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A propaganda utópica do neo ateísmo.

Trarei nesse post um assunto relacionado as alegações da alguns neo ateístas,sobre a religião,antecipo que meu propósito não é defender as religiões,pois AO MEU VER quem leva o homem a Deus não são as religiões,seja ela qual for,talvez o papel da religião seja apontar o caminho,e as religiões fazem isso,apontam o caminho,um caminho para diversos deuses,cabe ao homem trilhar o caminho ou não,e cabe ao homem verificar qual caminho é verdadeiro,e as experiências pessoais fazem o homem compreeder qual caminho é verdadeiro e qual é falso,e por incrivel que pareça, o indivíduo pode ter a revelação do verdadeiro caminho mas não ter a disposição de trilha-lo.

Mas agora vou abordar o tópico em questão afinal os neo ateístas estão certos?Seria o ateísmo um caminho a ser trilhado rumo a liberdade?A harmonia entre as pessoas?Seria o ateísmo  límpido???Ou seria o ateísmo uma propaganda antirreligiosa extremista? 

Diante dessa questão trago a tona o artigo do blog Quebrando O Encanto do Neo Ateísmo abordando o assunto:

Neo-ateísmo e comunismo: o espaço de ligação

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Tradução: Religião é veneno

Proteja as crianças

Já estou acostumado a ver alguns neo-ateus reclamando que eu digo que todos eles são “comunistas” ou coisa do tipo. Embora eu já tenha desfeito essa confusão antes, como ela é recorrente, vale a pena tocar no assunto de novo.

Vou deixar a minha tese clara: embora nem todo neo-ateu seja comunista, a prática da militância da antirreligião deixa eles como FUNCIONAIS da agenda de líderes e ideólogos comunistas (e da esquerda humanista em geral, pela sua tradição antirreligiosa). O motivo para isso é simples: a tradição intelectual marxista, por exemplo, está FORTEMENTE ligado ao ateísmo. Para que os vendem a ideologia de Marx é necessário que exista, socialmente, uma boa aceitação (a) ao ateísmo e (b) à visão de que a religião é algo ruim. E quando um neo-ateu gasta 5 horas por dia, por exemplo, SOMENTE para difamar a religião perante terceiros (que irão aderir suas idéias), ele está, indiretamente, ajudando a esse outro grupo que deseja a aceitação social à (a) e (b). E note que eu não alego que isso é feito de forma consciente, como se estivéssemos falando de uma aliança. Nada disso. É por isso que o neo-ateu será somente um “funcional” ou um “agente indireto”, na guerra cultural, para esses ideólogos.

E isso é inevitável em qualquer lugar. Eu também sirvo aos interesses, indiretamente, de vários grupos: Igreja Católica, Evangélica, Calvinista, grupos de teístas orientais, etc (e não pensam que eu sou 100% simpático a todos). Essa ajuda se dá porque eu refuto quase que diariamente o neo-ateísmo e a refutação do neo-ateísmo traz BENEFÍCIOS, mesmo que indiretos, aos referidos. Se o neo-ateísmo estiver forte, a Igreja Católica perde espaço. Se o neo-ateísmo estiver mais fraco, a Igreja Católica pode ganhar mais espaço. Simples assim.

O fato é que existe um ponto de ligação entre o neo-ateísmo e o comunismo, que é o espírito contrário à religião. Para ilustrar a ligação a qual indico, usarei cartazes traduzidos que eram divulgados, de maneira formal, pelo governo da própria União Soviética. Os créditos das imagens e das traduções vão todos para o seguinte site: http://historica.me/profiles/blog/show?id=3692464%3ABlogPost%3A17597

O primeiro deles (no topo do post) diz “Religião é Veneno; Proteja as Crianças”. Nele, verificamos uma senhora puxando uma criança pelos cabelos para levá-la até a Igreja, de forma violenta. A criança olha para o outro lado, como se pedisse ajuda ao homem do prédio. Além disso, também temos os seguintes cartazes:

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Tradução: A religião é entorpecente para o povo.

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Tradução: Aranha e moscas

Na primeira figura, a religião é retratada como um peso para o homem servil controlado por um “bon vivant”. Na segunda figura, o líder ortodoxo é retratado como um aranha pegando suas moscas (isto é, presas) com a sua teia. Agora, pergunto: quantos desses cartazes não poderiam ser endossados HOJE pelos neo-ateus? Com uma adaptação aqui ou ali, é exatamente o tipo de besteira que eles compartilham e curtem no Facebook, por exemplo. Simplificação, apelo emocional, generalização, foco em utilitarismo, fingir que é tudo “pela dominação”… Você não ouviu isso em algum lugar recentemente? (O estratagema de fazer o apelo emocional quanto à criança é um dos preferidos de Richard Dawkins, aliás).

Tendo essa noção em mente, referente ao ponto de ligação, não é NENHUMA surpresa achar elogios rasgados a Dawkins no site do PSTU (ver aqui) ou o audiobook de Deus um Delírio no blog do PSOL (ver aqui) – dois partidos de esquerda radicais. Afinal, Dawkins e todos os neo-ateus na internet são agentes de influência para a agenda política desses grupos, no molde do que foi explicado no início do post.

