OS MECANISMOS DA EVOLUÇÃO


Talvez, uma das principais razões que levam um observador dos mecanismos naturais a crer que a evolução dos organismos vivos é um fato incontestável, são os processos que desencadeiam mudanças em populações de espécies com reprodução sexuada. A teoria sintética da evolução afirma que o processo evolutivo ocorre como conseqüência do equilíbrio entre a “variabilidade” e a “seleção natural”, com este afirmação é que fatos e teoria se confundem, pois a existência da variabilidade e da seleção natural leva muitas pessoas a crer na incontestabilidade da teoria da evolução. Mas, apesar de existir variações nas espécies, os mecanismos geradores de variações, conforme todas as observações feitas em laboratório ou na natureza, não são mecanismos de evolução, sendo tão somente mecanismos de sobrevivência de espécies sem que se crie novas espécies, ou seja, surge apenas evolução horizontal (micro evolução), que na verdade não se trata de evolução. Não há o verdadeiro processo evolutivo, a evolução vertical.

Vamos conhecer e analisar os processos de variabilidade e separar o que é “fato” do que é “crença” ou “equívoco”, porém, para isto, é necessário compreender os conceitos de espécie e população, e posteriormente conhecer as causas de variações nas espécies (fontes de variabilidade):

Espécie: conjunto de indivíduos potencialmente intercruzáveis, com produção de descendentes férteis;
População: conjunto de indivíduos de uma mesma espécie, convivendo em um dado espaço durante determinado período de tempo.

 

FONTES DE VARIABILIDADE

 

As diferenças entre indivíduos da mesma espécie definem o grau de variabilidade desta espécie. Cada espécie tem o seu próprio grau de variabilidade, segundo a intensidade dos processos de seleção a que estão submetidas, por exemplo, a espécie humana, mostra alto grau de variabilidade, pelo fato de haver certo relaxamento da seleção natural, havendo pessoas de cor branca, de cor negra, altas, baixas, fortes, rápidas, fisicamente mais frágeis etc.

A variabilidade nas populações naturais deve-se a dois tipos básicos de fatores: ambientais e genéticos.

FATORES AMBIENTAIS

A variabilidade provocada por fatores ambientais restringe-se ao aspecto fenotípico, não sendo, portanto, hereditária, embora a potencialidade de reagir aos fatores ambientais são. Exemplos de fatores ambientais são exposição à luz solar, nutrição, doenças, exercícios, acidente etc, provocando modificações nos indivíduos a eles submetidos, mas não nas gerações futuras.

MUTAÇÃO GÊNICA

Mutação gênica é qualquer alteração em qualquer seqüência de bases nitrogenadas do DNA responsável por determinada característica do organismo. Geralmente originam-se espontaneamente, por acidentes na duplicação do DNA ou no metabolismo celular, mas também podem se originar através de agentes mutagênicos (geradores de mutações) de natureza física (calor, radiações) ou química (formal, fenol, gás mostarda).

Embora possam ocorrer em qualquer célula do organismo, as mutações só serão hereditárias se ocorrerem nas células germinativas que originarão gametas, ocorrendo em uma célula somática, a mutação não será hereditária, se restringindo ao indivíduo atingido.

