A vinganças das mariposas salpicadas? Contra o ufanismo de Fernando Gewandsznajder


Eu venho questionando se a TE é ciência empírica,se as alegações ,as afirmações,o fato,Fato,Fato da TE é realmente fato…será?Os devotos de Darwin são compromissados com a verdade acima de tudo?Será?Não é o que os fatos,Fato,Fato mostram…
 
A vinganças das mariposas salpicadas? 
 
Jonathan Wells 12 de fevereiro de 2012 7:49 PM | Permalink
 
A estória da mariposa salpicada é familiar – até demais familiar – para a maioria dos leitores do site ENV, então aqui eu irei resumi-lo abreviadamente. Antes da revolução industrial, a maioria das mariposas salpicadas na Inglaterra era clara; mas depois que os troncos das árvores pelas cidades foram escurecendo devido à poluição, uma variedade escura (“melânica”) se tornou muito mais comum (um fenômeno conhecido como “melanismo industrial”. Nos anos 1950s, o médico inglês Bernard Kettlewell realizou alguns experimentos que pareciam mostrar que a proporção de mariposas melânicas tinha aumentado porque elas estavam melhor camufladas nos troncos das árvores escurecidas, e assim menos prováveis de serem comidas pelas aves predatórias. 
 
A evidência de Kettlewell logo se tornou a demonstração clássica dos livros didáticos da seleção natural em ação – comumente ilustrada com fotos das mariposas salpicadas repousando em troncos de árvores claros ou escuros.

 
 
 
 
Pelos idos de 1990s, todavia, biólogos tinham descoberto diversas discrepâncias na estória clássica – não menos do que foi que as mariposas salpicadas na natureza geralmente não repousam nos troncos de árvores. A maioria das fotos dos livros didáticos foram montadas. 
 
Nos anos 2000s a estória começou a desaparecer dos livros didáticos. O biólogo britânico Michael Majerus então realizou algumas pesquisas que ele julgou apoiarem a explicação camuflagem-predação. Mas antes dele morrer de câncer em 2009, ele somente conseguiu publicar um relatório de sua pesquisa na publicação científica hospedeira do lobby de Darwin Evolution: Education and Outreach. Agora, quatro outros biólogos britânicos apresentaram seus resultados postumamente na publicação da com revisão por pares, Biology Letters, da Royal Society. Em um suplemento que acompanha o texto principal, os autores apresentaram sua versão do que eles chamam de “o colapso da mariposa salpicada.” E um colapso certamente é, mas não do jeito que eles pensam. De acordo com Charles Darwin, a seleção natural tem sido o fator “mais importante” na descendência com modificação de todos os seres vivos a partir de um ou de alguns ancestrais comuns, mas ele não nenhuma evidêncial real a favor disso. Tudo que ele podia oferecer no Origem das Espécies foram “uma ou duas ilustrações imaginárias.” Não foi até quase que um século mais tarde que Kettlewell pareceu fornecer a “evidência de Darwin que faltava” ao marcar e soltar mariposas claras e escuras nas florestas poluídas e não poluídas e recuperando algumas delas no dia seguinte. Consistente com a explicação camuflagem-predação, a proporção das mariposas melhor camufladas aumentou entre a soltura e recaptura.

Através dos anos 1970s e 1980s, contudo, pesquisadores relataram vários problemas com a explicação camuflagem-predação, e em 1998, o biólogo da Universidade de Massachusetts, Theodore Sargent e dois colegas publicaram um artigo no volume 30 do Evolutionary Biology concluindo que “existe pouca evidência persuassiva, na forma de observações rigorosas e experimentos replicados para apoiar esta explicação no tempo presente.” (p. 318)

No mesmo ano, Michael Majerus publicou um livro onde concluiu que a evidência reunida nos quarenta anos desde o trabalho de Kettlewell mostrava que “a história básica da mariposa salpicada está errada, é inexata, ou incompleta, no que diz respeito à maior parte dos componentes da da história.” (p. 116) Numa resenha do livro de Majerus publicada na Nature, o biólogo evolucionista da Universidade de Chicago, Jerry Coyne, escreveu: “De vez em quando, os evolucionistas reexaminam uma pesquisa experimental clássica e descobrem, para seu horror, que ela tem falhas ou está completamente errada.” Segundo Coyne, o fato de as mariposas salpicadas na floresta raramente decansarem nos troncos das árvores, “somente isso invalida os experimentos de soltura e recaptura de Kettlewell, pois as mariposas foram soltas colocando-as diretamente nos troncos das árvores.”

Em 1999, eu publiquei um artigo no The Scientist resumindo essas e outras críticas da estória da mariposa salpicada, e em 2000 eu inclui um capítulo sobre as mariposas salpicadas no meu livro Icons of Evolution. Depois, em 2002, a jornalista Judith Hooper publicou um livro sobre a controvérsia, intitulado Of Moths and Men. Hooper acusou Kettlewell de fraude, embora eu nunca o acusei; a minha crítica foi dirigida principalmente aos autores de livros-texto que ignoraram problemas com a estória e continuaram a usar as fotos montadas mesmo após elas serem conhecidas como representando erroneamente as condições naturais.

Naquela ocasião, o que tinha sido previamente uma disputa científica bem limitada sobre a(s) causa(s) do melanismo industrial tinha se tornado um desastre. Sargent e eu fomos demonizados, e Majerus e Coyne foram persuadidos a reafirmar a estória da mariposa salpicada como o principal exemplo da evolução darwinista em ação. Majerus também embarcou numa pesquisa que foi recentemente relatada no Biology Letters.
Naquela pesquisa, conduzida ao longo de um período de sete anos, de 2001 a 2007, Majerus realizou experimentos de soltura-recaptura numa floresta não poluída, próxima de sua casa, com 4.522 mariposas claras e 342 escuras, usando métodos que ele considerava superiores aos de Kettlewell. Ele descobriu que as mariposas escuras (que eram menos camufladas nesta situação) tiveram somente uma taxa de 91% de sobrevivência comparada com as mariposas claras. Ele também observou 135 mariposas em posições de repouso, das quais 35.6% delas repousavam em troncos de árvores.

A continuar …

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NOTA DESTE BLOGGER:
 
Fernando Gewandsznajder é um dos autores de livros didáticos de Biologia do ensino médio com quem trocamos e-mails em 1998 apontando o descompasso com a verdade das evidências encontradas na natureza sobre o fato da evolução.

Sua obra tem sido aprovada pelo MEC/SEMTEC/PNLEM, e foi relacionada na análise crítica que entregamos no MEC em 2003 e 2005 por utilizar duas fraudes a favor do fato da evolução – os embriões de Haeckel, e as mariposas de Manchester (melanismo industrial).

Depois de vários e-mails, Gewandsznajder pediu que eu deletasse seu e-mail, no que atendi prontamente.

Esta postagem é uma resposta à dica dada por Gewandsznajder    que terminou no artigo Agora é oficial! O triunfo do melanismo industrial, de Rodrigo Veras. Leia e compare onde está a verdade científica sobre as mariposas de Manchester.

Qual foi a decisão do MEC/SEMTEC/PNLEM? Eles continuam aprovando livros didáticos de Biologia do ensino médio com essas duas fraudes e distorções de evidências científicas a favor do fato, Fato, FATO da evolução!!!

Só conheço dois autores renomados que retiraram do seu livro-texto: Amabis e Martho. Tiraram, mas não explicaram aos alunos por que tiraram e por que usaram antes quando isso já era do conhecimento dos biólogos (um autor amigo me confessou isso por e-mail).

A ciência e a mentira não podem andar de mãos dadas!!!

 

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