Richard Lewontin, professor da Universidade de Harvard, reconhece que os “cientistas” aceitam histórias absurdas, contra o bom senso, em função de seu compromisso prévio com o materialismo


“Billions and Billions of Demons” é o título da crítica literária do Prof. Richard Lewontin, publicada no New York Times, ao livro de Carl Sagan intitulado “The Demon-Haunted World: Science as a Candle in the Dark”.

Na crítica, Richard Lewontin, da Universidade de Harvard, reconhece que os “cientistas” aceitam histórias absurdas do tipo “é porque é”, que são contra o bom senso, em função de seu compromisso prévio com o materialismo.

Leiam um trecho de sua confissão:

Nossa disposição de aceitar afirmações científicas que são contra o bom senso são a chave para uma compreensão da verdadeira luta entre a ciência e o sobrenatural. Assumimos o lado da ciência, a despeito do patente absurdo de alguns de seus constructos, a despeito de sua falha em cumprir muitas de suas promessas extravagantes de saúde e vida, a despeito da tolerância da comunidade científica pelas histórias do tipo “é porque é”, porque nos comprometemos previamente com o materialismo. Não é que os métodos e as instituições científicas de alguma maneira tenham nos compelido a aceitar uma explicação materialista de um mundo fenomenal, mas, pelo contrário, nós é que somos forçados, por nossa própria aderência a priori às causas materiais, a criar um aparato de investigação e um conjunto de conceitos que produzam as explicações materialistas, independentemente de quão contra-intuitivas e mistificadoras possam ser para o não iniciado. Além do mais, esse materialismo é absoluto, pois não podemos permitir a entrada de nada que seja divino.

 

fonte: http://www.origemedestino.org.br/blog/johannesjanzen/?post=294

Um comentário sobre “Richard Lewontin, professor da Universidade de Harvard, reconhece que os “cientistas” aceitam histórias absurdas, contra o bom senso, em função de seu compromisso prévio com o materialismo

  1. Queste fasi non rappresentano stadi necessari dello sviluppo di ogni comunità umana, come dimostra il fatto che il modo di produzione asiatico non si è sviluppato in Europa e viceversa il feudalesimo e la successiva evoluzione capitalista non si sono generalmente verificati (se non per invasione/assimilazione) nelle zone del pianeta dove ha prevalso il modo di produzione asiatico, né d’altronde ogni società tende inevitabilmente ad evolversi verso le fasi “successive” visto che alcune di queste formazioni socioeconomiche sono rimaste stabili per millenni. In particolare, i rapporti tra i modi di produzione asiatico, antico e schiavista, e talvolta la loro stessa distinzione come modi di produzione diversi, sono oggetto di numerose interpretazioni e controversie entro lo stesso campo degli studiosi marxisti, ma mai trattati come una serie di fasi che si succedono meccanicamente in ogni luogo. Se di evoluzione necessaria si può parlare questa può al massimo valere solo per l’intera umanità nel suo complesso.

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