Herança epigenética: Quais são as novidades para a evolução?


Epigenetic Inheritance: What News for Evolution?
 
Current Biology, Volume 22, Issue 2, R54-R56, 24 January 2012
 
Copyright © 2012 Elsevier Ltd All rights reserved.
 
10.1016/j.cub.2011.11.054
 
Authors
 
Ben Hunter, Jesse D. Hollister, Kirsten Bomblies
 
Abstract
 
Summary
 
Whether epigenetic variation is important in adaptive evolution has been contentious. Two recent studies in Arabidopsis thaliana significantly add to our understanding of genome-wide variation and stability of an epigenetic mark, and thus help pave the path for realistically incorporating epigenetics into evolutionary theory.

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Professores, pesquisadores e alunos de universidades públicas e privadas com acesso ao site CAPES/Periódicos podem ler gratuitamente este artigo da Cell e de mais 22.440 publicações científicas.

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NOTA DESTE CAUSTICANTE BLOGGER:

Chupa essa, Darwin: Lamarck redivivus e vai ser incorporado na nova teoria geral da evolução – a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA (que vocês no Brasil só leem a respeito neste blog) que será anunciada em 2020.

Galera dos meninos e meninas de Darwin: aguenta firme que os atuais mandarins da Nomenklatura científica tudo farão para livrar a cara de Darwin do vexame epistêmico no contexto de justificação teórica.

 
O título do artigo é Herança epigenética: Quais são as novidades para a evolução? Ele fizeram uma pergunta, mas nem respostas têm:
Tendo um corpo formal de teoria evolucionária que  incorpore a epigenética, bem como desenvolver uma quantificação mais nítida da conexão entre a variação epigenética e os fenótipos irão nos permitir perguntar mais rigorosamente se ou como a epigenética desempenha um papel importante na evolução adaptativa.” 
 
Having a formal body of evolutionary theory that incorporates epigenetics, as well as developing a clearer quantification of the connection between epigenetic variation and phenotypes will allow us to more rigorously ask whether or how epigenetics plays an important role in adaptive evolution.”

Darwin, que desceu o cacete em Lamarck no Origem das Espécies, mas foi mais lamarckista do que Lamarck na sexta edição (não é mesmo historiadores da ciência???), deve estar se revirando no seu túmulo na Abadia de Westminster.

Ué, mas Darwin não era agnóstico (um ateu que ainda não saiu do armário)??? Eu, se fosse o Richard Dawkins, o papa dos neo-ateus pós-modernos chiques e perfumados, moveria céus e terra para desenterrá-lo desse local execrável para se enterrar um cientista…

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