“Ah, mas o comunismo nem tem mais a mesma força de antes”. Concordo. Hoje em dia, em comparação a outras épocas, ele, em sua forma “clássica”, aparenta estar mais fraco. Mas isso NÃO refuta o ponto de que os pequenos partidos comunistas, além dos ideólogos presentes em Universidades Federais, são ajudados pela propaganda dos neo-ateus. Além disso, a “New Left”, que é humanista, também está sendo beneficiada pela atuação funcional de neo-ateus, mesmo que eles não sejam conscientes disso. E era isso que eu queria dizer quando eu fiz esses paralelos.

Aproveitando um resumo que já fiz em outro post:

  • (1) O que existe é uma tradição de posição contrária à religião na esquerda política (como em Marx ou como em defesa de políticas específicas como o aborto);
  • (2) Por isso, um neo-ateu que milite contra a religião ajuda a esquerda que é adepta dessa posição (pois se ambos compartilham da mesma “agenda”);
  • (3) Mas disso não segue que todo ateu é comunista ou de esquerda, pois um ponto em comum não os iguala em todos os pontos;
  • (4) Nem que toda esquerda é composta por ateus, pois é possível fazer posições “lights” ou alternativas de esquerda, como a Teologia da Libertação de Leonardo Boff;
  • (5) Se encontrarmos mais posições direitistas entre religiosos ortodoxos e mais “liberais” ou “esquerdistas” entre ateus, é possível tentar pesquisar se isso tem relação com os valores oriundos da religião;
  • (6) Sempre lembrando que não é necessário ser religioso para ser conservador, pois um secular também pode acreditar em princípios conservadores;

Enfim, se alguém não ficou satisfeito com o que eu disse aqui, recomendo a leitura de mais dois textos:

Depois dessas explicações, se alguém vier aqui dizer que eu alego que “todo neo-ateu é comunista/marxista”, aí será somente o caso de desonestidade intelectual pura e simples ou burrice ao extremo. E em ambos os casos, já não vale mais a pena discutir com o interlocutor.

 

Especial: Coletânea CARL SAGAN

Primeiramente, conseguimos cumprir o desafio proposto por mim de “curtir” a página em um tempo muito curto! Na verdade, já temos 70 likes, mais do que o triplo do que eu havia pedido. Obrigado a todos os leitores!

E se você ainda não curtiu, clique aqui e curta agora: http://www.facebook.com/quebrandoneoateismo

Ao “curtir”, você recebe os novos posts diretamente na sua linha do tempo do facebook (acredito; avisem-me se eu estiver errado) e ainda ajuda a divulgar o blog de uma forma rápida, simples e eficaz. Se você está contra a difamação neo-ateísta, ajude-nos!

Também aproveito esse agradecimento para fazer uma pequena coletânea de posts que fiz no blog sobre Carl Sagan. Muitas vez pensamos que Sagan fazia um papel de “tolerante” e “agnóstico”, em oposição ao ateísmo agressivo de Dawkins e sua turminha. Assim, ele seria “inofensivo”. Nada mais errado.  Em relação a truques, não podemos ignorar a sua influência. Além dos casos em que ele diretamente fez alguma frase antirreligiosa/antirreligiosos, ainda há muitos outros casos em que o modo de pensar que Sagan vendia (“Sou cético”, “Estou do lado da ciência” – o famoso self-selling) é a gênese DIRETA do desprezo pelos religiosos.

Enfim, aí vão alguns dos principais truques que tem, de forma direta ou indireta, Sagan como sua fonte:

Todos já devem ter ouvido algum neo-ateu falar que “alegações extraordinárias precisam de evidências extraordinárias”, jogando alegações religiosas nesse balaio. Nesse artigo, eu demonstro o porquê dessa frase e desse conceito estarem errados.

Esse é um truque emocional de self-selling e capitalização própria. O neo-ateu, com inspiração em Sagan, dirá que “não se pode convencer um crente de nada, pois a sua crença se baseia numa profunda necessidade de acreditar”. Além do safanão dado por Olavo de Carvalho, que cito por lá, ainda tenho o desmascaramento completo do truque. Confira!

Nos somos apenas poeira das estrelas vivendo em um pálido ponto azul… Você acha que algo assim é especial? Se não é, então Deus não existe! Bobagem, é claro. Clique no link e leia a refutação.

Essa técnica já é clássica. Se você quiser que ler apenas um desses artigos, recomendo que seja ou esse ou o segundo da lista. Ainda tenho uma refutação sistemática feita através de uma imagem, que dá uma marca especial para esse post que você não deveria deixar de lado.

Para finalizar, uma trucagem explícita. Aqui, o neo-ateu dirá que “Quando seu filho está doente, você tem duas opções: ou levá-lo ao médico ou ficar em casa rezando”. Quem já leu um guia de falácias identifica rapidamente o erro CRASSO contido nessa frase, que também é de cunho puramente emocional. Aprenda rapidinho a jogá-la para a lata de lixo intelectual com meu artigo.

Mais uma vez, obrigado a todos. Desejo-lhes que tenham boas leituras dos posts e bons estudos em geral! Agradeço a todo apoio que vem sendo me dado! Obrigado novamente!

 

fonte :   http://teismo.net/quebrandoneoateismo/

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KARL MARX e seu livro “Oulanem”: O satanismo no comunismo.

Karl Marx: ditadura, tortura e morte. Satanismo?Karl Marx: ditadura, tortura e morte. Satanismo?

