Supostos Seres Intermediários da Evolução


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Qual seria a maneira mais eficaz de se comprovar a evolução? Através do registro fóssil, é claro! Se as espécies realmente experimentaram essas modificações graduais no decorrer de sua descendência, era de se esperar que hoje pudéssemos encontrar seqüências completas mostrando em detalhes como uma espécie evoluiu em outra. No entanto, não é bem isso o que os cientistas encontram no registro fóssil.  O registro fóssil mostra espécies surgindo repentinamente, já complexas e sem ligação com tipos anteriores. Também mostra pequenas mudanças (microevolução), isso quando há mudança, e também o desaparecimento repentino de algumas espécies:

 “As espécies surgem mui subitamente na seqüência, apresentam pouca ou nenhuma alteração durante sua existência na documentação; daí, desaparecem abruptamente da documentação” (Field Museum of Natural History Bulletin, Chicago, EUA, Conflitos Entre Darwin e a Paleontologia, de David M. Raup, P.23).

Lembrando que David M. Raup, o autor dessa afirmação, é paleontólogo e evolucionista.

Como os fósseis não apóiam a macroevolução, a segunda opção é partir para as mutações genéticas. Mutação é a matéria-prima da evolução. É através dessas mutações que as espécies adquirem suas variações, e até evoluem (supostamente) em outras espécies.

Entretanto isso vai contra tudo o que sabemos a respeito das mutações genéticas. Mutações são raríssimas, pois a máquina de enzimas, que é responsável pela replicação do DNA, revisa várias vezes as novas moléculas de DNA em busca de erros, e quando encontra algum erro, ela o corrige imediatamente. Ora! São justamente esses erros os responsáveis pelas mutações. As mutações só vão ocorrer se esse sistema falhar (o que é raríssimo).

 “Mutações são raríssimas. A reprodução das cadeias de DNA que compõem um gene é notavelmente exata. Reproduções ou cópias erradas são acidentes raros.” (Encyclopedia Americana – volume 10 p.742).

Mas apesar de raras, as mutações podem ocorrer. Nesse ponto o proponente da evolução diz: “Viu? Mutações acontecem!” Mais devagar ai “cara-pálida”! A maior parte das mutações (raríssimas) que ocorrem, são prejudiciais. Elas vão causar doenças genéticas e outros problemas sérios:

Na maioria das vezes a mutação é um processo destrutivo e não construtivo (Encyclopedia Americana, Vol. 10 p.742).

Em outros casos a mutação também pode ser neutra, mas isso é inútil para a evolução. O Dr Lee Spetner (biofísico) afirmou:

“As mutações necessárias para a macroevolução nunca foram observadas. Nenhuma mutação randômica que poderia representar o tipo de mutações necessárias para a teoria neo-darwinista que foram observadas ao nível molecular acrescentaram informação alguma. A pergunta que eu faço é: Será que alguma vez foram observadas o tipo de mutações que poderiam suportar a teoria? A resposta é: NÃO!”
(Dr. Lee Spetner, “Lee Spetner/Edward Max Dialogue: Continuing an exchange with Dr. Edward E. Max,” 2001).

Pois é! Mesmo as mutações benéficas não podem acrescentar nada novo no organismo. Elas podem apenas modificar uma característica já existente. Uma mutação num gato, por exemplo, pode alterar o pêlo, as patas, o rabo ou o tamanho do bichano, mas nunca fará nascer chifres ou asas nele:

“Mutação e seleção podem explicar a sobrevivência, mas não o surgimento da aptidão.” (George Miklos, cientista australiano e PhD em genética).

 O que faremos agora? Partiremos, pois, para a homologia! Se existem semelhanças entre estruturas de organismos diferentes, isso deve indicar ancestralidade comum! Mas também não é por ai! Os genes que especificam e ativam as estruturas consideradas homólogas em espécies diferentes não são os mesmos. Em outras palavras, os genes que codificam para a “mão” do ser vivo X não são os mesmos que codificam para a “mão” (idêntica) do ser vivo Y. No entanto os darwinistas acreditam que tanto o animal X como o Y evoluíram de um ancestral comum. Porque outros genes começariam a ser usados nesse suposto processo evolutivo? Quem sabe!

 O Dr Michael Denton diz:

“A base evolucionária da homologia é provavelmente severamente danificada com a descoberta de que estruturas aparentemente homólogas são especificadas por genes bem diferentes em espécies diferentes” — “Evolution: A Theory in Crisis, página 149″

 Nem mesmo a nova análise comparativa de DNA está fornecendo os resultados esperados pelos evolucionistas. Na verdade a nova análise comparativa de DNA está fazendo um verdadeiro estrago na classificação taxonômica evolutiva baseada em aspectos morfológicos. O celacanto, por exemplo, tem mais proximidade genética com os mamíferos do que com os próprios peixes. Morcegos são mais próximos geneticamente dos cavalos que as vacas, e por ai vai! Vide:

 http://www.newscientist.com/article/dn9402-bats-and-horses-get-strangely-chummy.html

Acho que vão ter que mexer em toda classificação taxonômica!

Mas não pense você que os ferrenhos defensores evolucionistas perdem a pose por isso! Eles continuam a citar seus “exemplos” de transição! A moda agora é: se um bicho reúne características de espécies distintas, isso significa que ele é “intermediário” entre as duas espécies. Vejamos alguns exemplos:

Ornitorrinco

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 O fato de o ornitorrinco ter, ao mesmo tempo, características de aves e de mamíferos, não prova que ele é uma espécie intermediária. Não há no registro fóssil qualquer sinal dessa transição. O ornitorrinco praticamente não sofreu mudança alguma segundo o registro fóssil. O ornitorrinco é apenas uma espécie monotípica e atípica.

 Ocapi

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 Os fósseis do ocapi eram utilizados para explicar a evolução dos eqüinos, até que em 1901 descobriram que o ocapi não estava extinto, e ai abandonaram essa idéia. Agora dizem que o ocapi é uma espécie transitória da girafa. Baseados em quê? No registro fóssil é que não é, pois o registro fóssil da girafa é incompleto e não dá margem a nenhuma conclusão real sobre sua suposta evolução. O pescoço do ocapi é bem mais curto do que o da girafa. Onde estão as espécies transitórias para nos mostrar o aumento gradual desse pescoço? Ninguém sabe! Já vimos algo semelhante no caso do celacanto.

 Mudskipper

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 Segundo a evolução, peixes evoluíram em anfíbios. O mudskipper realmente reúne características de peixe e anfíbio, mas há um problema ai! Segundo a própria evolução, os anfíbios evoluíram dos peixes sarcopterígeos, como, por exemplo, o celacanto, que possui nadadeiras lobadas. Mas o mudskipper é actinopterígeo.

 Peixe dipnóico

Esse peixe possui bexiga natatória além de guelras. E é exatamente essa característica incomum que tem feito com que os proponentes da evolução vejam nele um vínculo entre os anfíbios e os peixes. Teriam esses peixes alguma ligação com os anfíbios que supostamente deram origem aos vertebrados terrestres? Não! Primeiro porque eles fazem parte de um grupo totalmente separado (Os Peixes, de F. D. Ommanney, p. 65). Segundo, porque os ossos de seus crânios diferem tanto dos ossos dos primeiros anfíbios fósseis que um não pode ter qualquer conexão com o outro (Life on Earth – de David Attenborough, p. 137).

FONTE DO ARTIGO : http://guerrovacriacionismo.spaceblog.com.br/1943761/Supostos-Seres-Intermediarios-da-Evolucao/posted/

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