Uma simples questão de reprodutibilidade no contexto de justificação teórica: os darwinistas pira, mano!


(By Enézio E. de Almeida Filho)
Por que será que muitos cientistas darwinistas membros da Nomenklatura científica ficam irritados quando o contexto de justificação teórica – aspecto importante na constatação da robustez heurística de uma teoria – é invocado quanto às especulações transformistas de Darwin? Por que a Galeria de meninos e meninas de Darwin nem sabe o que isso em termos epistemológicos, mas vomita sua retórica odiosa e cheia de ataques ad hominem aos críticos da atual teoria da evolução?
Source/Fonte: EchoTalk

Talvez eles fiquem irritados e demonizem os críticos de Darwin porque sabem que a maioria das pesquisas e trabalhos na área biológica evolutiva seriam reprovados magna cum laude no contexto de justificação teórica: reprodutibilidade. Abaixo um excerto do editorial da Bio Techniques lamentando-se que a falta de reprodutibilidade das pesquisas em algumas ciências produz uma falta de confiança nessas áreas. 75%  irreprodutibilidade na área biológica:

“The troubling trend of irreproducibility, which has been brewing for some time now, came to a head for many with the publication of a commentary in the journal Nature by Begley and Ellis finding that the results of 47 out of 53 studies could not be replicated. These preclinical studies formed the basis for other research studies and in some instances were the starting points for costly drug studies. Begley and Ellis are not alone in their findings- other reports have surfaced in recent months highlighting the problem of irreproducible studies. Recently, a group called the Global Biological Standards Institute (GBSI) presented a report making a case for biological standards. In interviews with 60 key figures in the life science community, nearly 75% of those interviewed described having to deal with irreproducible data and/or results. … It is interesting to note that at this moment of greater irreproducibility in life science, journals continue to minimize the space given to Materials and Methods sections in articles.”

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COMENTÁRIO CAUSTICANTE DESTE BLOGGER:
Agora está explicado por que a Nomenklatura científica abomina a aplicação do contexto de justificação à teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e de mecanismos de A a Z (vai que um falhe no meio do caminho…).

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