Traduzido ao inglês por Alexei Salapatov • Versão portuguesa por Marcos Tetsuji Morita
Baseado no livro “Marx and Satan” de Richard Wurmbrand. O autor: o pastor luterano Richard Wurmbrand passou 14 anos prisioneiro e torturado pelo regime comunista da Romênia. Depois que sua liberdade foi obtida através de um resgate em dinheiro, fundou a organização cristã A Voz dos Mártires.  Extensivas fontes adicionais são citadas com links no final do artigo para leitra ou compra das mesmas. A origem do marxismo se encontra no misterioso culto satânico – algo que pouquíssimos marxistas sabem. Leia mais a respeito!

 

A origem do marxismo se encontra no misterioso culto satânico – algo que pouquíssimos marxistas sabem.

Antes de se tornar um economista e comunista famoso, Marx pagou seu tributo ao humanismo. Hoje, um terço (o artigo foi escrito antes da queda dos regimes socialistas e comunistas entre 1989 a 1991) do mundo é marxista. Muitas pessoas do mundo ocidental reconhecem o Marxismo de um jeito ou de outro. Há, inclusive, muitos cristãos, alguns altamente reverenciados, que estão convencidos de que se Cristo disse muitas verdades sobre o Reino de Deus, as respostas verdadeiras de como auxiliar os famintos, pobres e oprimidos, se encontram nos escritos de Marx.

A Teologia da Libertação: baseada em falsas premissas de um marxismo humanitário inexistente

Temos ouvido que Marx era profundamente humanitário; que ele era possuído pela ideia de ajudar as massas oprimidas. Sua crença: a causa da opressão é o capitalismo. Tão logo esse sistema podre fosse destruído e o poder colocado sob o controle do proletariado, uma nova sociedade surgiria, onde todos trabalhariam e receberiam de acordo com as suas necessidades. Não haveria nenhum Estado que faça repressão aos indivíduos, nem guerras ou revoluções, mas uma fraternidade mundial das nações para sempre…

Eis como os Marxistas explicam as suas posições. Há, portanto, até alguns cristãos que sustentam visões similares. Pastor Ostereier da Grã-Bretanha uma vez pregou num sermão: “Comunismo, não importa de que forma, bem ou mal como aparece hoje, é um movimento para a libertação do homem da exploração. Nós, os membros do Corpo de Cristo, humildemente penitentes, deveríamos reconhecer que devemos muito a cada comunista”.

Karl Marx: jovem cristão

Eu passei muito tempo no esforço de estudar e pesquisar os pensamentos de Karl Marx e tive sorte de encontrar muitas coisas que gostaria de partilhar com os meus leitores.

Na sua juventude, Marx foi cristão. O primeiro trabalho conhecido de Marx se intitula: “Unidade dos crentes em Cristo segundo Evangelho de S. João 15:1~14: Unidade no sentido de necessidade incondicional, influência”. Aqui encontramos as seguintes palavras:

“União com Cristo é encontrado num companheirismo íntimo e vivo com Ele e no fato de sempre O termos diante de nossos olhos e nos nossos corações. E, ao mesmo tempo em que somos possuídos pelo Seu infinito amor, dirigimos os nossos corações aos nossos irmãos, com quem Ele nos une intimamente, por quem Ele Se sacrificou”.

Portanto, Marx estava ciente da maneira pela qual as pessoas podem mostrar o amor fraterno uma à outra, isto é, através do Cristianismo.

Ele continua: “Portanto, a unidade com Cristo exalta interiormente, conforta nas provações e torna o coração aberto para amar as pessoas, não por causa do nosso orgulho ou sede da fama, mas por causa de Cristo”.

Mais ou menos na mesma época, ele escreve no seu trabalho intitulado: “Pensamentos de um jovem diante da escolha de uma profissão”:

“A religião nos ensina o Ideal a Quem nós todos aspiramos. Ele Se sacrificou por toda a humanidade. Quem ousará negar tal afirmação? Se escolhemos uma profissão ao qual podemos dar o melhor de nós pela humanidade, então não devemos hesitar sob o seu peso, porque é um sacrifício por todos”.

Quando ele se formou no colégio, o seu diploma trazia os seguintes dizeres na categoria “Conhecimento religioso”:

“O seu conhecimento de ensinamentos e princípios Cristãos é claro e adequadamente fundamentado. Conhece também em profundidade a história da igreja Cristã”.

Karl Marx: o mistério ao se tornar ateu

Logo após receber o seu diploma, algo muito misterioso aconteceu. Mesmo antes de Moses Gess levar Marx à persuasão socialista em 1841, ele se tornou um ateu zeloso. Esta mudança de caráter pode ser verificada nos seus anos de estudos posteriores.

Num dos seus versos, Marx escreveu: “Anseio vingar-me d’Aquele que dita as regras do alto”, Marx acreditava que “Aquele que dita as regras do alto” de fato existia. Ele O desafiava, embora Deus nunca o tenha prejudicado. Marx provinha de uma família relativamente rica. Ele não passou fome na infância e nos anos de estudante vivia muito melhor que a maioria dos seus amigos. Portanto, o que teria causado esse ódio feroz contra Deus?

Motivos pessoais não nos são disponíveis (talvez a falta de dinheiro tivesse feito Marx se desesperar contra Deus e buscar outra saída…). Teria sido Marx apenas um porta-voz de alguém nessas afirmações desafiadoras?

Uma alma desesperada busca a solução em Lúcifer

Durante este período, as seguintes linhas são encontradas num poema intitulado “Conjuração de alguém caindo em desespero”.

Estabelecerei o meu trono acima
Frio e terrível será o seu topo
O tremor supersticioso é a sua base
Mestre – agonia mais obscura.

