Coisas que o darwinismo não explica, entre muitas outras…


 

Coisas que o darwinismo não explica, entre muitas outras…
 

Não explica como exatamente estão relacionados os vírus, o tubarão, a formiga, o pé de bananeira e o homem…
Não explica como os protozoários deram origem aos metazoários, nem como os invertebrados originaram os vertebrados, e por aí vai…

Não explica as “vantagens” de se possuir dois pontiagudos chifres com duas lanças curvas próximas à própria nuca, como é o caso do antílope do deserto da Arábia, o Oryx leucoryx, que é enormemente prejudicado na batalha em conseqüência disso…

Não explica como um “suicida” pode transmitir a seus descendentes a própria tendência à destruição, como é o caso dos lemingos (Lemmus lemmus)…

Não explica porque entre a espécie de ave australiana, o emu, é a fêmea bem maior e mais violenta do que o macho, sendo este quem choca os filhotes e que os defendem contra os agressivos ataques da própria mãe…

Não explica as razões porque algumas espécies sacrificam a própria vida em benefício dos não-parentes…

Não explica o exemplo da abelha tupiniquim conhecida popularmente como “caga-fogo”, a qual, tão logo percebe que a colméia está em perigo, morde o atacante com tanta violência que, na ferida, deixa as próprias vísceras e logo morre, e de tal maneira que o cheiro do veneno atrai outras abelhas, que, por sua vez, atiram-se num demente ataque suicida contra os inimigos…

Não explica como as mutações podem causar um aumento da informação do genoma…

Não explica a exata relação entre as espécies vivas e as que se encontravam sob a forma fóssil…

Não explica quando e como surgiu a consciência humana…

Não explica porque, estando os primeiros homens perfeitamente adaptados à vida na savana africana, aventuram seus descendentes nas extensões geladas da Groenlândia ou da Europa da era glacial…

Não explica como foi possível a barbatana de um peixe transformar-se num membro de animal terrestre…

Não explica os imperfeitos estágios iniciais de estruturas úteis, como no caso do marsúpio e das abas do peixe-isca…

Não explica a verdadeira vantagem de se ter metade de uma mandíbula, parte de uma asa, 5% de visão ou 15% de audição…

Não explica porque comportamentos tão contraditórios como o egoísmo e o altruísmo, serem ambos produtos da mesma Seleção Natural…

Não explica, entre outros casos semelhantes, quais as verdadeiras vantagens adaptativas que se pode observar nos sistemas de listras da zebra de Grévy (Equus grevy)…

Não explica coerentemente a verdadeira diferença entre uma sardinha, uma árvore e um homem…

Não explica qual a real vantagem dos ancestrais humanos saberem, na aurora da humanidade, que tinham que inevitavelmente morrer…

Não explica porque razão o mesmo ambiente transformaria os ancestrais hominídeos em bípedes, e os babuínos em quadrúpedes…

Não explica se os efeitos acidentais causados pelas mutações no plasma germinativo na estrutura orgânica do ser humano afetam igualmente seu pensamento, sua “alma” e sua a cultura…

Não explica qual seria, para a sobrevivência, a utilidade dos dois chifres do rinoceronte africano em relação ao único chifre do rinoceronte indiano…

Não explica quais as verdadeiras mudanças genéticas que provocaram as diversas diferenças de organismos entre chimpanzés e humanos…

Não explica a realidade fóssil observada no período Cambriano, onde a maior parte dos filos de animais apareceu “plenamente formada”, sem aparentes conexões com seus ancestrais por meio de uma série de formas intermediárias…

Não explica o comportamento do pequeno mamífero do deserto de Kalahari, o Suricate, sendo que aqueles que não têm o privilégio sexual são destinados a servir como guardas, empregados domésticos e baby-sitters para a pequena tribo, fazendo o que se poderia denominar de “voto de castidade”…

Não explica as evidências de ancestralidade comum nos animais encontrados no Cambriano, as necessárias mutações que seriam exigidas nos estágios inicias do desenvolvimento embriológico…

Não explica como teria surgido o primórdio da asa antes que ela pudesse capacitar o animal para o vôo…

Não explica as razões pelas quais as mutações, que supostamente ocorreram nas mariposas de Manchester, deram-se em cor preta, e não em cores vermelha, azul, amarela, alaranjada, verde, cor-de-rosa etc.; e por que apenas Manchester, e não em Liverpool, no vale do Ruhr, na Bélgica, em Pittsburgh, em Detroit etc…; e ainda os motivos pelos os quais tais mutações não se fizeram também nas pernas, nas antenas e nos olhos de tais bichinhos…

Não explica como o acúmulo de mutações fora capaz de formar uma nova espécie…

Não explica qual seria, do ponto de vista da Seleção Natural, o interesse de um pássaro hóspede alimentar e criar a ninhada de um outro, como ocorre com o parasita cuco…

Não explica exatamente como eventos micro-evolutivos poderiam culminar nas grandes mudanças macro-evolutivas…

Não explica as razões pelas quais toda espécie ameaçada em sua sobrevivência não reage ao desafio aumentando sua fertilidade…

Não explica como se deu exatamente o aparecimento das diferenças sexuais (macho e fêmea) entre seres vivos…

Não explica o caso de determinado macho de um tipo de rã exibicionista, que, ao alardear seus talentos orfeônicos sibilantes, na intenção de cotejar e conquistar a fêmea sedutora, torna-se facilmente vulnerável a pássaros predadores…

Não explica com suficiente coerência a forma pela qual um processo não-dirigido de mutação, combinado com a Seleção Natural, resultou na criação de milhares de novas proteínas com funções extraordinariamente diversas e bem otimizadas…

Não explica como a espécie de beija-flor Machetes pugnax, (e também os galos-de-briga) freqüentemente morrem no duelo pela posse da “amada”, sendo que, pela lógica gradualista eles deveriam ter adquiridos formas especializadas, a fim de não morrerem tão facilmente na luta…

Não explica o que verdadeiramente causa o comportamento, por exemplo, a capacidade humana de escolher entre o bem e o mal…

Não explica, por exemplo, porque os lobos se comem entre si, se existem veados (ungulados da família dos Cervídeos) para ser comidos…

Não explica o exemplo do elefante-marinho (Mirounga angustirostris), que, em conseqüência da extrema violência com que compete pela fêmea, esmagam um grande número de filhotes, restando do duelo apenas um macho para acasalar e reproduzir…

Não explica as inúmeras incompatibilidades filogenéticas observadas em toda a parte na árvore universal, desde a sua raiz até aos principais ramos dentro e entre as diversas taxa até à elaboração dos próprios grupos primários…

Não explica ainda como a “súbita e abrupta explosão cambriana” poderia ser explicada sem ginásticas epistêmicas e com o auxílio do gradualismo a la Darwin…

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