tempo para atingir a Terra. Depois que o poço gravitacional desaparece, o resto do sistema solar é criado.

Durante os seis dias da criação na Terra, bilhões de anos passaram na borda do universo, assim a idade do universo quando Adão o viu era de seis dias, de acordo com o padrão de tempo da Terra. Mas a luz vinda de estrelas distantes ainda teria tempo para nos atingir então o resultado seria que objetos distantes pareceriam velhos.

Conclusão

Aqui está uma comparação simples entre as Cosmologias do Big Bang e do Buraco Branco.

Limitado + Relatividade = Cosmologia do Buraco Branco.
Não limitado + Relatividade = Cosmologia do Big Bang.

Os princípios básicos dessa teoria são cientificamente sólidos. Se o universo é limitado, as taxas dos relógios devem ser diferentes e se o universo era muito menor no passado, as taxas dos relógios eram muito diferentes. A dilatação do tempo permite que haja muito tempo no espaço profundo para que ocorram outros processos físicos, tais como a maioria dos teóricos ciclos de vida estelares de colisões de galáxias e rotações galácticas.

Essencialmente Deus usou a relatividade para nos deixar ver um universo jovem, de acordo com o tempo na Terra, que foi lento no quarto dia da criação. Esta solução para o problema da luz das estrelas distantes, é tanto sólida cientificamente como biblicamente. O principal problema é que ela é difícil de testar.

Referências

  1.  Faulkner, Danny. Universe by Design: An Explanation of Cosmology and Creation. Green Forest, AR: Master Books, 2004. p. 101-103. ISBN 0-89051-415-1

Referências Relacionadas

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v • d • e

Astronomia / Cosmologia

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Astrofísica
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O CARÁTER CIENTÍFICO DA DOUTRINA DA EVOLUÇÃO.

                                                      Willem J. Ouweneel
Pesquisador Associado em Genética Experimental em Utrecht, Holanda,
com Ph.D. na Faculdade de Matemática e Ciências Naturais.

 

Resumo

Torna-se cada vez mais evidente que a evolução não é sequer uma boa teoria científica. Por exemplo, os evolucionistas afirmam que a vida surgiu naturalmente a partir de matéria inerte, mesmo sem existirem evidências a favor da geração espontânea. A explicação criacionista nesse particular é mais simples e também mais adequada.

O evolucionismo não se apresenta nem como uma teoria, nem como uma hipótese, mas como um dogma ou doutrina. Ele não se enquadra corretamente na “ciência natural”, mas sim no domínio da filosofia, por ser um postulado materialista.

 

Com o exame de seis requisitos, conclui-se que a teoria da evolução falha naquilo que se deve exigir de qualquer postulado ou concepção “científica”. Finalmente, embora nem o criacionismo nem o evolucionismo sejam estritamente um conceito “científico”, deve ser preferido o criacionismo devido a ser ele mais consistente com o nosso conhecimento, e ser ao mesmo tempo baseado na Palavra de Deus.
As origens e os fatos científicosNo século passado, quando os pontos de vista de Darwin conquistavam o mundo científico, eles indubitavelmente tiveram o mérito de dar origem a pesquisas extensivas quanto à variabilidade dos organismos vivos, e quanto a evidências concretas relativas às variações.

Deve ser lamentado, entretanto, que muitos biologistas se tornaram tão entusiasmados pela teoria que foram muito além dos fatos concretos. Eles ligaram estes fatos com uma filosofia materialista, indo muito além do horizonte puramente científico. Dessa maneira, os pontos de vista evolucionistas cresceram para se tornar uma doutrina todo abrangente.

Mas estaríamos completamente errados se chamássemos tal doutrina de teoria científica. Qualquer teoria “científica” deve ser baseada em fatos científicos, e não em especulação. É dificilmente acreditável que, por exemplo, Grassé (1) pudesse escrever: “Os biologistas estão profundamente convencidos de que a evolução é um fato inquestionável”.

A evolução, no senso lato, (isto é, descendência de todos os organismos vivos a partir de ancestrais comuns, e estes do mundo inorgânico) não é nem um fato estabelecido completamente, nem mesmo uma conjectura baseada em fatos. É uma conjectura baseada em pontos de vista filosóficos materialistas, opostos aos anteriores pontos de vista criacionistas, mas por si mesmos não mais “científicos” do que eles.

Todo autor de livro-texto que tenta provar a doutrina da evolução apresenta um grande número de fatos, todos eles relativos a variações (isto é, mudanças dentro das “espécies” bíblicas), mas nunca provando a transformabilidade da “espécie”. Esses fatos reais relativos a variações são aceitos de coração pelo criacionista que, entretanto, se reserva a si mesmo o direito de não extrapolar esses fatos de maneira evolucionista, mas de interpretá-los de maneira bíblica.

É muito compreensível que para muitos cientistas o ponto de vista materialista da evolução possa parecer muito mais lógico e aceitável. Um cientista pode relutar em introduzir um “deus ex machina” no seu campo científico, mas esse fato essencialmente nada tem a ver com ser ou não correto esse ponto de vista. A “verdade” jaz além do horizonte das ciências naturais, num nível teológicos e torna-se conhecida somente pela revelação, e não pela investigação.

É portanto incorreto acusar de serem “não científicos” aqueles que acreditam que a criação explica estes fatos científicos. Da mesma maneira poder-se-ia dizer que são “não científicos” aqueles que aceitam fatos científicos mas que também acreditam na evolução, a qual por sua vez, não é um fato científico. O evolucionismo compreende tanto a explicação de certos fenômenos (processos repetitivos), como a descrição de processos históricos (não repetitivos, mas documentados). Ambos esses elementos podem ser aceitos como “fatos” somente se os “processos repetitivos” postulados tiverem sido observados ou reproduzidos experimentalmente e somente se os acontecimentos supostamente históricos tiverem sido suficientemente documentados. De ambas as maneiras os evolucionistas têm falhado completamente, enquanto os criacionistas acham confirmação dos seus pontos de vista em muitos campos científicos, como veremos.

Apesar disto, a maior parte dos cientistas acredita firmemente na macroevolução, se não por outra razão, por repudiarem a alternativa criacionista e supervalorizarem o método científico natural. Um dos fundamentos deste método é a unidade principal de tudo que varia. Desta maneira, quando os fósseis apontam para a variabilidade, isso deve ser entendido como “consangüinidade”, pois de outra maneira a possibilidade de uma explicação científica natural deixaria de existir [Van Melsen (2) ]. Eu acho que isto é uma grosseira supervalorização, porque nós não estamos interessados precipuamente num mais elegante método de raciocínio, mas sim na verdade. De fato, existe a mesma possibilidade de se entender a unidade dos organismos como devida a um projeto criativo comum, implicando naturalmente um Criador, o que por outro lado não deixa de ser também um raciocínio “elegante”.

Portanto compararei, primeiramente, de uma maneira tão objetiva quanto possível, as abordagens criacionista e evolucionista, como métodos “científicos” do ponto de vista teórico, tentando depois mostrar que mesmo para o cientista que não conhece a Palavra de Deus, desde que não tenha ele preconceitos materialistas, deveria ser evidente que a doutrina da evolução, ainda que sendo uma filosofia interessante, não preenche nenhuma das condições que uma hipótese científica deveria razoavelmente satisfazer.
As origens e as hipóteses básicas

Uma objeção sempre levantada contra os criacionistas é que eles a priori admitem a existência de um Deus Criador, enquanto que a ciência natural pura alardeia não ter hipóteses a priori, e ser sem preconceito e objetiva [Van den Bergh (3) ]. Mas esse mesmo cientista admite (4) que a invariabilidade dos fenômenos naturais é o fundamento e a razão de ser da ciência natural. Mas tem essa invariabilidade sido provada de uma maneira irrefutável? Não, isso é impossível, pois ela é por si mesma uma hipótese, a priori, ou uma premissa. É um axioma de grande importância, realmente, mas não deixa de ser somente uma hipótese.

Ainda mais, a hipótese da invariabilidade não é tão evidente por si mesma como possa parecer, porque como postulado excluiria de fato os milagres sobrenaturais. Entretanto, os materialistas devem excluir a priori a existência de Deus, pelo menos de um deus que intervenha na natureza. Isso significa que tanto o criacionismo como o materialismo (evolucionismo) estão fundados em hipóteses a priori, isto é, ou que Deus existe ou que Deus não existe.

Alguns dizem, entretanto que é mais razoável negar a existência daquilo que é não-observável, do que admiti-lo. Dizem mais, ainda, que se tem razão de ser esta premissa dos criacionistas, de que Deus existe e que as suas obras são observáveis na natureza, ela deveria satisfazer pelo menos duas exigências razoáveis:

(1) como hipótese, deveria ser verificável, e
(2) não deveria ser mais complicada do que o necessário para explicar os fenômenos observados.

Quando estas exigências são aplicadas às premissas do criacionismo discute-se que

(a) a existência de Deus não pode ser verificada por experiências científicas, e os fatos não podem mostrar conclusivamente que a natureza seja o trabalho das mãos de Deus;
(b) não é necessário postular a existência e a atividade de um Ser Supremo, porque todos os fenômenos naturais podem ser explicáveis de uma maneira simples, natural.

Portanto, a existência de Deus deveria ser excluída do nosso pensamento natural científico.

Lógicas como possam parecer estas proposições, elas não são válidas totalmente. O ponto (a), por exemplo, simplesmente indica a limitação da ciência natural, pois quem garante que a realidade observável é a única e completa realidade? Se isto fosse considerado, dever-se-ia criar uma terceira hipótese a priori da ciência natural, para não mencionar ainda um quarto axioma necessário, de que os nossos órgãos sensores e nossos métodos de medida exprimem um quadro concordante da realidade total.

O ponto (b) é de fato um postulado muito útil ao lidar-se com objetos e processos que podem ser observados e medidos hoje em dia. O mesmo não acontece, entretanto, quando se lida com fenômenos naturais que não são observáveis, e que têm um caráter excepcional. O melhor exemplo de tais exceções é a origem da vida na Terra.

Poder-se-ia dizer que este é um problema que não se enquadra estritamente dentro da ciência natural. Isto seria então um reconhecimento honesto das limitações da ciência natural, porque a origem da vida é de fato um fenômeno excepcional e único, inteiramente afastado da nossa observação, enquanto que a observação é supostamente o fundamento do método científico natural.

Por outro lado, poder-se-ia dizer que a origem da vida é um fenômeno natural e que o seu exame portanto cai dentro do assunto “ciência natural”. Mas isto nos colocaria diante de um dilema inevitável – por um lado deve-se supor que a vida originou-se de matéria inanimada, e por outro lado está-se convencido de que não existe a “geração espontânea”!

Esse dilema não pode ser resolvido. Mesmo que um cientista fosse capaz de criar a vida no laboratório, ele teria mostrado somente como a vida poderia ter-se originado, mas do ponto de vista da filosofia natural não estaríamos um milímetro mais perto da resposta à pergunta de como a vida se originou realmente.
Simplicidade de explicação

Quando se consideram as duas exigências que uma hipótese deveria satisfazer, gostaríamos de perguntar:

(a) qual explicação é mais “simples” de ser admitida – que a vida se originou por um ato criativo sobrenatural único, ou que a vida originou-se por geração espontânea, um processo no qual os cientistas na sua maior parte não acreditam?
(b) como poderíamos verificar se a vida se originou por criação ou por geração espontânea?

Este problema, pela sua natureza, não pode ser resolvido cientificamente. No máximo poder-se-ia mostrar como a vida poderia ter-se originado. Mas, mesmo assim, nada mais se poderia fazer do que imitar o ambiente no qual se supõe essa origem ter tido lugar, e esperar (talvez durante séculos) para ver se a vida se originaria então naquele ambiente.

Na realidade, sabe-se muito bem que uma grande habilidade técnica e um alto nível de inteligência seriam necessários para produzir a vida num tubo de ensaio. Se o protoplasma vivo pudesse algum dia ser sintetizado, então os cientistas naturais teriam simplesmente demonstrado que a vida somente poderia ter-se originado através da atividade de uma grande inteligência.

Pode-se concluir, portanto, dizendo que:
(a) a explicação mais simples pode ser a criacionista, e devido às limitações da ciência natural um cientista não tem o direito ou razão de rejeitar esta explicação formalmente; e
(b) uma explicação de um fenômeno natural pode ser correta, ainda que a verificação dentro da estrutura da ciência natural possa ser impossível.

Isto mostra que o criacionismo cobre um domínio muito maior do que o evolucionismo, porque investiga além do natural, em direção ao sobrenatural – este último não por imaginação, mas por revelação.

  Dogma evolucionista

Atenção estrita será dada agora ao caráter científico do evolucionismo. No título deste artigo, a evolução é chamada de “doutrina”, e talvez seja esta a melhor maneira de descrevê-la, porque ela é um dogma que é ensinado com um apelo à credibilidade. Delfgaauw (5) discutiu o problema de chamar-se o evolucionismo uma tese, uma hipótese ou uma teoria.

A evolução não pode ser uma tese, porque uma tese deve ser provada, enquanto que a doutrina da evolução é não-provada e também não-palpável. No máximo poder-se-iam citar argumentos de probabilidade, mas não se pode provar que um suposto processo histórico que não está documentado tenha realmente tido lugar. As supostas conseqüências da evolução são documentadas, mas não o próprio processo de evolução.

É a doutrina da evolução uma hipótese? Uma hipótese serve para correlacionar certos fenômenos observados, e de fato esta é também uma função da doutrina da evolução. Mas há uma grande diferença. Na ciência, as hipóteses têm sempre uma existência temporária, desaparecendo tão logo hipóteses mais satisfatórias sejam achadas. Mas a doutrina da evolução não tem nenhuma alternativa na ciência natural. Mesmo quando um grande volume de dados é achado em contradição a esta doutrina, ela tem permanecido, porque os materialistas nada têm em substituição. Eles simplesmente recusam-se a olhar além do seu campo visual, e sob certo ponto de vista estão eles corretos, porque isto os faria metafísicos, filósofos naturais ou mesmo teólogos.

Mas ao assim agirem, têm eles então o direito de procurar uma explicação que, como eles mesmos admitem, evidentemente não pode ser dada dentro da estrutura da ciência natural? E quando eles dão uma explicação, pode ela possivelmente ser algo mais também do que uma filosofia, apesar de má filosofia? Delfgaauw reconhece isto de alguma maneira. Ele mostra que a doutrina da evolução não pode ser uma hipótese, porque não pode ser substituída por uma outra hipótese. Portanto, ela também não é uma teoria, porque uma teoria é uma maneira de pensar (a respeito de algum campo da ciência) que também deveria ser substituível por uma outra, o que para o materialista é impossível.

Portanto, Delfgaauw conclui que a doutrina da evolução é um “postulado”, isto é, uma exigência feita ao raciocínio, de tal maneira que, desejando-se pensar a respeito de um certo domínio da realidade, dever-se-ia pensar de acordo com esta exigência ou dever-se-ia não pensar. Este é um ponto de vista honesto mas muito característico de um materialista; simplesmente recusar-se a pensar de uma outra maneira, a não ser que seja aquela maneira do materialismo. Mas o materialismo nada mais é do que uma espécie de filosofia, e por que não se deveria também ter o direito de aceitar outra filosofia, como por exemplo, o criacionismo?

Quando se reconhece que o evolucionismo não se enquadra estritamente dentro da “ciência natural”, está-se apto a reconhecer muitos aspectos em que o evolucionismo se torna realmente não científico. Tem sido notado que a doutrina da evolução não oferece alternativa dentro da ciência natural. Portanto, ela é um postulado materialista. Mas é este um postulado “científico”?

Um postulado verdadeiramente científico deve satisfazer estes seis critérios:

(1) Deve estar em acordo com as principais leis da ciência natural e da matemática.
(2) Não deve ser mais complicado do que o necessário para a explicação dos fenômenos observados.
(3) Deve dar origem a conclusões que possam ser controladas por observações posteriores (experimentais).

(4) Não se devem conhecer dados que não se enquadrem dentro do postulado.
(5) É aceitável somente se hipóteses alternativas se tenham mostrado erradas ou menos satisfatórias.
(6) A sua confiabilidade é inversamente proporcional ao número de postulados não provados nos quais ele está fundamentado.

Como satisfaz a doutrina da evolução estas exigências? Vejamos ponto por ponto.

(1) Um postulado científico deve estar de acordo com as principais leis da matemática e da ciência natural.

A evolução mostra uma dolorosa falta de coordenação entre os vários campos das ciências exatas. É um bem conhecido fenômeno que cada cientista sente as dificuldades da doutrina da evolução no seu próprio campo, mas imagina que a doutrina esteja suficientemente apoiada em outros campos. Nesse sentido, todo biologista deveria saber que a doutrina está em contradição com os princípios fundamentais da matemática, da física e da geologia.

Matemática – Em 1966 foi realizado (6) um simpósio de matemáticos e biologistas para discutir a incompatibilidade estatística existente entre a singularidade e a complexidade do gene e a teoria da seleção natural de mutações aleatórias. Parece que os matemáticos não entendiam os biologistas e vice-versa. Concordo com Salisbury (7) que somente os doutores M. Eden e M. P. Schützenberger realmente pareciam compreender o problema. Esses dois homens concordaram em que a origem e o desenvolvimento da vida, do ponto de vista evolucionista, eram altamente improváveis!

Física – A mesma discrepância é sentida entre a Física e a Biologia. Os físicos descobriram, como uma das principais leis do universo, a Segunda Lei da Termodinâmica. Eles asseveram que num sistema fechado (isto é, um sistema no qual é impossível a troca de energia com o ambiente), a entropia (isto é, a tendência para converter a energia cinética em calor) tende a aumentar. Sabe-se que esta lei tem validez universal, pois ela explica a tendência do universo para um nível mais baixo de ordem e organização. Isto é evidenciado pelo “envelhecimento” do universo e pela desintegração de estrelas complexas e dos metais radioativos.

Isto está em contraste gritante com um outro princípio (a evolução) inventado pelos biologistas, que por sua vez implica numa tendência do universo para um mais alto nível de ordem e organização. Ninguém ainda resolveu satisfatoriamente esta discrepância. De fato, tem sido objetado que a lei da entropia é somente válida para um sistema fechado enquanto que num sistema aberto (como a Terra) a entropia poderia temporariamente decrescer. Mas em primeiro lugar não há razão alguma para não se considerar o universo como um sistema fechado. Em segundo lugar, o mencionado decréscimo, na realidade, é somente temporário e não pode ser levado em conta para o estabelecimento de um princípio de tão (suposta) geral validez em todo o universo, como é o princípio da evolução.

Bok (8) tentou resolver este problema da origem da vida supondo que os organismos superiores tivessem um mais elevado grau de entropia (isto é, um nível mais baixo de energia) do que os organismos inferiores e a matéria inerte. Dessa maneira tentou harmonizar a evolução com a entropia, dizendo que a entropia leva à origem de maiores macromoléculas, porque estas têm um nível de energia mais baixo; portanto a origem da vida teria sido inevitável. Mas isso assimila as maiores macromoléculas aos organismos vivos – um ponto de vista que não leva em conta a compreensão da extremamente alta especificidade das células vivas.

A entropia é um princípio básico, que envolve tão somente a desorganização da natureza, e não um avanço evolucionista. O aumento e o armazenamento da energia é sempre temporário e muitas vezes cíclico (por exemplo, na ontogênese e no envelhecimento do corpo humano) e termina sempre em colapso, decaimento e morte. Observamos também isto em Biologia: a herança genética está sujeita a mutações, mas estas são quase sempre deletérias ao organismo, e levam a uma mais baixa viabilidade e fertilidade, Da mesma maneira, as formas cultivadas sempre involuem para o seu estado natural originário quando são deixadas a si mesmas. A suposta história evolucionista do homem é uma grande prova de degeneração, e não de evolução; os restos humanos mais antigos conhecidos (achados em Calaveras e Castenedolo) são inteiramente semelhantes ao homem de hoje.

