Anulando o sofisma da predestinação, eleição incondicional, graça irresistível – “Resposta de um arminiano ao Rev. Augustus Nicodemus acerca de Romanos 9”


Texto extraído do Blog do Jean Patrik

Augustus Nicodemus como a maiorias dos calvinistas começa logo de cara com aquela hermenêutica que todos conhecemos: selecionando textos aqui, forçando outros ali, empurrando outros, sempre tendo o objetivo final de mascarar esteticamente o determinismo calvinista e concluir assim que a melhor exegese soteriológica é a deles.

Selecionei os trechos que se segue para destrinchá-los.

“A chave para entendermos Romanos 9 é a intenção de Paulo, o que ele quer mostrar? A resposta está nos versículos iniciais, 1-5. Ele está triste porque Israel rejeitou Jesus Cristo. Este fato poderia levantar a questão de que a promessa de Deus havia falhado (verso 6). Paulo evita este problema explicando que a promessa foi feita aos descendentes espirituais de Abraão e não aos seus descendentes físicos. Nem todos de Israel são filhos de Deus (verso 6-7).”

Se realmente a chave está nos versículos iniciais, então não deveria ter usado o 2.  “Que tenho grande tristeza e contínua dor no meu coração.” Paulo teria tristeza  por saber que Deus tem seus eleitos para salvação(Judeu ou não) ou ele teria tristeza por ver que os judeus rejeitaram voluntariamente o Messias? Na primeira hipótese, segue-se que Paulo prega o determinismo,  mas tem tristeza, não aceita o que prega. Muito estranho considerando que estamos falando do Apóstolo Paulo que aceitava qualquer situação por amor ao evangelho. Ele segue dizendo: “Porque eu mesmo poderia desejar ser anátema de Cristo, por amor de meus irmãos, que são meus parentes segundo a carne;”.  O motivo da  tristeza dele está claramente explicado, e de nenhuma forma é uma tristeza tendo em vista o plano de Deus e sim, por seus irmãos hebreus terem deliberadamente rejeitado o Messias e assim Deus ter concedido salvação aos gentios. De fato, o Messias, o Senhor Jesus Cristo, veio e os judeus não o reconheceram (Jo 1:11). Paulo afirmou esta mesma verdade em Romanos 10.16-21 . Em virtude da rejeição de Jesus como Messias, pensa-se que os judeus foram rejeitados, ou seja, perderam a oportunidade de serem salvos. Se esta for uma concepção correta, o que dizer das promessas de caráter eterno de que eles são povo e nação exclusiva de Deus? O contexto imediato que se segue é a demonstração que Deus não é infiel, ele é justo e cumpre suas promessas mesmo Israel o rejeitando. “Eles foram escolhidos enquanto indivíduos, embora, certamente, esta escolha venha a ter algum reflexo em seus descendentes (versos 8-13). O ponto de Paulo é que somente os escolhidos de entre a nação de Israel é que creram (e crerão) em Cristo. São indivíduos escolhidos de entre uma nação, para a salvação. Desta forma, Paulo mostra que as promessas de Deus a Israel não falharam, pois dentre a nação Deus sempre escolheu soberanamente, e não por obras, aqueles israelitas individuais que viriam a crer em Jesus Cristo, como o próprio Paulo.” (e item I)Aqui Nicodemus não leva em consideração entre tatas outas passagens a de João 1:12: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome.” Certamente a escolha de cada um não foi predestinada, eles tiveram que receber o Messias, tiveram que crer, enquanto a maioria não quiseram aceitar e inclusive,  perseguiram Jesus, assim como perseguiram outros profetas. Isso fica bem claro em Lucas 13:34: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha os seus pintos debaixo das asas, e não quiseste?”