Considerando que os organismos estão adaptados ao ambiente em que vivem é fácil presumir que as mutações, que ocorrem aleatoriamente, são geralmente desfavoráveis e as mutações que provocam alterações drásticas no material genético geralmente provocam alterações fenotípicas desfavoráveis, tornando os portadores da mudança menos eficientes na manutenção da sobrevivência, tendendo a serem eliminados. A teoria evolucionista concorda com as afirmações acima citadas, mas afirma que mutações com efeitos pequenos sobre o fenótipo podem contribuir para a evolução, e quanto ao fato dos organismos estarem perfeitamente adaptados ao ambiente, é argumentado que as mutações podem ser favoráveis quando há alterações no ambiente. Apesar de existirem mutações e a explicações da teoria da evolução ser revestida de lógica, não há evidências de que as mutações sejam responsáveis por qualquer tipo de evolução, pois, sendo necessário que as mutações tenham pequenos efeitos sobre o fenótipo e que se torne comum entre os indivíduos de uma determinada espécie, é de se esperar que tenha existido gerações de populações, cada uma com uma pequena mutação, até chegar a uma espécie mais recente com a união de todas as pequenas modificações no fenótipo, formando assim uma seqüência evolutiva, porém, a lógica empregada aqui se assemelha à lógica dos princípios universais segundo algumas religiões orientais, ou seja, embora tenha sentido (como deve ser para qualquer teoria), não há evidências de que seja real. Não há qualquer evidência na natureza de que mutações tenham criado uma nova espécie. O estudo da genética, observações e experiências demonstram que as mutações benéficas aos organismos não passam de mito que foi perpetuado por A. M. Winchester em “Genetics“, Dallas: Houghton Miffin, 1966, Pag 405, quando declarou:

A mutação oferece um campo virtualmente ilimitado para a seleção. O fato de mais de 99% das mutações estudadas em várias formas de vida serem prejudiciais até certo ponto, pode parecer excluir a importância das mutações como um fator na evolução adaptativa“.

Todavia, é justamente essa fração de 1%, que acontece ser benéfica, que forma a base para a maioria dos desenvolvimentos evolutivos. Foram as mutações que permitiram que a vida chegasse até as estupendamente complicadas organizações que muitas formas possuem hoje. Da massa caótica de mutações casuais, ocorridas através das eras, os fenômenos de seleção exercem sua influência e põem ordem no caos.

A declaração acima, de Winchester, é meramente uma conjectura empírica, pois, primeiramente ele declara que 1% das mutações são benéficas e responsáveis pela maioria dos desenvolvimentos evolutivos, porém não há estudo estatístico que aponte para este otimista 1% e ao se analisar a estrutura de qualquer molécula de DNA, vemos que o número de alterações genéticas possíveis é incrivelmente superior ao número de combinações que tenham algum significado biológico, além disto, não é qualquer alteração casual do código genético que poderá manter a estrutura molecular e criar alguma mutação no organismo, Harold F. Blum observa:

Qualquer que seja a natureza da mutação, ela terá de seguir certas linhas determinadas pelo padrão molecular e pelas relações energéticas. A mutação não é, portanto, casual, mas pode ocorrer dentro de certos limites restritivos e segundo certos caminhos determinados pelas propriedades termodinâmicas do sistema. Assim sendo, para estabelecer o caso de um modo um tanto animista, o organismo não pode adaptar-se ao ambiente variando irrestritamente em qualquer direção.

Diante da declaração acima, podemos concluir que Winchester, além de ignorar as implicações das leis da física na limitação da variabilidade, ele ainda afirma que a variação é casual, o que constitui uma inverdade, não havendo uma quantidade caótica de mutações casuais, pois a grande maioria das alterações do código genético nem ao menos são capazes de gerar novos organismos (mesmo que deformados), restando apenas uma quantidade bem limitada (quando comparada com o número de alterações que podem ocorrer no código genético) de mutações que podem gerar aberrações (seres deformados) que, estes sim, serão eliminados no processo seletivo natural. A observação de Blum, acima citada também apresenta uma evidência de que as espécies de organismos vivos têm suas limitações no que se refere a mutações provocadas por alterações no código genético.

O cientista Dobzhansky (que é evolucionista), depois de muitas experiências com Drosofilas (moscas de frutas) deixou evidente a ineficiência das mutações para gerar evolução:

Os mutantes clássicos obtidos em Drosofila em geral mostram deterioração, desgaste ou desaparecimento de certos orgãos. Existem mutantes que diminuem ou destroem o pigmento nos olhos, pêlos, pernas. Muitos mutantes são de fato letais para os seus portadores. Os mutantes que se equiparam à mosca normal, no que diz respeito ao vigor, são uma minoria e, mutantes que tenham sofrido um aperfeiçoamento realmente valioso na organização normal em ambientes normais são desconhecidos.