Geologia – Uma terceira área de discrepância é conhecida, entre a Geologia e o evolucionismo. Quando o principio de uniformidade de Lyell é compreendido somente como expressão da validez geral das leis naturais, nada está errado. Mas quando ele se contrapõe à teoria do catastrofismo (Cuvier) como era intenção de Lyell, devemos tomar cuidado.

Admite-se que todos os estratos geológicos devem ter-se originado por inundações, e que talvez todos os fósseis devam a sua origem a uma catástrofe. Sob condições normais não surgem fósseis. O que são as épocas glaciais senão uma espécie de cataclismo? Surgiram os cemitérios de mamutes na Sibéria e os peixes e moluscos nos Alpes sob condições de “uniformidade”? E como se pode explicar a seqüência inversa dos estratos geológicos ao longo de milhares de quilômetros quadrados (por exemplo, em Montana, no Canadá, e em outros lugares)?

O princípio da uniformidade é a base fundamental de todos os métodos de datação; mas é ele um método fidedigno? Sabe-se que a velocidade de sedimentação é muito variável. E quanto aos métodos radioativos, como se pode saber se o chumbo numa formação rochosa é ou inteiramente radiogênico ou parcialmente primordial? Como se pode mostrar que a radiação cósmica foi sempre uniforme? Isso obviamente não pode ser verdadeiro sob o próprio ponto de vista evolucionista, que supõe como necessárias para a origem da vida condições atmosféricas completamente diferentes das atuais. Sinais de vegetação polar luxuriante em épocas remotas apontam para condições atmosféricas diferentes, ao mesmo tempo em que erupções vulcânicas também sabidamente alteram consideravelmente essas condições. Todas essas alterações influenciam as radiações cósmicas e confundem as nossas datações das rochas.

(2) Um postulado científico não deve ser mais complicado do que o necessário para a explicação dos fenômenos observados.

Esta exigência nos lembra das muitas hipóteses auxiliares que têm sido introduzidas na geologia, taxonomia, genética, paleontologia, etc., para tornar a doutrina da evolução mais aceitável.

O geólogo, por exemplo, vê-se a braços com os seguintes problemas:

(a) Em Montana, uma seqüência invertida dos estratos geológicos é achada ao longo de milhares de quilômetros quadrados, sem nenhum sinal de um cataclismo; como isto pode ser explicado?
(b) Em nenhum lugar, mais do que dois ou três “períodos” geológicos são encontrados um acima do outro. Afirma-se que a coluna geológica completa compreende uma profundidade de cerca de 150 quilômetros enquanto que os estratos geológicos raramente têm uma profundidade de mais do que 800 metros.
(c) Não há uma única prova independente de que o Devoniano, por exemplo, de fato ocorreu em lugares diferentes ao mesmo tempo.
(d) Em nenhum local se apresenta em estratos a origem evolucionista de qualquer espécie de animal ou de planta.
(e) Tem sido publicamente admitido que a noção dos fósseis índices é baseada num ciclo vicioso: eles indicam a idade de uma rocha na qual são achados, enquanto que eles mesmos são datados através da suposta idade da rocha à qual pertencem. Podem todos estes problemas ser resolvidos ou há possivelmente algo errado com a coluna geológica?

O taxonomista também conhece o seu dilema próprio. Seu sistema taxonômico tem-se tornado interessante porque refletiria a evolução dos organismos vivos, entretanto, ao mesmo tempo em que ele tem de admitir que todos os organismos constantes do seu sistema estão ainda vivos, deve também admitir que eles não descenderam uns dos outros, mas sim de supostos ancestrais comuns. Portanto, ele tem de introduzir uma hipótese auxiliar para explicar porque muitas formas primitivas permaneceram mais ou menos imutáveis, enquanto que outras sofreram uma evolução rápida e drástica.

O geneticista evolucionista deve fugir dos seguintes fatos estabelecidos:

(a) As espécies não se transformam;
(b) Quase todas as mutações não são benéficas;
(c) A produção de órgãos e organismos especializados através da seleção natural de mutações aleatórias é inaceitável estatisticamente.

O evolucionista pode vencer estes obstáculos existentes para a doutrina da evolução somente através de hipóteses auxiliares não provadas e não prováveis.

Tais hipóteses são também necessárias ao paleontologista para evitar os seus problemas evolucionistas, tais como:

(a) Por que não existem formas intermediárias e transicionais?
(b) Por que não são conhecidos órgãos nascentes?
(c) Por que são os fósseis tão descontínuos quanto às formas atuais?
(d) Por que dificilmente existe (se existir) um fóssil no Pré-cambriano? (ainda que 3/4 da suposta história da vida deva ter-se desenvolvido antes do Cambriano!)
(e) De onde provieram os enormes cemitérios de animais?
(f) De onde provieram todos aqueles filos invertebrados no Cambriano de maneira tão repentina? Qual foi a origem dos mamíferos no Terciário? De onde surgiram repentinamente as Angiospermas?
(g) Como é possível que espécies que de acordo com a teoria são separadas por intervalos de milhões de anos com relação ao seu período de existência sejam, não obstante, achadas algumas vezes juntas na mesma rocha [tais como as supostas impressões de Homo e Dinosauros no rio Paluxy (Texas) o os crânios Wadjak encontrados por Dubois no mesmo estrato que o Pithecanthropus, etc.]?

(3) Um postulado científico deve dar origem a conclusões que possam ser controladas por observações (experimentais) posteriores.

Menciono agora outros aspectos da abordagem experimental nos quais a doutrina tem falhado. Experiências ecológicas e de cruzamento têm mostrado que nenhuma variação transgride os limites das espécies. As mutações podem ser vantajosas num ambiente muito específico, mas são quase sempre degenerativas. Híbridos selecionados retornam aos seus tipos ancestrais após livre cruzamento. Formas cultivadas retornam ao seu estado original.

Um grande problema para o evolucionista é também que não se encontrou até agora macromutação de espécie alguma com um alto valor seletivo. Também a mutação ocorrendo em genes existentes não acarreta a origem de novos genes. Adaptação conduz a variação e não a transformação. A seleção natural tende a eliminar as mutações e não a favorecê-las, e seleção natural sem nenhuma conseqüência evolutiva tem sido observada somente onde o homem criou drasticamente novas condições, com uma pressão seletiva muito grande.

Mutações espontâneas nunca podem ser a causa da origem de órgãos complicados ou organismos especializados. Além disso, órgãos complicados são úteis somente se forem completos e desta maneira as formas intermediárias seriam eliminadas obviamente (órgãos nascentes nunca foram encontrados). As mesmas mutações surgem muitas vezes na história das espécies, e desaparecem tão freqüentemente quanto surgem, fazendo com que as espécies oscilem em torno do tipo original. Esses pontos são alguns dos resultados da abordagem experimental, mas de maneira alguma confirmam o conceito de macroevolução.

(4) Não devem ser conhecidos dados que estejam fundamentalmente em desacordo com o postulado.

De fato, muitos dos problemas resumidos nas seções anteriores são contradições apresentadas à teoria da evolução. Muitos outros poderiam ser acrescentados:

(a) A lei da recapitulação (dizendo que o desenvolvimento embriológico de um organismo recapitula a sua filogenia), anteriormente um pilar da doutrina evolucionista, mostrou-se ser nada mais do que uma fraude de Haeckel.
(b) As funções de quase todos os assim chamados “órgãos vestigiais” gradualmente se têm tornado conhecidas, de tal maneira que estes órgãos perderam o seu valor como “provas” para a evolução; além disso, a sua existência pode ser interpretada como uma evidência de regressão (degeneração) e não de evolução.
(c) A história da vida de espécies diversas exibe degeneração, e não evolução. O homem é o melhor exemplo disso, pois as formas mais antigas são semelhantes ao homem contemporâneo, mas intermediariamente muitos tipos degenerativos surgiram tais como o homem de Neanderthal.

(d) A origem dos protozoários ou insetos antes dos seus predadores é impossível. Num curto período de tempo eles teriam coberto todos os centímetros quadrados da superfície da Terra com uma grossa camada de organismos. Esse problema do equilíbrio natural é mui freqüentemente desprezado; por exemplo, os vírus (as mais simples formas “vivas”) não poderiam ter surgido antes dos organismos superiores dos quais eles são parasitas. Considerem-se as muitas plantas e animais que são completamente dependentes uns dos outros e pense-se nos ciclos alimentares naturais e nos ciclos químicos, e então se pergunte: como veio tudo isto a existir?
(e) A paleobotânica é de fato um grande problema para o evolucionista, que vê formas complexas freqüentemente aparecendo anteriormente às assim chamadas formas mais simples, sem sinal algum de ancestrais, achando também freqüentemente aspectos supostamente “superiores” e “inferiores” na mesma planta. Além disso, conhecem-se muitas formas modernas que são (praticamente) idênticas a espécimes fósseis antigos (algumas vezes mesmo grandes intervalos de tempo são encontrados entre grupos supostamente relacionados entre si). Por outro lado, têm sido descobertas algumas das características anatômicas que caracterizaram um grupo particular, existindo também em supostos grupos não-relacionados. A filogenia completa das angiospermas de fato é um grande mistério.(9)
(f) A suposta evolução do homem é contrária aos dados arqueológicos e históricos. Se a humanidade realmente é tão antiga quanto se julga, por que nunca produziu ela antes uma civilização peculiar? Como é possível que a civilização tivesse sido organizada tão subitamente no Oriente Próximo, somente cerca de 6000 anos atrás, e que esta civilização desde então não se tenha tornado cada vez mais civilizada? O centro da civilização simplesmente se deslocou gradualmente em direção ao oeste.

(5) Um postulado científico é aceitável suficientemente somente se hipóteses alternativas tenham-se mostrado erradas ou menos aceitáveis.

Poderíamos sugerir duas alternativas para o evolucionismo: o evolucionismo teísta (“Deus criou através do processo de evolução”) e o criacionismo estrito. O evolucionismo teísta (10) é uma fraca tentativa de conciliar o evolucionismo com a Bíblia. A macroevolução por ele definida é um sistema fechado no qual Deus não é necessário.

Os evolucionistas teístas confundem a criação com a Providência, fazendo Deus prisioneiro dos processos naturais. Ele criou porque esses processos ocorreram por si mesmos. Uma aceitação estrita do evolucionismo torna a fé em Deus, o reconhecimento do pecado, e a redenção, desnecessárias, como Huxley freqüentemente tem triunfantemente mencionado. Os evolucionistas teístas têm-se rendido a esta doutrina, aparentemente sem calcular as suas conseqüências.

Somente um criacionismo fundamentalista pode ser uma séria alternativa ao evolucionismo. Mas somente poucas pessoas sabem que os criacionistas de fato podem dar explicações tão ou ainda mais aceitáveis para muitos fenômenos naturais do que os evolucionistas. Em muitas disciplinas, supostas “provas” da evolução têm sido apresentadas. Estas são geralmente baseadas em círculos viciosos. Se se supõe a teoria da evolução como verdadeira, certos fenômenos tornam-se compreensíveis, e são então apresentados como argumentos para a evolução.

Mas na realidade esses fenômenos não são argumentos que vêm favorecer a evolução porque também se tornam compreensíveis quando se admite a criação. Por exemplo, as correspondências morfológicas entre os organismos pode ser compreendida como resultante de uma ascendência comum, mas também pode ser compreendida como um planejamento comum feito pelo Criador. Um plano tipológico comum, por exemplo, pode ser muito útil para uma maneira de vida semelhante, e essa poderia muito bem ser a razão pela qual Deus criou muitos animais de acordo com um planejamento semelhante. Além disso, a teoria da ascendência comum não é consistente, pois freqüentemente supõe “convergências” suspeitas, que são melhor compreendidas através da existência de um Criador comum, do que através da evolução (por exemplo, Mamíferos em contraposição aos Marsupiais; o olho dos Vertebrados em contraposição ao olho dos Cefalópodes).

O mesmo acontece em taxonomia: o sistema taxonômico pode apontar tanto a uma descendência comum como a um planejamento comum. Como cientista, prefiro a última possibilidade, porque se a evolução tivesse

existido, eu não poderia explicar as separações bastante distintas entre as espécies. Na hipótese de evolução, esperaria uma transição muito menos descontínua entre as espécies, e também não saberia explicar como os organismos inferiores poderiam ter evoluído de ancestrais mais antigos sem nenhuma alteração importante, enquanto que os organismos superiores teriam evoluído dos mesmos ancestrais sofrendo muitas alterações. De fato, o sistema taxonômico não tem nada a ver com um suposto pedigree.

O mesmo é verdadeiro com relação aos assim chamados órgãos vestigiais, se realmente existir algum. Eles poderiam apontar ou para uma ascendência comum ou para um planejamento criativo comum. Aqui, novamente, prefiro a última hipótese, porque os órgãos vestigiais, se na realidade são mesmo “vestigiais”, entendem-se facilmente como degeneração e não como evolução, sendo classificados como desvios posteriores relativos ao planejamento criativo.

O dilúvio bíblico pode também ser responsável por muitas das chamadas “provas” da evolução. A Paleontologia e a Geologia ou nos ensinam a história da vida, ou a deposição de sedimentos e organismos durante o dilúvio. Seria suficiente referir-se aqui ao trabalho de Morris e Whitcomb (11) que mostram que os argumentos apresentados para a coluna geológica são muito fracos para sustentá-la. Mas todos estes argumentos, por outro lado são facilmente compreendidos, aceitando-se a criação e o dilúvio. Também a distribuição geográfica dos organismos pode muito bem ser explicada como tendo acontecido após o dilúvio. Não é meu objetivo resumir extensivamente todas as evidências existentes para a criação. Estou simplesmente tentando responder se o evolucionismo, como doutrina, é cientificamente mais aceitável do que o criacionismo. Nesse ponto, a genética tem ajudado os criacionistas, porque tem mostrado nada mais do que o fato de as espécies serem variáveis mas não transformáveis.

(6) A confiabilidade de um postulado científico é inversamente proporcional ao número de postulados não provados no qual ele se baseia.

Isto é mais uma característica do que uma exigência para um postulado científico. Mas o importante é que, quando os fundamentos não provados de um postulado científico são muito numerosos, pode-se duvidar se realmente aquele postulado merece ser chamado de “científico”. Para crer na evolução é necessário basear-se num grande número de indicações provenientes de várias disciplinas, que podem ser interpretadas como apoiando o ponto de vista evolucionista, mas que igualmente bem, ou mesmo até melhor, podem ser compreendidas sob o ponto de vista criacionista.

Mas é também necessário para os evolucionistas aceitar um grande número de premissas que são muito essenciais para os seus pontos de vistas, as quais não são provadas, para as quais dificilmente há qualquer evidência, e que muitas vezes são completamente improváveis. No século passado isto não era um problema porque os defensores do evolucionismo tinham a firme convicção de que a evidência necessária para as suas suposições seria mais cedo ou mais tarde certamente obtida.

Entretanto, os pilares do evolucionismo não puderam ser sustentados durante os últimos cem anos, mas foram, sim, enfraquecidos de uma maneira contínua devido às novas evidências. Neste sentido o evolucionismo nada mais é do que um interessante anacronismo. Ele se adaptava a uma época em que se acreditava na “geração espontânea” enquanto que hoje se sente ser um dilema acreditar numa geração espontânea que não pode ocorrer. Naquela época também a teoria da uniformidade de Lyell podia ser considerada a par com as teorias catastróficas, enquanto que hoje em dia sabe-se que os geólogos nada mais fazem do que estudar cataclismos.

A evolução surgiu numa época em que 3/4 da sugerida história da vida estavam completamente faltando nos registros fósseis, porque teriam tido lugar antes do Cambriano, e os estudiosos acreditavam que o Pré-cambriano apresentaria uma grande quantidade de fósseis que viriam ilustrar esta parte que então faltava. Mas mesmo ainda hoje dificilmente existe um único fóssil Pré-cambriano fidedigno. Isso significa que, porque todos os fila dos Invertebrados estão representados no Cambriano, os evolucionistas têm de aceitar na base da fé, sem nenhuma evidência, que todos os vírus, bactérias, plantas e animais são realmente inter-relacionados. Em segundo lugar, eles devem asseverar que os Metazoa se originaram dos Protozoa (o que também é dificilmente aceitável). Em terceiro lugar eles devem acreditar que os fila dos Invertebrados são inter-relacionados e que os Vertebrados descendem dos Invertebrados.

Os evolucionistas baseiam os seus pontos de vista na fé, e assim não têm o direito de reprovar os criacionistas pela sua crença num Criador. Não é preciso aceitar-se o evolucionismo teísta também, porque não se está convencido de maneira completa que os estratos geológicos representem vastos períodos geológicos. É um fato estabelecido que cada rocha conhecida (desde o Cambriano até o Quaternário) tem sido achada superposta diretamente ao Pré-cambriano. Em nenhum lugar tem-se achado um trecho representativo da suposta coluna geológica, enquanto que em muitos lugares os estratos são dispostos numa seqüência reversa, sem nenhum traço de cataclismo secundário.

Desta maneira poder-se-ia prosseguir mencionando muitas asserções evolucionistas infundadas, que não têm encontrado apoio no último século, Não admira, portanto, que especialmente cientistas jovens levantem questões e tenham dúvidas quanto à validez do evolucionismo. Seria irreal, entretanto esperar que finalmente o evolucionismo fosse rejeitado. Enquanto a maior parte dos cientistas se recusar a aceitar que há uma alternativa apresentada pela Palavra de Deus, apegar-se-ão a sua doutrina inaceitável e refutada, por eles mantida como a sua fé – a sua própria religião.
Conclusão

Dois pontos foram ressaltados:

· Primeiro, que é errado dizer que o evolucionismo é mais “científico” do que o criacionismo, em meras bases lógicas e filosóficas. De um ponto de vista objetivo, sem preconceitos, ambos são alternativas equivalentes.

· Em segundo lugar, entretanto, em bases científicas naturais o evolucionismo não satisfaz nenhuma das exigências que seriam feitas a seu respeito.

Quanto aos fatos conhecidos até o presente deve ser claro que o criacionismo deveria levar vantagem como sendo mais consentâneo com o nosso conhecimento da natureza. De fato, a fé Cristã realmente não precisa de provas científicas para sua consistência, mas por outro lado é importante reconhecer que o criacionismo não é baseado numa fé cega, desprezando a evidência indiscutível. Realmente, os seus fundamentos, do ponto de vista científico, são melhores e mais firmes do que aqueles do materialismo. Para aqueles que acreditam que todas as palavras da Escritura são a infalível Palavra de Deus, isto não causa surpresa.

Bibliografia(1) Grassé. P. P. 1966. L´évolution, faits, expériences, théories (in) Biologie générale. Ed. P. P. Grassé et al. Masson et Cie., Paris, p. 959.(2) Van Melsen, A. G. M. 1968. Evolutie en Wijsbegeerte. Het Spectrum, Utrecht. p. 94.

(3) Van den Bergh, S. G. 1969. Inaugural Address. Utrecht, pp. 5, 6.

(4) Loc. cit., p. 6.

(5) Delfgaauw, B. 1967. Evolutie en Filosofie (in) Evolutie en de Filosofie, de Biologie, de Kosmos. Het Spectrum, Utrecht, pp. 12-23.