“(2) A eleição de Jacó sobre Esaú (Romanos 9:10-13) pode ter implicações nacionais, mas começa com dois indivíduos. Não podemos esquecer este fato. (3) Jacó foi eleito e Esaú rejeitado antes que tivessem feito algo de bom ou ruim. O texto está falando de indivíduos que podem fazer o bem e o mal. Não fala de nações que sairiam deles e que fariam bem ou mal. O bem e o mal referido é de pessoas, indivíduos, chamados Jacó e Esaú.”

Sim, de fato começa com dois indivíduos, mas não tem relação nenhuma com eleição deles para salvação. É incluído no contexto um outro caso, o de Isamel, e em cada um,  Paulo demonstra a escolha de Deus para garantir a sua promessa de redenção, tendo uma nação separada para o nascimento do Messias. Não dá para dizer que Esaú ou Ismael foram predestinados para não serem salvos. Longe disso, o Anjo abençoa Hagar e Isael no deserto de Padã-Arã e Isaque abençoa igualmente a Esaú(ainda que com uma benção inferior a de Jacó). A forte expressão “odiei a Esaú” no versículo 13 deve ser vista como um típico exempo de hipérbole oriental, que expressa as coisas em termos de extremos. Além disso, na língua hebraica “amar” geralmente significa “favorecer”, e “odiar” pode significar “favorecer ou amar menos”. Observe, por exemplo, que em Gênesis 29.21, 33, a RSV traduz a palavra hebraica odiar literalmente, enquanto a NIV traduz a palavra como “não amada”. Essa versão reconhece, à luz de Gênesis 29.30, que Jacó amava Lia menos do que Raquel; ele não a “odiava”.  A  palavra hebraica para odiada é traduzida “não amada” na NIV e “desprezada” na RSV. Portanto, é sensato dizer que com tudo isso, a rejeição de Esaú por parte de Deus não significa necessariamente que este foi predestinado para não ter salvação. Ele foi rejeitado simplesmente para Jacó e seus descendentes serem  favorecido no plano de redenção. Ainda em relação às palavras “odeie a Esaú”, certamente que devem serem entendidas como ódio ao pecado que os descendentes dele cometeram, ou seja, Edom. A única coisa que faz com que Deus odei alguém é o pecado. Nicodemus parece não considerar outros versículos do capítulo,  p. ex,   12, que diz que o “maior servirá ao menor”. Isso nunca aconteceu com Esaú em relação a Jacó, mas com os povos descendentes deles.”(4) Rom. 9:15 enfatiza a soberania de Deus na escolha de indivíduos. “Terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia.” O pronome “quem” é um singular masculino. Se Paulo estivesse falando de nações, poderia ter usado um pronome plural.

(5) Rom 9:16 está claramente lidando com pessoas: “Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre”. “Quem quer” θέλοντος e “quem corre” τρέχοντος são dois singulares masculinos. É difícil ver implicações nacionais em tudo aqui. É sobre o desejo e esforço individual.”

Paulo mostra aqui que a aparente injustiça de Deus nas escolhas apenas indica que a  misericórdia e compaixão de Deus são absolutamente livres e estão ao seu soberano dispor. Ninguém pode obtê-las em troca de alguma coisa; ninguém as merece. Nem os judeus que aceitaram , nem os judeus que rejeitaram e nem os gentios. “Compadecer-me-ei de quem me compadecer” significa “Eu não exigirei obras,” v. 11, pois então nenhuma misericórdia jamais seria demonstrada, pois ninguém é capaz de prover as obras necessárias para a salvação. Em outras palavras, a eleição de Deus deriva de sua misericórdia e compaixão. Isso nos leva a crer que a vontade de Deus é “livre, porém não arbitrária”. Portanto, no versículo 16 é expresso que não depende de quem quer, ou de quem corre, mas de Deus usar sua misericórdia. Isso coaduna com o versículo 11 onde diz que não é por obras, mas por aquele que chama. A extensão da misericórdia  é total e emana unicamente de Deus.  Tudo que é listado nos v. 4, 5 era pura misericórdia aos israelitas; tudo que os cristãos, judeus e gentios, agora têm é a mesma pura misericórdia. É interessante que Paulo emprega um passagem de Êx 33.19 que é uma  resposta a um pedido de Moisés de um alto privilégio(“Rogo-te que me mostres a tua glória!”). Deus concede, não porque ele o merece, mas de graça, porque ele “terá misericórdia de quem ele tiver misericórdia, e se compadecerá de quem ele se compadecer.” A passagem, conforme empregada por Paulo, afirma que Deus favorece nações de acordo com sua vontade, mas o apóstolo usa  explicitamente a pessoa de Moisés  como exemplo, o que justifica o pronome “quem” que Paulo usa. “