Aquele que olhará com olhares saudáveis
Se retirará, empalidecerá e emudecerá mortalmente
Possuído pela mortandade cega e fria
Preparará um túmulo com sua alegria.

As palavras “estabelecerei o meu trono” e sua confissão que a agonia e o medo sairão daquele que se senta no alto do trono, nos recorda o brado orgulhoso de Lúcifer: “Hei de subir até o céu e meu trono colocar bem acima das estrelas” (Isaías 14:13).

O livro satânico de Karl Marx, Oulanem: criação de um espírito vendido

Por que Marx necessitava de tal trono? A resposta para esta pergunta se encontra no drama infame escrito por ele nos seus anos de estudante. O drama é chamado “Oulanem”. Há uma menção de “missa Negra” satânica, um ritual conduzido por um sacerdote à meia-noite onde uma Bíblia é queimada. Todos os presentes prometem cometer todos os sete pecados capitais mencionados no Catecismo Católico Romano e nunca praticar o bem. Uma orgia é praticada depois.

A adoração ao Satanás é muito antiga. No Deuteronômio lemos que os judeus “fizeram sacrifícios a demônios” (32:17). Mais tarde, o rei de Israel, Jeroboão, estabeleceu sacerdotes dos lugares altos e dos bezerros que fabricou. (1 Reis 12:25~33).

O que significa Oulanem

Segundo o especialista padre Paul Leonard Kramer: “Marx, como outros satanistas, gostava muito de utilizar inversões e assim ele criou o nome Oulanem. Oulanem é a inversão do nome profético dado por Isaías a Jesus Cristo – Emanuel. Se você soletrá-lo de trás para a frente, então você reverte as sílabas e depois fala de trás para a frente, você muda Emanuel em Oulanem. É uma reversão tripla de Emanuel”. A fonte está citada abaixo.

O “Oulanem” pode ser entendido se lemos com Marx a bizarra confissão feita no verso de sua autoria chamado “As Orações” (The Prayers):

Vapores infernais sobem e preenchem o meu cérebro,
Até eu enlouquecer e o meu coração se transformar dramaticamente.
Vê esta espada?
Foi o Rei da escuridão
Quem me vendeu.

Estas linhas possuem significado especial quando as tomamos tendo em conta que durante os rituais da mais alta dedicação do culto satânico, uma espada encantada que garante um sucesso é vendida para o candidato. Ele paga por ela assinando com o seu sangue tirado da sua veia o contrato que torna sua alma pertencente a Satanás após a morte.

E agora citarei “Oulanem”:

Pois ele está marcando o tempo e dando sinais.
Cada vez mais agitado executo a dança da morte.
E eles também: Oulanem, Oulanem.
Este nome soa como a morte,
Soa até não se reter em formas miseráveis.
Alto! Agora o tenho. Ele se ergue da minha alma,
Claro como o ar, duro como os meus ossos.
E, ainda, personifica a humanidade,
Eu poderia tomá-lo pela força das minhas mãos poderosas
e esmagar com força feroz.
No entanto, enquanto o abismo se abre diante de mim e tu na escuridão,
Tu cairás e eu te seguirei.
Rindo e sussurrando em teu ouvido: “Desça comigo, amigo!”

A Sagrada Escritura, que Marx aprendeu no colégio, diz que o demônio foi lançado por um anjo ao Abismo (Apocalipse 20:3). Marx desejava lançar toda a humanidade neste abismo preparado para demônio e seus anjos.

Fortes indícios de satanismo

Quem fala por Marx neste drama? É razoável esperar tal coisa de alguém tão jovem – que ele sonhasse que a humanidade caísse no Abismo (o “escuridão exterior” como a Bíblia o chama?), e que ele mesmo rindo seguisse aqueles que foram enlaçados na descrença? Em nenhum outro lugar no mundo tal idéia é cultivada exceto nos rituais de dedicação aos mais altos graus da igreja Satânica.

O tempo de morrer chegou para Oulanem. Eis as suas palavras:

Arruinei-me, arruinei-me. O meu tempo se esgotou.
O relógio parou, a pequena construção ruiu.
Logo abraçarei a eternidade, e com um bramido
Ganirei gigantesca maldição para toda a humanidade.

Marx gostava de repetir as palavras de Mefistófeles do “Fausto” de Goethe: “toda a existência é merecedora da destruição”. Toda, inclusive do trabalhador e daqueles que lutaram pelo comunismo nas batalhas operárias e guerras contra o fascismo. Marx gostava de citar estas palavras e Stálin agia de acordo com estas palavras e destruiu até a sua própria família.

Karl Marx não era ateu: venerava outro deus

Membros do culto de Satanás não são materialistas. Eles acreditam na vida após a morte. Oulanem, a personagem cujo caráter Marx assume, não nega vida após a morte. Mas reconhece-a como uma vida cheia de ódio no mais alto grau. Eu diria que a “eternidade” significa “tortura” para os demônios. Eis a razão porque os demônios reclamaram de Jesus: “Que queres de nós, Filho de Deus? Vieste aqui para nos atormentar antes do tempo?” (Mateus 8:29).

Marx diz o mesmo:

Hah, eternidade, nossa dor eterna,
Morte indescritível, imensurável!
Odioso, concebido artificialmente,
Para nos desprezar
Nós, que nós mesmos, como mecanismo do relógio

Cegamente mecânico, criado para ser
Calendários tolos de tempo e espaço,
Sem qualquer finalidade,
Além de manifestação acidental para a destruição.