(6) Moorhead, P. S. and M. M. Kaplan, Editors. 1967. Mathematical challenges to the neo-Darwinian interpretation of evolution. Wistar Inst. Press, Philadelphia.

(7) Salisbury, F. B. 1969. Natural selection and the complexity of the gene, Nature, 224:342-343. Este é um interessante artigo sobre o assunto.(8) Bok, S. T. 1963. Het ontstaan van het leven. Het Spectrum, Utrecht.

(9) Howe, G. F. 1964. Paleobotanical evidences for a philosophy of creationism, Creation Research Society Annual, pp. 24-29,

(10) Ver, por exemplo, recentemente: Lever, J. 1969. Waar blijven we? J. H. Kok N. V., Kampen.

(11) Morris, H. M. and J. C. Whitcomb, Jr. 1961. The Genesis flood. Presbyterian and Reformed Publishing, Philadelphia.


Artigo publicado no primeiro número da

FOLHA CRIACIONISTA

Gênesis e Ciência

Nosso objetivo é demonstrar que osdados científicos contidos no primeiro capítulo do livro de Gênesis, podem ser aceitos como fatos literais. Não há necessidade, de em nome da ciência, contender que esses dados devem ser considerados como alegorias.Aqueles que apóiam uma interpretação critico-histórica alegam que os escritores se valeram de quatro fontes: Jehovah, Elohim, Deuteronômio e Sacerdotal. Os seguidores dessa teoria afirmam que a maior parte das informações contidas nesses capítulosforam escritas num período muito posterior ao indicado pela interpretação literal. 

Geralmente, esse método crítico-histórico, é aceito porque ele tenta, adequar o livro de Gênesis à uma estrutura compatível com o modelo da teoria evolucionista. Neste estudo, partimos do princípio de quedados científicos reais concordam com uma interpretação literal do livro de Gênesis. Apenas quando os dados científicos encontrados na natureza são interpretados segundo o modelo evolucionista é que eles parecem conter erros. Quando os relatos do livro de Gênesis, são aceitos como fatos literais, um grande amontoado de dados científicos emerge. Eles servem como um incentivo para um estudo científico aprofundado. Esperamos que os leitores reconheçam o valor desta porção das escrituras para estudos científicos e para fortalecimento da fé cristã.

Introdução O Significado de “Espécie” Dinossauros
Um Encargo Científico Baramin Dinossauros na Bíblia
O Tempo Classificação A Divisão da Terra
A Trindade em Gênesis Adaptação Ao Meio Ambiente Admitindo a Culpa
Distinção Entre Criação e Preservação Teoria das Tabuinhas A esposa de Caim
Criação Progressiva “Toledoth” ou “Geração” O Sacrifício de Abel
Teoria da Lacuna A Genealogia de Terah Fumaça Ascendente?
A Teoria do Dia-Era Genealogias de Ismael e Isaque A Maldição de Caim
Problemas Científicos Esaú e Jacó Biblia e Ciência
Expressão Perigosa Genealogias em Rute Mateus Estabelece a Criação
Third Day Catastrophe Prova de Autenticidade Genealogias Consecutivas
Coberta de Vapor D’água / Nenhuma Chuva Antídoto Eficiente Explicação das Lacunas
Os Quatro Rios do Éden A Imagem de Deus Gênesis Cinco
Objetivo do Programa Espacial Conhecimento Intuitivo e Fala Os Textos Massoréticos e a Septuaginta
Comissão para Pesquisa Espacial Efeitos do Pecado Sobre a Natureza Texto Massorético
Os Elementos do Espaço Governam o Tempo Gênes e Salvação Cainã
Luzeiros Educação Sexual O Tamanho da Arca de Noé
Os Signos do Zodíaco O Sexo é uma Benção Entrando na Arca
Anjos e Demônios Promessa antes da Maldição As Águas Prevaleceram 150 Dias
Criação dos Anjos? – Quando? A Partir da Bíblia Identificação do Monte Ararate
Anjos Caídos A Origem das Raças Alterações Geológicas
Gigantes em Gênesis 6:4 O Potencial da Célula Humana Referências

Um Encargo Científico

Em Gênesis 1:28, nós lemos que Deus ordenou à Adão e Eva : “ Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.” Este mandamento foi dado antes da entrada do pecado no mundo, mas se estendeu ao período após o pecado ter contaminado a humanidade e a natureza e é válido até os dias atuais. 

Nós chamamos a isso de “Encargo Científico”. O termo “ciência” possui várias definições, mas atualmente, esse termo está restrito à algo experimental, que pode ser repetido, predito e, também,falsificado. Tudo isso se aplica a “sujeitar a terra”. A ciência permite ao homem fazer uso das riquezas que Deus colocou na terra e no espaço para seu benefício. Um manuseio adequado da ciência resulta de seguirmos as escrituras.

Numa edição de 1967 da revista “Science”, Lynn White Jr. Escreveu um artigo intitulado: “As Raízes Históricas de Nossa Crise Ecológica”, no qual ele afirma que o mandamento dado por Deus à humanidade em Gênesis 1:28 é responsável pela nossa atual crise ecológica. Ele afirma que em seu “sujeitar”, os Cristãos têm causado problemas ecológicos.O DR. John Klotz, em seu artigo “A Crise Ecológica”, admite que o homem vem cometendo abusos contra a natureza. Entretanto, não é verdade que o homem não deva fazer uso da natureza, pois isso,seria rejeitar toda a ciência.

Em seu livro “A Poluição e a Morte do Homem”, o DR. Francis Schaeffer cita não apenas Lynn White, mas também Richard Means, que escreveu para o “ Saturday Review” aproximadamente na mesma data. O Dr. Schaeffer salienta que esses autores interpretaram as palavras “sujeitar” e “dominar” em Gênesis 1:28 como uma permissão para o homem explorar a natureza. Ele faz referência à muitas instruções dadas aos israelitas em respeito a viver em harmonia com a natureza. Como por exemplo, o ano sabático – A terra podia ser explorada por seis anos , mas o ano sétimo era o ano de descanso. Cada 49º ano era o ano do Jubileu. Durante o período do jubileu a terra também descansava por um ano. Klotz diz que White e seus amigos não leram além do primeiro capítulo de Gênesis. Não devemos fazer mal uso da natureza, mas devemos fazer uso dela; Isso é ciência.

Muitas pessoas acreditam que as escriturassão danosas à ciência. Isso foi enfatizado há 80 anos atrás, quando Andrew K. White escreveu “A BatalhaEntrea Ciência e a Religião”.Conhecemos um professorde biologia de uma universidadeque escreveu as palavras “Deus” e “Ciência” no quadro negro. Ele afirmou que a partir do momento em que Deus foi introduzido na ciência, ela, foi, objetivamente, removida. Ele sentia, em nome da ciência, que ele tinha que manter Deus, o autor da ciência, fora dela. Por outro lado, muitos teólogos, (e cristãos leigos) acreditam que a igreja não é lugar para a ciência. Seu argumento favorito é: “A Bíblia não é um livro de ciência.” Ambas as posições têm sido tão fortemente defendidas que os cristãos ficam chocados ao descobrir que Gênesis 1:28 é um encargo científico.

O Tempo

Escrevendo em “A Flecha do Tempo e a Evolução,” Harold Blum reconhece que a segunda lei da termodinâmica (também conhecida como a lei da entropia) é uma lei fundamental do universo. Ela é contrária ao modelo apresentado pelos evolucionistas – de que desde que haja tempo suficiente, tudo irá, automaticamente melhorar. Mas, então, Blum prossegue e diz: “ O tempo é o herói da estória.”Desde que haja tempo o bastante, o improvável se torna provável, e até mesmo, virtualmente correto. Isso é referir-se a poderes sobre o tempo que sópertencem a Deus. Romanos 1:25 diz que a essência do paganismo consiste em adorar a criatura ao invés do Criador.

Os evolucionistas são forçados a aceitar a posição proposta por Blum. Visto que a segunda lei da termodinâmica não pode ser ignorada, o tempo é introduzido – infinitos períodos de tempo. O tempo é, portanto, esticado. Em 1959, o homem-macaco, considerado como o elo perdido entre o homem e o macaco foi datado em meio milhão de anos. Apenas 11 anos mais tarde, ele já era considerado como tendo 14 milhões de anos. Com o passar dos últimos cem anos, a idade da terra foi dobrada a cada 15 anos. Este é um abuso de tempo e é idolatria.

Mas o tempo é valioso. O tempo foi a primeira criação de Deus. È errado traduzir o primeiro verso de Gênesis como : “Quando era o princípio, Deus criou.”O Original Hebreu não contém artigo. Por se tratar de uma declaração única, um artigo não é necessário.. O tempo não é eterno, mas foi criado por Deus no princípio do processo de criação.

O tempo possui duas qualidades. Uma é que ele serve como um sistema de fluência, indo de uma parte a outra. Com base em outras partes das escrituras, parece que este aspecto do tempo cessará de existir, porque nós lemos em apocalipse 10:6 que no céu “não haverá mais demora.” Entretanto, nós lemos em Isaias 30:8 que Deus ordenou ao profeta que escrevesse um livro “para que fique até o último dia; para sempre e perpetuamente.” 

Alguns aspectos do tempo ainda continuarão a existir na vida futura. Uma resposta à nossas perguntas pode ser encontrada em Eclesiastes 3:1-9, onde encontramos sete parelhas de versos: “há tempo de matar e tempo de curar; tempo de rire tempo de chorar, etc.” Essa declarações descrevem o sistema ordenado do tempo. O tempo parece ser um sistema ordenado fundamental do universo. Você é capaz de imaginar um Deus desorganizado no céu? Portanto, o tempo como um sistema ordenado, talvez continue a existir na eternidade. Muitas vezes o próprio conceito de tempo esta relacionado à responsabilidade. Aqueles que acreditam que já se passaram milhões de anos e que milhões de anos ainda estão por vir,estão aptos a perder seu senso de responsabilidade.

O tempo é valioso. Tanto como um sistema de fluência como um sistema ordenado. No salmo 90:12, o salmista pede a Deus que numere seus dias para que alcance um coração sábio. O Apóstolo Paulo, escrevendo em Efésios 5:16 nos encoraja a “remir o tempo.”Não devemos desperdiçar nosso tempo, porque ele nos foi dado por Deus. As disciplinas da ciência em geral, incluindo aquelas que lidam com o tempo, serão melhoradas se trabalharmos com os conceitos de tempo adequados.

A Trindade em Gênesis

Em Gênesis 1, nós encontramos três referências à Trindade. A palavra para Deus no plural, Elohim, é usada com um verbo no singular (Bara – criar) no primeiro verso. Seria um erro de concordância ter um sujeito no plural com um verbo no singular; entretanto, Deus é três em um (I João 5:7-8). É por isso que temos um sujeito no plural com um verbo no singular

O Pai é mencionado no primeiro verso: “No princípio, criou Deus os céus e a terra.” No verso dois, o Espírito Santo é mencionado na sentença: “E o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.” O Filho é mencionado na expressão: “E Deus disse,” por isso o evangelista escrevendo em I João 1:1 identifica a palavra de Deus como sendo Jesus Cristo, a segunda pessoas da Trindade. Outra referência à Trindade é encontrada em Gênesis 1:26 onde lemos “façamos o homem.”

Em seu livro A serpente era mais Sábia, Richard Hanson afirma que o uso da palavra Deus no plural juntamente com um verbo no singular em Gênesis 1:1 e em Gênesis 1:26 “façamos o homem”,é meramente uma indicação da majestade de Deus. Ou, indica que os hebreus conceberam sua idéia de Deus a partir de muitos deuses de seus vizinhos pagãos. É preciso, entretanto, interpretar o nome de Deus no plural (Elohim), em conexão com João 5:29. O Próprio Jesus disseque as Escrituras testificam dele (nos dias de Jesus as Escrituras eram o Velho Testamento). Para descobrirmos Cristo no Velho Testamento é necessário que também descubramos a Trindade.

Alguns eruditos encontram no mundo natural, muitas semelhanças com a Trindade. Em seu livro A “Cosmologia Bíblica e a Ciência Moderna,” Henry Morris encontra um referência à Trindade na tríade “espaço,” “massa-energia,” e “tempo.” O espaço é medido em termos de uma dimensão, visto em duas dimensões e experimentado em três dimensões. Ele também encontra uma tríade no tempo: Passado, presente e futuro. Esses são fatos interessantes, mas não explicam como Deus pode ser completamente um e completamente três ao mesmo tempo. Isto está acima de qualquer coisa na natureza esó pode ser especificamente revelado na Bíblia Sagrada.

A expressão “A Bíblia não é um livro de ciência”, pode ser, nesse caso, aplicada corretamente. Visto que a Trindade está além do conhecimento que temos sobre natureza e ciência, é a Escritura que revela a Trindade. Existem instruções na Bíblia que o mundo natural não é capaz de revelar e que não podemos aprender do que é comumente chamado de ciência. Uma expressão útil seria: “ Dê um pouco mais de tempo à ciência e ela concordará com a Bíblia.”

 

Distinção Entre Criação e Preservação

Robert L. Reymond, Professor de estudos do Velho Testamento, na Universidade de Bob Jones em Greenville, S.C., é autor do livro “Uma Visão Cristã da Ciência Moderna” Ele diz que a palavra “criar” (bara em hebraico) significa não apenas criar algo do nada, mas também significa fazer algo pela primeira vez. Quando Deus criou Adão, (Gen. 1:27) Ele formou seu corpo do pó da terra, significando que ele usou material pré-existente.

Dr. Raymond Surburg, um professor aposentado de Estudos do Antigo Testamento do Seminário de Concórdia em Fort Wayne, enfatiza que “bara” significa criar algo do nada. Essa declaração é encontrada em Darwin, Evolução e Criação e em Evidênciasda Criação. Ele cita o Salmo 33:6-9, onde lemos que os céus foram criados pela Palavra de Deus (a partir do nada) e Romanos 4:17 onde lemos que Deus chamou à existência aquilo que não existia. Em Hebreus 11:3, lemos que é pela fé que entendemos que os mundos foram criados pela palavra de Deus (novamente, a partir do nada). A declaração em Atos 17:28 : “Porque nele vivemos e nos movemos e existimos…”significa que toda nossa existência depende da vontade de Deus. Foi a vontade de Deus, comunicada através de sua Palavra, que criou tudo a partir do nada, pela primeira vez.

A premissa de que tudoformou a si mesmo é essencial à teoria da evolução. Esta é uma tentativa deliberada de excluir Deus. Em Gênesis 2:1 lemos: “Assim os céus, a terra e todo o seu exército foram acabados.” Isso implica que o processo de criação havia sido concluído e que Deusinstituiu processos de preservação que podemos observar e estudar. O segundo não precisa ser idêntico ao primeiro.

Em Eclesiastes 1:9 lemos:“ Não há nada novo debaixo do sol.” Isso significa que, quando lemos em Gênesis 2:1 que ao fim dos seis dias a criação foi “terminada”,nada de novo tem sido criado desde então. O que dizer então de desenvolvimento e adaptações ao meio ambiente? O estudo da genética revela o tremendo potencial que reside em uma única célula viva. Todo o código genético para cada pessoa quejá viveu o irá viver sobre a terra residiam dentro do esperma de Adão e do óvulo de Eva. Os espermatozóides de todos os seres humanos do mundo poderiam ser colocados em meio dedal, de acordo com alguns dos mais proeminentes geneticistas. e.g., Theodosius Dobzhansky. Com nosso conhecimento atual no campo da genética, compreendemos que foi possível para Deus colocar o potencial para todas as pessoas através da história nos genes de Adão e Eva quando Ele os criou. Isso inclui o potencial para formação de todas as raças. Desse modo, Salomão pode dizer que: “Não há nada novo debaixo do sol.”

Em Colossenses 1:16 aprendemos que Deus também criou os anjos. Os gnósticos, contra quem o apóstolo Paulo estava escrevendo na carta aos Colossenses,afirmavam que Cristo não era Deus, mas apenas um anjo que pertencia a uma certa hierarquia. Não o consideravam nem mesmo pertencendo à mais alta hierarquia. Paulo afirmou que Cristo criou os anjos. A palavra grega para criar “Ktisis,” é a palavra equivalente para o hebraico criar “bara”. Paulo continua no próximo verso que “todas as coisas subsistem por Ele”. Dessa formanotamos uma distinção entre criação e preservação, com Cristo no controle de ambos os processos.

Uma distinção similar é feita em Hebreus 1:2-3, onde lemos que Cristo criou o mundo e sustenta todas as coisas pela Palavra do seu poder. Isso novamente, demonstra que há uma diferença entre criação e preservação. A palavra de Deus faz os dois. Mas aquilo com que lidamos hoje através de nossas ciências, é apenas preservação. 

Ao lermos pela primeira vez o Salmo 104, ele parece ser um Salmo da criação. Os eventos dos cinco dias da criação aparecem em sua respectiva ordem, exceto que os eventos que tomam parte no sexto dia da criação (criação dos animais e do homem) são mencionados já em conexão com o terceiro e quarto dia. Conforme estudamos essas sentenças descobrimos que elas podem ser construídas no presente, significando que o Salmo é um Salmo que se refere à preservação, baseado na criação.

No Salmo 104:30, lemos: “Envias o teu Espírito, e são criados, e assim renovas a face da terra.” Em Isaías 48:7 lemos: “Elas são criadas agora…” talvez isso signifique que cada pessoa que é concebida sua alma é criada por Deus. O corpo físico é a continuação dos genes de Adão, mas a alma é uma nova criação.

Criação Progressiva

Em Abril de 1979, o Dr. Robert Cochran, um padre católico, publicou em um folheto ciacionista que ele acreditava em uma criação progressiva, ou seja, de que Deus criou tudo o que existe através de processos evolutivos. Outros afirmam que não é importante se a criação foi um ato ou um processo. Mas, quando as Escrituras fazem uma clara distinção entre o ato da criação e o processo de preservação, não podemos aceitar a idéia de um processo de criação progressiva.

Basicamente, os evolucionistas estão, sem querer, provando que existe uma diferença entre criação e preservação. Eles postulam um mundo que chegou ao que é hoje através de processos observáveis atualmente – através do tempo e do acaso. Nenhuma dessas forças têm poder criativo. O evolucionista então agarra-se a longos períodos de tempo – um tempo em que não havia ninguém para aprovar ou desaprovar suas idéias. Com os computadores sofisticados de hoje, esses imensos períodos de tempo podem ser simulados, mas nenhum poder de produzir algo novo foi encontrado neles.

Teoria da Lacuna (1)

De acordo com a Teoria da Lacuna, o relato em Gênesis 1:2 de que a terra estava “sem forma e vazia” indica que existiu um pré-mundo que fora destruído. Em Isaías 45:18 lemos que “Deus criou aterra não para que fosse um caos mas para que fosse habitada.” O que leva as pessoas a acreditarem que “sem forma e vazia,” em Gênesis 1:2, é uma referênciaa restauração de um mundo que havia sido criado previamente. [E que fora, por alguma razão destruído.] Nota do tradutor. O Principal defensor da Teoria da Lacuna é o Dr. Arthur Custance que apresenta sua teoria em seu livro “Sem forma e Vazia.” Ele afirma que as pessoas passaram a aceitar a Teoria da Lacuna desde logoapós o tempo de Cristo. Ela é encontrada na “Criação de Haydn”no “Paraíso Perdido de Milton” e no “Inferno de Dante.”Nos tempos modernos,essa teoria tornou-se popular a partir de 1830, quando Chambers a colocou nas notas de rodapé da Bíblia Scofield. A teoria envolve a idéia de que o pré-mundo era habitado por anjos e, quando alguns anjos pecaram e se tornaram demônios, (baseado em Judas 6), este pré-mundo foi destruído. Então, a cerca de 6.000 anos atrás, Deus criou o mundo atual. Alguns proponentes da Teoria da Lacuna afirmam queos dinossauros e homens das cavernas habitavam esse pré-mundo.