(6) Rom 9:18 fala do endurecimento de Faraó, um indivíduo. Não está tratando do endurecimento do Egito, mas da pessoa de seu rei, Faraó. Após falar do endurecimento, Paulo resume o que ele está tentando dizer usando pronomes singulares masculinos: “Logo, tem ele misericórdia de quem quer e também endurece a quem lhe apraz”. Se Paulo estava falando de eleição e endurecimento de nações, ao terminar o exemplo pessoal e individual de Faraó ele deveria ter dito que ele endurece e tem misericórdia das nações que quer.”

Paulo nesses versículos usa Faraó como paradigma para Israel. Sempre questionei o porquê de usarem Faraó para defender que Deus queria mostrar seu poder e para isso precisaria necessarimente usar Faraó. Não haveria necessidades de tantas tentativas de alerta por parte de Moisés e Arão. Outra, chega ser óbvio que um imperador egipcio cercado de todo paganismo já era endurecido no sentido de não querer libertar Israel por natureza. Por outro lado, a presença de Israel e o testemunho do que José tinha feito no passado e mais as primeiras demonstrações do poder de Deus através de Moisés foram  suficente para que antes de ser endurecido ele tivesse oportunidades de se arrepender. Transcrevo aqui as palavras de Godet:  “O que não deve ser esquecido, e o que aparece claramente, de toda a narrativa em Êxodo, é que o endurecimento de Faraó, foi inicialmente um ato seu. Cinco vezes é dito dele que ele mesmo endureceu, ou tornou pesado seu coração (Êx 7.13; 7.22; 8.15; 8.32; 9.7), antes da vez quando é finalmente dito que Deus o endureceu (Êx 9.12), e mesmo depois disso é dito que ele endureceu a si mesmo (Êx 9.34). Assim ele inicialmente fechou seu próprio coração aos apelos de Deus; ficou mais firme pela resistência obstinada sob os julgamentos de Deus, até que finalmente Deus, como punição por sua rejeição obstinada do direito, entregou-o à sua louca insensatez e afastou seu julgamento.”. Como arminiano acredito piamente em endurecimento divino, certamente que sim, porém isso não significa que Deus os “endurecidos” são predestinados a condenação, o próprio termo endurecer denota uma ação iniciada em alguém antes não endurecido e não signifca que uma vez endurecido, endurecido para sempre. Mas forçar o exemplo de Faraó é a máxima da doutrina calvinista.”

(7) A objeção em Rom. 9:14, “Que diremos, pois? Há injustiça da parte de Deus?” – faz pouco sentido se Paulo estivesse falando sobre a eleição corporativa ou nacional. A acusação de injustiça poderia facilmente ser respondida se Paulo estivesse dizendo que a eleição de Deus é apenas em relação às nações e não tem a intenção salvadora. (8) Da mesma forma, a objeção em Rom. 9:19 fica totalmente sem sentido se Paulo não estiver falando de eleição individual. “Algum de vocês vai me dizer: “Se é assim, como é que Deus pode encontrar culpa nas pessoas? Quem pode ir contra a vontade de Deus?” (NTLH). A questão que o opositor de Paulo está levantando é que Deus parece injusto com indivíduos, ao endurecer alguns e ter misericórdias de outro como lhe apraz, e não com nações.”