Começamos a perceber o que aconteceu ao jovem Marx. Ele costumava ter ideais cristãos, mas ele não os aplicava na sua vida. Sua correspondência com seu pai testemunha o gasto de grande quantia de dinheiro para diversão causando infindáveis conflitos com seus pais. Nessa situação ele possivelmente foi apanhado numa armadilha de culto satânico secreto e realizou o ritual de dedicação. Satanás é visto pelos seus seguidores em alucinações durante as orgias e fala através de suas bocas. Marx é apenas porta-voz de Satanás quando proclama “Quero me vingar d’Aquele que está no alto”.

Marx amaldiçoa a humanidade: este é o homem que os socialistas e comunistas seguem até hoje

Vamos ao final do drama “Oulanem”:

Ah! Torturado sobre a roda de fogo,
Devo dançar alegremente no círculo da eternidade:
Se houvesse algo além disso,
Eu me jogaria, mesmo que tivesse que destruir o mundo para consegui-lo.

Construído entre ele e eu!
Deve ser destruído com maldições.
Eliminarei a existência teimosa pelas minhas mãos.
Abraçando-me, ele calmamente desapareceria.
E então – descer ao lugar nenhum.
Desaparecer completamente, e não ser – isto seria – a vida.

No drama “Oulanem” Marx, de fato, faz a mesma coisa que o demônio. Ele amaldiçoa toda a humanidade. (é este o homem cujas ideias os comunistas seguem).

“Oulanem” é provavelmente o único drama no mundo em que todos os participantes estão cientes da sua perversidade e se divertem nele como numa festa. Não há nem branco nem preto, Cláudio ou Ofélia, Iago ou Desdêmona. Tudo é negro nele, e todos parecem possuir o caráter de Mefistófeles. Todos os seus participantes são demoníacos e destinados a perecer.

Humanismo marxista: conversa fiada

Quando Marx estava escrevendo “Oulanem” o jovem gênio estava com 18 anos. Seu plano de vida estava claro naquele momento. Ele não tinha ilusão sobre servir a humanidade, o proletariado ou socialismo. Ele desejava destruir o mundo, estabelecer seu próprio trono baseado nos abalos, espasmos e convulsões do mundo.

Mistérios na correspondência de Karl Marx: outros deuses assumem o lugar de Deus

Neste estágio, as visões de Marx estavam se desenvolvendo. Algumas coisas misteriosas aparecem na sua correspondência com seu pai. Por exemplo, o filho escreve: “A máscara caiu, o meu Santo dos Santos se esvaziou e houve necessidade de colocar novos deuses ali”. Isto foi escrito em 10 de novembro de 1837 por um jovem que anteriormente professava o Cristianismo. Ele costumava dizer que Cristo habitava seu coração. De repente tudo virou de cabeça para baixo. Que novos deuses tomaram o lugar de Cristo?

O pai de Marx respondeu (10 de fevereiro de 1838): “Não exigi qualquer explicação sobre tal coisa misteriosa, embora pareça controverso”. O que teria sido a coisa misteriosa? Nenhum biógrafo foi capaz de explicar tais palavras enigmáticas.

O que, de repente, levou o pai do jovem Marx a expressar ansiedade pelas influências controversas sobre seu filho? Vejamos o teor de outra carta do pai de Karl Marx, onde ele claramente expressa suas preocupações com influências demoníacas sobre o filho até então cristão. Com  a palavra Werner Blumeberg.

Werner Blumenberg, em seu livro Karl Marx: Uma Biografia Ilustrada (Karl Marx: an Illustrated Biography) publicado em 1972, cita uma carta escrita pelo pai de Marx a seu filho, em 2 de março de 1837: “O seu progresso, a preciosa segurança de ver seu nome tornar-se um dia muito famoso e o seu bem-estar material não são os únicos desejos do meu coração. Estas foram ilusões que alimentei por longo tempo, mas posso assegurar-lhe que a sua realização não me teria tornado feliz. Somente se o seu coração permanecer puro e humano, e se nenhum demônio for capaz de afastar seu coração dos melhores sentimentos, somente então eu serei feliz.” O que fez com que um pai expressasse repentinamente o medo da influência demoníaca sobre um jovem filho que até então fora um cristão confesso? …”

Num poema, Karl Marx escreveu:

Perdi o céu,
E o sei com certeza.
Minha alma, outrora bela a Deus,
Está agora destinada ao inferno.

Sem comentários.

O fracasso dos perdedores que têm ódio da humanidade

Marx se iniciou com uma orgulhosa ambição nas artes. Seu verso e drama foram importantes para o descobrimento de seu mundo interior, mas por causa da falta de talento poético, permaneceram inúteis. O fracasso na pintura e na arquitetura deu ao mundo Hitler, no drama – Goebels; na filosofia – Rosenberg.

Marx era implacável inimigo de todos os deuses, um homem que comprou uma espada do príncipe das trevas pelo preço de sua própria alma.

Será que Marx de fato comprou uma espada do Satanás?

Aterrorizando a filha

Sua filha, Eleonora, escreveu um livro intitulado: “O Mouro e o general – memórias de Marx e Engels” (The Moor and the General – memoirs from Marx and Engels). Ela diz que Karl contava muitas estórias para ela e suas outras filhas quando eram crianças. A estória favorita dela era sobre alguém chamado Hans Rekle. Esta estória continuava por meses a fio e parecia nunca terminar. Hans Rekle era um feiticeiro que tinha uma loja de brinquedo e muitas dívidasde. Embora fosse mágico, ele estava constantemente em débito. Portanto, apesar do seu desejo, ele tinha que vender todos os seus lindos brinquedos um por um ao demônio. Eleonora escreveu que algumas destas aventuras eram tão terríveis que seus cabelos se arrepiavam.