A Teoria da Lacuna enfrenta sérios problemas quanto à doutrina bíblica da perfeição. Em Gênesis 1:31 lemos que quando Deus terminou sua obra Ele contemplou tudoo que Ele tinha feito e viu que era “muito bom.” Deus não poderia ter dito tal coisa se um pré-mundo iníquo tivesse sido previamente destruído.

A Teoria da Lacuna necessita de uma tradução de Gênesis 1:2 mais ou menos assim: “E a terra TORNOU-SE sem forma e vazia,” ao invés de “a terra ERA sem forma e vazia.” O Dr. Custance tenta provar que sua tradução esta correta de uma maneira muito erudita, mas que não funciona. O verbo é perfeito e não pode tornar-se imperfeito. Ele afirma que devido ao verbo ser seguido de “waw” (palavra hebraica para a conjunção “e”), o verbo se torna imperfeito. Entretanto, Frederick Ross demonstra que uma sentença perfeita continua sendo uma sentença perfeita mesmo contendo uma conjunção. O Dr. Bernard Northrup (estudioso do Antigo Testamento), também afirma que uma conjunção não altera umasentença perfeita. A Teoria da Lacuna também tem sido refutada pelos Drs. Henry Morris, John Withcomb, e Weston Fields. Em seus livros “O Dilúvio de Gênesis,” “A Terra Primitiva,” “A Cosmologia Bíblica e a Ciência Moderna,” e “Sem forma e Inabitada,”demonstram cientificamente que a Teoria da Lacuna é desnecessária e teologicamente insustentável. Os monstros pré-históricos podem ser colocados em um espaço de tempo de apenas alguns milhares de anos.

A Teoria da Lacuna vem sendo aceita por muitos Cristão fundamentalistas – que aceitam as Escrituras como sendo inerrantesMas através dos excelentes ensinos de proeminentes criacionistas, muitas dessas pessoas a estão descartando 

(1) Essa teoria afirma que existe uma lacuna de tempo de milhares, milhões ou até mesmo bilhões de anos entre os versículos 1 e 2 do primeiro capítulo do livro de Gênesis.

A Teoria do Dia-Era

Algumas pessoas não aceitamuma interpretação literal dos capítulos 1 a 11 do livro deGênesis, simplesmente porque Não conseguem acreditar que Deus criou o mundo em seis dias literais. Alguns afirmam que cada dia da criação foi um grande período de tempo enquantooutros afirmamque Deus revelou em seis dias o que ele havia realizado em um longo período de tempo. O Salmo 90:4 e II Pedro 3:8 são freqüentemente citados, pois eles dizem que um dia é para Deus como mil anos e mil anos, como um dia.Ainda outros sugerem (devido ao fato de não serem mencionados manhã nem tarde) que o sétimo dia ainda está em progresso. Se este é o caso, afirmam eles, então, cada dia da criação pode ter sido um longo período de tempo.Alguns afirmam que devido ao fato de os corpos celestes não haverem sido criados até o quarto dia, os tre primeiros dias podem ter coberto longos períodos de tempo. Eles assim o dizem por acreditarem que os dias da criação forma regulados pelos corpos celestes.

Eis, abaixo, os argumentos em favor da criação em seis dias literais, cada dia contendo 24 horas e com o tempo total entre o período de criação e a presente data sendo de apenas alguns milhares de anos:

(1)O significado comum da palavra “dia” é de um período de 24 horas. O tempo compreendido entre um e outro alvorecer. Isto não é negar que a palavra “dia” não seja também usada com vários outros significados, mesmo nos dois primeiros capítulos de Gênesis. Em Gênesis 1:5, quando Deus chamou a luz “dia” e as trevas “noite,” a porção do dia tinha, certamente, menos de 24 horas. Talvez tivesse 12 horas. Também quando em Gênesis 2:4 lemos “…no dia em que o Senhor criou os céus e a terra…,” um período de mais de 24 horas é compreendido. Comparando Gênesis 2:4 com Números 7:84, podemos inferir que a palavra “dia,” mais provavelmente faça referência ao período de seis dias da criação. Em Números 7 lemos que os líderes das tribos de Israel ofereceram sacrifícios em cada um dos 12 dias sucessivos. Todo o período de sacrifícios é referido no final do capítulo como “no dia em que” os sacrifícios foram feitos. Essa passagem se assemelha muito à Gênesis 1 e Gênesis 2:4. Moisés foi o autor tanto de Gênesis como de Números.

(2) Também encontramos a expressão “tarde e manhã’ que é o modo hebreu de e fazer referênciaa umperíodo de 24 horas. O dia era considerado de um a outro entardecer, desse modo era natural usar a expressão “tarde e manhã.” Isto restringe a palavra “dia” a um período de 24 horas quando usada em conexão com os seis dias da criação.

(3) Note as palavras “primeiro,” segundo” e “terceiro,” etc. De acordo com o Dr. Raymond Surburg, em seu livro “Darwin, Criação e Evolução,” a palavra “dia” é usada 1.480 vezes no Antigo Testamento. Sempre que ela é usada com um numero, ela designa um período de 24 horas.

(4) Em Gênesis 1:4 lemos que o sol, a lua e as estrelas foram criados para designar dias, estações e anos. Certamente isso significa que um dia é menos do que uma estação e menos do que um ano.

(5) talvez, o mais consistente argumento para “dia” significando um período de 24 horas, seja encontrado emÊxodo 20:11, onde os Israelitas foram instruídos a trabalhar seis dias e descansar no sétimo. O escritor explica que assim como Deus criou a terra em seis dias literais e descansou no sétimo, também Israel deveria descansar no sétimo dia. 

Problemas Científicos

Também existem alguns problemas científicos com o conceito de que cada um dos dias da criação compreendia longos períodos de tempo. As plantas foram criadas no terceiro dia e os corpos celestes, no quarto dia. Como é que as plantas poderiam ter sobrevivido por mil anos ou até mais, como alguns afirmam, sem a luz e energia provinda do sol que só foi criado no quarto dia? Em seu Livro Cosmologia Bíblica e Ciência Moderna,o DR. Henry Morris apresenta uma lista de razões pelas quais os dias da criação não podem ter sido longos períodos de tempo.

Expressão Perigosa

Os criacionistas muitas vezes são interrogados porque Deus não poderia ter feito uso de milhões de anos em Sua Criação.Em seu livro “A Bíblia, A Ciência Natutral e a Evolução,” Russel Maatman afirma que o universo deve ter bilhões de anos porque algumas estrelas estão bilhões e anos luz distantes da terra.; assim, são necessários bilhões de anos para que a luz dessas estrelas cheguem até nós. O Profeta Jeremias afirma que o universo é infinito (Jer. 31:37). 

Alguns vão além, em uma discussão com um geólogo que lecionava na Universidade do Grand Canyon em Phoenix, ele nos disse que foram necessários milhões de anos para a formação do Grand Canyon e que isso atribuía mais poder à Deus do que se ele o tivesse criado (o Grand Canyon) do nada.

Third Day Catastrophe

Grupos de Ciência-Bíblica têm descido ao fundo do Grand Canyon centenas de vezes. Embora as rochas do fundo do Grand Canyon estejam entre as mais antigas conhecidas, elas não têm dois bilhões de anos como os evolucionistas afirmam. Elas foram formadas no terceiro dia da criação, quando Deus separou a terra seca das águas, fazendo com que surgissem as montanhas e vales (Salmos 104:8). Essas rochas não apresentam fósseis, porque nenhuma forma de vida havia ainda sido criadas.

Durante o Dilúvio, 1656 anos mais tarde, lemos em Gênesis 7:11 “… e romperam-se todas as fontes do Grande abismo.” Essas rochas do Grand Canyon, apresentam sinais de extrema violência. Durante o estágio inicial do Dilúvio, essas rochas foram violentamente comprimidas, com algumas das rochas sedimentares se transformando no que os geólogos chamam de Xisto de Vishnu. Parte da lava que se solidificou após ser expelida de dentro do planeta também foi reestruturada pela violência. Parte da lava que se solidificou antes de atingir a superfície se transformou em granito de Zoroastro. Essas rochas possuem coloração vermelha ou rosada. Todos os três tipos forma moldados violentamente e agora nós encontramos essas rochas na superfície.

Coberta de Vapor D’água / Nenhuma Chuva

No livro, O Dilúvio de Gênesis, os autores Morris e Whitcomb, formularam uma teoria que teve grande aceitação no meio científico. Ele sugeriram que antes do Dilúvio, uma camada de vapor d’água envolvia aterra e que durante o Dilúvio, ela entrou em colapso, precipitando-se sobre a terra. Essa água encontra-se agora nos oceanos, que de acordo com os autores, são muito maiores que no mundo pré-diluviano. Eles também afirmam que a atmosfera da terra atualmente, não contém água suficiente para produzir uma inundação global. Se a umidade da atmosfera fosse igualmente distribuída, só haveria o suficiente para produzir duas polegadas de água pelo mundo todo.

Em apoio à teoria da camada de vapor d’água, a expressão “sobre a expansão” de Gênesis 1:7 é citada. No verso 6 lemos que o firmamento fazia divisão entre as águas. No verso 7 as águas sobre a expansão são mencionadas. Mas os cientistas não têm conhecimento de água sobre a expansão. Cientificamente, não existe nenhum modo de demonstrar que existia água em qualquer outro lugar exceto dentro da atmosfera terrestre.

The present atmosphere at the stratosphere level is cold, but above the stratosphere temperatures are warm, well above the boiling point of water. According to Morris and Whitcomb, it would be possible to sustain a tremendous quantity of water in the region above the stratosphere if it were in vapor form. Temperatures in the upper atmosphere remain at a high level both day and night, precluding any possibility of vapor condensation during night periods. 

Existem, entretanto, críticas à essa teoria, mesmo entre os cientistas criacionistas. O Dr. Robert Kofahl, palestrando em uma convenção da Bible Science Association em 1976, salientou um problema quanto à emissão da luz. Com aquela quantidade de água na atmosfera, o nitrogênio presente no ar teria um efeito narcótico sobre as pessoas, diz ele. Ele também acredita que o tecido vivo não poderia tolerar os efeitos da pressão do oxigênio à níveis acima de 0.65 atmosferas parciais. A pressão adicional de 30 atmosferas, diz ele,comprimiria nossa presente atmosfera a uma camada de apenas 1000 pés de espessura. Para impediro vapor de se condensar em líquido sob tal pressão, a temperatura não poderia ser menorque234ºc.

Outros que se opõem a este modelo, incluem os Drs. Whitelaw e Glen Morton. Uma recente defesa desse modelo foi feita por Joseph Dillow em seu livro “As Águas Acima.” Ele faz referência a um estudo clássico realizado em alemãoporEmdem e revisado por Goody, Paltridge e Platt. Seus estudos indicam que a temperatura não teria que ser, necessariamente tão alta. Também no mundo pré-diluviano haveria nuvens acima da atmosfera. De acordo com Morton seria impossível que nuvens se formassem sob uma espessa camada de vapor d’água. Dillow afirma que Morton calculou apenas a temperatura da base e não estruturas de temperatura vertical. Dillow afirma que a coberta de vapor d’água reduziria a incidência de luz solar em 35%. Ele também responde às objeções dos Drs. R.H. Brown e Robert Whitelaw de que a temperatura seria muito elevada:

“A resposta a esse problema é que devido à presença de uma camada de nuvens, próximo à base da coberta, faria com que as características do campo radioativo fossem completamente diferentes mudados, o que resultaria em uma inversão térmica maciça.”
Dillow sugere que havia três camadas de nuvens sob a coberta e que havia poucas cadeias de montanhas. De acordo com ele, a parte mais baixa da coberta estaria a cerca de 30.000 pés de altitude, evitando-se a possibilidadeser barrada por montanhas.A quase total ausência de cordilheiras significa menos ventos e menor e correntes de ar. Dillow diz que o único modo de uma coberta de vapor d’água ser capaz de ter-se mantido acima da atmosfera primitiva seria eliminando a turbulência convectiva ( que gera calor através do movimento) e reduzir a difusão de correntes de ar. Tal turbulência teria feito com quea coberta se dissipasse rapidamente.

Outra objeção àteoria da coberta de vapor d’água é que a pressão faria com que a a água se condensasse em chuva. De acordo com os cálculos de Dillow, haveria inversão térmica suficiente para fornecer o calor necessário para mantera água em estado de vapor. A principal característica do modelo de Dillow é que não haveria turbulência, poucas tempestades, e não haveria ventos fortes. Ele acredita que tais condições eram possíveis. Porque uma coberta de vapor d’água explicaria porque as pessoas viviam tanto e porque os répteis e dinossauros atingiam tal tamanho e até mesmo porque os pterodátilos voavam. Nós vivemos em um mundo diferente hoje, porque Pedro escreve em II Pedro 3:6 “O mundo que então existia, pereceu.”

Os Quatro Rios do Éden

Durante séculos as pessoas vêm tentando encontrar o local exato do Jardim do Éden, em locais diferentes como Flórida e Iraque (antiga Babilônia).

Será que osquatro rios mencionados em Gênesis 2:11-14, significam alguma coisa hoje? Será que o Dilúvio de Gênesis mudou tanto o curso dos rios que eles não podem mais ser identificados hoje? O Rio Hiddekel (v.14) é geralmente identificado com o atual Tigre e o Eufrates ainda tem o mesmo nome. Esses rios estão hoje fluindo sobre um leito repleto de sedimentos. Esse solo deve ter sido depositado durante o terceiro dia da semana da criação, mas muitos acreditam que ele foi depositado durante o Dilúvio de Gênesis.Entretanto, eles dizem, que, embora os rios apresentem os mesmos nomes, eles não são idênticos àqueles mencionados em Gênesis cap. 2.

Tenha-se em mente que Moisés escreveu para as pessoas de sua época e, embora aceitemos a teoria das tabuinhas de barro, onde Adão registrou os nomes dos quatro rios, Moisés foi o responsável pelo livro inspirado. Em muitas tabuinhas nós vemos que Moisés mudou os nomes de várias cidades, ou colocou-os entre parênteses, porque seus nomes haviam mudado desde o tempo em que talvez Adão tenha escrito suas tabuinhas.Contudo, Moisés queria identificar esses rios para as pessoas de sua época, cerca de 1.500 AC. Aproximadamente 2.500 anos Após a criação. Se ele mencionou os rios Tigre e Eufrates, certamente ele estava tentando fazer uma conexão com os rios Tigre e Eufrates de sua época.

Num vídeo da série “A Evolução e a Bíblia,” intitulado “No Início”, oDr. Harold Clark sugere que os quatro riso faziam parte deum sistema de circulação de águassem a necessidade de haver chuvas. Em sua opinião, esse sistema circulatório de rios era o modo mais eficiente de manter a temperatura de todo oglobo em níveis moderados. Poderiam esses quatro rios ter circulado todo o globo em uma época em que havia apenas uma porção de terra seca e apenas um oceano?

À luz da localização definida por Moisés dos rios Tigre e Eufrates, podemos identificar o primeiro rio do Éden como sendo o rio Indo na Índia ou o rio fase ao leste da Síria.. O rio íon é geralmente identificado como o rio Nilo. Desse modo, o jardim do Éden, deve ter sido localizado onde é hoje o Mar Vermelho, ou, talvez, um pouco ao sul do Iraque. O nome dos rios são significativos. “Pisom” significa “abundante em águas” e rodeava a terra onde se encontravam ouro, bdélio, e pedras preciosas. O Segundo rio, Giom, significa “rebentação” ou “profundo” e. Hiddekel significa “rápido” ou “intrépido” e Eufrates significa “calmo”. Esses nomes descrevem os vário tipos de rios que conhecemos hoje.

Isso nos faz lembrar de Apocalipse 22:1 onde lemos: “O rio puro da água da vida, claro como um cristal, saía do trono de Deus e do Cordeiro. “ Isso nos faz lembrar de Cristo que é a água da vida (João 4:14).

Objetivo do Programa Espacial

Quando os astronautas americanos aterrissaram na lua em junho de 1969, Walter Kronkite entrevistou o comandante da NASA em Houston , Texas. Em resposta à pergunta sobre o objetivo da expedição, o porta voz da NASA disse que era descobrir vida na lua e determinar sua idade. Foram esses objetivos atingidos? A resposta foi “NÂO.” Kronkite então perguntou se os bilhões de dólares gastos como o projeto haviam sido desperdiçados. Não apenas não existe vida na lua como hoje sabemos que o planeta Marte também não é capaz de abrigar vida. Suas muitas crateras indicam pouca atmosfera; meteoros atravessam sua fina atmosfera e colidem contra a superfície do planeta. As sondas Viking, lançadas no início doas anos 70, provaram que não existia nem mesmo vida em forma de bactériaem Marte. A lua e Marte eram os principais candidatos onde se pudesse encontrar alguma forma de vida em nosso sistema solar. O que existe além dosistema solar é mera suposição.

De acordo com Gênesis 1:14 –16, os corpos celestes foram criados no quarto dia da semana dacriação (após a criação do planeta terra) e foram criados para servirem como sinais, para controlar o tempo e para servirem como luminares. Todos esses três propósitos beneficiam o planeta terra. Assim, de acordo com a bíblia, o principal propósito de nosso programa espacial deve ser beneficiar os habitantes do planeta terra.

Líderes do programa espacial estão agora fazendo propaganda sobre os benefícios do programa espacial para nós. Satélites de previsão do tempo e de comunicações são alguns dos resultados. 

Em meados dos anos 60, foram desenvolvidos os chips necessários para miniaturizar os instrumentos que seriam levados a bordo das naves para o espaço. Eles revolucionaram nosso estilo de vida.

Se os líderes do programa espacial tivessem desde o início, nos informado dos benefícios do programa espacial ao invés de enfatizar a procura por prova de evolução no espaço, o programa teria economizado 100 bilhões de dólares e teria obtido muito melhores resultados. Mesmo em nosso programa espacial nós necessitamos da direção das Escrituras.

Comissão para Pesquisa Espacial

Em 1969, um cristãoda Pensilvânia, escreveu para contestar nossa posição a respeito do programa espacial em nosso periódico “Bible-Science Newsletter.” Ele citou o Salmo 115:16 o qual se refere aos céus dos céus como pertencendo ao Senhor, enquanto que a terra foi feita para os filhos dos homens. Este homem acreditava que era pecado o homem se aventura no espaço. Ele também se opôs a declaração do então presidente Nixon que disse que a aterrissagem na lua tinha sido o maior acontecimento da história. A crucificação e ressurreição de Cristo deveriam ocupar esse lugar, disse ele.

Nós concordamos que o homem não foi feito para sobreviver no espaço. Para suas aventuras no espaço ele deve levar consigo o ambiente terrestre – roupa espacial, comida, água, e até mesmo oxigênio. O Homem também não possui guelras e nem por isso é pecaminoso explorar o mundo marinho. Foi dado à Adão um encargo científico de sujeitar e dominar a terra e isso inclui a exploração espacial. A declaração em Salmo 115:16 de que os céus dos céus pertencem ao Senhor, é uma referência ao trono espiritual de Deus que se encontra além do espaço.