Os evolucionistas geralmente apresentam como prova de mutações benéficas em ambientes normais o caso de insetos resistentes ao DDT e de germes resistentes aos antibióticos. As observações e xperiências de Dobzhansky, mostraram que as moscas resistentes ao DDT levam mais tempo para se desenvolverem do que as moscas normais, reduzindo assim, a “aptidão” da nova variedade. Observou-se também que as bactérias resistentes aos antibióticos são também menos aptas. Ele observa:

Por que, então, a maioria dos bacilos-coli encontrados fora dos laboratórios continuam suscetíveis a ataques bacteriofágicos e sensíveis à estreptomicina? Por que os mutantes resistentes não expulsaram os genótipos sensíveis? A teoria nos leva a deduzir que, sob certos aspectos, os mutantes resistentes devem estar em desvantagem quando comparados às bactérias sensíveis na ausência de bacteriófagos e antibióticos. Esta inferência teórica é surpreendentemente verificada em algumas experiências. Cerca de 60% dos mutantes resistentes à estreptomicina nos bacilos-coli são também dependentes da estreptomicina; esses mutantes não conseguem crescer num meio de cultura livre de estreptomicina. Uma substância venenosa para as bactérias de sensibilidade normal é básica para a vida dos mutantes resistentes! E. H. Anderson mostrou que certas espécies bacterofágicas resistentes de bacilos-coli exigem certas substâncias alimentares para crescer que não são necessárias para o crescimento das bactérias  sensíveis. Os mutantes resistentes serão destruídos em ambientes nos quais os alimentos requeridos não existam.

Desse modo, fica provado que estes exemplos atuais de “evolução” consistem de criaturas inferiores à variedade normal, havendo, na verdade, degeneração, destruição, decomposição, involução e não evolução.

MUTAÇÃO CROMOSSÔMICA

Quaisquer alterações na estrutura ou número de cromossomos são consideradas mutações cromossômicas. Podendo ocorrer tanto nos cromossomos sexuais como nos autossômicos, geralmente acarretam alterações fenotípicas muito grandes, sendo quase sempre deletérias, tais como esterilidade, morte precoce, debilidade física e mental, porém, de forma similar ao caso da mutações gênicas, a teoria da evolução conta com as pequenas alterações ao longo de gerações sucessivas. A refutação para este argumento da teoria da evolução também pode ser o mesmo usado para a mutação gênica, porém é interessante observar que para justificar um suposto número reduzido de fósseis de organismos transicionais (digo “suposto número reduzido” porque não existe qualquer fóssil de alguma espécie que se possa chamar indiscutivelmente de transicional) criou-se a explicação de que a evolução dá saltos abruptos, onde características surgem repentinamente em um organismo, porém isto contraria a afirmação da necessidade de pequenas e contínuas alterações ao longo de gerações sucessivas que se exige nas mutações gênicas e cromossômicas para que elas possam conduzir à evolução da espécie e não à destruição dos organismos (fala-se, aqui, apenas de organismos e não de espécies, porque um organismo com grandes mutações não consegue transmitir suas características à sua espécie, pois, como foi observado, essas mutações são sempre deletérias).

SELEÇÃO DA VARIABILIDADE

SELEÇÃO NATURAL

Na realidade, quem realmente desenvolveu e publicou a teoria da seleção natural foi um criacionista chamado Edward Blyth, 24 anos antes que o seu compatriota inglês, Charles Darwin, o fizesse. Evidentemente seu nome não ficou conhecido devido ao fato de Blyth ser criacionista e não ter feito afirmações sobre funções da seleção natural que não podessem ser observadas e comprovadas cientificamente. No entanto, os darwinistas, fizeram a seleção natural (dos pangenes ) a base de uma nova filosofia humanista e naturalista, uma “religião sem revelação” (conforme Julian Huxley).

