As explicações naturalistas para o Flagelo.


 

Frente ao desespero total que se impõe ao modelo de evolução naturalista pela catástrofe do Flagelo Bacteriano, os biólogos evolucionistas têm tentado apresentar propostas de como ele evoluiu. Bom, biólogo tendo que explicar um nano-motor, a nível molecular? Vamos ver então no que deu: A principal destas propostas, fortemente recheadas do ingrediente mais comum nas explicações evolucionistas – retórica – vem do modelo da “co-optação”. Kenneth Miller disse uma vez: “The point, which science has long understood, is that bits and pieces of supposedly irreducibly complex machines may have different — but still useful — functions…Evolution produces complex biochemical machines by copying, modifying and combining proteins previously used for other functions”. (Veja que Miller antes de apresentar sua teoria, já tenta nos persuadir a acreditar nela apresentando-a, de antemão, como um fato inquestionável há muito tempo estabelecido pela Ciência, uma estratégia de persuasão e propaganda clara nas explicações evolucionistas). Ou seja, na total impossibilidade de formar o Flagelo Bacteriano por um processo evolutivo gradual, opta-se aqui por formá-lo “copiando, modificando e combinando” partes já existentes, já operacionais, evoluídas por outros processos, que agora eu me esquivo de explicar, e disponíveis em outras partes da célula, e que tinham antes outras funções.

Para dar um exemplo do processo de “co-optação” de Miller, imagine que você precise construir uma ratoeira… Ao invés de você criar todas as partes originais você, segundo Miller, poderia usar partes de outros equipamentos. A mola pode ser uma de amortecedor, a base? Uma tábua de bater carne; o pino de fixação poderia ser um clips de papel ou um prendedor de gravata, e assim por diante. E pronto, basta “copiar, modificar e combinar” estas partes “emprestadas” que você tem uma ratoeira. Simples, não é? É só chamar o casal 20 da Evolução – a seleção natural e as mutações – que eles com seus “super-poderes”, poderes “sobre-naturais” que super-heróis “naturais” simplesmente não tem, vão lá e assim mesmo copiam, modificam e encaixam tudo! O Flagelo, esta maravilha hiper complexa e perfeita, o motor mais eficiente deste Universo, surgiu assim, de um “cata & junta”, um “copy & paste” “sobrenatural” tipo “colcha de retalhos moleculares” da evolução! Você acredita em Papai Noel?

Bom, esta “desesperação” naturalista pode até convencer leigos, e biólogos evolucionistas, mas se você conhece um pouco de Química como eu, sabe que a tarefa de um “cata & junta” ou “cut & paste” molecular é insana, teria requerido um big bang de complexidade e informação e antevidência para que, de outras proteínas e complexos protéicos não feitos para funcionar no Flagelo, pudesse construir um nano-motor molecular com mais de 40 componentes tão preciso e eficiente como este, valendo-se de “retalhos” e processos não guiados coordenados por um relojoeiro cego! Muita persuasão, propaganda e retórica mas ZERO de Química nesta “desesperação”, ZERO de viabilidade ao nível molecular!

A “co-optação” de Miller necessita do que eu chamo de “Efeito MacGyver”. Pois para realizar esta mega tarefa nano-molecular de “copiar, modificar e combinar” as peças com a perfeição que o Flagelo exige, pois a engenharia química do Flagelo não perdoaria erros, você precisa do auxílio de quem? Do MacGyver!  

              

imagem postada pelo autor do blog

Outra “deseperação” naturalista é a que assume que o Flagelo evoluiu sim, e gradualmente, e que se olharmos bem ao redor até encontraremos seus ancestrais por aí, ou um de sues elos perdidos. O elo favoito é o sistema de secreção tipo III (T3SS,Figura 1) que compartilha com o flagelo de algumas proteínas homólogas ou semelhantes. Note que designers teu seu estilo próprio e costumam repetir partes em peças distintas. Mas qual o problema com esta segunda “explicação” naturalista? Muitos! Primeiro por que há um abismo, um salto quântico de complexidade e informação entre os dois sistemas!

É como tentar explicar como alguém, saltando a partir da terra, chegou até Marte. E aí usar a lua como possível rota!

Outro imenso problema é explicar como o T3SS, já irredutivelmente complexo, evoluiu? Explicar como se chegou a lua. Outro imenso problema é explicar dados de genética comparativa que não apontam para parentesco algum entre as duas estruturas, e que se alguém derivou de outro aqui, foi o T3SS.

Ou seja, se há um parentesco, o Flagelo é o Pai do T3SS, e não um de seus filhos! Ou seja, teria ocorrido aqui uma inovolução!

             

Figura 1

Theodosious Dobzhansky tem uma frase que se tornou célebre:

“nada em Biologia faz sentido exceto sob a luz da Evolução”.

Parafraseando Dobzhansky podemos dizer então: “Nada em Evolução Biológica faz sentido a luz do Flagelo Bacteriano! Fomos Planejados, gente! E esta é a maior descoberta científica de todos os tempos!

Fragmento do livro Fomos Planejados  do Prof. Marcos N. Eberlin(Químico); Cap 3: Evidencias de Design na Vida.3.7:Flagelo Bacteriano: Um Nano-Motor Mega Espetacular!

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