Os Elementos do Espaço Governam o Tempo

Existe uma diferença entre tempo solar e tempo estelar. Escrevendo em “Testemunha no Céu,” o Dr. Thoburn Lyon, afirma que, conforme aterra revolve ao redor do sol, o sol parece estar em movimento em relação às estrelas. Devido a esse movimento aparente, uma rotação da terra em relação ao sol, requer quase quatro minutos adicionais de uma rotação em relação às estrelas. Assim, um“dia”de tempo estelar, é quatro minutos mais curto do que um “dia” solar. Devido às estrelas estarem mais distantes, os astrônomos consideram o tempo estelar como mais preciso. Isto está de acordo com Gênesis 1:4 que declara que um dos propósitos dos elementos no espaço é fazer distinção entre dias, estações e anos; em outras palavras, governar o tempo.

As zonas de tempodependem dos elementos do espaço. Conforme a terra gira, o sol (aparentemente) passa através de zonas de tempo separadas a distância de 15º, ou cerca de 1Km e ½.As zonas de tempo dos Estados Unidos são conhecidas como Atlântica, Central, Ocidental, Montanhosa e Pacífica. Ao viajar para o leste você perde um dia. Durante o verão os dias são mais longos que as noites.Existe uma linha imaginária em Greenwich que serve como padrão para dividirmos o tempo solar. Essas linhas imaginárias são chamadas de meridianos. 

Quando lemos na bíblia que Adão viveu por 930 anos e que Matusalém viveu por969 anos, nós acreditamos que esses anos eram períodos de 12 meses como nos dias atuais. 

Luzeiros

O Terceiro propósito dos corpos celestes, de acordo com Gênesis 1: 15, é servir como luzeiros. A luz já havia sido criada quando ao quarto dia esses corpos foram criados. O salmista escreveu no Salmo 19:6 que nada se furta ao calor do sol indicando que o sol é a fonte de todo calor e luz. A luz limpa, purifica, cura e transforma.

Existe uma controvérsia sobre como a luz poderia ter existido antes da criação dos corpos celestes. De acordo com Apocalipse 22:5, na Nova Jerusalém, não haverá necessidade da luz do sol porque o Próprio Deus a alumiará com sua luz. As Escrituras sugerem que os corpos celestes foram criados para beneficiar a terra, enquanto que a evolução postula que a terra é apenas um pontinho no vasto espaço. 

Os Signos do Zodíaco

Muitos argumentos favoráveis à astrologia são apresentados por Joseph Goodavage, autor do livro “Astrologia, A Ciência da Era Espacial.” Isso inclui afirmações tal como a que dois gêmeos compartilham a as mesmas sensações e experiências e que pessoas nascidas sob o mesmo signo, embora em locais diferentes, terão as mesmas experiências. Goodavage aceita as afirmações da evolução quanto aidades imensas para os supostos fósseisde ancestrais do homem, e de que existe vida em Marte. Ele defende a astrologia a partir de um ponto de vista científico, embora os mais proeminentes cientistas rejeitem todas as formas de astrologia.

O Primeiro propósito para o qual os corpos celestes foram criados é o de servir como “sinais.” As estrelas são utilizadas para guiar os viajantes. Também existem os sinais espirituais. A estrela da manhã representa Cristo em Apoc. 22:16 e em II Pedro 1:19. A estrela de Jacó é mencionada por Balaão em Num. 24:15-19, como uma referência a Cristo. Os reis magos foram conduzidos à Belém por uma estrela (Mateus 2:2). Os signos do zodíaco são mencionados em Jó 38:32.

Será que isso significa que as estrelas podem controlar nossas vidas como afirmam os astrólogos? A Escrituras condenam todas as formas de se tentar predizer o futuro através das estrelas. O Profeta Jeremias advertiu o povo hebreu a não enveredar pelos caminhos dos povos pagãos da terra de Canaã e a não desmaiarem ante os sinais dos céus (Jer. 10:2). Isaiaszombou dos astrólogos que tentaram ajudar Israel em suas dificuldades (Is. 47:13). Daniel foi capaz de interpretar o sonho de Nabucodonosor quando todos os astrólogos haviam falhado (Daniel 1:20 e 4:7). Israel foi advertido a não adorar os exércitos dos céus (Dt 4:19)

Entretanto, muitos autores explicam como os signos do zodíaco fazem referência à nossa salvação. Joseph Seiss é o autor do livro “O Evangelho nas Estrelas,” E.W. Bullinger escreveu “O Testemunho das Estrelas,” e Howard Rand escreveu um guia para os cristãos utilizarem os signos do zodíaco intitulado “As Estrelas Declaram a Obra de Deus.” Em seu livro “A Voz de Deus nas Estrelas,” Kenneth Fleming faz referência a Francês Rolleston que em 1863 publicou “Mazaroth” (palavra hebraica para signos do zodíaco e que aparece em Jô 38:32), atribuindo significados cristãos às estrelas.

De acordo com esses autores, a constelação de Virgem e de Touro, referem-seao Sacrifício de Jesus pela humanidade. Libra refere-se ao julgamento final por Cristo, enquanto que Leão faz referência a Jesus reinando como um leão. A Serpente ou Dragão, representam o Diabo. Órion significa “vindo como luz”. Órion é apenas um dos muitos corpos celestes que representam uma pessoa poderosa vindo em direção à terra para triunfar sobre o inimigo da humanidade. Jô 38:32-31 fala sobre os signos do zodíaco (mazzaroth), como tendo também sido criados por Deus. O salmista diz que Deus criou as estrelas e colocou-as em seu lugar (Salmo 8:3). Elas não “caíram” em seus lugares acidentalmente. Deus deu nome às estrelas (Salmo 147:4). No relato da criação, Adão deu nomeaos animais, mas Deus deu nome às estrelas.

De acordo com Fleming, quando lemos no Salmo 19:1 que os céus proclamam a glória de Deus, isso é uma referência à glória de Cristo, também nos signos do zodíaco. Ele não menciona o Salmo 50:6 e 97:6 onde lemos que os céus proclamam a “justiça de Deus.” Comparando essa expressão com Romanos 1:17, onde o apostolo Paulo diz que a justiça de Deus é revelada de fé em fé, compreendemos que essa justiça não advém de guardarmos os dez mandamentos, mas, é aceitar pela fé a justiça de Cristo que guardou os dez mandamentos por nós. Embora admitamos que o evangelho encontra-se apenas na bíblia, (João 6:63), podemos afirmar que os céus proclamam o evangelho através dos signos do zodíaco. Só porque os as forças do mal fazem mau uso dos signos do zodíaco através da astrologia, não significa que os cristãos não possa usa-los para fortalecer sua fé. Através deles somos levados a uma melhor compreensão do porque eles foram criados.

Anjos e Demônios

Discutimos anteriormente sobre a “Teoria da Lacuna.” Aqueles que acreditam que as palavras “sem forma e vazia” indicam que existiu um pré-mundo (Gen 1:2), também acreditam que os anjos viveram nele. Escrevendo em “O Livro de Gênesis e a Evolução,” o Dr. M.R. De Haan argumenta contra a evolução mas aceita a teoria da lacuna e a destruição de um pré-mundo onde habitavam anjos que passaram a ser demônios (Judas 6). Mesmo algumas pessoas que rejeitam a Teoria da Lacuna aceitam a posição de que os anjos existiam antes da criação do mundo.

Uma passagem freqüentemente usada em defesa dessa posição encontra-se no livro de Jô 38:6-7, onde lemos que os filhos de Deus estavam presentes quando na fundação do mundo e que as estrelas da manhã cantavam de alegria. Alguns acreditam que tanto “filhos de Deus” como “estrelas” referem-se à anjos. Outros acreditam que seja apenas uma referência às estrelas. Nossa preferência é a de que a expressão “filhos de Deus” refere-se a anjos e que “estrela” refere-se aestrela mesmo. A partir desse ponto de vista, isso significaria que os anjos e as estrelasforam criados antes da criação do mundo. Em seu livro “Foi Assim que Deus Disse?”A. O.Schnabel nota que a palavra hebraica para estrelas “cantando” (ranan) significa “guinchar.” Ao ouvir o barulho das estrelas através de radiotelescópios, descobriu-se que é assim mesmo que elas se comportam – emitindo guinchos.

Tudo depende de como é interpretada a palavra “fundamentos.” Isso pode ter sido quando Deus separou a porção seca do meio das águas, no terceiro dia da criação. Ou quando ele criou o sol, a lua e as estrelas no quarto dia, porque o planeta terra teria então sido posicionado em relação a outros elementos no espaço. No Salmo 104:4 lemos “Faz dos ventos os seus mensageiros e de seus ministros um fogo abrasador,” aparentemente no segundo dia. Se isso assim for, então os anjos poderiam de fato gritar de alegria quando os fundamentos do mundo foram estabelecidos no terceiro dia. Se os fundamentos foram estabelecidos no quarto dia, quando os corpos celestes foram posicionados em relação ao planeta terra, as estrelas também poderiam cantar de alegria.

Criação dos Anjos? – Quando?

Em Col. 1:16 o apostolo Paulo nos diz que os anjos foram criados por Cristo; desse modo, eles são seres criados. De acordo com Êxodo 20:11 tudo o que foi criado, foi criado dentro do período dos seis dias da criação. Portanto eles são seres criados.

Anjos Caídos

Quando foi que os anjos caíram para se tornarem demônios? Em Gênesis 1:31, lemos que quando Deus terminou sua criação ele disse que era tudo “muito bom.” Isso incluiria os anjos e excluiria a existência dos demônios. No segundo capítulo de Gênesis, não é feita nenhuma referência ao pecado. Parece que os anjos pecaram entre os capítulos dois e três de Gênesis e, logo após, Satanás tentou Adão e Eva.

Os anjos possuem poderes muito maiores que os dos seres humanos. Pedro apresenta o Diabo como um leão que ruge (I Pedro 5:8)e o salmista faz referência ao seu poder no Salmo 103:20. De acordo com o Salmo 91:11-12, os anjos nos tomam pela mão para proteger-nos. Entretanto, parece que os anjos têm menos valor do que os seres humanos. O que podemos inferir dos capítulos 1 e 2 de Gênesis é que Deus criou as criaturas mais importantes (homem e mulher) por ultimo. O Salmo 91 demonstra que os anjos foram criados para servir à humanidade

Gigantes em Gênesis 6:4

Isto leva á discussão a respeito da menção de “Gigantes” em Gênesis 6:4, onde lemos que “os filhos de Deus conheceram as filhas dos homens.” Existem muitas pessoas, particularmente aqueles que acreditam em um mundo governado por Deus durante mil anos, antes de ser destruído, que crêem que a expressão “filhos de Deus” refere-se à anjos caídos que desposaram as filhas dos homens. Por isso a sua descendência teria sido de gigantes. Esta posição é mantida mesmo em face da declaração em Mateus 22:30 de que os anjos nem se casam nem são dados em casamento. A melhor interpretação seria que “filhos de Deus” eram homens justos que desposaram as injustas “filhas dos homens.”A palavra Nephilim (traduzida como gigantes) também pode ser traduzida como “pessoas violentas” ao invés de gigantes. É provável que quando os justos se uniram aos injustos, a violência tenha tomado conta da terra. Surgiram ditadores que oprimiam as pessoas. Um exemplo disso foi Ninrode que viveu após o Dilúvio (Gênesis 10:8). Também Davi agradeceu a Deus por ter-lhe livrado das mãos de homens violentos (Salmo 18:48). Algumasdas características da justiça são a misericórdia e a bondade e a procura de obter resultados por meio da persuasão. Contrário à isso, são as características da injustiça de se tentar obter resultados através força, da violência, opressão e assassinato. Este parecia ser o estado do mundo pré-diluviano, que incorreu na ira divina, fazendo com que Deus ordenasse o Dilúvio, através do qual o mundo que então existia, pereceu (II Pedro 3:6). È minha opinião pessoal que as pessoas que viveram antes do Dilúvio, e que atingiram idades de até 900 anos, eram bem maiores que as pessoas de hoje.Visto que a palavra “Nephilim” também pode ser traduzida como “violento”, ela não precisa ser, necessariamente uma referência ao tamanho físico, mas à violência. O conceito de violência continuou quando lemos em Gênesis 6:4 que após os filhos de Deusterem conhecido as filhas dos homens, surgiram os homens “poderosos” (varões de fama) (geborah em hebraico).

It is a mark of righteousness to be kind and merciful and to seek to achieve results by persuasion. Contrary, it is a mark of evil to rely on violence and force, oppression and murder. This seems to be the state of the world prior to the Noahic flood, incurring God’s anger and prompting Him to unleash the flood which resulted in the world “that then was” to perish (II Pet. 3:6). It is our personal opinion that people who lived to an age of 900 years before the Flood also may have been much larger in size. The word “giant” need not then be a reference to huge size, but rather to violent men. The concept of violence is continued when we read in Gen. 6:4 that after the sons of God married the daughters of men, there arose “mighty” men (geborahin Hebrew). 

O Significado de “Espécie”

Existe uma confusão quanto ao significado da palavra “gênero” traduzida como espécie. Esta palavraaparece vezes em Gênesis. As classificações atuais não correspondem ao significado da palavra “gênero.”

Os cientistas usam as palavras Filo, Gênero e Espécie, mas nenhuma delas corresponde à palavra “MIYN” (em hebraico)O Dr. Frank Marsh, um biólogo, tem devotado considerável tempo pesquisando o assunto e compartilha de suas descobertas em seus livros “Evolução, Criação e Ciência;”“Estudos Sobre Criacionismo;”“A vida, O Homem e o Tempo” e, também, “Variação e Fixidez na Natureza.” Sobre este ultimo assunto, John Mackay da Austrália tem uma fita de áudio interessante.

È da opinião de Marsh que os nossos métodos de classificar plantas, animais, insetos, humanos, etc. é baseado principalmente em conceitos evolutivos. O grande classificador original, Carlos Lineu, era um criacionista. Suas classificações vêm sendo alteradas para servirem de base à evolução, diz Marsh.

No que diz respeito às espécies, cada um tem uma opinião diferente. Um criacionista pode deixar um evolucionista confuso ao pedir por uma definição das espécies. Por outro lado, devido a ser difícil explicar cientificamente o que é espécie, os evolucionistas podem deixar os criacionistas confusos ao pedirem uma explicação em termos científicos modernos sobre a que a palavra “gênero” traduzida como espécie se refere. 

Em seu livro “A Evolução e a Fé Cristã” o Dr. Bolton Davidheiser se refere a rachadores e ajuntadores. Os rachadores classificam como espécies aquilo que não são enquanto que os ajuntadores juntam varias espécies no que eles chamam de espécies politípicas. Marsh diz que a palavra bíblica “gênero”combina melhor com essa ultima definição.

Baramin

Marshfaz referência à palavra Baramin que significa “espécie criada.” Se aceitarmos a posição de que os processos de criação diferem dos processos de preservação, o que observamos na ciência hoje não é idêntico ao que aconteceu durante a semana de criação. Devido à ciência moderna depender totalmente do processo de preservação, não há como definirmos a palavra “espécie” de Gênesis que está associada ao processo de criação. Além do mais, se acreditamos que quando Deus criou todas as coisas, ele dotou todas as criaturas de uma capacidade para o desenvolvimento, compreendemos que se torna difícil, para uma ciência que se limita a observar o que esta acontecendo agora, definir a palavra “espécie” em Gênesis. Deus colocou em suas criaturas a capacidade de se adaptarem; assim, podemos dizer que “não há nada de novo debaixo do sol.”

Classificação

John Mackay diz que os cientistas classificam os seres vivos pela estrutura, aparência, diferenças, similaridades e pelos genes. Ele diz que a palavra “espécie” em Gênesis se refere a uma classificação feita tendo em vista o propósito pelo qual os seres vivos foram criados.

Adaptação Ao Meio Ambiente

Seria bom enfatizar a importância do emprego da palavra”semente” em Gênesis 1:11-12.Esta é a porção hereditária das plantas, que a possibilita passar adiante, informações para que as próximas gerações possuam as mesmas características. Animais, Peixes, pássaros e humanos também compartilham dessa qualidade única. Esta é uma explicação muito diferente da fornecida pelos evolucionistas de que a variedade de espécies na natureza é devida ao meio ambiente. Eles dizem que as mudanças ocorrem devido à mutações e à seleção natural. Isto faz com que uma espécie se desenvolva em outra, dizem eles. São observadas tanto variações entre as espécies como adaptações à natureza, mas jamais se observou que o meio ambiente possa produzir algo por si mesmo. 

Seguindo o conceito criacionista de que os processos de criação diferem dos processos de preservação, é sugerido que Deus, dotou cada criatura, na ocasião de sua criação, da capacidade de adaptação ao meio ambiente. 

Teoria das Tabuinhas

Já nos referimos anteriormente ao método crítico-histórico no qual é sugerido que os primeiro cinco livros da Bíblia foram escritos a partir de quatro fontes diferentes e que eles foram finalmente compilados por seu ultimo revisor, cerca de 900 anos AC. O Próprio Senhor Jesus declarou que Moisés foi o autor dos cinco primeiros livros da Bíblia, 1.500 anos antes de seu nascimento. O método crítico-histórico é amplamente ensinado e aceito e considerável tempo é dedicado a ele na maioria dos seminários. Esta é uma tentativa de aplicar a evolução aos textos e Moisés ao invés de aceitar que são divinamente inspirados. Aqueles que assim acreditam, afirmam que qualquer afirmação cientifica que esses livros contenham esta ultrapassada e especialmente os primeiros 11 capítulos do livro de Gênesis. Ao invés de aceitar o conceito da Trindade, eles afirmam que o plural em Gênesis 1:26 (façamos) é devido à influência dos vizinhos pagãos dos hebreusque adoravam vários deuses. Consideram os primeiros 11 capítulos do livro de Gênesis como poéticos e afirmam que eles não são nem factuais nem científicos. Esta é uma maneira conveniente de harmonizar as Escrituras com a teoria pagã da evolução.

Existem duas maneiras de contestar a interpretação crítico-histórica em relação ao Pentateuco. Uma, é apontar demonstrar cientificamente seus erros e provar que a Bíblia é factual. Outra, é apresentar uma posição igualmente erudita, também dependente de fontes, que assegure que esses capítulos foram divinamente inspirados e que Moisés é o seu autor final. Esta é a teoria das tabuinhas.

“Toledoth” ou “Geração”

Em meados os anos 30, P.J. Wiseman estava engajado em uma exploração arqueológica na Babilônia (atual Iraque). Ele descobriu muitas tabuinhas de argila seladas com a palavra “Toledoth”, seguida da impressão de um selo real. Visto que poucas pessoas sabiam escrever na época da confecção das tabuinhas, elas as assinaram com selos ou anéis. È por isso que faraó deu a José o seu anel real (Gen. 41:42). Wiseman preparou a seguinte lista na qual a palavra “toledoth” (geração) aparece em Gênesis:

2:4 “Estas são as gerações dos céus e da terra.”

5:1 “Este é o livro das gerações de Adão.”

6:9 “Estas são as gerações de Noé.”

10:1 “Estas são as gerações dos filhos de Noé: Sem, Cão e Jafé.”

11:10 “Estas são as gerações de Sem.”

11:27 “Estas são as gerações de Terá.”

25:12 “These are the generations of Ishmael.” 

25:19 “Esrtas são as gerações de Isaque.”