Segundo a teoria da evolução, as modificações das populações são determinadas em resposta a alterações ambientais, sendo assim provocada a seleção natural (ou seleção dos mais aptos).

 

Em populações naturais, o número de descendentes produzidos em cada geração é maior do que o número dos que têm possibilidade de sobreviver e se reproduzir. Nestas populações a variabilidade genética é grande, surgindo indivíduos menos adaptados. A seleção natural favorece a sobrevivência dos indivíduos melhor adaptados, que têm mais chances de sobreviver e se reproduzir, disseminando, desta forma, suas característica genéticas.

 

A seleção natural atua em cada geração, favorecendo os indivíduos melhores a um determinado ambiente; desta forma, as melhores características para a sobrevivência de uma população podem variar devido as mudanças ambientais.

 

Veja um exemplo de seleção natural:

 

Cinco filhotes de coelho nascem de um mesmo casal. Os filhotes são ligeiramente diferentes entre si, com variações de tamanho, cor e um deles corre bem mais rápido. Na luta pela sobrevivência, o filhote mais rápido e um de seus irmãos são os únicos a sobreviverem aos ataques de uma raposa, e ao se tornarem adultos encontram parceiras, e cada um, por sua vez, dá origem a cinco novos filhotes. Os descendentes do coelho rápido são igualmente rápidos e os filhotes do coelho que não se destaca em velocidade também não são tão velozes. Com os novos ataques de raposas e outros predadores, todos os novos coelhos rápidos sobrevivem, e da família dos coelhos comuns resta apenas um. A seleção natural fez com que a população de coelhos se constituísse, em sua maioria, de coelhos mais rápidos em apenas duas gerações.

 

 É com base em exemplos similares ao citado acima que a teoria da evolução afirma que a seleção natural é um processo pelo qual ocorre a evolução.

 

Segundo a teoria da evolução, os rumos do processo evolutivo são determinados pela interação entre a variabilidade genética das populações naturais e as pressões seletivas a que estão sujeitas. Para se provar a existência do processo evolutivo, os evolucionistas citam alguns exemplos que mostram que as espécies não são fixas, sendo os mais comuns:

Resistência a antibióticos, já comentado acima;
Resistência ao DDT, também já comentado acima;

 

Melanismo industrial;
Anemia falciforme;
Seleção da imitação;

 

Observe que os exemplos anteriores, apesar de serem anunciados como provas de que as espécies não são fixas, não fazem verdadeiramente uma prova disto, pois todas as suas pequenas variações fenotípicos ou genotípicas se dão dentro das espécies, ficando a afirmação de que pode-se surgir, ao longo do tempo, uma nova espécie, como mera conjectura. Os vírus continuam sendo vírus da mesma espécie, as mariposas escuras já existiam anteriormente, apenas aumentaram as populações, as populações humanas com anemia falciforme estão longe de serem classificadas como mais evoluídas apenas por terem uma doença que a preteje de outra. Além da já citada observação de que qualquer variação se dá dentro dos limites da espécie de cada organismo, há outros fatores que indicam que a seleção natural não tem capacidade suficiente para causar evolução, são eles:

 