Robert Payne, no seu livro “O Desconhecido Karl Marx” (The Unknown Karl Marx), publicado pela New York University Press em 1971, fala também, em detalhe, das palavras de Eleonora, de como o pobre feiticeiro Rekle vendia com relutância seus brinquedos, mantendo-os até o último momento. Mas como ele tinha um compromisso com o demônio, era incapaz de escapar.

O biógrafo comenta: “Mal podemos duvidar que estas estórias sem fim eram autobiográficas. Algumas vezes parecia como se ele estivesse percebendo que estava realizando o dever do demônio”. Marx não concebeu o socialismo quando estava terminado “Oulanem” e outros trabalhos iniciais nos quais admite ter feito um pacto com Satanás.

Karl Marx: o socialismo era secundário, mais importante era destruir as religiões

Naquele tempo Marx encontrou Moses Gess, o homem que exerceu a maior influência na sua vida e o levou a aceitar os ideais socialistas.

Numa carta a B. Auerbasch (1841), Gess descreve Marx como “o maior, possivelmente o único filósofo de hoje… Dr. Marx é muito jovem (24 anos no máximo); ele desferirá o golpe final sobre a religião e a filosofia”. Portanto o primeiro alvo era atingir a religião com um golpe e não a implantação do socialismo.

É um mito que Marx tenha perseguido o ideal de ajudar a humanidade, que a religião era o obstáculo no caminho para a realização daqueles ideais, e que esta era a razão do por que ele tomou uma posição anti-religião. Pelo contrário, Marx odiava todos os deuses e não suportava ouvir sobre Deus. O socialismo era apenas chamariz para atrair o proletariado e a intelligentsia para a realização de um ideal satânico.

Mikhail Bakunin: elogios a Satã

Marx falou muito pouco publicamente sobre metafísica, mas podemos juntar informações sobre suas visões com aqueles que conviveram com ele. Um de seus companheiros na Primeira Internacional era Mikhail Bakunin – um anarquista russo que escreveu que o demônio foi o primeiro pensador livre e salvador do mundo; que o demônio libertou Adão e selou a sua face com o selo do humanismo tornando-o desobediente.

Com a palavra Mikhail Bakunin: “Satanás o rebelde eterno, o primeiro livre-pensador e o emancipador de mundos. Ele faz com que o homem se sinta envergonhado de sua bestial ignorância e de sua obediência; ele o emancipa, estampa em sua fronte o selo da liberdade e da humanidade, instando-o a desobedecer e comer o fruto do conhecimento.

O comunista Bakunin não apenas glorificava Lúcifer, mas tinha um programa concreto de revolução – mas não do tipo capaz de libertar o pobre da opressão. Ele escreveu: “Nesta revolução, devemos despertar o demônio no povo a fim de estimular as suas paixões mais inferiores”.

É importante dar aqui especial ênfase ao fato de que Marx e seus amigos, sendo contra Deus, não eram ateus como os Marxistas modernos se denominam. Embora negassem Deus publicamente, odiavam Aquele cuja existência nunca duvidaram.

Todo satanista ativo tem uma vida pessoal desordenada, Marx não foi uma exceção. Arnold Kunzli, no seu livro, “Marx – Psicografia”, escreveu que Marx era culpado de causar o suicídio de duas filhas e de um genro. Sua filha Laura também enterrou três filhos e depois cometeu suicídio com seu marido.

Fracasso financeiro

Marx perdeu muito dinheiro na Bolsa. Embora um economista brilhante, só perdeu dinheiro.

Uma vez que tudo no culto satânico é coberto de segredo, temos apenas suspeita de que Marx teve ligação com ele. Sua vida desleixada poderia ser mais uma pista na corrente de evidência.

Marx e Engels: mentes indecentes e obscenas

Marx era uma pessoa altamente inteligente, como o era também Engels, porém, suas correspondências são cheias de indecências o que é bastante raro para homens de sua posição social. Cheias de palavras obscenas, porém nunca lemos nas cartas desses ‘idealistas’ qualquer comentário de sonhos humanistas ou socialistas.

Tudo no comportamento de Marx tinha caráter demoníaco. Seu amigo Weitling escreveu: “Assuntos rotineiros de conversa com Marx são ateísmo, guilhotina, Hegel, corda e faca”.

O racismo de Karl Marx

Sendo ele mesmo um judeu, escreveu um livro anti-semita chamado “A Questão Judaica”. Ele odiava não apenas judeus. Odiava também alemães e afirmou que “apenas uma bengala pode erguer um alemão”. Costumava falar sobre a “emudecida nação alemã” e o fato de que “o povo alemão, chinês e judeu podem ser comparados aos vendedores ambulantes”. Finalmente, faz menções da “terrível estreiteza da mente dos alemães” (A. Kunzli “Marx – Psicografia”). Racista também: contou os russos entre os povos da mais baixa espécie, “uma raça bárbara”, e chamou os eslavos “lixo étnico”. É este o homem que os comunistas (socialistas e marxistas inclusive no Brasil) seguem.

Assim descrevemos as várias inclinações que nos permitem crer que Marx poderia muito bem ter sido um satanista.