36:1 “Estas são as gerações de Esaú.”
Wiseman ficou extasiado ao encontrar similaridades entre as genealogias de genesis e as contidas nas tabuinhas encontradas na Babilônia. Quase tudo o que era mencionado em determinada tabuinha parecia ter acontecido durante o tempo de vida de seu autor. A primeira genealogia (dos céus e da terra) foi escrita pelo próprio Deus. A segunda genealogia, por Adão, de acordo com esta teoria. Incluído nesta tabuinha, esta um registro do filho de Sete e, figurando as tabuinhas das idades de Gênesis 5. Podemos inferir que esta tabuinha foi escrita 320 anos após a criação.Na tabuinha de Noé Gênesis (5:1-6:9) encontramos uma lista dos patriarcas pré-diluvianos, escritas para preservar seus nomes e idades por alguém que tinha tido um conhecimento pessoal a respeito deles. (Embora Adão tivesse morrido antes de Noé ter nascido). Os filhos de Noé escreveram suas tabuinhas a partir de um conhecimento em primeira mão (Gênesis 6:9-10:1). Sem tinha conhecimento pessoal dos eventos ocorridos em Gênesis 10:1 a 11:10, tendo vivido por 500 anos após o Dilúvio.

A Genealogia de Terah

Algumas dificuldades são encontradas ao sugerirmos que os autor da tabuinha em Gênesis (11:10 –11:27) foi escrita por Terah..Primeiro porque Terah é taxado como uma pessoa iníqua. Em Josué 24:2, fica claro que ele era em idólatra. E porque a tabuinha de um idólatra seria usada como fonte para Moisés? Também, alguns dos patriarcas mencionados nessa genealogia morreram muito antes de Terah. De acordo com a datas de nascimento fornecidas nessa genealogia, Terah nasceu 221 anos após o Dilúvio e, se ele morreu aos 225 anos ele morreu 426 anos após o Dilúvio. Mas Sem, que é mencionado nessa genealogia, viveu 500 anos após o Dilúvio, muito depois da morte de Terah. Arfaxade morreu 440 anos após o Dilúvio, também após a morte de Terah. Também Sala teria morrido 470 anos após o Dilúvio e Éber 531 anos após o Dilúvio. Nem é lógico presumir que Terah escreveu essa genealogia no ano anterior à sua morte.

Uma solução seria que Moisés teria usado essas fontes para seu relato inspirado por Deus. Como autor desses livros, ele teria tido o privilégio de adaptar esses materiais ao seu relato. Por exemplo, em Gênesis 14 onde aparece uma lista dos reis da Babilônia, que se uniram para destruir Sodoma e Gomorra e que lista as cidades destruídas, encontramos os nomes de algumas dessas cidades entre parênteses. Bela aprece como (Zoar) Gen. 11:11.“ E Sem viveu, após ter gerado a Arfaxade, 500 anos, e teve filhos e filhas.” Porque os anos de Sem não foram totalizados? Talvez Moisés não tenha feito mais mudanças do que o necessário, considerando a genealogia como um escrito inspirado. Todos os patriarcas haviam morrido na época de Moisés e ele foi capaz de relatar a idade que tinham quando morreram.

Genealogias de Ismael e Isaque

A próxima genealogia (11:19 – 25:12) é conhecida como a genealogia de Ismael. De acordo com Gálatas 4:22, Ismael representa a Lei, ou a carne, enquanto Isaque representa a promessa e envio do Espírito. Desse modo, Ismael parece ser uma infeliz escolha para se escrever sobre ávida de Abraão. Entretanto, Isaque é representado nas Escrituras como tendo um caráter um tanto fraco, embora ele seja representado em Gálatas 4 como o representante da salvação pela graça. Ele viveu até 180 anos e ele pode ter sido fraco ou ineficiente durante os últimos anos de sua vida. Ismael é representado como uma pessoamais forte. É possível, como Wiseman sugere, que os meio-irmãos fossem os responsáveis pelo registro escrito da vida de Abraão. Parece que esses registros foram feitos na ocasião da morte de Abraão pra assegurar que as genealogias seriam passadas adiante.Ao invés de escrever sobre si mesmo, Isaque sugeriu que Ismael escrevesse sobre ele e então, em uma breve genealogia (Gênesis 25:12-19), Isaque atualizou as genealogias por ocasião da morte de Abraão. Nós não vemos nenhum problema em Ismael ter escrito uma genealogia inspirada, mesmo nos tempos antes de Moisés.

Esaú e Jacó

As próximas genealogias são ainda mais estranhas. A parte principal da vida de Jacó, de acordo com a teoria das tabuinhas, foi escrita por Esaú. Em Hebreus, Esaú é tido como fornicador e em Romanos 9:13, como aborrecido por Deus. Como poderia tal pessoa ter escrito parte das Escrituras inspiradas (Gen. 25:19-36:1)? Á Esaú também é atribuída a autoria de outra Tabuinha; Gên. 36:1 a 36:9. De acordo com essa teoria, Jacó escreveu a seção de Gen. 36:9 à 37:2 na qual ele lista a genealogia de Esaú. Novamente parece que os irmãos escreveram as tabuinhas por ocasião da morte de seu pai. E novamente, a preocupação foi a de listar as genealogias. Seria natural esperar que um irmão escrevesse sobre o outro ao invés de sobre si mesmos. Eles haviam se reconciliado após o retorno de Jacó de Harã. Nenhum dos escritores da Bíblia era perfeito. Foi a direção e operação miraculosa do Espírito Santo que fez com que não cometessem erros.

Genealogias em Rute

Outro problema surge ao se afirmar que a palavra para “gerações”se encontra no fim de uma tabuinha enquanto que em Rute 4:18 a palavra encontra-se no começo de uma lista. O livro de Rute talvez tenha sido escrito por Samuel, pelo menos 500 anos mais tarde. O costume pode ter mudado com o passar dos anos.

Prova de Autenticidade

Wiseman fornece o que ele considera como provas de que essas tabuinhas são autênticas e que elas foram utilizadas por Moisés ao compilar os livros Bíblicos. Os Babilônios juntaram frases paraunir as tabuinhas numa seqüência. Algo semelhante aos números de páginas de nossos tempos. Geralmente, o que estava escrito no fim de uma tabuinha repetia-se na próxima. Esse padrão foi encontrado em todas as tabuinhas.

Wiseman também salienta que existem muitas palavras babilônias no primeiro capítulo de Gênesis e muitas palavras egípcias nos últimos 14 capítulos.Ele também menciona que Moisés mudou o nome de algumas cidades, indicando que as tabuinhas existiam antes dele escrever o Pentateuco. A narrativa revela certa familiaridade com as circunstâncias e detalhes concernentes aos eventos ocorridos indicando queforam escritas por pessoas preocupadas em registrar a ocorrência desses eventos.

Em Gênesis 10:19, lemos que os Cananeus eram de Sidom: “E foi o termo dos Cananeus desde Sidom, indo para Gerar, até Gaza,; indo para Sodoma e Gomorra…” indicando que essa cidades (Sodoma e Gomorra) ainda existiam no tempo de Abraão. Sem deve ter escrito essa tabuinha antes de sua destruição,antes dos tempos de Moisés. Expressões geográficas primitivas eram conhecidas apenas no tempo de Abraão e mais tarde eles tinham nomes bem conhecidos tais como “Terra do Sul” (Gen. 20:1 e Gen. 24:62) e “Terra do Leste” (Gen. 35:6). Novamente, isso indica uma fonte antiga.

A conclusão lógica é a de que essas tabuinhas foram inspiradas por Deus e que elas constituíam as Escrituras Sagradas antes do tempo de Moisés. As pessoas dessa época também necessitavam da palavra escrita.Moisés efetuou algumas mudanças, pois ele era o responsável por sua transmissão à futuras gerações. Elenão fez mais alterações do que o necessário. Ele também repetiu os antigos nomes quando ele adicionava nomes novos. As gerações de Sem são encontradas tanto em Gen. 10:22-29 como em Gen. 11:10-18. A corupção da terra e as declarações a respeito de sua destruição são encontradas tanto em Gen. 6:5-8 como em Gen. 6:9-13. Estas não constituem repetições desnecessárias, mas ele deixou duas tabuinhas separadas intactas.

Antídoto Eficiente

Wiseman dedica grande parte de seu livro ao Método Crítico-histórico.Necessitamos não apenas demonstra suas fraquezas, mas fornecer um antídoto eficiente. E isso nós encontramos na teoria das tabuinhas, uma postura erudita que fornece as fontes e que concorda com a inerrância bíblica.

A Imagem de Deus

Richard Hanson, autor do livro “A Serpente Era Mais Esperta,” afirma que a expressão “ à imagem de Deus” (Gênesis 1:26) refere-se à Deus dando ao homem domínio sobre a terra em Gen. 1:28. Outros afirmam que imagem de deus refere-se à postura ereta do homem. Outros, ainda, afirmam que isso é uma referência à alma do homem. Nós providenciamos aqui, duas passagens do Novo Testamento que explica isso (Efésios 4:24 e Colossenses 3:10). A primeira passagem indica que o homem foi formado conforme a justiça e santidade de Deus e a segunda que o homem é semelhante à Deus em conhecimento. Isso indica que a imagem de Deus consistia em santidade e conhecimento intuitivo.

O aspecto mais importante dessa imagem era a santidade do homem. Quando ele comeu do fruto proibido, ele perdeu essa imagem e a morte entrou no mundo (Rom 5:12) Na apenas a humanidade tem que morrer como tambémtoda a natureza está sujeita a degeneração, morte e decadência, como aprendemos em Salmos 102:2. Embora Deus não possa se satisfazer com nada menos do que a perfeição, ele não destruiu de imediato o universo decaído. Ele esperou até que pudesseimplementar seu plano para restaurar a perfeição original, um plano que envolvia enviar seu próprio filho ao mundo para morrer e ressuscitar como pagamento pela pena do pecado. Em cristo, a imagem de Deus é restaurada, pela fé, neste mundo e no mundo por vir.

Conhecimento Intuitivo e Fala

Um outro aspecto da imagem de Deus era o conhecimento perfeito. Em I Cor. 13:12 lemos que agora conhecemos em parte mas chegará o tempo em que conheceremos, como também somos conhecidos. Adão deu nome à todos os animais no dia em que foram criados (Gen 2:20). Ele não aprendeu a falar gradualmente, no início emitindo sons guturais como um animal como os evolucionistas afirmam. Isso era parte do conhecimento perfeito que ele possuía antes de pecar. Ele não perdeu a capacidade de falar ou o conhecimento que possuía, totalmente. Mas ele passou a não ter mais a capacidade de conhecimento e fala que ele possuía antes de pecar.

 

Efeitos do Pecado Sobre aNatureza

Por ter sido criado à imagem de Deus, o homem era a coroa da criação. Podemos, sem reservas, afirmar que Deus criou a melhor e mais valiosa das criaturas por último. Isso significa que toda a natureza foi criada para o benefício do homem e que era seu dever exercer domínio sobre ela. Acontece que , mais tarde, quando o homem pecou, seu pecado afetou toda a natureza. Imediatamente, espinhos e cardos infestaram o solo (Gen. 3:18). Adão trabalhou no suor de seu rosto. A partir de Rom. 8:20, aprendemos que a criação (natureza) ficou sujeita à vaidade devido à maldade do homem.

Em Eclesiastes 1:2 e 12:8 lemos que tudo é vaidade porque o coração do homem é irremediavelmente mau. Devido ao pecado, tudo se desgasta como a roupa que usamos (Salmo 102:26). Até mesmo os corpos celestes são impuros (Jó 15:15 e 25:5).

Uma matéria do Periódico Bible-science sugere que devido a haver crateras na lua, o pecado maculou até o espaço. Há mais destruição e colapso no espaço do que possamos sequer imaginar na terra. Um médico da Nova Guiné, ao ler essa matéria, ficou chocado. Mas devemos reconhecer os efeitos do pecado no mundo natural.Existem duas leis na natureza –a lei da ordem e finalidade e alei da maldição da morte e destruição.

  Em II Cor. 5:7 aprendemos que vivemos por fé e não por vista. Se soubéssemos exatamente como era a vida animal antes da queda do homem e se soubéssemos como era a natureza antes da lei da entropia passar a operar, nós já estaríamos, certamente, vivendo no paraíso. Neste mundo nós vivemos pelas fé. De acordo com a definição moderna de ciência, ela é limitada ao que vemos, ela não pode descrever a perfeição do mundo físico antes do pecado ter entrado no mundo.

Gênes e Salvação

O Dr. Arthur Custance, escrevendo em “O Nascimento Virginal e a Encarnação,”(pág. 203), sugere uma razão pela qual Deus formou Eva da costela de Adãoao invés de tê-la formado separadamente. Através desse processo, Eva foi dotada dos mesmos genes de Adão e, conseqüentemente, toda a raça humana, deriva de uma única cadeia genética. Em termos modernos isso seria semelhante a uma “clonagem. Talvez Deus tenha feito algo semelhante quando ele formou Eva a partir da costela de Adão.

Custance salienta que devido a Eva ter sido formada a partir da costela de Adão, ela possuía os mesmos genes que ele. Isso significa que todasas pessoas no mundo, passado presente e futuro, descendem dos mesmos genes. Isso também significa quequando Jesus nasceu, ele também possuía genes da mesma fonte. Assim, ele foi capaz de ser nosso substituto, não apenas em espírito, mas também em carne.

Algumas pessoas acreditam que o perdão de Jesus é apenasespiritual e não se aplica ao nosso corpo. Eles estão interpretando mal os primeiros dois capítulos de I Coríntios e Romanos 6:8. Não é verdade que tudo o que diz respeito ao corpo é pecaminoso, porque o corpo foi feito para glorificar a Deus.

Educação Sexual

Phoebe Courtney, a editora chefe conservadora da revista “Independent American” e autora do livro “Cuidado com o Treinamento de Sensibilidade”,e “A Controvérsia da Educação Sexual”, diz estar preocupado com a educação sexual nas escolas.O treinamento de Sensibilidade, diz ela, é psicologia de massa. Essencialmente a idéia é boa, porque os problemas emocionais de algumas pessoas podem ser tratados mais eficientemente através de terapias de grupo do que individualmente. Mas do modo como o treinamento de sensibilidade é conduzido, é feito um esforço para livrar as pessoas de problemas sexuais ao se falar sobre eles. E els falam tanto desse assunto que acabam por destruir o código moral divino no que diz respeito ao sexo e ao casamento. Quando a confiança no código moral divino é abalada, essas pessoas estão prontas para serem doutrinadas no evolucionismo, socialismo e comunismo.

 

O Sexo é uma Benção

Enquanto viviam no jardim do Éden, Adão e Eva não tinham vergonha de sua nudez. Imediatamente, após pecar, eles procuraram cobrir seus corpos e Deus fez roupas de peles para eles. O sexo não é pecado, mas o pecado o corrompeu. 

De acordo com Mateus 2:30 não haverá casamentos no céu. Entretanto, pecados relacionados ao sexo são punidos nesta vida em grau muito maior do que alguns outros pecados.Davi tomou a mulher de outro homem e planejou sua morte. Ele se arrependeu, mas ele sofreu com problemas familiares pelo resto de sus vida, particularmente com seu filho Absalão. O ato que no casamento resulta em bênçãos, quando cometido fora do casamento leva a problemas e a doenças debilitantes. 

O apóstolo Paulo escreveu que é vergonhoso falar sobre essas coisas que são feitas em segredo (Efésios 5:12). Quando feito da maneira correta, o sexo é uma benção, mas o perigo da educação sexual nas escolas é que, geralmente, a autoridade dos padrões divinos sobre oque é certo ou errado é negada. Porque os pais falharem em dar uma educação sexual adequada aos seus filhos,não significa que as escolas devam faze-lo. A questão é que os pais não estão ensinando o que os educadores desejam ensinar. Em muitos casos, o objetivo é destruir os padrões judaico-cristãos, de certo e errado.

Promessa antes da Maldição

Algumas pessoas se afastam de Deus porque elas não conseguem entender como um Deus bom pode permitir o mal no mundo. Há muito tempo atrás, Martinho Lutero, em seu comentário sobre o livro de Gênesis, disse que há uma razão pela qual Deus primeiro deu à Adão e Eva a promessa de um salvador, antes de amaldiçoa-los.Note que Adão culpou Eva e Eva culpou a serpente. Juntamente com As punição à serpente, Deus prometeu um salvador que pisaria a cabeça da serpente. Apenas após essa promessa da palavra de Deus, esta Semente da mulher, Deus proferiu sua maldição sobre Adão e Eva como castigo por seus pecados. Se Adão e Eva tivessem recebido a maldição primeiro, eles poderiam ter entrado em desespero e ter cometido suicídio imediatamente. É difícil entender a necessidade do mal neste mundo, mas sem o evangelho, seria impossível entender. Através do evangelho ficamos sabendo que enquanto Deus permite o mal neste mundo, sabemos que Deus quer o nosso bem e que ele fez a coisa mais grandiosa de todas, providenciando uma solução. Essa solução pode não corresponder à nosso orgulho humano, mas o problema é que nosso orgulho é em si pecaminoso.

A Partir da Bíblia

Essencialmente, essa promessa antes da maldição,essa superioridade do amor de Deus em Cristo, deve partir da Bíblia. A natureza pode revelar a gloria de Deus como diz o salmo 19:1, mas ela não revela o evangelho.Ele deve vir da Bíblia. A natureza, com sua gloria, em ultima análise, pode levar-nos apenas ao pessimismo. Tudo se desgasta e se corrompe. Nós precisamos de mais esperança do que a que encontramos na natureza ou através de seu estudo pela ciência. Tendo essa promessa, nós não deveríamos separa-la da natureza, mas usa-la em nossas vidas cotidianas e em todos os nossos estudos sobre a natureza e outras ciências.

A Origem das Raças

O Dr. Henry Morris em seu livro “A Bíblia tem a resposta,” afirma que os evolucionistas são racistas. Devido ao fato de eles acreditarem ter evoluído a partir de formas de vida inferiores, eles acreditam que algumas pessoas são mais evoluídas que outras e que, portanto, superiores. Qualquer conceito de uma pessoa ser superior à outra leva ao racismo. Entre os evolucionistas que eram racistas encontram-se Darwin, Karl Marx, Nietzsche, Sir Arthur Keith, Adolf Hitler e Cecil Rhodes.Mas também é verdade que alguns cristãos (e criacionistas) são racistas e eles tentam encontrar apoio bíblico para seu racismo. Isso inclui uma interpretação deturpada da maldição proferida sobre Canaã que alguns relacionam com a maldição proferida contra Canaã em Gênesis 9:25. Afirmam que Cão foi amaldiçoado e que, portanto, toda a raça negra foi amaldiçoada também. Canaã, o quarto filho e cão, foi aquele que foi amaldiçoado e essa maldição se cumpriu quando os Cananeus se tornaram escravos dos Judeus. Até que eu saiba, os cananeus foram totalmente exterminados. Eles continuaram em sua imoralidade sexual sendo considerados através da história como a nação mais promíscua que já existiu, pois eles combinavam religião com imoralidade sexual, onde as sacerdotisas viviam em adultério e fornicação em meio aos bosques que circundavam seus lugares sagrados. Embora a filosofia da evolução tenda ao racismo, muitas pessoas racistas têm sido aquelas que aceitam a inerrância das escrituras.Baseado nisso é compreensível que a pergunta mais freqüente dirigida àqueles quepalestram sobre ciência bíblica seja: “Como se originaram as raças?”A explicação evolucionista de que o meio ambiente produziu as raças não passa no teste.