Mais uma vez ele força o texto para dizer aquilo que ele quer. A questão não é apenas do opositor,  é também de Paulo, desde o início do capítulo, Paulo também está triste. O endurecimento não é a causa da aparante injustiça de Deus e consequente tristeza de Paulo sim,  as tantas promessas feitas a Israel e que por conta deles terem rejeitado, essas bençãos terem passado para os gentios,  que não era o povo da promessa. Isso em primeira análise, parece ser injustiça, gentios terem parte na herença de Israel era inconcebível. Esta liberdade de Deus, em sua eleição de raças e não eleição de outras, ter escolhido Israel e depois ter acrescentado os gentios no plano de salvação não faz violência à sua justiça? Não é injusto que Deus escolha uma nação e rejeite outra? A resposta a esta questão é agora dada. Paulo mostra que as Escrituras reconhecem esta liberdade, e estas Escrituras, reverenciadas pelo objetor judeu a quem ele está escrevendo, não atribuiria injustiça a Deus.”

(10) Em Rom 9:24 Paulo diz que Deus chamou os “vasos de misericórdia”, que Ele preparou para glória “de antemão” (são os eleitos mencionados no capítulo todo) “não só dentre os judeus, mas também dentre os gentios”. É difícil ver eleição nacional aqui, pois Deus chamou estas pessoas “dentre” todas as nações, ἐξ Ἰουδαίων (de entre os judeus) e também ἐξ ἐθνῶν (de entre os gentios). Os vasos de misericórdia, que são a descendência espiritual de Abraão, em quem se cumprem as promessas, são chamados por Deus de entre na nação de Israel e de entre as nações gentílicas.”

Aqui está o pivô da interpretação calvinista,  “vasos de misericórdia X vasos de ira”. Para eles, vasos de misericórdia são os predestinados para a salvação e os vasos de ira, os predestinados para condenação. Não é isso que Paulo quer concluir com essa analogia dos vasos. Me parece que os calvinistas acrescentam a esses versículos o seguinte: Vasos de ira serão vasos de ira eternamente e vasos de misericórdia serão vasos de misericórdia para sempre. Mas o texto não diz isso, posso tranquilamente interpretar a luz de outras analogias que Paulo fazia relacionando vasos, como é o caso de 2Tm 2.21: “De sorte que, se alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e idôneo para uso do Senhor, e preparado para toda a boa obra”. A afirmativa de Paulo não tem um caráter imutável e estático. O próprio Paulo antes de sua conversão era certamente um vaso de desonra. Qualquer eleito antes de ter um encontro pessoa com Cristo é um vaso de desonra. Alías Paulo sequer tem por fim, falar de salvação, antes, está exaltando a soberania divina, como bem frisou Jonh Wesley: ” E quanto mais não tem Deus direito sobre suas criaturas, para designar um vaso, a saber, o crente, para honra e um outro, a saber, o incrédulo, para desonra? Se examinar o direito que Deus tem sobre nós de um modo mais geral, no que tange às suas criaturas inteligentes, Deus pode ser considerado de dois ângulos diferentes: como criador, proprietário e Senhor de tudo, ou como seu governador e juiz.” Vasos de misericórdia não são os eleitos, são judeus e gentios que aceitaram as boas novas de salvação e vasos de desonra são os que rejeitam a salvação, a desonra é exatamente isso, o que mais seria? “

(11) Em Romanos 11:1-10, quando Paulo volta a falar da eleição de israelitas individuais de entre Israel étnico, fica claro que os eleitos são pessoas de entre a nação de Israel, os sete mil que não dobraram o joelho a Baal (Rm 11.4), aos quais Paulo se refere como “a eleição da graça” (Rm 11.5). Isso nos diz duas coisas: 1) eles são sete mil indivíduos que Deus tem mantido crentes dentro da nação de Israel, e não uma nova nação. 2) Esses indivíduos são mantidos por Deus na fé no Deus verdadeiro, não se curvando diante de Baal (ou seja, eles permaneceram fiéis a Deus). Ou seja, a eleição mencionada por Paulo é de indivíduos para a salvação”

Apelar para Romanos 11: 1-10  e a passagem de Elias e os sete mil não foi uma boa ideia.