Um “homem religioso”, segundo a servente

Eis aqui mais um fato interessante. O capitão Reese, um discípulo de Marx, enlutado com a notícia da sua morte, foi à Londres para visitar a casa onde seu amado professor viveu outrora.

A família Marx já havia deixado a casa e pôde apenas falar com uma servente que viveu na mesma casa. Ouviu dela o seguinte comentário surpreendente sobre Marx: “Ele era um homem com temor de Deus. Quando estava muito doente, costumava rezar sozinho no seu quarto diante de velas acesas, enrolando sua cabeça com alguma coisa como uma fita”.

Isso lembra fitas usadas pelos judeus durante suas orações da manhã. Mas Marx foi batizado numa igreja cristã. Nunca confessou o Judaísmo e mais tarde se tornou inimigo de Deus. Escrevia livros contra religião e educou todos os seus filhos ateus. Portanto, o que seria aquela cerimônia que a servente entendeu como sendo oração: Os judeus que oram com fitas nas suas cabeças nunca colocam velas enfileiradas diante deles. Não poderia ser algum ritual satânico?

Meu querido demônio!

Outra possível pista é uma carta ao Marx de seu filho Edgar, datada de 21 de março de 1854. Ela começa com estas palavras surpreendentes, “Meu Querido Demônio”. Quando um filho cumprimenta seu pai de um modo tão ridículo? Mas os satanistas assim fazem em relação a quem amam. Será que seu filho também estava envolvido?

Outro fato significativo: a esposa de Marx lhe escreveu em agosto de 1844: “Sua carta pastoral, Altíssimo Sacerdote e Possuidor das Almas, trouxe paz e tranquilidade ao seu pobre rebanho”.

O resultado: O Manifesto Comunista propõe a eliminação de todas as religiões

Marx expressou claramente o seu sonho de eliminação de todas as religiões no “Manifesto Comunista”. Deveríamos considerar que cultos (=religiões) satânicos fossem incluídos aqui. Não estão incluídos!

Mas a sua esposa lhe endereça o título de Altíssimo Sacerdote. Mas, de que religião? A única fé confessada na Europa onde está presente um Altíssimo Sacerdote é o Satanismo. Portanto, que tipo de carta pastoral poderia um homem escrever sendo ele considerado um ateu? Estes são períodos da vida de Marx que permanecem inexplorados.

Marx morreu no desespero, como morrem todos os satanistas. Escreveu a Engels em 25 de março de 1883: “Quão sem sentido e vazia é a vida, no entanto, quão desejada!”

O que você cristão pode fazer?

Quais são os partidos que apóiam a ideologia marxista, comunista, revolucionária socialista popular radical e agora vemos com indícios de satanismo? Quem prega a luta entre as classes, a birra entre brancos e negros, entre ricos e pobres, entre os que tem olhos azuis e os de olhos castanhos, entre camponeses e fazendeiros…quem está promovendo a guerra entre irmãos? Você sabe quais são esses políticos.

Então mesmo que sua igreja, seu bispo ou seu amigo peça que você vote em candidatos desses partidos, da presidência a vereadores, não vote neles. Você é cristão: aja como tal. Não vote no Oulanem. Afinal, acima da tua igreja, da tua congregação e do teu bispo, quem reina e agradece por isso será Jesus Cristo, o abençoado Emanuel.

Fonte: Predvestník

Fontes e leituras recomendadas:
The Unknown Karl Marx, de Robert Payne, edição 1971 publicada pela Universidade de New York Press
Marx and Satan, de Richard Wurmbrand, publicado em 1986
Marx: eine Psicographie, de A. Kunzli, publicado em 1966
Karl Marx: an Illustrated Biography, de Werner Blumenberg, publicado em 1971 pela editora Rowohlt (Alemanha)
Oulanem: inversão de Emanuel, parte do livro “Divina Impaciência“, padre Paul Leonard Kramer

Estado Ateu

Um Estado ateu ou Estado ateísta é a rejeição de todas as formas de religião por um Estado em favor do ateísmo, habitualmente através da supressão da liberdade de expressão e religiosa. Normalmente apenas os governos comunistas procuraram promover o ateísmo como uma lei pública, de acordo com a doutrina do materialismo dialético marxista. Estados ateus foram implementados nos países comunistas da antiga União Soviética, China comunista, Albânia comunista, Afeganistão comunista, Coréia do Norte e Mongólia comunista. O ateísmo nestes países inclui uma oposição ativa contra a religião, e perseguição de instituições religiosas, líderes e fiéis. A União Soviética teve êxito social em proclamar o ateísmo e discriminar igrejas, essa atitude foi especialmente observada sob Stalin. A União Soviética tentou impor o ateísmo em vastas áreas da sua influência, incluindo locais como a Ásia Central. A Albânia comunista sob Enver Hoxha chegou a proibir oficialmente a prática de qualquer religião.

Estados ateus comunistas

É frequentemente dito que a ideologia comunista defende explicitamente o Estado ateu e a supressão da religião, de acordo com Karl Marx o fundador da ideologia comunista, a religião é uma ferramenta utilizada pelas classes dominantes para que as massas possam “aliviar” brevemente seu “sofrimento”, através do ato de “experiências e emoções” religiosas. Marx afirma que é do interesse das classes dominantes inculcar nas massas a convicção religiosa que os seus atuais sofrimentos levarão a uma “eventual felicidade”. Assim, enquanto as massas acreditarem na religião, eles não tentariam fazer qualquer esforço genuíno para compreender e superar a verdadeira fonte de seu sofrimento, o que, na opinião do Marx foi o seu sistema económico não-comunista. Muitas vezes, interpretou-se que Marx defendia que a religião seria utilizada para “controlar as pessoas”, e que seria o “ópio do povo”. Esta é a principal razão que alguns regimes comunistas no passado e no presente restringiram a liberdade religiosa e proibiram cultos religiosos.