Uma resposta é encontrada no Salmo 104:24 onde lemos sobre a multiforme sabedoria de Deus. Deus estabeleceu “espécies” inflexíveis em Gênesis 1, mas ele também um Deus da variedade que criou o que nos parece ser um sem limite de variedades de espécies dentro de cada espécie. Isso também se aplica a raças de pessoas. Devido à nossa posição de que o processo de criação difere do processo de preservação, nós acreditamos que Deus, a criar Adão e Eva, dotou-os do potencial para produzir todas as raças. Assim como Deus dotou os animais e plantas com a capacidade de adaptação ao meio ambiente, também Ele dotou os humanos com essa mesma capacidade, incluindo a capacidade de produzir raças variadas. No incidente da torre de Babel, nós encontramos uma das razões pela qual existem várias raças e línguas. Talvez a diferença entre as línguas sejam mais importantes do que as diferenças entre as raças. A linguagem expressa o pensamento das pessoas e foi através de sua palavra que Deus criou o mundo e o preserva (Heb 1:2-3)

O Potencial da Célula Humana

Cada célula humana fertilizada contém 46 cromossomos, cada uma delas contendo 2000 genes, num total de 100.000 genes. Isto em si apresenta o potencial para a formação do código genético de todas as raças e indivíduos presentes no mundo hoje. Mas isso não é tudo. Agora, sabemos que também existe um código no corpo da célula viva, o citoplasma, e sequer nós entendemos isso. Sabemos que devemos considerar o código genético em três dimensões, na apenas em duas. Quanto mais aprendemos, mais entendemos como foi possível para Deus dotar a célula humana originalcom o potencial para a formação de todas as raças, bem como todas as demais características. Desde então, Deus vem se utilizando desse potencial. Desse modo, as raças surgiram a partir de um código genético original que Deus estabeleceu para a adaptação ao meio ambiente. Desse modo, uma raça não é nem superior nem inferior à outra. 

Dinossauros

Uma pergunta freqüentemente feita aos criacionistas é “quando e onde os dinossauros viveram?” Também; “Como Noé colocou dinossauros na Arca?” Se aceitarmos o modelo de coberta de vapor d’águapara o mundo pré-diluviano, e se aceitarmos que no mundo pré-diluviano as pessoas viviam ate cerca de 900 anos, a questão dos dinossauros é facilmente explicada. Os dinossauros são répteis e os répteis nunca param de crescer. Algumas tartarugas das ilhas Galápagos tem mais de 150 anos de idade e pesam cerca de 300 Kgporque elas vêm crescendo durante toda as suas vidas. Às vezes, a idade de um crocodilo pode ser determinada por seu tamanho, e sabe-se que já foram encontradas algumas cobras com mais de 20 metros de comprimento, porque elas continuam a crescer durante a vida toda. Algumas vezes os répteis vivem tanto quanto as pessoas. Se as pessoas do mundo pré-diluviano viviam cerca de 900 anos, então, os répteis também viviam por longos anos.Um réptil que continuasse a crescer por 900 anos seria enorme em tamanho. 

No Monumento Nacional do Dinossauro, próximo à fronteira dos estados de Utah e Colorado, foram encontrados mais fosseis de dinossauros do que em qualquer outra parte – quase 450.000 Kg deles. Esses fósseis se encontram na formação Morrison. Alguns geólogos criacionistas acreditam que as rochas paleozóicas são depósitos de sedimentos ocasionados pelo Dilúvio e que todas asoutras rochas acima delas são pós-diluvianas. A formação Morrison, de acordo com eles, é pós Diluviana. Desse modo, os dinossauros viveram tanto antes como após o Dilúvio.

Estudiosos da Bíblia salientam que em Gênesis 6-8, todaávida não preservada na arca pereceu. Nós lemos que tudo o que tinha fôlego de vida e que habitava a terra seca morreu. Entretanto nada é mencionado a respeito das criaturas marinhas. É muito provável que algumas criaturas marinhas tenham sobrevivido ao Dilúvio e que alguns dinossauros tenham sido capazes de flutuar durante este período. Répteis de sangue frio são capazes de sobreviver sem comida por um ano ou mais. Este modelo permite aos dinossauros serem a forma de vida dominante na terra imediatamente após o Dilúvio.

Dinossauros na Bíblia

Acreditamos que os dinossauros são mencionados na Bíblia. A descrição de Behemoth em Jó 40:15-24 assemelha-se à descrição de um dinossauro herbívoro enquanto que a descrição de um Leviatã em Jô 41, assemelha-se à descrição de um dinossauro carnívoro. Influenciados pelas idéias evolucionistas de que os dinossauros viveram na terra por milhões de anos antes do aparecimento do homem, alguns comentaristas bíblicos acreditam que o “Behemoth” seja um hipopótamo e que oLeviatã seja um crocodilo do Rio Nilo. Tem-se acreditado que os dinossauros não poderiam ter vivido durante os tempos bíblicos e que, também certamente não no tempo de Jó, que deve ter sido, aproximadamente, 300 anos após o Dilúvio.

A Divisão da Terra

Um modelo proposto pelos estudiosos, é que Deus primeiro separou as pessoas na terra através de uma divisão de línguas, descrita em Gênesis 11:1-9. Deus pode ter reforçado essa separação através de uma divisão continentalno tempo de Pelegue (que significa “canal divisor de porções de terra”). Durante o tempo requerido para a vida animal sair da Arca e espalhar-se sobre a terra, os dinossauros podem ter se espalhado por toda a parte, e durante algum tempo, terem sido a forma de vida dominante sobre a terra. Isso demonstraria a providência divina e explicaria o conhecimento de Jó sobre os dinossauros.

Admitindo a Culpa

Em seu livro “Viagem para Longe de Deus”, Robert Benedict explica porque alguns cientistas continuam atados às teorias da evolução apesar dela já ter sido contestada. Sir Arthur Keith, famoso paleontólogo britânico, admite que a evolução é não-comprovada e não-comprovável, mas eles a aceitam porque a única outra alternativa é a criação e aceitar a criação é inconcebível. Mas porque é inconcebível?

Benedictcita H. G. Wells, que declarou que se os homens e os animais evoluíram, não houve pais ancestrais e, portanto, não houve jardim do Éden e nem queda do Homem devido ao pecado. E se não houve queda devido ao pecado, toda a trama do Cristianismo – pecado e redenção- desmorona como uma torre de cartas. Devido ao Neo-Darwinismo com suas mutações e mutação gradual ser não-confirmável, alguns evolucionistas agora propõem uma evolução pontuada, como foi proposto por Gold-schimidt em sua teoria chamada “Monstro esperançoso”., que afirma que, há muito tempo atrás… um réptil pôs um ovo e, inadvertidamente, uma ave adulta surgiu desse ovo, possuindo em seus genes potencial para gerar todas as demais espécies de aves. É difícil dizer o que a mamãe réptil pensou de sua prole. Isto é semelhante ao conceito criacionista, mas, ainda assim, é inconcebível para alguns cientistas evolucionistas aceitarem o relato criacionista. O Dr. A.E. WilderSmith diz que é porque essas pessoas não conseguem pensar claramente, mas, a verdadeira razão , é porque eles se recusam a aceitar a existência de Deus.Isso demonstra que o Homem, é por sua natureza, um inimigo de Deus (Rom 8:7) e é nascido em pecado (SL 51:5). Esta indisposição em admitir a culpa pode ser rastreada até o Jardim do Éden. Adão culpou Eva e, esta, culpou a serpente. É uma característica herdada devido ao pecado.

A esposa de Caim

Uma pergunta desnecessária que ainda persiste é “Onde Caim encontrou sua esposa?”Adão e Eva tiveram muitos filhos, e fica óbvio que irmão e irmãs casaram-se entre si. No início da raça humana, não havia ainda uma carga genética que pudesse gerar características indesejáveis, tais como acontece com os descendentes de parentes próximos que casamentre si hoje em dia. A Lei de Moisés em Levítico, capítulo 20, proibindo o casamento entre parentes próximos, não se aplicava aos membros da primeira família humana. Também, se havia mesmo uma coberta de vapor d’água no mundo pré-diluviano, a terra seria atingida por muito menos radiação do que recebe hoje, e haveria poucas mutações.

Em seu livro “A Bíblia Tem a Resposta”, Dr. Morris nos fornece cálculos matemáticos que sugerem que se as pessoas viveram por cerca de 900 anos, e se os casais tiveram muitos filhos, no tempo da morte de Caim, teria havido uma população de muitos milhões de pessoas. As sagradas Escrituras não indicam quando Caim se casou, mas encontrar uma esposa não teria sido problema para ele.

O Sacrifício de Abel 

Caimera lavrador do solo e seu nome significa “possessão”. O Nome Abel significa “vaidade”, e ele era um pastor de ovelhas. Eva notou em Caim a mesma inclinação para o pecado que ela e Adão tinham esabia que ele não seria o Salvador prometido em GN 3:15. Sendo sábia, ela chamou ao segundo filho “vaidade”. E pode ser que ele não tenha recebido tanta atenção por parte da mãe quanto Caim. Emoções humanas, orgulho pecaminoso, e discriminação estavam envolvidos nas vidas de Caim (lavrador do solo) e Abel (pastor de ovelhas) Estas ocupações podem ser classificadas como as precursoras da ciência moderna e podemos notar as mesmas emoções e atitudes hoje em dia.

No exercício de sua religião, tanto Caim como Abel trouxeram ofertas ao Senhor, talvez até mesmo à porta do jardim do Éden onde estava o querubim com sua espada flamejante. Deus então aceitou o sacrifício de Abel mas rejeitou o sacrifício de Caim. TalvezCaim, por ser mais velho, se considerasse superior ao seu irmão. E, talvez, ele também acreditasse que uma oferta de vegetais fosse mais valiosa do que um cordeiro. Por todo o Velho Testamento um cordeiro era a figura do Salvador Prometido ((Is. 53:7 e João 1:29) e sem dúvida, Deus já havia requerido de antemão uma oferta de um cordeiro para encorajar a fé em um Messias futuro. Isso deixou Caim irado e talvez ele tivesse considerado comer carne um erro porque não se comia carne quando seus pais estavam no Jardim do Éden . Um cordeiro eraconsiderado “uma oferta pelo pecado” e uma oferta de grãos era considerada “uma oferta de ação de graças”. Caim era orgulhoso demais parae estava muito zangado para dar atenção ao que o Senhor lhe comandara e, enciumado, matou seu irmão, tornando-se assim o primeiro assassino da história.

Fumaça Ascendente?

Muitos artistas têm representado estes sacrifícios com a fumaça da oferenda de Abel subindo em espirais em direção ao céu, enquanto que a de Caim se direciona para baixo. Talvez, não houvesse fumaça alguma na oferenda de Caim. Nós ignoramos como Deus fez saber que Ele se agradou da oferenda de Abel e se desagradou da de Caim. Mas nós sabemos que uma oferenda por perdão e uma oferenda pelo pecado eram tão necessárias quanto são agora.

A Maldição de Caim

No livroCriação: Acaso ou Projeto? O Dr. Harold Coffin sugere que os desertos resultam do pecado do homem. O meio ambiente havia mudado e junto com essa mudança, as forças inerentes de variação e adaptabilidade das plantas, animais e humanos passaram a desempenhar seus papéis. O Dr. Harold Clark expressa uma opinião similar em seu livro Gênesis e Ciência. Ele questiona se os desertos já existiam na ocasião da criação original ou se foi o resultado do pecado do Homem e sua destruição do equilíbrio da natureza.

Como parte da maldição lançada sobre Caim por ter assassinado seu irmão Abel, o solo passaria a reter sua força. Caim tinha sido agricultor durante toda sua vida e agora o solo nãomais produziria em abundância. O sacrifício de Abel tinha sido um cordeiro que representava o Salvador prometido. Mas Caim ofereceu os frutos do solo, talvez, devido a seu orgulho. Em conseqüência disso, Caim deveria viver como um vagabundo e fugitivo. Teria sido esse o começo do deserto do Oriente Médio e o modo de vida Árabe, nômades vivendo em tendas?

Caim temia ser morto pelo assassinato que ele tinha cometido, porque, não havia ainda um governo estabelecido para lidar com criminosos e os indivíduos poderiam assumir a responsabilidade. Para evitar isso, Deus colocou uma marca em Caim. Que marca era aquela nós não sabemos. Alguns comentaristas acreditam que era uma fisionomia feroz que amedrontava as pessoas

Biblia e Ciência

Sempre há uma certa pressão para separar a Bíblia da ciência e para separar a religião cristã das coisas materiais. Na maldição cainita, podemos observar umaestreita relação entre moralidade e natureza. Devido ao pecado de Caim, o solo não mais daria sua força (Gn 4:12). Precisamos superar essa separação artificial. Em Col. 1:20 nós lemos que o sangue de Jesus reconcilia “todas as coisas” em si mesmo ao reconciliar as pessoas.

Mateus Estabelece aCriação

O Dr. John Whitcomb, escrevendo em seu livro A Terra Primitiva, nota que Jesus estabeleceu a criação quando ele falou do casamento e condenou as leis liberais do divórcio (Mt 19: 4-9). Nós também lemos que Deus criou a Adão e Eva como macho e fêmea. Se eles tivessem evoluído de um animal ancestral, eles ainda seriam macho e fêmea. Aplicação é que Adão e Eva não evoluíram, mas quando deus os formou do pó da terra eles eram novas criaturas.

Adão e Evacarregavam em seus genes o potencial para gerar todas as demais raças. Não houve nenhum desenvolvimento de uma espécie para outra, nem de animal para humanos. Deus criou a raça humana através de um ato especial de criação, diferente do processo utilizado para a criação dos animais. Em Gn 2:7, nós lemos que Adão foi formado do pó da terra. Alguns evolucionistas afirmam que isso significa o reino animal, porque os animais também foram criados a partir do solo (Gn 2:19). O Dr. Whitcomb, demonstraa falácia de tal afirmação porque Adão foi amaldiçoado após ter pecado, também em que o solo produziria espinhos e cardos e que Adão retornaria ao pó. Como poderia Adão se transformar em um animal? O “pó da terra,” em Gn 2:7, não é uma referência aos animais dos quais Adão e Eva, supostamente, evoluíram. Este é mais um exemplo a que as pessoas irão recorrer em suas tentativas de conciliar as escrituras com a teoria da evolução. Os textos em Mt 19:4-9 e Gn 2:7 não permitem tal interpretação.

Houve uma criação súbita de vida animal e outra criação , em separado de vida humana. O ser humano é é único e possui características que nenhum outro animal possui, conforme aprendemos em I Cor. 15:39.

There was a sudden creation of animal life and another creation of the human race. Man is unique and possesses characteristics which no animal has, as we learn from I Cor. 15:39

Genealogias Consecutivas

No ensaio “Uma Avaliação Críticada Cronologia de Usher,” do livro Estratos de Rocha e o Relato Bíblico, o Dr. Fred Kramer, argumenta que podem existir lacunas nas genealogias dos capítulos 5 e 11 de Gênesis. Ele aponta para a indicação do nome de Cainan em Lucas 3:36, extraído da do texto da Septuaginta. Este trechoé omitido no texto massorético mas pertence á bíblia por estar presente no livro de Lucas que é inspirado. Kramer também salienta que em Mateus, 14 gerações são listadas de Abraão a Davi,14 gerações de Davi até o cativeiro babilônico, e 14 gerações do cativeiro até Cristo. Na cronologia, Mateus omite Aazias,Joás e Amazias em uma cronologia e Jeoaquim em outra. Dez gerações são listadas em Gn 5, 10 e 11, e novamente, parece ser um número arredondado. Em Hb 7:9-10, lemos que quando Melquisedeque encontrou Abraão, Leví estava nos lombos de seu pai Abraão. Contudo sabemos que Leví era filho de José que era filho de Jacó, que era filho de Isaque, filho de Abraão. Este é um exemplo onde um descendente é considerado um filho e, portanto, é comum encontrarmos algumas lacunas nas genealogias, diz o Dr. Kramer.

Emborao Dr. Kramer não concorde com o Dr. Whitcomb, e Morris que também permite lacunas nas genealogias listadas no livro “ O Dilúvio de Gênesis”, Kramer não admite grandes lacunas, nem mesmo 5.000 anos. Ele cita I Crônicas 23:15 e 26:24, onde Gerson e Eliézer são listados na genealogia de Moisés. Shebuel foi um oficial de Davi e o período entre Moisés e Davi, cobre mais de 400 anos. Para Kramer, é ilógico que tenha havido apenas três gerações durante um período de 400 anos.Ele acredita que muitas gerações foram omitidas nas genealogias e que isso era uma prática comum no Velho Testamento.

Outros, notam problemas com relação à idade de Abraão. De acordo com o discurso de Estevão (Atos 7:14), Abraão partiu para Canaã, após seu pai, Terá, ter morrido. Em GN 11:26, lemos que Abraão, Naor e Harã já eram nascidos quando Terá tinha 70 anos e em GN 11:23, nós lemos que Terá tinha 205 anos quando morreu. Portanto, se Abraão já era nascido quando terá tinha 70 anos, e se ele partiu após a morte de seu pai, Terá, então, Abraão tinha 135 anos quando ele partiu para Canaã. Entretanto, nós lemos em GN 12:4, que ele tinha apenas 70 anos. Para muitos, isso é uma prova de que nós não podemos exigir genealogias consecutivas nos capítulos 5, 10 e 11 de Gênesis. Uma explicação é oferecida por P.J. Wiseman que afirma que Terá escreveu sua tabuinha quando ele tinha 70 anos. Talvez, a melhor explicação, seja que em sua tabuinha, terá tenha registrado o ano de nascimento de Naor, mas que todos seus três filhos são mencionados. 

O filho mais proeminente (Abraão), não o primogênito, é mencionado. Isto ocorre novamente em GN 6:10, onde à primeira leitura, parece que Sem, Cão e Jafé, nasceram no mesmo ano (como trigêmeos). Mas podemos notar em GN 9:24, que Cão é chamado de caçula e em GN 10:21 nós lemos que Jafé é o mais velho. Também lemos que Arfaxade nasceu dois anos depois do Dilúvio, quando Sem tinha 100 anos. Entretanto, Sem não poderia ter nascido no mesmo ano que Cão e Jafé. Obviamente, Jafé nasceu primeiro, então Sem e depois Cão, o último,cem anos antes do Dilúvio. 

Explicação das Lacunas

O que nós estamos dizendo é que existem maneiras de explicar o que parecem ser lacunas nas genealogias. C.G. Ozanne, em seu livro “Os Primeiros 700 Anos”, as explica muito bem, indicando que Mateus tinha uma razão para apresentar suas 14 exatas genealogias. Os nomes que ele omitiu eram de pessoas que, por razões morais, não pertenciam à lista genealógica.Mateus teve o privilégio de listar as genealogias desta maneira. Em Gênesis não há motivos paraexcluir certas pessoas. São possíveis três gerações vivendo no Egito, porque o tempo desuas gerações era maior do que as nossas e eles permaneceram no Egito por um período de 210 a 300 anos. Em GN 15:16 lemos que os israelitas deveriam retornar do cativeiro na quarta geração.

Ozanne também argumenta que haviam 8.600 descendentes de Coate na época do Êxodo. Coate, o filho de Leví que se mudou para o Egito, era pai de quatro filhos: Anrão, Isar, Hebron e Uziel. Se Anrão tinha 55 anos quando se mudou para o Egito, e se 40 anos constituem uma geração, e se haviam sete machos por família, haveria muito mais descendentes do que os 1250 necessários para a parte de 8600 de Anrão. Devemos levar em conta que as mulheres tinham filhos até idades avançadas, que a poligamia era praticada e que os israelitas eram tremendamente férteis (Êxodo 1:7).

Outra pessoa que destacou a fidedignidade das genealogias consecutivas em Gênesis foi Eugene Faulstich. Um ex- engenheiro eletrônico, O Senhor o levou a vender sua prósperafábrica para que pudesse dedicar-se integralmente ao estudo dos números na Bíblia. Ele colocou as datas encontradas na Bíblia em um computador e ajustou-as de acordo com o calendário lunar hebraico. Como resultado, ele chegou a datas exatas para os eventos mencionados nas escrituras. As genealogias consecutivas se ajusta à todos seus estudos e comparações e ele não encontrou nada tão exato quanto as datas bíblicas. Ele ainda não publicou muito material, mas, publicou um livro intitulado: “Um Computador Examina a Bíblia.”