“Esses indivíduos são mantidos por Deus na fé no Deus verdadeiro, não se curvando diante de Baal (ou seja, eles permaneceram fiéis a Deus). Ou seja, a eleição mencionada por Paulo é de indivíduos para a salvação.”

Esses indivíduos são mantidos por Deus na fé no Deus verdadeiro ou são mantidos POR TEREM FÉ e não terem se desviado?

Possíveis traduções de 1 Reis 19:18

Almeida corrigida e fiel: “Também deixei ficar em Israel sete mil: todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda a boca que não o beijou.”

Versão católica: “Mas reservarei em Israel sete mil homens, que não dobraram os joelhos diante de Baal, e cujos lábios não o beijaram.

NVI: “No entanto, fiz sobrar sete mil em Israel, todos aqueles cujos joelhos não se inclinaram diante de Baal e todos aqueles cujas bocas não o beijaram”

Vulgata: “Et relinquam mihi in Israel septem milia: universorum genua, quae non sunt incurvata ante Baal, et omne os, quod non osculatum est eum ”.

Onde ‘Et relinquam’ é traduzido por “Eu deixei”.

Pelo contexto que temos nos capítulos 16,17 e 18 percebe-se claramente que todos aqueles que se manteram fiel ao Deus de Israel foram perseguidos e muitos até deixaram Israel, outros se esconderam, o caso de Elias.  Todo os habitantes de Israel que haviam entrado para o caminho da adoração a Baal seriam destruídos e apenas seriam poupados aqueles que não haviam dobrado seus joelhos. Deus deixou ficar os sete mil fiéis em Israel. Ele não predestinou que eles fossem fiéis.

Como sempre, somente é possível chegar a conclusão que o Augustus Nicodemus e outros calvinistas chega, forçando o texto, o que é definitivamente típico dos calvinistas.

2 comentários sobre “Anulando o sofisma da predestinação, eleição incondicional, graça irresistível – “Resposta de um arminiano ao Rev. Augustus Nicodemus acerca de Romanos 9”

  1. Arminianismo ou calvinismo…Quem Salva é Jesus… Só Ele e por Ele…Vamos é viver o Evangelho, proclamar , agir com amor uns com os outros e fazer o que o Senhor nos chamou a fazer.Discussões teológicas não salvam ninguém ,só trazem separação, onde deveria haver união. A Glória é para Deus e não para homens que querem ter razão nisso ou naquilo. Sejamos felizes unidos com Cristo Jesus, tenhamos alegria em termos sido alcançados pelo Seu amor e preguemos este amor e esta esperança…só isso. Deus nos abençoe.

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    • Devo concordar com você que quem salva é Jesus… Aliás a fé N’Ele salva.

      Caro Kil, eu tenho opinião, opinião formada com relação a esse tema. E diante da minha opinião formada vejo me no direito de me expressar sobre esse tema.

      Que não é um tema assim tão irrelevante como podem pensar, assim como não vejo a idolatria como algo irrelevante… Aliás quem pratica a idolatria, mais precisamente a crença católica jura de pés juntos que não é idolatria, e afirmam serem cristãos como os evangélicos fiéis a Cristo.

      Hoje sabemos, enxergamos tal sofisma, porque alguém a um tempo atrás se opôs a esse sofismas e outros verificando e expondo a própria Bíblia para combate-la.

      Assim entendo que pontos específicos do calvinismo são sofisma que devem ser expostos.

      Não viso ter razão, viso demonstrar que tais pontos ferem a natureza e glória Divina.

      No mais; obrigado por postar, sua opinião é sempre bem vinda.

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