A teoria da evolução afirma que uma determinada espécie pode gerar várias outras espécies conforme as pressões seletivas diferentes em diversas populações desta espécie. Embora pressões seletivas diferentes em diversas populações pode fazer com que a seleção natural tome rumos diferentes em cada população, é difícil aceitar que aconteça com freqüência suficiente para explicar o processo integral de evolução de um ser unicelular anaeróbico até o homem, mesmo com a ajuda de outros processos evolutivos (esta dificuldade será apresentada gradativamente neste trabalho) Além disto, é observado que até ambientes muito diferentes não demonstram influência suficiente para forçar o surgimento de uma nova espécie, pois, além disto nunca ter sido observado na natureza, também é observado, por exemplo, que ratos da África não são muito diferentes dos ratos da Groelândia, apesar de grandes diferenças em alimentação e clima. O mesmo ocorre com os ursos, gatos e cães, cujas variações normalmente se restringem a cor, tamanho dos pêlos e oscilações no tamanho dos indivíduos, conforme a raça.Como Lewontin declara: “...a seleção natural, afinal de contas, não parece melhorar a chance de sobrevivência de uma espécie, mas simplesmente capacita-a a prosseguir, ou não ficar para trás do ambiente constantemente mutante” (Lewontin, Richard, “Adaptation”, Scientific American, V. 239, n.3, 1978, pp. 212-230.). A função da seleção natural, de existência comprovada, é apenas conservadora das espécies e não é de maneira nenhuma tão atraente como a função hipotética, criativa, que lhe foi atribuída pelos evolucionistas.
O processo de seleção artificial (o próximo tópico) pode criar mudanças, em organismos, eqüivalentes a milhões de anos de seleção natural, pois, por não depender de casualidades, pode-se controlar completamente quais as características que devem ser dominantes em uma população e este processo tem provado que as alterações nas características de uma população ou espécie têm limitações que se restringem à espécie, havendo apenas a evolução horizontal, que na verdade não se trata de evolução propriamente dita.

 

SELEÇÃO ARTIFICIAL

 

Toda seleção conduzida pelo homem, com um objetivo determinado, é considerado seleção artificial. O homem realiza seleção de animais domésticos e plantas cultivadas, com o objetivo de realçar determinadas características dos organismos com o objetivo de melhorar a produção de lã, carne, leite, frutas, seda etc., para isto foram, e são, produzidas diversas raças de cães, gatos, pombos, plantas, peixes ornamentais etc.

 

Os processos de seleção artificial são o endocruzamento e formação de híbridos.

 

Através do endocruzamento o homem promove uma seleção direcional escolhendo os indivíduos portadores das características que pretende selecionar e promove o cruzamento entre os indivíduos selecionados; nas gerações seguintes faz o mesmo tipo de seleção. Desta forma, os genes responsáveis pelas características escolhidas têm aumentada sua freqüência e tendem a entrar em homozigose. A população selecionada tem a variabilidade genética reduzida através da semelhança cada vez maior entre os indivíduos que a compõem.

 

É desta maneira que são produzidas linhagens puro-sangue de cavalos, cães etc.

 

Biólogos, normalmente, diferenciam a palavra “linhagem” da palavra “raça”, atribuindo o termo linhagem para os resultados da seleção artificial e raça para os resultados da seleção natural. Esta diferença se justifica pelo fato das raças serem bastante heterogêneas devido fatores geográficos e as linhagens serem homogêneas devido aos acentuados processos seletivos provocados pelo homem.

 

Embora a seleção artificial seja considerada um mecanismo de evolução, a observação e interpretação dos resultados têm sido usadas como evidência da impossibilidade de haver evolução, ou surgimento de novas espécies, pois os criadores de animais e cultivadores de plantas, através de seus processos seletivos (endocruzamento), conseguem resultados de cruzamentos que se pode comparar a milhões de anos de evolução na natureza, pois, o criador (ou cultivador) sabe exatamente o que deseja e escolhe animais ou plantas para reprodução, objetivando determinados resultados, diferentemente da natureza, cujos resultados são casuais (não são programados). Assim, um criador de ovelhas, por exemplo, pode selecionar continuamente animais de sua criação, que têm lã mais espessa, para criar uma raça de ovelhas com muito mais lã. Da mesma forma, um criador de canários pode produzir canários com penas da cauda cada vez mais longas. Até certo ponto, eles têm sucesso em seus empreendimentos, mas sempre aparece um limite além do qual as ovelhas, com lã mais espessa, ou não se reproduzem mais (são estéreis) ou a lã da nova prole passa a ser menos espessa que as dos pais, ou, no caso dos canários, os ovos não são férteis ou ainda a nova prole nasce com penas mais curtas do que as dos pais!

 

 

 

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