O seymouria


Um animal conhecido como “seymouria”, cujos fósseis foram encontrados no permiano inferior do Texas, foi considerado de máxima importância para provar a evolução dos répteis a partir dos anfíbios. J. C. Yung (em “The Live of Vertebrates“, Oxford University Press, 1962, pg 386) chegou a declarar:

“…Suas características são tão exatamente intermediárias entre as dos anfíbios e répteis que não é possível colocá-lo definitivamente em qualquer um dos dois grupos…”.

William Matthews (em “Fossils”, Nova Iorque: Barnes and Noble, 1962, pg 260) disse sobre o seymouria:

“Acredita-se que seja um elo entre esses dois grupos de animais” (ao se referir a anfíbios e répteis).

No entanto, o “seymouria” viveu no período geológico posterior aos primeiros répteis, significando que ele não podia ser o ancestral (A. S. Romer, “Vertebrate Paleontology“, Chicago: “University of Chicago Press, 1966, pg 95). Não é possível ao pai ser mais novo que seu filho!

Devido a idade do seymouria ser 35 milhões de anos mais recente que as dos primeiros répteis (Hylonomus) , fica claro que não basta assemelhar-se a uma espécie transicional para se afirmar que realmente se trata de uma espécie se transformando em outra, há vários outros fatores que devem ser considerados, como, por exemplo, uma seqüência de fósseis que comprovem que um determinado organismo está realmente sofrendo mudanças, porém, apesar de se ter passado mais de um século de pesquisas (desde a época de Darwin), não foi encontrada uma única e indiscutível seqüência evolutiva. Já houve grande publicidade sobre alguns registros fósseis que pareciam provar a existência de evolução, como por exemplo, o caso do celacanto (citado na próxima página), no entanto nunca se descobre a espécie antecessora e nem a posterior numa suposta escala evolutiva. O seymouria é um animal extinto, por isto, no passado, alguns evolucionistas concluiram que ele evoluiu para algum tipo de réptil. O que se diria se o ornitorrinco fosse um animal extinto há milhões de anos?!

Sempre que se apresenta uma suposta forma de vida transicional há algum equívoco que quando descoberto faz com que continue inexistindo qualquer prova arqueológica que prove a evolução. A seguir serão citados outros exemplos de “equívocos”.

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