Albânia comunista

A Albânia tornou-se um Estado ateu declarado por Enver Hoxha, e manteve-se assim a partir de 1967 até 1991. A tendência ateísta na Albânia foi levada ao extremo durante o regime quando religiões foram identificadas como importações estrangeiras para a cultura albanesa e foram totalmente proibidas. Esta política foi aplicada e sentida principalmente no interior das fronteiras do atual estado albanês, produzindo uma maioria da população não religiosa.

A Lei de Reforma Agrária, de Agosto de 1945 nacionalizaram as propriedades de instituições religiosas, incluindo os bens de mosteiros, ordens e dioceses. Em Maio de 1967, todas as instituições religiosas tinham renunciado a 2.169 igrejas, mesquitas, claustros, e santuários, muitos dos quais foram convertidos em centros culturais para os jovens. Muitos imãs muçulmanos e sacerdotes ortodoxos renunciaram ao seu passado. Mais de 200 clérigos de diferentes religiões foram detidos, enquanto outros foram obrigados a procurar emprego em qualquer indústria ou agricultura. Como as obras literárias mensais “Nëndori” relataram, a Albânia “criou a primeiro nação Ateísta do mundo.” De 1967 até o fim do regime comunista, foram proibidos as práticas religiosas do país que foi proclamado oficialmente ateu, marcando um evento que aconteceu pela primeira vez na história mundial.

União Soviética

A URSS desde 1922 tornou-se um Estado ateísta. Em 1934, 28% das igrejas ortodoxas cristãs, 42% das mesquitas muçulmanas e 52% das sinagogas judaicas foram fechadas na URSS.[13] O ateísmo na URSS era baseado na ideologia marxista-leninista. Tal como o fundador do Estado soviético, Lenin falou o seguinte sobre a URSS e as religiões:

A religião é o ópio do povo: este ditado de Marx é a pedra angular de toda a ideologia do marxismo sobre religião. Todas as modernas religiões e igrejas, todos (…) os tipos de organizações religiosas são sempre considerados pelo marxismo como órgãos de reação burguesa, usados para a proteção da exploração e o assombro da classe trabalhadora.

O Marxismo-leninismo tem defendido firmemente o controle, repressão, e, em última análise, a eliminação das crenças religiosas. Dentro de cerca de um ano da revolução do estado expropriou todos os bens da Igreja, incluindo as próprias igrejas, e no período de 1922 a 1926, 28 bispos Ortodoxos Russos e mais de 1.200 sacerdotes foram mortos (um número muito maior foi objeto de perseguição).

A Catedral de Cristo Salvador de Moscou, a sede da Igreja Ortodoxa Russa e seu templo mais sagrado, foi destruída em duas rodadas de explosões por ordens diretas de Stalin em 1931, milhares de sacerdotes protestaram contra a decisão e foram presos e enviados à Gulags, em seu lugar os comunistas pretendiam construir o “Palácio dos Sovietes”, a sede do governo stalinista.

A Igreja Ortodoxa Russa possuía 54.000 paróquias durante a Primeira Guerra Mundial, que foi reduzida para 500 em 1940. A maioria dos seminários foram fechados, a publicação de escrita religiosa foi proibida. Embora historicamente a grande maioria da Rússia fosse cristã,apenas 17 a 22% da população é atualmente cristã.

República Popular da China

A República Popular da China foi criada em 1949 e durante a maior parte de sua história manteve uma atitude hostil para com a religião que era visto como sinónimo do feudalismo e do colonialismo estrangeiros. Templos, mesquitas e igrejas, foram convertidos em edifícios para utilização estatais. Durante a Revolução Cultural, a religião foi condenada como feudal e milhares de edifícios religiosos foram pilhados e destruídos.

Esta atitude, porém, foi consideravelmente flexibilizada no final dos anos 1970, com o fim da Revolução Cultural. A Constituição de 1978 da República Popular da China garantiu a liberdade de religião, embora com algumas restrições. Desde meados da década de 1990 tem havido um enorme programa para reconstruir templos budistas e taoístas que foram destruídos na Revolução Cultural. Há cinco religiões reconhecidas pelo Estado: Budismo, Taoísmo, Islamismo e Cristianismo (tanto católico quanto protestante).

[editar] Camboja sob o Khmer Vermelho

Pol Pot reprimiu no Camboja a religião budista: monges foram assassinados; templos e artefatos, incluindo as estátuas de Buda, foram destruídas. Comunidades cristãs e muçulmanas estavam entre os mais perseguidas. A catedral católica de Phnom Penh foi completamente arrasada. O Khmer Vermelho forçou os muçulmanos à comer carne de porco, que eles consideram como uma abominação. Muitos daqueles que se recusaram foram mortos. O clero cristão e muçulmano foram executados. Quarenta e oito por cento de cristãos cambojanos foram mortos por causa de sua religião.

Mongólia comunista

Em 1936 e 1937, um grande ataque à fé budista começou. Ao mesmo tempo, foram efetuados expurgos no Partido Comunista e exército mongol. O líder da Mongólia naquela época era Khorloogiin Choibalsan, de ideologia stalinista.

fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Estado_ateu