Gênesis Cinco

Isso também responde à pergunta sobre as longas vidas dos patriarcas, relatado em GN 5. Adão viveu até 930 anos e Matusalém até 969. Nove patriarcas são mencionados neste capítulo, incluindo Noé, mas excluindo Enoque que foi levado ao céu sem experimentar a morte.A idade média desses patriarcas é de 912.2/9 anos. Estes anos foram contados da mesma maneira que os nossos porque eles foram medidos pelos elementos do espaço e nós sabemos que não houve nenhuma variação significativa. De fato, Eugene Faulstich enviou um questionário para um bem conhecido astrônomo pra determinara posição dos planetas no quarto dia da semana da criação. Faulstich forneceu a data que ele havia determinado em seu estudo computadorizado das datas bíblicas e o astrônomo descobriu que naquela data particular,( que de acordo com Faulstich era o quarto dia da criação), os planetas estavam em perfeito alinhamento. Essa foi aúnica e primeira vez que isso aconteceu, em toda a história. Embora pareça impossível de acordo com nossa experiência, precisamos aceitar os anos de Gênesis 5 como corretos.

Se havia mesmo uma coberta de vapor d’água no mundo pré-diluviano, ela seria , então, responsável pelos períodos de vida mais longos devido a haver menos radiação e, sem haver chuvas, os minerais encontrados no solo não teriam sidos levados pelas águas. As datas são mais exatasbíblicas do que aquelas obtidas através de métodos como carbono 14, potássio/argônio e outros métodos de datação radioativa.

Os Textos Massoréticos e a Septuaginta

Em sua tentativa de estabelecer a idade da terra ew a data do dilúvio de Noé, Richard Teachout, autor do livro “O Dilúvio de Noé – 3.398 AC,” e ªM. Rehwinkel, autor do livro “A Idade da Terra,” seguem o texto da Septuaginta. Esta é uma tradução grega a partir dos textos em hebraico do Velho Testamento, produzida em cerca de 25 AC. .Nessa tradução, o nome de Cainan é inserido entre os nomes de Arfaxade e Sela eo tempo de sua vida é apresentado como 460 anos. Lucas também inclui este nome na genealogia de Jesus em Lucas 3:36. No texto da Septuaginta, são adicionados 100 anos às vidas de Arfaxade, pelegue, Réu e Serugue. 156 anos são adicionados á vida de Naor e 26 anos à vida de Selá. A idade de Éber é reduzida em 60 anos. Tudo somado, são adicionados 1000 anos em comparação com outros textos bíblicos. Esse texto estabelece a idade da terra em cerca de 7.000 anos e datao dilúvio em 3.398 AC. O texto massorético data o dilúvio em 2.350 AC. Teachout acredita que o texto da Septuaginta seja o mais correto, devido a ser um texto mais antigo que o massorético. O registro mais antigo do texto massorético é de aproximadamente 100 AC . Teachout também segue a septuaginta porque Lucas e outros escritores do Novo Testamento, aparentemente utilizaram-na como fonte.

Texto Massorético

Por outro lado, C.G. Ozanne, tem um ponto de vista totalmente oposto em seu excelente livro “Os Primeiros 700 Anos.” De acordo com Peter Ruckman em seu livro “Que Bíblia é a Palavra de Deus?” a septuaginta é uma falsificação dos tempos alexandrinos no Novo testamento. Eugene Faulstich acredita que quando a Septuaginta foi traduzida (70 eruditos trabalhando em cerca de 250 AC), cada civilização disputava pára ver qual seria a mais antiga. Os Babilônios contendiam que eles eram a civilização mais antiga. Na septuaginta os Hebreus adicionaram 1.000 anosao texto massorético para se apresentarem como civilização mais antiga ainda. Estes dois pesquisadores acreditam que a septuaginta é racionalista e não é tão digna de confiançaquanto o texto massorético. Muitas pessoas não acreditam que Abraão poderia ter vivido 350 anos após o Dilúvio. Entretanto, os tabuinhas de Ebla, descobertas recentemente, revelam que lá existia uma civilização completa 200 anos após o Dilúvio.Assim, este argumento está desaparecendo. 

Ozanne acredita que os tradutores da Septuaginta tentaram amenizar o problema no texto Massorético de que Éber viveu até 464 anos enquanto que, seu filho, Pelegue, viveu apenas 239 anos. Isso foi conseguido ao se atribuir a Éber 404 anos e a Pelegue 339 anos. Isso tudo não é necessário se considerarmos que houve uma separação continental nos tempos de Pelegue. A separação de uma simples massa de terra nos continentes atuais alteraria tanto o clima do planeta que a média de vida seria grandemente reduzida. Isso então poderia ser a causa da diferença de 200 anos dos tempos de vida de Éber e Pelegue.

Cainã

O problema de Cainã em Lucas 3:36 é um problema confuso. Lucas, por inspiração divina, incluiu este nome que na Septuaginta aparece entre os nomes de Sala e Éber. Se foi permitido um nome extra, então, Éber não é realmente o filho de Sala, mas seu filho. Então,devemos permitir outros netos e as genealogias não são consecutivas. Isto excluiria uma datação exata. Alguns dizem que o nome de Cainã, foi inserido por um copista em Lucas 3:36, mas, a crítica textual não vê dessa maneira. Uma possível explicação é queCainã e Eber eram irmãos gêmeos, e um deles, não foi mencionado no texto massorético. Entretanto nós lemos em Lucas que Éber era filho de Cainan e que Cainan era filho de Selah.Isso exclui a possibilidade deles serem irmão gêmeos. De acordo com o texto massorético, Selah tinha 35 anos quando Éber nasceu, e, uma podemos conjeturar que Selah tinha 17 anos quando Cainan nasceu e que Cainan tinha 18 anos quando Éber nasceu.Mas esta explicação, ainda deixa Éber como neto de Selah e, de acordo com o texto massorético, Éber era filho de Selah.
Deve haver uma explicação mas nós ainda não encontramos nenhuma. Nossa experiência nos mostra que quando há um aparenteerro nas escrituras, é apenas isso, “aparente.” Em nossa opinião, o texto massorético é o mais confiável. Mas acreditamos que Lucas 3:36 é inspirado; ainda estamos buscando uma explicação satisfatória.

O Tamanho da Arca de Noé

Muitas pessoas afirmam que a Arca de Noé não era suficientemente grande para poder comportar todos os animais necessários para repovoara a terraapós o Dilúvio e nem para armazenarcomida para Noé e sua família. Estas objeções são listadas por Morris e Whitcomb em “O Dilúvio deGênesis.”
A afirmação deJan Lever, professor de Geologia na Free University em Armsterdã, de que a expressão “sete de cada” em GN 7:2,3 significa, na verdade, 14 pares. Ele afirma que atualmente existem 15.000 espécies de pássaros; isso significa que 210.000 pássaros teriam de ter sido colocados na Arca.
Morris e Whitcomb argumentam que pode ter havido apenas 8.600 espécies de pássaros; e quea expressão “sete de cada” é uma referênciaapenas a animais considerados cerimonialmente limpos e que havia muitos animais impuros a bordo.

Em seu livro “O Dilúvio, Local ou Global?”O Dr Arthur Custance afirma que haveria um problema para fornecer água potável para a família de Noé e para os animais a bordo. Morris e Whitcomb dizem que a chuva forneceria água suficiente. Custance também diz que o ar nas regiões acima das montanhas teria sido rarefeito demais para alguns animais, o que Morris e Whitcomb rejeitam dizendo que a pressão atmosférica depende do nível dos oceanos e a Arca encontrava-se ao nível do mar.

O Dr. Ernst Mayr, classificador de espécies proeminente, listou um total de um milhão de espécies animais. Morris e Whitcomb excluíramtodas as formas de vida marinha e agruparam as demais em 35.000 espécies, reconhecendo a habilidade de diversificação das espécies principais. Considerando o tamanho médio dos animais como sendo do tamanho de uma ovelha, eles calcularam que 240 animais poderiam ter sido abrigados em um espaço do tamanho de um vagão de trem. A Arca, por sua vez, tinha espaço suficiente para abrigar o conteúdo de 522 vagões . Assim sendo, seriam necessários apenas 146 vagões para comportar todas as 35.000 variedades de animais, deixando dois terços da Arca para armazenamento de comida, água, etc. Outro problema seria cuidar de tantos animais. Talvez o Senhor tenha–os induzido à hibernação, reduzindo assim a um mínimo suas necessidades de cuidados.

Outra pergunta freqüente é: “Como os dinossauros forma preservados na Arca?” Os dinossauros são uma forma de vida marinha e talvez não tenha sido necessário entrarem na Arca. Ou, talvez, tenham sido colocados a bordo apenas dinossauros jovens de tamanho pequeno, ou alguns de variedades menores. A extinção dos dinossauros não se deve à falta de terem sido preservados na Arca, ma sim ao fato de sua inabilidade em lidar com as condições climáticas após o Dilúvio.

Em 1883, um grupo de Turcos descobriu a Arca no Monte Ararate. Tinha havido um verão extremamente quente e grandes avalanches de neve soterraram muitos vilarejos. Nas montanhas, o gelo e a neve que haviam derretido expuseram parte da Arca. Dentro da Arca foram encontradas celas de 5 metros de altura, suficientemente grandes para abrigar animais enormes.

Entrando na Arca

Dissemos que apenas 35.000 espécies ou variedades de criaturas vivas entraram na Arca para serem preservadas. Mas 35.000 é um número considerável. A pergunta é: “Como Noé fez para reuni-los todos?”
Como um canguru da Austrália poderia atravessar o OceanoPacífico para chegar até a Arca? Talvez houvesse apenas um continente antes do Dilúvio e os animais não precisaram atravessar longos espaços de água.

Também devemosreconhecer que, muito do que se diz respeito à Arca de Noé é sobrenatural. Deus trouxe os animais para a Arca, conforme GN 6:20 e 7: 9-15 nos ensina. Elesvieram sozinhos. Noé não precisou arrebanha-los. Mesmo hoje em dia, os pássaros possuem instintos de migração e viajam através de vastos oceanos sem se perderem. Deus poderia ter usado um instinto semelhante para conduzir os animais à Arca. Isto é sobrenatural e supercientífico. Nós não somos capazes de entender muitas coisas que observamos em nossos dias; porque, então, deveríamosesperar entender tudo o que aconteceu durante o Dilúvio? Devemos dar espaço para a ocorrência de milagres. Mesmo que, haja uma linha tênue entre o que chamamos natural e sobrenatural .

As Águas Prevaleceram 150 Dias

Durante o Dilúvio a, choveu por 40 dias e 40 noites (Gn 7:12) e as águas prevaleceram sobre a terra por 150 dias (Gn 7:24). As águas aumentaram depois que as chuvas cessaram (Gn 7:17); as águas continuaram a subir e prevaleceram por 110 dias após a chuva ter parado. Finalmente, todos os grandes montes abaixo dos céus foram cobertos ea água atingiu a profundidade e 15 cúbitos (acima das montanhas mais altas) o suficiente para a Arca flutuar sobre as montanhas mais altas (Gn 7:20).

Em seu livro, “O Dilúvio Bíblico e a Era do Gelo,” Donald Patten, sugere que isso é uma referência ás marés. As marés vêm e vão, aumentam e diminuem. Em Gn 8:3, lemos que “as águas iam se escoando continuamente da terra” durante o processo de enxugamento,e na opinião de Patten, a Arca não aportou até que as enormes marés entrassem em ação. Ele também sugere que a Arca foi conduzida às altas montanhas na região de Ararate,ao invés de flutuar corrente abaixo, em direção ao oceano.

Os críticos de Patten o acusam de negar o Dilúvio verdadeiro e de substituí-lo por marés. Outra idéia é fornecida por Charles Morse emum ensaio intitulado “A Fonte das Águas e a Força Motriz do Dilúvio de Gênesis,” publicado em Julho de 1971, no Periódico bíblia-ciência. Ele acredita que deus tenha causado uma fissura nas profundezas do oceano para fazer com que a água subisse 2 km ou mais, assim, cobrindo de água todas as massas de terra . Ele continua com a sugestão de que seis meses mais tarde, Deus causou outra fissura, nas profundezas das massas de terra faz3ndo com que a água fosse drenada.

O Dr. WalterBrown tem outra opinião, apresentada em seu manual para seminários criacionistas intitulado “No Princípio.”Ele acredita que os continentes se separaram durante o Dilúvio e em seu período de recesso ao invés de um período posterior, devido à uma era do gelo que, alguns dizem,ocorreu na época de Pelegue (Gn 10:25).

Qualquer que seja a posição que tomemos quanto ao “romper das fontes do grande abismo”, é aparente que mudanças geológicas drásticas ocorreram abruptamente. Conforme estudamos a gargantas do Grand Canyon, no Arizona, podemos perceber como Deus permitiu que a crosta terrestre fosse mutilada e partida por ocasião do rompimento das fontes do Grande Abismo (Gn 7:11). O Dr. Clifford Burdick, geólogo, acredita que antes do Dilúvio, havia um balanço perfeito entre as placas continentais da terra. Quando as fontes do Grande Abismo se romperam, milhares de vulcões entraram em erupção por todo o globo terrestre e as placas continentais começaram a se partir, formando o que nós chamamos hoje de“anel de fogo” dos oceanos ou falhas.Burdick também acredita que antes do Dilúvio, não havia erupções vulcânicas nem terremotos.E#lê acha que os terremotos formaram as ilhas Galápagos eo arquipélago do Havaí!

O Dr. Bernard Northrup descreve as dunas de areia do oeste Americano em seu livreto “ O Que Você Deveria Saber Sobre Dinossauros.” Existem imensos depósitos de areiano Parque NacionalZion no sul de Utah e também próximo a Vernal, Utah, onde um grande número de esqueletos de dinossauros têm sido encontrados. Estes depósitos geológicos de areia, estendem-se através dos estadosde Utah e Colorado, até a Califórnia.Calcula-se que exista areia na extensão franciscana da Califórnia, suficiente para cobrir todos os Estados Unidos com uma camada de 200 metros de profundidade. E existe mais areia lá do que do que em todo o oeste americano. De onde veio toda essa areia.

O Dr Northup faz referência aos versículos bíblicos onde lemos que Deus fez com que um vento soprasse sobre a terra, enxugando-a . O Dr. Northrup, estudioso do Antigo testamento, sugere que esse versículo deveria ter sido traduzido como “vai e vem”. Esses versículos descrevem ventos com velocidades incríveis, que varreram areia de umada terra para outra. Os padrões de rochas formadas pela ação do vento no Parque Nacional Zion e também a formação rochosa de Coconino, no Grand Canyon, parecem ser boas evidências da existência desses ventos. A maior parte dos ossos de dinossauros descobertos encontram-se nessas formações eólicas. Isso significa que os Dinossauros poderiam ter sido destruídos rapidamente, e, portanto, longos períodos de tempo não seriam necessários.

 

Identificação do Monte Ararate

No primeiro capítulo do livro “A Arca de Noé: Fato ou Fábula?(1953)”,Violet Cummings, discute a controvérsia sobre a localização do Monte Ararate. Seria mesmo o Monte Ararate atual o mesmo Monte Ararate em que Arca de Noé veio a repousar? Esta informação encontra-se resumida num artigo de Walter Lang, intitulado: “A Testemunha do Monte Ararate”, publicado na Revista “Five Minute” em Julho-agosto de 1974. também existe um excelente documentáriointitulado “O Dilúvio e Arca de Noé,” por Dabney. 

O inglês James Bryce , reportou à Sociedade Geográfica Real de Londres que em 1876, ele encontrou madeira trabalhada no Monte Ararate, a qual ele acreditava ser um pedaço da Arca. Sir Henry Rawlinson, afirmava que a montanha onde a Arca havia repousado ficava um pouco mais ao sul, e outros concordavam que uma montanha ao sul do Lago Van, chamada de Judi Dagh, localizada na fronteira entre a Turquia e o Iraque era o verdadeiro Monte Ararate. Em 1970, um arqueólogo chamado Albrecht apareceu com a idéia de que o Monte Ararate ficava no centro da Turquia. 

A Senhora Cummings responde a essas objeções de varias formas. Mas, principalmente destacando que muitas pessoas que afirmam ter visto a Arca, dizem tê-la visto no Monte Ararate Atual. Conhecida como Agri Dagh pelos turcos que significa “montanha dolorosa.”

Em 1856 três cientistas britânicos e dois guias armênios, afirmam ter encontrado a Arca. Em 1883, um grupo de Turcos afirma, terem entrado na Arca.Em 1887, o príncipe Nouri diz tê-la encontrado em sua terceira tentativa. Um armênio que agora vive em Chicago afirma que quando era garoto, viu a Arca em varias ocasiões. Em 1915-1916, um grupo de cem russos explorou os compartimentos da Arca. Jacob Radtke, de Alberta, Canadá, afirma ter visto a Arca quando ela tinha 18 anos, quando era um soldado servindo no exército russo, enquanto combatia os turcos. Ele diz que havia uma estrada de ferro primitiva que serpeava pela encosta da montanha e que ele e mais 500 soldados avistarama Arca enquanto viajavam em vagões abertos. Não existem evidências da estrada hoje, mas, livros os de história a mencionam e existem vestígios de madeira trabalhada na montanha que podem ter sido dormentes dos trilhos.Em 1932, Carveth Wells, encontrou madeira trabalhada e em 1936,Sir Hard Wicke afirmou ter encontrado vigas de madeira na montanha. Um fazendeiro Turco chamado Reshit, avistou a Arca em 1948 e em 1954, George Greene tirou fotos da Arca do alto de um helicóptero. Em suas expedições de 1955 e 1969, Fernando Navarra da França, afirma que ele viu a Arca e que retornou ao seu país com um pedaço de viga de madeira. Todas essas testemunhas apontam o atual Monte Ararate como onde a Arca repousa. 

Alterações Geológicas

O Dr. Clifford Burdick, geólogo, estudou a montanha em 1966, 1969 e 1971. Ele encontrou evidências devastas alterações geológicas. A Montanha original demonstra um profundo corte. Este corte foi produzido pelo Dilúvio. A partir da fenda, estudando a natureza das rochas, podemos determinar a altura da montanha original. O Dr. Burdick acredita ter evidências de que a montanha se estendia a uma altura de 6.000 metros. Sua altura atual é de 5.000 metros. Também existem evidências no topo da montanha de que ela foi coberta de água. Existem indícios de lava solidificada de forma circular, o que indica que a lava foi expelida de debaixo d’água. Também existem rochedos em sua calota de gelo, a partir de 4.000 metrosque foram originados pela lava e água que jorravam juntos. Esta montanha, mais do que qualquer outra, vem sofrendo alterações e fornece evidências de que vastas alterações ocorreram no passado.Ela já não é mais “muito boa” como quando Deus a criou. Ela é uma evidência do pecado humano sobre a natureza e aponta para a necessidade de uma arca mais importante de todas, Jesus Cristo. Apenas pela morte substitutória de Jesus Cristo, a perfeição da criação poderá ser restaurada.

rushing water. This mountain, more than most, is changing and offers evidence of vast changes in the past. It is not “very good” as everything was when God finished creating it. It is evidence of the effect on nature of human sin and points to the necessity of the most important Ark of all, Jesus Christ. Only through the substituted atonement of Jesus Christ can the perfection of creation be restored. 

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